Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Profa. Dra. Pollyana Melo
UNIDADE I
Imunologia Clínica
 O diagnóstico de certeza de um processo patológico é a demonstração do patógeno ou dos 
seus produtos nos tecidos ou fluidos biológicos do hospedeiro.
Esse processo é dificultado na(s):
 Ausência do agente infeccioso
 Falta de sensibilidade dos métodos
 Falhas técnicas
Por que estudar Imunologia Clínica?
Fonte: ABBAS, Imunologia Celular e Molecular, 7. ed.
Anticorpos:
 São glicoproteínas
 5 diferentes subtipos
 IgA, IgG, IgE, IgD e IgM
 IgG e IgA têm ainda isótipos
 Presentes livres no soro, mucosas, interstício e em membrana de linfócitos B (receptores)
 Produzidos em resposta a estímulos antigênicos
 São bifuncionais (exceto IgD)
Interação antígeno – anticorpo 
Fonte: 
https://www.arca.fiocruz.br/bitstream/icict/13401/2/Conceitos%20B%C3%A1sicos%20e%20Aplicados
%20em%20Imuno-Hematologia_Hematologia%20e%20Imunologia.pdf
IgA
IgE
IgG
IgD
IgM
 Antígeno: substância que induz a resposta imunológica, podendo ou não ser reconhecida 
como uma ameaça pelo sistema imune.
 Imunógeno: é uma substância capaz de gerar uma resposta imune específica, características:
 Estranheza,
 Alto peso molecular,
 Complexidade química,
 Possibilidade de ser degradado.
 Epítopo: é a parte ativa da molécula do antígeno que promove a resposta imunológica, 
também chamado de determinante antigênico. 
Interação antígeno – anticorpo 
Fonte: http://www.profbio.com.br/aulas/ac3_08.pdf
Ac Policionais
 A reação do antígeno com o anticorpo é fundamental na imunologia
 Antígeno se liga à região variável do anticorpo, que determina a especificidade
 A união pode ocorrer com ou sem célula apresentadora
 As ligações são reversíveis e não covalentes
Natureza do reconhecimento do antígeno pelo anticorpo
 Quanto mais ligações a antígenos um anticorpo é capaz de fazer, maior será a sua avidez. 
 Com isso, os anticorpos podem ser monovalentes, bivalentes ou polivalentes. 
 Em anticorpos monovalentes, a força de ligação é descrita como afinidade, pois corresponde 
à força de ligação de um único sítio ao seu epítopo específico.
Avidez
Keq= 10
4
Afinidade
106
Avidez
1010
Avidez
Fonte: Mayer ([s.d.], p. 3).
 A maioria dos anticorpos é extremamente específica para um antígeno.
 Reação cruzada é quando o anticorpo se liga aos antígenos estruturalmente relacionados a 
um antígeno homólogo. 
 Anticorpos de baixa afinidade podem se ligar a antígenos muito diferentes do seu epítopo 
específico em uma reação cruzada com um antígeno heterólogo. 
 A especificidade dos anticorpos é aplicada ao reconhecimento da molécula antigênica, por 
isso é necessário que a especificidade seja muito refinada, pois, como todos os seres 
possuem muita semelhança, a alta especificidade dos anticorpos impede o reconhecimento 
de antígenos próprios, quando foram gerados em uma resposta contra microrganismos. 
Especificidade
Perfil sorológico
Fonte: http://inct-datrem.iq.unesp.br/index.php/2020/04/06/teste-comercial-para-
diagnostico-de-covid-19-novo-coronavirus/
IgM
IgG
N
ív
e
is
 d
e
 A
n
tí
g
e
n
o
/A
n
ti
c
o
rp
o
s
TÉCNICA DE PCR
TESTES SOROLÓGICOS
IgM
Carga Viral
Infecção Dias
0 7 14 21 28 35 42 0 7 14 21 28 35
Um paciente apresentava sinais e sintomas de febre, mal-estar, cefaleia, mialgia, além de 
manchas vermelhas no corpo. Foi ao pronto-atendimento e realizou alguns exames 
sorológicos. Qual resultado permite a determinação da patologia?
a) IgM positivo e IgG positivo para uma determinada patologia.
b) IgM negativo e IgG positivo para uma determinada patologia.
c) IgM e IgG negativo para uma determinada patologia.
d) Determinação de imunoglobulinas totais.
e) Ausência de anticorpos para uma determinada patologia.
Interatividade
Um paciente apresentava sinais e sintomas de febre, mal-estar, cefaleia, mialgia, além de 
manchas vermelhas no corpo. Foi ao pronto-atendimento e realizou alguns exames 
sorológicos. Qual resultado permite a determinação da patologia?
a) IgM positivo e IgG positivo para uma determinada patologia.
b) IgM negativo e IgG positivo para uma determinada patologia.
c) IgM e IgG negativo para uma determinada patologia.
d) Determinação de imunoglobulinas totais.
e) Ausência de anticorpos para uma determinada patologia.
Resposta
 Imunoprecipitação:
 Ocorre com a mistura de um antígeno solúvel com um anticorpo.
 Eles se ligam até formarem um complexo grande o suficiente, insolúvel que irá precipitar –
rede tridimensional.
 Anticorpos em solução irão precipitar com a adição gradual de antígenos solúveis:
 Zona de excesso de anticorpo,
 Zona de equivalência,
 Zona de excesso de antígeno.
Testes sorológicos não marcados
Fonte: Labtest (2009, p. 2).
IM
U
N
O
P
R
E
C
IP
IT
A
Ç
Ã
O
CONCENTRAÇÃO DO ANALITO
Excesso
Ac
Excesso 
Ag
Ac = Ag
Existem quatro técnicas de imunodifusão:
 Simples: um componente está fixo no gel, e o outro, solúvel.
 Dupla: os dois elementos são móveis e migram simultaneamente.
 Linear ou unidimensional: uma corrente elétrica direciona a migração.
 Radial: o movimento ocorre em todas as direções.
Tipos de imunodifusão 
Antígeno
Anticorpo + Gel
Imunocomplexo
Fonte: A) Adaptado de: Montassier (2015, p. 4).
B) Adaptado de: Barone; Fernandes (2020, p. 12).
Fonte: livro-texto
A B
 Nas técnicas de aglutinação, as partículas insolúveis irão aglutinar quando ocorrer a 
formação de um complexo imune.
Ocorrem em duas etapas:
 Na primeira, o anticorpo se liga à partícula.
 Na segunda é formado o complexo imune.
Aglutinações
Fonte: Silveira (2005, p. 2).
ANTÍGENO
LÁTEX SENSIBILIZADO 
COM ANTICORPO
COMPLEXO AGLUTINADO
ANTICORPO
Utilizam-se partículas antigênicas insolúveis em sua forma íntegra ou fragmentada:
 Hemácias, bactérias, fungos, protozoários podem ser aglutinados diretamente por anticorpo.
 Após um período de incubação, a aglutinação se completa e o resultado é geralmente 
expresso como o título do antissoro, isto é, a máxima diluição em que ocorre a aglutinação.
Aglutinação direta
Fonte: Garcia ([s.d.], p. 8).
Anticorpo Antígeno (Hemácia) Aglutinação
Tipagem sanguínea
Fonte: Vieira (2013, p. 11).
A Rh-
B Rh+
AB Rh-
O Rh-
SORO 
anti-Rh
SORO 
anti-A
SORO 
anti-B
SORO 
anti-A
anti-B
Tipo sanguíneo 
determinado 
pela 
AGLUTINAÇÃO 
das hemácias
Hemácias e partículas inertes, como látex (polímero de poliestireno), sepharose etc., 
podem ser sensibilizadas por:
 Adsorção passiva, devido ao contato direto com antígenos solúveis
 Adsorção via agentes químicos (ácido tânico)
 Conjugação do antígeno por meio de ligações covalentes
 Tem aplicação muito variada devido à grande diversidade de antígenos que podem se 
ligar a partículas
Aglutinação passiva ou indireta
 É realizada em placa com fundo em V.
 Utiliza pequenas quantidades de reagentes.
 Resultado positivo – tapete.
 Resultado negativo – botão.
 Semiquantitativo – máxima diluição testada positiva.
Hemaglutinação direta
Fonte: Mayer ([s.d.], p. 5).
Paciente
1
2
3
4
5
6
7
8
Título
64
8
512
<2
32
128
32
4
1
/2
1
/4
1
/8
1
/1
6
1
/3
2
1
/6
4
1
/1
2
8
1
/2
5
6
1
/5
1
2
1
/1
0
2
4
P
o
s
.
N
e
g
.
 O VDRL (veneral diseases research laboratories) é um exemplo de floculação.
 A partícula insolúvel é o cristal de colesterol, uma suspensão antigênica alcoólica de 
cardiolipina e lectina que será usada na pesquisa de anticorpos anticardiolipinas, 
as reaginas. 
 O VDRL é o teste utilizado para o diagnóstico da sífilis, causada pela bactéria 
Treponema pallidum. 
Aglutinação indireta – floculação 
 Assim como as demais técnicas de aglutinação, no uso de partícula inerte, os anticorpos da 
amostra vão formar o complexo imune com a partícula insolúvel e, consequentemente, 
o aglutinado. 
 Para essa metodologia, também é crucial que as amostras sejam testadas em 
diferentes diluições. 
Aglutinação indireta – floculaçãoFonte: A) Oliveira Júnior et al. (2017, p. 4).
B) Silva et al. (2014, p. 3).
Anticorpos não treponêmicos
Cardiolipina
Lecitina
Colesterol
As metodologias sorológicas não marcadas servem para detectar de forma semiquantitativa a 
presença de antígenos e anticorpos em uma amostra biológica, sendo necessária a formação 
de um complexo imune. Por que é possível visualizar a formação do complexo imune?
a) É uma rede tridimensional marcada com um cromógeno.
b) É uma rede tridimensional insolúvel, formada por antígenos e anticorpos.
c) É uma rede tridimensional com a presença do patógeno que é macroscópico.
d) É uma rede tridimensional solúvel com a presença de anticorpos de classe IgG.
e) É uma rede tridimensional com vários anticorpos diferentes ligados entre si.
Interatividade
As metodologias sorológicas não marcadas servem para detectar de forma semiquantitativa a 
presença de antígenos e anticorpos em uma amostra biológica, sendo necessária a formação 
de um complexo imune. Por que é possível visualizar a formação do complexo imune?
a) É uma rede tridimensional marcada com um cromógeno.
b) É uma rede tridimensional insolúvel, formada por antígenos e anticorpos.
c) É uma rede tridimensional com a presença do patógeno que é macroscópico.
d) É uma rede tridimensional solúvel com a presença de anticorpos de classe IgG.
e) É uma rede tridimensional com vários anticorpos diferentes ligados entre si.
Resposta
A conjugação é a ligação de um componente, de forma covalente a uma molécula do teste, que 
será uma proteína, que pode ser tanto um antígeno como um anticorpo. A ligação do 
conjugado deve ser realizada de uma forma que mantenha a funcionalidade das moléculas. As 
moléculas que podem ser utilizadas como conjugados são:
 fluorocromos;
 radioisótopos;
 substâncias luminescentes,
 enzimas, com diferentes substratos, podendo ser fluorescentes, cromogênias
ou luminescentes.
Testes sorológicos marcados
 Molécula fluorescente emite luz quando de um determinado comprimento de onda quando é 
excitada por uma fonte de luz
 O método permite localizar antígeno utilizando um anticorpo com uma molécula fluorescente 
– covalentemente ligada
 Detecção do antígeno em tecidos e microrganismos variados
Dois tipos:
 Imunofluorescência Direta
 Imunofluorescência Indireta
Imunofluorescência
Fonte: Varella (2021, p. 9). Fonte: Montassier, ([s.d.], p. 6)
Anticorpo conjugado com 
fluoresceína
Célula infectada
Imunofluorescência direta
Antígeno 
viral
Antígeno
ETAPA 1 ETAPA 2 ETAPA 3 ETAPA 4
Anticorpo
Conjugado
 Utiliza isótopos radioativos (I125, I131, H3, C14, P32)
 Diversas moléculas podem ser marcadas com isótopos 
 Hormônios
 Proteínas
 Drogas
 Anticorpos
 Vitaminas 
 Emitem raios gama que são mensurados por minuto (CPM) – contador de cristais sólidos
 Análise quantitativa
Dois formatos:
 Competitivos
 Não competitivos (sanduíche)
Radioimunoensaio
 Utilização de antígenos/anticorpos marcados com enzimas 
 Permitem a detecção, a titulação e a quantificação de substâncias de interesse biológico
 Enzima comumente utilizada: peroxidase – converte o substrato + doador de hidrogênio 
(H2O2) em um produto insolúvel que precipita
 Outras enzimas – fosfatase alcalina, glicose oxidase
 Método quantitativo
Testes imunoenzimáticos (ELISA)
 Utilizava lisados de patógenos e soros contendo anticorpos policlonais.
 Ocorria muita reação cruzada, ou seja, resultados FALSOS.
 Métodos indiretos.
ELISA 1ª geração
Fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/1e/ElisasFormat.png.
substrato
Anticorpo 
secundário
Anticorpo 
primário
Indireto
Ag
E
 Também é uma metodologia indireta.
 Difere do método de primeira geração, pois começaram a ser utilizados peptídeos, 
antígenos, produzidos por recombinação genética, garantindo um único epítopo de ligação 
no sistema, o que aumentou a sensibilidade e a especificidade dos testes, diminuindo a 
ocorrência de ligações cruzadas dos anticorpos dos pacientes.
ELISA 2ª geração 
 É um ensaio de captura de imunoglobulinas que utiliza antígenos recombinantes. 
 A modificação do formato dos testes para ELISA sanduíche ou imunométrico tornou o ensaio 
mais sensível e específico, pois esse método permite a detecção de todas as classes de 
anticorpos IgG, IgM e IgA, diminuindo o período dito como janela imunológica, permitindo a 
detecção precoce de anticorpos em uma amostra biológica. 
 A evolução desses métodos foi importante principalmente no diagnóstico do HIV, pois os 
métodos de 1ª e 2ª geração, com frequência, geravam resultados falsos negativos nas fases 
iniciais da doença.
ELISA 3ª geração 
Fonte: adaptado de: Telelab ([s.d.], p. 2).
Nesses testes, na fase sólida, são adicionados anticorpos e antígenos, permitindo uma 
detecção ainda mais precoce da doença, pois é possível obter um resultado positivo em 
diversas condições:
 Apenas com a presença do patógeno, que se ligará ao anticorpo.
 Após o início da produção de anticorpos, que se ligarão ao antígeno.
ELISA 4ª geração
Fonte: adaptado de: Telelab ([s.d.], p. 4).
Incubação
Incubação Lavagem
Lavagem
Reação colorida 
indica a presença 
do antígeno ou do 
anticorpo
O teste ELISA de 4ª geração permite a detecção tanto de antígeno como de anticorpos. O seu 
uso melhorou o diagnóstico dos portadores de HIV, pois:
a) Permite a detecção de IgG de alta avidez.
b) Detecta pelo método de captura os anticorpos da classe IgM e com isso diminui as 
reações cruzadas.
c) É um método indireto que permite a detecção de anticorpos policlonais contra o HIV, 
melhorando a detecção da doença.
d) Permite detectar a presença de antígeno e dos anticorpos, 
com isso é possível detectar a doença antes mesmo da 
conversão sorológica.
e) É um método molecular e por essa razão permite a detecção 
precoce da patologia.
Interatividade
O teste ELISA de 4ª geração permite a detecção tanto de antígeno como de anticorpos. O seu 
uso melhorou o diagnóstico dos portadores de HIV, pois:
a) Permite a detecção de IgG de alta avidez.
b) Detecta pelo método de captura os anticorpos da classe IgM e com isso diminui as 
reações cruzadas.
c) É um método indireto que permite a detecção de anticorpos policlonais contra o HIV, 
melhorando a detecção da doença.
d) Permite detectar a presença de antígeno e dos anticorpos, 
com isso é possível detectar a doença antes mesmo da 
conversão sorológica.
e) É um método molecular e por essa razão permite a detecção 
precoce da patologia.
Resposta
Validação intrínseca:
 Características do teste e não da população. 
 Resultados independem da prevalência da doença. 
 São eles: sensibilidade, especificidade e eficiência.
Validação extrínseca:
 Os valores preditivos, verdadeiros e negativos, são relacionados à ocorrência da doença. 
 Desempenho do teste: reprodutibilidade, acurácia e precisão. 
Parâmetros sorológicos
Teste Doença
Presente Ausente
Reagente Verdadeiro positivo (VP) Falso positivo (FP)
Não reagente Falso negativo (FN) Verdadeiro negativo (VN)
Possíveis resultados de um teste sorológico 
 Verdadeiro positivo (VP): quando o resultado é positivo na presença da doença.
 Falso positivo (FP): quando o resultado é positivo na ausência da doença.
 Verdadeiro negativo (VN): quando o resultado é negativo na ausência da doença.
 Falso negativo (FN): quando o resultado é negativo na presença da doença.
Fonte: livro-texto
 Refere-se à porcentagem de resultados positivos pelo teste na população de doentes, ou 
seja, a proporção de resultados verdadeiros positivos.
Sensibilidade
Sensibilidade = ________VP
VP +FN
 É definida pela porcentagem de resultados negativos pelo teste nos indivíduos não doentes, 
ou seja, a proporção de verdadeiros negativos.
Especificidade
Especificidade =________VN
VN +FP
 Refere-se à relação entre o somatório dos verdadeiros resultados positivos e verdadeiros 
resultados negativoscom a população estudada. Quanto mais próximo de 1, melhor será o 
teste em estudo.
Eficiência
Eficiência = ______________VP + VN
VP +VN + FP + FN
Valores preditivos
VPP = ________VP
VP +FP
VPN = ________VN
VN +FN
Probabilidade da doença 
quando o teste é positivo
Probabilidade da NÃO 
ocorrência da doença
 Porcentagem de indivíduos doentes em uma população 
 Prevalência: VP + FN / todos os indivíduos
 Prevalência sorológica: VP + FP / todos os indivíduos 
 Prevalência verdadeira: sorológica / prevalência 
Prevalência
Limiar de reatividade 
10 20 40 80 160 320 1248640 2560
Título
F
re
q
u
ê
n
c
ia
Corte em:
𝜶
𝜶 = máxima sensibilidade
𝜷 = máxima especificidade
𝜸 = máximas sensibilidade e especificidade
100%
𝜸𝜷
Fonte: Casseb (2021, p. 16).
 Garantir a reprodutibilidade e a exatidão.
Importância dos parâmetros
Fonte: http://calibraend.blogspot.com/2013/02/voce-conhece-diferenca-entre-precisao-e.html
a b c d
Se um laboratório de análises clínicas deseja diminuir a ocorrência de resultados falsos 
positivos, será necessário utilizar testes com maior:
a) Sensibilidade.
b) Especificidade.
c) Reprodutibilidade.
d) Exatidão.
e) Prevalência.
Interatividade
Se um laboratório de análises clínicas deseja diminuir a ocorrência de resultados falsos 
positivos, será necessário utilizar testes com maior:
a) Sensibilidade.
b) Especificidade.
c) Reprodutibilidade.
d) Exatidão.
e) Prevalência.
Resposta
ATÉ A PRÓXIMA!

Mais conteúdos dessa disciplina