Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

1 Cardiologia 
Arritmias 
Arthur Linhares de Almeida : 201910865 : UniFOA 
 
 
 
Ritmos Variáveis 
→ o ritmo normal do coração é regular; a 
distância entre ondas semelhantes é sempre 
a mesma 
→ os ritmos variáveis são aqueles que 
apresentam irregularidade geral, sem que 
seja possível prever o padrão de recorrência 
Arritmia Sinusal 
ondas p idênticas 
 
→ mts vezes causadas por doença da artéria 
coronária (doença do nódulo SA) 
→ os impulsos marca-passos se originam no 
nódulo SA e por isso todas as ondas P são 
idênticas 
→ mas a atividade marca-passo é mt irregular e 
por conta disso os impulsos são emitidos em 
intervalos variáveis 
→ normalmente as ondas de cada ciclo são 
normais e de tamanho e forma semelhante 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Marca-Passo Migratório 
alterações na forma da onda P 
 
→ tbm chamado de marca-passo errante 
→ causado por mudança de posição de 
comando; identificada por ondas P de forma 
variável (essas ondas têm diferente formas 
pela variedade de focos de atividade marca-
passo) 
→ não existe padrão fixo de ritmo e por isso o 
ritmo resultante é mt irregular 
Fibrilação Atrial 
sem ondas P reais, mas deflexões atriais ectópicas 
múltiplas 
 
→ causada pela descarga de focos atriais 
múltiplos 
→ nenhum impulso despolariza os átrios de 
maneira completa; por acaso um impulso 
atravessa o nódulo AV, gerando o QRS 
→ ritmo sempre inteiramente irregular, pois 
somente impulsos fortuitos atingem nódulo 
AV para iniciar QRS; as respostas 
ventriculares por serem inconstantes podem 
gerar desde ritmo rápido até lento 
 
 
 
 
 
 
 
 2 Cardiologia 
Batimentos 
Suplementares e Pausas 
→ extra-sístoles são ondas q aparecem antes 
do tempo q deveriam surgir normalmente 
→ as pausas correspondem a uma linha de base 
sem deflexões 
Extra-sístoles 
 
→ são batimentos prematuros causados por 
descarga prematura de focos ectópicos 
→ estes focos ectópicos geram ondas q surgem 
mais cedo q o habitual 
→ as ondas podem ter aspecto normal ou 
bizarro, mas todas surgem subitamente e de 
forma precoce 
Extra-sístole Atrial 
 
→ produz uma onda P anormal antes do tempo 
previsto 
→ como este impulso não tem origem no nódulo 
SA, este impulso ectópico ñ será parecido 
com as ondas P na mesma derivação 
Extra-sístole Nodal (AV) 
 
→ corresponde a uma descarga do nódulo AV 
disparada antes do nódulo AS 
→ nota-se portanto um complexo QRS ñ 
precedido de onda P 
→ obs.: caso esse estímulo do nódulo AV 
estimule os átrios (condução retrógrada) 
nota-se uma onda P invertida q aparece 
imediatamente antes/dps do QRS; por vzs, 
essa onda P invertida se mistura com o 
complexo QRS 
Extra-sístole Ventricular (ESV) 
 
→ geralmente significam q a irrigação 
sanguínea (coronária) do coração é precária; 
• em casos de baixa oxigenação como em 
afogamentos o coração percebe a baixa de 
O2 e os focos ventriculares ectópicos 
disparam estímulos frequentes 
→ extra-sístole com foco ectópico com origem 
no ventrículo 
→ como em outras extra-sístoles a ventricular 
ocorre precocemente no ciclo (antecedendo o 
momento em q seria esperado uma onda P) 
→ por ñ seguir o sistema de condução habitual 
dos ramos do Feixe de His o QRS será mais 
alargado, pela condução ser mais lenta 
→ as deflexões são mt altas e mt profundas 
→ após a ESV haverá uma longa pausa 
(compensadora) durante o qual fica evidente 
a linha de base 
 
→ se houver um padrão de ESV relacionado 
com os batimentos normais podemos 
classificar em: bigeminismo, trigeminismo e 
quadrigeminismo 
• bigeminismo – uma ESV se acopla com um 
batimento normal e este padrão se repete a 
cada batimento normal 
 
 3 Cardiologia 
• trigeminismo – ESV acoplada com dois 
batimentos normais 
 
• quadrigeminismo – ESV acoplada com 3 
batimentos normais 
 
→ 6 (ou +) ESV por minuto considera-se como 
estado patológico 
→ se as ESV em um eletro tiverem mesmo 
aspecto provavelmente terão origem no 
mesmo foco 
→ caso em uma mesma derivação as ESV 
apresentem aspectos distintos 
provavelmente se trata de ESV multifocais 
(ou seja, com focos ectópicos ventriculares 
múltiplos) 
• essa situação é perigosa e requer 
tratamento rápido 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
→ o foco ventricular ectópico pode disparar uma 
vez (como foi mostrado até agr) ou 
descarregar vários impulsos produzindo 
salva de ESV; salvas de ESV são, 
provavelmente, mais graves q uma ESV 
proveniente de um só foco 
• Taquicardia Ventricular (será abordada mais 
a frente) – corresponde a uma salva de + de 
4 ESV em sucessão rápida 
 
salva de 3ESV
 
salva de 6ESV / Taquicardia Ventricular 
→ importante se atentar caso uma ESV cair 
sobre uma onde T, pois pode fazer com q o 
foco ventricular ectópico dispare 
repetidamente 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 4 Cardiologia 
Ritmos Rápidos 
Fibrilação Atrial 
 
 
→ mts focos atriais ectópicos disparando em 
frequências diferentes e produzindo ritmo 
atrial caótico, irregular 
→ as ondas P não são visíveis pois as deflexões 
são mt fracas 
→ o nódulo AV é estimulado de forma irregular 
então não há padrão de frequência 
ventricular 
Taquicardia Ventricular paroxística 
 
→ origem súbita em foco ectópico em um dos 
ventrículos com frequência ventricular de 
150-250/min 
→ obs.: normalmente átrios ainda despolarizam, 
mas não se observam ondas P; em meio a 
uma Taquicardia Ventricular o nódulo AV, as 
vzs fica vulnerável a um estímulo 
proveniente dos átrios resultando em um 
complexo QRS de aparência quase normal 
 
Flutter Ventricular 
 
→ único foco ventricular disparando a uma 
frequência de 200-300/min 
→ a onda apresenta aspecto sinusóide regular 
→ essa frequência extremamente rápida é 
perigosa e se transforma em arritmias 
mortais 
→ nessa situação o ventrículo contrai 5x por 
segundo, e dessa forma não virtualmente 
enchimento ventricular adequado nem 
suprimento adequado para as coronárias e 
coração 
→ essa situação via de regra evolui para uma 
fibrilação ventricular 
 
flutter evoluindo para fibrilação ventricular 
Fibrilação Ventricular (FV) 
 
→ contração caótica dos ventrículos por 
estímulos de mts foco ventriculares com 
frequências distintas 
→ “movimento vermicular” – nome dado ao 
aspecto dos ventrículos nessa situação 
devido a sua contração caótica e sem 
bombeamento efetivo 
→ na FV o traçado apresenta aspecto 
totalmente irregular (ñ há padrão 
característico) 
• se vc identificar algum padrão de repetição 
ou de regularidade das deflexões 
provavelmente ñ se trata de FV 
→ os 3 traçados a seguir são de um mesmo 
paciente prestes a morrer 
 
→ a FV é uma situação de emergência, pois o 
coração não bombeia mais efetivamente – é 
de extrema importância a realização de RCP

Mais conteúdos dessa disciplina