Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Prévia do material em texto

HIPERTENSÃO ARTERIAL SISTÊMICA
DIAGNÓSTICO: 
· Média de 2 consultas
	≥ 140 x 90 mmHg
· Medida isolada
	≥ 180 x 110 mmHg e/ou lesão em órgão-alvo (L.O.A)
· Monitorização ambulatorial da PA ( MAPA )
	≥ 130 X 80 mmHg ( 24 horas )
	≥ 135 x 85 mmHg ( vigília )
	≥ 120 x 70 mmHg ( sono )
· Monitorização residencial da PA ( MRPA )
	≥ 130 X 80 mmHg
SITUAÇÕES ESPECIAIS
HAS do avental branco: MAPA ✅ / CONSULTORIO ⬆️
HAS mascarada: MAPA ⬆️ / CONSULTORIO ✅
MANIFESTAÇÕES: lesão em órgão-alvo ( LOA)
HVE, IC ( cardiopatia hipertensiva )
Doença coronariana
AVC, demência vascular (doença cerebrovascular)
Nefropatia hipertensiva DRC
Retinianas ( classificação de Keith-Wegener)
	I – estreitamento arteriolar
	II- cruzamento AV patológico 
	III- hemorragia / exsudato retiniano
	IV- papiledema
AVALIAÇÃO INICIAL
Análise de urina 
K+ ( potássio )
Creatinina plasmática
Glicemia de jejum 
HbA1c
Colesterol total ( HDL e triglicerídeos )
Ácido úrico 
ECG 
TRATAMENTO
· Geral 
	3 fatores de risco )
3 , k>5,5 e estenose bilateral de art renal )
		 IECA causa tosse ( ⬆ bradicinina )
		 Não usar em gestação
· TIAZIDICOS ( hidroclorotiazida, clortalidona, indapamida ) retem Ca++
Indicações: negro, osteoporose 
Efeito adversos: 4 HIPO ( volemia, Na, K, Mg )
		 3 HIPER ( glicemia, lipidemia, uricemia ( não usar em crise de gota )
· BLOQUEADOR DE CÁLCIO ( anlodipina, nifedipina )
Indicações: negro, doença arterial periférica
Efeito adverso: edema de MMII
FARMACOS 2ª LINHA
· ESPIROLACTONA 4ª droga ( HAS resistente ) – 3 drogas em dose máxima
· BETABLOQUEADOR: IC, IAM, enxaqueca
· METILDOPA, HIDRALAZINA : gestantes
· ALFABLOQUEADOR ( prazosin ): HPB
· CLONIDINA : urgência hipertensiva 
· ALISQUIRENO ( inibe renina )
HIPERTENSÃO SECUNDÁRIA
Idade 55 anos / resistente / LOA desproporcional
	CAUSAS
	ACHADOS
	DIAGNÓSTICO
	HIPERaldo 1º
	⬇️K, alcalose
	⬆️aldosterona
⬇️renina
	Doença renal
	Falência renal, edema
	USG/ TFG
	Apneia do sono
	Ronco, sonolência diurna
	Polissonografia
	Feocromocitoma
	Crises adrenérgicas
	Metanefrinas ( exame de urina )
	
Estenose de Art. Renal
	Sorpo abdome
⬇️K
alcalose
	AngioTC
arteriografia
CRISE HIPERTENSIVA
Súbito e expressivo da PA, geralmente ≥ 180 x 120 mmHg
· EMERGÊNCIA
Lesão AGUDA órgão-alvo ( encefalopatia, IAM, EPA, retinopatia III/IV, dissecção )
1hr: dim PA em 20-25% / 2-6 hr: PA 160 x 100 mmHg
MEDICAÇÃO IV: nitroprussiato, nitroglicerina ( IAM ), betabloqueador ( dissecção )
DISSECÇÃO a meta é reduzir primeiro a FC ( betabloqueador ) e depois PAS 50% - enche pouco e sai pouco
		Hipertrofia VE
		⬇️ ENCHIMENTO
		Disfunção diastólica
		B4
ETIOLOGIA
Doenças coronarianas
HAS
Etiologia de IC de alto Débito ( Beribéri, tireotoxicose, anemia grave, Ins Hepatica, Fistula AV alto fluxo, doença Paget)
ADAPTAÇÕES DO CORAÇÃO 
MANIFESTSÇÕES CLINICAS
	DIREITA
	ESQUERDA
	Turgência jugular patológica
Refluxo abominojugular
Hepatomegalia e edema MMII
Ascite e derrame pleural
	Ortopneia e tosse seca
Dispneia paroxística noturna
Edema agudo de pulmão
Sibilos e estertores
Principal causa de ICD é decorrente de ICE.
Critérios maiores ( relacionado ao coração ) e critério menores ( demais )
CRITÉRIOS DE FRAMINGHA
2 MAIORES OU 1 MAIOR + 2 MENORES 
EXAMES COMPLEMENTARES
Hemograma, lipidograma, função renal, glicemia, eletrólitos, T4L + TSH
ELETROCARDIOGRAMA ( ritmo cardíaco, sequelas de infarto, sinais de sobrecarga )
RADIOGRAFIA DE TÓRAX ( índice cardíaco, aumento comerais e sinais de congestão pulmonar)
ECOCARDIOGRAMA ( diferenciar ICFER Eicfep )- 
BPN ( liberado quando átrio distendido ) BNP>35 e NT-proBNP > 125
	Usado na dúvida se pulmonar x cardíaco, usado para acompanhamento e valor prognóstico 
Diminuição de BNP indica melhora clinica 
CLASSIFICAÇÃO FUNCIONAL 
NYHA I : esforço usual não causa dispneia
NYHA II: atividade usuais causam dispneia
NYHA III: sintomas com atividade menos intensas
NYHA IV: sintomas até em repouso
TRATAMENTO ICFER -BIA ( beta bloq + IECA+ + Aldactone )
Aumentar sobrevida e melhora sintomática
INIBIDOR DE NEPRILISINA + BRA II ( sacubitril-valsartana )
Sintomático apesar de IECA+ B BLOQ + ESPIROLACTONA
⬇️ NT-proBNP ⬆️BNP
INIBIDOR DA ENZIMA CONVERSORA ( pril )
Todos
Não usar se K >5,5, Creatinina >3,5, ClCr 70 sinusal 
DISPOSITIVOS ( cardiodesfibrilador implantável e terapia ressincronização cardíaca) – se refratário
FE150 
Só melhora sintoma
DIURETICO
Retenção hídrica, Furosemida (droga de escolha, dura 6 hr) , adicionar hidroclorotiazida se refratário 
DIGITAL
Se refratário
Causa xantopsia, náusea, cardiotoxicidade
Aumento de risco de dim K ou Mg
Arritmia + comum : causa extrasistoles ventriculares
TIPOS DE INSUFICIENCIA CARDIACA	
	A
	Assintomático + fatores de risco
Dieta + atv física + imunização
Se diabetes + doença coronariana: gliflozina
	B
	Assintomaticos+ disfunção VE+ aum BNP
IECA
BETABLOQUEADOR
	C
	Sintomatico + alteração estrutural
INRA ou IECA ou BRA + B-BLOQ + ESPIROLACTONA
Gliflozina +/- diuréticos ( congestão )
	D
	IC avançada – sintomas mesmo otimizado
Tto igual o C acrescentar Hidralazina com nitrato + Ivabradina + digitálico 
ICFEP ( preservada )
DIURETICOS para congestão
Tratar isquemia , FA, HAS
Pode reduzir mortalidade = gliflozina ( ISGLT2 )
Pode reduzir hospitalização = IECA e ESPIROLACTONA
INSUFICIÊNCIA CARDIACA AGUDA
 
TIPO B é o mais comum
B3 sobrecarga de volume
MORFINA melhora dispneia e vasodilatação, melhora pré carga 
DIABETES
PERIODO PÓS PRANDIAL
⬆️Glicose = ⬆️insulina ( promove ANABOLISMO ) = ⬆️glicogênio ⬆️gordura ⬆️proteina
JEJUM
⬇️Glicose =⬇️ insulina = CATABOLISMO = ⬆️glucagon ⬆️GH ⬆️adrenalina = gliconeogênese ( quebra de proteína ), corpos cetônicos ( quebra de gordura )- acido 
DIABETES = JEJUM causa emagrecimento
CLASSIFICAÇÃO:
DM 1: insulina ausente
DM2: insulina insuficiente
GESTACIONAL
LADA ( autoimune tardio ) DM1 no adulto
MODY ( disfunção de cél B) DM atípico no jovem – tto com hipoglicemiante
DM 1 insulina ausente
Doença auto imune ( anti ICA / anti GAD / anti IA2 )
Paciente típicoinsulina insuficiente
Resistencia a insulina + fadiga pancreática secretória
Genética- ambiental
Paciente típico > 45 anos + obeso
Clinica: assintomático durante anos
Abre com quadro com complicação vascular ( AVE, IAM, nefropatia )
DIAGNOSTICO 
Glicemia em jejum ≥126
Glicemia 1h pós 75g glicose VO ≥209
Glicemia 2h pós 75g glicose VO ≥200
HBA1C ≥6,5 %
Glicemia aleatória ≥200 + sintomas = em único teste
RASTREAMENTO
Idade >35 anos ou IMC ≥25+ fator de risco
TRATAMENTO
🎯ALVO
Hemoglobina glicada 40hr)
· ESQUEMA DE APLICAÇÕES
MULTIPLAS APLICAÇÕES ( basal bolus ) 
	Regular 30 min antes ou Lispro antes refeições + glargina 1x/dia ou NPH 2x/dia
 Dose 50% rápida + 50% lenta
NPH/regular com hiperglicemia matinal = ALVORECER ( manha desprotegida )
Hipoglicemia na madrugada = SOMOGYI
Alvorecer é mais comum
ALVORECER = aumentar a dose NPH noturna
SOMOGYI= reduzir dose NPH noturna
Para não errar: passar NPH noturna para mais tarde
· ESQUEMA DE INFUSÃO CONTÍNUA ( padrão ouro )
DM2
⬇️Resistência insulínica
-BIGUANIDA ( metformina) : neutra peso/ risco acidose láctica / dim B12, não usar em IR, TGF 7,5 % Metformina+ 2ª droga
Se IMC>27: Analogo GLP-1 ou tirzepatida
Se alto/muito alto risco CV: Análogo GLP-1 ou ISGLT-2
HbA1c > 9% + sintomas Insulina
COMPLICAÇÕES DA DIABETES
· Cetoacidose diabética ( DM1 e DM2) – acidose metabólica AGA aum
Glicose > 200
Cetonemia >3 ou cetonuria ( >2+/4+)
Ph135 mudar para SF 0,45
Insulina
	 Regular IV: 0,1 UI/kg/h reduzir glicemia 50-70 mg/dl/h
	 Glicemia 5,2
	 Se K 7,3 e HCO3 >18
	AG 600
Osmolaridade > 320
Ph > 7,3 hco3 > 18
TTO semelhante a cetoacidose diabética
Osmolaridade , 310 é critério de compensação
ACIDENTE VASCULAR ESNCEFÁLICO
Déficit neurológico focal súbito (Afastar a hipoglicemia)
NEUROIMAGEM sem contraste ( TC ou RM convencional )
	AVEI nas primeiras horas seja normal, conforme passa tempo apresenta alterações ( HIPODENSIDADE )
AVE ISQUEMICO
· Fase aguda : primeiros 3 dias
Controlar glicemia, temperatura e natremia
Hipertensão permissiva
	Dim PA se > 220x120 ou >185x110 (se trombólise)
AAS e heparina profilática nas 48hr – aguardar 24hr se trombólise
TROMBOLISE ( alteplase ) 0,9 mg/kg ( máx 90mg ) até 4,5hr do inicio do sintomas
Se tempo indeterminado? Solicitar RM por difusão ( padrão MISMATCH FLAIR-DWI – tempo curto) – fazer trombolítico 
TROMBECTOMIA MECÂNICA
	Indicado se tempo 6 
· Fase crônica
ECG, ECO ,Doppler carótidas e vertebrais
Etiologia ATEROTROMBÓTICA: antiagregação plaquetária, controle de fatores de risco, endarterectomia 
Etiologia CARDIOEMBÓLICO: antiagregação plena
AVE HEMORRÁGICO 
HEMORRAGIA SUBARACNOIDE
Aneurisma sacular ( +comum na comunicante anterior )
Cefaleia súbita e intensa
Síncope com rebaixamento de nível de consciência
Rigidez de nuca ( após 12-24hr )
Escala de Hunt-Hess
DIAGNOSTIO: TC ou RM sem contraste 
COMPLICAÇÕES: ressangramento, vasoespasmo, hidrocefalia, hiponatremia
TRATAMENTO: intervenção precoce 3cm
Se paciente anticoagulado? Deve reverter se uso VARFARINA ( complexo protrombinico e vit K EV), se HEPARINA ( protamina ) , DABIGATRANA ( idarucizumabe ) , RIVAROXABANA ( andexanet alfa ) 
DISTÚRBIOS ÁCIDO-BÁSICOS
O metabolismo gera substâncias ácidas ou básicas; as células geram ácido, mas não conseguem trabalhar em meio
ácido.
pH ideal entre 7,35 e 7,45
O controle das pequenas oscilações do pH é feito pelos sistemas tampões, que evitam grandes oscilações; o principal
deles é o sistema HCO3-/CO2. Sistema tampão protege contra variações de pH.
 
HCO3 baixo → pH baixo → acidose metabólica
 HCO3 alto → ph alto → alcalose metabólica
 PCO2 alto → ph baixo → acidose respiratória (hipoventilação)
 PCO2 baixo → ph alto → alcalose respiratória (hiperventilação)
Diagnóstico : GASOMETRIA ARTERIAL	
Valores normais para gasometria arterial
pH = 7,35 - 7,45
PCO2 = 35 – 45 (mmHg)
HCO3 ACT = 22 – 26 (mEq/L)- sofre alteração fisiológica 
HCO3 STD = 22 – 26 (mEq/L) -> se der os dois bicarbonatos, escolher este
BBECF = 48 (45-51) (mEq/L) -> total de base no plasma
BEECF = -3 a +3 (mEq/L) -> o quanto o BB variou - excesso de base do fluído extracelular, se vê a partir da variação do BB. Ambos determinam se o distúrbio é agudo ou crônico.
*Agudo o BEECF não muda. Se for crônico o BEECF altera, em decorrência do Rim sustentar alt.
ACIDOSE MISTA quanto tem alteração de pCO2 e HCO3.
Se pH normal, mas alterado pCO2 e HCO3 significa distúrbio.
Pco2 > 45 acidose respiratória
HCO3 > 32 alcalose metabólica 
RESPOSTA COMPENSATÓRIA
Distúrbio metabólico gera resposta respiratória
ACIDOSE METABÓLICA > HIPERVENTILAÇÃO pCO2 esperada = (1,5 x HCO3) + 8 = pura/simples/compensada
ALCALOSE METABÓLICA> HIPOVENTILAÇÃO pCO2 esperada= HCO3 + 15
*pCO2 esperada variação +/- 2 = compensado de forma fisiológica
ACIDOSE METABÓLICA
Causas: acidose lática, cetoacidose, uremia, perdas digestivas baixas, acidose tubulares renais ( tipo 1 e 4)
Investigação: 
Ânion GAP/ não medidos = Na – (Cl + HCO3)= 8-12 espera variação +/-2
Acidose metabólica com GAP normal = acidose metabólica hipercloremica ( aum Cl ou GAP)
⬇HCO3 ⬆CLORO ou ⬆ÂNION GAP
Acidose metabólica com ⬆Ânion GAP = ⬆acidose lática, cetoacidose, uremia, intoxicação (salicilatos/metanol/etilenoglicol) .
Acidose metabólica hiperclorêmica = perdas digestivas baixas, acidose tubulares renais 
TRATAMENTO: acidose lática : não prescrever NaHCO3
 Uremia e intoxicações: prescrever NaHCO3
 Hiperclorêmica: repor bases (citrato de potássio)
ALCALOSE METABÓLICA
Causas: perdas digestivas ( vômitos), diuréticos tiazídicos/furosemida, hiperaldo primário, HAS renovascular, hipocalemia (retira H+)
Potássio baixo gera alcalose metabólica, sendo causa e consequência.Alcalose metabólica gera hipoclorêmica e hipopotassemica.
TRATAMENTO: vômitos/diuréticos- SF 0,9% + KCL
 Hiperaldo primário (Síndrome de Conn) – espironolactona e cirurgia
 Estenose Art. Renal – IECA e Revascularização
Não existe sintomas patognomônicos na psiquiatria
TRANSTORNOS RELACIONADOS A SUBSTÂNCIAS ( drogas )
DEPRESSORAS ( dim atv cerebral, causam sonolência ) : álcool, opioides
ESTIMULADORAS ( aum atv cerebral ) : cocaína, anfetamina, nicotina
PERTURBADORAS ( alucinógenas, alteram percepção e pensamento) : LSD, machonha
Abstinência é o OPOSTO do efeito da droga
ESTIMULADORAS estimulam simpático
DEPRESSORAS estimulam parassimpático
ALCOOL
INTOXICAÇÃO AGUDA 
Euforia, perda da censura 
Tontura , incoordenação
Comportamento emocional afetado
Confusão , estupor, coma
INTOXICAÇÃO ALCOOLICA IDIOSSINCRÁTICA OU PATOLÓGICA: grave alteração comportamento com pouca qtd álcool.
TRATAMENTO: suporte +/- antipsicótico ( haloperidol )
DEPENDENCIA (avaliar tolerância e abstinência)
Questionário CAGE >2 respostas positivas
TRATAMENTO: abordagem familiar, grupo de ajuda, medicamentos ( Naltrexona, acomprosato, dissulfiram, topiramato ).
*dissulfiram potencializa a ressaca do álcool
*topiramato é anticonvulsivante
SÍNDROMES DE ABSTINÊNCIA ( hiperatividade simpática )
Leve: tremor ( 1ª manifestação ), insônia, agitação
Delirium tremens ( inicio 48-96hr de abstinência) : delírio, confusão, taquicardia, hipertensão 
TRATAMENTO: suporte + benzodiazepínico 
COMPLICAÇÕES DA DEPENDÊNCIA
Cirrose, IC, lesão cerebelar
Deficiência de B1 ( tiamina )
· SINDROME DE WENICKE : alteração aguda da falta B1
					 Ataxia, confusão mental, alt motilidade ocular
					 Reversível
· SINDROME DE KORSAKOFF: alteração crônica da falta B1
Demência com perda memoria recente, e CONFABULAÇÃO
Irreversivel 
	TRATAMENTO : TIAMINA
Pode fazer TIAMINA + GLICOSE porque a TIAMINA vai ser consumida em pacientes alcoolicos
OPIOIDE
Morfina, heroína, metadona, fentanil, oxicodona
INTOXICAÇÃO AGUDA
Euforia, relaxamento, sonolência, fala arrastada
Overdose ( Hiperatividade parassimpática ): bradicardia, hipotensão, hipotermia, bradipneia, miose
TRATAMENTO: suporte + naloxona
ABSTINÊNCIA 
Midríase, hipertensão ( hiperatividade simpática) ,sudorese, tremor
TRATAMENTO: suporte + metadona ou buprenorfina + naltrexona
Meia vida curta e alta dose causa dependencia
DROGAS ESTIMULADORAS
COCAINA/ CRACK 
INTOXICAÇÃO AGUDA
Taquicardia ( hiperatividade simpática), HAS, midríase, agitação
TRATAMENTO: suporte + benzodiazepínicos , fentolamina
Não fazer betabloqueador
ABSTINENCIA
Tratamento de suporte
NICOTINA
DEPENDENCIA
Teste de FAGESRTROM
Avaliar estágio de motivação +TCC+/- medicamento 
1ª LINHA
	Terapia de reposição de nicotina ( cuidado de IAM recente )
	Bupropiona ( não usar se convulsão )
	Vareniclina 
2ª LINHA
	Nortriptilina e clonidina
LSD, COGUMELO, CETAMINA, MACONHA
INTOXICAÇÃO AGUDA: suporte +/- benzodiazepínico ou haloperidol
ABSTINENCIA: pouco risco 
DEPRESSÃO ( tristeza patológica )
MANIA ( alegria patológica )
DEPRESSÃO MAIOR
Clinica: dim autoestima e energia 
Diagnostico: dim humor, dim interesse/prazer , dim ou ganho peso, insônia ou hipersonia, agitação ou retardo psicomotor, fadiga ou perda de energia, culpa, dim concentração, pensamento suicida
Tratamento: ( psicoterapia ou antidepressivo )
INIBIDORES SELETIVOS DA RECAPTAÇÃO DE SEROTONINA (ISRS)
	1ª escolha ( melhor perfil de tolerabilidade )
	Ex: fluoxetina, sertralina, escitalopram
	Efeito colateral: tontura, queda libido , náusea
INIBIDORES DA RECAPTAÇÃO DE SEROTONINA E NORADRENALINA ( IRSN )
	Ex Venlafaxina, Duloxetina ( atua na dor )
	Efeito colaterais : aum PA
TRICICLICOS
	Ex: amitriptilina, nortriptilina, clomipramina
	Efeitos colaterais: anticolinérgicos ( boca seca, constipação, retenção urinária), sonolência, alteração condução cardíaca, ganho de peso
ATIPICOS
	Ex: Bupropiona ( pouco risco disfunção sexual, dim limiar convulsivo )
	 Mirtazapina ( aum apetite, pouco risco disfunção sexual , sedativa ) 
MODULADORES DA SERATONINA
	Ex: Trazodona ( sedativa, boa para idoso, priaprismo
	 Vortioxetina ( melhora na cognição )
CETAMINA/ ESCETAMINA( depressão grave e resistente ao tratamento )
MANIA/ HIPOMANIA
Clinica: aum autoestima e energia, logorreia , hipersexualidade, fuga de ideias, arrogância, delírio de grandeza, gastos excessivos
Causa prejuízo social 
Hipomania (>4 dias) = mania mas ausência de ( prejuízo social, internação, sintomas psicótico )
Tratamento
ANTIPSICÓTICO e/ou ESTABILIZADOR DO HUMOR (lítio) +/- BENZODIAZEPINICO 
BIPOLAR
Tipo 1: pelo menos 1 episodio de mania
Tipo 2: pelo menos 1 episodio de hipomania + 1 episodio de depressão
Tratamento
ESTABILIZADOR DO HUMOR E/OU ANTIPSICOTICO +/-BENZODIAZEPINICO 
Depressão do bipolar não responde a antidepressivo
Depressao maior nunca teve mania/hipomania
TRANSTORNO DEPRESSIVO PERSISTENTE ( DISTIMIA )
Depressão leve crônica > 2 anos
CICLOTIMIA
Instabilidade persistente do humor >2 ano
Sintomas hipomaníacos ( sem critério para hipomania) + sintomas depressivos ( sem critérios para depressão ) 
	Urgência
	O que caracteriza
	Conduta inicial
	Agitação psicomotora
	Inquietação, agressividade, desorganização
	Segurança → abordagem verbal → medicação se necessário
	Risco/ideação suicida
	Ideação, plano, tentativa ou alto risco
	Avaliar risco → retirar meios letais → não deixar sozinho
	Psicose aguda
	Delírios, alucinações, comportamento desorganizado
	Procurar causa orgânica → antipsicótico
	Episódio maníaco grave
	Euforia/irritabilidade + redução do sono + impulsividade
	Antipsicótico ± estabilizador do humor
	Intoxicação por substâncias
	Alteração comportamental/consciência por drogas
	Suporte clínico + tratamento específico
	Abstinência
	Álcool, benzodiazepínicos etc.
	Benzodiazepínico quando indicado + suporte
	Delirium
	Início agudo + alteração da atenção/consciência
	Investigar causa orgânica
	Ataque de pânico grave
	Ansiedade súbita e intensa + sintomas autonômicos
	Excluir causas clínicas → suporte/ansiolítico em casos selecionados
	Depressão grave
	Sofrimento intenso, incapacidade funcional, sintomas psicóticos ou suicídio
	Avaliar necessidade de internação
	Catatonia
	Estupor, mutismo, negativismo, posturas anormais
	Benzodiazepínico (lorazepam); considerar ECT
TRANSTORNOS NEUROCOGNITIVOS
DELIRIUM 
Estado confusional agudo ( demência aguda )
Fatores de risco : idoso, homem, demência, acamado
Causas: infecções, medicamentos (opioide, anticolinérgico, benzodiazepínico) , dor 
Clinica: (quadro agudo e flutuante) dim atenção, dim nível de consciência, desorientação , amnesia, ilusões , alucinações.
TIPOS
HIPOATIVO : apatia, sonolencia
HIPERATIVO : agitação, ilusão, disautonomias
MISTO: hipoativo + hiperativo
DIAGNOSTICO: clinico ( critérios CAM)
TRATAMENTO: pesquisa e tratar fator desencadeante
Se agitação: antipsicótico em baixa dose ( HALOPERIDOL )
Prevenção evitar isolamento, ambiente tranquilo
TRANSTORNOS PSICÓTICOS
Perda do juízo da realidade
ESQUIZOFRENIA + 6 meses de evolução
Grave, sem cura, adulto jovem, sem preferencia por sexo/classe
Clinica:
 sinais e sintomas pré mórbidos ( passividade, introversão )
Sintomas positivos ( produção ): alucinação ( distorção sensoperceptiva- auditiva) 
						 Delírio ( distorção do pensamento - paranoide )
						Alteração da linguagem ( neologismo, ecolalia)
	Agitação , discurso desorganizado
 Sintomas negativos ( deficitários )
	Isolamento, expressão emocional diminuída, perda do prazer, abulia
DIAGNOSTICO
Delírio pelo menos 1 obrigatorio
Alucinação	>2 ou =
Discurso desorganizado
Comportamento desorganizado
Sintomas negativos
TIPOS
	PARANOIDE: + comum, delírios+alucinações
	HEBEFRENICA: comportamento infantil + sintomas negativos
	CATATONICA: distúrbios motores ( posturas bizarras, rigidez )
TRATAMENTO
TIPICOS (1 geração ) – bloq não seletivo do receptor D2 da dopamina
	(Alta potencia- menos sedativo) – Haloperidol, Flufenazina
	(baixa potencia-mais sedativa) – Clorpromazina, Levomepromazina
Efeito colaterais: parkinsonismo, acatisia, discinesia, distonia
Pode diminuir a dose ou acrescentar anticolinérgico ( biperideno ) ou trocar por atipicos
ATIPICOS (2ª geração ) – antagonistas da serotonina (5HT2A) – dopamina D2
	Melhor p/ sintomas negativos
	Menos efeitos colaterais motores
	Clozapina, alanzapina, quetiapina, risperidona
TRANSTORNO DELIRANTE
So delírio ( fixo – persecutório, ciúmes )
Responde mal a antipsicóticos
TRANSTORNO ESQUIZOAFETIVO
Transtorno do humor 
Transtorno psicótico ( pelo menos 2 semanas s/ alterações do humor)
TRANSTORNO PSICOTICO BREVE
Esquizofrenia limitada no máximo 1 mês
TRANSTORNO ESQUIZOFRENIFORME
Esquizofrenia limitada no máximo 6 meses
TRANSTORNO DE ANSIEDADE
Transtorno do medo e preocupação excessiva
CLINICA: sudorese, palpitação, midríase, taquicardia, tremores, nervosismo, insônia, dim concentração, dormências, diarreia
TRATAMENTO
	Psicoterapia
	Antidepressivo ( ISRS, IRSN)
	Benzodiazepínico por curto período ou SOS
TRANSTORNO DO PANICO
Ataques de medo inesperados
Clinica: medo intenso > minutos a horas com sensação de morte iminente/medo de enlouquecer
Medo de novos ataques ou comportamentos evitativos
AGORAFOBIA
Medo de lugares que não consiga fugir ou conseguir ajuda
FOBIA ESPECIFICA
FOBIA SOCIAL
Medo de expor em publico, medo de ser avaliado pelos outros
TRANSTORNO DE ANSIEDADE GENERALIZADA ( TAG ) 
Preocupação/medo excessivo e persistente a qualquer atividade
TRANSTORNO OBSESSIVO COMPULSIVO ( TOC )
Compulsão é ato repetitivo
Pensamento obsessivo e/ou ato compulsivo
Clinica: obsessões ( pensamentos impulsos ou imagens recorrentes intrusivas e indejaveis )
	 Compulsão ( comportamentos ou atos mentais repetitivos, aliviam as obsessões)
TRATAMENTO
	Psicoterapia
	ISRS ( 1ª linha ) , Clomipramina ( tricíclico )
TRANSTORNO DE ESTRESSE PÓS TRAUMÁTICO
Após evento traumático 
>1 mês de evolução
TRATAMENTO
	Psicoterapia
	ISRS
TRANSTORNO ALIMENTARES
ANOREXIA
Baixo peso com medo intenso de ganhar peso
Distorção da imagem corporal
Mulheres jovens
Clinica: restrição de ingesta calórica com peso muito baixo, pode ter episódios de compulsão
TRATAMENTO: suporte nutricional, psicoterapia, comorbidade psiquiátrica
BULIMIA
Compulsão alimentar com arrependimento, mulheres jovens
Clinica: compulsão alimentar, comportamentos compensatórios, preocupação excessiva com o peso, peso normal ou acima
TRATAMENTO
Psicoterapia e comorbidade psiquiátrica
TUBERCULOSE
GRANULOMA TB LATENTE ( sem doença) 90%
CASEOSO TB DOENÇA 10% TB PRIMARIA (1º contato)
							 TB PÓS PRIMÁRIA ( doença anos após)
TUBERCULOSE PULMONAR ( TB DOENÇA )
FORMA PRIMÁRIA: criança ( primeiro contato )
Pneumonia arrastada não responsiva ATB
Radiografia: adenopatia hilar unilateral
Transmissão: paucibacilifera
Complicações: TB miliar ( 3 semanas, febre vespertina, perda ponderal
Radiografia: cavitação em lobos supereriores
Transmissão: bacilifera
Complicação: bola fúngica ( Aspergillus )
DIAGNOSTICO (>10 anos) se 2 ou 3 critérios
Clinica + raio x + escarro
EXAME BACTERIOLOGICO
-TESTE RÁPIDO MOLECULAR ( TRM-TB) : resistência a Rifampicina
-BACILOSCOPIA ( BAAR ): se TRM-TB indisponível( 2 amostras )
-CULTURA : dúvida/ TRM-RB + / população vulnerável
TRATAMENTO (RIPE)
Rifampicina
Isoniazida
Pirazinamida
Etambutol
RIPE por 2 meses + 4 meses RI ( total de 6 meses )
3 meses a 16 anos ( 2 RIPE + 2 RI ) forma pulmonar não grave
FORMA MENINGEA: RIPE por 12 meses ( 2 RIPE + 10 RI )
Obs; corticoide por 1-3 meses na meningite
40 , predomínio mononucleares ( polimorfonucleares)
DIAGNOSTICO: clinica + liquido pleural
Padrão ouro: biopsia pleural / BAAR DNA
Integrasse integra novo DNA 
Protease montagem de novos vírus
Aumento da carga viral diminui contagem de CD4 (AIDS)
Ativação imune crônica
ENVELHECIMENTO PRECOCE: aterosclerose / neoplasia
1ª FASE: SINDROME MONONUCLEOSE-LIKE ( retroviral aguda ) febre, faringite, rash, hepatoespleno, linfadenopatia
2ª FASE : LATÊNCIA CLINICA sem sintomas , linfadenopatia generalizada persistente
3ª FASE: precoce doença ‘’semelhantes’’ – avançada AIDS
AIDS
Infecção pelo HIV + CD4 CV+ )
>18 meses: teste rápido ou imunoensaio 
TRATAMENTO
Todo paciente com HIV
Carga viral indetectável = intransmissível
ARSENAL TERAPEUTICO
INIBIDORES DA TRANSCRIPTASE REVERSA
Tenofovir (TDF) / lamifudina (3TC) / efavirenz (EFV) / zinovudina (AZT) / abacavir (ABC)
INIBIDORES DE INTEGRASE
Dolutegravir (DTG) / raltegravir (RAL)
INIBIDORES DE PROTEASE
Atazanavir com ritonavir (ATV/r)
ESQUEMA: 3 TC + TDF + DTG ( lamifudina + tenofovir + dolutegravir )
EFEITOS COLATERAIS: TDF ( nefrotoxicidade, perda de massa óssea ) , DTG ( cefaleia, rafampicina dim efeito = dobrar dose )
EFV ( neuropsiquiátrico, rash )
AZT ( mielotoxicidade )
ABC (hipersensibilidade )
PrEP continua ( pré-exposição ) : TDG + FTC ( truvada )
PEP ( pos exposição ) : até 72hr : TDF + 3TC + DTG por 28 dias
SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE – 1988
Seguridade social pautado na saúde, previdência e assistência social
Prestada pelo INAMPS apenas segurado INPS e seus dependentes
CAPs ( caixas de Aposentadoria de Pensões ) 20´
	Lei Eloy Mendes
IAPs ( Instituto de Aposentador e pensões ) 30´
	Patrão + trabalhadores + governo
 INPS ( Instituto Nacional de Previdência Social ) 60-80´
	Unificou os IAPs
	Má administração do dinheiro da saúde
INAMPS ( instituto nacional de assistência médica da previdência social )
	Tentativa de controlar os gastos na saúde
ANTES DO SUS: acesso restrito, ênfase na cura, dicotomia ministerial, medicina ditatorial
RESPOSTAS AO SUS: Reforma Sanitária ( movimento social ) , aconteceu VIII Conferência Nacional de Saúde ( saúde um direito de todos e um dever do estado )
SOLUÇÃO: SUS – Constituição Federal 1988
PRINCIPIOS DO SUS
ÉTICOS / DOUTRINÁRIOS: EIU
· Universalização : acesso para todos
· Integralidade : prevenção, cura, reabilitação
· Equidade: tratamento desigual, priorizando quem mais precisa
ORGANIZACIONAIS / OPERATIVOS:
· Descentralização : divisão do poder
· Regionalização : aproximação da execução
· Hierarquização ; níveis de complexidade crescentes 
· Participação Social: povo nos Conselhos e Conferências 
· Resolubilidade; resolver problemas
· Completamentariedade: contratar o privado
LEI ORGÂNICA DA SAUDE: lei 8080 1880
Nacional : define
Estadual : coordena
Municipal : executa
Nacional pode executar? Situações inusitadas , portos, aero e fronteiras
Setor privado atua de forma livre e complementar, em caso de contratação deve ser por filantrópicas e privadas sem fins lucrativos ( preferencia ) 
LEI ORGANICA DA SAÚDE : lei 8142 1890
Gastos: transferência REGULAR e AUTOMATICA
Participação Social ( Conselhos/ Conferencias ) deve ser paritária
50% usuários do SUS / 50% resto ( 25% profissionais da saúde, 15,5% representante do governo , 12,5% prestadores de serviços)
Conselhos: controlam os gastos e a execução da politica
	 Permanentes e deliberativos
	 Reuniões mensais
Conferências: 
		Reuniões de 4/4 anos
		Convocadas pelo executivo ( ou conselhos)
		Avaliam e criam as diretrizes da saúde
EVOLUÇÃO DO SUS
NOB 91 ‘’ pausa na evolução do sus’’
Centralização e gestão no nível federal
Municípios voltam a ganhar por produção
NOB 93
Municípios > gestores / transferência regular e automatica
Comissão Intergestores
	Bipartite : estados + municípios (COSEMS)
	Tripartite: MS + estados ( CONASS) + municípios ( CONASEMS ) 
NOB 96
Gestão plena da Atenção Básica
Gestão plena do Sistema Municipal
PISO DE ATENÇÃO BÁSICA 
Fixo
Variável ( saúde bucal, saúde na escola, consultório de rua )
NOAS 2001/2002
Regionalização organizada
Regiões da saúde : atenção básica, atenção secundária, atenção terciaria , urgência/emergência , psicossocial , vigilância
Ampliação da atenção ambulatorial: PAB ampliado 
LEI FEDERAL 10.216/2001: garantia de direitos pessoas com transtornos mentais
DIRETRIZES CENTRAIS: Universalidade, integralidade, equidade, respeito aos direitos humanos, intersetorialidade e participação social
REDE DE ATENÇÃO PSICOSSOCIAL ( RAPS) articulação de serviços e equipamentos
ATENÇÃO BÁSICA (UBS/ESF) porta de entrada
CENTRO ATENÇÃO PSICOSSOCIAL (CAPS) 
	CAPS I: adultos, crianças, adolescentes municípios porte pequeno ( até 15 mil hab) atendimento ambulatorial diário e ações territoriais
	CAPS II: adultos com transtornos mentais severos e persistentes. Até 70 mil hab
	CAPS III: atendimento 24hr e finais de semana e feriados ( >200 mil hab)
	CAPS i ( infantil )
	CAPSad ( álcool e drogas) 
	CAPSadIII: funcionamento 24hr, leitos de internação (>200 mil hab )
image5.png
image6.png
image7.png
image8.png
image9.png
image1.png
image2.png
image3.png
image4.png

Mais conteúdos dessa disciplina