Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Escolha uma das opções e acesse esse e outros materiais sem bloqueio. 🤩

Cadastre-se ou realize login

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Laís de Campos Bento – Medicina UNICID - TXXVII 
Cardiotocografia 
Definição: 
Permite o registro gráfico e avaliação do bem-estar fetal. Um método de 
monitorização não invasivo que registra com razoável precisão os BCF, 
número de contrações, movimentação fetal. 
Variáveis analisadas: 
Frequência basal: valor normal deve estar entre 110-160bpm; sendo 
bradicardia <110 e taquicardia >160 
 →Causas bradicardia: compressão de cordão umbilical, hipoxia fetal 
aguda, pós-termo >40 semanas e anomalia cardíaca congênita 
 →Causas taquicardia: movimento fetal excessivo/estímulo uterino, 
febre/infecção materna, hipoxia crônica, prematuridade<32 semanas, 
estresse materno/ansiedade 
Variabilidade: modificações da frequencia cardíaca fetal: normal entre >=5 
até 25bpm 
 →São oscilações na linha de base, irregulares, em amplitude e 
frequencia, observadas num período de 10min 
 →Hipoxia: sem variabilidade, aumentada ou diminuída 
 →Baixa variabilidade: padrão sono-vigília, prematuridade, drogas 
maternas/opioides 
Acelerações: aumento transitório da frequencia cardíaca >15bpm por mais 
que 15segundos. Se presentes →CTG reativa/normal. Tem que ter pelo 
menos 2 em 10min ou 3 em 20minutos 
Desacelerações: diminuição transitória na frequencia cardíaca fetal, 
associada a contração uterina. Pode ser precoce, tardia ou variável. 
Indicações: 
 
 
CATEGORIAS: 
Categoria 1: normal – tranquilizadora – feto sem hipóxia 
 FCF: 110-160bpm 
 Variabilidade entre 5-25bpm 
 Desaceleração tardia ou variável AUSENTE 
 Desaceleração precoce: ausente ou presente 
 Aceleração: PRESENTE 
 
Laís de Campos Bento – Medicina UNICID - TXXVII 
 
Categoria 2: indeterminada – feto com pouca probabilidade de hipóxia 
 Qualquer traçado não categorizado em I ou III 
 Bradicardia não acompanhada de variabilidade adequada 
 Taquicardia 
 Variabilidade mínima/acentuada 
 Aceleração ausente ou induzida após estimulação fetal 
 Desaceleração pode ou não estar presente 
 Causa: sono fetal, hipoglicemia, hipotensão por compressão de veia 
cava 
 Conduta: colocar mãe em DLE, acordar criança com som, acordar 
manualmente o feto, dar SG para a mãe 
 
Categoria 3 = não tranquilizadora; equilíbrio acidobásico alterado e requer 
conduta adequada; alta probabilidade de hipóxia 
DIP 1 – desaceleração precoce – 
→Causa: associado a contração uterina – compressão polo cefálico 
determinada por reflexo vagal – bom prognóstico. Paciente pode estar em 
trabalho de parto expulsivo 
 
Laís de Campos Bento – Medicina UNICID - TXXVII 
 
DIP 2 – desaceleração tardia 
→Causa: associada a estase do sangue interviloso, encontrado na asfixia 
fetal, sugerindo insuficiência uteroplacentária. Investigar hipotensão, 
taquissistolia e hipoxia materna 
 
 
DIP 3- desaceleração variável, aspecto não uniforme, podendo se 
assemelhar ao “v”. Desfavorável se padrão “w”. 
→Causas: circular de cordão, nó, prolapso, oligoidrâmnio = contração 
uterina que comprime a artéria umbilical. Associado a hipotensão e 
hipertonia uterina

Mais conteúdos dessa disciplina