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TIPOS ESPECIAIS DE 
FRATURAS
Fratura transversa 
Fechada / por estresse
Fratura oblíqua 
Fratura exposta 
Fratura em espiral 
Fratura cominutiva / complexa
Fratura em galho verde 
Ocorre em ossos longos de crianças, sendo sempre uma fratura 
incompleta, pois parte da cortical óssea é sempre mantida (semelhante
a um galho verde quebrado). Esse tipo de fratura sempre produz
grande deformidade e é muito frequente nos ossos do antebraço.
Obs: Os ossos das crianças são mais maleáveis, pois possuem uma
maior quantidade de colágeno
Ocorre quando um fragmento ósseo
penetra, parcialmente, no fragmento adjacente. É
geralmente uma fratura de bom prognóstico,
devido a sua grande estabilidade. É
mais frequente no colo cirúrgico do úmero e colo
e no colo do fêmur em função de traumas
longitudinais que incidem em suas epífises distais.
FRATURA COMPACTADA
Fratura por avulsão 
Ocorre quando um músculo traciona a saliência óssea onde é fixado. 
Também conhecida como fratura por arrancamento. Ex: Fratura da 
T.A.T. e fratura da base do 5º metatarso.
Fratura por fadiga ou estresse
• Ocorre por micro traumas repetitivos típicos de excesso de
treinamento. Fraturas típicas de atletas profissionais. Ossos mais
afetados: metatarsos e tíbia.
Fratura patológica
Fratura que ocorre por uma fragilidade óssea gerada por uma doença.
É provocada por traumas banais ou mesmo de forma espontânea.
Exemplos de doenças ósseas: osteoporose, osteogênese imperfeita e
tumores.
Por osteoporose 
Osteoporose - D.O.
OSTEOGENESE INPERFEITA
OSTEOGENESE INPERFEITA- FRATURA
Fratura patológica- tumor
TRATAMENTO DAS FRATURAS
Após uma fratura, há necessidade da estabilização dos fragmentos
ósseos. A estabilização é necessária para que a consolidação ocorra.
Existem, basicamente, duas maneiras de se estabilizar uma fratura, são
elas:
1) Tratamento incruento ou conservador
2) Tratamento cruento ou cirúrgico
1) Tratamento incruento ou conservador 
Realizado através de imobilizações.
• Realizado através do uso de osteossínteses, que são dispositivos 
metálicos utilizados para estabilizar os fragmentos ósseos
2) Tratamento cruento ou cirúrgico
A) placa e parafuso
Permanente, estabilidade média e grande incisão cirúrgica
B) Parafuso
Permanente, estabilidade média e incisão cirúrgica 
média.
C) Fio de kirschner
Provisório, estabilidade baixa e pequena incisão 
cirúrgica.
https://docplayer.com.br/21540012-Tipos-especiais-de-
fraturas.html
D) Haste intramedular
Permanente, estabilidade alta e média incisão cirúrgica.
A Haste intramedular bloqueada é um dispositivo médico desenvolvido
com o objetivo de promover a estabilização, correção e fixação óssea,
porém concebido unicamente para auxiliar a regeneração óssea e não
para substituir as estruturas normais do esqueleto humano.
E) fixador externo
• Provisório estabilidade média (uni, bipolar e articulado) ou alta (Ilizarov) e 
pequena incisão cirúrgica.
PRINCIPAIS COMPLICAÇÕES DAS FRATURAS
• Osteomielite (infecção no osso) Pode ocorrer em fraturas expostas ou 
tratadas cirurgicamente. Nas fraturas expostas quanto maior o tempo 
de exposição do foco de fratura maior o risco de osteomielite.
Retardo de consolidação
Ocorre quando uma fratura demora um tempo maior que o esperado 
para consolidar. Pode ser provocada por vários fatores como: 
• Interposição de partes moles;
• Infecções, desvios excessivos 
• Má nutrição
• Até mesmo por causa desconhecida.
HOPPENFELD S. ;MURTHY V. L.Tratamento e Reabilitação de 
Fraturas. São Paulo: Manole, 2001.
Pseudoartrose (não consolidação)
• A pseudoartrose ocorre quando o calo ósseo não evolui em um
período de 3 meses ou quando a fratura não consolida após 9 meses.
• Existem dois tipos de pseudoartrose: atrófica e hipertrófica.
• Na pseudoartrose atrófica há diminuição do volume ósseo no local da
fratura, sendo geralmente provocada por infecções.
• Já na pseudoartrose hipertrófica há aumento do volume ósseo no
local da fratura, sendo geralmente provocada por desvios excessivos
ou interposição de partes moles.
Consolidação viciosa
• Ocorre quando o osso consolida de forma “errada”.
Necros e avascular
Ocorre quando parte de um osso necrosa por rupturas de vasos.
Este tipo de complicação é mais comum na cabeça do fêmur, escafoide e tálus.
Aderências intra e periarticulares
• É provocada por excesso de tecido fibroso nas regiões articulares, 
ocorre em fraturas intrarticulares ou próximas das articulações.
Distrofia simpática reflexa (atrofia de Sudek)
• O seu quadro clínico quase sempre é caracterizado por: dor intensa,
edema, hiperemia e hiperestesia.
• A DSR é mais frequente em mulheres, e o tipo de personalidade do
paciente parece ter uma forte influência na instalação dos sintomas.
• Estes pacientes com frequência são inseguros, instáveis,
hiperqueixosos e desconfiados.
• Esta disfunção acomete predominantemente a extremidade dos
membros superiores, principalmente fraturas distais de rádio. Muitas
vezes a radiografia mostra um osteopenia.
Síndrome compartimental 
• Ocorre quando fluidos intra ou extracelulares (geralmente sangue) se
acumulam em compartimentos fechados musculofasciais. O maior
risco da síndrome compartimental é a compressão vascular e
nervosa.
Lesão vascular 
ocorre quando um fragmento ósseo lesiona 
uma artéria ou veia 
importante.
Lesão tendinosa
ocorre quando um fragmento ósseo lesiona 
um tendão
Lesão nervosa 
1)Neuropraxia
–lesão microscópica sem importância clínica, geralmente ocorre uma 
diminuição da condução nervosa transitória.
2)Axoniotmese é uma secção parcial do nervo.
3)Neurotmese é uma secção total do nervo. Neste tipo de lesão o 
procedimento cirúrgico de neurorrafia é indispensável.
Artrose precoce
É um processo degenerativo da cartilagem articular que ocorre 
precocemente. Na maioria das vezes é decorrente de fraturas 
intrarticulares graves.

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