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Anamense: o tosse, expectoração, chiado, dor torácica, hemoptise, cianose e dispneia. Exame físico o 04 etapas: inspeção, palpação, percussão ausculta. o Sempre será comparativo( hemitorax D/E), avaliar as 03 faces: anterior, posterior e lateral e bilateral. 1° Passo: Inspeção “ observar a movimentação do tórax, pedir p paciente inspirar profundamente e expirar” Semiologia do Sistema Respiratório Isabella Afonso Inspeção estática: o O examinador começa pela descrição da pele, do tecido subcutâneo e dos músculos. A presença de circulação colateral, retrações e abaulamentos, avaliar o formato, presença de cicatrizes. Inspeção dinâmica: o os movimentos respiratórios do paciente são observados e classificados, tomando-se como parâmetros a frequência, o ritmo, a presença de apneia e as alterações nos espaços intercostais. o A frequência normal (16 e 20 movimentos por minuto) é denominada de eupneia, quando diminuída bradipneia e quando aumentada taquipneia. Sensação de desconforto respiratório é denominado de dispneia. A se baseia em 3 conceitos: expansibilidade, movimentos e simetria. 2° passo: Palpação o Exame das paredes: -enfisema subcutâneo, linfonodos palpáveis (periclavicular e axilar), palpar as mamas nas mulheres, anormalidades na pele, tecido e musculatura. o Testar a sensibilidade - tórax normal não apresenta dor durante a palpação. Se o paciente referir pontos dolorosos é um sinal de alerta a ser considerado. Assim, processos inflamatórios pleuropulmonares são manifestados clinicamente por zonas mais sensíveis. o Testar a elasticidade: manobra de Lasègue O examinador deve apoiar uma mão na parede anterior e a outra na parede posterior do tórax do paciente e realizar leve compressão em diversos pontos. A elasticidade varia muito conforme a idade do paciente, portanto seu valor propedêutico depende da comparação entre ambas as regiões do tórax. A diminuição da elasticidade torácica pode ser encontrada no enfisema e na ossificação das cartilagens costais (diminuição bilateral), ou nos derrames, tumores e condensações(diminuiçãounilateral o Testar a expansibilidade: manobra de Ruault A avaliação da expansibilidade é feita no ápice da face posterior e na base das faces posterior e anterior. -permite avaliar o volume de ar mobilizado durante a respiração em cada segmento pulmonar. - A expansibilidade do ápice é verificada por meio da manobra de Ruault. -O examinador coloca uma mão em cada hemitórax de maneira simétrica, com as extremidades dos polegares reunidas na linha mediana ou vertebral sobre a apófise espinhosa de C7. Pede-se para o paciente inspirar profundamente e verifica-se, comparando a elevação das mãos, se existe assimetria. A manobra deve ser realizada em todo a extensão torácica. -São considerados anormais os movimentos diminuídos da expansibilidade, que podem ser bilaterais ou unilaterais, localizados ou difusos, patológicos (como no enfisema pulmonar, atelectasia, derrame pleural e tumores) ou fisiológicos. o Avaliação dos frêmitos toracovocal: - avaliar na região anterior: supraclavicular, infraclavicular, inframamaria. Lateral: axilar e infraxilar e Posterior ( repousa as mãos na região supraclavicular; inter-escapular, infraescapular D/E. -pedir para o paciente repetir a palavra “trinta e três”. Colocar as mãos nos ombros para afastar as escapulas Pneumotorax- aumenta o frêmito. Derrame pleural diminui 3° passo: Percussão o aplicação de uma ação mecânica sobre os tecidos, levando à vibração destes em sua profundidade e obtendo sons e ruídos diversos. Na percussão normal, o pulmão apresenta som claro pulmonar, classicamente comparado à “percussão de um pão”. Sons timpânicos ou maciços são indicativos de anormalidades. o O som timpânico/ hipersonoro está relacionado com a presença de quantidade anormal de gás na cavidade torácica em relação ao parênquima, por exemplo no pneumotórax. Enfisema pulmonar o O som maciço indica aumento da densidade torácica; esse sinal pode ser encontrado nos derrames pleurais ou na presença de massa tumoral intratorácica. Regiões a percutir: Anterior: supraclavicular, infraclavicular. Região mamaria não percute! Posterior: supraescapular, interescapular e infraescapular. Não deve percutir na região escapular!! Sempre entre os espaços intercostais! E- ápice até o timpanismo D- ápice até o maciço Posterior- até o som maciço da região da musculatura lombar 4° Passo: Ausculta ACHADOS NO EXAME FISICO: