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PATOGÊNESE, CLÍNICA E MANEJO
Síndrome Hemolítica UrêmicaSíndrome Hemolítica Urêmica
URGÊNCIA E EMERGÊNCIA - A - JMB
Descrever a fisiopatologia e
as manifestações clínicas
da Síndrome Hemolítica
Urêmica e esquematizar
seu tratamento.
questão 8questão 8
"A "A Síndrome Hemolítico Urêmica (SHU)Síndrome Hemolítico Urêmica (SHU) é uma é uma
rara e grave doença caracterizada por rara e grave doença caracterizada por anemiaanemia
hemolíticahemolítica, , trombocitopeniatrombocitopenia e e insuficiência renalinsuficiência renal
agudaaguda."."
Típica e AtípicaTípica e Atípica
85% dos casos são causados por E. coli
5% dos casos são causados por Streptococus pneumoniae
É a síndrome hemolítica urêmica desencada por infecções.
É a síndrome hemolítica urêmica mediada por imunocomplexos,
sendo derivada de uma desregulação na formação do complemento.
 Pré-eclâmpsia
Síndrome HELP
Genética
Pós-vacinal
LES
Neoplasias
Sinônimos: SHU, SHU+D, SP-SHU, HUS, STEC-SHU
Sinônimos: SHUA, HUSa
receptores endoteliais
lesão endotelial
exposição da matriz subendotelial
agregação plaquetária
trombo de fibrina e plaquetas na microcirculação
neuroaminidases
exposição do antígeno T
reconhecido por IgM anti-T
desregulação da via
alternativa do complemento
formação do complexo perfurina
Infecção por pneumococo
patogênesepatogênese
Infecção por E. coli
Shiga toxina
circulação
hemólise
clivagem ácido sialico de glicoproteinas
nas hemacias, plaquetas e células
endoteliais
Desregulação em proteínas
do complemento
SP-SHUSP-SHU
SHU+DSHU+D SHUaSHUa
manifestações clínicasmanifestações clínicas
"...trombocitopenia, insuficiência renal aguda e anemia hemolítica."
agregação 
plaquetária 
trombos na 
microcirculação hemólise
Plaquetas < 150k/mm³
Petéqueas
Equimoses
Púrpura
Sangramento de gengivas
Maioria assintomática
Hematúria (micro ou macro)
Proteinúria
Falência renal
Elevação de creatinina e ureia
Oligoanúria
Hipertensão arterial
Hemoglobina < 10g/dL
Reticulócitos aumentados
Coombs direto -
Esquizócitos perifericamente
BI aumentada
Haptoglobina sérica reduzida
DHL aumentada
manifestações clínicasmanifestações clínicas
Primeira crise antes dos 2 anos de vida.Primeira crise antes dos 2 anos de vida.
Surtos anuais.Surtos anuais.
Idades extremas.Idades extremas.
Precedida por diarreia intensa com presença de muco e sangue.Precedida por diarreia intensa com presença de muco e sangue.
Precedida por infecções por pneumococos (PAC, principalmente)Precedida por infecções por pneumococos (PAC, principalmente)
SHUa:SHUa:
SPECT-SHU:SPECT-SHU:
SP-SCHU:SP-SCHU:
 São frequentes sintomas inespecíficos como mialgia, artralgia e cefaleiaSão frequentes sintomas inespecíficos como mialgia, artralgia e cefaleia
tratamentotratamento
O paciente necesitará de
terapia de suporte.
São recomendados
sintomáticos com baixa
ação antiinflamaória.
Unidade de Terapia Intensiva
+ sintomáticos
1
Devido a insuficiência renal
aguda junto a
plaquetopenia, a maioria
dos pacientes necessitam
de dialise peritoneal.
Diálise
2
 É contraindicada nos casos
de E. coli, pois 90% dos
casos são auto resolutivos e
a lise bacteriana aumenta a
liberação de shiga toxina
Antibióticoterapia?
3
 É o tratamento de
primeira linha. O uso de
plasma fresco congelado
reduz a mortalidade na
SHUa.
Plasmaterapia
4
É um anticorpo monoclonal
que inativa a fração C5 do
complemento, mas ainda sim
permite as funções
proximais do complemento.
Eculizumab
5
É recomendada a vacinação
para Meningo ACWY e B
antes do inicio do eculizumab
e antibioticoprofilaxia a cada
15 dias.
Profilaxia para Meningococo
6
Indicações de
diálise nainsuficiênciainsuficiência renal agudarenal aguda
Hiperpotassemia > 5,5 meq/L com
alterações no ECG ou > 6,5 meq/L
Hipervolemia (edema periferico, derrames
pleural e pericarido, ascite, hipertensao
arterial e ICC) em paciente anúrico ou não
responsivo a diurético
Uremia: alterações de SNC, sistema
cardiovacular, pulmões e aparelho digestivo
Acidose metaólica grave ou refratária
Hipermagnesemia
Intoxicação exógena por drogas de
excreção renal
Hipercalcemia refratária
IRA. Diretrizes da AMB. Sociedade Brasileira de Nefrologia. 2007.
Referências:
1) Palma LMP. Rara e complexa: lições de uma coorte de pacientes com Síndrome Hemolítica
Urêmica Atípica. J Bras Nefrol. 2021; 43: 295-6.
2) Zuckerman R, Asif A, Costanzo EJ, Vachharajani T. Complement activation in atypical
hemolytic uremic syndrome a scleroderma renal crisis: a critical analysis of pathophysiology. J
Bras Nefrol. 2018; 40: 77-81.
3) Polito MG, Kirsztajn GM. Microangiopatias trombóticas: púrpura trombocitopênica
trombótica e síndrome hemolítico-urêmica. J Bras Nefrol. 2010; 32: 303-15.
4) Vaisbich MH, Henriques LS, Watanabe A, Pereira LM, Metran CC, Malheiros DA, Modanez F et
al. Uso do eculizumab na síndrome hemolítica urêmica atípica - Relato de caso e revisão da
literatura. J Bras Nefrol. 2013; 35: 237-41.
5) Cody EM, Dixon BP. Hemolytic Uremic Syndrome. Pediatric Clinics of North America. 2019;
66: 235-46.
Referências:
5) Viteri B, Saland JM. Hemolytic Uremic Syndrome. Pediatrics in review. 2020; 41: 213-15.
6) Cody EM, Dixon BP. Atypical Hemolytic Uremic Syndrome. PC of NA. 2018; 65: 509-25.
7) Sepulvura RA, Tagle R, Jara A. Sindrome hmolitico uremico atípico. Ver Med Chile. 2018.
8) Webster K, Schnitzler E. Hemolytic Uremic Syndome. Handbook of clinical neurology. 2014.
9) Fiorino EK, Raffaelli RM. Hemolytic-Uremci Syndrome. Pediatrics in review. 2006; 27: 398-9.
Brocklebank V, Wood KM, Kavanagh D. Thrombotic Microangiopathy and the kidney. Clinical
Journal of the American Society of Nephorology. 2017; 13: 300-17.
10) Sepulvura RA, Tagle R, Jara A. Sindrome hmolitico uremico atípico. Ver Med Chile. 2018.
11) Webster K, Schnitzler E. Hemolytic Uremic Syndome. Handbook of clinical neurology. 2014.
12) Fiorino EK, Raffaelli RM. Hemolytic-Uremci Syndrome. Pediatrics in review. 2006; 27: 398-9.
Brocklebank V, Wood KM, Kavanagh D. Thrombotic Microangiopathy and the kidney. Clinical
Journal of the American Society of Nephorology. 2017; 13: 300-17.
Boa noite!Boa noite!
JULIAMBRGA@GMAIL.COM

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