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Printed by: email5S8(Duninta.edu.br. Printing is for personal, private use only. No part of this book may be reproduced or transmitted without publisher's prior permission. Violators will be prosecuted. 2% Parte 1 O Conceitos fundamentais na gestão de recursos humanos Foi o passo inicial para que, por volta dos idos de 1950, se reiniciassem sérios estudos sobre o processo motivacional. 4.1.1 Maslow Abraham H. Maslow foi professor de psicologia da Brandeis University e presidente da American Psychological Association. Com o livro Motivation and personality, tornou-se conhecido pela sua teoria da hierarquização das necessi- dades humanas. Segundo Maslow, a motivação dos indivíduos tem como objetivo satisfazer certas necessidades que vão desde as primárias (fisiológicas) — as mais simples — até as mais complexas ou psicológicas (autorrealização). Quadro 4.1 Fatores motivadores, segundo Maslow Tipo de necessidade O que ela representa Fisiológica Necessidades físicas como: sexo, bebida, comida, sonpetc. À contrapartida da insegurança natural das pessoas: estabilidade, segurança proteção: um abrigo, uma estrutura, uma ordem etc. À necessidade endógena de amar e ser amado, ter amizades, Social vínculos familiares, intimidade ete. À noção das pessoas de se sentirem valorizadas pelos que as Estima rodeiam; sua autoestima; o desejo de se sentir importante, competente e valorizado. O desejo dos indivíduos de renovar e reciclar seu potencial; tornar- Autorrealização : -se cada vez mais'o que cada um seria capaz de ser. A existência de hierarquia nas necessidades humanas como premissa básica da teoria de Maslow explica-se da seguinte forma: os indivíduos possuem necessida- des distintas de acordo com uma série de variáveis intrínsecas e/ou extrínsecas (o momento, o tipo de trabalho etc.) e somente passam a buscar a satisfação de uma necessidade de nível superior quando a imediatamente inferior já estiver satisfeita de modo pleno. Analisando o trabalho de Maslow, torna-se imperativo ressaltar dois pontos: 1 MASLOW, A. H. Motivation and personality. New York: Harper & Row Publisher, 1954. Ediora Saraiva - Administração de recusros humanos - Jean Pierre Marras - 15º ed. Printed by: email5S8(Duninta.edu.br. Printing is for personal, private use only. No part of this book may be reproduced or transmitted without publisher's prior permission. Violators will be prosecuted. Capítulo 4 O O processo motivacional ] 1. Todas as pessoas têm necessidades, cada uma delas com peculiaridades e in- tensidades distintas. Isso faz com que elas sempre estejam tentando satisfazer essas necessidades. A motivação é a força motriz que alavanca as pessoas a buscarem a satisfação. Enquanto perdura a situação, perdura a motivação. Ao satisfazer a necessidade, acaba a motivação. No mesmo instante, contu- do, nasce uma nova necessidade e, por via de consequência, uma nova força motriz impele o indivíduo a novamente buscar outra satisfação. Instala-se assim um moto-contínuo, um looping infindável, que forma o movimento dialético-motivacional. 2. Todas as necessidades representam carências ou falta de alguma coisa que vem do meio circundante (exterior) para completar o individuo, à exceção do último estágio, que é o da autorrealização. Essa necessidade é puramente intrínseca e, em geral, manifesta-se em indivíduos que são independentes, que têm o poder de se autogovernar. Trata-se de pessoas que não buscam retornos materiais ou financeiros, mas, sim, satisfação pessoal. Por exemplo, realizar um trabalho bem-feito, ter um sentimento de dever cumprido, sentir o próprio crescimento pessoal ou profissional etc. 4.1.2 McGregor Posteriormente à ideia da existência de necessidades humanas lançada por Maslow, Douglas McGregor, psicólogo, professor do Instituto de Tecnologia de Massachusetts e estudioso da área social, complementa tais afirmações dizendo que essas necessidades encontram satisfação no próprio trabalho. No livro The human side of enterprise; o autor apresenta a denominada Teoria X e Y. Essa teoria, extre- mamente interessante, mostra duas formas distintas de “ser” do trabalhador ou duas formas distintas de “ver” o trabalhador. Um trabalhador X, ou um trabalhador visto por um gerente de visão X, não gos- ta de trabalhar e o faz somente quando é compelido. Não gosta de assumir responsa- bilidade, é pouco ou nada ambicioso e busca acima de tudo segurança. Um trabalhador Y, ou um trabalhador visto por um gerente de visão Y, é alguém que, pelo contrário, sente-se bem no trabalho e busca atingir os objetivos que lhe são coloca- dos; é alguém criativo e com potencialidades que podem e devem ser exploradas. Assim, a questão de ser X ou Y tanto pode se referir ao “ser” do próprio indivi- duo como ao “ser” do gerente que o observa e avalia. Em outras palavras, o trabalha- dor pode não ser X, mas pode ser visto como tal pelo gerente. Ou vice-versa. * MeGREGOR, D. The human side of enterprise. New York: McGraw-Hill, 1960, Ediora Saraiva - Administração de recusros humanos - Jean Pierre Marras - 15º ed. Printed by: email5S8(Duninta.edu.br. Printing is for personal, private use only. No part of this book may be reproduced or transmitted without publisher's prior permission. Violators will be prosecuted. 2 Parte 1 O Conceitos fundamentais na gestão de recursos humanos Esse ângulo de análise do indivíduo no trabalho causa um impacto profundo nos resultados organizacionais, dada a importância que o “ser” ou o “ver” tem nos relacionamentos intra e interempresariais. A teoria de McGregor, entre outros esclarecimentos, veio reforçar e instrumen- talizar ainda mais a maneira de ver as pessoas na sociedade industrial: não somente como membros de grupos, mas, principalmente, como indivíduos. 4.1.3 Herzberg No livro The motivation to work; o professor Frederick Herzberg foi quem mais ressaltou a questão da importância da motivação no trabalho. Como resultado de seus estudos, afirmou que o maior fator motivacional para o homem encontra-se no interior do seu próprio trabalho. De acordo com a chamada Teoria dos dois fatores, Herzberg aponta para a ideia de que no campo motivacional existem dois tipos de fatores: a. Os que causam, predominantemente, satisfação. b. Os que causam, predominantemente, insatisfação. Os primeiros fatores, segundo Herzberg, causam satisfação ou motivação, mas a sua falta não necessariamente causa insatisfação ou desmotivação: observa-se apenas nenhuma satisfação presente. São os “fatores motivadores”. Quadro 4.2 Fatores motivadores, segundo Herzberg Fatores motivadores Determinantes . WA O término com sucesso de-um trabalho ou tarefa; 0s resultados do Realização i próprio trabalho. Reconhecimento pela O recebimento de um reconhecimento público, ou não, por um realização trabalho bem-feito ou um resultado conseguido. O trabalho em si Tarefas consideradas agradáveis e que provocam satisfação. Responsabilidade Proveniente da realização do próprio trabalho ou do trabalho de outros. Possibilidade de aumento de síatus, perfil cognitivo ou mesmo de Desenvolvimento pessoal RU j posição social. Possibilidade de Uma alavancagem dentro da estrutura organizacional, em termos de crescimento cargo ou responsabilidade. * HERZBERG, E et al. The motivation to work. New York: John Wiley and Sons Inc., 1959. Ediora Saraiva - Administração de recusros humanos - Jean Pierre Marras - 15º ed. Printed by: email5S8(Duninta.edu.br. Printing is for personal, private use only. No part of this book may be reproduced or transmitted without publisher's prior permission. Violators will be prosecuted. Capítulo 4 O O processo motivacional 2 No segundo grupo, encontram-se os “fatores higiênicos”, aqueles que não moti- vam. Sua presença não necessariamente causa satisfação no trabalho, enquanto sua ausência causa insatisfação. Como exemplo, poderíamoscitar que o fato de existir uma boa supervisão não é necessariamente um fator motivador. Contudo, uma má supervisão ou a falta dela pode criar insatisfação no ambiente de trabalho. Quadro 4.3 Fatores higiênicos, segundo Herzberg Fatores higiênicos Determinantes À disposição ou boa vontade de ensinar ou delegar responsabilidades Supervisão : p aos subordinados. Normas e procedimentos que encerram os valores e crenças Políticas empresariais ce Ambientes físicos e psicológicos que envolvem as pessoas e 05 grupos Condições ambientais a trabalho. Transações pessoais e de trabalho com os pares, os subordinados e Relações interpessoais os superiores. Status Forma pela qual a nossa posição está sendo vista pelos demais. Remuneração O valor da contrapartida da prestação de serviço: Vida pessoal Aspectos do trabalho que influenciam a vida pessoal. 4.1.4 Skinner B. E Skinner, cientista comportamental no campo da psicologia, foi professor na Universidade de Harvard. Após exaustivas pesquisas nesse campo, emitiu o conceito do reforço no comportamento, ou seja, o trabalhador que experimenta o sucesso após assumir uma atitude tende a repetir aquela atitude, na espera de um novo suces- so. Resumindo, um comportamento recompensado tende a ser repetido. Esse conceito é extremamente importante no mundo do trabalho como instru- mento de gerenciamento, pois as pessoas têm necessidades e, em razão disso, pro- curam satisfazê-las. Se tiverem sucesso e tornarem a sentir as mesmas necessidades, tenderão a repetir comportamentos exatamente iguais aos anteriores. Concluindo, a reflexão nos leva a pensar que um gerente pode, graças ao modelo skinneriano, por um lado suprir os reforços positivos necessários para provocar ati- tudes ou comportamentos que ele deseja, e, por outro, inversamente, reprimir com- portamentos indesejados, deixando de recompensar o que não lhe interessa. Ediora Saraiva - Administração de recusros humanos - Jean Pierre Marras - 15º ed. Printed by: email5S8(Duninta.edu.br. Printing is for personal, private use only. No part of this book may be reproduced or transmitted without publisher's prior permission. Violators will be prosecuted. %) Parte 1 O Conceitos fundamentais na gestão de recursos humanos 4.1.5 Vromm e Rotter Os psicólogos americanos Victor Vromm, da Yale University, e Julian Rotter, da University of Connecticut, desenvolveram em conjunto um modelo comportamen- tal, publicando suas teorias e pesquisas empíricas baseadas nos seguintes campos (Quadro 4.4): Quadro 4.4 Campo de pesquisa Autor Campo de pesquisa Vromm Modelo de expeciância Rotter Teoria do aprendizado social A linha central de trabalho de Vromm e Rotter permeia a reflexão de que o com- portamento humano é sempre orientado para resultados: as pessoas fazem coisas esperando sempre outras em troca. Segundo o modelo desses autores, há duas variáveis que determinam a ação (leia-se motivação) das pessoas: a. O valor da recompensa. b. O que se espera como recompensa. A resposta que o indivíduo apresenta, diante da questão do que fazer, é diretamente proporcional não só ao que efetivamente ele deve receber em troca ao terminar a missão, mas, também, aos níveis de expectativa que ele tem em relação ao que deve receber. Nessa linha de raciocínio, por exemplo, um gerénte deve ser capaz de observar seus subordinados e saber questionar se as condições oferecidas pela organização são ideais para que eles consigam o que realmente desejam. O gerente está realmente habilitado e é competente para facilitar os caminhos que levem ao alcance dos objetivos individuais de cada um dos seus subordinados? Se a resposta a essa questão for positiva, certamente grande parte do ambiente motivacional será propício. 4.2 Interesses pessoais versus interesses organizacionais Um gerente deve ter em mente, de forma muito clara, que empregados e empresa têm interesses obviamente desiguais, divergentes e até antagônicos. Isso é natural. Enquanto o interesse pessoal do empregado é prioritariamente receber da empresa o máximo pos- sível de contrapartida pelo seu trabalho, em termos de remuneração e segurança (salário, benefícios, estabilidade etc.), a empresa preocupa-se muito mais em fazer cumprir os seus objetivos de produtividade, qualidade e lucratividade acima de tudo. Ediora Saraiva - Administração de recusros humanos - Jean Pierre Marras - 15º ed. Printed by: email5S8(Duninta.edu.br. Printing is for personal, private use only. No part of this book may be reproduced or transmitted without publisher's prior permission. Violators will be prosecuted. Capítulo 4 O O processo motivacional 3! Como se vê, os interesses podem ser comparados a uma estrada de mão dupla; nesse contexto, é preciso determinar claramente as regras e os parâmetros de como circular, es- tabelecendo limites claros entre o dar e o receber, não criando expectativas desnecessárias e extremamente perigosas durante a relação entre as partes. Ao ingressar numa organização, por exemplo, o novo empregado deveria receber todos os conhecimentos necessários à identificação dos chamados simbolos organiza- cionais para poder distinguir o que é e o que não é primordial logo no início das suas atividades. Isso, no entanto, não acontece. Apenas algumas empresas realizam o chamado treinamento introdutório; dessas, a maioria se limita a dar ao novo empregado apenas informações sucintas com relação às normas do departamento de pessoal e segurança do trabalho. Nada se fala sobre comportamentos, valores, cultura organizacional ou sistema de liderança. 4.3 A liderança no trabalho: um enfoque realístico A liderança no ambiente de trabalho é outra questão que vem sendo mal admi- nistrada na maioria das organizações. Fala-se muito e aplica-se pouco ou quase nada do que se diz. Em primeira instância, a própria empresa é responsável por uma boa liderança; em segunda, o próprio líder. É a administração de recursos humanos que numa atitude proativa deve estu- dar, desenhar e propor os contornos de um sistema de liderança que deverá, devi- do à grande importância que tem, ser aprovado diretamente pelo conselho diretor da organização. Depois que a organização traça suas linhas básicas do contorno do líder ideal, deve implementar programas de desenvolvimento gerencial que permitam alcançar os objétivos propostos e até complementá-los por meio de características individuais de cada líder. Ou seja: o que se propõe é que, por um lado, a organização forne- ça claramente a direção da liderança e certos valores fundamentais na formação do comportamento do seu líder, mas que, por outro, permita a ele a possibilidade de complementar com características pessoais o quadro básico de liderança ideal pro- posto pela empresa. Blanchard,' consultor em San Diego, Califórnia, Estados Unidos e professor ti- tular da cadeira de liderança e comportamento organizacional na Universidade de + BLANCHARD, K. Liderança situacional e o gerente minuto. Rio de Janeiro: Record, 1986. Ediora Saraiva - Administração de recusros humanos - Jean Pierre Marras - 15º ed. Printed by: email5S8(Duninta.edu.br. Printing is for personal, private use only. No part of this book may be reproduced or transmitted without publisher's prior permission. Violators will be prosecuted. 3 Parte 1 O Conceitos fundamentais na gestão de recursos humanos Massachusetts, apresenta um estilo de liderança situacional bastante interessante, quando propõe a formação do modelo baseando-se em duas premissas: O Nível de desenvolvimento dos membros da equipe. O Situação a ser enfrentada ou resolvida. O líder, conforme Blanchard, deve agir segundo o nível de conhecimento do seu liderado, assumindo papéis diferenciados de acordo com cada circunstância ou situa- ção que se lhe apresenta (dai o nome de lider situacional). Quadro 4.5 Comportamento do líder, segundo BlanchardSituação Nível de conhecimento ou de prática muito baixo ou inferior (por exemplo: um estagiário ou um auxiliar). Nível de conhecimento ou de prática médio inferior (por exemplo: um profissional de categoria júnior). Nível de conhecimento ou de prática médio superior (por exemplo: um profissional de categoria pleno). Nível de conhecimento ou de prática muito elevado [por exemplo: um profissional de categoria sênior). Comportamento do líder Diretivo, autocrático. Deve dar as ordens de forma clara e com soluções previamente orientadas para que o liderado execute a tarefa com o menor risco possível de erro. Fapel de instrutor, treinando o liderado em todos os sentidos e apoiando-o simultaneamente. O líder apoia o liderado de forma completa, dando-lhe o máximo de segurança para que desenvolva com certa liberdade o que apreendeu no estágio anterior. O liderado nesta fase não precisa de apoio nem de acompanhamento: sabe exatamente o que Ou como fazer para executar uma tarefa ou resolver um problema. O líder apenas lhe delega responsabilidades e cobra resultados. Um dos slogans do modelo de liderança situacional de Blanchard é que “lideran- ça situacional não é aquilo que você faz às pessoas, mas aquilo que você faz com as pessoas”. De fato, esse ponto é fundamental e comum a todos os modelos e autores que tratam do assunto atualmente. As organizações hoje repassam aos seus gerentes a ideia de que ser chefe é algo antigo, ultrapassado, não aceitável. Em contrapartida, adotam e difundem o papel de líder organizacional como aquele que faz o grupo participar, que delega respon- sabilidades (e não só tarefas) e que o recompensa à altura (não só financeira, mas psicologicamente também). Ediora Saraiva - Administração de recusros humanos - Jean Pierre Marras - 15º ed. Printed by: email5S8(Duninta.edu.br. Printing is for personal, private use only. No part of this book may be reproduced or transmitted without publisher's prior permission. Violators will be prosecuted. Capítulo 4 O O processo motivacional 33 Questões 1. Satisfazer uma necessidade é proporcionar motivação? 2. Quando afirmamos que o processo motivacional é algo endógeno e não exóge- no, o que estamos querendo dizer? 3. Quais as linhas de convergência entre o modelo motivacional de Skinner e o de Vromm? 4. Defina os contornos de um líder situacional em conformidade com o modelo de Blanchard. 5. Se você tivesse de definir o perfil de um líder para a sua empresa, que caracteris- ticas escolheria? Hierarquize-as por importância. 6. Defina três pontos que diferenciam um líder de um chefe. Ediora Saraiva - Administração de recusros humanos - Jean Pierre Marras - 15º ed. Printed by: email5S8(Duninta.edu.br. Printing is for personal, private use only. No part of this book may be reproduced or transmitted without publisher's prior permission. Violators will be prosecuted. 3) Parte 2 O Subsistemas da administração operacional de recursos humanos O sistema de análise de função está diretamente relacionado ao sistema de ava- liação de cargos. Isto é, a análise de função deve ser capaz de fornecer todas as respos- tas aos possíveis questionamentos do sistema avaliativo. 8.4.2 Metodologia da análise A metodologia de trabalho na execução do levantamento de dados para a reali- zação da análise de função deve contemplar as seguintes técnicas: O Observação in loco. O Entrevista com o ocupante do cargo. O Questionário a ser preenchido pelo ocupante. O Método combinado. O analista de cargos e salários deve estar apto a utilizar todos os instrumentos acima, dominando suas técnicas de aplicação, a fim de conseguir o máximo de infor- mações na composição do perfil de cada cargo da empresa. Somente a correta aplicação dessas técnicas garante a maximização qualitativa do seu trabalho. 8.4.3 Áreas de-análise Há quatro campos a serem analisados para determinar o universo de exigências geralmente encontradas nos contornos de um cargo. São eles: 1. Requisitos mentais. 2. Requisitos físicos. 3. Responsabilidades. 4. Condições de trabalho. O analista deve cercar seu trabalho de levantamento de informações, quando da entrevista com o ocupante do cargo, com o máximo de cuidado, lembrando sempre que poderá haver falseamento'ou alteração das informações dadas a favor do ocu- pante, por ter interesse direto nos resultados do trabalho. Para neutralizar essa possibilidade, cabe ao analista de C&S se cercar de informa- ções paralelas, em outras fontes, que lhe permitam cruzar os dados obtidos e checar a sua veracidade. Em certas ocasiões, mesmo tendo recebido a informação do informante e das fontes complementares, o analista sênior deve considerar as suas próprias conclusões sobre a situação mais correta. Por exemplo, é comum ouvir dos entrevistados que determinado cargo “exige” do seu ocupante um nível de escolaridade superior ao Ediora Saraiva - Administração de recusros humanos - Jean Pierre Marras - 15º ed. Printed by: email5S8(Duninta.edu.br. Printing is for personal, private use only. No part of this book may be reproduced or transmitted without publisher's prior permission. Violators will be prosecuted. Capítulo 8 O Subsistema de remuneração 33 realmente exigido pela função. Cabe, nesses casos, ao analista cruzar essas informa- ções — por exemplo, com o superior imediato e com outros pares — e “concluir”, pela sua observação e conhecimento, qual o verdadeiro nível de escolaridade necessário para desempenhar a contento aquela determinada função (apontando seus argu- mentos) e não simplesmente registrar o depoimento do ocupante do cargo. É importante ter em mente que as informações obtidas pelo analista devem res- ponder sempre a três questões fundamentais na análise de uma tarefa: 1. Oqueo ocupante faz. 2. Como o ocupante faz. 3. Por que o ocupante faz. As informações devem ser concentradas nos requisitos exigidos basicamente pelo cargo e não nos eventuais predicados do empregado, o que provocaria distor- ções indesejáveis que poderiam comprometer seriamente os resultados do trabalho final. É preciso lembrar que a análise dá tratamento uniforme a todos os cargos da organização, por meio do seu estudo individual e comparativo, simultaneamente. À medida que recebe as informações, o analista as anota no formulário “Análise de Cargos”, especialmente preparado para esse fim. Imediatamente após a entrevista, o analista deve compilar cuidadosamente to- dos os dados recebidos e/ou observados. É importante que esse trabalho de registro seja feito logo após a entrevista, para evitar a perda dos inputs recebidos. As informações a serem obtidas, portanto, dividem-se em duas partes distintas: descrição das tarefas desempenhadas e determinação do grau em que vários fatores são exigidos pelo cargo para seu desempenho bem-sucedido. 8.5/Descrição de cargos Descrição de cargo é o processo de sintetização das informações recebidas e prospectadas no passo anterior de análise das funções, cujo registro dos dados é padronizado de maneira a permitir um rápido e fácil acesso aos contornos de cada um dos cargos da empresa. Além de registrar o universo de tarefas que compreendem um cargo, a descrição registra a análise dos diversos requisitos exigidos pelo cargo, como: escolaridade, experiência, responsabilidades, condições de trabalho, complexida- de das tarefas, conhecimentos etc. Ediora Saraiva - Administração de recusros humanos - Jean Pierre Marras - 15º ed. Printed by: email5S8(Duninta.edu.br. Printing is for personal, private use only. No part of this book may be reproduced or transmitted without publisher's prior permission. Violators will be prosecuted. Bu Parte 2 O Subsistemas da administração operacional de recursos humanos 8.5.1 Cruzamento das informações Ao término do processo de coleta de informações e da análise dos dados recebi-dos do ocupante do cargo, o analista de C&S deve submeter a compilação dos dados (esboço da descrição de cargos) ao superior imediato de cada cargo para uma revisão final. Eventuais correções são feitas e o conteúdo é finalmente homologado. 8.5.2 Manual de descrição de cargos O manual de descrição de cargos é a compilação de todas as descrições de cargos da empresa, divididas por áreas, conforme a estrutura existente na organização. Ao condensar essas informações, esse manual reveste-se de grande importância pelo fato de ser o registro “vivo” de toda a tecnologia da mão de obra da empresa e, também, a base para reconhecer os contornos da estrutura organizacional. Um manual de descrição de cargos é um instrumento dinâmico, e não estático. Ou seja, deve ser atualizado constantemente, visando sempre a manter atualizadas as informações que contém vis-à-vis com as mudanças que ocorrem na realidade da empresa. Essa atualização deverá ocorrer de duas maneiras: a. Anualmente, por iniciativa do órgão de C&sS. b. A qualquer momento, sob pedido de uma determinada área, para registrar e avaliar modificações introduzidas no perfil de um cargo. Veja na Figura 8.3, um modelo de descrição de cargos, observando a padroni- zação dos verbos que identificam uma função, da sequência “o que” “como” e “para que” e da condensação de diversas tarefas idênticas em uma única. 8.6/Avaliação de cargos A terceira fase do programa consiste em avaliar os cargos já descritos. Passa-se, portanto, de um trabalho descritivo para outro de caráter avaliativo, essencialmente matemático e de julgamento. A fase de montagem da avaliação de cargos exige do especialista em salários bons conhecimentos matemáticos e estatísticos, a fim de poder utilizar metodologias ade- quadas à obtenção dos resultados finais do plano. A montagem de um bom plano de avaliação é a base fundamental para uma estrutura salarial correta. Todo cuidado é necessário. O treinamento do comitê de salários em “como” avaliar é tarefa do especialista de salários e desse treinamento dependerá o sucesso final do trabalho. Ediora Saraiva - Administração de recusros humanos - Jean Pierre Marras - 15º ed. Printed by: email5S8(Duninta.edu.br. Printing is for personal, private use only. No part of this book may be reproduced or transmitted without publisher's prior permission. Violators will be prosecuted. Capítulo 8 O Subsistema de remuneração mb Figura 8.3 Modelo de descrição de cargos EMPRESA “MODELO” Descrição de Cargo Mensalista Cargo: CHEFE DE IMPORTAÇÃO/EXPORTAÇÃO Cód: M-14 DESCRIÇÃO SUCINTA À CUIDA de vendas e compras internacionais. Faz o controle do “Draw-Back” e contatos c neos, despachantes e corretoras de câmbio. Mantém contato com clientes, fornecedores e representantes no exterior. Responde pelos resultados da área. TAREFAS PERIÓDICAS do COORDENA os trabalhos do setor de exportação, tanto da área comercial quanto da operacional. ESTABELECE E MANTÉM contatos com representantes, por telefone, f -mail, com a intenção de saber sobre pedidos ou quaisquer problemas que possam ser saneados. NEGOCIA a venda direta de produtos com clientes, elaborando y a documentação necessária de cada país importador, tais como cartas de crédito, documentos de contato com corretoras e despachantes Ê bancos correspondentes, resultando na liquidação de contratos de câmbio no exterior. CUIDA do “follow-up”, verificando a existência de pedidos em atraso ou novos e contatando o setor do F produção para prosseguimento e atendimento ri aos pedidos. p- REALIZA a compra de matéria-prima para exportação, contatando fornecedores por telefone ou fax para atendimento da demanda internacional. j RESPONDE pelo controle do fatu setor de exportação, com propostas & pedidos efetivos para ciência da Gerência Comercial.» AV CONTROLA E SUPERVISIONA a área de importação, compreendendo a parte comercial & operacional, estabelecendo e ma NR o com fornecedores no exterior, fazendo cotações, posições sobre embarque e recebimento de mercadorias, contratos de câmbio, colocação de pedidos no exterior, contato com despachantes & emissão de notas fiscais de entrada. sê RESPONDE pela divulgação e manutenção das normas e procedimentos da empresa entre os seus subordinados. À da prevenção de acidentes no seu setor balho e em sua equipe, observando e orientando atos e condições eventualmente inseguras, abjetivando a qualidade de vida dos seus colaboradores. , TAREFAS TASIONAIS Não há. O CONHECIMENTOS EXIGIDOS Rotina de Comércio Exterior. Domínio da língua inglesa. * EDUCAÇÃO FORMAL Superior completo em Comércio Exterior ou Administração de Empresas. EXPERIÊNCIA ANTERIOR 5 anos. Aprovações Descrição realizadaem fofo Revisadaem Loto Supervisor Imediato Analista de C&s Gerente da Área Gerente de RH Ediora Saraiva - Administração de recusros humanos - Jean Pierre Marras - 15º ed. Printed by: email5S8(Duninta.edu.br. Printing is for personal, private use only. No part of this book may be reproduced or transmitted without publisher's prior permission. Violators will be prosecuted. [ e > Ê Na ? 8.6.1 Passos da avaliação de cargos 1. Escolha dos fatores. 2. Montagem do manual de avaliação de cargos. *. Montagem da tabela de avaliação. t. Determinação dos pesos e tratamento estatístico. »- Criação dos formulários de avaliação. 6. Avaliação de cargo por cargo. - Tabela de classificação de cargos. 8.6.2 Escolha de fatores de avaliação Essa é uma tarefa que deverá ser realizada entreos membros da equipe do comitê de salários e a área de ARH (preferencialmente o responsável pela área, acompanhado do analista de C&S). Não há um número ideal exato de fatores nem fatores específicos predetermi- nados a sugerir. Cada empresa tem as suas peculiaridades e especificidades próprias, contudo, como informação, podemos afirmar que a maioria dos planos de avaliação de cargos contempla um conjunto que varia entre um mínimo de cinco e um máxi- mo de dez fatores. Há diversos fatores que podem ser utilizados em um plano de cargos e salários. A escolha deles dependerá de variáveis que determinam o contorno específico de cada organização, como: cultura organizacional, tecnologia, tipo de mão de obra etc. Os fatores de avaliação, conforme vimos, dividem-se segundo quatro campos de análises O Requisitos mentais. > Requisitos físicos. > Responsabilidades. > Condições ambientais. No Quadro 8.2 são apresentados alguns exemplos de fatores utilizados pelas empresas. Ediora Saraiva - Administração de recusros humanos - Jean Pierre Marras - 15º ed. Printed by: email5S8(Duninta.edu.br. Printing is for personal, private use only. No part of this book may be reproduced or transmitted without publisher's prior permission. Violators will be prosecuted. Capítulo 8 OQ Subsistema de remuneração UI] Quadro 82 Exemplos de fatores de avaliação REQUISITOS MENTAIS Escolaridade Experiência Complexidade Habilidade analítica Criatividade Precisão Julgamento e iniciativa Planejamento REQUISITOS FÍSICOS Esforço físico Habilidade manual Fadiga mental/visual Concentração Monotonia Pressão do trabalho Pressão emocional RESPONSABILIDADES Por material ou produto Por ferramentas /equipamentos Por erros Por valores Por contatos Por subordinados Por dados confidenciais 8.6.3Variáveis Influentes na escolha dos fatores Ao iniciar o trabalho de escolha de quais e quantos fatores irão compor um ma- nual de avaliação de cargos, deverão ser levadas em conta duas variáveis fundamen- tais que são ao mesmo tempo excludentes entre si: O Variável da discriminação. O Variável da aplicabilidade. Ediora Saraiva - Administração de recusros humanos - Jean Pierre Marras - 15º ed. Printed by: email5S8(Duninta.edu.br. Printing is for personal, private use only.No part of this book may be reproduced or transmitted without publisher's prior permission. Violators will be prosecuted. A Ú Parte ? O Subsistemas da administração operacional de recursos hum A variável da discriminação é aquela que deverá indicar se um fator tem ou não a propriedade de atribuir valores diferenciados, ao universo de cargos, por meio de seus graus de intensidade. Por exemplo, digamos que foi escolhido, em princípio, o fator educação formal como fator que medirá com propriedade uma parcela importante do valor dos cargos da empresa. À primeira questão que se coloca é: esse fator consegue discriminar com eficiência? Isto é: há amostras de escolaridade suficientemente diferenciadas entre os cargos a avaliar que permitam criar um número interessante de subdivisões (graus) desse fator? Se essa premissa não existir, o fator não poderá ser escolhido. E o caso de uma empresa em que todos os cargos exigem dos ocupantes um grau de escolaridade su- perior. Não há cargos que exijam o 1º grau, nem o 2º, e assim por diante. Logo, se todos os cargos têm o mesmo nível de exigência, o que se espera que esse fator discrimine? Que diferença faz se todos os cargos receberão o mesmo nível de avaliação ou o mesmo valor de pontos? Seria a mesma coisa que não avaliar. A variável da aplicabilidade é aquela que determina se um fator é aplicável à maioria dos cargos ou não. Poréxemplo, digamos que foi escolhidovo fator “precisão” e que após analisar a variável aplicabilidade verificou-se que somente 10% dos cargos exigem um grau razoável de precisão no trabalho. Isso mostra que esse fator não tem efetividade e, portanto, deixa de ser interessante como instrumento de medição, pelas mesmas razões apresentadas pela variável “discriminação” Finalizando o raciocínio, para escolher um fator de avaliação de cargos como válido para a organização, as duas variáveis — da aplicabilidade e da discriminação — têm de satisfazer as premissas apresentadas, Ediora Saraiva - Administração de recusros humanos - Jean Pierre Marras - 15º ed. Printed by: email5S8(Duninta.edu.br. Printing is for personal, private use only. No part of this book may be reproduced or transmitted without publisher's prior permission. Violators will be prosecuted. Capítulo B O Subsistema de remuneração 39 8.6.4 U manual de avaliação de cargos É o instrumento que congrega todos os fatores escolhidos para proceder à avaliação dos cargos, seus respectivos graus e pontos, e tem como objetivo per- mitir que, utilizando-o, os avaliadores efetuem o seu trabalho, pontuando nume- ricamente todos os cargos da empresa. Uma vez escolhidos os fatores de avaliação, deve-se definir claramente o que se deseja mensurar por meio de cada um deles e como deve ser a divisão interna de cada um. Ou seja, em quantos graus se subdivide cada fator, explicando clara- mente o que o cargo exige em cada grau dos fatores e discriminando as diferenças de grau para grau. Nesse ponto, repetimos que não há subdivisões predetermi- nadas: elas dependerão de cada empresa e de cada universo de cargos e tarefas. Na montagem do manual de avaliação de cargos deve-se procurar evitar re- dações muito genéricas que dificultem ou confundam o avaliador na hora. de identificar a avaliação. É sempre interessante que a redação quantifique ou exem- plifique situações específicas de maneira a facilitar o reconhecimento de uma situação por parte do avaliador. É importante lembrar que deve existir um manual de avaliação para cada es- trutura salarial a ser implantada. Ou seja, se o objetivo é implantar, por exemplo, uma estrutura salarial para mensalistas e outra para horistas, devem ser criados dois manuais de avaliação de cargos: um para mensalistas e outro para horistas. Cada um com suas características próprias (certamente com fatores diferentes). Veja, na Figura 8.4, um modelo de redação de um manual de avaliação de cargos da Empresa Delta Fusos, em que foranr apresentados dois fatores como exemplo (fatores 2 e 7). Ediora Saraiva - Administração de recusros humanos - Jean Pierre Marras - 15º ed. Printed by: email5S8(Duninta.edu.br. Printing is for personal, private use only. No part of this book may be reproduced or transmitted without publisher's prior permission. Violators will be prosecuted. Figura 84 Modelo de manual de avaliação Delta Fusos Ind. & Com. Ltda. MANUAL DE AVALIAÇÃO CARGOS MENSALISTAS Continua Ediora Saraiva - Administração de recusros humanos - Jean Pierre Marras - 15º ed. Printed by: email5S8(Duninta.edu.br. Printing is for personal, private use only. No part of this book may be reproduced or transmitted without publisher's prior permission. Violators will be prosecuted. Continuação Delta Fusos Ind. & Com. Ltda. RELAÇÃO DE FATORES DESTE MANUAL Experiência Instrução Iniciativa Complexidade das tarefas Concentração mental/visual Responsabilidade pela imagem Responsabilidade por dados confidenciais Planejamento e organização O » o n M a o Criatividade Continua Ediora Saraiva - Administração de recusros humanos - Jean Pierre Marras - 15º ed. Printed by: email5S8(Duninta.edu.br. Printing is for personal, private use only. No part of this book may be reproduced or transmitted without publisher's prior permission. Violators will be prosecuted. 9) Parte 2? O Subsistemas da administração operacional de recursos humanos Continuação FATOR 2: INSTRUÇÃO Conceito Esse fator avalia a capacitação prévia que será exigida do ocupante, em termos de conhe- cimentos teóricos/práticos adquiridos em escolas de primeiro e segundograus, técnicas ou universitárias, ou obtidos por meio de formação autodidática que se mostre bem fundamentada. O fator Instrução destina-se, também, a determinar o nível e o tipo de especialização que serão requeridos do ocupante do cargo. “Graus | Defiá o o Pontos Graus Definição Requer do seu ocupante conhecimentos gerais de leitura, escrita e cálculos simples. Instrução correspondente ao primeiro grau incompleto e outros conhecimentos específicos, necessários ao pleno desempenho das tarefas inerentes ao cargo. 10 Requer do seu ocupante instrução correspondente ao primeiro grau completo e outros conhecimentos ou cursos especificosa esse nivel, necessários ao pleno desenvolvimento das tarefas inerentes ao cargo. 18 Requer do seu ocupante instrução correspondente ao segundo grau incompleto e outros conhecimentos ou cursos específicos Pa esse nível, necessários ao pleno desempenho das atividades inerentes ao cargo. co Requer do ocupante instrução Correspondente ao curso completo D nr de segundo grau ou profissionalizante do mesmo nível. Requer do seu ocupante instrução correspondente ao curso superior incompleto e outros conhecimentos ou cursos As específicos a esse nível, necessários ao pleno desempenho das atividades inerentes ao cargo. Requer do seu ocupante instrução superior e outros F conhecimentos ou cursos específicos a esse nível, necessários 70 ao pleno desenvolvimento das tarefas inerentes ao cargo. Continua Ediora Saraiva - Administração de recusros humanos - Jean Pierre Marras - 15º ed. Printed by: email5S8(Duninta.edu.br. Printing is for personal, private use only. No part of this book may be reproduced or transmitted without publisher's prior permission. Violators will be prosecuted. Continuação FATOR 7: RESPONSABILIDADE POR DADOS CONFIDENCIAIS Conceito Esse fator avalia a integridade e discrição requeridas pelo cargo para a manutenção de informações confidenciais. A responsabilidade é avaliada em razão da diversidade de in- formações de que o ocupante do cargo toma conhecimento e da importância delas para a vida da empresa. Não considere dolo, furtos de documentos etc. A — Acesso |. Não tem acesso a dados confidenciais. . Eventualmente tem acesso a dados confidenciaissobre assuntosinternos ao seu departamento. 1. Constantemente tem acesso a dados confidenciais sobre assuntos internos ao seu departamento. t. Eventualmente tem acesso a dados confidenciais sobre vários assuntos referen- tes ao seu e/ou a outros departamentos da empresa. 5. Constantemente tem acesso a dados confidenciais sobre vários assuntos refe- rentes ao seu e/ou a outros departamentos da empresa. B — Importância |. O manuseio dos dados confidenciais requer apenas discrição no seu trato sem maiores consequências. 2. A divulgação indevida dos dados confidenciais pode acarretar um mal-estar in- terno ou externo que seria conveniente ser evitado. » À divulgação indevida dos dados confidenciais pode causar problemas momen- tâneos aos negócios da empresa. f 4, A divulgação indevida dos dados confidenciais pode causar sérios problemas, por tempo indefinido, aos negócios da empresa. Graus Resultados Pontos Mo 2 4 ai 3 AZB2 - AJB1 4 AIB2-A2B3-A4B1 5 AIB3-A4B7-AZB4- A5B1 ASB4 - ABB2 - ABI A4B4 - ABB3 B AGB4 Ediora Saraiva - Administração de recusros humanos - Jean Pierre Marras - 15º ed.