Prévia do material em texto
Hipodérmica
Conclusão Origem
Analogia Influências
Os meios de comunicação
mudaram os
comportamentos humanos.
FOCO: rádio (trouxe novos
conceitos, persuasão,
manipulação).
1920-1930: Fim da 1ª
Guerra e durante a 2ª
Guerra (COMUNICAÇÃO
DE GUERRA)
A mídia seria a agulha que
injeta os conteúdos na
mente das pessoas, sem a
presença da resistência.
Psicologia:
BEHAVIORISMO (estudo
do comportamento-
neste caso, da mídia
sobre a massa).
Escola norte-americana
(1930): Estudos sobre os
efeitos da mídia na massa.
PALAVRAS-CHAVE:
Poder (meios)
Passividade (massa-
leva ao consumo)
Usada durante os regimes
totalitários, como forma de
dominar a sociedade.
Acreditavam que as mensagens surtiam o mesmo
efeito em todos (olhar homogêneo sobre a sociedade).
#FORMADORESDEOPINIÃO
Críticas: pouco estudo da massa,
com um olhar generalista e não
teve base científica.
*desvia do foco, trazendo outras informações (dá a
falsa ideia de que estão sendo informados).
Funcionalista
Lazarsfeld
Origem
Definição
Influências
a comunicação não produz
efeitos comportamentais
iguais em todos;
Os conteúdos são
escolhidos à dedo pelos
líderes de opinião;
Os líderes de opinião têm
grande poder.
1940-1970 (final da 2ª
Guerra), nos EUA e com
foco no meio de massa
TV.
Comunicação= suporte
das instituições sociais,
visando o controle da
massa.
Sociologia
Positivismo: ciência
Foco: função da comunicação na
sociedade, que informações as
pessoas deviam consumir.
PALAVRAS-CHAVE:
-Controle (infos)
-Dominação
-Consumo de ideias
Atribui status social
Padronização
Disfunção narcotizante ("Fake
News", muita informação) =
Efeito narcotizante (fuga p/
entretenimento).
3 funções dos meios de massa
apontadas por Lazarsfeld e Merton:
Merton: Estudou como
os meios poderiam ser
usados na manipulação.
Lasswell (escola de Chicago, 1948)
foco nos efeitos do conteúdo, efeitos
parciais (nem todos são inertes e eles
reagem de formas diferentes)
quem? diz o quê? em que canal? para
quem? com que efeito?
Crítica
"Indústria cultural" Origem
Definição Influências
crítica: arte como
produto à venda e
ao tripé
Adorno e Horkheimer
(década 40-50)
Década de 30-40;
Escola de Frankfurt
(Alemanha);
Fundação Instituto
de Pesquisa (1923).
As ideologias influenciam
a comunicação;
Forte crítica à
manipulação mídia.
MARXISMO (MARX)
PSICANÁLISE
(FREUD)
Para Wolf: teoria que analisa as
forças (movem os fenômenos) e
os fenômenos sociais.
Adorno
Horkheimer (crítica aos
partidos e relações sociais)
Benjamim
TEÓRICOS:
BÔNUS: Marcuse e Hebermas
Incômodos: capitalismo
e industrialização
"Barbárie cultural", termo que define os
propagadores das ideologias de elite sobre a massa.
*Olhar crítico sobre o
mundo e a sociedade
serielização: cópias de
um produto
padronização
divisão trabalho
TRIPÉ:Passam a falsa impressão de
direito de escolha- é
escolhido o que vão consumir
DIVERSÃO: estratégia de
venda/válvula escape
"Cultura de massa": a cultura de massa
não é criada pela massa, mas pelos
capitalistas e ela só consome!
*ADORNO: não existe o empoderamento
do indivíduo (iluminismo), porque a razão
aprisionou o homem ao consumo.
Palavras-chave:
-Persuasão
-Manipulação
-Lucro
Crítica construtiva a essa teoria;
Balanceia o radicalismo de Adorno
e Horkheimer;
Para ele, a reprodução da obra de
arte possibilita o acesso a ela,
mesmo visando o lucro;
Arte original= aura, valor
Benjamim Para o Benji, a cultura de massa não
era negativa e nem todos eram
alienados (tinham poder de escolha).
LINGUÍSTICA [estrutura=
padrão], que estuda a língua, a
expressão verbal e a fala.
SEMIÓTICA- *PEIRCE
*SAUSSURE (linguística como
ciência autônoma e além da
linguagem).
Estruturalismo
*Umberto Eco
Origem
PADRÃO SOCIAL
Semiologia estrutural
Influências
Estudo da cultura popular
*análise filmes JAMES
BOND (padronização
roteiros- a massa aceita e
pede BIS)
Não é uma teoria;
foca nas relações
sociais e na cultura;
método de estudo
dos elem. culturais.
*Roland Barthes
interpretação das
estruturas linguísticas
na cultura popular
totemismo (cada sociedade tem
um objeto/imagem padronizado
que a representa).
*Lévi-Strauss:
*Antropologia estruturalista:
padronização relações sociais;
*mitos (modificam as manifestações
culturais)
TODOS SOMOS TOTENS
(comunicamos quem nós somos).
Semiologia: Significante
(real) + significado
(entendimento)= SIGNO
SEMIÓTICA- PEIRCE
MITOS: ideologias aplicadas nos
elem. culturais, que dão um novo
significado e são vistos como
comuns.
Apocalípticos: pessimistas (focam nos
efeitos maléficos indústria cultural);
Integrados: positivos (veem com bons
olhos a comunicação/indústria cultural).
A opinião dominante
TENDE a refletir nos meios
comunicação
*veicula o que tem voz e o
silêncio não é mostrado.
OMISSÃO da opinião da
maioria e predomínio
da minoria (elite).
Ciências políticas
Comunicação de
massa
Espiral do Silêncio
Mídia
Origem
Definição
Influências
1977: alemã Elisabeth
Neumann
Pessoas omissas= enclausuramento
do silêncio
OMISSÃO: ocorre por medo de
ser humilhado, excluído e/ou
criticado.
Descobrir o silêncio: "no boca a boca",
ouvindo essas pessoas de perto.
A mídia desperta o EFEITO MANADA.
É um processo que se alastra (espiral) e atrai
as pessoas que não estão inteiradas no
assunto, fortalecendo essa opinião da elite.
"Quem cala, consente"
Os que pensam diferente ou até os que concordam,
mas não se manifestam, entram nesse ciclo do silêncio.
3 mecanismos usados pela mídia de
massa:
1) ACUMULAÇÃO: repetição excessiva
de temas em alta;
2) CONSONÂNCIA: A forma como as
notícias são produzidas, como um
molde;
3) UBIQUIDADE: Onipresença da mídia.
CRÍTICAS
"Visão limitada"; "se
baseou em outras ideias
para construir o conceito
de aldeia global".
O meio é a mensagem- molda os
conteúdos
O meio é a extensão do
homem- faz parte da nossa
vida/nos modifica
McLuhan falava de coisas
que já aconteceram/vão
ocorrer (PROFETISMO)
*cibernética, era
tecnológica e automação.
Marshall McLuhan
Especialidade
Conceitos
Abordagens
Autoridade no assunto de
comunicação de massa.
*DÉCADA 50 (TV, impresso
e rádio embrionários).
Aldeia Global: a tecnologia
aproximou as pessoas, como se
formassem uma
aldeia/tribo= mundo interligado
PRINCIPAIS CRÍTICOS:
Umberto Eco: dizia que o
primeiro conceito era
equivocado;
Williams: Dizia que havia sim
efeitos causados pela tecnologia
na sociedade.
O homem está no centro= ele assiste a sua
transformação- a comunicação/tecnologia o
modificam (PODER AO INDIVÍDUO= SER ATIVO)
NÃO FOCOU NOS EFEITOS DA TECNOLOGIA NA
SOCIEDADE, SOMENTE FILOSOFAVA SOBRE ISSO!
Dizia que isso mudaria a
comunicação/relações sociais.
MORIN
Estudo sobre o cinema (indústria
cultural);
Importância da mídia na indústria
cultural;
Estudo sobre o presente, baseado no
passado;
Fortalece as ideias de Lèvy;
FOCO: estudos sobre as mídias de
massa (evitam o isolamento, porque
TODOS ficam a par das infos);
Mídia de massa democrática e
humana (laços sociais, todos no
mesmo patamar) -TV
Entusiasta da tecnologia;
Era a favor da tecnologia
direcionada para a
educação
Escreveu sobre a
cibercultura, fake news
(visionário)
Wolton e Lèvy
ORIGEM
WOLTON
LÈVY (1990/1994)
1960: estudos das
comunicações de massa;
Influências das escolas
anteriores;
Década 80-90.
IGUALDADE (padrão) e
LIBERDADE do receptor
Defende a TV aberta (não
diminui as desigualdades, mas
evita mais desigualdades).
Debord
Livro: "Sociedade do Espetáculo";
O grupo Internacional Situacionista
apontou que o excesso de infos atraiam as
pessoas para o entretenimento;
Espetáculo: imagem midiática (todos são
atingidos e os assuntos passam a fazer
parte do cotidiano).
O ser humano NÃO É PASSIVO!
A internet deu tanta liberdade que surgiu o conceito
da veracidade (em quem acreditar).
Inteligência coletiva (uso ético e socialmente (+)
da tecnologia) e a tecnologia na palma da mão
dos poderosos. Por fim, não acredita no poder dos
algoritmos, e sim dos indivíduos.TRIPÉ:
comunicação e sociedade de massa
indústria cultural
Hoje: diz que éramos muito maus
antes da tecnologia.
Richard Hoggart
Raymond Williams
Edward Thompson
Trio parada dura
Centro de Estudos Culturais da
Contemporaneidade: final dos anos
50, 1964;
Fundador: Richard Hoggart;
Universidade de Birmingham.
Quebra a ideia de que a
cultura tem um conceito
fechado;
Difusão de ideias;
Estuda os efeitos produzidos
na sociedade pela
comunicação e cultura.
Estudos Culturais
Origem
Onde tudo começou
Definição
Inglaterra (déc. 60-90);
Estudo pautado na ciência
sobre a comunicação/cultura;
Uso de metodologias.
Estudavam a relação entre a sociedade e a
cultura, assim como as formas e práticas
culturais, seus efeitos.
A cultura é ampla, sempre em movimento
Manifestações culturais= identidade
Todas as manifestações culturais são levadas em conta
*as produções culturais perduram quando fazem sentido
Foco: produções culturais e o ser humano, tendo mais
de um conceito de cultura e deu espaço para críticas e
análises.
As produções culturais têm
grande força de impacto social!
Olhar clássico/literário;
Cultura ampla;
1º texto, em que refletiu sobre
as produções culturais (1957);
Metodologia qualitativa: foco
no conteúdo.
Tornou-se diretor do centro de
estudos (1968-1979);
Pacificador em momentos de
tensão= acolheu as diferentes
ideias sobre cultura (TUDO É
VÁLIDO)
Stuart Hall
Foco: produções culturais;
Defesa dos vulneráveis e de suas
manifestações culturais;
Juntamente com Williams: cultura
como uma rede de práticas e relações-
Ser humano no centro.
Olhar clássico, com um lado mais
humano;
Texto a respeito do estudo sobre a
cultura comum, tão importante
quanto a de elite (1958);
Dá moral para a cultura popular.
Autores
Hoggart
Thompson
Williams
Evita falar da cultura global e se concentra
na periférica.
OBS.: 2 olhares explorados nessa teoria: teórico e
político-cultural (prática)
Os três defendem a cultura popular, dizendo que a cultura dá
identidade (produzem e consomem) e sendo a favor da
participação ativa.
OBS.: Influência marxista
Contribuiu para os estudos, ao conectar a cultura
com a literatura.
Preocupava-se com a influência dos meios
de massa (abafamento) na cultura.
Para ele: a cultura popular não é submissa e
nem vulnerável, mas resistente (mov. culturais).
*Análise da vida cultural dos trabalhadores.
Influência forte do marxismo.
Incentivou o estudo sobre as práticas de
resistência das subculturas (primeiro a
falar sobre isso).
Os textos da época buscavam responder as tensões
do momento.
Procuraram dialogar com as
diferentes identidades/públicos,
oferecendo produtos de seus
interesses;
Conteúdos testemunhais, com falas
(causavam identificação individual)
Ações governamentais
voltadas para a cultura;
Reflete, principalmente, sobre
os efeitos da comunicação-
cultura na sociedade.
Anos 90
Foco no estudo sobre a audiência;
Estudos sobre o feminismo e as
questões de gênero;
Descentralização do Centro de
Estudos;
Refletem sobre o que tem nas
mensagens e seus alcances-TV
Disseminação das produções do
Centro de Estudos;
Stuart Hall, com o estudo sobre
as subculturas;
As produções são códigos que
foram entendidos/decodificados;
Política Cultural
O que é?
Anos 80
Anos 70
Estudavam os formatos dessas
mensagens, além de reconhecerem o
poder dos textos. Pluralidade nos assuntos,
dando valor à subjetividade.
RECEPTOR NÃO É PASSIVO! MEIOS DE COMUNICAÇÃO VOLTADOS PARA OGOVERNO- mensagens carregadas de ideologias
que produziam efeitos.
Observação da audiência, que aumentava,
influenciava ideologicamente e produzia
grande impacto social.
Valoriza as experiências do receptor.
o processo de recriação do indivíduo é
dinâmico e aplicado no cotidiano:
versão de cada um, modificando o
conteúdo original;
Indústria cultural: o ser humano é
produtivo e ativo, produzindo para o
público fora desse meio.
É o ato de pessoas
desconhecidas se reunirem
virtualmente para recriarem
algo, a partir da interação,
partilha (motivados por um
interesse em comum)
ConclusãoConclusão
Segundo Jenkins, por mais que
venham a ter evoluções, nenhum
produto irá ser superior aos
outros, porque a convergência
depende da conexão entre os
meios/produtos, tudo está
articulado.
Na década de 20, com conceitos
como articulação entre mídia e
cotidiano; ciberespaço, barreiras
digitais estavam muito em alta,
trazidos pelo autor Flew, no livro
do Martino "Mídias Digitais";
Relembrando: a mídia estava
enraizada no cotidiano.
Henry JenkinsHenry Jenkins
Cultura daCultura da
convergênciaconvergência
Conceito "Caixa Preta"Conceito "Caixa Preta"
OrigemOrigem
Diz ainda que a convergência está na
mente das pessoas, porque associamos as
nossas referências com a realidade
Tudo começou com um desafio lançado pelo Vimeo
em 2010 para os fãs de Star Wars refilmarem o filme,
o que causou muitas interações entre as pessoas.
Sua origem vai muito além da tecnologia e
tem maior potência na linguagem digital, a
partir do momento em que há atração e
interação do público.
PRODUÇÕES DE ACORDO COM O INTERESSE DO PÚBLICO
PARA BOMBAREM (ENGAJAMENTO). Isso também pode acontecer mesmo que não haja uma
interação grupal (só o fato de cada pessoa se
movimentar já contribuiu para o acontecimento da
convergência cultural).
EX.:
Cultura: dinâmica e plural,
sem divisões por categorias
Leva-se
em conta
a
interaçã
o do ser
humano
na cultu
ra
A comunicação é
um processo
o ser humano: recria,
cocria e modifica
Narrativas transmidiáticas:narrativas em diferentes meios(infos complementares) -engajamento + discussões= sucesso
Discurso: o que tem sentido
p/ receptor (já se falava no
estruturalismo)