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Aluna: Thályta Pacheco. Professora: Thaynara Fernandes. Curso: Enfermagem. Parasitologia: Atividade da semana 3 e 4 Canvas: Abaixo temos um relato de caso. Vamos estudá-lo respondendo às perguntas que seguem: P. F. A., 17 anos, sexo feminino, foi internada no Hospital Regional de Palmas, com diarreia, febre e dor abdominal. No mês anterior à hospitalização, esteve em consulta na Unidade Básica de Saúde, relatando os mesmos sintomas. A paciente relatou ainda que notou muco nas fezes, que perdeu peso. Nos últimos anos, residiu em uma área de periferia. Ao exame físico, palpava-se hepatomegalia. Os exames laboratoriais apresentaram positivo para as amostras de coproculturas. O exame radiológico de tórax mostrava-se normal. Iniciou-se terapêutica medicamentosa com cloranfenicol, porém, sem melhoria clínica. Ao exame retossigmoidoscopia foi colhido material, sendo identificadas formas císticas. Iniciou-se, então, o tratamento com metronidazol 750mg, três vezes ao dia, durante 10 dias. Durante a terapêutica com metronidazol, a melhoria clínica foi nítida. As dores diminuíram nos primeiros dias de tratamento, o trânsito intestinal normalizou-se e a febre desapareceu. Uma ultrassonografia mostrou o desaparecimento progressivo da lesão e normalização das dimensões hepáticas. Respostas: 1: Amebíase extraintestinal hepática. 2: O ser humano é o hospedeiro definitivo. 3: Entamoeba histolytica 4: O tratamento com Cloranfenicol não foi eficaz, pois inibe a síntese de proteínas nas bactérias. Sendo assim não equivalente a protozoários, porque eles possuem células eucariotas que são células maiores, mais complexas e com carioteca (membrana do núcleo). 5: Para não ser infectado novamente é indicado: · Lavar as mãos sempre que for manipular ou ingerir comida; · Evitar alimentos de procedência duvidosa; · Higienização dos pratos e talheres; · Evitar alimentos crus e se possível retirar a casca de frutas; · Fiscalizar a higiene e beber somente agua tratada.