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A complexidade da vida contemporânea, com as atuais mudanças globalizadas somadas à juntamente com a transição demográfica e difusão de novos hábitos e padrões de comportamento tanto de grupos isolados como a coletividade em geral, alterou as condições e a qualidade de vida da e vem fazendo com que a população altere a cada dia tais hábitos, o que causou mudanças no perfil das doenças e agravos à saúde. Essas mudanças também se refletem na transição epidemiológica brasileira, persistindo, de um lado, as doenças que emergem e/ou reemergem, como as infectocontagiosas, e, de outro, a predominância de condições crônicas, frequentemente referidas como doenças e agravos não transmissíveis. O maior exemplo de evolução epidemiológica no ano de 2020 foi a pandemia global causada pela COVID 19, mudando hábitos, mudando a forma com que politicas publicas para o tratamento de pandemis era utilizado, implementando um plano de ação impar. Algo nunca utilizado e visto pela (OMS) foi empregado em decorrência da pandemia. Hoje encontramos a população mundial enfrentando o novo normal. Nossos modos de tratamento foram alterados, nosso modo de socializar foi revisto, o isolamento e distanciamento social foi e ainda é preciso. O Ministério da Saúde vem desenvolvendo ações, que focam a promoção da saúde e a prevenção no Brasil. A educação em saúde surge como estratégia que promover saúde e prevenção primária e secundária e deve ser uma prática social centrada na problematização do cotidiano, na valorização da experiência dos indivíduos e grupos, tendo como referência a realidade na qual eles estão inseridos.