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1. ESTUDOS DISCIPLINARES VIII 6584-05_SEI_HS_0121_R_20222 
 
2. CONTEÚDO
 
3. Revisar envio do teste: AVALIAÇÃO II
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· 
ESTUDOS DISCIPLINARES VIII (6584-05_SEI_HS_0121_R_20222)
· CONTEÚDO
	Usuário
	juliana.oliveira242 @aluno.unip.br
	Curso
	ESTUDOS DISCIPLINARES VIII
	Teste
	AVALIAÇÃO II
	Iniciado
	01/12/22 09:30
	Enviado
	01/12/22 09:36
	Status
	Completada
	Resultado da tentativa
	10 em 10 pontos  
	Tempo decorrido
	6 minutos
	Resultados exibidos
	Respostas enviadas, Perguntas respondidas incorretamente
· Pergunta 1
1 em 1 pontos
	
	
	
	Ao impor àqueles que a praticam um novo modo de pensar a história a partir da própria construção de seu recorte, e um modo bastante específico de trabalhar sobre as fontes e realidades históricas assim observadas – a História Comparada revela-se oportunidade singular para que se repense a própria história em seus desafios e em seus limites. Devemos registrar que, se de um lado a História Comparada constrói-se criativamente na confluência das duas indagações atrás mencionadas (“o que observar” e “como observar”), daí também se desdobra uma terceira questão não menos relevante:
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	d. 
Como tratar os resultados observados?
	
	
	
· Pergunta 2
1 em 1 pontos
	
	
	
	Leia o texto e responda ao que se pede: “a história da historiografia produzida no Brasil vive sob o signo de um paradoxo: a maioria dos estudos tem como fonte e/ou objeto problemas, autores e/ou obras abordadas em uma perspectiva nacional/local, mas ao mesmo tempo essas fontes/objetos, estão, do ponto de vista de sua historicidade, inseridas em ‘redes’ transnacionais e/ou globais” (SANTOS, Pedro Afonso dos; NICODEMO, Thiago Lima; PEREIRA, Mateus Henrique. Historiografias periféricas em perspectiva global ou transnacional. 2017). Na visão dos autores, tal paradoxo coloca a questão da necessidade de:
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	c. 
Refletir o paradoxo e o problema da inserção de distintas formas de representação do passado.
	
	
	
· Pergunta 3
1 em 1 pontos
	
	
	
	No texto de Maria Ligia Coelho Prado, podemos ler a seguinte passagem que sobre o “influente livro de Gabriel Almond e Sidney Verba, The civic culture: political atitudes and democracy in five nations. Este é um estudo que aplica o conceito de cultura política à democracia e à cidadania, comparando as relações entre as atitudes dos indivíduos e o funcionamento da democracia em cinco países: México, Itália, Alemanha, Grã-Bretanha e Estados Unidos. Os autores se detêm fundamentalmente no conhecimento dos sistemas políticos, nos sentimentos em relação a esses sistemas e no desempenho dos cidadãos como atores políticos. Apoiando-se no paradigma construído, assumem a perspectiva de que a cultura política e as instituições democráticas anglo-saxônicas são superiores e universalmente desejáveis. Desse modo, não surpreende que, em suas conclusões, a cultura política ‘ideal’ seja a dos Estados Unidos e a da Grã-Bretanha. Por outro lado, México, Itália e Alemanha “desviam-se” em graus variados do modelo edificado, sendo colocados em um patamar inferior no que se refere às atitudes frente à democracia e à cidadania”.
A partir do mencionado, podemos afirmar que:
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	c. 
A comparação, portanto, coloca desafios e demanda cautela podendo significar também uma abordagem etnocêntrica.
	
	
	
· Pergunta 4
1 em 1 pontos
	
	
	
	No estudo da história, alguns autores buscam grandes exemplos, outros a colaboração para a construção da história pátria. No entanto, a noção de crise pode ser muito importante para se perceber:
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	d. 
Fissuras e tensões em situações diametralmente opostas com determinações recíprocas entre os movimentos.
	
	
	
· Pergunta 5
1 em 1 pontos
	
	
	
	João Paulo Pimenta, no texto estudado, considera que “De modo mais preciso, tal problema se desdobra em dois: O do conceito de história em sua relação com a modernidade no mundo ibero-americano, entre 1750 e 1850, à luz de uma comparação entre diferentes desenvolvimentos específicos do conceito. O do processo ibero-americano de crise do Antigo Regime e de formação dos Estados nacionais”. Para o autor:
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	b. 
Existem avanços e limites que são trazidos à compreensão, via história de conceitos e história do conceito de história, por uma reflexão ampliada da comparação como método.
	
	
	
· Pergunta 6
1 em 1 pontos
	
	
	
	Henri Pirenne considerava que o confinamento da pesquisa histórica dentro dos espaços estritamente nacionais impedia compreensão da história do próprio país e se traduzia na falta de imparcialidade do historiador, produzindo “preconceitos políticos e de raça”. Podemos afirmar que foi importante para o desenvolvimento de tal perspectiva:
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	b. 
O impacto da violência da Primeira Guerra Mundial.
	
	
	
· Pergunta 7
1 em 1 pontos
	
	
	
	Ao falar dos riscos dos usos de uma História Comparada, José Barros afirma: “estes são alguns dos pequenos riscos e armadilhas que se encontram como que dissimuladamente espalhadas pelos caminhos e trilhas abertos por este fazer histórico, quase que à espera para devorar o historiador incauto que adentra estas mesmas trilhas sem o devido preparo”. Os riscos aos quais ele se refere são:
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	e. 
O anacronismo, a analogia enganadora, a generalização indevida e a indução mal encaminhada.
	
	
	
· Pergunta 8
1 em 1 pontos
	
	
	
	Considerando as perspectivas comparatistas segundo Charles Tilly, a perspectiva Diferenciadora significa:
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	c. 
Submeter os diversos casos que estão sendo examinados a um certo conjunto de variáveis – alguns traços ou questionamentos que são escolhidos para efetuar as comparações – de modo a tirar conclusões sobre os diferenciais de cada caso examinado.
	
	
	
· Pergunta 9
1 em 1 pontos
	
	
	
	Em História Comparada, podemos considerar a necessidade de construção de articulações e isso significa:
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	a. 
A articulação com outras modalidades históricas tais como História Política, História Econômica, História Cultural, História Demográfica e História Regional.
	
	
	
· Pergunta 10
1 em 1 pontos
	
	
	
	Leia o texto de Maria Ligia Coelho Prado e responda ao que se pede.
“Comparar o Brasil com os demais países da América Latina sempre me pareceu um desafio estimulante. Na medida em que a história de cada país latino-americano corre paralelamente às demais, atravessando situações sincrônicas bastante semelhantes – a colonização ibérica, a independência política, a formação dos Estados Nacionais, a preeminência inglesa e depois a norte-americana, para ficar nas temáticas tradicionais – não há, do meu ponto de vista, como escapar às comparações”. Para a autora é correto afirmar que: 
	
	
	
	
		Resposta Selecionada:
	c. 
Em vez de manter os olhos fixos na Europa, é mais eficaz, para o historiador, olhar o Brasil ao lado dos países de colonização espanhola.
	
	
	
Quinta-feira, 1 de Dezembro de 2022 09h36min52s GMT-03:00

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