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Equipe UFForce Aerodesign - #40 Nov/2012 Professor orientador: Diomar Cesar Lobão Capitã: Larissa Maciel da Fonseca Integrantes: Ana Carolina Kruschewsky Camargo Alisson Henri de Souza Ewaldo Meirelles de Oliveira Neto Hugo Portugal Vasconcelos Joao Ercio Miranda Júnior Leonardo Silva de Carvalho Oliveira Leonardo Souza Lima Maria Dulce de Andrade Araújo Patrick Ferreira da Silva Rafael do Carmo Aroucha Ronan Nascimento Nóbrega Tamires Célia Corrêa Carraro Thiago Gomes Leal Ganhadeiro Victor Wallace Florindo do Prado XIV Competição SAE Brasil Aerodesign •Objetivos de projeto •Metodologia •Escolha das configurações iniciais da aeronave •Análise aerodinâmica •Análise de desempenho •Análise Estrutural •Projeto elétrico •Grupo moto-propulsor •Inovações estruturais •Conclusão Cronograma da apresentação •Construir uma aeronave capaz de levantar voo com uma carga pré estabelecida. •Apresentar um relatório de projeto consistente. •Cumprir todas as provas da competição, de forma proveitosa. Objetivos do projeto •Baixo peso vazio •Estável e de fácil pilotagem •Aeronave competitiva •Completar a missão de voo Metodologia •Projeto conceitual Projeto conceitual: Análise de requisitos fornecidos pelo SAE Carga em MDF Restrições geométricas Definição de características básicas Projeto preliminar: Cálculos e desenhos iniciais Carga paga Método iterativo convergente Peso total e decolagem Construção e teste do protótipo (escala 1:2) Trem de pouso: 6 camadas de fibra de vidro (18 g) Compressão uniforme Estrutura: treliçada em palitos de madeira Empenagem: treliçada em palitos de madeira Perfil de CL0 Asa: balsa e longarinas de madeira Baioneta: fibra de carbono Peso total: 1,3 Kg Teste de voo bem sucedido •Monoplano de asa alta retangular •Estrutura treliçada •Empenagem em H •Trem de pouso de modelo triciclo Escolha das configurações iniciais da aeronave Modo de retirada da carga paga: basculamento da cauda •Perfil UFFORCE-2012 •c=0,36 m, b=2,8 m e AR=10,3 •Cálculo de arrasto •Arrasto percentual •Cálculo de estabilidade •Estática •Dinâmica (Tornado) Análise aerodinâmica Melhor relação CLxCD CL alto para CD relativamente baixo Perfil formado a partir de NACA e Selig, com variações 0 20 40 60 80 100 120 140 160 -15 -10 -5 0 5 10 15 CL/CD x α Gráficos de CLxα (acima), Cmxα (abaixo) e CL/CDxα (à esquerda), construídos por dados fornecidos pelo JavaFoil. Arrasto parasita Asa H-tail Arrasto induzido Asa H-tail Trem de pouso: +20% Percentual comparativo de contribuição no arrasto da aeronave cdiw cdow cdoh trem de pouso 0342,01 0 0 e n i perfil Di WD S CS C 098338,0 2 eAR C C LWDiW 0 2 eAR C C LhDih 004265,00 e eDp hD S SC C Estabilidade estática Se deslocada de sua posição de equilíbrio possui tendência de retornar para a condição equilibrada. e Somando cada contribuição (asa, empenagem e fuselagem) CMCG=0,007 - 1,5.α 0 MCGC 00MC Estabilidade direcional estática Cηβ >0 Asa e fuselagem Superfície vertical Cηβ= 0,004 Sb lS KKWfn ff RLn C )1( d d CVC VLVVTVn • Estabilidade dinâmica • Movimento de retorno para a condição equilibrada apresenta amortecimento positivo • Tornado O gráfico traz a curva da polar de arrasto induzido (variação do coeficiente de arrasto em relação ao coeficiente de sustentação. A primeira curva mostra a polar 3D. A segunda, a variação do coeficiente de sustentação em função do ângulo. A terceira, a variação do coeficiente de sustentação em relação ao momento. •Análise de decolagem e peso total •Análise de subida •Análise de descida •Envelope operacional Análise de desempenho A aeronave requer menos de 25 m de pista para decolar O gráfico à direita traz a taxa de subida da aeronave em função da velocidade. Os gráficos abaixo, a relação de potência com velocidade (A) e de tração com velocidade (B). A velocidade máxima, portanto, é de 28,9 m/s. A B O comprimento da pista de pouso foi calculado por simulação, considerando a variação de carga da aeronave, para diferentes altitudes. A aeronave, portanto, necessita de menos de 100 m para o pouso. Representa a capacidade da aeronave se manter em voo reto e nivelado Faixas de velocidade de operação da aeronave max max * 2 n SC W V L max 2 L estol SC W V •Diagrama V-n de manobra •Cargas da asa •Lf(x), V(x), M(x), Dx(x) •Trem de pouso e bequilha •Fuselagem Análise estrutural Diagrama V-n Limitações estruturais da aeronave-> v e fator de carga n Vestol=10,08 m/s e V*=17,09 m/s Vd=36,125 m/s e Vcru=26,01 m/s Asa Distribuição elíptica Asa engastada no meio Principais pontos analisados Centro da asa Final da baioneta Considerando que a distribuição elíptica se torna difícil de integrar nos cálculos dos esforços cortante V(x) e do momento fletor M(x), utilizou-se a hipótese de distribuição triangular para o cálculo destes esforços Momentos de inércia Longarinas Baioneta Tensão máxima aplicada na baioneta A asa suporta a carga aplicada Trem de pouso e bequilha Trem de pouso produzido pela equipe 13 camadas em fibra carbono Bomba de vácuo Se mostrou altamente resistente e leve Fuselagem Forças aplicadas e pontos de apoio Momento torçor De acordo com a figura abaixo, a força máxima atribuída ao sistema é de 40,849 N e o elemento que sofre esta força tem área igual a 1,26.10-5m2. σA=3,3MPa e σadm=750MPa. Como σA< σm, o elemento suportará a carga aplicada. •Diagrama elétrico •Ensaio do diagrama •Seleção dos servos Projeto elétrico Diagrama elétrico Ensaio do diagrama Foram analisados os servos separadamente e em conjunto. A análise isolada permitiu a escolha dos servos para cada setor. A análise conjunta, permitiu analisar seu funcionamento. Seleção dos servos A seleção levou em conta a exigência de cada setor da aeronave. Foi medida a força máxima, o peso e o torque, comparando este último com o fornecido pelo fabricante, àquela voltagem. Foi medida, também, a energia utilizada. •Empenagem •Sanduíche de Depron e madeira balsa •Estrutura para suporte e movimentação da asa •Fibra carbono •Movimentação em torno do CG •Basculamento e travas da cauda Inovações estruturais Empenagem Sanduíche em Depron e balsa dura Estrutura leve e de fácil construção Estrutura resistente a compressão e torção Movimentação da asa Em torno do centro do compartimento de carga ±50 mm Base em fibra carbono Perfis: compensado naval Localização exata do CG da aeronave, com maior facilidade Fixação da asa à estrutura Basculamento da cauda e travas Estrutura treliçadaComo retirar a carga? Bascula em um elemento de fibra de vidro Travas duplas: abertura e fechamento Evitar vibrações Suportar os esforços em voo •Sistema tractor •Escolha da hélice Grupo moto-propulsor Sistema tipo tractor Melhor escoamento Refrigeração do motor CG Escolha da hélice Testes, em bancada, de diversas hélices Melhor escolha: 13”x6” Conclusão