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FACULDADE EDUCACIONAL DA LAPA – FAEL Curso Superior de Tecnologia em Logística Leonardo de Oliveira Silva Prática em Logística Trabalho apresentado para a primeira etapa da disciplina Prática em Logística, sob orientação do Prof. Alcimar Roberto Kowalski. Macaé - RJ 2021 SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO 3 2 DESENVOLVIMENTO 4 2.1 DESCRIÇÃO DA ORGANIZAÇÃO 4 3 ANÁLISE DOS RESULTADOS 5 3.1 GESTÃO DE ESTOQUE 5 3.2 LOGÍSTICA DE TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO 6 3.3 DESCARTE DE RESÍDUOS, REUTILIZAÇÃO DE EMBALAGENS E LOGÍSTICA REVERSA 7 4 PLANO DE AÇÃO 9 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS 12 REFERÊNCIAS..........................................................................................................13 APÊNDICE.................................................................................................................14 1 INTRODUÇÃO A empresa na qual foi realizada a coleta de dados se encontra no ramo de Telecomunicações. A empresa em questão possui uma falta de determinados produtos em seu estoque. No contexto apresentado, as empresas de médio e pequeno porte estão procurando realizar o controle do estoque de maneira correta para evitar situações de aperto financeiro e outros problemas causados. Os procedimentos utilizados durante a observação caracterizam-se como qualitativa e quantitativa no que se refere à aplicação dos métodos e técnicas para posterior análise. Os principais pontos que foram observados no decorrer das visitas foram sobre a gestão de estoque, a logística de transporte e distribuição e descarte de resíduos, entre outros. Para isso, foi necessário realizar visitas na empresa para o recolhimento de dados. Assim, com o intuito de coletar as informações necessárias foi realizada uma entrevista por meio de um roteiro de entrevista semiestruturado respondido pelos responsáveis pela empresa no momento. O roteiro citado pode ser foi disponibilizado no apêndice do presente trabalho. Com o intuito de justificar a escolha da empresa em questão ressalta-se que o ramo de telecomunicações cresce cada vez mais no Brasil, sendo necessário compreender como se dá o processo de logística nessas empresas, principalmente levando em consideração que a interação em plataformas de comunicação proporcionam revoluções no âmbito econômico, educacional e social. Tal interação decorrente do progresso tecnológico possui relação com bens de consumo como a TV, os tablets, e os smartphones (CASTRO; MELO; RODRIGUES, 2012). Tudo isso possibilita que a população tenha acesso a conteúdos diversos e dinâmicos, independente do local onde se encontra. Portanto, verifica-se a relevância da telecomunicação atualmente, visto que é um setor em constante ampliação, exigindo organização por meio de uma logística adequada e funcional. 2 DESENVOLVIMENTO 2.1 DESCRIÇÃO DA ORGANIZAÇÃO Com o intuito de explanar aspectos relevantes sobre a organização na qual a coleta de dados foi realizada, pode-se citar que se trata de uma empresa no setor de Telecomunicações que foi fundada em 2006 visando atender, dar suporte, manutenção e reparação em redes de telecomunicações, fornecendo internet, bem como outros serviços aos seus consumidores. Apesar da empresa em questão contar com um sistema informatizado, ressalta-se que ela possui alguns produtos obsoletos que imobilizam o capital e não acrescentam valor. Além disso, a empresa utiliza algumas ferramentas de gestão de estoque. A organização observada possui em seu estoque cerca de 337 produtos. No que se refere à equipe da organização, foi possível observar que conta com três colaboradores responsáveis pelo departamento de controle e armazenamento, conforme o seguinte organograma: Figura 1- Organograma organizacional Fonte: o autor (2021) A princípio foi possível perceber que a gestão de estoque da organização é algo que demanda muito tempo dos colaboradores responsáveis, além de exigir conhecimento e dedicação dos mesmos. Por fim, considera-se que a gestão eficiente dos materiais armazenados deve estar alinhada com a administração geral do negócio com a finalidade de acelerar as vendas dos itens, fazendo com que os produtos não fiquem sem giro, fomentando cada vez mais a rentabilidade. 3 ANÁLISE DE RESULTADOS 3.1 GESTÃO DE ESTOQUE Por meio da coleta de dados foi possível ter uma visão geral de como os estoques da empresa analisada são geridos, possibilitando que alguns gargalos que estejam ocorrendo sejam observados. Posteriormente será possível sugerir uma proposta de solução por meio no plano de ação. No que se refere à gestão de estoque, a própria empresa não soube dizer certamente se o gerenciamento de estoques está ou não adequado para atender às demandas do mercado. Com relação as informações sobre os estoques, foi possível perceber que a empresa de telecomunicações analisada não utiliza ferramentas para o controle desse setor, tais como Classificação Abc, Ponto de Reposição ou Estoque de Segurança. Isso pode dificultar a identificação e a classificação dos estoques no processo produtivo, sendo um ponto a ser aprimorado posteriormente. Diante disso, ressalta-se que, de acordo com os dados coletados, a empresa apresenta dificuldades no que se refere à falta de produtos e até mesmo perdas significativas. No que se refere às técnicas para controle de estoque, observou-se que a empresa realiza seu controle por meio de um sistema informatizado. Sendo assim, não consideram necessária a utilização de outros métodos para o controle do estoque, tais como planilhas ou controle manual. Por meio do controle no sistema, é possível verificar quais os afazeres principais no momento. Além disso, assim que os materiais chegam ao estoque eles são etiquetados e lançados no sistema, demonstrando um controle relativamente adequado. Apesar disso, a organização em questão não apresenta nenhum método muito claro de gestão ou controle do estoque entre os colaboradores, de maneira que cada um relata uma maneira de realizar tal controle. Além disso, os materiais obsoletos são deixados em um lugar juntamente com os produtos que têm pouca rotatividade. Observa-se, também, que o sistema citado anteriormente avisa apenas quando o material está próximo de acabar, não avisando há quanto tempo determinado produto está em estoque de fato. Tendo isso em vista, a empresa, apesar de possuir um controle de estoque de forma informatizada, não utiliza ferramentas para a gestão. Além disso, a ferramenta de estoque mínimo é utilizada de maneira empírica no planejamento dos pedidos. Dessa forma, uma parte dos dados tem o seu levantamento feito de maneira visual, ocasionando possíveis incertezas em alguns momentos. Considerando que a empresa trabalha com o estoque mínimo, foi possível observar que o sistema não é programado para avisar quando um produto está próximo de acabar. Sendo assim, os estoques mínimos são organizados de acordo com a experiência dos colaboradores a partir da saída dos materiais e do tempo de entrega dos fornecedores, gerando certas incertezas ao analisar apenas por meio do setor de compras. Um possível ponto a ser aprimorado se refere à essa questão citada, visto que a empresa não possui nenhum cálculo feito sobre o estoque mínimo. Por fim, observou-se que, na teoria foi relatado que os materiais são identificadospelo número de serial ou de patrimônio. Entretanto, a maioria dos materiais são armazenados em gôndolas ou prateleiras, não sendo todos identificados. Acredita-se que isso pode ser um desafio para os responsáveis pela distribuição dos produtos, tópico a ser explicado a seguir. Tendo em vista que partes do material são armazenados em lugares diferentes, sugere-se realizar a contagem dos materiais do galpão a cada 3 ou 6 meses com o intuito de garantir um controle de estoque mais eficaz para atender as demandas da empresa. 3.2 LOGÍSTICA DE TRANSPORTE E DISTRIBUIÇÃO Tendo em vista que cada empresa apresenta características distintas no que se refere à logística de transporte e distribuição, ressalta-se a organização retratada aqui opta por utilizar veículos próprios para atender as demandas de distribuição, demonstrando que em relação a isso estão no caminho certo. Contudo, a empresa não possui de forma bem clara e delimitada aspectos relacionados ao controle de frota, roteirização, controle de motoristas e segurança nos equipamentos. No que se refere à gestão da entrada e saída de materiais para a distribuição, foi possível observar alguns pontos que podem ser aprimorados. Não há uma delimitação clara quanto ao controle do que entra e sai do estoque, visto que é realizado por qualquer colaborador que participa do processo de armazenamento e distribuição. Além disso, a empresa possui um lugar denominado “sítio”, compreendido pelos entrevistados como um galpão onde são depositados os materiais de grande porte, tais como postes e bobinas de fibra óptica. Antes da distribuição, observa-se que para o armazenamento de estoque a empresa utiliza carrinhos de carga quando necessário. Quando se trata da distribuição de materiais mais pesados, é utilizado um caminhão com munck para auxiliar no carregamento. Ressalta-se que, tais materiais mais pesados não costumam passar por um controle frequente. Percebe-se, assim, que no estoque da empresa a identificação dos materiais vem sendo feita de forma correta, porém a localização física é feita sem identificação, podendo prejudicar o processo de distribuição. Conciliando o tópico anterior sobre gestão de estoque com o presente tópico sobre transporte e distribuição, afirma-se que: Se a empresa consegue enxugar o estoque de forma desordenada pode sofrer consequências como a falta de insumos, o que acarreta na redução da eficiência global da fábrica. Se acontecer o contrário, a empresa imobiliza capital de giro em estoques, e sofrerá pela falta de recursos no caixa da empresa (MENCHIK, 2010, p.20). Por fim, no que se refere ao acompanhamento das atividades, não foi observado nenhum Indicador de Desempenho Logístico, tais como os KPIs. Apesar disso, a empresa relatou buscar fazer a cada três meses a contagem física do que se têm em estoque e atualizar o inventário sempre que possível. Os produtos excedentes, sucateados ou obsoletos geralmente não são percebidos. A maioria foi retirado do estoque, onde alguns são levados para o sítio e outros descartados, sendo necessário avaliar como isso se dá no próximo tópico. 3.3 DESCARTE DE RESÍDUOS, REUTILIZAÇÃO DE EMBALAGENS E LOGÍSTICA REVERSA No que se refere ao descarte de resíduos na organização, foi possível observar que os materiais não utilizados são descartados simplesmente sendo depositados em um galpão denominado sítio. A empresa justificou que isso ocorre para garantir que os materiais possam ser reutilizados futuramente, caso necessário. Os fabricantes na qual a organização possui contato sobre alguns materiais não disponibilizam outras alternativaspara o descarte de seus próprios materiais. Com isso, verifca-se uma redução nas possibilidades que a empresa possui para descartar os materiais que não servirão mais para uma utilização em outro momento. Foi possível verificar que alguns materiais, tais como caixas, plásticos e embalagens de produtos são encaminhados para a coleta seletiva sempre que possível, sendo o único plano de sustentabilidade relatado pelos colaboradores. Apesar da organização não reutilizar as embalagens de nenhuma forma, percebe-se que as mesmas ao menossão encaminhadas para a coleta seletiva. Infelizmente a empresa não tem implantada a Logística Reversa. Apesar disso, por meio das observações, considera-se que a implementação da Logística Reversa seja viável e possível para a organização em questão. Com isso, será possível impactar de maneira positiva a sociedade, evitando descartes de maneira equivocada, pois “existe uma evidente necessidade em se pensar alternativas que vão desde o consumo mais consciente à adoção crescente da reciclagem” (SIQUEIRA; MARQUES, 2012, p.184). Ademais, a empresa em questão aparentou não compreender aspectos relacionados à Logística Reversa. Apesar disso, acredita-se que ela se enquadre nos principais quesitos para a implementação de uma maior sustentabilidade e de normas de descarte mais eficazes que levem em consideração o meio ambiente e a natureza.Constata-se, portanto, que a empresa possui condições suficientes para que isso ocorra futuramente. O que realmente falta para que a organização dê esse passo para a sustentabilidade é justamente uma maior conscientização sobre o tema. 4 PLANO DE AÇÃO Acredita-se que algumas correções seriam pertinentes para melhorar determinados processos da empresa de telecomunicações que puderam ser observados no recorte de tempo na qual a coleta de dados foi realizada. Com o intuito de apresentar uma síntese dos resultados e propor tais melhorias para a organização, utilizou-se a seguinte tabela: Plano de ação Ramo da organização: Telecomunicações Área analisada Situação atual Melhorias Propostas Estoque Foi possível observar que a empresa analisada não utiliza ferramentas eficazes para controle de estoques, o que dificulta a identificação de produtos localizados nesse setor. Consequentemente, apresentam dificuldades no que se refere à falta de produtos e até mesmo perdas. A empresa alegou que realiza controle do estoque por meio de um sistema informatizado. Contudo, o sistema citado avisa apenas quando o material está próximo de acabar, não avisando há quanto tempo determinado produto está em estoque. Esse fenômeno gera alguns transtornos e sobrecarrega os colaboradores responsáveis pela gestão do estoque. Recomenda-se que a empresa utilize ferramentas tais como Classificação Abc, Ponto de Reposição ou Estoque de Segurança para superar as dificuldades encontradas na gestão de estoque e amenizar as dificuldades enfrentadas pelos colaboradores. Além disso, seria ideal que a empresa aprimorasse o sistema disponibilizado para o controle de estoque, contemplando aspectos relacionados ao tempo de permanência de determinado produto no estoque para evitar o ócio de produtos. Por fim, seria ideal padronizar a gestão no estoque entre todos os colaboradores, deixando claro a função de cada um no processo de controle e organização desse setor. Logística de Transporte e Distribuição A empresa não utiliza nenhum Indicador de Desempenho Logístico, tais como os KPIs para acompanhamento das atividades de distribuição. Com isso, não apresenta de forma bem clara e delimitada aspectos relacionados ao controle de frota, roteirização, controle de motoristas e segurança nos equipamentos. Acredita-se que a utilização de Indicadores de Desempenho Logístico pode contribuir na identificação dos pontos fracos e fortes relacionados ao processo de distribuição e recebimento dos materiais. Ademais, seria benéfico que a empresa se atentasse ao controle de frota para otimizar o tempo da oferta de serviço, bem como garantir uma segurança mais adequada dos produtos que estão sendo transportados com o intuito de evitar possíveis prejuízos. Descarte de resíduos Foi possível verificar que os materiais que não são mais utilizados geralmente são descartados simplesmente em um galpão para que talvez possam ser utilizados posteriormente. Os fabricantes na qual a organização garante algunsmateriais não disponibilizam outras alternativas para o descarte. Outro ponto a ser considerado é que a organização não reutiliza as embalagens de nenhuma forma, mas relatou que costuma encaminhar alguns materiais para a coleta seletiva sempre que possível. Acredita-se que a implementação da Logística Reversa seja viável e possível para a organização lidar melhor com as questões de descarte. Por meio da implementação da Logística Reversa será possível impactar de maneira positiva a sociedade, evitando descartes de maneira equivocada. A empresa se enquadra nos principais quesitos para a implementação de uma maior sustentabilidade e de normas de descarte mais eficazes que levem em consideração o meio ambiente e a natureza. Além disso, a empresa possui condições suficientes para que isso ocorra futuramente. Sugere-se também, que seja realizado oficinas a respeito do tema para que os gestores e colaboradores se conscientizem sobre a importância da sustentabilidade no ambiente organizacional. Fonte: o autor (2021). 5 CONSIDERAÇÕES FINAIS Tendo em vista tudo o que foi possível observar até aqui, considera-se que a experiência foi válida por demonstrar como se dá na prática determinados processos relacionados à gestão de estoque; logística de transporte e distribuição e, por fim, descarte de resíduos. A experiência como um todo foi gratificante, principalmente por se dar em uma organização do ramo de telecomunicaçõesque atualmente cresce cada vez mais. Acredita-se que, por meio da pesquisa de campo realizada foi possível desenvolver competências que são desejáveis na formação de um estudante do curso de logística, ampliando a compreensão sobre aspectos relacionados ao contexto organizacional que passa por constantes transformações. Além disso, interagir com os colaboradores foi muito rico para entender a visão de cada um sobre o tema. Alguns conhecimentos já haviam sido adquiridos no decorrer das disciplinas do curso, outros foram possíveis de serem percebidos apenas em contato com a pratíca. Apesar dos desafios em visitar a empresa, entrevistas os colaboradores e observar com muita perspicácia todos os processos citados no presente trabalho, considera-se que no final tudo saiu como planejado. Ademais, constata-se que inda há muito o que pesquisar sobre o tema, sendo necessário maiores estudos em logística que confirmem todos os achados, possibilitando que as organizações se desenvolvam cada vez mais. REFERÊNCIAS CASTRO, Daniel Organizador; MELO, José Marques de Organizador; RODRIGUES, João Cláudio Garcia. Panorama da comunicação e das telecomunicações no Brasil: 2011/2012: v. 4 tendências. Repositório IPEA, 2012. Disponível em: <http://repositorio.ipea.gov.br/handle/11058/3198>. Acesso em: 30 de mar. de 2021. MENCHIK, Carlos Roberto. Gestão estratégica de transportes e distribuição. Curitiba: IESDE Brasil S. A., 2010. SIQUEIRA, Valdilene S.; MARQUES, Denise Helena França. Gestão e descarte de resíduos eletrônicos em Belo Horizonte: algumas considerações. Caminhos de geografia, v. 13, n. 43, 2012. Disponível em: <http://www.seer.ufu.br/index.php/caminhosdegeografia/article/view/16704>. Acesso em: 25 de abril de 2021. APÊNDICE Apêndice 1 – Roteiro para entrevista 1. Quais os materiais mantidos no estoque? 2. Quais as técnicas utilizadas para controle de estoque? 3. Possui algum sistema para este controle ou é manual o processo? 4. Trabalham com estoque de segurança? 5. Como é feita a reposição? 6. Qual o prazo médio de estocagem dos produtos? 7. Quais as principais dificuldades enfrentadas no gerenciamento do estoque? 8. Quem são os responsáveis pelo estoque? 9. Existe algum procedimento de identificação de produtos obsoletos, deteriorados ou com pouca movimentação? 10. Os procedimentos atuais garantem o controle de todas as saídas e entradas do estoque? 11. Existe algum setor separado que é utilizado para armazenagem? 12. Caso tenha, qual o tipo de estrutura utilizada para armazenagem? 13. Trabalham com algum material que precisa de um armazenamento especial? 14. É utilizado pela empresa algum tipo de equipamento de movimentação? 15. Como é feita a identificação dos materiais estocados? 16. Como é feito o controle de localização física dos materiais? 17. Existe algum Inventário Físico? Como funciona? 18. Como funciona o tempo de reposição dos materiais? Tem algum controle? 19. Existem perdas por métodos inadequados de armazenagem ou de controle dos materiais? 20. Como são as etapas do processo de armazenamento, desde a chegada até a saída? 21. É feito algum processo de contagem física do estoque todo? Qual a frequência? 22. Os funcionários que trabalham no estoque e no inventário são devidamente instruídos e supervisionados? 14