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Parasitologia Filaríase ou Filariose wuchereria bancrofti Classificação Reino: Animália Filo: Nematoda Classe: Secernentea Ordem: Spirurida Família: Onchocerca Gênero: Wuchereria Espécie: Wuchereria bancrofti Morfologia Macho (3,5 a 4 cm); Extremidade Posterior Enrolada. .Fêmea (7 a 10 cm); Órgãos Genitais Duplos (Exceto: vagina) . Corpo Branco e leitoso. *Microfilaria ou Embrião Possuem uma membrana extremamente fina e que funciona como uma bainha flexível (250 à 300 mm) Na Filariose existe 3 tipos de grupos: Filariose Linfática Filariose Subcutânea Filariose da Cavidade Serosa Filariose Linfática Agentes Infecciosos : Wuchereria bancrofti Brugia malayi Brugia timori Wuchereria bancrofti Brugia malayi Brugia timori Elefantíase* nome popular mais conhecido: Filariose Subcutânea Agentes Infecciosos: Loa loa ( “larva do olho”) Onchocerca volvulus Dracunculus medinenses ( “verme de guiné”) Loa loa Onchocerca volvulus Dracunculus medinenses 8 Loaíase “Larva do olho” Oncocercose “Larva do Olho” “Pele de Leopardo” Dracucunlíase “Verme de Guiné” Filariose da cavidade Serosa Agentes Infecciosos: Mansonella perstans Mansonella ozzardi Mansonella perstans Mansonella ozzardi Habitat Vasos e gânglios linfáticos humanos As regiões que normalmente albergam as formas adultas são: Pélvica (escroto e pernas) Mamas e braços (mais raramente) Tecidos Subcutâneos e cavidades peritoneal. * As microfilárias eliminadas pela fêmea saem do sistema linfático e caem no sangue Epidemiologia Doença com o maior índice nas regiões marcadas ,países como : Brasil, Venezuela e Colômbia na América do Sul, Basicamente toda região africana e algumas regiões da Ásia. No Brasil: Em Recife e regiões: Ciclo Biológico Heteróxenos Patogenia Pacientes assintomáticos; Pacientes com elefantíase ou outras manifestações crônicas. Lesões inflamatórias ou não: . Ação mecânica . Ação Irritativa Mosquito Culex quinquefasciatus Sintomatologia Adenite: inflamação de gânglios/formação de granuloma/calcificação ; Linfagite: inflamação de vasos linfáticos ; Linfedema: inchaço resultante do mal funcionamento do sistema linfático (pernas, braços, seios e genitália) ; Quilúria: linfa na urina (presença de quilomicrons) ; Infecções secundárias: Staphylococcus; Inflamação, fibrose, edema, infecções secundárias: elefantíase ; W. brancrofti: hidrocele, quilocele ; Pneumopatia eosinófila (rara): ↑ eosinofilia e ↑[IgE]. Febre Mal estar e Náusea Calafrio Inchaço dos Gânglios Linfáticos Vermelhidão dos Vasos Linfáticos Sensibilidade Dolorosa Transmissão A Filariose é uma doença causada por parasitas conhecidos como vermes nematóides (as filárias). O parasita causador desta doença é o Wuchereria bancrofti. Este tipo de microrganismo tem como vetor o mosquito Culex quinquefasciatus, popularmente conhecido como pernilongo ou muriçoca. Profilaxia Medidas higiênicas ; Combate ao mosquito transmissor da doença; Medicamentos de acordo com as manifestações resultante das infecções causadas por vermes adultos com prescrição medica; Cirurgia reparadora em caso de elefantíase Tratamento Medicamentoso O tratamento é feito com o medicamento Dietilcarbamazina, que combate o verme Wuchereria bancrofti, causador da doença. ... Casos mais avançados de Filariose linfática não têm cura, mas o tratamento é necessário para interromper a ação dos vermes e evitar que o inchaço e as deformações aumentem. Tratamento fisioterapêutico O Linfedema causado deve ter um tratamento o mais precoce possível Terapia Física Complexa - Drenagem Linfática - Cuidados com a pele - Elastocompressão - Exercícios Miolinfocinéticos Outros tratamentos fisioterapêutico Linfodema Grau I Orientações com cuidados profiláticos com a pele; Cinesioterapia Especifica Automassagem Linfedema Grau (2,3 E 4) Combinação de todos os recursos 1 fase: Linfodrenagem Manual Enfeixamento compressivo Manual Automassagem e cinesioterapia 2 fase: Conscientização e orientação do paciente com o tratamento Focar no uso contínuo da contenção elástica Cuidados com a pele,exercícios físicos E automassagem. Referências https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/3048206/mod_resource/content/1/Filariose.pdf https://www.google.com/search?biw=1280&bih=583&tbm=isch&sa=1&ei=BMbhXInIFJuw5OUP79yPwAc&q=patogenia+filariose&oq=patogenia+filariose&gs_l=img.3..0i24.4191.6613..6814...0.0..0.260.1330.0j2j4......1....1..gws-wiz-img.......0.6isHRuyc5OA#imgrc=0Gq__P0zsX8i2M: https://www.google.com/search?q=mapa+do+mundo+com+os+paises&tbm=isch&source=iu&ictx=1&fir=o23Zvqeq-9UnrM%253A%252C9ih1HqyZKNsGdM%252C_&vet=1&usg=AI4_-kSAu_fcRipZye2ofzDmr9d15J7rQg&sa=X&ved=2ahUKEwiB_ZWhq6jiAhUjF7kGHVGGB3IQ9QEwAXoECAcQBg#imgdii=2pEMC3CCKvCN6M:&imgrc=o23Zvqeq-9UnrM:&vet=1 https://pt.slideshare.net/efersonbrasil/filariose http://www.ceut.com.br/observatorio/edicao%2003.pdf Universidade São Miguel Docente :Anna Kelly Lima Pontes Discente: Andresa Rosa Carolaine Braz Debora Rocha Myllena Albuquerque Renata Campelo Disciplina: Parasitologia Curso: Bacharel em Fisioterapia - 2º Período