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Parada cardiorrespiratória intra hospitalar 
Causas: doenças coronarianas, taquicardia ventricular (TV), IAM, cardiopatia dilatada e HAS
PCR: ausência de DC e sem respiração, porém com atividade encefálica – pode acontecer devido uma PC par PR decorrente de uma diminuição da a circulação, ou uma PR para uma PC devido uma hipoxia.
RCP: Medidas terapêuticas que visam a recuperação das funções cardiorrespiratórias 
Pulso
Deve ser chegado no pulso carotídeo por no máximo 10 segundos 
Compressões
Frequência mínima de 100 a 120 por minuto, com profundidade de 5 cm e 1/3 do diâmetro anteroposterior do tórax em RN e crianças (chega de 4m cm em RN e 5 cm nas crianças).
Deve ter o retorno total do tórax após cada compressão, deve ter 30:2 compressão-ventilação
Ritmos cardíacos
Chocáveis:
Fibrilação ventricular (FV): patologia na qual o ventrículo não contrai de forma eficaz, resultando em um DC ineficaz, ritmo irregular e de forma acelerado, ocasionado pelo mecanismo e reentrada. A eletrocardiografia da fibrilação ventricular mostra um ritmo completamente assíncrono, caótico e irregular. Não discernimos onda P, segmento ST, onda T e nem mesmo complexos QRS organizados. Pode se apresentar, com relação à amplitude das ondas, num padrão de traçado “fino”, “intermediário” ou “grosso”.
Taquicardia ventricular (TV): Caracteriza-se pela ocorrência de extrassístoles ventriculares, corre mais de 3 batimentos ventriculares consecutivos com uma frequência maior que 12 bpm, causando consequências hemodinâmicas ao paciente. Ocorre a contração ventricular tão rápida que não há tempo para o coração reabastecer, resultado em um pulso indetectável, não sendo suficiente o fluxo 
Principais causa: doenças de chagas e doenças coronarianas, lesão no miocárdio 
TV e FV: melhor prognostico do que AESP e assistolia 
Não chocáveis:
Atividade elétrica sem pulso (AESP): é quando o complexo QRS não produzem resposta de contração miocárdica suficiente e detectável. Possui um ritmo organizado no monitor, mas não existe acoplamento do ritmo com pulsação efetiva (com DC). 
O foco é descobrir a etiologia da PCR, a hipovolemia e hipoxia são as causas mais comum. 
Assistolia: ausência total de qualquer ritmo. A principal causa é hipoxia, que justifica a oferta de oxigenação e ventilação efetiva como prioritárias 
É feito o protocolo cagada:
CA: verificar os cabos
GA: aumentar ganho
DA: Verificar derivação
Desfibrilação
Deve ser aplicada em ritmos chocáveis 
A ordem de evolução: TV sem pulso – FV grosseira /fina – AESP- Assistolia- óbito 
Tipos Bifásico: 120 a 220j – Monofásico: 360j. O bifásico mostra-se ser mais eficaz 
Acesso venoso
Em caso de ritmos chocáveis perde prioridade para o choque. A administração deve ser em bolus, e seguido de 20 ml de SF e elevação do membro. 
Os medicamentos VANEL (atropina, naloxona, epinefrina, lidocaína e vasopressina) podem ser administrados via endotraqueal – deve ser usado quando a vias IV ou IO não estiverem disponíveis 
 
Arritmias
ECG: Responsável pelo registro da atividade elétrica cardíaca (variação do potencial elétrico) 
P: ocorre na despolarização (ativação/contração)
Segmento PR: é a passagem pelo nó atrioventricular, ocorre um atraso fisiológico deverá ter de no máximo 5 quadradinhos 
QRS: Despolarização dos ventrículos, o normal é ter um espaço de 3 quadradinhos (dos pequenos). Quando é menor que 0,12 é chamado de QRS estreito e quando é maior ou igual é chamado de QRS largo 
T: repolarização elétrica (onda de recuperação)
Obs: A variação DII é a derivação mais usada, devido ser mais longa 
Obs 2: o que gera pulso é a sístole ventricular 
Nó sinusal: responsável pela produção do impulso elétrico, gerando contração das fibras musculares 
Nó atrioventricular: conduzir de forma lenta o impulso. Também pode manter por algumas horas como um marca-passo caso o nó sinusal falhe
Fibras de purkinge: na ausência do nó sinusal e nó atrioventricular, ele assume o papel, mas não existe uma sincronia – o que leva a uma fibrilação ventricular 
Frequência cardíaca
Para saber o valor pelo ECG, conta-se 15 quadradinhos (equivalentes a 3 segundos) e conta quantas sístoles tem nesse intervalo (QRS) e multiplica por 20 
Para saber se um ritmo é regular, é para verificar se os espaços entre as contrações são o mesmo 
Adenosina
Causa uma bradicardia que resulta em uma “parada” para volta do ritmo voltar e pode ser possível encontrar a onda P. 
No seu mecanismo de ação, possui capacidade de hiperpolarização dos tecidos atriais, diminuindo a fase de diastólica das células do nó sinoatrial 
Tratar a taquicardia supra-ventricular (QRS estreito).  Funciona diminuindo a condução eléctrica do coração, diminuindo o ritmo cardíaco, ou para o normalizar.
Ritmos
São classificados conforme a origem, causas: ritmo anormal, mudança do local de estímulos e bloqueio (devido isquemia, compressão)
Sinusais: ritmo normal, 60 a 100 bpm 
Bradicardia sinusal: menor de 60 
Taquicardia sinusal: acima de 100 
Atriais 
Flutter atrial
Fibrilação atrial 
A câmaras superiores do átrio não batem de forma sincroniza com os ventrículos. Quando miocitos atriais estão com alterações suas propriedades elétricas podem se alterar e da origem a novos caminhos elétricos através do miocárdio atrial, surge pequenos circuitos de reentradas (movimentos circulares), fazendo com que o miocárdio perca sua contração rítmica 
Ritmo acelerado e que provoca má circulação
Ausência de Onda P, QRS é estreito, existe presença de fibrilação (onda f pequena)
Taquicardia atrioventricular 
Instável ou estável

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