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RA����OG��/ LA����TÓRI�/ SO� IV/ IS����LA AF���� Diagn�stic� po� image�: Vesícul� bilia� Colelitíase -A radiografia convencional não é um bom método para o diagnóstico. -A ultrassonografia é o método de escolha para detecção de cálculos na vesícula biliar USG .Os achados característicos são de imagens hiperecogênicas com sombra acústica posterior, móveis com a mudança de posição do paciente RA����OG��/ LA����TÓRI�/ SO� IV/ IS����LA AF���� -85% dos cálculos biliares são de colesterol ( dislipidemia, obesidade, Dm) - Cálculos de bilirrubinato de cálcio e sais de cálcio inorgânicos> pigmentados, pretos, pequenos e duros ( doença hepática alcoólica, hemólise crônica e idade avançada) - cálculos por bilirrubinato e ácidos graxos: pigmentos marrons, amolecidos e engordurados ( processos infecciosos, inflamações e parasitoses) - o diagnóstico de coledocolitíase, a ultrassonografia apresenta sensibilidade variável, sendo a CPRE (colangiopancreatografia retrógrada endoscópica) e a colangio-RM (colangiorressonância) os métodos geralmente utilizados nesses casos. Colecistites -causa mais comum de dor no hipocôndrio direito -A maioria é causada pela presença de cálculo obstrutivo no infundíbulo ou no ducto cístico, que acarreta distensão da vesícula biliar, seguido de inflamação/infecção. -A ultrassonografia é a principal modalidade de imagem utilizada para o diagnóstico, com alta sensibilidade e especificidade na detecção de cálculos e dilatação das vias biliares. Cálculo > impacta o infundíbulo> dificulta o esvaziamento> aumenta pressão intraluminal> compromete o fluxo sanguíneo e linfático> isquemia e necrose da mucosa> irritação química pela bile Achados: -cálculo no infundíbulo, espessamento/ delaminação das paredes (>3mm) e aumento volumétrico -O sinal de Murphy ultrassonográfico é um dos sinais mais específicos de colecistite aguda e consiste na compressão dolorosa sobre a vesícula biliar pela sonda do aparelho. RA����OG��/ LA����TÓRI�/ SO� IV/ IS����LA AF���� -Outros achados são: aumento das dimensões da vesícula biliar, espessamento parietal difuso, líquido perivesicular e presença de cálculos TC DE ABDOME - pode ser muito útil na avaliação das eventuais complicações da colecistite aguda ou quando os achados da ultrassonografia forem duvidosos. Achados: aumento da ecogenicidade perivesicular; cálculo de densidade aumentada ou nao; abaulamento da parede abdominal anterior ( sinal do fundo da vesícula “tenso”), espessamento das paredes; adensamento de planos adiposos adjacentes Colecistite Alitiásica -a colecistite aguda pode ocorrer na ausência de obstrução do ducto cístico. - Pode estar associada a processos autoimunes, toxinas circulantes ou substâncias vasoconstritoras, acometendo pacientes hospitalizados crônicos, em unidades de terapia intensiva, politraumatizados, sépticos, em pós-operatório e idosos. - 10% dos casos colecistite aguda - causada por estase de bile hiperconcentrada ( jejum prolongado, anestesia, desidratação e imobilização do paciente) A vesícula em porcelana - uma variante incomum da colecistite crônica -predomina no sexo feminino (5:1) RA����OG��/ LA����TÓRI�/ SO� IV/ IS����LA AF���� - caracteriza pela calcificação ( mural) das paredes da vesícula biliar, que pode ser parcial ou total, quase sempre associada à colelitíase - associado ao câncer - presença de imagem hiperecoica (branco) na periferia da vesicula, com sombra acustica . Alterações do colédoco Na TC de abdome: -se for idoso, o calibre tende ser maior, então, a partir de 50 anos> a cada década> aumenta 1mm de tolerancia. ex: Paciente de 80 anos, aceita-se o limite até 9mm. NA USG Sinal do “ duplo cano” -indica obstrução do colédoco> dilatação do coledoco. - USG tem baixa sensibilidade para detectar cálculo, devido à porção distal é retroperitoneal. - utilizada para visualizar sinais secundários, como este sinal > veia porta e colédoco dilatado RA����OG��/ LA����TÓRI�/ SO� IV/ IS����LA AF���� Lama biliar/ bile espessa - formada por bilirrubinato de cálcio cristais de colesterol - ecogênica, desloca com a mudança de decúbito, sem sombra acústica posterior - ecos de baixa amplitude, formando camada homogênea depositada nas paredes - acomete: gestantes, colecistite crônica, nutrição parenteral, hiperalimentação, PO de bariátrica, DM. REFERÊNCIAS: CERRI, Giovanni G.; LEITE, Claudia da C.; ROCHA, Manoel de S. Tratado de Radiologia, Volume 2: Pulmões, Coração e Vasos, Gastrointestinal, Uroginecologia. [Digite o Local da Editora]: Editora Manole, 2017. E-book. ISBN 9788520453940. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520453940/. Acesso em: 21 mar. 2023. JUNIOR, Carlos Fernando de M. Radiologia Básica. [Digite o Local da Editora]: Thieme Brazil, 2016. E-book. ISBN 9788567661469. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788567661469/. Acesso em: 22 mar. 2023. SZEJNFELD, Jacob; ABDALA, Nitamar; AJZEN, Sergio. Diagnóstico por Imagem. [Digite o Local da Editora]: Editora Manole, 2016. E-book. ISBN 9788520447239. Disponível em: https://integrada.minhabiblioteca.com.br/#/books/9788520447239/. Acesso em: 22 mar. 2023. USP, Universidade de São Paulo. e-Aulas: Portal de videoaulas. Diagnóstico por imagem da vesícula biliar. Disponível em: https://eaulas.usp.br/portal/video.action?idItem=5064 Acesso em: 21 de Mar. de 2023 https://eaulas.usp.br/portal/video.action?idItem=5064