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Profa. Dra. Raquel Zunta UNIDADE IV Prática Clínica no Processo de Cuidar da Saúde da Mulher, Criança e Adolescente O refluxo gastroesofágico (RGE) é definido como o retorno do conteúdo gástrico ao esôfago, com ou sem exteriorização. No decorrer do primeiro ano de vida, é considerado um processo fisiológico caracterizado por regurgitações e vômitos em bebês saudáveis. Tais manifestações podem ocorrer várias vezes ao dia, especialmente após a alimentação. Normalmente, o RGE fisiológico resolve-se de forma espontânea... O cuidado da criança hospitalizada e de sua família: doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) e pneumonia Cabe destacar a importância de distinguir DRGE do refluxo gastresofágico fisiológico na prática clínica, uma vez que o subdiagnóstico pode colocar a criança em risco devido à gravidade das complicações... A fisiopatologia da DRGE é multifatorial e complexa. No primeiro ano de vida, está associada à imaturidade dos mecanismos de defesa que protegem o esôfago. Esses mecanismos são: fatores que levam à resistência da mucosa esofágica, barreira antirrefluxo, depuração esofágica. O cuidado da criança hospitalizada e de sua família: doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) e pneumonia Fonte: https://www.unimed.coop.br/web/pirassununga/viver-bem/saude-em- pauta/refluxo-como-evitar-o-desconforto Esfíncter Fechado Esfíncter Aberto A barreira antirrefluxo é formada pelas estruturas que compõem a junção gastroesofágica: o esfíncter esofágico inferior (EEI), o diafragma crural, o ligamento frenoesofágico e o ângulo de His. O EEI e o diafragma crural são fixados pelo ligamento frenoesofágico e constituem os componentes intrínsecos e extrínsecos da barreira antirrefluxo, respectivamente. Eles limitam a frequência e intensidade do retorno do conteúdo gástrico ao esôfago. Em recém-nascidos e lactentes, a hipotonia e o relaxamento transitório inapropriado do EEI são os principais fatores causais do RGE. O cuidado da criança hospitalizada e de sua família: doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) e pneumonia Fonte: http://www.repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/35675/3/2018_dis_jvferreira.pdf EEI LIGAMENTO FRENOESOFÁGICO ÂNGULO DE HIS DIAFRAGMA CRUCIAL O material refluído, além de secreção gástrica, pode conter uma mistura de secreções biliares e pancreáticas provenientes do duodeno. Isto determina seu pH e o potencial de causar lesão à mucosa esofágica, especialmente quando enzimas proteolíticas estão presentes. Crianças com comprometimento neurológico, patologias esofágicas congênitas, hérnia de hiato, obesidade, prematuridade e história familiar apresentam condições que predispõem. As manifestações clínicas da DRGE na infância são bastante diversificadas e as crianças podem ser praticamente assintomáticas ou apresentar quadro complexo com sintomatologia vigorosa. As manifestações clínicas variam com a idade da criança. O cuidado da criança hospitalizada e de sua família: doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) e pneumonia Principais manifestações clínicas. Regurgitar é diferente de vomitar. Ambos comprometem o ganho de peso. O cuidado da criança hospitalizada e de sua família: doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) e pneumonia Fonte: Livro-texto. Sintomas em lactentes Sintomas em pré- escolares e escolares Salivação e regurgitação Azia Vômitos Dor abdominal Crescimento insuficiente Dor no peito Problemas respiratórios Tosse crônica Hematêmese Disfagia Apneia Asma noturna Choro excessivo, irritabilidade Pneumonia recorrente Arqueamento das costas com extensão do pescoço Os problemas respiratórios frequentemente associados à DRGE são: otite média, sinusite, laringite e as pneumonias. Observam-se tosse, respiração ofegante e ruidosa, estridor, engasgos, asfixia e apneia. Em algumas crianças, o broncoespasmo pode ser a única manifestação de DRGE. O cuidado da criança hospitalizada e de sua família: doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) e pneumonia O refluxo gastroesofágico (RGE) é definido como o retorno do conteúdo gástrico ao esôfago, com ou sem exteriorização. Em relação a este assunto, assinale a alternativa incorreta: a) No decorrer do primeiro ano de vida, é considerado um processo fisiológico. b) É caracterizado por regurgitações e vômitos em bebês saudáveis. c) Regurgitações e vômitos podem ocorrer várias vezes ao dia. d) Regurgitações e vômitos não ocorrem após a alimentação. e) Normalmente, o RGE fisiológico resolve-se de forma espontânea. Interatividade O refluxo gastroesofágico (RGE) é definido como o retorno do conteúdo gástrico ao esôfago, com ou sem exteriorização. Em relação a este assunto, assinale a alternativa incorreta: a) No decorrer do primeiro ano de vida, é considerado um processo fisiológico. b) É caracterizado por regurgitações e vômitos em bebês saudáveis. c) Regurgitações e vômitos podem ocorrer várias vezes ao dia. d) Regurgitações e vômitos não ocorrem após a alimentação. e) Normalmente, o RGE fisiológico resolve-se de forma espontânea. Resposta As principais complicações da DRGE são: Esofagite: presença de lesões na mucosa esofágica causadas pelo refluxo. Estenose esofágica: constrição persistente do lúmen esofágico causada por edema e fibrose. Esôfago de Barret: metaplasia na qual o epitélio escamoso normal do esôfago inferior é substituído por epitélio colunar. Laringite. Pneumonias recorrentes. Anemia. O cuidado da criança hospitalizada e de sua família: doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) e pneumonia O diagnóstico da DRGE deve começar pela história clínica e exame físico. Quando a família relata que o bebê apresenta regurgitações frequentes, sem outras queixas, e não há alterações associadas, a hipótese é RGE fisiológico. O cuidado da criança hospitalizada e de sua família: doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) e pneumonia As medidas terapêuticas para a DRGE incluem: Tratamento não medicamentoso: mudanças nos hábitos de vida e na alimentação com frequência, volume e espessamento da alimentação. Tratamento medicamentoso: aumenta o tônus do EEI, melhora a depuração esofágica e promove o esvaziamento gástrico, é indicado. Tratamento cirúrgico: para complicações graves, ou quando não responde ao tratamento farmacológico. A fundoplicatura de Nissen é o procedimento cirúrgico mais frequentemente realizado. O cuidado da criança hospitalizada e de sua família: doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) e pneumonia Fonte: https://herniacenter.com.br/hernia-hiatal-e-refluxo Nos diversos níveis de atenção, o enfermeiro deve direcionar seus cuidados na identificação de crianças com sintomas sugestivos de RGE e encaminhar para avaliação especializada. Cuidados de enfermagem: orientação da família para os cuidados domiciliares da criança com DRGE. os pais precisam de informações seguras sobre a doença e terapêutica e o enfermeiro deve disponibilizar tempo e escuta atenta às dúvidas que surgirem. O cuidado da criança hospitalizada e de sua família: doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) e pneumonia É importante conversar com os pais sobre o posicionamento do bebê. Embora existam evidências de que a posição prona é a postura mais eficiente na redução de episódios de refluxo, está associada à síndrome da morte súbita na infância. A posição supina é recomendada, a cabeceira da cama ou berço deve ser elevada a 30º. Evitar cobertores e objetos macios. Em relação à alimentação, o aleitamento materno deve ser mantido. A mãe que amamenta é aconselhada a evitar o consumo de substâncias que exacerbam o refluxo gástrico, como tomates, alimentos fritos e cafeína. O cuidado da criança hospitalizada e de sua família: doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) e pneumonia ...desmame, o bebê poderá receber fórmulas antirrefluxo ou espessamento da alimentação comcereal, pois diminuem os episódios de vômito e regurgitações. O orifício do bico da mamadeira deve ser aumentado para facilitar a sucção. Após a alimentação, manter o bebê sentado em assento infantil apropriado por pelo menos uma hora ou em berço com cabeceira elevada a 30º. Famílias com pré-escolares e crianças maiores são aconselhadas para aumentar a frequência das refeições. Alimentos gordurosos devem ser evitados, pois tornam mais lento o esvaziamento gástrico. O cuidado da criança hospitalizada e de sua família: doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) e pneumonia Em decorrência das complicações, crianças com DRGE frequentemente são hospitalizadas em unidades pediátricas, especialmente por sintomas respiratórios associados à pneumonia por aspiração de conteúdo gástrico. Em todo o mundo, as infecções respiratórias Agudas (IRAs) são a principal causa de morbidade em crianças. Estima-se que crianças tenham entre de 4 a 6 IRAs por ano e somente 2-3% dos casos evoluem para pneumonia (principal causa de morte por IRAs). A população infantil é notadamente vulnerável às IRAs devido à imaturidade de seu sistema imunológico e ao tamanho das estruturas anatômicas que compõem o trato respiratório. Estas, por serem mais curtas, colaboram com migração rápida de patógenos para as vias inferiores. O cuidado da criança hospitalizada e de sua família: doença do refluxo gastroesofágico (DRGE) e pneumonia Afetam de forma singular todos os membros da família, especialmente quando a pessoa diretamente envolvida é uma criança. As reações das crianças à hospitalização são influenciadas pela idade de desenvolvimento, experiências prévias, capacidade inata de enfrentamento, gravidade da doença e sistemas de suporte. A ansiedade de separação é o maior estresse imposto pela hospitalização. O impacto da doença e hospitalização para a criança e sua família As medidas terapêuticas para a Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) incluem: Assinale a alternativa incorreta: a) Tratamento não medicamentoso, como mudanças nos hábitos de vida. b) Tratamento não medicamentoso, como espessamento da alimentação. c) Tratamento medicamentoso que aumenta o tônus do esfíncter esofágico interior e melhora a depuração esofágica. d) Tratamento medicamentoso que promove o esvaziamento gástrico. e) Tratamento cirúrgico não é indicado neste tipo de tratamento, apenas o farmacológico. Interatividade As medidas terapêuticas para a Doença do Refluxo Gastroesofágico (DRGE) incluem: Assinale a alternativa incorreta: a) Tratamento não medicamentoso, como mudanças nos hábitos de vida. b) Tratamento não medicamentoso, como espessamento da alimentação. c) Tratamento medicamentoso que aumenta o tônus do esfíncter esofágico interior e melhora a depuração esofágica. d) Tratamento medicamentoso que promove o esvaziamento gástrico. e) Tratamento cirúrgico não é indicado neste tipo de tratamento, apenas o farmacológico. Resposta Medidas recomendadas para favorecer a adaptação da criança e adolescente no hospital O impacto da doença e hospitalização para a criança e sua família Fonte: Livro-texto Grupo etário Medidas recomendadas Lactente Atender às necessidades de alimentação, higiene, eliminação, sono, estimulação e afeto, seguindo a rotina familiar sempre que possível. Manter bom relacionamento com os pais. Evitar rodízio da equipe de enfermagem no cuidado com as crianças. Abraçar, conversar, segurar as crianças de forma afetiva, incentivando a estimulação sensorial. Incentivar a permanência de objetos transicionais com a criança, como chupetas, paninhos e outros objetos preferidos. Ensinar os pais a se despedirem das crianças. Encorajar os pais a estar presentes nos procedimentos. Envolver os pais no cuidado do filho, estimulando-os a participar dos cuidados prestados à criança. Empregar todos os meios para dar segurança e conforto quando a criança for submetida a um procedimento doloroso: ficar algum tempo com o bebê antes de realizar o procedimento e falar o que vai ser feito com voz firme e agradável, oferecer chupeta, dar algo para ele olhar e permitir que a mãe fique perto conversando com ele durante o procedimento; acariciá-lo, oferecer chupeta e dar colo logo após o procedimento. Medidas recomendadas para favorecer a adaptação da criança e adolescente no hospital O impacto da doença e hospitalização para a criança e sua família Fonte: Livro-texto. Pré-escolar Evitar procedimentos invasivos desnecessários. Promover atividades recreacionais ao ar livre e na unidade de internação. Aceitar comportamentos de regressão (chupar o dedo, solicitar mamadeira, usar fraldas) e explicar aos pais os motivos dessa regressão. Dar tempo para a criança fazer perguntas e respondê-las em uma linguagem simples, concreta (utilizando desenhos, brinquedos ou objetos para demonstrar o que está sendo falado). Explicar procedimentos hospitalares com o uso de brinquedo terapêutico. Elogiar a colaboração da criança. Medidas recomendadas para favorecer a adaptação da criança e adolescente no hospital O impacto da doença e hospitalização para a criança e sua família Fonte: Livro-texto. Escolar Envolver a criança no planejamento dos cuidados. Incentivar o autocuidado. Explicar os procedimentos e fazer uma pausa para a criança elaborar perguntas. Orientar sobre as rotinas da unidade, informando sobre os limites estabelecidos. Encorajar a criança a manter seus pertences em ordem. Incentivar a verbalização. Dar oportunidade para desenvolver atividades escolares. Medidas recomendadas para favorecer a adaptação da criança e adolescente no hospital O impacto da doença e hospitalização para a criança e sua família Fonte: Livro-texto. Adolescentes Respeitar a privacidade no atendimento de suas necessidades. Permitir o uso de suas próprias roupas e a ingestão de alimentos favoritos respeitando as restrições e estabelecendo limites, quando necessário. Promover independência. Promover o contato com amigos. Dar oportunidade para desenvolver e dar continuidade às atividades escolares. Desenvolver programas de promoção à saúde. A prática do enfermeiro engajado com o cuidado centrado na família demanda: Compreender o que é família e como ela se define. Reconhecer a família como cliente. Compreender o significado da hospitalização para a família. Conhecer as crenças da família. Conhecer as crenças do profissional. Avaliar a família da criança hospitalizada. Propor intervenções com a família. O impacto da doença e hospitalização para a criança e sua família Conhecer a experiência da família e os significados da doença e hospitalização é fundamental para o planejamento de intervenções efetivas que ajudem no enfrentamento da doença. Cada família tem uma perspectiva única do processo e possui crenças facilitadoras e limitadoras que norteiam suas ações e comportamentos. As intervenções de enfermagem são ações terapêuticas que ocorrem no contexto de relacionamento entre o enfermeiro e a família. Nessa abordagem, a família não está subordinada às decisões da equipe multiprofissional, mas participa ativamente no processo decisório. O impacto da doença e hospitalização para a criança e sua família Entende-se por criança dependente de tecnologia aquela que “depende de dispositivo médico para compensar a perda de alguma função vital e que necessita de substancial e contínuo suporte de enfermagem a fim de evitar a morte ou piora da condição”. Ex.: crianças que dependem de traqueostomia para manutenção da função respiratória. As principais indicações de traqueostomia estão relacionadas ao alívio da obstrução das vias aéreas superiores, melhora da higiene pulmonar e manutenção da ventilação assistida prolongada. Atualmente, a indicação mais comum é a intubação prolongada, seguida da intubação para limpeza traqueobrônquicae malformações congênitas da via aérea. O cuidado da criança dependente de tecnologia e sua família: traqueostomia e transição para os cuidados domiciliares Em relação às medidas recomendadas que favorecem a adaptação da criança pré-escolar hospitalizada, assinale a alternativa incorreta: a) Evitar procedimentos invasivos desnecessários. b) Promover o contato com amigos. c) Promover atividades recreacionais ao ar livre e na unidade de internação. d) Explicar procedimentos hospitalares com o uso do brinquedo terapêutico. e) Elogiar a colaboração da criança. Interatividade Em relação às medidas recomendadas que favorecem a adaptação da criança pré-escolar hospitalizada, assinale a alternativa incorreta: a) Evitar procedimentos invasivos desnecessários. b) Promover o contato com amigos. c) Promover atividades recreacionais ao ar livre e na unidade de internação. d) Explicar procedimentos hospitalares com o uso do brinquedo terapêutico. e) Elogiar a colaboração da criança. Resposta É consenso entre especialistas brasileiros que a traqueostomia deve ser realizada em centro cirúrgico, sob anestesia geral, após realização do exame endoscópico de vias aéreas (EVA) para elaboração da proposta terapêutica futura e melhor planejamento do procedimento. O exame EVA deve ser feito logo após o procedimento quando houver impossibilidade de realização prévia à traqueostomia. Pós-operatório – as crianças são monitoradas quanto a complicações como hemorragia local, edema, decanulação acidental, obstrução das vias aéreas e indícios de pneumotórax. O cuidado da criança dependente de tecnologia e sua família: traqueostomia e transição para os cuidados domiciliares Os cuidados de enfermagem no pós-operatório envolvem: Manter a via aérea pérvia. Facilitação da remoção das secreções pulmonares. Fornecimento de umidificação. Limpeza do estoma. Monitoração da capacidade de engolir. Prevenção de complicações O cuidado da criança dependente de tecnologia e sua família: traqueostomia e transição para os cuidados domiciliares Crianças com traqueostomia podem ser cuidadas no contexto domiciliar depois que sua condição clínica estiver estabilizada. O propósito dos cuidados em casa é melhorar a qualidade de vida da criança e da família minimizando os efeitos do uso da tecnologia e doença. O processo de transição da alta hospitalar para os cuidados em casa requer treinamento da família para a realização de cuidados especializados. Durante o período de hospitalização, os membros da família são estimulados e inseridos nos cuidados para adquirir habilidades como: trocar a fixação da cânula de traqueostomia, aspirar secreções traqueais, manter vias aéreas umidificadas e fazer a limpeza peritraqueostomia. O cuidado da criança dependente de tecnologia e sua família: traqueostomia e transição para os cuidados domiciliares Ao menos dois adultos precisam executar o treinamento para os cuidados domiciliares. Os cuidados específicos são: avaliação do estoma e limpeza peritraqueostomia, fixação da cânula, umidificação das vias aéreas e aspiração traqueal. A aspiração traqueal tem a finalidade de remover excesso de secreção e não deve ser feita em horários preestabelecidos. Recomenda-se aos cuidadores realizarem a aspiração no mínimo ao acordar e antes de dormir. Transição do hospital para o cuidado domiciliar da criança com traqueostomia: treinamento de familiares No hospital, os pais aplicam técnica estéril durante o treinamento, no entanto, em casa, frequentemente, usa-se a técnica estéril modificada ou técnica limpa. Técnica estéril: luva estéril e sonda de aspiração estéril. Técnica estéril modificada: luva limpa e sonda estéril. A mão dominante e enluvada não toca a ponta da sonda de aspiração a ser introduzida na cânula. Técnica limpa: mãos rigorosamente lavadas e sonda de aspiração reutilizada após desinfecção. Cada aspiração traqueal não deve demorar mais que 5 segundos. Ensinar os pais a contar mil e um, mil e dois, mil e três ... Transição do hospital para o cuidado domiciliar da criança com traqueostomia: treinamento de familiares A cânula de traqueostomia é mantida por cadarços ou fixações de espuma com velcros ao redor do pescoço, são substituídas diariamente quando úmidas ou após o banho da criança. Para manter a segurança da criança e evitar decanulação acidental, esse procedimento deve ser realizado por duas pessoas. Crianças com traqueostomia devem ter suas necessidades de desenvolvimento asseguradas por meio de oportunidades que possibilitem um cotidiano muito semelhante ao das outras crianças, cercado de experiências adequadas e de cuidados que forneçam segurança emocional e respeito às diferenças, proteção física e prevenção de agravos à saúde, limites e participação em uma rede social estável e amparadora. Transição do hospital para o cuidado domiciliar da criança com traqueostomia: treinamento de familiares Cuidados na hora do banho... Nas brincadeiras... A própria criança... Transição do hospital para o cuidado domiciliar da criança com traqueostomia: treinamento de familiares É consenso entre especialistas brasileiros que a traqueostomia deve ser realizada em centro cirúrgico, sob anestesia geral. No pós-operatório, as crianças são monitoradas quanto a complicações como: Assinale a alternativa incorreta: a) Hemorragia local. b) Prurido local. c) Decanulação acidental. d) Obstrução das vias aéreas. e) Indícios de pneumotórax. Interatividade É consenso entre especialistas brasileiros que a traqueostomia deve ser realizada em centro cirúrgico, sob anestesia geral. No pós-operatório, as crianças são monitoradas quanto a complicações como: Assinale a alternativa incorreta: a) Hemorragia local. b) Prurido local. c) Decanulação acidental. d) Obstrução das vias aéreas. e) Indícios de pneumotórax. Resposta SANTOS, Jaqueline de Oliveira. Prática Clínica e Processos de Cuidar da Mulher, Criança e Adolescente. Jaqueline de Oliveira Santos, Josiane Piccolo. São Paulo: Editora Sol, 2018. 156 p., il. Nota: este volume está publicado nos Cadernos de Estudos e Pesquisas da UNIP, Série Didática, ano XXIV, n. 2-112/18, ISSN 1517-9230. Referências ATÉ A PRÓXIMA!