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Sons pulmonares Sons pulmonares normais Sons Traqueal Brônquico Broncovesicular Vesicular Características Timbre soproso, caráter tubular, + intenso na expiração com pausa, s/ parênquima Dura mais na expiração porem menos intenso. Da para ouvir o coração e parece um tambor Inspiração e expiração com a mesma intensidade, frequência estende até 700Hz e escuta baixo o coração sem pausa Intenso e duradouro na inspiração e desaparece na 20 metade da expiração, som transicional e não ultrapassa 500Hz e parece um ronco Local de ausculta Região anterolateral do pescoço, laringe e acima da fúrcula esternal Sobre o manúbrio esternal, face ant do tórax, próximo ao externo e projeção de maior calibre Próximo ao 10 e o 20 EIC e nas zonas superiores das regiões interescapulovertebrais, mais audível à direita Regiões mais distantes das áreas de projeções das vias centrais, periferia + forte na parte anerossup, axilas e regiões infraescapilares (influência da espessura da parede) Formação Turbulência do ar na laringe e traqueia Turbulência dos brônquios de grande calibre Turbulência do fluxo em grandes vias e formação de vórtices em bifurcações de vias menores Na exp: por turbulência do ar nas vias resp centrais Na insp: pela formação de vórtices nas bifurcações das vias intalobares Doenças Quando mais intenso indica DPOC, quando parênquima é destruído por cavitação e no tórax significa que o ar foi substituído por transudato Se na periferia indica condensação da pneumonia lobar – sopro brônquico Se sumir: oclusão de brônquios, obstruções de vias sup, enfisema : pneumotórax, hidrotorax, espessamento pleural, atelectasia obstrutiva Tatiana Becegatto Sons Sons adventícios contínuos = wheezes Sons adventícios descontínuos = crakles Roncos Sibilos Estridor Estertor fino Estertor grosso Características Frequência em torno de 200Hz, grosseiros e menos musicais Frequência mais alta em torno de 400Hz, menos frequentes na inspiração e audíveis nas 2 fases – parece baleia Monofônicos: frequência próximas e ocorrem por obstruções fixas de vias superiores Polifônicos: muitas frequências que inicial e terminam em tempos diferentes, menos audíveis em obstruções fixas Cornagem, musical, energia acústica + intensa e longa – ranger de cadeira e porta abrindo Meio para o fim da inspiração (mas pode na E), maior frequência Fim da inspiração: estertor crepitante, não afetado pela tosse, não transmite para boca, em fibrose intersticial difusa o timbre lembra velcro – estertor velcro Sal queimando e pisar na neve Maior duração >10ms e menor frequência de oscilações. Transmite para boca e ocorrem desde o início da inspiração e frequentemente na expiração e sofrem modificações ou desaparecem com a tosse, menos dependentes da posição. = subcreptantes, +longos e bolhosos Soluço e roda na pedra Local de ausculta Vias com diâmetro interno >2mm Junto ao local da obstrução Zonas com influência da gravidade Qualquer região do tórax, brônquios lobares ou segmentares dos lobos inferiores (+ centrais) Formação Flutter dinâmico: vibração das paredes e vibração junto c/ gás e secreções intrabronquicas (fluxo- deforma- achata parede – veloc critica-vibração paredes e gás) Obstrução de vias respiratórias superiores Abertura súbita de vias de menor calibre, gerado pela equalização explosiva de pressões. Equalização explosiva das pressões seguida de remoção súbita de barreira pontual que separa 2 compartimentos c/ gases a diferentes pressões, precisa de fechamento das vias pequenas (depende da desinsuflação) Teoria 2: vibração da parede e da coluna de ar em equalização das pressões + vibração do tecido pulmonar nas proximidades da via resp c/ transmissão pela matriz elastica Passagem de gás ou bolhas pela via que abre e fecha ou obstruída , secreções viscosas, afrouxamento do suporte das paredes ou dobras na mucosa que movem o ar Doenças Broncoespasmo por asma e se local é por corpo estranho ou tumor Extratorácico: é insp (pressão intraluminal em relação a atm, fecha vias – mais agudo) Intratorácico: expiração Em crianças é provocado por doenças infecciosas agudas ou não infecciosas - laringites, laringotraqueobronquites e epiglotites, aspiração de corpo estranho, ingestão de agentes corrosivos e edema alérgico Em adultos: estenose cicatricial de traqueia, bócio, tumores de laringe e traqueia ou edemas e inflamação das cordas vocais Doenças intersticiais do pulmão, fases iniciais de insuficiência cardíaca expiração, edema agudo do pulmão, pneumonias e embolia pulmonar. Congestão pulmonar Infecções de vias superiores, bronquites crônicas, bronquiectasias e fases avançadas de edema agudo de pulmão Sons Sons pulmonares especiais Ausculta da voz Sibilo curto/squawk Atrito pleural Sopros Broncofonia Pectoriloquia Egofonia Características Som musical, meio para o fim da inspiração Audível na inspiração e expiração, pode surgir em apenas uma fase. Alterado pela postura, mas não pela tosse Roçar do couro Mais brando na expiração, musicais e duram >250ms Sopro tubários: pulmão perde textura normal – pneumonia bacteriana Sopros cavitários/cavernoso: grandes cavernas – brônquios de drenagem permeável – rosnado Sopro aforico: pneumotórax hipertensivo Ausculta 33 sem nitidez Ausculta com mais nitidez e clareza, indica favorecimento anormal da energia sonora Fônica: ausculta nítida da voz - consolidação Afônica: ausculta nítida da voz sussurrada – condensação pulmonar Tututu tatata - torcida Qualidade nasalada e metálica Parece balido de cabra - ééé êêê Local de ausculta Regiões inferolaterais e posteriores do tórax, axilares inferiores 7a vertebra cervical, traqueia, região interscapular Formação Vibração das paredes brônquicas, oscilações desembocam e zonas pulmonares desinsufladas que abrem ao fim da inspiração Superfícies pleurais rugosas havendo fricção entre folhetos, por sucessão de sons explosivos, ásperos, liberação súbita de tensão tangencial Doenças Pacientes com doenças intersticiais do pulmão, pneumonites de hipersensibilidade e bronquiolites Depósito de fibrina, inflamação ou neoplasias, pleurite seca, instalação de derrame pleural determina o desaparecimento Câncer, abscesso pulmonar, bronquiectasia, pneumonia bacteriana, pneumotórax hipertensivo e tuberculose (?) Condensação pulmonar, inflamatória, neoplásica ou pericavitária Atelectasia, espessamento pleural e derrame Parte superior do derrame pleural e pode ser ouvido na condensação pulmonar