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Combate em Ambiente Confinado CQB/CQC x ENTRADAS CQB/CQC Combate em ambientes confinados ou combate a curta distância é um tipo de ação militar em que se emprega um conjunto de táticas quando a proximidade com o alvo é mínima. O cenário típico desse tipo de intervenção de ação é o ambiente urbano, como casas, apartamentos, prédios e quartos. ENTRADAS As entradas policiais em edificações podem ser feitas com diversas finalidades, como realizar uma busca, prender pessoas, apreender materiais ou resgatar reféns. Perímetro Interno: É o limite que isola o local da crise. Dentro dessa área só podem ingressar a equipe tática e negociadores. O acesso é controlado por homens da equipe tática. Perímetro Externo: É um limite que isola uma área dentro da qual se encontra o Perímetro Interno. A população comum não pode ingressar dentro dessa área. Só têm acesso ao interior do Perímetro Externo equipes policiais e elementos envolvidos nas ações de administração da crise. O acesso é controlado pelo policiamento ostensivo de rua (ex: Polícia Militar). Conceitos ACT: Área de Concentração Tática é a área utilizada pela equipe tática e por outras equipes envolvidas numa crise para “briefings”, ensaio, preparação e checagem de armamento e equipamento, alimentação, repouso, etc. Nessa área estarão equipe médica, equipes de assalto, negociadores e demais pessoas envolvidas diretamente com a crise. Está localizada entre o Perímetro Externo e o Interno. UPCA: A Última Posição de Cobertura e Abrigo é o último ponto do itinerário da equipe tática de entrada onde a mesma ainda se encontra fora da percepção e do alcance do fogo inimigo. Nesse ponto o chefe de equipe checa pessoalmente os homens, seu armamento e seu equipamento, reporta ao comandante e aguarda a determinação para deslocar-se com a equipe. Conceitos PFA: Ponto Final de Assalto é o último ponto onde a equipe de entrada pára antes de receber o comando para entrar. Normalmente é encostado ao ponto de entrada (porta, janela ou parede) da edificação. Comandante: Coordena toda a ação da equipe tática (equipe de entrada e atiradores) e negociadores. Encontra-se normalmente fora da ação. Chefe de Equipe: Comanda os homens que integram a sua equipe (equipe de assalto (deliberado e de emergência), atiradores, negociadores, etc.) Entrada Deliberada: É a entrada realizada com planejamento de quando e como vai ocorrer. É realizada depois de esgotadas as negociações, terminado um prazo pré-estabelecido (“dead line”). Conceitos Entrada não deliberada ou Assalto de Emergência: É o assalto desencadeado por algum motivo de força maior, quando a equipe precisa entrar o mais rapidamente possível, mesmo com a inobservância de certas condutas, sob pena de perda de vidas. Exemplos desse caso são quando os perpetradores começam a matar sem aviso prévio ou quando ocorre quebra de sigilo no deslocamento da equipe e é feita a opção de prosseguir e entrar. Equipe de Assalto Deliberado: Equipe de entrada que se prepara para executar a ação tática quando esgotadas as negociações. Planeja e ensaia enquanto espera. Equipe de Assalto de Emergência: Equipe de entrada que se apresta o mais rapidamente possível para atender a uma necessidade imediata de ação tática. Deve estar pronta para e em condições de agir a qualquer momento Conceitos Uma equipe de entrada é constituída por duplas de policiais que denominamos binômios. Temos como princípio que um binômio não se separa. Exceção para casos extremos. São os seguintes os binômios que compõem ou podem compor uma equipe de entrada: Constituição e funções da equipe de entrada Binômio de abertura, responsável por executar a abertura mecânica ou com uso de explosivo para a entrada da equipe. O binômio de abertura posiciona-se à retaguarda da equipe durante o deslocamento, devendo avançar para a abertura somente a comando do chefe de equipe. Feita a abertura, esse binômio é o último a entrar ou pode manter-se guardando a entrada da edificação e eventualmente servir como binômio de reserva, podendo vir a ser utilizado novamente, se necessário, para mais aberturas. O binômio de proteção pode existir ou não, dependendo do efetivo e da presença ou não de escudos. Esse binômio é formado por um policial portando escudo e arma curta e um policial portando uma arma longa, ou ainda, por dois policiais portando escudos. A sua função é avançar no sentido principal do deslocamento da equipe, somente entrando, se for o caso, no último cômodo a ser ocupado. Pode-se também utilizar apenas um homem portando escudo. Nesse caso não teríamos um binômio de proteção, e sim um homem com essa função específica. Os binômios de ocupação (primeiro, segundo, terceiro, etc.), responsáveis pela tomada dos cômodos da edificação, posicionam-se após o binômio de proteção (ou homem de proteção). O binômio de reserva existe quando há efetivo suficiente para isso. Guarda a entrada da edificação ou posiciona-se nos espaços comuns e pode ser acionado pelo chefe de equipe se necessário. Posiciona-se à retaguarda da equipe. O chefe de equipe se posicionará a retaguarda da equipe, à frente do binômio de abertura durante o deslocamento. Ele não adentrará cômodo algum, permanecendo em área comum. Daí ele terá maior facilidade de visualizar e controlar as ações da equipe. Pode também o chefe de equipe posicionar-se na terceira posição, compondo ou não o segundo binômio. Uma entrada em edificação pode ser uma entrada deliberada ou uma entrada não deliberada ou assalto de emergência. Entrada deliberada é aquela em que a equipe tem tempo para planejar e ensaiar o assalto, passando por todas as etapas de sua execução. A equipe possui uma hora limite pré-estabelecida para agir. A Entrada não deliberada ou assalto de emergência é deflagrada quando ocorre fato que obrigue a equipe a agir imediatamente, ignorando certas condutas e procedimentos, priorizando a velocidade na ação. Tipos de Entradas As entradas deliberadas, por sua vez, dividem-se basicamente em dois tipos: entrada sistemática e entrada dinâmica. As entradas dinâmicas podem ser divididas em: entrada dinâmica com planta conhecida ou entrada dinâmica com planta desconhecida. Tipos de Entradas É uma ocupação lenta e progressiva do local do objetivo. Pode ser feita com um ou dois binômios para um mesmo cômodo. Adequação / É realizada quando: Ocorre ausência do elemento surpresa Uma entrada dinâmica não pôde prosseguir Há necessidade de uma busca O tempo não é um fator fundamental (não há pressa) Entrada Sistemática Características: Avanço metódico e sob comando Lenta e silenciosa Auto-proteção e cobertura Possibilidade de utilização de escudos e/ou de técnicas de esclarecimento visual apropriadas, como “fatiamento de bolo”, penetração limitada, dupla penetração, olhada rápida, uso de espelhos, etc., assim como farta utilização de sinais e gestos convencionados. Entrada Sistemática Vantagens: Maior segurança Possibilidade de utilização de equipamento mais técnico e de segurança durante a ação. Desvantagens: Por definição, é um método lento. Entrada Sistemática É um procedimento dinâmico e com controle rápido do local. Adequação É realizada quando: Há reféns envolvidos O tempo é um fator fundamental Existe o elemento surpresa Há necessidade de assegurar meios de prova A reação dos suspeitos é previsível e violenta Entrada dinâmica Características: Surpresa Velocidade controlada Agressividade Precisão Flexibilidade/adaptabilidade Vantagens: Efeito de choque Evita ou dificulta possíveis reações hostis Impede o descarte de meios de prova Entrada dinâmica Desvantagens: Velocidade pode levar ao cometimento de erros (pouco tempo para pensar) Maior risco de se cair em armadilhas Maior exposição ao perigo A entrada dinâmica com planta conhecida é utilizada quando se conhece a planta da edificação, localização dos cômodos e/ou dos ocupantes. Nesse tipo de entrada é possível planejar: A ordem em que os cômodos devem ser ocupados, priorizando locais mais críticos. Procedimentosde ocupação de locais específicos como halls, salas amplas com diversos acessos, escadas, salas contíguas, etc. Entrada dinâmica A entrada dinâmica com planta desconhecida é utilizada quando a planta da edificação é desconhecida (quantidade e localização dos cômodos, por exemplo). Nesse tipo de entrada: Os binômios ocupam os cômodos na medida em que esses se apresentam. Há necessidade de uma boa capacidade de adaptar-se a situações inesperadas. Em casos de portas confrontadas ou praticamente confrontadas deve-se priorizar aquela que estiver aberta Em caso de porta fechada, o binômio posiciona-se de modo a guardar essa entrada. Após a passagem da equipe, o binômio invade o cômodo. Entrada dinâmica Falha na entrada: A equipe desloca-se para um ponto de entrada alternativo previamente planejado. Suspeitos ou pessoas em corredores ou áreas comuns: O binômio que abater ou abordar, torna-se imediatamente responsável por aquele(s) indivíduo(s), devendo permanecer pelo menos um policial com ele(s). Se for o binômio de proteção a deparar-se com tal situação, este deverá passar adiante, desobstruindo ou abatendo, se necessário, deixando o suspeito para o binômio que vier em seguida. Situações inesperadas e instruções de emergência Entrada dinâmica Bifurcação ou entroncamento de corredores: O binômio de proteção, se houver, guarnece as vias que se apresentarem até que os demais binômios avancem por uma ou outra direção. Se não houver binômio de proteção, o primeiro binômio procede da mesma maneira. Cômodos a menos: Não chega a ser um problema. O binômio que sobrar faz a segurança das áreas comuns e serve de reserva. Cômodos a mais: O último binômio, ao detectar essa situação, pára e engaja as vias de acesso (porta, corredor, escada, etc.) enquanto chama por um binômio ou homem de apoio. Só prossegue quando chegar o reforço. Situações inesperadas e instruções de emergência Entrada dinâmica Salas contíguas: O binômio que ocupou aquele cômodo engaja a(s) porta(s) enquanto solicita binômio ou homem de apoio. Policiais feridos: Prossegue-se com a tomada da edificação até que o local esteja seguro para proceder à imediata remoção do ferido do local, ou não, dependendo da gravidade do ferimento ou conforme planejamento. Impossibilidade de avançar por qualquer motivo: Casos de armadilhas encontradas, incêndio, excesso de fumaça, obstrução da passagem ou outros motivos: A equipe detém o seu avanço até que o problema seja resolvido e a entrada dinâmica converte-se em uma entrada sistemática. Problemas de distinção entre suspeitos e vítimas: Na dúvida, todos devem ser tratados como suspeitos, ou seja, detidos e conduzidos para triagem. Situações inesperadas e instruções de emergência Entrada dinâmica OBSERVAÇÕES: I - É uma regra fundamental: Nenhum policial deve invadir um cômodo sozinho. II - Nenhum cômodo deve ser deixado vazio, muito menos a entrada da edificação. III - Em caso de demora excessiva em tomar a edificação, por qualquer motivo, a critério do chefe de equipe ou do binômio que estiver mais avançado, pode-se converter a entrada dinâmica em sistemática. Entrada dinâmica É utilizado em corredores extensos, com diversos acessos ou quando se conta com um efetivo reduzido (ex: hotéis, navios, etc.) Procedimento básico e lento Nesse tipo de tomada de edificação, a equipe progride lenta e silenciosamente com o binômio de proteção à frente, seguido pelos demais binômios. O chefe de equipe posiciona-se a retaguarda, de onde controla melhor os seus homens. Trem de assalto Os demais binômios seguem atrás do binômio de proteção e ocupam os cômodos à medida que estes são apontados pelo segundo homem do binômio de proteção. Uma vez feita a varredura do cômodo, o binômio sai e reincorpora-se à equipe à frente do chefe de equipe. Após a varredura, os cômodos devem ser marcados de acordo com a sua condição; se já foi limpo ou não, se têm ocupantes ou não, etc. Trem de assalto No deslocamento, na ACT, no UPCA e no PFA. A ACT (Área de Concentração Tática) serve como local de descanso, alimentação, bebida, “briefings”, ensaios, etc. É nessa área que o comandante coordena as ações dos “snipers”, dos negociadores, das equipes táticas e mantém contato com autoridades envolvidas na crise. Deve haver uma equipe de pronto emprego pronta para atuar imediatamente em caso de assalto de emergência. O restante dos homens pode estar treinando e ensaiando para a ação deliberada. Conduta No deslocamento, na ACT, no UPCA e no PFA. Em cumprimento a determinação do comandante, a equipe tática desloca-se para o UPCA. Esse deslocamento poderá ser lento ou rápido, de acordo com o terreno, disponibilidade de cobertas e abrigos, etc. Durante o percurso da ACT para UPCA, em caso de quebra de sigilo durante a aproximação da equipe, caberá ao comandante decidir o procedimento a ser adotado. Esse deslocamento deve ser realizado observando a disciplina de luzes e ruídos e a segurança para todos os lados, principalmente quando não houver perímetros estabelecidos. Em UPCA o chefe de equipe checa pessoalmente cada um dos homens da equipe, seu equipamento e armamento e comunica ao comandante: “Equipe em UPCA, pronta!” Feito isso, a equipe aguarda o comando para deslocar para o PFA. Conduta No deslocamento, na ACT, no UPCA e no PFA. No deslocamento para o PFA, observa-se ainda mais a disciplina de luzes e ruídos e a segurança. Deve-se evitar passar em frente a janelas. Em casos inevitáveis (portas de vidro, por exemplo), passar o mais rapidamente possível. Em caso de comprometimento do sigilo durante o deslocamento de UPCA para PFA, caberá ao chefe de equipe determinar o procedimento a ser seguido, se a equipe prossegue para o assalto de emergência ou se retrai para o UPCA. Chegando ao PFA, o primeiro homem sinaliza ao comandante se a porta se encontra aberta ou fechada. Conduta No deslocamento, na ACT, no UPCA e no PFA. Quando o último homem chegar ao PFA, esse deverá sinalizar com um toque no homem à sua frente indicando que chegou e está pronto. Esse toque é passado à frente até o primeiro homem. Em seguida, o chefe de equipe posiciona o binômio de abertura. Isso deve ser feito através de sinais, de forma clara e visível. Em seguida, comunica ao comandante e aguarda o comando para entrar. Conduta No deslocamento, na ACT, no UPCA e no PFA. Em caso de abertura mecânica, o binômio de abertura deve deslocar-se para o ponto de entrada com o segurança à frente e o homem do instrumento de abertura evitando cruzar sua linha de fogo e procurando se expor o mínimo possível. Em caso de abertura com o uso de explosivo, procedimento similar para a instalação da carga, devendo a equipe, quando do acionamento, estar abrigada dos efeitos da detonação. Conduta Da equipe dentro da edificação: Ocupar conforme o planejado Não deixar porta para trás, podendo haver exceção para casos de planta conhecida. Em casos de portas confrontadas ou praticamente confrontadas, dar prioridade a porta aberta. Não roçar as paredes Não expor sua arma Atirar somente no que for visto Conduta Neutralizar a ameaça Imobilizar seus ocupantes Reorganizar Centralizar suspeitos e reféns Realizar varredura Comunicar a situação ao comandante Receber o comandante Evacuação de reféns e suspeitos Proceder a recolhimento de material Efetuar retirada Conduta Do binômio ao adentrar a edificação ou o cômodo: O policial responsável por abrir ou arrombar uma porta é o que estiver do lado da maçaneta, salvo em caso de uso de marreta ou em caso de porta que abre para fora (em casos onde não se faça uso de explosivos) Temos como norma que aquele que abre ou arromba uma porta não é o primeiro a entrar, pois pode encontrar-se momentaneamente desequilibrado ou com as mãos ocupadas. Conduta O primeiro policial a entrar deve observar o melhor ângulo de abertura de porta para fazê-lo. Os policiais devem ter previamente definida a forma da entrada, se cruzada ou em gancho. Deve-se procurar passar pela porta o mais rapidamente possível, evitandoo bloqueio da passagem da equipe, a exposição demasiada na “moldura” da porta e a geração de dúvida no policial que o segue. Em caso de utilização de granada, deve haver anterior sinalização pedindo a mesma ou demonstrando a intenção do seu uso. Conduta Se o primeiro policial do binômio for para o lado oposto, o segundo corrige, indo para o outro lado. Isso pode acontecer devido a erro ou por motivo de força maior. Quando adentram um cômodo, os policiais devem identificar as suas áreas de responsabilidade, que são separadas por uma linha imaginária que divide o espaço em duas metades a partir do ponto de entrada. Ao adentrarem um cômodo, os policiais devem observar primeiro os cantos e depois o restante de sua área de responsabilidade. Utilizar a técnica do 3º olho (a arma acompanha o olhar e vice-versa). Conduta A seleção de alvos deve obedecer aos critérios de proximidade, armamento e localização do refém. Em caso de pane ou término de munição ou outra emergência, o policial deve pedir apoio do companheiro enquanto busca distância, abrigo e redução de silhueta. Somente em casos extremos um policial invade a área de responsabilidade do outro. Havendo ou não confronto, o policial deve checar sempre a sua retaguarda, após cobrir a sua área de responsabilidade. Conduta Depois de neutralizada a ameaça, o policial deve posicionar-se de modo a guardar seu alvo abatido ou seu suspeito / vítima. Relatar a situação. Pode-se adotar uma linguagem corporal para sinalizar ao chefe de equipe a situação do binômio e seu cômodo. Policial ajoelhado na porta: algo aconteceu e está dominado. Policial em pé na porta: nada ocorreu, estou disponível. Imobilizar suspeitos O cômodo não deve ser abandonado sozinho. Em caso de necessidade, permanece um policial e o outro se desloca para prestar apoio onde for necessário. Conduta O binômio só deve abandonar seu cômodo em último caso, e somente depois de ter certeza de que o mesmo se encontra vazio. Aguardar ordem para reorganizar, centralizar suspeitos, efetuar varredura, recolher material e proceder à retirada. Conduta Perigo vem das mãos (controle de ameaças imediatas); Não aproximar a arma do abordado (batente de portas, ambiente confinado para abordagem e movimentação); Não cruzar a linha de tiro (áreas de responsabilidade, ambiente confinado para a equipe); Dedo estendido ao longo do chassi da arma (atenção); Controle de cano (formação da equipe – tripa). Princípios das Entradas FRANQUEADA: Quando a entrada da equipe policial é franqueada pelo morador (como bater na porta). 2. FORÇADA: A equipe precisa forçar a entrada por meio do arrombamento de portas e transposição de obstáculos (muros, grades e portões). Tipos de Abordagem a) Surpresa; b) Velocidade ; c) Agressividade Controlada. É uma técnica de fogo em movimento Retomada de Edificações Porta de centro Porta de canto Localização da porta 47 47 Áreas de Responsabilidade 48 48 Áreas de Responsabilidade FATIAMENTO 49 49 Áreas de Responsabilidade FATIAMENTO 50 50 Áreas de Responsabilidade 51 51 Áreas de Responsabilidade 52 52 Áreas de Responsabilidade 53 53 Áreas de Responsabilidade 54 54 Áreas de Responsabilidade 55 55 Áreas de Responsabilidade 56 56 Áreas de Responsabilidade FATIAMENTO 57 57 Áreas de Responsabilidade 58 58 Áreas de Responsabilidade 59 59 Áreas de Responsabilidade LIMPO 60 60 Retomada de Edificações Técnicas de Entrada Cruzada Gancho Sequencial (combinada) 61 61 “Nunca se vence o perigo sem perigo” Publius Syrius (85 - 43 a.C) Lavf56.15.102 Lavf56.15.102