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APOSTILA DE TREINAMENTO Vibria® MAXX HTM | www.htmeletronica.com.br 19 3808-7741 | AV. RIO NILO, 209 – JD FIGUEIRA - AMPARO YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 1 | V IB R IA M A X X SUMÁRIO 1.0 INTRODUÇÃO .......................................................................................................................2 1.2 DESEMPENHO ESSENCIAL ..............................................................................................................2 2.0 CONSIDERAÇÕES SOBRE ENERGIA ...........................................................................................2 3.0 CONSIDERAÇÕES SOBRE ULTRASSOM ......................................................................................5 4.0 ULTRASSOM 40KHZ ..............................................................................................................10 5.0 ULTRASSOM 1 E 3MHZ ...........................................................................................................16 6.0 ULTRASSOM 5MHZ ...............................................................................................................24 7.0 CONSIDERAÇÕES SOBRE A ELETROLIPÓLISE ...........................................................................32 8.0 CONSIDERAÇÕES SOBRE AS CORRENTES DE MÉDIA FREQUÊNCIA ..............................................38 9.0 CONSIDERAÇÕES SOBRE AS CORRENTES POLARIZADAS ...........................................................46 10.0 CONSIDERAÇÕES SOBRE AS MICROCORRENTES ......................................................................54 11.0 INDICAÇÕES GERAIS .............................................................................................................71 12.0 CONTRAINDICAÇÕES GERAIS ................................................................................................71 13.0 ACESSÓRIOS QUE ACOMPANHAM O EQUIPAMENTO VIBRIA® MAXX ................................................73 14.0 ACESSÓRIOS OPCIONAIS DO EQUIPAMENTO VIBRIA® MAXX (NÃO ACOMPANHAM O EQUIPAMENTO) 75 15.0 PARTE FRONTRAL DO EQUIPAMENTO VIBRIA® MAXX ......................................................................76 15.1 DESCRIÇÃO DOS COMANDOS E INDICAÇÕES DO PAINEL FRONTAL DO EQUIPAMENTO VIBRIA® MAXX ..................76 15.2 DESCRIÇÃO DOS COMANDOS E INDICAÇÕES DA PARTE POSTERIOR DO VIBRIA® MAXX ...................................77 16.0 CONEXÃO DOS APLICADORES E CABOS VIBRIA® MAXX ....................................................................78 16.1 CONEXÃO DAS PONTEIRAS DO APLICADOR FACIAL VIBRIA® MAXX .................................................79 16.2 CONEXÃO DA CANETA PARA ESTIMULAÇÃO (ACESSÓRIO OPCIONAL) VIBRIA® MAXX ............................80 16.3 CONEXÃO DOS ELETRODOS VIBRIA® MAXX .............................................................................80 17.0 PROTOCOLOS PRÉ-PROGRAMADOS .......................................................................................83 18.0 BIBLIOGRAFIA ......................................................................................................................94 http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 2 | V IB R IA M A X X 1.0 INTRODUÇÃO O equipamento Vibria® MAXX é um equipamento de ultrassom de alta potência de última geração, com tecnologia “FloatingHead®”, para um perfeito acoplamento da superfície tratada, e emissão de correntes terapêuticas associadas ou não. Oferece uma Terapia Combinada exclusiva, dispondo de um completo arsenal de recursos e combinações que promovem tratamentos com alta eficácia em resultados e tempo. Os benefícios de duas modalidades, podem ser alcançados ao mesmo tempo, objetivando, assim, efeito amplificado de uma terapia sobre a outra, sendo mais eficaz do que cada uma isoladamente. Sua função Duo, permite ainda o uso de duas terapias isoladas, porém funcionando ao mesmo tempo. Possui as seguintes terapias isoladas: ultrassom, corrente polarizada, correntes excitomotoras, eletrolipólise, microcorrentes e drenagem eletrônica. E, as seguintes terapias combinadas: combinação do ultrassom com correntes excitomotoras; combinação do ultrassom com a corrente polarizada; combinação do ultrassom com a eletrolipólise e combinação do ultrassom com microcorrentes. 1.2 DESEMPENHO ESSENCIAL Entende-se como desempenho essencial do equipamento Vibria® MAXX a geração e emissão de potência e intensidade de ultrassom livres da exibição de valores numéricos incorretos, livre da produção de saídas não intencionais e/ou excessivas de ultrassom e livre da produção de temperaturas não intencionais ou excessivas na superfície do transdutor, bem como geração e emissão de amplitude, duração e frequência dos pulsos de correntes excitomotoras e correntes polarizadas para fins estéticos e fisioterápicos. 2.0 CONSIDERAÇÕES SOBRE ENERGIA DEFINIÇÃO A energia é definida como a capacidade de um sistema, seja ele o corpo humano, uma substância ou um sistema físico, trabalhar. Não é comum que a energia seja criada ou destruída, normalmente é submetida a uma transformação de uma forma para outra, como quando se fricciona as mãos no inverno, há presença da energia cinética, isto é, correspondente ao movimento de fricção realizado, esse trabalho de movimentação permite com que a energia cinética se transforme em energia térmica, permitindo a geração de calor e sua condução para a palma das mãos. A energia também pode ser transferida de um local para o outro, como quando se aquece água para ser colocada em uma bolsa térmica e a bolsa é posicionada sobre um local do corpo, a energia térmica proveniente da água quente é transferida por condução aos tecidos superficiais do local onde foi posicionada a bolsa. Existem diversas formas de energia relacionadas com as modalidades terapêuticas utilizadas no cotidiano, são elas: • Energia eletromagnética (radiofrequência, ondas curtas, micro-ondas, lâmpadas infravermelhas, luz ultravioleta, lasers de baixa e alta potência) • Energia térmica (crioterapia e termoterapia) • Energia elétrica (correntes elétricas como TENS, FES, Interferêncial, Russa, Australiana, Galvânica, Microgalvânica e MENS) http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 3 | V IB R IA M A X X • Energia sonora (ultrassom de baixa e alta frequência, ondas de choque) • Energia mecânica (massagem manual, vacuoterapia) Mesmo que os efeitos produzidos no tecido aparentem alguma similaridade, é importante ressaltar que cada recurso realiza a transferência de energia aos tecidos biológicos de uma forma característica, possuindo mecanismos de ação diferentes. ENERGIA SONORA A energia sonora (som) é uma onda mecânica, que é formada devido a vibração mecânica das partículas. Esse tipo de onda precisa de um meio material para se propagar, elas não transportam o meio em si, apenas energia através dele. Sendo assim, mesma não é transmitida através do vácuo, como acontececom a energia eletromagnética, por exemplo. Figura 1: Correlação energia sonora. Disponível em: < https://blog.biologiatotal.com.br/ondas-luz-som/ >. Acesso em: 21/01/2021. O transporte de energia via onda sonora pode ser comparado a onda do mar. Quando estamos no fundo, a onda pode nos levar para frente, isso que nos “transporta” é a energia mecânica da onda, neste caso, da onda do mar. Em relação ao meio de transmissão, sabe-se que quanto mais rígido, maior será a velocidade do som. Assim, trazendo para um exemplo de material do corpo humano, o som tem uma velocidade muito mais rápida de transmissão no tecido ósseo (3.500/s), por exemplo, do que no tecido adiposo (1.500m/s). As vibrações sonoras podem ser classificadas em audíveis e não audíveis. As audíveis consistem em perturbações mecânicas que possibilitam a vibração da membrana timpânica e para que isso ocorra a frequência dessa oscilação deve estar entre 20 e 20.000 hertz (Hz = oscilações por segundo). Assim, estando entre esses valores temos o termo som e definido como audível. Abaixo de 20 Hz temos a energia sonora classificada como infrassom, e acima de 20.000 Hz temos a energia classificada como ultrassom, ambas não audíveis pelo ouvido humano. http://htmeletronica.com.br/ https://blog.biologiatotal.com.br/ondas-luz-som/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 4 | V IB R IA M A X X Figura 2: Espectro eletromagnético. Disponível em: < https://blog.fornell.com.br/2020/01/14/sensor-ultrassonico-hc-sr04/ >. Acesso em: 21/01/2021. Embora as características físicas entre a energia sonora e a energia eletromagnética sejam diferentes, possuem a mesma correspondência no quesito de velocidade, comprimento de onda e frequência. Não podemos nos esquecer que a energia sonora viaja na velocidade do som, seu comprimento de onda é curto. O comprimento de onda é dado pela distância entre os picos de duas ondas. A frequência está relacionada com a quantidade de vezes que ocorrem as oscilações ou vibrações de onda, em um determinado período de tempo expresso em Hertz, ou seja, em uma frequência de 2Hz, ocorrem duas oscilações ou vibrações de onda dentro de um segundo. Figura 3: Correlação comprimento, amplitude e frequência de onda. Disponível em: < https://medium.com/ubntbr/como-o-sinal-wifi- %C3%A9-propagado-na-natureza-d87daef39575 >. Acesso em: 06/04/2020. http://htmeletronica.com.br/ https://blog.fornell.com.br/2020/01/14/sensor-ultrassonico-hc-sr04/ https://medium.com/ubntbr/como-o-sinal-wifi-%C3%A9-propagado-na-natureza-d87daef39575 https://medium.com/ubntbr/como-o-sinal-wifi-%C3%A9-propagado-na-natureza-d87daef39575 YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 5 | V IB R IA M A X X O ultrassom é uma modalidade terapêutica muito utilizada pelos fisioterapeutas para recuperação de lesões em tecidos superficiais e profundos, também amplamente utilizado para resoluções de disfunções estéticas. As frequências clássicas utilizadas geram entre 700.000 a 5.000.000.000 de ciclos por segundo, se encontrando dentro do espectro acústico inaudível. Na área estética ainda ocorre o uso das denominadas “baixas frequências”, com oscilações entre 40.000 ciclos por segundo, que embora não se enquadrem dentro do espectro audível podem ser percebidas durante a operação tanto pelo paciente quanto pelo terapeuta. Podem ser considerados componentes do espectro sonoro o ultrassom terapêutico de baixa e média frequência, ultrassom focalizado e as terapias por ondas de choque extracorpóreas (tanto para fontes de geração eletromagnética quanto para piezoelétrica). 3.0 CONSIDERAÇÕES SOBRE ULTRASSOM DEFINIÇÃO O ultrassom é uma vibração mecânica, isto é, uma onda sonora, produzida e transformada a partir da energia elétrica de alta frequência, superior à frequência audível pelos seres humanos. O seu transdutor, também chamado de aplicador, é composto por uma cerâmica piezo elétrica que irá se deformar mecanicamente durante a passagem de uma corrente elétrica alternada, se comprimindo e se expandindo repetidamente e gerando por sua vez, efeitos fisiológicos que se dividem em térmicos ou não térmicos. Os efeitos térmicos são produzidos por ondas de ultrassom contínuas, ou pulsadas de alta intensidade e levam a uma alteração térmica dentro dos tecidos, como um resultado direto da elevação da temperatura tecidual. Os efeitos não térmicos causam alterações dentro dos tecidos, resultantes do efeito mecânico da energia do ultrassom. GRANDEZAS FÍSICAS É importante compreender algumas grandezas físicas que se relacionam com ULTRASSOM para poder entender certos fenômenos ligados a ele. Absorção É a capacidade que um determinado meio possui de reter a energia mecânica a ele submetida. Dessa forma, os meios que possuem elevado coeficiente de absorção retêm a maior parte de energia mecânica a que estão submetidos. É importante ressaltar que a absorção é diretamente proporcional a frequência da onda mecânica. Pode-se então concluir que um feixe ULTRASSÔNICO com frequência de 3MHz é absorvido 3 vezes mais que um feixe com frequência de 1MHz. Coeficientes de Absorção para frequências de 1MHz e 3MHz http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 6 | V IB R IA M A X X Reflexão Fenômeno que ocorre com as ondas de ULTRASSOM na transição de um meio para outro. A reflexão do ULTRASSOM assemelha-se à reflexão da luz incidente numa superfície refletora. O ângulo de reflexão é o ângulo formado pela onda refletida e a superfície de incidência. Este ângulo é igual ao ângulo formado pela onda incidente e a superfície de incidência. As aplicações de ULTRASSOM são feitas de modo que as ondas longitudinais incidam perpendicularmente à superfície da pele. Com isso, as ondas refletidas retornam em sentido contrário as ondas incidentes. A interação entre a onda incidente e a onda refletida gera atenuação da onda incidente e desprendimento de calor na região de interface dos meios. Por isso, é importante diminuir a intensidade da onda refletida. Isso é possível, evitando a exposição do feixe ULTRASSÔNICO a interfaces de elevado índice de reflexão. Dentre as interfaces de maior índice de reflexão acessíveis durante as aplicações de ULTRASSOM, podemos citar as interfaces: transdutor – ar; tecido muscular – tecido ósseo. Atenuação O feixe ULTRASSÔNICO gerado pelo transdutor vai gradualmente perdendo sua intensidade até desaparecer. Esse processo gradual de diminuição de intensidade é chamado de atenuação e, muitos são os fatores responsáveis pela sua existência; dentre eles podemos citar: Coeficiente de absorção; Reflexão; Inércia do movimento; Divergência. Como o coeficiente de absorção é diretamente proporcional a frequência, conclui-se que a atenuação também é diretamente proporcional a frequência. Desta forma, um feixe de ULTRASSOM de 3MHz atenua 3 vezes mais rápido que um feixe de ULTRASSOM com frequência de 1MHz. Profundidade de Penetração Em função da magnitude das grandezas que definem o nívelda atenuação, o feixe ULTRASSÔNICO conseguirá atingir maior ou menor profundidade. Tabela de profundidade de penetração do feixe de ULTRASSOM, em diversos meios, em função da frequência. http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 7 | V IB R IA M A X X Densidade de Massa É uma grandeza constante para os corpos homogêneos, que caracteriza o meio quanto a maior ou menor dificuldade de propagação de ondas mecânicas no mesmo. Velocidade de Propagação É a grandeza que expressa o tempo necessário para que a onda mecânica percorra uma distância no interior do meio. Esta variável é inversamente proporcional a capacidade de compressão do meio. Meios mais compressivos, onde as moléculas estão distantes umas das outras, o tempo gasto para que uma molécula venha a se chocar com outra é superior ao gasto em meios onde as moléculas estão próximas umas das outras. Os gases em geral são meios com elevada capacidade de compressão. Já os líquidos e sólidos apresentam baixa capacidade de compressão, por isso são melhores condutores de ULTRASSOM. Impedância Acústica Grandeza invariável nos meios homogêneos quantifica a resistência que o meio oferece a passagem da onda mecânica. É expressa pelo produto da densidade de massa e velocidade de propagação da onda mecânica no meio. Nas interfaces entre dois meios, a diferença entre suas impedâncias acústicas irá determinar a quantidade de ondas refletidas. Para que a quantidade de ondas refletidas seja mínima, é necessário que os meios tenham impedâncias acústicas próximas. Caso contrário, não ocorrerá um perfeito acoplamento entre os meios (casamento de impedâncias) e será necessário um terceiro meio para realizar o acoplamento. MODULAÇÃO DO ULTRASSOM (PULSADO) O modo pulsado do equipamento de ULTRASSOM é obtido através da modulação do modo contínuo. Esta modulação simula uma chave que liga e desliga o modo contínuo de modo que o resultado seja um feixe ULTRASSÔNICO com pequenos intervalos de tempo presente e pequenos intervalos de tempo ausente, conforme a seguir: http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 8 | V IB R IA M A X X EFEITOS BIOFÍSICOS Os Efeitos Biofísicos gerados pelo ULTRASSOM são basicamente três: Efeito Térmico; Efeito Mecânico; Efeito Químico. Estes efeitos têm como principal causa a geração dos Efeitos Fisiológicos, responsáveis pelas principais aplicações do ULTRASSOM. A seguir são descritos os Efeitos Biofísicos. Efeito Térmico A geração de calor é função do processo de fricção (atrito) gerado pelo ULTRASSOM. Fatores como intensidade do feixe de ULTRASSOM, tempo de aplicação, modo de operação do ULTRASSOM (cont./puls.), determinam a quantidade de calor resultante na aplicação. A quantidade de calor gerada aumenta nas interfaces entre meios com características físicas diferentes. Isso faz com que em meios não homogêneos, a geração de calor venha a se concentrar em certos pontos específicos. Para minimizar esta concentração de calor, o terapeuta deve executar movimentos continuamente durante as aplicações de ULTRASSOM. Experiências mostram que a variação de temperatura nos tecidos musculares é de 0,07ºC/seg. Utilizando ULTRASSOM com densidade de potência de 1W/cm2. Pode-se então concluir que o ULTRASSOM a este nível de intensidade pode levar a situações de completa isquemia. Outra experiência comprovou que a aplicação de ULTRASSOM posterior a aplicação de gelo gera pequenas quantidades de energia se comparado a uma aplicação sem ser precedida pela aplicação de gelo. O aumento da temperatura em função da aplicação de ULTRASSOM pode causar um aumento da capacidade de extensão dos tecidos colágenos, o que torna o ULTRASSOM aplicável ao tratamento de patologias oriundas da contração de tecidos tais como tendões, ligamentos, entre outros. Porém, quando o quadro evolutivo da doença já se encontrar em infecções agudas, onde o processo inflamatório já elevou a temperatura, é desaconselhável a aplicação de ULTRASSOM, pois este poderia aumentar a destruição das fibras colágenas, causar hemorragias e criar obstáculos à regeneração de vasos sanguíneos. Os principais efeitos resultantes da ação térmica do ULTRASSOM são: Aumento da circulação; Hiperemia; Relaxamento; Aumento da permeabilidade das membranas; Aumento do metabolismo dos tecidos. http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 9 | V IB R IA M A X X Efeito Mecânico Devido às vibrações mecânicas geradas pelo ULTRASSOM, o meio onde o feixe ULTRASSÔNICO está percorrendo é submetido a um micromassageamento, podendo este massageamento variar em intensidade e frequência, conforme a intensidade e a frequência do feixe ULTRASSÔNICO. Os principais resultados do Efeito Mecânico são: Melhoramento do metabolismo celular; Aceleração da difusão dos íons pelas membranas, aumentando assim a permeabilidade das membranas tissulares e células; Troca no volume celular corporal em até 0,02%; Formação de cavidades microscópicas durante o processo de descompressão do meio, sendo estas cavidades desfeitas durante a compressão. Este processo de cavitação pode ser responsável pela desagregação de complexos celulares fixos ou macromoléculas, podendo ainda ser responsável pelos danos nas células vermelhas do sangue, e pela mudança da estrutura no gel de fibrina, podendo contribuir na aceleração da fibrinólise. Efeito Químico A ação química que se dá durante a aplicação de ULTRASSOM é chamada de ação colóide-química. Esta ação permite a transformação de coloides em estado de géis para coloides em estados sólidos. Esta transformação é muito útil no tratamento de transtornos metabólicos, como por exemplo, nas mucinoses, fibro-edema gelóide e doenças que causam a perda da elasticidade causada por desgastes. Os outros efeitos químicos que se desenvolvem durante as aplicações de ULTRASSOM são produzidos pelo efeito térmico e mecânico. FONOFORESE Esta técnica consiste na utilização de substância com propriedades terapêuticas em forma de gel como meio de acoplamento, objetivando a introdução de substancia medicamentosa ou cosmética através da pele, mediante a energia ultrassônica. Compreende a técnica mais utilizada na prática Dermato-funcional, principalmente no tratamento da adiposidade localizada e FEG (fibro edema geloide), empregando produtos cosméticos principalmente com ação lipolítica e estimulante da circulação. Existem algumas vantagens da fonoforese entre elas, a ação local do produto a ser introduzido (medicamento/cosmético), com a minimização de possíveis efeitos colaterais decorrente de ações sistêmicas. Outra vantagem é a somatória dos efeitos do ultrassom associado aos da substancia terapêutica introduzida. O medicamento/cosmético não precisa ser polarizado, ou seja, ter alguma carga elétrica, pois o ultrassom não utiliza corrente elétrica para a sua permeação. http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI,L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 10 | V IB R IA M A X X 4.0 ULTRASSOM 40KHz DEFINIÇÃO O ultrassom terapêutico possui diferentes frequências de emissão, possibilitando ao operador determinar sua profundidade de penetração tecidual, bem como finalidade. Em frequências baixas, como 40KHz presente no Vibria® MAXX, as ondas mecânicas possuem maior amplitude e se apresentam em menor quantidade no espaço tempo, o que possibilita a propagação dessas ondas para tecidos mais profundos. Sendo assim, a frequência de 40kHz é amplamente utilizada na área estética em indivíduos com grandes pregas cutâneas (maior que 3cm) visando concentrar a energia principalmente no tecido adiposo, auxiliando principalmente nos tratamentos de gordura localizada em pacientes dentro de seu IMC e Fibro Edema Gelóide (FEG), que afeta o tecido subcutâneo, pele e microcirculação periférica. A frequência de 40 kHz está localizada muito próxima do espectro audível (som), por isso é comum ouvir um ruído proveniente do transdutor do ultrassom quando ligado, e é esperado também que o paciente/cliente refira um certo desconforto auditivo durante a terapia, devido ao ruído. Esse ruído tende a soar de forma aguda para o modo de emissão contínuo e de forma mais grave nos modos de emissão pulsados. EFEITOS FISIOLÓGICOS Os efeitos fisiológicos do ultrassom dependem de muitos fatores físicos e biológicos, tais como a intensidade, o tempo de exposição, a estrutura espacial e temporal do campo ultrassônico e o estado fisiológico do local a ser tratado. Tonucci et al (2014), estudaram os efeitos do ultrassom de baixa frequência, (37.2–42.2 kHz) ao induzir cavitações não invasivas através de estresse mecânico, reduzindo o tecido adiposo subcutâneo localizado de voluntárias. Os autores sugerem que a terapia seja acompanhada por mudanças do hábito de vida. O seu principal mecanismo de ação se dá devido à cavitação gerada pelo ultrassom de baixa frequência, chamada de cavitação instável ou ultracavitação. O efeito mecânico gerado pela cavitação, promove a ruptura da membrana celular do adipócito (célula de gordura). Após essa lesão, ocorre a liberação de adipocinas ou citocinas que induzem a chegada de macrófagos na área para sua posterior eliminação, via fagocitose. Esse conteúdo lipídico é então transportado por macrófagos para o fígado, onde é processado de modo semelhante ao dos ácidos graxos oriundos da dieta, pois o fígado não faz distinção entre os http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 11 | V IB R IA M A X X ácidos graxos oriundos dos adipócitos destruídos pela ultracavitação, daqueles obtidos a partir do metabolismo fisiológico ou dos alimentos consumidos. Isso significa que os resíduos são eliminados naturalmente, resultando em redução do tecido adiposo em afetar o perfil lipídico do sangue. A literatura aponta que o ultrassom de baixa frequência é seletivo para os adipócitos ao estimular sua apoptose, embora o mecanismo exato para isso ainda seja desconhecido, essa tecnologia é altamente indicada, portanto, para a redução de gordura localizada. Ainda, a cavitação ajuda a desencadear a cascata lipolítica, promovendo a liquefação de triglicerídeos e sua “quebra” em ácidos graxos e glicerol. Vale ressaltar que estes substratos (ácidos graxos e glicerol) são importantes no processo de lipogênese, e por isso, durante o tratamento, o paciente/cliente pode ser orientado a praticar alguma atividade física que estimule a lipólise, o que acaba potencializando os resultados. TÉCNICAS DE APLICAÇÃO Os métodos de aplicação variam de acordo com o equipamento a ser utilizado, autor e região a ser tratada. - Aplicação dinâmica perpendicular à pele É empregado principalmente para ultrassom de alta frequência (MHz), entretanto, o uso desse método em equipamentos de baixa frequência é carregado de polêmica, pois alguns profissionais ditam que, em virtude das baixas frequências e pouca absorção, as ondas sonoras poderiam penetrar além do desejado, lesionando músculos e até órgãos. Por conta disso, verificamos que muitos profissionais utilizam empregando a técnica somente em regiões com camadas adiposas acima de 3 cm, para não trazer malefícios. - Pregueamento manual da pele Esse método é empregado com a finalidade de evitar uma possível penetração visceral das ondas. Realizando-se uma prega, feita manualmente (ou com o uso de objetos), aprisionando pele e gordura, afastando-as da camada muscular, criando uma superfície apropriada para o deslizamento do transdutor. Para aplicação destas operações deve ser utilizado o Aplicador de Ultrassom 40kHz e a saída ULTRASOUND OUTPUT identificada abaixo. http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 12 | V IB R IA M A X X TÉCNICAS DE APLICAÇÃO http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 13 | V IB R IA M A X X http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 14 | V IB R IA M A X X http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 15 | V IB R IA M A X X ULTRASSOM ISOLADO http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 16 | V IB R IA M A X X 5.0 ULTRASSOM 1 e 3MHz DEFINIÇÃO O ultrassom terapêutico possui diferentes frequências de emissão, possibilitando ao operador determinar sua profundidade de penetração tecidual. Em frequências baixas como 1MHz, as ondas mecânicas possuem maior amplitude e se apresentam em menor quantidade, o que possibilita a propagação dessas ondas para tecidos mais profundos. Já em frequências altas como 3MHz, ocorre a emissão de ondas mecânicas de pequena amplitude e em maior quantidade, que tendem a se atenuar, concentrando-se em tecidos superficiais. http://htmeletronica.com.br/ YAMADA,F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 17 | V IB R IA M A X X Sendo assim, a frequência de 1MHz é mais indicada para reabilitação, visando concentrar a energia em tecidos como músculos, tendões, ligamentos e ossos com algum tipo de disfunção (trigger points, lesões tendinosas, tendinites, lesões ligamentares e fraturas ósseas), que estão anatomicamente localizados em regiões mais profundas e demandam de uma maior profundidade de atuação. Por outro lado a frequência de 3MHz é mais indicada para tratamentos estéticos, visando concentrar a energia ultrassônica no intervalo entre a pele e o tecido adiposo, possibilitando o auxílio no tratamento da adiposidade localizada (indivíduos que possuem acúmulo regional de gordura e se encontram dentro de seu IMC), FEG (fibro edema gelóide, indivíduos do sexo feminino que apresentam irregularidades na pele em aspecto de casca de laranja, disfunção que afeta o tecido subcutâneo, a pele e a microcirculação periférica) fibroses e aderências (regiões onde ao ocorrer o processo de reparo tecidual houve muita deposição de colágeno e de forma desordenada, se muito extensos aderem a pele ao tecido cicatrizado), regeneração tecidual e pós- operatório (tecidos lesionados eventualmente ou ocasionalmente apresentando sinais inflamatórios). EFEITOS FISIOLÓGICOS Os efeitos fisiológicos do US dependem de muitos fatores físicos e biológicos, tais como a intensidade, o tempo de exposição, a estrutura espacial e temporal do campo ultrassônico e o estado fisiológico do local a ser tratado. • Vasodilatação e Hiperemia: decorrente do aumento do fluxo sanguíneo, considerada como um fenômeno protetor, destinado a manter a temperatura corporal dentro dos limites da normalidade, 36 a 37ºC. Isso ocorre em função do desprendimento de estimulantes tissulares, estimulação das fibras nervosas aferentes e diminuição do tônus muscular; • Relaxamento: o aumento da irrigação sanguínea pode proporcionar um relaxamento muscular por remover os estimulantes tissulares; • Aumento da Permeabilidade das Membranas: em função dos efeitos mecânicos, o fluido tissular é pressionado através da membrana celular, permitindo as trocas de substratos celulares e a reabsorção de líquidos e resíduos metabólicos, responsáveis pelo efeito pró inflamatório e antiedematoso; http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 18 | V IB R IA M A X X • Efeito Analgésico: são várias as teorias sobre a forma com que o ultrassom atua para o alívio da dor. Dentre elas podemos citar: melhoria da circulação, removendo os fluidos tissulares, redução da tensão tissular e diminuição do pH, normalização do tônus muscular, obstrução dos estímulos dolorosos pelas fibras nociceptivas receptoras, aumento da velocidade de condução das fibras aferentes largas; • Efeito sobre o Tecido Nervoso: atua nos nervos periféricos aumentando sua velocidade, e ainda possui a capacidade de despolarizar as fibras nervosas aferentes; • Efeito Regenerativo: estudos demonstraram que a ação do ultrassom em tecidos lesionados desenvolve uma maior dilatação do retículo endoplasmático rugoso e dos fibroblastos; • Efeito lipolítico: modulador exógeno do metabolismo no tecido adiposo branco, por meio da secreção de noradrenalina pelo sistema nervoso simpático, que consequentemente estimula os receptores beta adrenérgicos a iniciarem uma cascata lipolítica com a liberação de glicerol e ácidos graxos livres. Sobredosificação: A utilização, sem controle, de intensidades muito elevadas, a exposição por tempo prolongado e a realização de inúmeras aplicações de ultrassom em um curto intervalo de tempo, podem ocasionar uma sobredosificação. Os principais sinais e sintomas da sobredosificação são: dores somáticas abdominais; disparenia; hematúria; hemorragia retal; dor perióstica; redução do nível de glicose no sangue; fadiga; nervosismo; irritação; anorexia; redução dos glóbulos brancos e vermelhos do sangue. Antes de iniciar o tratamento o profissional deve seguir as seguintes orientações: 1) O paciente deve estar posicionado confortavelmente segundo a orientação profissional (posição sentada ou deitada); 2) O operador pode se posicionar em pé ou sentado ao lado do paciente para realizar a terapia; 3) Remova quaisquer objetos metálicos (brincos, pulseiras, anéis e piercings) da área de tratamento; 4) Respeitar a distância mínima de aproximadamente 70cm entre o paciente e o equipamento e de aproximadamente 40cm entre o operador e o equipamento ao longo do tratamento; 5) Examinar e limpar a área de tratamento, com água e sabão neutro, clorexidina alcoólica a 0,5% ou álcool 70% de uso medicinal; 6) Após a limpeza da pele, aguardar a ação do produto até que o mesmo evapore, de forma a evitar riscos ao paciente; 7) Higienizar o aplicador e as ponteiras após cada aplicação utilizando algodão levemente umedecido com clorexidina alcóolica a 0,5% ou álcool a 70%; 8) Ligue o equipamento; 9) Conecte o aplicador de acordo com o objetivo terapêutico; 10) Selecione a região a ser tratada e conte a quantidade de transdutores que cabem na região para programação automática do tempo de aplicação; 11) Realize a adipometria da região a ser tratada e ajuste o parâmetro camada adiposa no equipamento, com a informação obtida ocorre o ajuste automático de frequência de emissão, modo de emissão, ciclo de trabalho, intensidade e potência; 12) Com o paciente posicionado confortavelmente na maca e com a região previamente higienizada selecione os parâmetros adequados para o tratamento de acordo com a área tratada e objetivo da terapia; http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 19 | V IB R IA M A X X 13) Aplique uma camada gel glicerinado na região de tratamento; 14) Pressione a função iniciar na tela do equipamento ou pressionando o botão do aplicador e inicie a sequência de movimentos lineares e rítmicos sem interrupção. O aplicador nunca deve ficar estacionado no local, havendo risco de queimadura; TÉCNICAS DE APLICAÇÃO ULTRASSOM ISOLADO http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 20 | V IB R IA M A X X http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 21 | V IB R IA M A X X TERAPIA COMBINADA http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição:YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 22 | V IB R IA M A X X http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 23 | V IB R IA M A X X http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 24 | V IB R IA M A X X Para aplicação destas operações deve ser utilizado o Aplicador de Ultrassom 3D e a saída ULTRASOUND OUTPUT identificada abaixo. 6.0 ULTRASSOM 5MHz DEFINIÇÃO O ultrassom facial plano é um sistema inovador para o tratamento de rugas e flacidez da pele. É uma técnica não invasiva, não ablativa, segura e eficaz com finalidade de rejuvenescimento. A frequência do ultrassom determina a profundidade de penetração da energia por uma relação diretamente proporcional, na qual a energia é absorvida pelo tecido. O transdutor facial oferece uma frequência de 5MHz com uma profundidade de ação de aproximadamente 0,5 cm, atingindo http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 25 | V IB R IA M A X X desta forma, a derme papilar, a derme reticular e o sistema músculo aponeurótico superficial (SMAS). Evidências clínicas e histológicas indicam que a aplicação de ultrassom de 1 e 3 MHz na pele geram efeitos liporedutores no tecido adiposo subcutâneo, principalmente atribuível à indução do fenômeno de cavitação na interface citoplasmática dos adipócitos. Por outro lado, o uso do ultrassom de 5 MHz não produz alterações significativas no tamanho dos vacúolos lipídicos dos adipócitos, sem risco de efeitos liporedutores indesejados nas bolsas subjacentes de gordura subcutânea. Isto é relevante na utilização do ultrassom sobre a pele facial, visto que a integridade do tecido adiposo subcutâneo é obrigatória nessa localização anatômica, para que os melhores resultados estéticos sejam obtidos. A temperatura intra dérmica, permanece abaixo de 50 °C, ou seja, abaixo do limiar de danos teciduais. Os fibroblastos dérmicos e os mastócitos perivasculares mantêm intactos, indicando que o tratamento não causa lesão celular, nem a ativação direta da liberação de grânulos de mastócitos, o que indica ausência de efeitos pró-inflamatórios diretos. Possibilita ainda a associação com microcorrentes através da emissão das ondas ultrassônicas e da corrente elétrica simultaneamente. EFEITOS FISIOLÓGICOS • Pressurização dos fluídos intersticiais e da reorganização tridimensional do tríplice hélice de colágeno, possibilitando uma melhora da flacidez da pele imediata; http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 26 | V IB R IA M A X X • Aumento da densidade das fibras de colágeno na derme papilar e reticular e também de fibras elásticas, especialmente na derme reticular, possibilitando a melhora da flacidez da pele a longo prazo; • Facilitação da permeação transcutânea de bioativos através do estrato córneo para ação local (fonoforese), minimizando a ocorrência de ação sistêmica e posterior excreção renal. TÉCNICAS DE APLICAÇÃO - Aplicação Facial É indicada para as aplicações em áreas onde o transdutor fica totalmente em contato com a pele. 1. Coloque gel na região destinada à aplicação de ultrassom, em quantidade suficiente para que o transdutor não fique exposto ao ar durante a aplicação; 2. Informe ao paciente que a aplicação irá começar e que as sensações por ele sentidas devem ser relatadas com fidelidade a você; 3. Programe todas as variáveis referentes ao ultrassom no equipamento; 4. Coloque o transdutor em contato com a região destinada à aplicação; 5. Inicie a aplicação apertando a tecla start/stop; 6. Realize a aplicação com movimentos lentos e uniformes por toda área de tratamento; 7. Após o tempo programado, o equipamento interrompe a dose automaticamente e um alarme soará para informar que a aplicação terminou. Para aplicação destas operações deve ser utilizado o Aplicador de Ultrassom Facial e a saída ULTRASOUND OUTPUT identificada abaixo. http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 27 | V IB R IA M A X X ULTRASSOM ISOLADO http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 28 | V IB R IA M A X X TERAPIA COMBINADA http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 29 | V IB R IA M A X X http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. 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Todos os direitos reservados. 32 | V IB R IA M A X X 7.0 CONSIDERAÇÕES SOBRE A ELETROLIPÓLISE DEFINIÇÃO A eletrolipólise é uma técnica destinada ao tratamento das adiposidades localizadas,através da aplicação de vários pares de agulhas de acupuntura no tecido subcutâneo, ligadas à uma corrente de baixa frequência. EFEITOS FISIOLÓGICOS A ação hidro-lipolítica da corrente se inicia com a estimulação do sistema nervoso simpático, provocando a liberação dos hormônios adrenalina e noradrenalina. Ambos se ligam aos receptores beta-adrenérgicos presentes na membrana celular dos adipócitos, provocando reações bioquímicas que vão culminar com a ativação da enzima triglicerídeo lípase sensível a hormônio, a qual hidrolisa os triacilgliceróis. Como resultado, há liberação de glicerol e ácidos graxos. Os ácidos graxos livres são transportados pela albumina no plasma até as células, onde são oxidados para a obtenção de energia. O glicerol, por sua vez, é transportado pelo sangue até o fígado e pode ser usado para formar triacilglicerol. TÉCNICAS DE APLICAÇÃO http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 33 | V IB R IA M A X X Pode ser realizada através da técnica transcutânea ou percutânea. A técnica percutânea é considerada invasiva aliada a efeitos sistêmicos devido ao longo tempo de duração da terapia. A técnica consiste na colocação de pares de agulhas de acupuntura de forma paralela no tecido adiposo, de maneira que a área a tratar fique entre as agulhas. A técnica transcutânea (com placas) não é invasiva e foi criada na tentativa de ampliar a utilização da técnica para profissionais que não podem fazer uso de métodos invasivos. Essa técnica consiste na aplicação de pares de eletrodos de silicone que possuem formato especial (finos e compridos), imitando as agulhas, para que a área de tratamento seja totalmente abrangida. Para que o tratamento tenha maior resultado, deve ser somado ao tratamento uma dieta hipocalórica e hidrosalina, controlada para favorecer a saída de água intracelular, assim como atividade física com características aeróbicas. Para aplicações percutâneas devem ser utilizadas as agulhas e o cabo fino para eletrolipólise com garra jacaré e para aplicações transcutâneas devem ser utilizados os eletrodos para eletrolipólise e o cabo grosso para aplicação com pino banana nas cores respectivas ao canal e a saída identificada abaixo. Jamais reutilize as agulhas. As agulhas são de uso único e devem ser descartadas após utilização em recipiente específico (coletor de material perfurocortante). http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 34 | V IB R IA M A X X http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 35 | V IB R IA M A X X http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 36 | V IB R IA M A X X http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 37 | V IB R IA M A X X http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 38 | V IB R IA M A X X 8.0 CONSIDERAÇÕES SOBRE AS CORRENTES DE MÉDIA FREQUÊNCIA DEFINIÇÃO Nas últimas décadas, a eletroestimulação neuromuscular tem sido utilizada no fortalecimento muscular. As correntes excitomotoras são classificadas de acordo com a sua frequência, que significa, o número de oscilações de um movimento numa unidade de tempo. Nesse caso, utiliza- se a unidade “Hz” (ciclos por segundo). O equipamento, permite o uso de correntes portadoras de 1.000 Hz, 2.000Hz, 2.500 Hz, 4.000 Hz e 8.000 Hz com possibilidade de modulações de 1 a 200 Hz. Desta forma, surgiu mais recentemente o uso de uma nova nomenclatura, correntes alternadas moduladas em burst, a fim de caracterizá-las e diferenciá-las da eletroestimulação muscular realizada com corrente de baixa frequência. EFEITOS FISIOLÓGICOS As correntes elétricas de média frequência ocupam medidas entre 1000 Hz e 10.000 Hz, sendo múltiplas as vantagens da sua utilização, a principal delas, está relacionada à resistência interna, isto é, a resistência que os tecidos oferecem à condução da corrente elétrica. Como a impedância do corpo humano é capacitiva, e em sistemas capacitivos, quanto maior a frequência, menor será a resistência presente, as correntes de média frequência oferecem uma agradável sensação no estímulo. As correntes excitomotoras possuem os seguintes objetivos: reeducação muscular, redução de edemas, aumento da força muscular e prevenção/diminuição da flacidez muscular. A estimulação elétrica ativa de 30 a 40% mais fibras musculares comparada aos exercícios ativos, o que garante resultados em curto prazo de tempo. Além disso, realiza a estimulação das fibras do tipo II (brancas), geralmente pouco estimuladas no exercício ativo e onde geralmente se encontra a flacidez muscular estética visível. As correntes excitomotoras são classificadas de acordo com a frequência, que significa o número de oscilações de um movimento numa unidade de tempo. Nesse caso, utiliza-se a unidade “Hz” (ciclos por segundo). O equipamento permite o uso de correntes na faixa de 1.000 - 2.500 - 4.000 Hz – 8.000 Hz. As correntes de 1.000 Hz, 2.500Hz e 4.000 Hz são as mais comumente utilizadas para o fortalecimento muscular, tanto com finalidade estética como de reabilitação. Em relação à terapia analgésica, a corrente de 8.000 Hz por possuir maior frequência, traz uma agradável sensação durante o estímulo. Pode ser utilizada para o tratamento de dores musculares agudas e crônicas ou para relaxamento muscular, inclusive em pós operatório. A corrente interferencial, com frequência portadora de 2.000 Hz ou 4.000 Hz, foi idealizada com a justificativa de reduzir as respostas sensoriais promovidas pelas correntes de baixa frequência. É gerada a partir da interferência entre correntes senoidais de média frequência e seu uso envolve a analgesia e reparo. http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 39 | V IB R IA MA X X RAMPA DE CONTRAÇÃO Rise: Definido como “rise” ou rampa de subida, corresponde ao tempo em segundos, que a corrente atingirá a frequência modulada, geralmente de 1 a 3 (s); On: Definido como “on” ou tempo de contração, corresponde ao tempo em segundos, que a corrente manterá a frequência modulada, promovendo a contração muscular, geralmente de 5 a 8 (s); Decay: Definido como “decay” ou rampa de descida, corresponde ao tempo em segundos, que a corrente diminuirá a frequência modulada, geralmente de 1 a 3 (s); Off: Definido como “off” ou tempo de relaxamento, corresponde ao tempo em segundos, que a corrente se manterá desligada, geralmente é igual ou maior que o tempo on, 5 a 10(s); TÉCNICAS DE APLICAÇÃO High Force, Russian, Medium Force e Soft Force Existem duas formas para realizar a eletroestimulação: a técnica bipolar e técnica ponto motor. 1. A técnica bipolar consiste na colocação dos eletrodos nos dois extremos de um músculo, um na origem e um no ventre muscular; 2. O ponto motor é o local onde o nervo penetra no epimísio e ramifica-se, onde cada fibra nervosa pode inervar 1 fibra muscular ou até mais de 150 fibras. O local do ponto motor é sempre menos sensível, logo, a estimulação através deles são melhores que em outras áreas por possibilitar o recrutamento de um maior número de fibras musculares. A contração muscular voluntária pode e deve ser adicionada a eletroestimulação para maximizar os resultados. A intensidade da corrente é ajustada respeitando a tolerância do paciente. http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 40 | V IB R IA M A X X Para aplicação destas correntes deve ser utilizado os Cabos grossos para aplicação com pino banana nas cores respectivas ao canal desejado e utilizada a saída identificada abaixo. Caso o kit facial (acessório opcional) seja utilizado, deve-se utilizar o Cabo verde e azul com garra jacaré e aliviador vermelho (que é demonstrado abaixo e acompanha o kit) e a mesma saída identificada acima. http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 41 | V IB R IA M A X X http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 42 | V IB R IA M A X X http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 43 | V IB R IA M A X X http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 44 | V IB R IA M A X X http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 45 | V IB R IA M A X X http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 46 | V IB R IA M A X X 9.0 CONSIDERAÇÕES SOBRE AS CORRENTES POLARIZADAS DEFINIÇÃO A ionização, iontoforese ou desincruste, é o método de administração transdermal de substâncias que serão utilizadas com propósitos terapêuticos. A base do sucesso da transferência iônica está no princípio físico básico, polos semelhantes se repelem e polos opostos se atraem. A finalidade terapêutica da iontoporação depende das características das substâncias utilizadas. Elas se encontram na forma de soluções ionizáveis e, diante do campo elétrico da corrente polarizada, são movimentadas de acordo com sua polaridade e a do eletrodo ativo. Portanto, deve- se observar a polaridade do produto a ser ionizado. EFEITOS FISIOLÓGICOS O uso de corrente ou diferença de potencial elétrico provê alternativas para aumentar a penetração transdermal de ativos hidrofílicos e ionizáveis. Os mecanismos envolvidos no aumento da permeação cutânea são: http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 47 | V IB R IA M A X X • Eletrorrepulsão: a interação do ativo com o campo elétrico, gera uma força adicional para direcionar íons de polaridade semelhante à do eletrodo sob o qual são colocados; • Eletroosmose: movimento transdermal de parte do solvente juntamente com os componentes neutros e iônicos nele diluídos; • Aumento da permeabilidade intrínseca da pele pela aplicação do fluxo elétrico. TÉCNICA DE APLICAÇÃO Na aplicação fixa, os eletrodos são de alumínio, tipo placa, protegidos por esponja umedecia. O eletrodo ativo deve ser colocado sobre o local de aplicação desejado e o eletrodo passivo em um local próximo. Os eletrodos devem estar equidistantes entre si, isto é, a distância entre eles deve ser maior que a maior dimensão do eletrodo, evitando irritação e/ou queimadura química. Na aplicação móvel, o eletrodo ativo é o rolinho facial e o eletrodo passivo é o eletrodo de alumínio fixado próximo à região tratada. O cosmético é gotejado sobre a pele e o rolinho é deslizado sobre ele para viabilizar sua penetração. Desincruste Técnica que utiliza a corrente galvânica para facilitar a retirada do excesso de secreção sebácea da superfície da pele. Os Desincruste produtos realizam saponificação ou efeito detergente com os ácidos graxos na secreção sebácea, transformando-os em sabão. A função da corrente é facilitar a penetração do produto (polaridade do aparelho igual ao do produto) A caneta gancho deve ser envolvida com algodão e embebida em alguma substância desincrustante, sem que a parte metálica entre em contato com a pele, para que não haja queimadura. http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil.2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 48 | V IB R IA M A X X - O eletrodo passivo é o eletrodo de alumínio, que deve ser colocado numa região próxima ao local de tratamento. O tempo de aplicação varia conforme o modo de aplicação: fixo ou móvel. Com eletrodos fixos o tempo deve ser menor, pois há maior concentração de corrente nos tecidos. Já com o eletrodo móvel, além da redução da concentração da corrente, deve-se levar em consideração a extensão da área a ser tratada. Para aplicação desta corrente devem ser utilizados os Cabos grossos para aplicação com garra jacaré e utilizada a saída Galvânica identifica abaixo. Caso o kit facial (acessório opcional) seja utilizado, deve-se utilizar o Cabo verde e azul com garra jacaré e aliviador vermelho (que é demonstrado abaixo e acompanha o kit) e a mesma saída identificada acima. http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. 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De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 54 | V IB R IA M A X X 10.0 CONSIDERAÇÕES SOBRE AS MICROCORRENTES MENS DEFINIÇÃO O termo MENS é uma abreviação em inglês, Microcurrent Electrical Neuromuscular Stimulation. Trata-se de um tipo de eletroestimulação que utiliza correntes de baixa frequência, com intensidade na faixa dos microamperes, podendo ser uma corrente contínua ou alternada. A MENS trabalha com a menor quantidade de corrente elétrica mensurável, sendo compatível com o campo eletromagnético do corpo. É um adjuvante extremamente eficaz em diversas patologias, com superiores vantagens quando pensamos em terapia minimamente invasiva, pois ela é sensorialmente menos invasiva que as correntes terapêuticas. EFEITOS FISIOLÓGICOS - Restabelecimento da bioeletricidade tecidual: a MENS trabalha a nível celular, criando um veículo de corrente elétrica para compensar a diminuição da corrente bioelétrica disponível para o tecido lesionado. A aplicação das microcorrentes em um local lesionado pode aumentar o fluxo de corrente endógena. Isto permite à área traumatizada, recuperar sua capacitância. A resistência deste tecido lesionado é então reduzida permitindo a bioeletricidade entrar nesta área para restabelecer a homeostasia. - Síntese de ATP (Adenosina Trifosfato): ATP é um fator essencial no processo de cura. Essa molécula é a principal fonte de energia celular e a grande responsável pela síntese proteica e http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 55 | V IB R IA M A X X regeneração tecidual, devido a sua participação em todos os processos energéticos da célula. O uso de microcorrentes aumenta a produção de ATP em até 500%, que aumenta consequentemente, o transporte de aminoácidos. Estes dois fatores contribuem para um aumento da síntese de proteínas. Esse aumento resulta numa melhor cicatrização, mais rápida recuperação e minimização da sensação da dor. Como efeitos terapêuticos, podemos citar analgesia, aceleração do processo de reparação tecidual, efeito anti-inflamatório, bactericida, redução do edema e relaxamento muscular. TÉCNICAS DE APLICAÇÃO As técnicas de aplicações variam como na maioria das modalidades terapêuticas. Entretanto, as MENS podem ser utilizadas basicamente de duas formas: utilizando eletrodos convencionais (silicone, alumínio com esponja vegetal, etc) ou utilizando eletrodos tipo bastões ou caneta. Os eletrodos convencionais fixos são capazes de concentrar maior quantidade de corrente nos tecidos, promovendo maior eficácia terapêutica. Em tratamentos estéticos faciais, o uso de “estimulação dinâmica” é utilizado para associar os benefícios da corrente à movimentos que atuam sobre o tônus muscular, linhas de tensão da pele, circulação e nutrição da derme, drenagem linfática. Para aplicação desta corrente devem ser utilizados os Cabos grossos para aplicação com garra jacaré e utilizada a saída Galvânica identifica abaixo. http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 56 | V IB R IA M A X X Caso o kit facial (acessório opcional) seja utilizado, deve-se utilizar o Cabo verde e azul com garra jacaré e aliviador vermelho (que é demonstrado abaixo e acompanha o kit) e a mesma saída identificada acima. http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 57 | V IB R IA M A X X http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 58 | V IB R IA M A X X http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS,F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 59 | V IB R IA M A X X MODO DUO Consiste na realização de duas terapias diferentes de forma simultânea. 1) Para terapias simultâneas acesse o ícone MODO DUO e escolha as duas terapias diferentes que deseja trabalhar simultaneamente; 2) Escolha a primeira (1ª) terapia de interesse e selecione o protocolo desejado ou programe de acordo com seu objetivo terapêutico, realize o mesmo passo para a segunda (2ª) terapia; 3) Para modificar a combinação realizada no modo DUO, acesse o ícone e clique na lixeira para excluir e selecione entre as opções liberadas para combinação; 4) As configurações de parâmetros de cada terapia se encontram ordenadas na tela de resumo. http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 60 | V IB R IA M A X X TÉCNICAS DE APLICAÇÃO http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 61 | V IB R IA M A X X http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 62 | V IB R IA M A X X http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. 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De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 68 | V IB R IA M A X X http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 69 | V IB R IA M A X X http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 70 | V IB R IA M A X X http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 71 | V IB R IA M A X X 11.0 INDICAÇÕES GERAIS Analgesia (conforto); Adiposidade Localizada; Celulite; Drenagem venosa (retenção hídrica); Estrias; Permeação cutânea de ativos; Reabilitação; Rejuvenescimento; Reparo Tecidual; Terapia Combinada. OUTRAS INDICAÇÕES Auxiliar no Fortalecimento Muscular (Flacidez Muscular). 12.0 CONTRAINDICAÇÕES GERAIS Insuficiência cardíaca congestiva; Insuficiência Renal; Portadores de Marca-Passo; Implantes Metálicos; Área Cardíaca; Área Cerebral; Doença Vascular Periférica; Hipertensão ou Hipotensão; Áreas de Infecção Ativa; Sensibilidade alterada; Gravidez; http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 72 | V IB R IA M A X X Epilepsia Nervo Frênico; Seio Carotídeo. http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 73 | V IB R IA M A X X 13.0 ACESSÓRIOS QUE ACOMPANHAM O EQUIPAMENTO Vibria® MAXX http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 74 | V IB R IA M A X X http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica- HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 75 | V IB R IA M A X X 14.0 ACESSÓRIOS OPCIONAIS DO EQUIPAMENTO Vibria® MAXX (NÃO ACOMPANHAM O EQUIPAMENTO) http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 76 | V IB R IA M A X X 15.0 PARTE FRONTRAL DO EQUIPAMENTO Vibria® MAXX 15.1 Descrição dos Comandos e Indicações do Painel Frontal do Equipamento Vibria® MAXX 1 – Display Touch: Tela sensível ao toque para indicação e operação; 2 – Saídas de Corrente Polarizada: Conector para encaixe dos cabos de saída de corrente polarizada; 3 – Saídas de Corrente Bifásica: Conector para encaixe dos cabos de saída de corrente bifásica; 4 – Saída de Ultrassom: Conector para encaixe dos aplicadores de ultrassom; 5 – Led ON: Quando aceso, indica que o equipamento está ligado. 6 – Led OUT de Corrente Bifásica: Indicador luminoso de saída de corrente bifásica; 7 – Led OUT de Corrente Polarizada: Indicador luminoso de saída de corrente polarizada; 8 – Suporte Aplicador FloatingHead®: Suporte para descanso do aplicador quando o mesmo não estiver em uso. 9 – Suporte Aplicador 5MHz: Suporte para descanso do aplicador quando o mesmo não estiver em uso. 10 – Suporte Aplicador Baixa Frequência: Suporte para descanso do aplicador quando o mesmo não estiver em uso. 11 – Entrada do pedal: Conector para conexão do pedal http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 77 | V IB R IA M A X X 15.2 Descrição dos Comandos e Indicações da parte posterior do Vibria® MAXX 1 – Chave Liga/Desliga: Chave que liga e desliga o equipamento; 2 – Saída de Ar: Saída de ar responsável pela refrigeração do equipamento; 3 – Porta Fusível: Fusível de proteção do equipamento; 4 – Entrada para o Cabo de Força: Conexão para encaixe do cabo de força; 5 – Alça para transporte: Alça que deve ser utilizada para transporte do equipamento. NOTA! O equipamento Vibria® MAXX possui um sistema de rodízios com opções de travas nas rodas traseiras para facilitar a locomoção e estabilização. Após estabelecer um local apropriado, pressione a alavanca do freio para estabilizar o equipamento, e para soltá-lo, basta levantar a alavanca, observe que o equipamento deve ser movido segurando-o pela alça traseira do mesmo. http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 78 | V IB R IA M A X X 16.0 CONEXÃO DOS APLICADORES E CABOS Vibria® MAXX APLICADORES Para conexão com os aplicadores siga a marcação de referência e empurre para realizar o encaixe e gire no sentido horário para observar o travamento correto. Para desconectar gire no sentido horário e puxe o aplicador. CABOS DE CORRENTES Para conectar: Alinhe o guia de orientação do plugue ao encaixe do conector e conecte até sentir/ouvir um “click”. http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 79 | V IB R IA M A X X Nunca gire o plug quando conectado. Para desconectar: Segure e puxe para trás a trava do plugue indicado pelas setas, para que possa destravar o conector. 16.1 CONEXÃO DAS PONTEIRAS DO APLICADOR FACIAL Vibria® MAXX NOTA! As trocas das ponteiras devem ser realizadas com o equipamento desligado e com o cabo do aplicador desconectado do equipamento. http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 80 | V IB R IA M A X X 16.2 CONEXÃO DA CANETA PARA ESTIMULAÇÃO (acessório opcional) Vibria® MAXX A seguir são descritos os passos para conexão da Caneta para Estimulação Facial. Acessório opcional que não acompanha o produto. 16.3 CONEXÃO DOS ELETRODOS Vibria® MAXX Para utilizar as correntes, conecte os pinos banana nos orifícios dos eletrodos. Os pinos dos cabos de aplicação devem ser introduzidos completamente nos eletrodos, e os eletrodos (parte metálica) não devem ficar a mostra, devem estar totalmente para dentro da esponja (material azul), conforme ilustração abaixo. Para corrente galvânica conecte a garra de jacaré nos eletrodos de alumínio. Pressione a garra de jacaré Prenda a garra ao eletrodo Introduza o eletrodo na esponja Conecte o pino banana no eletrodo Pressione a garra de jacaré e prenda-a na agulha http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 81 | V IB R IA M A X X Jamais reutilize as agulhas. As agulhas são de uso único e devem ser descartadas após utilização em recipiente específico (coletor de material perfurocortante). BOTÕES DOS APLICADORES APLICADOR FLOATING HEAD® O Aplicador Corporal possui um botão central que inicia e pausa a emissão de Ultrassom. Apenas o aplicador corporal possui mais dois botões (Up e Down) para controle da intensidade de correntes, utilizado para terapias combinadas de ultrassom e corrente. APLICADOR DE BAIXA FREQUÊNCIA O aplicador não possui botões e sim um pedal que auxilia no acionamento remoto da emissão de ultrassom + corrente, esses botões funcionam da seguinte forma: Pressione a garra de jacaré Prenda a garra ao eletrodo http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 82 | V IB R IA M A X X APLICADOR 5MHz O aplicador possui botões que auxiliam no acionamento remoto da emissão de ultrassom + corrente, esses botões funcionam da seguinte forma: [Start] / [Stop] - Botões responsáveis por iniciar/pausar a emissão de ultrassom e/ou corrente; http://htmeletronica.com.br/YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 83 | V IB R IA M A X X 17.0 PROTOCOLOS PRÉ-PROGRAMADOS Modo Frequência de emissão Stimulus (Hz) Frequência de recorte Stimulus (Hz) Ciclo de trabalho (duty cicle) Rise ON Decay Off Tempo 1 Condicionamento Muscular Inicial sincronizado 1.000 Hz 30Hz 2ms 2 4 1 8 20 min 2 Tonificação inicial sincronizado 1.000 Hz 50 Hz 2ms 2 4 1 8 20 min 3 Força resistência inicial sincronizado 1.000 Hz 80 Hz 2ms 1 8 1 8 20 min 4 Hipertrofia inicial sincronizado 1.000 Hz 120 Hz 2 ms 1 8 1 15 20 min High Force Modo Frequência de emissão Stimulus Frequência de recorte Stimulus (Hz) Ciclo de trabalho (duty Rise ON Decay Off Tempo 1 Condicionamento Muscular Intermediário sincronizado 2.500 Hz 30Hz 50% 2 4 1 8 30 min 2 Tonificação intermediário sincronizado 2.500 Hz 50 Hz 50% 2 4 1 8 30 min 3 Força resistência intermediário sincronizado 2.500 Hz 80 Hz 50% 1 8 1 8 30 min 4 Hipertrofia intermediário sincronizado 2.500 Hz 120 Hz 50% 1 8 1 15 30 min 5 Estimulação Facial Dinâmica contínuo 2.500 Hz 50 Hz 50% − − − − 20 min Russa Modo Frequência de emissão Stimulus Frequência de recorte Stimulus (Hz) Ciclo de trabalho (duty Rise ON Decay Off Tempo 1 Condicionamento Muscular avançado sincronizado 4.000 Hz 30Hz 50% 2 4 1 8 40 min 2 Tonificação avançado sincronizado 4.000 Hz 50 Hz 50% 2 4 1 8 40 min 3 Força resistência avançado sincronizado 4.000 Hz 80 Hz 50% 1 8 1 8 40 min 4 Hipertrofia avançado sincronizado 4.000 Hz 120 Hz 50% 1 8 1 15 40 min Medium Force Modo Frequência de emissão Stimulus Frequência de recorte Stimulus (Hz) Ciclo de trabalho (duty Rise ON Decay Off Tempo 1 Dor aguda contínuo 8.000 Hz 100Hz 50% − − − − 15 min 2 Dor crônica contínuo 8.000 Hz 10 Hz 50% − − − − 15 min 3 Eletromassagem contínuo 8.000 Hz 5 Hz 50% − − − − 15 min Soft Force Frequência de emissão (Hz) Frequência de recorte (Hz) Modo Velocidade Tempo 2.500 Hz 50 Hz Crescente Média 20 min 4.000 Hz 50 Hz Crescente Média 20 min Retenção Hídrica ( Drenagem Vigorosa) Retenção Hídrica ( Drenagem Suave) Drenagem Frequência Largura do pulso Tempo 1 Eletrolipólise percutânea Fase 1 (lipólise) 5 Hz 1.000 50 minutos 2 Eletrolipólise percutânea Fase 2 10 Hz 1.000 10 minutos 3 Eletrolipólise transcutânea Fase 1 (lipólise) 5 Hz 1.000 50 minutos 4 Eletrolipólise transcutânea Fase 2 10 Hz 1.000 10 minutos Lipólise Polaridade Frequência de emissão Stimulus Frequência de recorte Stimulus (Hz) Tempo 1 Iontoporação Normal 8.000 Hz 120Hz 15 min 2 Eletrolifting Normal 8.000 Hz 120Hz 15 min Galvânica http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 84 | V IB R IA M A X X Modo Frequência Tempo 1 Reparação tecidual superficial AUT 100 Hz 20 min 2 Reparação tecidual profunda AUT 600 Hz 40 min 3 Reabilitação queimados AUT 100 Hz 40 min 4 Reabilitação úlceras AUT 150 Hz 40 min 5 Acne lesão AUT 200 Hz 20 min 6 Rejuvenescimento AUT 200 Hz 20 min 7 Normalização AUT 100 Hz 10 min 8 Nutrição AUT 100 Hz 10 min 9 Lipólise associada ao exercício aeróbico - Fase 1 AUT 25 Hz 15 min 10 Lipólise associada ao exercício aeróbico - Fase 2 AUT 10 Hz 15 min MENS Camada Adiposa Frequência de emissão Modo Intensidade 0.1 – 0.4 20% 1.2 0.5 – 0.9 20% 1.5 1.0 – 1.4 20% 1.8 1.5 – 1.9 20% 2.0 2.0 – 2.4 50% 2.5 2.5 – 2.9 50% 2.8 3.0 – 3.4 50% 3.0 3.5 – 3.9 50% 2.2 4.0 – 4.4 50% 2.5 4.5 – 4.9 50% 2.8 5.0 – 6.0 50% 3.0 Ultrassom - Protocolos para 3MHz 1 Gordura localizada 3 MHz 1 MHz 0.1 – 0.4 0.8 0.5 – 0.9 1.0 1.0 – 1.4 1.5 1.5 – 1.9 1.8 2.0 – 2.4 2.0 2.5 – 2.9 2.5 3.0 – 4.0 3.0 2 Celulite grau I e II 3 MHz co nt inu o 0.1 – 0.4 1.2 0.5 – 0.9 1.5 1.0 – 1.4 1.8 1.5 – 1.9 2.03 Celulite grau III 3 MHz co nt inu o 2.0 – 2.4 2.5 2.5 – 2.9 2.8 3.0 – 4.0 3.0 0.1 – 0.9 0.2 1.0 – 1.9 0.5 2.0 - 4.0 10% 0.8 0.1 – 0.4 0.2 0.5 – 0.9 0.5 1.0 – 1.4 1 1.5 – 1.9 1.5 2.0 – 2.4 2 2.5 – 2.9 2.5 3.0 – 4.0 3.0 50% 5 Pós-operatório tardio 3 MHz 20% 4 Pós-operatório inicial 3 MHz 5% 3 Celulite grau III 3 MHz co nt inu o 0.1 – 0.4 1.2 0.5 – 0.9 1.5 1.0 – 1.4 1.8 1.5 – 1.9 2.0 2.0 – 2.4 2.5 2.5 – 2.9 2.8 3.0 – 4.0 3.0 0.1 – 0.4 1.2 0.5 – 0.9 1.5 1.0 – 1.4 1.8 1.5 – 1.9 2.0 2.0 – 2.4 2.5 2.5 – 2.9 2.8 3.0 – 4.0 3.0 7 Hematoma 3 MHz 20% 6 Fibrose 3 MHz co nt inu o 0.1 - 1.4 2.0 1.5 - 2.9 2.5 3.0 - 4.0 3.0 9 Úlcera de pressão 3 MHz Pulsado 16Hz - 20% 0,5 W/cm² 10 Edema depressível 3 MHz Contínuo 1,5 W/cm² 11 Fonoforese 3 MHz Contínuo 1 W/cm² 8 Hidrolipoclasia 3 MHz co nt inu o http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 85 | V IB R IA M A X X Camada Adiposa Frequência de emissão Modo Intensidade 0.1 – 0.4 20% 1.2 0.5 – 0.9 20% 1.5 1.0 – 1.4 20% 1.8 1.5 – 1.9 20% 2.0 2.0 – 2.4 50% 2.5 2.5 – 2.9 50% 2.8 3.0 – 3.4 50% 3.0 3.5 – 3.9 50% 2.2 4.0 – 4.4 50% 2.5 4.5 – 4.9 50% 2.8 5.0 – 6.0 50% 3.0 Ultrassom - Protocolos para 3MHz 1 Gordura localizada 3 MHz 1 MHz 0.1 – 0.4 0.8 0.5 – 0.9 1.0 1.0 – 1.4 1.5 1.5 – 1.9 1.8 2.0 – 2.4 2.0 2.5 – 2.9 2.5 3.0 – 4.0 3.0 2 Celulite grau I e II 3 MHz co nt inu o 0.1 – 0.4 1.2 0.5 – 0.9 1.5 1.0 – 1.4 1.8 1.5 – 1.9 2.03 Celulite grau III 3 MHz co nt inu o 2.0 – 2.4 2.5 2.5 – 2.9 2.8 3.0 – 4.0 3.0 0.1 – 0.9 0.2 1.0 – 1.9 0.5 2.0 - 4.0 10% 0.8 0.1 – 0.4 0.2 0.5 – 0.9 0.5 1.0 – 1.4 1 1.5 – 1.9 1.5 2.0 – 2.4 2 2.5 – 2.9 2.5 3.0 – 4.0 3.0 50% 5 Pós-operatório tardio 3 MHz 20% 4 Pós-operatório inicial 3 MHz 5% 3 Celulite grau III 3 MHz co nt inu o 0.1 – 0.4 1.2 0.5 – 0.9 1.5 1.0 – 1.4 1.8 1.5 – 1.9 2.0 2.0 – 2.4 2.5 2.5 – 2.9 2.8 3.0 – 4.0 3.0 0.1 – 0.4 1.2 0.5 – 0.9 1.5 1.0 – 1.4 1.8 1.5 – 1.9 2.0 2.0 – 2.4 2.5 2.5 – 2.9 2.8 3.0 – 4.0 3.0 7 Hematoma 3 MHz 20% 6 Fibrose 3 MHz co nt inu o 0.1 - 1.4 2.0 1.5 - 2.9 2.5 3.0 - 4.0 3.0 9 Úlcera de pressão 3 MHz Pulsado 16Hz - 20% 0,5 W/cm² 10 Edema depressível 3 MHz Contínuo 1,5 W/cm² 11 Fonoforese 3 MHz Contínuo 1 W/cm² 8 Hidrolipoclasia 3 MHz co nt inu o Intensidade Modo 1 1 MHz 1 W/cm² Pulsado 100 Hz - 50% 2 1 MHz 0,5 W/cm² Pulsado 16 Hz - 20% 3 1 MHz 0,8 W/cm² Pulsado 100 Hz - 50% 4 1 MHz 1 W/cm² Continuo 5 1 MHz 1W/cm² Contínuo Ultrassom - Protocolos para 1MHz Artrose Consolidação de Fratura Lesão Muscular Fibrose Fonoforese Camada Adiposa Modo Intensidade 3.0 – 3.4 20% 1.2 3.5 – 3.9 20% 1.5 4.0 – 4.4 20% 1.8 4.5 – 4.9 20% 2.0 5.0 – 5.4 50% 2.5 5.5 - 5.9 50% 2.8 6.0 - 7.0 50% 3.0 3.0 – 3.4 20% 0.8 3.5 – 3.9 20% 1.0 4.0 – 4.4 20% 1.5 4.5 – 4.9 20% 1.8 5.0 – 5.4 50% 2.0 5.5 - 5.9 50% 2.5 6.0 - 7.0 50% 3.0 3.0 – 3.4 20% 1.2 3.5 – 3.9 20% 1.5 4.0 – 4.4 50% 1.8 4.5 – 4.9 50% 2.0 5.0 – 5.4 50% 2.5 5.5 - 5.9 50% 2.8 6.0 - 7.0 50% 3.0 3 Celulite grau III Ultrassom - Protocolos para 40KHz 1 Gordura localizada 2 Celulite grau I e II http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De ConsultoriaCientífica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 86 | V IB R IA M A X X Camada Adiposa Frequência de emissão Modo Intensidade Frequência de emissão Stimulus (Hz) Frequência de recorte Stimulus (Hz) Ciclo de trabalho (duty cicle) 0.1 – 0.4 20% 1.2 0.5 – 0.9 20% 1.5 1.0 – 1.4 20% 1.8 1.5 – 1.9 20% 2.0 2.0 – 2.4 50% 2.5 2.5 – 2.9 50% 2.8 3.0 – 3.4 50% 3.0 3.5 – 3.9 50% 2.2 4.0 – 4.4 50% 2.5 4.5 – 4.9 50% 2.8 5.0 – 6.0 50% 3.0 0.1 – 0.4 20% 1.2 0.5 – 0.9 20% 1.5 1.0 – 1.4 20% 1.8 1.5 – 1.9 20% 2.0 2.0 – 2.4 50% 2.5 2.5 – 2.9 50% 2.8 3.0 – 3.4 50% 3.0 3.5 – 3.9 50% 2.2 4.0 – 4.4 50% 2.5 4.5 – 4.9 50% 2.8 5.0 – 6.0 50% 3.0 0.1 – 0.4 20% 1.2 0.5 – 0.9 20% 1.5 1.0 – 1.4 20% 1.8 1.5 – 1.9 20% 2.0 2.0 – 2.4 50% 2.5 2.5 – 2.9 50% 2.8 3.0 – 3.4 50% 3.0 3.5 – 3.9 50% 2.2 4.0 – 4.4 50% 2.5 4.5 – 4.9 50% 2.8 5.0 – 6.0 50% 3.0 50% 4000 120 50% 80Gordura localizada + flacidez muscular - tto intermediario Gordura localizada + flacidez muscular - tto avançado 2500 US + Stimulus Gordura localizada + flacidez muscular - tto inicial1 2 3 50Hz 3 MHz 1 MHz 3 MHz 1 MHz 3 MHz 1 MHz 2ms1000 0.1 – 0.4 0.8 0.5 – 0.9 1.0 1.0 – 1.4 1.5 1.5 – 1.9 1.8 2.0 – 2.4 2.0 2.5 – 2.9 2.5 3.0 – 4.0 3.0 50Hz 2ms co nt inu o Celulite grau I e II + flacidez muscular - tto inicial 10004 3 MHz 0.1 – 0.4 0.8 0.5 – 0.9 1.0 1.0 – 1.4 1.5 1.5 – 1.9 1.8 2.0 – 2.4 2.0 2.5 – 2.9 2.5 3.0 – 4.0 3.0 co nt inu o Celulite grau I e II + flacidez muscular - tto intermediario 2500 80 50%5 3 MHz 0.1 – 0.4 0.8 0.5 – 0.9 1.0 1.0 – 1.4 1.5 1.5 – 1.9 1.8 2.0 – 2.4 2.0 2.5 – 2.9 2.5 3.0 – 4.0 3.0 co nt inu o 4000 120 50%Celulite grau I e II + flacidez muscular - tto avançado6 3 MHz 0.1 – 0.4 1.2 0.5 – 0.9 1.5 1.0 – 1.4 1.8 1.5 – 1.9 2.0 2.0 – 2.4 2.5 2.5 – 2.9 2.8 3.0 – 4.0 3.0 1000Celulite grau III + flacidez muscular - tto inicial co nt inu o 50Hz 2ms7 3 MHz 0.1 – 0.4 1.2 0.5 – 0.9 1.5 1.0 – 1.4 1.8 1.5 – 1.9 2.0 2.0 – 2.4 2.5 2.5 – 2.9 2.8 3.0 – 4.0 3.0 2500 80 50%Celulite grau III + flacidez muscular - tto intermediario co nt inu o 8 3 MHz 0.1 – 0.4 1.2 0.5 – 0.9 1.5 1.0 – 1.4 1.8 1.5 – 1.9 2.0 2.0 – 2.4 2.5 2.5 – 2.9 2.8 3.0 – 4.0 3.0 0.1 – 0.4 20% 1.2 0.5 – 0.9 20% 1.5 1.0 – 1.4 20% 1.8 1.5 – 1.9 20% 2.0 2.0 – 2.4 50% 2.5 2.5 – 2.9 50% 2.8 3.0 – 3.4 50% 3.0 3.5 – 3.9 50% 2.2 4.0 – 4.4 50% 2.5 4.5 – 4.9 50% 2.8 5.0 – 6.0 50% 3.0 120 50% 4000 10 4ms co nt inu o 4000 Gordura localizada + Retenção Hidrica 9 10 Celulite grau III + flacidez muscular - tto avançado 3 MHz 3 MHz 1 MHz 0.1 – 0.4 0.8 0.5 – 0.9 1.0 1.0 – 1.4 1.5 1.5 – 1.9 1.8 2.0 – 2.4 2.0 2.5 – 2.9 2.5 3.0 – 4.0 3.0 10 4msCelulite grau I e II + Retenção Hidrica co nt inu o 400011 3 MHz 0.1 – 0.4 1.2 0.5 – 0.9 1.5 1.0 – 1.4 1.8 1.5 – 1.9 2.0 2.0 – 2.4 2.5 2.5 – 2.9 2.8 3.0 – 4.0 3.0 co nt inu o 4000 10 4msCelulite grau III + Retenção Hidrica12 3 MHz http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 87 | V IB R IA M A X X Camada Adiposa Frequência de emissão Modo Intensidade Frequência de emissão Stimulus (Hz) Frequência de recorte Stimulus (Hz) Ciclo de trabalho (duty cicle) 0.1 – 0.4 20% 1.2 0.5 – 0.9 20% 1.5 1.0 – 1.4 20% 1.8 1.5 – 1.9 20% 2.0 2.0 – 2.4 50% 2.5 2.5 – 2.9 50% 2.8 3.0 – 3.4 50% 3.0 3.5 – 3.9 50% 2.2 4.0 – 4.4 50% 2.5 4.5 – 4.9 50% 2.8 5.0 – 6.0 50% 3.0 0.1 – 0.4 20% 1.2 0.5 – 0.9 20% 1.5 1.0 – 1.4 20% 1.8 1.5 – 1.9 20% 2.0 2.0 – 2.4 50% 2.5 2.5 – 2.9 50% 2.8 3.0 – 3.4 50% 3.0 3.5 – 3.9 50% 2.2 4.0 – 4.4 50% 2.5 4.5 – 4.9 50% 2.8 5.0 – 6.0 50% 3.0 0.1 – 0.4 20% 1.2 0.5 – 0.9 20% 1.5 1.0 – 1.4 20% 1.8 1.5 – 1.9 20% 2.0 2.0 – 2.4 50% 2.5 2.5 – 2.9 50% 2.8 3.0 – 3.4 50% 3.0 3.5 – 3.9 50% 2.2 4.0 – 4.4 50% 2.5 4.5 – 4.9 50% 2.8 5.0 – 6.0 50% 3.0 50% 4000 120 50% 80Gordura localizada + flacidez muscular - tto intermediario Gordura localizada + flacidez muscular - tto avançado 2500 US + Stimulus Gordura localizada + flacidez muscular - tto inicial1 2 3 50Hz 3 MHz 1 MHz 3 MHz 1 MHz 3 MHz 1 MHz 2ms1000 0.1 – 0.4 0.8 0.5 – 0.9 1.0 1.0 – 1.4 1.5 1.5 – 1.9 1.8 2.0 – 2.4 2.0 2.5 – 2.9 2.5 3.0 – 4.0 3.0 50Hz 2ms co nt inu o Celulite grau I e II + flacidez muscular - tto inicial 10004 3 MHz 0.1 – 0.4 0.8 0.5 – 0.9 1.0 1.0 – 1.4 1.5 1.5 – 1.9 1.8 2.0 – 2.4 2.0 2.5 – 2.9 2.5 3.0 – 4.0 3.0 co nt inu o Celulite grau I e II + flacidez muscular - tto intermediario 2500 80 50%5 3 MHz 0.1 – 0.4 0.8 0.5 – 0.9 1.0 1.0 – 1.4 1.5 1.5 – 1.9 1.8 2.0 – 2.4 2.0 2.5 – 2.9 2.5 3.0 – 4.0 3.0 co nt inu o 4000 120 50%Celulite grau I e II + flacidez muscular - tto avançado6 3 MHz 0.1 – 0.4 1.2 0.5 – 0.9 1.5 1.0 – 1.4 1.8 1.5 – 1.9 2.0 2.0 – 2.4 2.5 2.5 – 2.9 2.8 3.0 – 4.0 3.0 1000Celulite grau III + flacidez muscular - tto inicial co nt inu o 50Hz 2ms7 3 MHz 0.1 – 0.4 1.2 0.5 – 0.9 1.5 1.0 – 1.4 1.8 1.5 – 1.9 2.0 2.0 – 2.4 2.5 2.5 – 2.9 2.8 3.0 – 4.0 3.0 2500 80 50%Celulite grau III + flacidez muscular - tto intermediario co nt inu o 8 3 MHz 0.1 – 0.4 1.2 0.5 – 0.9 1.5 1.0 – 1.4 1.8 1.5 – 1.9 2.0 2.0 – 2.4 2.5 2.5 – 2.9 2.8 3.0 – 4.0 3.0 0.1 – 0.4 20% 1.2 0.5 – 0.9 20% 1.5 1.0 – 1.4 20% 1.8 1.5 – 1.9 20% 2.0 2.0 – 2.4 50% 2.5 2.5 – 2.9 50% 2.8 3.0 – 3.4 50% 3.0 3.5 – 3.9 50% 2.2 4.0 – 4.4 50% 2.5 4.5 – 4.9 50% 2.8 5.0 – 6.0 50% 3.0 120 50% 4000 10 4ms co nt inu o 4000 Gordura localizada + Retenção Hidrica 9 10 Celulite grau III + flacidez muscular - tto avançado 3 MHz 3 MHz 1 MHz 0.1 – 0.4 0.8 0.5 – 0.9 1.0 1.0 – 1.4 1.5 1.5 – 1.9 1.8 2.0 – 2.4 2.0 2.5 – 2.9 2.5 3.0 – 4.0 3.0 10 4msCelulite grau I e II + Retenção Hidrica co nt inu o 400011 3 MHz 0.1 – 0.4 1.2 0.5 – 0.9 1.5 1.0 – 1.4 1.8 1.5 – 1.9 2.0 2.0 – 2.4 2.5 2.5 – 2.9 2.8 3.0 – 4.0 3.0 co nt inu o 4000 10 4msCelulite grau III + Retenção Hidrica12 3 MHz Frequência de emissão Modo Intensidade Frequência portadora Ciclo de trabalho Frequência de emissão (Hz) 1 MHz 50% Dor aguda e regenação tecidual 1 MHz 8000 Hz 30 Hz1,2 W/cm²Analgesia US + SOFT 50% Pulsado 50% 48 Hz 1,5 W/cm² 100 Hz 8000 Hz Pulsado 20% 16 Hz Camada Adiposa Frequência de emissão Modo Intensidade Largura de pulso (us) Frequência de emissão(Hz) 0.1 – 0.4 20% 1.2 0.5 – 0.9 20% 1.5 1.0 – 1.4 20% 1.8 1.5 – 1.9 20% 2.0 2.0 – 2.4 50% 2.5 2.5 – 2.9 50% 2.8 3.0 – 3.4 50% 3.0 3.5 – 3.9 50% 2.2 4.0 – 4.4 50% 2.5 4.5 – 4.9 50% 2.8 5.0 – 6.0 50% 3.0 1 MHz US + Ultralipólise 1 Ultralipólise 3 MHz 1000 5 http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 88 | V IB R IA M A X X Camada Adiposa Frequência de emissão Modo Intensidade Polaridade Frequência de emissão (Hz) 0.1 – 0.9 0.2 1.0 – 1.9 0.5 2.0 - 4.0 10% 0.8 0.1 – 0.4 0.2 0.5 – 0.9 0.5 1.0 – 1.4 1 1.5 – 1.9 1.5 2.0 – 2.4 2 2.5 – 2.9 2.5 3.0 – 4.0 3.0 2 Pós-operatório tardio 3 MHz 20% automática 600 50% US + MENS 1 Pós-operatório inicial 3 MHz 5% automática 600 0.1 – 0.4 1.2 0.5 – 0.9 1.5 1.0 – 1.4 1.8 1.5 – 1.9 2.0 2.0 – 2.4 2.5 2.5 – 2.9 2.8 3.0 – 4.0 3.0 0.1 – 0.4 1.2 0.5 – 0.9 1.5 1.0 – 1.4 1.8 1.5 – 1.9 2.0 2.0 – 2.4 2.52.5 – 2.9 2.8 3.0 – 4.0 3.0 4 Hematoma 3 MHz 20% automática 200 3 Fibrose 3 MHz co nt inu o automática 200 0.1 - 1.4 2.0 1.5 - 2.9 2.5 3.0 - 4.0 3.0 0.1 – 0.4 20% 1.2 0.5 – 0.9 20% 1.5 1.0 – 1.4 20% 1.8 1.5 – 1.9 20% 2.0 2.0 – 2.4 50% 2.5 2.5 – 2.9 50% 2.8 3.0 – 3.4 50% 3.0 3.5 – 3.9 50% 2.2 4.0 – 4.4 50% 2.5 4.5 – 4.9 50% 2.8 5.0 – 6.0 50% 3.0 0.1 – 0.4 20% 1.2 0.5 – 0.9 20% 1.5 1.0 – 1.4 20% 1.8 1.5 – 1.9 20% 2.0 2.0 – 2.4 50% 2.5 2.5 – 2.9 50% 2.8 3.0 – 3.4 50% 3.0 3.5 – 3.9 50% 2.2 4.0 – 4.4 50% 2.5 4.5 – 4.9 50% 2.8 5.0 – 6.0 50% 3.0 7 Lipólise associada ao exercício aeróbico - Fase 2 3 MHz automática 10 1 MHz 6 Lipólise associada ao exercício aeróbico - Fase 1 3 MHz automática 25 1 MHz 5 Hidrolipoclasia 3 MHz co nt inu o automática 150 http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 89 | V IB R IA M A X X Camada Adiposa Frequência de emissão Modo Intensidade Polaridade Frequência de emissão (Hz) 0.1 – 0.9 0.2 1.0 – 1.9 0.5 2.0 - 4.0 10% 0.8 0.1 – 0.4 0.2 0.5 – 0.9 0.5 1.0 – 1.4 1 1.5 – 1.9 1.5 2.0 – 2.4 2 2.5 – 2.9 2.5 3.0 – 4.0 3.0 2 Pós-operatório tardio 3 MHz 20% automática 600 50% US + MENS 1 Pós-operatório inicial 3 MHz 5% automática 600 0.1 – 0.4 1.2 0.5 – 0.9 1.5 1.0 – 1.4 1.8 1.5 – 1.9 2.0 2.0 – 2.4 2.5 2.5 – 2.9 2.8 3.0 – 4.0 3.0 0.1 – 0.4 1.2 0.5 – 0.9 1.5 1.0 – 1.4 1.8 1.5 – 1.9 2.0 2.0 – 2.4 2.5 2.5 – 2.9 2.8 3.0 – 4.0 3.0 4 Hematoma 3 MHz 20% automática 200 3 Fibrose 3 MHz co nt inu o automática 200 0.1 - 1.4 2.0 1.5 - 2.9 2.5 3.0 - 4.0 3.0 0.1 – 0.4 20% 1.2 0.5 – 0.9 20% 1.5 1.0 – 1.4 20% 1.8 1.5 – 1.9 20% 2.0 2.0 – 2.4 50% 2.5 2.5 – 2.9 50% 2.8 3.0 – 3.4 50% 3.0 3.5 – 3.9 50% 2.2 4.0 – 4.4 50% 2.5 4.5 – 4.9 50% 2.8 5.0 – 6.0 50% 3.0 0.1 – 0.4 20% 1.2 0.5 – 0.9 20% 1.5 1.0 – 1.4 20% 1.8 1.5 – 1.9 20% 2.0 2.0 – 2.4 50% 2.5 2.5 – 2.9 50% 2.8 3.0 – 3.4 50% 3.0 3.5 – 3.9 50% 2.2 4.0 – 4.4 50% 2.5 4.5 – 4.9 50% 2.8 5.0 – 6.0 50% 3.0 7 Lipólise associada ao exercício aeróbico - Fase 2 3 MHz automática 10 1 MHz 6 Lipólise associada ao exercício aeróbico - Fase 1 3 MHz automática 25 1 MHz 5 Hidrolipoclasia 3 MHz co nt inu o automática 150 http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 90 | V IB R IA M A X X Ultrassom - Protocolos para 5 MHz MODO FR MOD CICLO DOSE ÁREA T 1- Frontal 2'' 2- Infra Orbital 2'' 3 - Perinasal 2'' 4 - Malar 2'' 5 - Mento 2'' 1- Frontal 2'' 2- Infra Orbital 2'' 3 - Perinasal 2'' 4 - Malar 2'' 5 - Mento 2'' 1- Frontal 2'' 2- Infra Orbital 2'' 3 - Perinasal 2'' 4 - Malar 2'' 5 - Mento 2'' 1- Frontal 2'' 2- Infra Orbital 2'' 3 - Perinasal 2'' 4 - Malar 2'' 5 - Mento 2'' 1- Frontal 2'' 2- Infra Orbital 2'' 3 - Perinasal 2'' 4 - Malar 2'' 5 - Mento 2'' 1- Frontal 2'' 2- Infra Orbital 2'' 3 - Perinasal 2'' 4 - Malar 2'' 5 - Mento 2'' 1- Frontal 2'' 2- Infra Orbital 2'' 3 - Perinasal 2'' 4 - Malar 2'' 5 - Mento 2'' 2'' 2'' 2'' 2'' 2'' 2'' 2'' 2'' 2'' 2'' Mão D 4'' Mão E 4'' Mão D 4'' Mão E 4'' 1.1 FOTOENVELHECIMENTO FASE 1 PULS 3500 HZ 35% 3.0 1- Infra Orbital 3.0 PULS 3500 HZ 20% 3.0 PULS 3000 HZ 50% 3.0PÓS-MICROAGULHAMENTO TARDIO PÓS-MICROAGULHAMENTO INICIAL MELASMA PULS 3500 HZ 35% 100 HZ 100 HZ 50% 10-15% 3.0 5% 0.2-0.8 0.2-0.8 0.2-3.0 1.5 3.0 OLHEIRA PÓS-OPERATÓRIO - IMEDIATO PÓS-OPERATÓRIO - INICIAL PULS PULS PULS 3000 HZ 100 HZ - - 20-50% - - SEQUELA DE ACNE - CICATRIZ HIPOTRÓFICA FONOFORESE EQUIMOSE PÓS-OPERATÓRIO - TARDIO PULS CONT CONT 2''3.0--CONT 3.035%3500PULSSEQUELA DE ACNE - HIPERPIGMENTAÇÃO PÓS INFLAMATÓRIA 2'' PULSPÓS-HIDROLIPOCLASIA DE PAPADA - GRANDE VOLUME 1- Região Submentoniana3.050%500 HZPULSPÓS-HIDROLIPOCLASIA DE PAPADA - PEQUENO VOLUME - - 3.0 1- Região Submentoniana3.050%100 HZ 3.0 2'' 3.035%3500 16 17 18 19 FIBROSE E ADERÊNCIA CICATRICIAL CONT Pulsado FOTOENVELHECIMENTO MÃOS FASE 2 FOTOENVELHECIMENTO MÃOS FASE 1 CONT 10 11 12 13 14 15 4 5 6 7 8 9 PULS 3500 HZ 35-50% 1.2 FOTOENVELHECIMENTO FASE 2 CONT - 2 - 3.0 REJUVENESCIMENTO - LEVE/MODERADO 3.0 3.050%3000 HZPULSREJUVENESCIMENTO - INTENSO3 http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 91 | V IB R IA M A X X Ultrassom - Protocolos para 5 MHz MODO FR MOD CICLO DOSE ÁREA T 1- Frontal 2'' 2- Infra Orbital 2'' 3 - Perinasal 2'' 4 - Malar 2'' 5 - Mento 2'' 1- Frontal 2'' 2- Infra Orbital 2'' 3 - Perinasal 2'' 4 - Malar 2'' 5 - Mento 2'' 1- Frontal 2'' 2- Infra Orbital 2'' 3 - Perinasal 2'' 4 - Malar 2'' 5 - Mento 2'' 1- Frontal 2'' 2- Infra Orbital 2'' 3 - Perinasal 2'' 4 - Malar 2'' 5 - Mento 2'' 1- Frontal 2'' 2- Infra Orbital 2'' 3 - Perinasal 2'' 4 - Malar 2'' 5 - Mento 2'' 1- Frontal 2'' 2- Infra Orbital 2'' 3 - Perinasal 2'' 4 - Malar 2'' 5 - Mento 2'' 1- Frontal 2'' 2- Infra Orbital 2'' 3 - Perinasal 2'' 4 - Malar 2'' 5 - Mento 2'' 2'' 2'' 2'' 2'' 2'' 2'' 2'' 2'' 2'' 2'' Mão D 4'' Mão E 4'' Mão D 4'' Mão E 4'' 1.1 FOTOENVELHECIMENTO FASE 1 PULS 3500 HZ 35% 3.0 1- Infra Orbital 3.0 PULS 3500 HZ 20% 3.0 PULS 3000 HZ 50% 3.0PÓS-MICROAGULHAMENTO TARDIO PÓS-MICROAGULHAMENTO INICIAL MELASMA PULS 3500 HZ 35% 100 HZ 100 HZ 50% 10-15% 3.0 5% 0.2-0.8 0.2-0.8 0.2-3.0 1.5 3.0 OLHEIRA PÓS-OPERATÓRIO - IMEDIATO PÓS-OPERATÓRIO - INICIAL PULS PULS PULS 3000 HZ 100 HZ - - 20-50% - - SEQUELA DE ACNE - CICATRIZ HIPOTRÓFICA FONOFORESE EQUIMOSE PÓS-OPERATÓRIO - TARDIO PULS CONT CONT 2''3.0--CONT 3.035%3500PULSSEQUELA DE ACNE - HIPERPIGMENTAÇÃO PÓS INFLAMATÓRIA 2'' PULSPÓS-HIDROLIPOCLASIA DE PAPADA - GRANDE VOLUME 1- Região Submentoniana3.050%500 HZPULSPÓS-HIDROLIPOCLASIA DE PAPADA - PEQUENO VOLUME - - 3.0 1- Região Submentoniana3.050%100 HZ 3.0 2'' 3.035%3500 16 17 18 19 FIBROSE E ADERÊNCIA CICATRICIAL CONT Pulsado FOTOENVELHECIMENTO MÃOS FASE 2 FOTOENVELHECIMENTO MÃOS FASE 1 CONT 10 11 12 13 14 15 4 5 6 7 8 9 PULS 3500 HZ 35-50% 1.2 FOTOENVELHECIMENTO FASE 2 CONT - 2 - 3.0 REJUVENESCIMENTO - LEVE/MODERADO 3.0 3.050%3000 HZPULSREJUVENESCIMENTO - INTENSO3 US 5 MHz + Soft TC MODO FR MOD CICLO DOSE ÁREA T US PULS 100HZ 5% SOFT 8000Hz 100Hz 50% 1 PÓS-OPERATÓRIO - ANALGESIA 0.2-0.8 2'' US 5 MHz + IONTO TC MODO FR MOD CICLO DOSE ÁREA T US CONT GALV NORMAL 1 IONTOPORAÇÃO - - 3.0 5'' US 5 MHz + MENS TC MODO FR MOD CICLO DOSE ÁREA T US PULS 3500 1- Frontal 2'' MENS AUTO 200HZ 2- Infra Orbital 2'' 3 - Perinasal 2'' 4 - Malar 2'' 5 - Mento 2'' US CONT - - 1- Frontal 2'' MENS AUTO 300HZ 2- Infra Orbital 2'' 3 - Perinasal 2'' 4 - Malar 2'' 5 - Mento 2'' US PULS 3500 1- Frontal 2'' MENS AUTO 200HZ 2- Infra Orbital 2'' 3 - Perinasal 2'' 4 - Malar 2'' 5 - Mento 2'' US PULS 3000 1- Frontal 2'' MENS AUTO 300HZ 2- Infra Orbital 2'' 3 - Perinasal 2'' 4 - Malar 2'' 5 - Mento 2'' US PULS 3500 1- Frontal 2'' MENS AUTO 200HZ 2- Infra Orbital 2'' 3 - Perinasal 2'' 4 - Malar 2'' 5 - Mento 2'' US PULS 3.000 HZ- 3.0 1- Frontal 2'' MENS AUTO 100HZ150mA 2- Infra Orbital 2'' 3 - Perinasal 2'' 4 - Malar 2'' 5 - Mento 2'' US PULS 3.000 HZ- 3.0 1- Frontal 2'' MENS AUTO 200HZ 150mA 2- Infra Orbital 2'' 3 - Perinasal 2'' 4 - Malar 2'' 5 - Mento 2'' US PULS 3000 HZ MENS AUTO 300HZ US PULS 100HZ MENS AUTO 600 Hz US PULS 100HZ MENS AUTO 600 Hz US PULS 100HZ MENS AUTO 600 Hz Cont - - 1.5 MENS NL 200 Hz 300mA US PULS 100HZ 0.2-0.8 MENS NL 200 Hz 300mA US Cont - 3.0 MENS AUTO 100-200HZ 300mA US PULS 100HZ 3.0 MENS INVER 100-200HZ 150mA US PULS 100HZ MENS AUTO 200 Hz 20%PÓS-MICROAGULHAMENTO INICIAL MELASMA 35% 3.0 2''1- Infra Orbital3.050%OLHEIRA PÓS-MICROAGULHAMENTO TARDIO 50% 2''0.2-0.810-15%PÓS-OPERATÓRIO - INICIAL PÓS-OPERATÓRIO - IMEDIATO 5% 0.2-0.8 2'' 2'' 2'' 2'' 20-50% 1.5-3.0 1- Região Submentoniana 2'' 8'' Hemiface Hemiface 8'' 20-50% 0.2-3.0 10% - 50% FIBROSE PÓS-LIPOASPIRAÇÃO DE PAPADA CANSAÇO MUSCULAR FACIAL PREPARAÇÃO TISSULAR PROCEDIMENTOS PÓS-OPERATÓRIO - EDEMA EQUIMOSE PÓS-OPERATÓRIO - TARDIO10 11 12 13 14 15 4 5 6 7 8 9 2 REJUVENESCIMENTO - LEVE/MODERADO 35-50% 3.0 3.050%REJUVENESCIMENTO - INTENSO3 1.1 FOTOENVELHECIMENTO FASE 1 35% 3.0 3.0FOTOENVELHECIMENTO FASE 21.2 http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 92 | V IB R IA M A X X US 5 MHz + MENS TC MODO FR MOD CICLO DOSE ÁREA T US PULS 3500 1- Frontal 2'' MENS AUTO 200HZ 2- Infra Orbital 2'' 3 - Perinasal 2'' 4 - Malar 2'' 5 - Mento 2'' US CONT - - 1- Frontal 2'' MENS AUTO 300HZ 2- Infra Orbital 2'' 3 - Perinasal 2'' 4 - Malar 2'' 5 - Mento 2'' US PULS 3500 1- Frontal 2'' MENS AUTO 200HZ 2- Infra Orbital 2'' 3 - Perinasal 2'' 4 - Malar 2'' 5 - Mento 2'' US PULS 3000 1- Frontal 2'' MENS AUTO 300HZ 2- Infra Orbital 2'' 3 - Perinasal 2'' 4 - Malar 2'' 5 - Mento 2'' US PULS 3500 1- Frontal 2'' MENS AUTO 200HZ 2- Infra Orbital 2'' 3 - Perinasal 2'' 4 - Malar 2'' 5 - Mento 2'' US PULS 3.000 HZ- 3.0 1- Frontal 2'' MENS AUTO 100HZ 150mA 2- Infra Orbital 2'' 3 - Perinasal 2'' 4 - Malar 2'' 5 - Mento 2'' US PULS 3.000 HZ- 3.0 1- Frontal 2'' MENS AUTO 200HZ 150mA 2- Infra Orbital 2'' 3 - Perinasal 2'' 4 - Malar 2'' 5 - Mento 2'' US PULS 3000 HZ MENS AUTO 300HZ US PULS 100HZ MENS AUTO 600 Hz US PULS 100HZ MENS AUTO 600 Hz US PULS 100HZ MENS AUTO 600 Hz Cont - - 1.5 MENS NL 200 Hz 300mA US PULS 100HZ 0.2-0.8 MENS NL 200 Hz 300mA US Cont - 3.0 MENS AUTO 100-200HZ 300mA US PULS 100HZ 3.0 MENS INVER 100-200HZ 150mA US PULS 100HZ MENS AUTO 200 Hz 20%PÓS-MICROAGULHAMENTO INICIAL MELASMA 35% 3.0 2''1- Infra Orbital3.050%OLHEIRA PÓS-MICROAGULHAMENTO TARDIO 50% 2''0.2-0.810-15%PÓS-OPERATÓRIO - INICIAL PÓS-OPERATÓRIO - IMEDIATO 5% 0.2-0.8 2'' 2'' 2'' 2'' 20-50% 1.5-3.0 1- Região Submentoniana 2'' 8'' Hemiface Hemiface 8'' 20-50% 0.2-3.0 10% - 50% FIBROSE PÓS-LIPOASPIRAÇÃO DE PAPADA CANSAÇO MUSCULAR FACIAL PREPARAÇÃO TISSULAR PROCEDIMENTOS PÓS-OPERATÓRIO - EDEMA EQUIMOSE PÓS-OPERATÓRIO - TARDIO10 11 12 13 14 15 4 5 6 7 8 9 2 REJUVENESCIMENTO - LEVE/MODERADO 35-50% 3.0 3.050%REJUVENESCIMENTO - INTENSO3 1.1 FOTOENVELHECIMENTO FASE 1 35% 3.0 3.0FOTOENVELHECIMENTO FASE 21.2 http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 93 | V IB R IA M A X X US 5 MHz + MENS TC MODO FR MOD CICLO DOSE ÁREA T US PULS 3500 1- Frontal 2'' MENS AUTO 200HZ 2- Infra Orbital 2'' 3 - Perinasal 2'' 4 - Malar 2'' 5 - Mento 2'' US CONT - - 1- Frontal 2'' MENS AUTO 300HZ 2- Infra Orbital 2'' 3 - Perinasal 2'' 4 - Malar 2'' 5 - Mento 2'' US PULS 3500 1- Frontal 2'' MENS AUTO 200HZ 2- Infra Orbital 2'' 3 - Perinasal 2'' 4 - Malar 2'' 5 - Mento 2'' US PULS 3000 1- Frontal 2'' MENS AUTO 300HZ 2- Infra Orbital 2'' 3 - Perinasal 2'' 4 - Malar 2'' 5 - Mento 2'' US PULS 3500 1- Frontal 2'' MENS AUTO 200HZ 2- Infra Orbital 2'' 3 - Perinasal 2'' 4 - Malar 2'' 5 - Mento 2'' US PULS 3.000 HZ- 3.0 1- Frontal 2'' MENS AUTO 100HZ 150mA 2- Infra Orbital 2'' 3 - Perinasal 2'' 4 - Malar 2'' 5 - Mento 2'' US PULS 3.000 HZ- 3.0 1- Frontal 2'' MENS AUTO 200HZ 150mA 2- Infra Orbital 2'' 3 - Perinasal 2'' 4 - Malar 2'' 5 - Mento 2'' US PULS 3000 HZ MENS AUTO 300HZ US PULS 100HZ MENS AUTO 600 Hz US PULS 100HZ MENS AUTO 600 Hz US PULS 100HZ MENS AUTO 600 Hz Cont - - 1.5 MENS NL 200 Hz 300mA US PULS 100HZ 0.2-0.8 MENS NL 200 Hz 300mA US Cont - 3.0 MENS AUTO 100-200HZ 300mA US PULS 100HZ 3.0 MENS INVER 100-200HZ 150mA US PULS 100HZ MENS AUTO 200 Hz 20%PÓS-MICROAGULHAMENTO INICIAL MELASMA 35% 3.0 2''1- Infra Orbital3.050%OLHEIRA PÓS-MICROAGULHAMENTO TARDIO 50% 2''0.2-0.810-15%PÓS-OPERATÓRIO - INICIAL PÓS-OPERATÓRIO - IMEDIATO 5% 0.2-0.8 2'' 2'' 2'' 2'' 20-50% 1.5-3.0 1- Região Submentoniana 2'' 8'' Hemiface Hemiface 8'' 20-50% 0.2-3.0 10% - 50% FIBROSE PÓS-LIPOASPIRAÇÃO DE PAPADA CANSAÇO MUSCULAR FACIAL PREPARAÇÃO TISSULAR PROCEDIMENTOS PÓS-OPERATÓRIO - EDEMA EQUIMOSE PÓS-OPERATÓRIO - TARDIO10 11 12 13 14 15 4 5 6 7 8 9 2 REJUVENESCIMENTO - LEVE/MODERADO 35-50% 3.0 3.050%REJUVENESCIMENTO - INTENSO3 1.1 FOTOENVELHECIMENTO FASE 1 35% 3.0 3.0FOTOENVELHECIMENTO FASE 21.2 http://htmeletronica.com.br/ YAMADA, F.R.A.; DINANNI, L.R; BARROS, F.C; ROCHA, A.M.P.; RODRIGUES, T. Depto. De Consultoria Edição: YAMADA, F.R.A. Depto. De Consultoria Científica - HTM Eletrônica http://htmeletronica.com.br Av. Rio Nilo, 209. Jd. Figueira. CEP: 13904-380. Amparo. SP. Brasil. 2021. Copyright 2021. Todos os direitos reservados. 94 | V IB R IA M A X X 18.0 BIBLIOGRAFIA BANI, Daniele; CALOSI, Laura; FAGGIOLI, Lara. Efeitos do tratamento de ultrassom de alta freqüência sobre os tecidos da pele humana. Surgical & Cosmetic Dermatology, v. 6, n. 2, 2014. CHI, Anny et al. O uso do linfotaping, terapia combinada e drenagem linfática manual sobre a fibrose no pós-operatório de cirurgia plástica de abdome. Fisioterapia Brasil, v. 17, n. 3, p. 197- 203, 2016. COSTA, Raíssa Biff; GARCEZ, Valéria Ferreira; LIMANA, Mirieli Denardi. Terapia combinada (ultrassom e eletroterapia) na redução da adiposidade abdominal: relato de casos. ConScientiae Saúde, v. 15, n. 4, p. 665-669, 2016. CHENG, Ngok et al. 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