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CONCEPÇÕES DE EDUCAÇÃO E ESCOLA 
 
1 WWW.DOMINACONCURSOS.COM.BR 
Concepções de Educação e Escola 
O mundo do qual fazemos parte e, no qual, exercemos, talvez, a mais árdua das profissões – a de 
educador – está em constante e quase desenfreado desenvolvimento. 
Atualmente, nada mais pode ser considerado “novo” ou “revolucionário” pois a cada instante surgem 
novas tecnologias que transformam nosso dia a dia e nos tornam dependentes destas inovações. 
Por que então nossas escolas continuam acreditando que os conteúdos não têm que acompanhar 
estas mudanças? Por que aquilo que nós aprendemos em nossa formação inicial ainda é a mesma 
coisa que nos é exigido “ensinar” a nossos alunos, imersos num mundo em constante evolução? E o 
pior, por que acreditamos que nossos conteúdos disciplinares ultrapassados frente a essa avalanche 
de informações às quais eles estão expostos cotidianamente, vão atraí-los e motivá-los à construção 
de seus conhecimentos? 
Este mundo, que atribui a cada dia novas tarefas à escola, exige que a escola e seus agentes – pro-
fessores, funcionários, pais, alunos – reflitam, reconstruam o espaço escolar de modo a receber e 
compartilhar todas essas inovações, tornando os discentes seres competentes diante da sociedade 
que os receberá e que se encontra em constante mudança. 
Desenvolvimento 
Para início de conversa, retomo Jean Piaget (2006) que afirma que educar é adaptar o indivíduo ao 
meio social ambiente (p.154). Logo, a escola moderna deve ser capaz de conciliar e utilizar, tanto as 
tendências próprias que a fase infantil apresenta quanto à atividade espontânea que é inerente ao de-
senvolvimento mental para auxiliar as crianças a desenvolverem seu potencial, sem que se crie, com 
isso, um sistema de exclusão ou de seleção. O currículo da escola moderna deve proporcionar em 
igual escala as condições para que todos se desenvolvam como cidadãos em potencial. 
Para Piaget, a escola ativa deve fazer com que os infantes se interessem e queiram tudo o que fa-
çam, ou seja, deve mobilizar a criança para a ação e não manipulá-la. 
Neste sentido, a escola deve assumir valores, conforme aborda Miguel Zabalza (2002) que estimulem 
a autonomia dos alunos; os oriente para o respeito a si mesmo e aos demais; para a solidariedade e 
para o compromisso com os mais frágeis. Além disso que os prepare para respeitar a natureza; ser 
sensíveis ao multiculturalismo e fazer o que estiver ao seu alcance para trabalhar pela paz e pela 
igualdade entre os povos e as pessoas. 
A teoria de Phillippe Perrenoud, acerca da formação por competências, se torna, ao meu ver, muito 
oportuna neste momento, uma vez que para Zabalza (2002), nosso compromisso é desenvolver to-
das as nossas capacidades: inteligência, afeto, sensibilidade, compromisso, gosto pelas coisas, etc. 
Para Perrenoud (1999), a Escola deve modificar-se para oferecer aos alunos as ferramentas neces-
sárias para que estes tenham um desenvolvimento humano e profissional satisfatório, sendo capazes 
de atuar positivamente na sociedade em que estão inseridos. 
A este respeito, segundo Perrenoud: 
A Escola deve oferecer situações escolares que favorecem a formação de esquemas de ações e de 
interações relativamente estáveis e que, por um lado, possam ser transpostas para outras situações 
comparáveis, fora da escola ou após a escolaridade (1995, p.32) 
Conforme o autor, uma educação por competências começa a ser construída quando a escola as-
sume que os conteúdos disciplinares devem fazer, antes de tudo, sentido para seus alunos. Nesta 
perspectiva, Perrenoud (1999) aponta para a necessidade de construir competências dentro das dis-
ciplinas escolares, ou seja, criar situações-problema que tenham relação com situações e práticas so-
ciais, vivenciadas pelos alunos. 
Assim, trazendo a realidade dos estudantes para a sala de aula e relacionando-a aos conteúdos dis-
ciplinares – conforme também sugere Piaget ao afirmar que a escola deve adaptar-se à criança – ob-
ter-se-á, com maior facilidade, a participação e intervenção dos alunos rumo à construção e organiza-
ção de seus conhecimentos, promovendo os debates e a cooperação entre os membros do grupo, 
 CONCEPÇÕES DE EDUCAÇÃO E ESCOLA 
 
2 WWW.DOMINACONCURSOS.COM.BR 
uma vez que, cada um poderá expor seus pontos de vista a partir das experiências de vida que pos-
suem. Mudando-se as práticas, mudar-se-á também o papel do aluno em sala de aula. E, dessa 
forma, conforme aborda Tomaz Tadeu da Silva (1995) haverá a “constituição de identidades sociais”. 
Segundo o autor, “nossa identidade social é produzida histórica e socialmente e não apenas no inte-
rior da escola, mas no contexto de processos pedagógicos e formativos mais amplos” e “escola e 
educação formal são apenas uma das esferas sociais nas quais as identidades são formadas e pro-
duzidas” (p.33) 
Logo, depreende-se que contexto social e cultural são pedagógicos e compreender isso é trabalhar 
um currículo crítico. 
Ao propor as mudanças necessárias para um novo trabalho em sala de aula, visando obter dos alu-
nos novos comportamentos e novos resultados em direção à construção de suas competências, faz-
se necessário também, como afirma Fernando Hernandez (1998), a formação de profissionais com-
petentes que atuem concomitantemente com esta nova proposta de educação. 
Para que as novas tarefas propostas pelo autor atinjam resultados esperados, é imprescindível que 
os professores, na sua formação, sejam preparados para construírem suas próprias competências 
enquanto educadores, praticando com êxito essa nova pedagogia em seu trabalho em sala de aula. 
O professor, atuante nesta concepção de educação, deverá então ser capaz de reinventar sua escola 
enquanto local de trabalho e reinventar a si próprios enquanto pessoas e membros de uma profissão 
(THURLER, 2002 apud PERRENOUD, 1999, p.90) 
Com estas asserções pode-se dizer que se faz necessário que o professor deixe de lado certos mo-
delos pedagógicos pré-estabelecidos, adaptando-os às reais necessidades de seus alunos, de forma 
com estes sejam atingidos e tornem-se parceiros ativos, criativos e cooperativos na construção de 
seus conhecimentos. 
Faz-se imprescindível então, ao meu ver que, como profissionais da educação, libertemo-nos de ma-
nuais didáticos e deixemos de lado formas convencionais de “transmissão de conhecimento”. Essas 
modificações implicam a adoção e aceitação de novas tecnologias (computadores, softwares, Inter-
net, etc) como ferramentas pedagógicas que, aliadas ao trabalho do professor e do aluno e, sendo 
representativas do contexto social em que estes se encontram inseridos, despertem neles as capaci-
dades de construção e organização dos conhecimentos, aprendendo assim a compartilhá-los. 
Reinventando sua prática, o professor se torna reflexivo. 
As asserções acima dão origem, conforme aborda Dermeval Saviani, às novas expressões do tipo 
“pedagogia da qualidade total”, “pedagogia das competências”, “teoria do professor reflexivo”. 
Para Isabel Alarcão (2001), o professor reflexivo é aquele que pensa, e a escola reflexiva é uma insti-
tuição que pensa e que é capaz de avaliar a si própria. 
A escola reflexiva a qual Alarcão se refere, é aquela que envolve todos os seus agentes na constru-
ção de sua diversidade. É aquele que dialoga com a comunidade. É aquela que se abre para as mu-
danças, interage com a tecnologia e flexibiliza diante das transformações. Não é uma escola pronta. 
É uma escola que continuadamente reflete sobre si mesma no presente para SER no futuro. 
A partir das considerações aqui feitas, creio que a escola reflexiva é o sonho que embala todos os 
educadores que ainda são comprometidos com seu papel diante da sociedade. 
A escola reflexiva é aquela que, aos poucos, motiva-nos a não desistir diante das dificuldades, move-
nos quando os obstáculos – desânimo de nossos alunos, resultados “insuficientes”, entre outros – 
tentam nos manter estagnados. 
A escola reflexiva é aquela que nos abre horizontes emostra que é possível sim mudar. A reflexão 
nos fornece oportunidades para voltar atrás e rever acontecimentos e práticas. 
 CONCEPÇÕES DE EDUCAÇÃO E ESCOLA 
 
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A escola reflexiva, neste sentido, é aquela que vai selecionar os verdadeiros professores – aqueles 
que buscam na educação a melhoria de uma sociedade - e excluir profissionais que julgam mudan-
ças desnecessárias e que se preocupam apenas em receber seu salário no final do mês, ou seja, 
aqueles que não se comprometem com a essência da prática educativa. 
Assim, ao meu ver idéia de reflexão surge associada ao modo como se lida com problemas da prática 
profissional, à possibilidade de se aceitar um estado de incerteza e estar aberta a novas hipóteses 
dando, assim, forma a esses problemas, descobrindo novos caminhos, construindo e concretizando 
soluções, enfim, remodelando escola, currículo e prática docente. 
O conceito de Educação foi amplamente debatido por vários pesquisadores ao longo do tempo. Es-
tes, interpretaram a Educação segundo áreas do conhecimento distintas e formularam teorias e me-
todologias que permeiam as atividades educacionais até os dias atuais. 
Segundo as teorias psicológicas, as concepções sobre a Educação são: 
Modelo Tradicional 
É um modelo educacional que foi amplamente difundido no território brasileiro desde o Império. 
Conforme esta concepção, o aluno é visto como receptor passivo das informações, conteúdos e práti-
cas preestabelecidas pelo sistema educacional, pela instituição ou mesmo pelo professor. 
O professor é o responsável por selecionar os conteúdos e repassar aos alunos no ambiente escolar. 
O método avaliativo é pautado na reprodução dos conteúdos trabalhados. Desta forma, sobressai a 
memorização e repetição do que foi trabalhado em aula. 
Há uma evidente hierarquia na relação entre professor e aluno, ficando como responsabilidade do 
professor o andamento das atividades e as decisões sobre métodos, conteúdos e avaliações. 
Não é um modelo muito democrático, já que o conteúdo é repassado de forma hierarquizada. Não há 
incentivo ao pensamento crítico por parte dos alunos, nem tampouco trabalhos que demandem rela-
ções de grupo. 
Esta concepção pedagógica é bastante criticada no contexto educacional, mas ainda está muito pre-
sente na realidade brasileira. 
Modelo Comportamentalista 
Esta concepção pedagógica é também conhecida como behaviorista. O nome mais conhecido do 
Behaviorismo é Skinner, cujas pesquisas pautaram-se nos comportamentos de condicionamento so-
cial. 
Para esta teoria, o conhecimento é um elemento externo ao indivíduo, e cabe a este encontrar as for-
mas para chegar até ele. Com objetivos de ensino bem estabelecidos, a educação seria uma forma 
pela qual o aluno poderia atingir o conhecimento. 
Nesta concepção, é importante que sejam desenvolvidas habilidades e competências através dos 
processos educacionais. Uma das teorias do conhecimento que respalda a visão comportamentalista 
é o Positivismo, para o qual tudo pode ser sistematizado e mensurado através do método das ciên-
cias naturais. 
Ao professor, nesta concepção, cabe o planejamento das melhores ações para se chegar aos objeti-
vos de aprendizagem propostos. São comumente utilizados estímulos e punições, visando incentivar 
o aluno ou corrigir aspectos que não sejam positivos. 
Modelo Humanista 
A concepção humanista de educação preza pela centralidade do sujeito que está em processo de 
aprendizagem. As experiências pessoais dos alunos são resinificadas diante dos conteúdos do currí-
culo escolar, de modo que não se parte do externo para o indivíduo, mas do aluno para o que está 
fora dele. 
 CONCEPÇÕES DE EDUCAÇÃO E ESCOLA 
 
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As potencialidades dos alunos são exploradas e valorizadas, e o professor atua como um facilitador 
dos processos de aprendizagem. As subjetividades individuais dos alunos são elementos que favore-
cem a interação com os conteúdos, e o professor estimula as percepções e a personalidade de cada 
um na aprendizagem. 
Modelo Cognitivista 
Esta concepção de educação tem como base os vários conhecimentos constituídos ao longo da his-
tória do aluno, considerando para tanto a sua cultura, sua personalidade, a afetividade, o momento 
histórico no qual o aluno está inserido e ainda o meio social no qual ele vive. 
É uma das concepções mais conhecidas na educação brasileira, pois explora o desenvolvimento 
cognitivo das crianças. Entende-se que o aluno passa por diversos períodos durante seu desenvolvi-
mento, e em cada um destes são aflorados aspectos da sua evolução. 
A interação com o meio e com as demais pessoas é considerada como uma forma privilegiada no 
processo de desenvolvimento da criança. Nesta concepção, entende-se que toda pessoa pode apren-
der sempre, e que cada um aprende de forma única e subjetiva. 
O professor é, nesta concepção, um mediador entre o conhecimento e o aluno. O docente tem a res-
ponsabilidade de problematizar os conteúdos e conceitos, desafiando os alunos, de modo que a cria-
tividade e a criticidade sejam desenvolvidos nas aulas. 
Modelo Sociocultural 
Esta concepção da educação leva em consideração aspectos como o contexto político, econômico, 
social e cultural no qual o aluno está inserido. Ela entende que a ação educativa tem como base jus-
tamente estes fatores. 
O ensino-aprendizagem é concebido a partir do processo sócio-histórico, o qual é mediado pela cul-
tura. A educação para o modelo sociocultural é sempre problematizadora, especialmente no que 
tange aos aspectos da sociedade. 
O aluno é instigado a perceber a organização social na qual vive, situando-se no espaço geográ-
fico e no tempo histórico. Como tal, o estudante é um sujeito ativo na construção dos conhecimentos 
históricos. A relação entre estudante e professor é igualitária, e o aluno é instigado a questionar sem-
pre. 
Estas são as principais concepções que permeiam as ações educativas e curriculares. Todas elas 
possuem grandes pesquisadores que as estudam e legitimam suas ações. Cada qual tem a sua im-
portância diante do cenário geral da educação. 
Apenas para fins de esclarecimentos e pesquisas, seguem alguns exemplos que podem orientar a 
escolha da concepção de educação: 
 
No século XVII Comenius desenvolveu ideias avançadas sobre a Educação, defendeu que todos têm 
direitos naturais à felicidade eterna com Deus. O homem ao realizar os desígnios da natureza das 
coisas, suas observações e fenômenos, desenvolve os órgãos do sentido para que registrem as infor-
mações na mente do aluno, não ensinando nada que a criança não possa compreender. 
 
Embora Comenius partisse da observação e da experiência sensorial, mantinha-se o caráter trans-
missor como método único e simultâneo a todos. 
 
Jean Jacques Rousseau propôs uma concepção baseada na necessidade e interesse instantâneo da 
criança. O contato da criança com o mundo que a rodeia é que irá despertá-la, pois o homem é bom 
em seu estado natural. O educador deveria afastar da criança os vícios da sociedade permitindo 
abrir-se espontaneamente, o que lhe é inato. 
 
Henrique Pestalozzi deu grande importância ao ensino como meio de educação e desenvolvimento 
das capacidades humanas. Deu ênfase ao método intuitivo, analisando objetos e fenômenos da natu-
reza. 
 
 CONCEPÇÕES DE EDUCAÇÃO E ESCOLA 
 
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O alemão Johan Friedrich Herbart exerceu influência na prática docente conservadora, defendendo 
que o fim da educação é a moralidade, o professor é o arquiteto da mente na qual deveria trazer à 
atenção do aluno àqueles que desejam que a dominem. 
 
Os defensores de Herbart argumentam sobre a exigência da compreensão dos assuntos estudados, 
e não memorizá-los. 
 
As ideias de pensadores que formaram o pensamento pedagógico europeu demarcaram as concep-
ções pedagógicas da atualidade. 
 
A Pedagogia Libertadora está centrada na discussão de temas sociais onde o professor e os alunos 
agem em conjunto. Essaescola defendida por Paulo Freire sustenta uma concepção dialética em que 
o educador e o educando aprendem juntos em uma relação dinâmica, na qual a prática é orientada 
pela teoria em um processo constante de troca de ideias entre professor e aluno. 
 
Demerval Saviani defende que no âmbito da política educacional e no recinto do interior da escola, na 
verdade, nós combatemos com duas posições antiéticas e que, era de regra convencionalmente tra-
duzida em termos do novo e do velho, da Pedagogia Nova e Pedagogia Tradicional. 
 
Essa Pedagogia Tradicional se afunda numa concepção fisiológica essencialista, ao passo que a Pe-
dagogia Nova se funda numa concepção filosófica que privilegie a existência sobre a essência. 
 
José Carlos Libâneo defende a Pedagogia Crítico-social, buscado uma síntese para superar os traços 
da Pedagogia Tradicional e Nova, postulando para o ensino a tarefa de propiciar aos alunos o desen-
volvimento de suas capacidades e habilidades. 
 
Mediante a transmissão e assimilação ativa dos conteúdos escolares, proferindo, em um único pro-
cesso, adquirir noções sistematizadas e as qualidades individuais dos alunos. 
Para a Pedagogia Crítico-social dos conteúdos a escola tem a função social-política, onde defende os 
conteúdos e conhecimentos sistematizados para serem confrontados com as experiências culturais. 
 
Busca levar o educando a assumir sua condição de agente ativo de transformação social. Ela tam-
bém toma partido dos interesses da maioria da sociedade, atribuindo à instrução e ao ensino o papel 
de proporcionar aos alunos o domínio de conteúdos, de raciocínio científico, para formarem uma 
consciência crítica diante das realidades sociais. 
 
Assim, são necessárias reflexões intensas. Analisar com minúcia e coerência qual é a concepção de 
educação, quais teorias que embasarão a práxis educativa da Instituição de Ensino, a qual será de-
fendida e argumentada no Projeto Político Pedagógico. 
 
Ainda, a título de pesquisa, visando contribuir para dissolução de dúvidas posteriores, segue abaixo 
quadros com concepções de educação. 
 
Obs: No quadro abaixo foram utilizadas siglas com as seguintes representações: 
 
S = Sujeito 
 
O = Objeto 
 
D = Desenvolvimento 
 
A = Aprendizagem 
 
P = Professor 
 
A = Aluno 
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