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Micoses superficiais 
➢ Ceratofitoses – só a camada córnea (queratina) e 
haste livre dos pelos 
➢ Dermatofitoses – conseguem atravessar a camada 
córnea e atingir a epiderme 
➢ Candidíases 
Ceratofitoses 
➢ Infecções fúngicas benignas, que atingem a parte 
mais superficial da epiderme (queratina da 
epiderme) ou a cutícula dos pelos. 
• Agentes etiológicos 
➢ Micoses exclusivas da pele 
 Pitiríase versicolor 
✓ Malassezia spp. 
 Tinea nigra 
✓ Phaeoannellomyces werneckii 
✓ Hortaea werneckii 
➢ Micoses exclusivas do pelo (nodulares do pelo) 
 Piedra negra 
✓ Piedraia hortae 
 Piedra branca 
✓ Trichosporon spp. 
• Pitiríase versicolor 
 Aspectos históricos – etiologia 
 Epidemiologia 
 Aspectos clínicos 
 Diagnóstico 
➢ Infecção superficial crônica caracterizada por lesões 
maculares (manchas) hiper ou hipocrômicas, 
isoladas ou confluentes (vão se unindo), 
consistência/descamação furfurácea (fina), 
localizadas em áreas sebáceas – na face, no couro 
cabeludo, no tronco superior, no tórax, membros 
etc. *Várias apresentações de coloração. ***Sem 
alteração sensitiva. 
 
• Etiologia: 
➢ Malassezia spp. 
 Leveduras lipofílicas/lipodependentes (exceto 
Malassezia pachydermatis). 
 Sete espécies principais. 
• Doenças associadas à Malassezia spp.: 
➢ Pitiríase versicolor (PV) 
➢ Dermatite seborreica (DS) 
➢ Dermatite atópica (DA) 
➢ Foliculite 
➢ Blefarite 
• Diagnóstico 
➢ Clínico – sinal de Zileri ou Besnier. Ou exame 
microscópico de raspado das lesões – micológico 
direto. Clarificação KOH + tinta Parker: células 
esféricas ou ovaladas, hifas. “Espaguete com 
almôndegas”. Luz de Wood. 
 
-Mais raros: 
➢ Cultura – meio de ágar Sabouraud dextrose + óleo de 
oliva (leveduras lipofílicas), meio Dixon. 
➢ Cultivos – colônias brancas, creme, aspecto mucoide 
e brilhantes formadas por células leveduriformes. 
➢ Diferenciação das espécies: caracteres 
morfofisiológicos. 
• Tratamento 
 Tópicos: camada mais superficial. Não precisa usar 
drogas de ação sistêmica. 
➢ Derivados imidazólicos: cetoconazol, isoconazol, 
miconazol, tioconazol – pomadas, shampoos, loção. 
➢ Cloridrato de butenafina. 
➢ Shampoos de Sulfeto de selênio 2,5%, sabonetes 
com enxofre e ácido acetilsalicílico. 
 Sistêmicos: 
➢ Fluconazol 150-300mg/semana; Itraconazol 100mg 
2x/dia 5-7 dias; Cetoconazol 200mg/dia 10-15 dias. 
• Tinea nigra 
 Aspectos históricos 
 Agente etiológico 
 Epidemiologia 
 Aspectos clínicos 
 Diagnóstico 
➢ Micose, geralmente, assintomática que ocorre 
principalmente na palma das mãos. Caracterizada 
por manchas escuras, pouco descamativas e bordos 
delimitados. 
➢ Mais frequente em áreas tropicais. Não é micose 
muitos comum. Atinge principalmente pacientes 
jovens, sexo feminino. No Brasil, maior número de 
casos na região NE (aproximadamente 80 casos). 
➢ 4 tipos de agentes etiológicos – Cladosporium 
werneckii; Exophiala werneckii; Phaeoannellomyces 
werneckii; Hortae werneckii. 
➢ Diagnóstico: exame microscópico direto raspado de 
pele (clarificação com KOH) – filamentos micelianos, 
paredes espessas, coloração escura e 
clamidoconídios. 
➢ Diagnóstico: cultivo – fungo dimórfico – cultivos 
leveduriformes a princípio – leveduras escuras com 
estruturas ovaladas com uma ou duas células. 
Cultivos filamentosos – micélios e conídios. 
➢ Diagnóstico clínico – mancha típica. 
➢ Tratamento com soluções iodadas e agentes 
ceratinofílicos – enxofre, ácido acetilsalicílico. 
• Piedras 
➢ São infecções fúngicas que se caracterizam por 
nódulos ao redor de pelos, visíveis a olho nu. 
➢ Piedra branca e piedra negra distintas: etiologia, 
morfologia, parasitismo, saprofitismo, coloração, 
distribuição geográfica. 
➢ Micose caracterizada pela presença de nódulos 
escuros ao redor do pelo, ascostroma com ascos 
contendo ascosporos típicos, no seu interior. 
➢ O agente é Piedraia hortae que forma nódulos 
aderentes aos cabelos da cabeça. 
➢ O fungo tem sido encontrado também na superfície 
de plantas e em animais como macacos e chipanzés. 
➢ Condições predisponentes favorecem o 
aparecimento da micose. 
➢ Infecção mais comum a 30º latitude N e S, áreas 
úmidas, região tropical. No Brasil é encontrada mais 
em jovens, ambos os sexos, sem predileção por raça. 
→Muito comum em indígenas. 
• Piedra negra 
 Infecta somente cabelos da cabeça. 
➢ Diagnóstico: exame microscópico direto – corte de 
pelos parasitados. Montagem em KOH 20%: nódulos 
escuros muito aderentes ao pelo, formados por hifas 
unidas, ascostroma contendo ascos com 1 a 8 
ascosporos com um filamento polar em cada 
extremidade. 
➢ Diagnóstico: cultivos em ágar Sabouraud dextrose – 
colônias escuras de desenvolvimento lento, 
fortemente aderentes ao meio, centro elevado. 
Hifas escuras multisseptadas, parede espessas e 
clamidoconídios. 
➢ Tratamento: corte de cabelos e aplicação de loções 
a base de antimicócticos. Feo-hifomicose superficial. 
• Piedra branca 
➢ Infecção nodular caracterizada por nódulos claros 
acinzentados, pouco aderentes ao pelo. 
 Localizados principalmente nos pelos pubianos, 
perianais, axilares, barba e bigode, couro cabeludo. 
➢ O agente etiológico é Trichosporon spp. 
➢ Trichosporon é uma levedura que tem sido isolada 
também do ambiente (água, frutas, ar etc.). 
➢ São reconhecidas seis espécies como patogênicas: 
Trichosporon asahii, T. asteroides, T. cutaneum, T. 
inkin, T. mucoides e T. ovoides. O T. beigelii não é 
mais considerado espécie válida. 
➢ As espécies mais envolvidas em Piedra branca: T. 
inkin (pelos pubianos) e T. ovoides (pelos cabeça). 
➢ Piedra branca apresenta distribuição universal, 
sendo pouco contagiosa, com maior incidência em 
indivíduos do sexo masculino, adultos, sem 
predileção por raça. 
➢ Pelos genitais (pubianos e escrotais), pelos axilares, 
do couro cabeludo, barba e bigode. 
➢ Diagnóstico: pelos com nódulos exame ao 
microscópio – clarificação por KOH + tinta Parker. 
Nódulos claros, formados por tramas de hifas claras 
– fragmentação em artroconídios. 
➢ Diagnóstico: Cultura em ágar Sabouraud dextrose – 
colônias de desenvolvimento rápido, cor creme, 
aspecto cremoso, sulcos radiados, às vezes, 
cerebriformes. Ao exame microscópico – micélio 
claro, septado, ramificado formando artro e 
blastoconídios. 
➢ Tratamento: corte dos pelos atingidos; Bicloreto de 
mercúrio 1:2000; ácido salicílico + ácido benzoico; 
boa higiene pessoal. 
Dermatofitoses 
➢ Micose produzida por dermatófitos, fungos que têm 
a capacidade de invadir a queratina da pele, pelos e 
unhas. Queratinolíticos. Degradam a queratina e 
conseguem chegar na epiderme. 
➢ ANTROPOFÍLICOS 
✓ Trichophyton rubrum, T. tonsurans – aspecto de 
“centopeia”; T. mentagrophytes var. cotonosa, 
T. schoenleinii, Epidermophyton floccosum. 
➢ ZOOFÍLICOS 
✓ Microsporum canis (gato, cão), Trichophyton 
mentagrophytes var. mentagrophytes, T. 
verrucossum (gado). 
➢ GEOFÍLICOS 
✓ M. gypseum, M. nanum. 
• Manifestações clínicas 
➢ Tinea capitis: do couro cabeludo. Alopecia focal e 
descamativa (tonsura) – forma tonsurante. M. canis. 
Cabelo quebradiço. Quérion ou Kerion (aguda) – 
placas eritematosas, fica elevada. M. gypseum. *Não 
consegue tratar com medicações tópicas. *Crianças 
mais novas, imunossuprimidos. Tratamento 
sistêmico com Griseofulvina VO. 
 
-Tinha favosa: T. schoenleinii. 
➢ Tinea da pele glabra: cruris, pedis, manun, corporis: 
inguinal – eritema circinado (desenhado) e 
descamativo. Hábitos de higiene inadequados; 
roupas com umidade por uso prolongado. 
Tratamento tópico com imidazólico, terbinafina, 
ciclopirox. Intertrigo – pé de atleta, frieira. 
Tratamento tópico. 
cruris. 
➢ Tinea unguium: onicomicoses – tratamento 
sistêmico. Tratamento tópico (Amorolfina – esmalte) 
+ sistêmico (distrofia ungueal). 
 
➢ Diagnóstico: micológico direto 
➢ Diagnóstico: parasitismo do pelo 
✓ Endotrix – perfura o pelo. 
✓ Endo-ectotrix 
✓ Ectotrix – não perfura o pelo. 
 
• Tratamento Tópico: 
➢ Terbinafina tópica a 1%, derivados imidazólicos 
(miconazol 2%, oxiconazol 1%, tioconazol 1%, 
isoconazol 1% (creme, loção, spray e pó), ciclopirox 
olamina 1%, amorolfina 0,025%. 
➢ Esmaltes com ciclopirox olamina 8% e amorolfina 
5%. 
 Sistêmico: 
➢ Griseofulvina: crianças 10-20mg/kg/dia 4-6 
semanas; adultos: 500mg 1-2x/dia 20-40dias. 
➢ Terbinafina: 250mg/dia 2-6 semanas, ou, em 
pulsoterapia nas onicomicoses. 
➢ Itraconazol: 100mg/dia 15-30 dias, ou pulsoterapia. 
➢ Fluconazol 150mg-300mg/semana 4-8 semanas. 
Candidíase 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Micoses subcutâneas 
 Fungos que conseguem atravessar a epiderme e 
chegar no subcutâneo. 
 Transepidérmicas – disseminação por contiguidade/ 
linfática. 
➢ Esporotricose 
➢ Doença de Jorge Lobo 
➢ Rinosporidiose 
➢ Cromomicose 
➢ Micetomas 
• Esporotricose 
➢ Sporothrix schenckii (inoculação: jardineiros/gatos) 
➢ Clínica: 
✓ Forma cutâneo-localizada 
✓ Forma cutâneo-linfática 
✓ Forma disseminada/visceral/extracutânea 
➢ Formas ovaladas intracelulares – nódulo ulcerativo + 
linfangite em rosário (bolinha/cordão). 
➢ Diagnóstico: exame direto – negativo (não consegue 
encontrar o fungo). Opções: cultura, aglutinação, 
esporotriquina. 
➢ Tratamento: iodeto de K+, itraconazol, anfotericina 
B – antifúngicos sistêmicos VO. 
➢ Forma disseminada: imunodeprimidos. Tratamento 
com itraconazol (principalmente nos casos de maior 
gravidade) e Anfotericina B. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
• Relembrando – micoses subcutâneas: 
➢ Agentes são introduzidos por traumatismo da pele. 
➢ As lesões, em geral, não disseminam. 
➢ As infecções, em geral, não levam o indivíduo à 
morte. 
➢ Cura é mais fácil na esporotricose e mais difícil na 
cromoblastomicose e micetomas. 
➢ Algumas micoses são causadas por vários agentes. 
Micoses profundas 
➢ Sistêmicas – via inalatória. 
➢ Paracoccidioidomicose. 
➢ Acometimento pulmonar + lesões cutaneomucosas. 
➢ Doença de área rural.

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