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A Importância da Sociologia e das Ciências Sociais

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SOCIOLOGIA
A Sociologia é uma disciplina que se dedica ao estudo científico das relações sociais, da organização e das mudanças da sociedade e tem suas raízes na Europa do século XIX. Seus fundadores, como Émile Durkheim, Karl Marx e Max Weber, buscaram entender a sociedade em um momento em que a industrialização, a urbanização e as transformações políticas e econômicas estavam mudando drasticamente as relações sociais.
Atualmente, a Sociologia continua a ser uma disciplina vital para entender as sociedades contemporâneas, com um foco crescente em tópicos como desigualdade social, mobilidade social, globalização, migração, tecnologia, meio ambiente e saúde pública, entre outros. A Sociologia também é utilizada em diversas áreas, como em políticas públicas, negócios, direito e comunicação. O ser humano é um ser social. Uma das principais questões para entender a sociedade é: como ocorre a relação entre oindivíduo (as pessoas) e a sociedade? Nós construímos a sociedade? A sociedade nos constrói? Ou os dois?Nós podemos modificar a sociedade na qual estamos? Ou é a sociedade – com suas leis e regras – que cria nosso comportamento, nossos gostos, nosso pensamento?
A SOCIOLOGIA E AS DEMAIS CIÊNCIAS SOCIAIS
Com a complexidade do mundo social e o avanço do conhecimento, tornou-se necessária uma divisão das ciências sociais em diversas disciplinas, com a finalidade de produzir um conhecimento mais rigoroso e criterioso, facilitando a sistematização do estudo e das pesquisas. Assim podemos destacar algumas ciências sociais que contribuem para os estudos sociológicos e o entendimento do mundo social:
Economia – estuda as atividades ligadas à produção, distribuição, circulação de bens e serviços;
Ciência política – estuda a distribuição de poder nas sociedades, bem como a formação e o desenvolvimento das diversas formas de governos;
Antropologia – estuda e pesquisa as semelhanças e diferenças culturais entre os vários agrupamentos humanos, assim como a origem e a evolução das culturas.
ECONOMIA E SOCIOLOGIA
A economia é uma ciência social que estuda como as pessoas, empresas e governos utilizam os recursos escassos para produzir bens e serviços e distribuí-los entre si, além de temas como inflação, desemprego, políticas monetárias e fiscais, comércio internacional, entre outros.
A economia e a sociologia estão interligadas porque as condições sociais influenciam a economia e a economia, por sua vez, influencia a sociedade. A economia pode ser afetada por mudanças sociais, como o envelhecimento da população, a urbanização e a migração. Por outro lado, a economia também pode afetar a sociedade, como a distribuição de renda, a criação de empregos e a estabilidade financeira, pode ser utilizada para analisar questões sociais, como a pobreza e o desemprego.
CIÊNCIAS POLÍTICAS
A ciência política se preocupa em analisar como os governos são estruturados e como as decisões políticas são tomadas em diferentes sistemas políticos, incluindo democracias, ditaduras, monárquias, entre outros.
	A ciência política também se preocupa em estudar a relação entre o Estado e a sociedade, incluindo a participação política dos cidadãos, os movimentos sociais e a opinião pública. Ela também se dedica ao estudo das relações internacionais e da política externa, analisando as relações entre países e organizações internacionais, conflitos internacionais, cooperação internacional, entre outros temas.
Algumas das principais áreas de estudo da ciência política incluem:
Teoria política: que se preocupa em analisar as ideias e conceitos fundamentais da política, incluindo a natureza do poder político, a legitimidade do governo, a justiça social, entre outros temas.
Políticas públicas: que se dedica ao estudo das políticas governamentais, incluindo as políticas sociais, ambientais, econômicas, de segurança pública, entre outras.
Eleições e partidos políticos: que se preocupa em estudar a organização e funcionamento dos partidos políticos, as campanhas eleitorais, o comportamento dos eleitores e a formação de coalizões políticas.
Relações internacionais: que se dedica ao estudo das relações entre os países, incluindo a diplomacia, a cooperação internacional, os conflitos internacionais, entre outros temas.
A ciência política é uma disciplina importante para entender a natureza e o funcionamento dos sistemas políticos e para avaliar as políticas governamentais. Ela pode ser aplicada em diversos campos, como o governo, organizações internacionais, empresas, organizações da sociedade civil, entre outros.
ANTROPOLOGIA
		A antropologia social se concentra em examinar a estrutura social de diferentes grupos humanos, como as relações de parentesco, as hierarquias sociais, as formas de poder e as normas culturais que regem a vida em sociedade. Ela também analisa as práticas culturais de cada grupo, como a religião, a alimentação, as artes, música e outras formas de expressão cultural.
	Através de técnicas como a observação participante, a antropologia social busca compreender a vida social e cultural de diferentes grupos humanos em sua própria perspectiva. Isso significa que os antropólogos tentam entender a lógica interna de cada cultura e não fazem julgamentos de valor sobre suas práticas.
	Além disso, a antropologia social também se preocupa em entender as mudanças sociais que ocorrem em diferentes grupos humanos, como o impacto da globalização, das tecnologias, das migrações e das políticas governamentais. Ela busca entender como as pessoas se adaptam a essas mudanças e como elas lidam com conflitos e desigualdades sociais.
	A antropologia social é uma disciplina importante para entender a diversidade cultural e para ajudar na construção de sociedades mais justas e igualitárias. Ela pode ser aplicada em diversas áreas, como em projetos de desenvolvimento comunitário, na construção de políticas públicas mais inclusivas e no fortalecimento da diversidade cultural.
Etnocentrismo
O etnocentrismo é a atitude de considerar a própria cultura ou grupo étnico como superior aos demais, e de julgar outras culturas a partir da perspectiva da própria. Esta forma de pensar pode levar à discriminação e ao racismo, já que o menu se baseia em estereótipos e preconceitos.
O etnocentrismo pode ser consciente ou inconsciente, e pode manifestar-se em diferentes níveis, desde o indivíduo até o institucional. A nível individual, pode-se expressar em atitudes negativas para pessoas de outras culturas, na crença de que a própria cultura é a única correta ou na imposição de valores culturais próprios a outros grupos.
A nível institucional, o etnocentrismo pode estar presente nas políticas governamentais ou no funcionamento de empresas e organizações, nas quais favorecem a certos grupos em detrimento de outros.
Para superar o etnocentrismo, é importante desenvolver uma atitude de respeito para com as outras culturas e de abertura para a diversidade. É necessário reconhecer que todas as culturas têm sua própria riqueza e valor, e que nenhuma é superior a outra. Também é importante questionar os estereótipos e preconceitos que se tem sobre outros grupos e aprender a ver como seres humanos individuais, com sua própria história, cultura e perspectivas.
RELATIVISMO CULTURAL
	O relativismo cultural é uma teoria que sustenta que os valores, normas e crenças de uma cultura devem ser compreendidos e avaliados a partir da perspectiva de uma cultura em particular, e não a partir dos valores de outra cultura. Em outras palavras, o relativismo cultural sustenta que não existe uma medida universal para julgar todas as culturas, e que cada cultura deve ser avaliada por seus próprios padrões.
	O relativismo cultural reconhece a diversidade cultural e a necessidade de respeito, e se opõe ao etnocentrismo e ao racismo. Esta teoria defende a ideia de que cada cultura tem sua própria lógica interna e suas próprias justificativas para suas práticas, e que as normas e valores de uma cultura são produto de sua história, geografia e outros fatores específicos.
	No entanto, o relativismocultural também tem sido criticado por alguns como uma postura que pode levar à justificativa de práticas questionáveis, como a opressão de menores ou a violação de direitos humanos. A crítica argumenta que o relativismo cultural pode justificar qualquer prática em qualquer cultura.
	Em resumo, o relativismo cultural reconhece e respeita a diversidade cultural, mas também deve ser equilibrado com uma preocupação com os direitos humanos e a justiça. É importante ter em conta as diferenças culturais, mas também é necessário manter um compromisso com os valores universais como a dignidade humana e a igualdade de direitos.
Questões
1. (Uepg-pss 1 2019) A respeito do conceito de cultura e etnocentrismo, assinale com V ou F.
( ) O etnocentrismo é um conceito criado a partir do conceito do evolucionismo que considera inferior uma cultura por ela ser diferente. 
( ) Podemos considerar como cultura apenas os aspectos materiais da sociedade humana. 
( ) O relativismo cultural se contrapõe ao etnocentrismo. 
( ) Cultura é um conjunto de hábitos, costumes, valores e tradições presentes apenas nas sociedades modernas.
2. (Uem 2017) Assinale a(s) alternativa(s) com V ou F acerca do que são etnocentrismo e relativismo. 
( ) Enquanto a Sociologia enfrenta a tarefa de pensar a sociedade, a Antropologia busca registrar e compreender os fenômenos humanos a partir do conhecimento do outro. Esse outro pode ser alguém pertencente a uma cultura distante e distinta da nossa, mas também pode ser alguém pertencente à nossa própria cultura, colocado em perspectiva e observado a partir de um ponto de vista distinto do que nos é habitual, familiar e cotidiano. 
( ) O etnocentrismo é a propensão de os seres humanos enxergarem o mundo através de sua própria cultura considerando seu modo de vida como mais natural e mais correto do que os outros. 
( ) O conceito de cultura é um dos mais polêmicos nas ciências sociais, mas há consenso em relação à superioridade cultural do Ocidente em relação a culturas não ocidentais. 
( ) O relativismo cultural se opõe ao princípio de que valores, costumes ou ideias associados a determinada cultura são universalmente válidos. 
( ) A perspectiva que classifica populações indígenas como inferiores é uma expressão do etnocentrismo.
3 . (Uem 2016) “Afirmar que a evolução tecnológica é um parâmetro para avaliar a evolução das sociedades só poderia ocorrer em uma sociedade cuja evolução tecnológica é muito valorizada. Dificilmente uma sociedade organizada em outros termos escolheria esse critério.” (MACHADO, I. J. de R. et al. Sociologia hoje. São Paulo: Ática, 2013, p. 36). Considerando o trecho citado e conhecimentos sobre diversidade cultural, assinale com V ou F.
( ) A tecnologia é um dos principais critérios definidores do estágio de evolução de uma sociedade. 
( ) Ao analisarmos outras sociedades por meio de critérios próprios da nossa, como o desenvolvimento tecnológico, estamos sendo etnocêntricos. 
( ) O contato com a tecnologia ocidental avançada retirou as sociedades indígenas da América de seu primitivismo natural. 
( ) A incorporação de recursos tecnológicos de interação e comunicação, como a internet e as mídias sociais, é incompatível com os valores culturais de grupos indígenas ou de sociedades rurais tradicionais. 
( ) Diferentes grupos sociais utilizam diferentes critérios de organização social e simbólica para estruturar seu modo de vida. Esse tipo de perspectiva em relação às diferenças culturais é chamado de relativismo cultural.
4. Como o etnocentrismo pode levar à discriminação e ao racismo?
5. Como o etnocentrismo se manifesta em níveis individuais e institucionais?
6. Como podemos superar o etnocentrismo? min.5 linhas.
7. O que o relativismo cultural defende em relação à avaliação das culturas?
8. Como o relativismo cultural se opõe ao etnocentrismo e ao racismo?
9. Quais são as críticas ao relativismo cultural?
10. Como o relativismo cultural pode ser equilibrado com os valores universais?
11. Qual é a importância de considerar as diferenças culturais e, ao mesmo tempo, manter um compromisso com os valores universais? Min.5 linhas.
HISTÓRIA DO PENSAMENTO SOCIOLÓGICO
A busca de compreensão e explicação da sociedade já existia desde a Antiguidade, passando pelo Período Medieval e Idade Moderna, mas este pensamento não tinha uma base sociológica, pois os filósofos dessa época acreditavam que Deus e a natureza controlavam a sociedade, teorizaram modelos de sociedades ideais requisitando às pessoas que seguissem esses modelos, por isso, durante todos esses períodos o pensamento sobre o social estava influenciado por um caráter normativo(estabelecer regras para vida social) e finalista (objetivo de uma organização social ideal), impedindo um entendimento científico da realidade social. Outro fator que contribuiu para a inexistência da sociologia foi o fato de que as sociedades pré-capitalistas eram relativamente estáveis, o ritmo e o nível das mudanças eram razoavelmente lentos, não se percebendo a sociedade enquanto um “problema” merecedor de análises e investigação minuciosa (científica) .
REVOLUÇÃO INDUSTRIAL
A Revolução Industrial foi um período de grande transformação econômica e social que teve início na Inglaterra no final do século XVIII e se estendeu para o resto do mundo no século XIX. Essa revolução trouxe mudanças significativas na produção, no comércio e na vida das pessoas em geral.
A sociologia é uma disciplina que busca compreender a sociedade e as interações sociais entre os indivíduos. Portanto, a Revolução Industrial foi um fenômeno importante para a sociologia, uma vez que impactou profundamente a estrutura social existente na época.
Com a Revolução Industrial, houve uma mudança significativa nas relações sociais e nas formas de produção. O trabalho manual, que era a principal forma de produção até então, foi substituído por máquinas movidas a vapor, o que resultou em uma maior eficiência e produtividade. Isso levou à formação de grandes fábricas, que concentravam um grande número de trabalhadores em um único local, o que por sua vez levou ao surgimento de novas relações sociais.
A Revolução Industrial também trouxe mudanças na forma como as pessoas viviam e trabalhavam. As cidades cresceram rapidamente, as condições de trabalho eram precárias e muitas vezes perigosas, e a vida das pessoas se tornou mais fragmentada. Isso levou a um novo tipo de isolamento social e a uma maior divisão do trabalho.
Os sociólogos do século XIX, como Émile Durkheim e Karl Marx, analisaram profundamente as mudanças sociais que ocorreram durante a Revolução Industrial. Durkheim, por exemplo, estudou o surgimento de novas formas de solidariedade social nas sociedades industriais, enquanto Marx analisou as relações de poder e exploração entre os proprietários das fábricas e os trabalhadores.
Assim, a Revolução Industrial teve um impacto significativo na sociologia, uma vez que trouxe mudanças profundas na estrutura social e nas relações entre os indivíduos, o que motivou o estudo dessas mudanças pelos sociólogos da época.
Condições de trabalho no início da revolução industrial.
• os salários eram baixos;
• as fábricas contratavam principalmente mulheres e crianças, pois os salários que elas recebiam eram ainda mais baixos do que os pagos aos homens. A estes eram destinadas as funções que dependiam da força física;
• as crianças eram recrutadas em orfanatos, a partir de 4 anos de idade, para o trabalho na indústria têxtil;
• os trabalhadores não tinham direitos vinculados ao emprego, como férias, descanso semanal, nem mesmo um contrato de trabalho;
• a jornada de trabalho diária chegava a 16 horas;
• Os empregados estavam sujeitos a castigos físicos e as trabalhadoras eram, com frequência, violentadas pelos capatazes.
Mas se os proprietários dos meios de produção impunham essas condições aos trabalhadores, estes, por sua vez, reagiam contra isso. Apesar da pobreza e da fome, os empregados das indústrias começaram a se organizar, a fim de melhorar as condições de trabalho, atémesmo com reações violentas como o movimento ludista (ou luddita), no início do século XIX.
Trabalho em tempos recentes
Todavia, ainda hoje enfrentamos problemas em relação ao trabalho, em virtude da busca constante pela redução dos custos de produção e, consequentemente, aumento do lucro. De várias maneiras, a produção industrial automatizada tornou a mão de obra humana obsoleta em muitos aspectos, forçando aqueles que necessitam de vender sua força de trabalho para sobreviver, principalmente aqueles que possuem menor grau de especialização, a fazê-lo de forma cada vez mais barata. Esse fenômeno tornou-se mais evidente em tempos mais recentes se observarmos a realidade da produção de bens de consumo em escala global, em que países em desenvolvimento e com grande população encontram-se no topo se considerarmos o aspecto da produção industrial. Entretanto, ao observarmos os índices de qualidade de vida e de trabalho, vemos que a grande produção industrial não se converte em melhoria de condição de vida para o trabalhador que produz. Isso se deve à exploração do enorme exército de trabalho existente nesses países e das leis trabalhistas mais frouxas que permitem que grandes produtoras industriais mantenham uma alta rotação de trabalhadores com baixos salários.
É preciso salientar que nossa realidade se distingue bastante da retratada por Karl Marx no início da chamada Revolução Industrial. Enquanto a maioria dos trabalhadores daquela época concentrava-se em atividades de manufatura relacionadas com a produção industrial, hoje o setor de serviços é o que mais possui trabalhadores. Esse contexto histórico-social é importante para que entendamos os conflitos que nossas novas formas de relação com o trabalho trazem. O desemprego associado com esse processo torna-se um dos principais problemas de nossa sociedade moderna. Ao negar o direito ao trabalho, nega-se também o direito do sujeito de subsistir no meio social. Podemos, então, relacionar o agravamento de problemas como a violência, a miséria e a falta de acesso à educação a esse tipo de exclusão social.

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