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GIA DE PLANTÃO
Profissão: 
História familiar: N/R
 História pessoal: N/R
Cirurgias: N/R
Alergias: N/R
Hábitos tóxicos: N/R
Uso continua de medicamentos: N/R
REAVALIAÇÃO
Reavaliação de exames 
Reavalio paciente que inicialmente apresentou queixa de dor ..... foi medicado com ... fez exames comentados abaixo, e agora relata melhora dos sintomas apresentados. Agora se mostra afebril, hidratado, hábitos alimentares adequados, urina e fezes sem alterações, sono preservado. Nega novos sintomas ou alterações.
Documentação de dados objetivos: 
 Glicemia 91 mg/dl; Temperatura: 36,2g; Freqüência cardíaca:78bpm; Freqüência respiratória:16 rpm ; Pressão arterial: 110/70 mmhg; Saturaçâo O2: 98%.dentre outros;
Resultados de exames complementares.
Hemograma C
Hb: Hto: Leuco G: Seg: Linfocitos: Plaquetas: 
Glicemia Sérica: 
Eletrólitos 
Sódio: Potássio: Cloreto: Bicarbonato:
Função Renal 
Ureia: Creatinina: Microalbuminúria: Proteinúria: TFG: EAS: Urocultura: 
Função hepática: 
Fosfatase alcalina: ALT – TGP: AST – TGO: Bilirrubina: GGT: 
Albumina: Alfafetoproteina: Tempo de protrombina: Anticorpos mitocondriais: 5′-nucleotidase: 
Perfil lipídico 
Colesterol total: Colesterol HDL: Colesterol LDL: TG: VLDL: Colesterol não-HDL:
EXAMES DE IMAGEN
Eletrocardiograma: Frequência cardíaca entre 60 e 100 batimentos por minuto. Onda P presente, indicando ritmo sinusal.
RX Torax: Tecidos moles sem anormalidades. Estruturas ósseas íntegras. Transparência pulmonar normal. Seios costo-frênicos livres.
OFTALMO
Conjutivite Aguda 
Paciente com secreção purulenta que se refaz rapidamente, conjuntivas inflamadas, pontos vermelhos, sem adenopatia pré-auricular. 
EF: Folículos translúcidos circundados por vasos sanguíneos.
CD:
Alta, com orientações para o domicilio; 
Atestado médico de 3 dias a partir de hoje; 
Acompanhamento na UBS do território; 
Tratamento ambulatorial;
Tratamento:
Loratadina (10 mg): 1 comprimido 1x/dia, até passarem os sintomas. 
Tobramicina 0,3% solução oftálmica 1 gota 4x/dia, por 7 dias;
 Aplicar compressa de água gelada 4x/dia, por 15 minutos.
Lavar os olhos com soro fisiológico sem conservante gelado ao acordar para retirar o excesso de secreção.
Não compartilhar toalhas, lençóis e fronhas;
Lavar as mãos frequentemente, podendo-se fazer uso também do álcool gel;
Utilizar álcool a 70% para limpeza de superfícies (maçanetas, controle remoto, bancadas de cozinha, etc.);
Não colocar as mãos nos olhos.
Trauma Ocular/ Corpo Estranho Ocular
Histórico de trauma há no OD, associado a olho vermelho, dor ocular, baixa visão, fotopsias. 
Sensação de corpo estranho, lacrimejamento.
EF Oftalmológico: hiperemia conjuntival, edema palpebral. 
CD:
Encaminho para Oftalmologista de plantão.
Tratamento:
Irrigação copiosa com SF 0,9%. 
Remoção do corpo estranho com cotonete ou agulha:
Pingar 1 gota de Cloridrato de proximetacaína 0,5% para anestesiar.
+
Hialuronato de sódio 0,15% colírio--------------- 1 fco
Instilar 1 gota 4x/dia até recuperação epitelial;
Ofloxacino 0,3% colírio ------------------------------1 fco
Instilar 1 gota 4x/dia, por 7 dias. 
Orientações:
Usar equipamentos de proteção individual caso exerça atividade com risco de trauma;
Usar protetores que evitem o trauma em lutas ou esportes de contato;
Cuidado ao abrir garrafas em alta pressão. Estas nunca devem ser abertas na direção de outra pessoa.
RESPIRATORIO
Rinossinusite Aguda 
 Paciente queixa de congestão nasal (rinorreia purulenta anterior/posterior), dor em opressão facial – facialgia, tosse e redução do olfato.
Exame Físico: 
Inspeção: edema de região maxilar.
Palpação dor, que piora à inclinação da cabeça para a frente.
Rinoscopia anterior nota-se hiperemia e edema na mucosa nasal e rinorreia purulenta em fossa nasal.
Oroscopia há gotejamento posterior de secreção purulenta com hiperemia da faringe.
CD:
Alta, com orientações para o domicilio; 
Acompanhamento na UBS do território; 
Atestado médico de 3 dias a partir de hoje; 
Tratamento ambulatorial;
Estimular o repouso;
Estimular ingesta hídrica;
Orientações sobre sinais e sintomas de gravidade (Marcadores de gravidade: Alteração na acuidade visual; Alteração na mobilidade ocular; Proptose ocular; Edema e hiperemia periorbitários; Sinais meníngeos; Sinais de sepse; Confusão mental.).
Plano: 
Via oral:
Dipirona 500 mg .............................................................................. 20cp
Tomar 01 comprimido VO até de 6/6horas, OU;
Paracetamol 500 mg..........................................................................20cp
Tomar 01 comprimido VO até de 6/6 horas, se dor.
Loratadina 10 mg .............................................................................. 10 cp
Tomar 01 cp ao dia até, que desaparecer os sintomas respiratórios.
Acetilcisteína xarope (40 mg/mL-100 mL) ....................................... 1 fco
Tomar 10 mL VO de 8/8 horas, se tose. 
Amoxicilina + Clavulanato 500 + 125 mg ------------------------- 30cp
tomar 1cp a cada 8 horas por 10 dias;
Prednisona 20 mg ...................................................................10 cp
Tomar 1cp de 12 em 12 horas, por 5 dias.
Uso Nasal
Fluticasona spray nasal (50 microgramas/jato)--------------------1 fco
Aplicar 1-2 jatos em cada narina de 24/24 horas, por 30 dias, pela manhã.
Tratamento Não Farmacológico
Alívio da odinofagia: Gargarejo com água morna e sal 4-6x/dia.
Nebulização com SF 0,9% 5-10 mL, por 20 minutos, 2-3x/dia.
Lavagem nasal com salina isotônica ou hipertônica, várias vezes ao dia.
Faringoamigdalitis.
Paciente queixa de febre, queda do estado geral, prostração e inapetência, queimação faríngea, faringalgia, odinofagia e otalgia reflexa.
Ao exame: Eritema faríngeo, acompanhado ou não de exsudato pultáceo em faringe e amígdalas (não aderente), adenomegalias cervicais.
CD:
Alta, com orientações para o domicilio; 
Acompanhamento na UBS do território; 
Atestado médico de 3 dias a partir de hoje; 
Tratamento ambulatorial;
Estimular o repouso;
Estimular ingesta hídrica;
Orientações sobre sinais e sintomas de gravidade.
Tratamento:
Dipirona 500 mg .............................................................................. 20cp
Tomar 01 comprimido VO até de 6/6horas, OU;
Paracetamol 500 mg..........................................................................20cp
Tomar 01 comprimido VO até de 6/6 horas, se dor.
Loratadina 10 mg .............................................................................. 10 cp
Tomar 01 cp ao dia até, que desaparecer os sintomas respiratórios.
Ibuprofeno 500mg ...............................................................................20cp
Toma 01cp a cada 12 horas;
Azitromicina 500mg .............................................................................5cp
VO 1x/dia, por 5 dias;
 Medidas não farmacológicas 
Gargarejo com água morna e sal" e chás (ex.: gengibre).
Repouso no período febril.
Hidratação e dieta conforme aceitação.
Bronquite Aguda
Paciente queixa de tosse e expectoração mucoide ou purulenta. 
EF: Taquipneia, sibilos difusos
HD: Infecção Respiratória / Bronquite Aguda.
CD: 
Alta, com orientações para o domicilio; 
Acompanhamento na UBS do território; 
Atestado médico de 3 dias a partir de hoje; 
Tratamento ambulatorial;
Estimular o repouso;
Estimular ingesta hídrica;
Orientações sobre sinais e sintomas de gravidade (dispneia, dor pleurítica, febre persistente).
Plano: 
Via oral:
Dipirona 500 mg .............................................................................. 20cp
Tomar 01 comprimido VO até de 6/6horas, OU;
Paracetamol 500 mg..........................................................................20cp
Tomar 01 comprimido VO até de 6/6 horas, se dor.
Loratadina 10 mg .............................................................................. 10 cp
Tomar 01 cp ao dia até, que desaparecer os sintomas respiratórios.
Acetilcisteína xarope (40 mg/mL-100 mL) ....................................... 1 fco
Tomar 10 mL VO de 8/8 horas, se tosse.
Azitromicina 500 mg.............................................................................5cpTomar 1x/dia, por 5 dias.
Adenite Cervical
Paciente com pródromos de 1-2 dias de febre, cefaleia, mialgia, anorexia, vômitos, dor e adenopatia cervical á dereita.
EF: constata-se adenopatia cervical, de médio tamanho, móvel, superficial sem sinais flogísticos. 
CD:
Alta, com orientações para o domicilio; 
Acompanhamento na UBS do território; 
Atestado médico de 3 dias a partir de hoje; 
Tratamento ambulatorial;
Estimular o repouso;
Estimular ingesta hídrica;
Dipirona 500 mg .............................................................................. 20cp
Tomar 01 comprimido VO até de 6/6horas, OU;
Paracetamol 500 mg..........................................................................20cp
Tomar 01 comprimido VO até de 6/6 horas, se dor.
Diclofenaco 50 mg ----------------------------------------------------------------20cp
Tomar 01 cp de 8 em 8 horas por 5 dias.
Compressas mornas ou frias para o desconforto parotídeo;
Evitar alimentos ácidos que aumentem a salivação, piorando o quadro álgico;
Para as crianças maiores, gargarejo com água morna e sal pode ajudar no alívio dos sintomas;
Dieta pastosa para evitar mastigação e piora da dor.
Otite Media Aguda 
Paciente com historia recente de rinofaringite com evolução para otalgia unilateral, plenitude auricular unilateral e, em alguns casos, otorreia em grande quantidade e de aspecto mucopurulento ipsilateralmente. 
EF: Otoscopia: Tímpano hiperemiado e abaulado, por vezes opaco, sem brilho, com nível hidroaéreo retrotimpânico
CD: 
Alta, com orientações para o domicilio; 
Acompanhamento na UBS do território; 
Atestado médico de 3 dias a partir de hoje; 
Tratamento ambulatorial;
Estimular o repouso;
Estimular ingesta hídrica;
Dipirona 500 mg ................................................................ 20cp
Tomar 01 comprimido VO até de 6/6horas, OU;
Paracetamol 500 mg............................................................. 20cp
Tomar 01 comprimido VO até de 6/6 horas, se dor.
Ibuprofeno 600mg------------------------------------------------------20cp
Tomar 1 cp de 8 em 8 horas;
Amoxicilina + Clavulanato 500 + 125 mg ------------------------- 30cp
Tomar 1cp a cada 8 horas por 10 dias;
Uso ótico
Oto xilodase 50mg/ml + 5mg/ml + 100UTR/ml Solução Otológica 8ml---- 1fco
Instilar 5-10 em cada ouvido a cada 6 horas. 
Covid
Paciente com febre de início súbito, acompanhada de sintomas respiratórios leves, tosse, odinofagia, obstrução nasal, acompanhada de cefaleia, mialgia, artralgia. 
CD:
Isolamento domiciliar por 7 dias, a contar da data de início dos sintomas;
Alta, com orientações para o domicilio; 
Acompanhamento na UBS do território; 
Atestado médico de 3 dias a partir de hoje; 
Tratamento ambulatorial;
Estimular o repouso;
Estimular ingesta hídrica;
Dipirona 500 mg ................................................................ 20cp
Tomar 01 comprimido VO até de 6/6horas, OU;
Paracetamol 500 mg............................................................. 20cp
Tomar 01 comprimido VO até de 6/6 horas, se dor.
Ondansetrona (8 mg ) ........................................................... 20cp
Tomar 01 comprimido VO de 8/8 horas, se nauseas.
Prednisona 20mg ---------------------------------------------------------20cp
Tomar 1 cp de 12 em 12 horas por 5 dias. 
Acetilcisteína xarope (40 mg/mL a 100 mL) ............................... 1fco
Tomar 10 mL VO de 8/8 horas.
Azitromicina  500MG............................................................. 5cp
VO 1x/dia, por 5 dias.
ARBOVIROSES
Dengue
Paciente queixa-se de febre > 38ºC, associada à cefaleia, astenia, mialgia, artralgia e dor retro-orbitária; anorexia, náuseas, vômitos e diarréia. 
EF: Exantema tipo maculopapular, atingindo face, tronco e membros. Não poupa região plantar e palmar, com leve prurido.
Conduta: 
Notificação- CID A90.
Solicito:
Sorologia IgM para DENV: partir do sexto dia de doença;
Alta, com orientações para o domicilio; 
Acompanhamento na UBS do território; 
Atestado médico de 3 dias a partir de hoje; 
Tratamento ambulatorial;
Estimular o repouso;
Estimular ingesta hídrica;
USO ORAL: 
SRO ------------------------------------------------------------------------10 saches 
Diluir 1 sache em 1 litro de água filtrada, ou fervida e tomar 1500ml de soro ao dia sendo 2500mL/vez; de outros líquidos caseiros. 
Dipirona 1 G-------------------------------------------------------- 20cp 
Tomar 01 comprimido VO até de 6/6 horas, ou;
Paracetamol 500 mg....................................................... 20cp
Tomar 01 comprimido VO até de 6/6 horas, se dor.
Loratadina 10 mg ........................................................... 10 cp
Tomar 01 cp ao dia se prurido;
Ondansetrona 8 mg ------------------------------------------------20cp 
Tomar 01 cp VO até de 8/8 horas se nauseas/vômitos.
 Repouso no período febril;
Suspender uso de salicilatos e/ ou anti-inflamatórios não esteroides ( Aas; Ácido Acetil; Advil; Alivium; Aspirina; Buscofem; Cafiaspirina; Cimed.)
Seguimento ambulatorial: na UBS de referencia
Retornar imediatamente, caso haja o aparecimento de algum sinal de alarme (Dor abdominal intensa (referida ou à palpação) e contínua; vômitos persistentes; acúmulo de líquidos (ascite , derrame pleural ou pericárdico); hipotensão postural e/ou lipotimia; hepatomegalia dolorosa > 2 cm abaixo do rebordo costal; sangramento de mucosas; letargia e/ou irritabilidade; aumento progressivo do hematócrito. Oriento sobre a eliminação de criadouros do Aedes aegypti.
CHIKUNGUYA
Paciente queixa de febre alta (> 38,5oC) há +- 3 dias, poliartralgia de inicio 2 dias após a instalação da febre, que envolve múltiplas articulações, bilateral e simétrica, com edema e acometimento periférico e axial, além de periartrites.
CD:
Alta, com orientações para o domicilio; 
Acompanhamento na UBS do território; 
Atestado médico de 3 dias a partir de hoje; 
Tratamento ambulatorial;
Estimular o repouso;
Estimular ingesta hídrica;
SRO ------------------------------------------------------------------------10 saches 
Diluir 1 sache em 1 litro de água filtrada, ou fervida e tomar 1500ml de soro ao dia sendo 2500mL/vez; de outros líquidos caseiros.
Dipirona 1 G-------------------------------------------------------- 20cp 
Tomar 01 comprimido VO até de 6/6 horas, ou;
Paracetamol 500 mg............................................................. 20cp
Tomar 01 comprimido VO até de 6/6 horas, se dor.
Ondansetrona 8 mg ---------------------------------------------------20cp 
Tomar 01 cp VO até de 8/8 horas, se náuseas ou vômitos. 
Loratadina 10mg -------------------------------------------------------20cp 
Tomar 1 cp uma vez ao dia, se prurido. 
Tramadol 50mg- -------------------------------------------------------1 caixa
 Tomar 1 cp se dor de 8/8 horas, se dor refratária a dipirona
OU
Codeina 30mg --------------------------------------------------------- 1 caixa, 
Tomar 1 cp de 8/8 hrs;
Suspender uso de salicilatos e/ ou anti-inflamatórios não esteroides ( Aas; Ácido Acetil; Advil; Alivium; Aspirina; Buscofem; Cafiaspirina; Cimed.)
Seguimento ambulatorial: na UBS de referencia, com retorno para reavaliação clínica em 48horas. 
Oriento sobre a eliminação de criadouros do Aedes aegypti.
1. Dor de dente
MC: “Dor de dente”
HDA: Paciente queixa de dor e edema local ( região periapical á direita) com aumento da sensibilidade térmica, e redução da ingesta de líquidos e/ou alimentos sólidos.
Exame Físico: 
Sinais vitais: Temperatura: 36,2G; Freqüência cardíaca: 78bpm; Freqüência respiratória: 16 rpm; Pressão arterial: 110/70 mmhg; Saturaçâo O2: 98%. 
SNS: Glashow 15
Pele e Mucosas: Norm. úmidas, e normocoradas.
Gengiva: Edema, calor, eritema, massa flutuante que geralmente se estende para o lado bucal da gengiva e para a reflexão gengival-bucal (parulis);
Dentes: O dente afetado aparentemente é o terceiro molar inferior, com aumento da mobilidade e da sensibilidade à pressão ou percussão, pode ocorrer extrusão dentária.
Palpa-se de linfonodos regionais.
HD: Abscesso periapical
CD: 
Atestadomédico de 03 (três) dias a partir da data de hoje; 
Oriento apenas medidas emergenciais até a realização de uma consulta odontológica.
Recomendações de alta: encaminhamento para consulta odontológica.
Tratamento
Dipirona sódica 1G -------------------------------------------30cp
Tomar 1 cp VO até de 6/6 horas. Dose máxima: não exceder 5 g/dia (5cp), OU;
Paracetamol 750mg ------------------------------------------30cp
Tomar 1 cp VO até de 6/6 horas. Dose máxima: não exceder 4 g/dia (5cp);
Ibuprofeno 400 mg --------------------------------------------30cp
Tomar 1 cp de 8/8 horas. Dose máxima: 1.200 mg/dia (3cp);
Amoxicilina + clavulanato 500 + 125 mg ----------------------30cp
Tomar 1 cp VO de 8/8 horas, por 10 dias;
2. Feridas cortantes
MC: “Ferida”
HDA: Paciente chega à consulta de urgência apresentando trauma físico, ferimento percutâneo por instrumento perfuro-cortante ( ), localizada no (), com bordos irregulares e contundidos, fundo irregular, não tem forma estrelada. Produzido por instrumento cortante não muito afiado (ex.: facão).
Exame Físico: 
Sinais vitais: Temperatura: 36,2G; Freqüência cardíaca: 78bpm; Freqüência respiratória: 16 rpm; Pressão arterial: 110/70 mmhg; Saturaçâo O2: 98%. 
SNS: Glashow 15
Pele e Mucosas: Norm. úmidas, e normocoradas. Ferimento corto - contuso localizado no () superficial atingindo pele, tecido celular subcutâneo, aponeurose e músculo, com sangramento ativo de intensidade moderada. 
HD: Ferimento superficial aberto simples limpo.
CD: 
Cobrir o local com gaze ou pano limpo;
Compressão direta para interromper o sangramento;
Lavar com soro fisiológico em alta pressão para reduzir o risco de infecção;
Ferimento localizado no braço ou na perna, elevar o membro ferido acima do nível do tórax se essa manobra não causar dor. 
Observar se a vítima apresenta sinais de choque;
 Encaminho para realização de procedimento:
Fechamento da ferida, com grampos (tipicamente em feridas do couro cabeludo), Sutura para cortes profundos, ou cola ou fita adesiva para cortes superficiais, especialmente na face.
Tratamento: 
Dipirona sódica 1G -------------------------------------------30cp
Tomar 1 cp VO até de 6/6 horas. Dose máxima: não exceder 5 g/dia (5cp), OU;
Paracetamol 750mg ------------------------------------------30cp
Tomar 1 cp VO até de 6/6 horas. Dose máxima: não exceder 4 g/dia (5cp);
Ibuprofeno 400 mg --------------------------------------------30cp
Tomar 1 cp de 8/8 horas. Dose máxima: 1.200 mg/dia (3cp);
Cefalexina 500 mg --------------------------------------------40cp
Tomar 1 cp VO de 6/6 horas, por 10 dias;
Atestado médico de 03 (três) dias a partir da data de hoje;
Recomendações de alta: 
Vacina Anti-tetánica / profilaxia do tétano.
Reavaliar dentro de 24h para afastar infecção na UBS do território.
 Remoção da sutura em posto de saúde entre 5 a 14 dias após o trauma (suturas faciais não devem ultrapassar 7 dias). 
Se houverem sinais de infecção – pus, secreção, rubor, edema – recomendar que se retorne ao pronto-socorro.
Alta, com orientações para o domicilio; 
Acompanhamento na UBS do território; 
Atestado médico de 3 dias a partir de hoje; 
Tratamento ambulatorial;
Estimular o repouso;
3. Mordedura Animal 
MC: “Mordida de animal”
HDA: Paciente chega à consulta de urgência apresentando mordedura de animal doméstico () localizada no (), com inchaço, intensa vermelhidão, dor, sem febre, drenagem de pus, nem formação de abcesso ou necrose da pele.
Exame Físico: 
Sinais vitais: Temperatura: 36,2G; Freqüência cardíaca: 78bpm; Freqüência respiratória: 16 rpm; Pressão arterial: 110/70 mmhg; Saturaçâo O2: 98%. 
SNS: Glashow 15
Pele e Mucosas: Norm. úmidas, e normocoradas. Ferimento por mordedura animal que se corresponde com a arcada dentária do mesmo, localizado no () superficial atingindo pele, tecido celular subcutâneo, aponeurose e músculo, com sangramento ativo de intensidade moderada. 
HD: Ferimento por mordedura canina.
CD: 
Notifico;
No momento: 
Limpar o ferimento com água corrente abundante, sabão. *A limpeza deve ser feita com cuidado para eliminar as sujidades sem agravar o ferimento.* 
Depois utilizar antisséptico: polivinilpirrolidona-iodo; aplicar uma única vez. 
Não suturar o ferimento;
Tratamento: 
Dipirona sódica 1G -------------------------------------------30cp
Tomar 1 cp VO até de 6/6 horas. Dose máxima: não exceder 5 g/dia (5cp), OU;
Paracetamol 750mg ------------------------------------------30cp
Tomar 1 cp VO até de 6/6 horas. Dose máxima: não exceder 4 g/dia (5cp);
Ibuprofeno 400 mg --------------------------------------------30cp
Tomar 1 cp de 8/8 horas. Dose máxima: 1.200 mg/dia (3cp);
Cefalexina 500 mg --------------------------------------------40cp
Tomar 1 cp VO de 6/6 horas, por 10 dias;
Atestado médico de 03 (três) dias a partir da data de hoje;
Recomendações de alta: 
Lavar o ferimento com suficiente água e sabão.
Observar o animal durante 10 dias após a exposição1.
• Se o animal permanecer sadio no período de observação, encerrar o caso.
• Se o animal morrer, desaparecer ou se tornar raivoso, administrar 5 doses de vacina (dias 0, 3, 7, 14 e 28).
Vacina Anti-tetánica / profilaxia do tétano.
Reavaliar dentro de 24h para afastar infecção na UBS do território.
 Remoção da sutura em posto de saúde entre 5 a 14 dias após o trauma (suturas faciais não devem ultrapassar 7 dias). 
Se houverem sinais de infecção – pus, secreção, rubor, edema – recomendar que se retorne ao pronto-socorro.
4. Entorses
MC: “Entorse”
HDA: Entorse do Tornozelo
Paciente queixa de entorse de tornozelo () durante atividade física, há +- dias, sente dor, edema e leve dificuldade para se locomover. 
Exame Físico: 
Sinais vitais: Temperatura: 36,2G; Freqüência cardíaca: 78bpm; Freqüência respiratória: 16 rpm; Pressão arterial: 110/70 mmhg; Saturaçâo O2: 98%. 
SNS: Glashow 15
SOMA: A ectoscopia identifica deformidades, edema e equimose ao nível do pé e do tornozelo; 
HD: Entorse do Tornozelo.
CD: 
Cetoprofeno 100 mg + 150 mL de SF 0,9% ou SG 5% Infusão EV lenta por 20 minutos;
Exames de rotina:
Radiografias simples: Solicitadas nas incidências AP + perfil + AP verdadeiro (com rotação interna de 15 graus).
Tratamento:
Dipirona sódica 1G -------------------------------------------30cp
Tomar 1 cp VO até de 6/6 horas. Dose máxima: não exceder 5 g/dia (5cp), OU;
Paracetamol 750mg ------------------------------------------30cp
Tomar 1 cp VO até de 6/6 horas. Dose máxima: não exceder 4 g/dia (5cp);
Cetoprofeno 100 mg ----------------------------------------14cp
 Tomar 1 cp VO de 12/12 horas, por até 7 dias;
No caso de dor intensa:
Tramadol 50 mg ------------------------------------------------30cp
Tomar 01 cp VO de até 6/6 horas; 
Atestado médico de 03 (três) dias a partir da data de hoje;
Tratamento Não Farmacológico
1. Imobilização com restrição de carga durante 1-2 semanas, associado ao uso de as muletas até que o paciente consiga andar com apoio: Órtese bota;
2. Gelo local 5x/dia, 20 minutos por vez.
3. Elevação do membro e repouso relativo.
 Na ausência de melhora, deve-se orientar o retorno à unidade.
5- Fraturas do Tornozelo
MC: “Entorse”
HDA: Entorse do Tornozelo.
Paciente queixa de entorse de tornozelo () durante atividade física, há +- dias, sente dor, edema e leve dificuldade para se locomover. 
Exame Físico: 
Sinais vitais: Temperatura: 36,2G; Freqüência cardíaca: 78bpm; Freqüência respiratória: 16 rpm; Pressão arterial: 110/70 mmhg; Saturaçâo O2: 98%. 
SNS: Glashow 15
SOMA: A ectoscopia identifica deformidades, edema e equimose ao nível do pé e do tornozelo; incapacidade de sustentação de carga, também apresenta sinais de exposição óssea.
HD: Fratura do Tornozelo.
Classificação
Danis-Weber
Fratura da fíbula infrassindesmal (abaixo no nível da sindesmose).
Fratura da fíbula ao nível da sindesmose.
Fratura da fíbula suprassindesmal (acima do nível da sindesmose).
CD: 
Cetoprofeno 100 mg + 150 mL de SF 0,9% ou SG 5% Infusão EV lenta por 20 minutos;
Exames de rotina:
Radiografias simples: Solicitadas nas incidências AP + perfil + AP verdadeiro (comrotação interna de 15 graus).
Indicações de internação: Fraturas com indicação de cirurgia.
Indicações de alta: Fraturas de tratamento conservador (fraturas isoladas do maléolo lateral sem lesões mediais associadas).
Tratamento:
Omeprazol 20 mg ---------------------------------------------30cp
Tomar 1 cp de manhã (proteção gástrica);
Dipirona sódica 1G -------------------------------------------30cp
Tomar 1 cp VO até de 6/6 horas. Dose máxima: não exceder 5 g/dia (5cp), OU;
Paracetamol 750mg ------------------------------------------30cp
Tomar 1 cp VO até de 6/6 horas. Dose máxima: não exceder 4 g/dia (5cp);
Cetoprofeno 100 mg ----------------------------------------14cp
 Tomar 1 cp VO de 12/12 horas, por até 7 dias;
No caso de dor intensa:
Tramadol 50 mg ------------------------------------------------30cp
Tomar 01 cp VO de até 6/6 horas; 
Rivaroxabana 10 mg --------------------------------------------14cp
Tomar 1 cp VO de 24/24 horas, por 14 dias.
Atestado médico de 03 (três) dias a partir da data de hoje;
Tratamento Não Farmacológico
Deambular com auxílio de muletas;
Manter o membro elevado;
Manter a imobilização limpa e seca.
6- Lombalgia 
MC:“ Dor lombar”
HDA: Paciente queixa de dor de localização lombar, com irradiação para a região glútea e posterior da coxa. 
Exame Físico: 
Sinais vitais: Temperatura: 36,2G; Freqüência cardíaca: 78bpm; Freqüência respiratória: 16 rpm; Pressão arterial: 110/70 mmhg; Saturaçâo O2: 98%. 
SNS: Glashow 15
SOMA: 
Inspeção lombar e postura: 
Ectoscopia não apresenta contraturas; nem alterações da curvatura (escoliose e/ou cifose); leve desalinhamento dos processos espinhosos.
Leve dor à palpação vertebral e do tecido subcutâneo paravertebral.
Exame neurológico: Sem alterações da Força muscular; Sensibilidade; Marcha; Reflexos dos membros inferiores.
Teste de Lasègue Negativo
Sinais de Waddell Negativo
CD:
Cetoprofeno 100 mg + 150 mL de SF 0,9% ou SG 5% Infusão EV lenta por 20 minutos; Agora.
Uso Intramuscular:
 Dipropionato de betametasona 5mg/mL + Fosfato dissódico de betametasona 2mg/mL
Aplicar 1 injeção intramuscular, dose única.
Uso Oral
Dipirona sódica 1G -------------------------------------------30cp
Tomar 1 cp VO até de 6/6 horas. Dose máxima: não exceder 5 g/dia (5cp), OU;
Paracetamol 750mg ------------------------------------------30cp
Tomar 1 cp VO até de 6/6 horas. Dose máxima: não exceder 4 g/dia (5cp);
Cetoprofeno 100 mg..........................................................................20cp
Tomar 01 comprimido, VO de 12/12 horas, por 7 dias;
Ciclobenzaprina 10 mg,......................................................................20cp
Tomar 01 comprimido VO de 12/12 horas, por 7 dias;
No caso de dor intensa:
Tramadol 50 mg ------------------------------------------------30cp
Tomar 01 cp VO de até 6/6 horas;
Cataflampro XT® ---------------------------------------------------------------1 tb
Aplicar na área afetada 2x/dia.
Calor local de 8/8 horas.
Repouso por períodos curtos, iniciando ou retomando as atividades diárias, assim que toleradas. Repouso por tempo prolongado pode levar a um pior resultado funcional.
Reabilitação com proteção articular, orientação sobre conservação de energia, exercícios de fortalecimento e alongamento são recomendados na prevenção secundária, especialmente em pacientes com lombalgia recorrente.
Acupuntura.
Recomendações de alta:
Sugiro investigação diagnóstica mais profunda usando exames de imagem, como ressonância magnética ou radiografia.
Se a dor não ceder após alguns dias, deve se orientar o retorno.
Osteoartroses 
Paciente queixa que a artralgia de ritmo mecânico, protocinética, que piora com o movimento e com o uso da articulação. Geralmente, são mais importantes ao final da tarde ou início da noite, após longos períodos de esforço físico. Porém, relata uma piora pela manhã, logo após acordar e iniciar o movimento. A rigidez matinal dura pouco tempo, de modo geral, menos de 30 minutos. Associados à instabilidade da articulação, como falseios (principalmente na OA de joelhos) e dor noturna, que interfere no sono.
Na inspeção, percebe-se aumento de partes ósseas da articulação (osteófitos palpáveis); nas mãos, esses osteófitos podem ser visualizados (nódulos de Heberden para as interfalângicas distais e nódulos de Bouchard para as interfalângicas proximais).
Palpação: podem também ser palpadas, confirmando a consistência óssea. Além disso, geralmente há dor à palpação da interlinha articular e crepitações à mobilização ativa e passiva. A amplitude de movimento estarreduzida.
CD
Dipirona (500 mg ou 1000 mg/comprimido) -------------------------20 cp
Tomar 1 cp VO de 6/6 horas; 
Cetoprofeno (50 mg/comprimido) --------------------------------------20cp
Tomar 1cp 8/8 horas, por 7 dias;
Duloxetina (30 mg)-----------------------------------------------------------30cp
Tomar 1 cp de manhã. 
Uso tópico
Cataflampro XT® ---------------------------------------------------------------1 tb
Aplicar na área afetada 2x/dia.
Tendinopatias
Paciente relatar que a dor no membro que piora quando faz movimentos ativos que envolvam o tendão em questão; inclusive, auxilia os movimentos do membro acometido com o membro contralateral saudável, visando reduzir a dor (antálgico).
EX: Dor à mobilização ativa e alívio à mobilização passiva → provável acometimento periarticular; dor à mobilização tanto ativa quanto passiva → provável acometimento articular.
Uso Oral:
Dipirona 500-1000 mg -------------------------------------1cx
Tomar 1 cp VO até de 6/6 horas;
Paracetamol 750 mg ---------------------------------------1cx
Tomar 1 cp VO até de 6/6 horas
Diclofenaco 50 mg------------------------------------------1cx
Tomar 1 cp VO de 8/8 horas, por 5-7 dia
Diclofenaco Dietilamônio Tópico (gel) 23,2 mg/g (Cataflampro XT®)--- 1 tb
Aplicar na área afetada 2x/dia (23,2 mg/g) ou 3-4x/dia
Diclofenaco Dietilamônio Solução aerossol:
11,6 mg/g (Cataflampro®, Phaster®, Biofenac®, Neocoflan®, Biofladex®, Dicloair®, Biotifeno®)
Aplicar sobre a região afetada 3-4x/dia.
Uso IM 
Dipropionato de betametasona + Fosfato dissódico de betametasona (5 mg/mL + 2 mg/mL) 1 mL-----1
Aplicar im profundo no quadrante superior externo do glúteo. 
Tratamento não farmacológico: 
Reabilitação considerar alguns domínios fundamentais: orientação, proteção articular, conservação de energia, fortalecimento muscular, alongamento, melhoria da capacidade aeróbica e treinamento proprioceptivo (naqueles com déficit proprioceptivo). Além disso, é importante corrigir os fatores de risco que desencadearam a tendinopatia atual.
Cervicobraquialgia
Paciente queixa de dor no pescoço, na região medial da escápula e no ombro, dificuldade para realizar movimentos finos com as mãos.
Uso Intramuscular:
Betatrinta , Suspensão injetável (1un de 1mL) Eurofarma
(Dipropionato de betametasona 5mg/mL + Fosfato dissódico de betametasona 2mg/mL)
Aplicar 1 injeção intramuscular, dose única.
Uso Oral
Cetoprofeno 100 mg..........................................................................20cp
tomar 01 comprimido, VO de 12/12 horas, por 7 dias.
Ciclobenzaprina 5 mg,......................................................................20cp
tomar 01 comprimido VO de 12/12 horas, por 7 dias
Dipirona 500 mg .............................................................................. 20cp
tomar 01 comprimido VO até de 4/4 horas;
ou
Paracetamol 500 mg..........................................................................20cp
tomar 01 comprimido VO até de 6/6 horas.
Uso tópico
Cataflampro XT® ---------------------------------------------------------------1 tb
Aplicar na área afetada 2x/dia.
Orientações
Aplicar calor local 4x/dia, 20 minutos por sessão;
Repouso por período curto apenas na fase aguda de dor. Evitar repouso prolongado;
Iniciar atividades de alongamento e fortalecimento muscular, quando ocorrer melhora da dor;
Realizar fisioterapia, quando indicada.
Tendinopatia 
Dor e incapacidade funcional do....; relatar que a dor é pior quando faz movimentos ativosque envolvam o tendão.
Dipirona 500 mg .............................................................................. 20cp
tomar 01 comprimido VO até de 4/4 horas;
ou
Paracetamol 500 mg..........................................................................20cp
tomar 01 comprimido VO até de 6/6 horas.
Diclofenaco 50 mg ............................................................................20cp
tomar 01 comprimido VO até de 8/8 horas (dose máxima: 150 MG/dia);
Uso tópico
Cataflampro XT® ---------------------------------------------------------------1 tb
Aplicar na área afetada 2x/dia.
Reabilitação para o paciente, considerar alguns domínios fundamentais: orientação, proteção articular, conservação de energia, fortalecimento muscular, alongamento, melhoria da capacidade aeróbica.
NEFRO
Nefrolitiase
Dor em flanco ou região lombar de forte intensidade e caráter contínuo com irradiação inferior (para região inguinal) e anterior, acompanhada de náuseas e vômitos. 
Uso Oral
Pantoprazol sódico 20mg....................................................60cp
Tomar 01 cp VO de 24/24 horas, em jejum;
Cetorolaco de trometamol 10 mg/cp..................................1 cx
Tomar 01 cp SL de 4/4 ou 6/6 horas
Ondasetrona 8 mg.................................................................1 cx
Tomar 01 cp SL de 8/8 horas;
Tansulosina 0,4 mg...............................................................50cp
Tomar 01x/dia, VO por até 4-6 semanas;
Cistite 
Disúria, polaciúria, urgência miccional, noctúria, dor ou desconforto suprapúbico, urina turva.
Uso Oral 
Traturil (Fosfomicina trometamol 5,631g) , Grânulo (2un de 8g) Apsen 
Dissolver o conteúdo do envelope em um copo d’água (50 a 75 mL) e tomar em dose única. A solução deve ser ingerida de estômago vazio imediatamente após o preparo e preferencialmente à noite antes de deitar e depois de urinar.
Se disuria intensa: 
Fenazopiridina 200 mg ...........................6cp
Toma 01 cp VO 3x/dia, por 2 dias
Orientações gerais:
Ingesta hídrica (mínimo de 2 L/dia) e urinar sempre que houver vontade;
Urinar antes e após o coito;
Evitar diafragma e espermicidas;
Evitar banhos de espuma ou duchas e cuidado com a higiene anal e vaginal;
Estrogênio tópico (se indicado). Ex.: estriol creme vaginal (50 g/bisnaga), uma aplicação vaginal 1x/dia, com redução gradual, conforme a necessidade;
Suco de cranberry.
Pielonefrite (ITU alta)
Febre, calafrios, lombalgia, queda do estado geral, náuseas e vômitos. 
Uso Oral:
Ciprofloxacino 500 mg ........................................................................14cp
Tomar 01 cp VO de 12/12 horas, por 7 dias. 
*Urocultura de controle 14 dias após termino do tratamento. 
DERMATO
Furúnculo
Paciente com placa, nódulo ou massa eritematosa, edematosa, de conteúdo purulento, firme ou flutuante, dolorosa, tamanho variando de 0,5 a 5 cm e que pode progredir até formar um abscesso, com fistulização e drenagem do conteúdo purulento espontânea.
CD
Uso oral:
Cefalexina 500mg;----------------------------- 40 cp
Tomar 1 cp de 6 em 6horas por 10 dias.
Tópico
Mupirocina 20mg/g -----------------------------1 tb
Aplicar a pomada na área afetada até três vezes ao dia por 10 dias.
Compressa de água morna: 38-40°C, por 15-20 minutos, 2x/dia até drenagem do pus;
Antissépticos tópicos.
Dermatites Atópica
Paciente com placas eritematosas, liquenificadas nas superfícies flexoras. Estigmas associados: Xerose cutânea, ceratose pilar, dupla prega de Dennie-Morgan, hiperlinearidade palmar, prurigo nodular.
Cd
Cefalexina (500 mg/cp) ------------------------------30cp
Tomar 1 cp VO de 6/6 horas, por 7 dias. 
Desloratadina 5mg------------------------------------20cp
Tomar 1 co ao dia. 
Uso tópico 
Clobetasol 0,5mg/g ---------------------------------1 tb
Aplicar na área afetada de uma a duas vezes ao dia por até 4 semanas até que ocorra a melhora.
Urtica
Edema superficial de tamanho variado bem delimitado e circundado por eritema reflexo, Cada lesão individualmente desaparece em 30 minutos até 24 horas, com prurido ou queimação.
Exame Físico
Placas eritematosas e edematosas de cor rosa claro com tendência ao clareamento central, de início súbito e pruriginoso;
Formato circular, polimórfico ou serpiginoso;
Classicamente cada lesão dura até 24 horas, regredindo e podendo surgir novas;
Ocorre em qualquer parte do corpo, com diversos tamanhos e formatos. Pode confluir. Não deixa marca residual.
 
Hisbila 20mg, Comprimido ---------------------(15un)
Tomar 1 comprimido por dia, via oral. Recomenda-se ingesta em jejum, uma hora antes ou duas horas após a ingestão de alimentos ou bebidas.
Montelucaste de sódio 10mg, ----------------(30un) 
01 cp 1 x/dia.
Prednisona 20mg----------------------------------14cp, 
Tomar 01 cp de 12 em 12 horas por 5 - 7 dias.
Micoses (tinea corporis.)
Pápulas e placas isoladas e confluentes, com as bordas ativas (eritema, escamas, pápulas, pústulas, vesículas, fissuras e erosões) e com clareamento central, com crescimento da lesão centrífugo, aspecto anular, arqueado, circinado ou oval, no tronco e extremidades do corpo, prurido associado a queimação;
Na dermatoscopia pode haver vasos em ponto (periféricos - mais comum - ou em placa), escamas brancas periféricas;
CD
USO ORAL
Terbinafina 250 mg -------------------------------------------------- 90 cp
tomar 1 cp VO de 24/24 horas por 12 semanas. 
uso tópico
Cetoconazol 2% creme------------------------------------------- 1 tb
Aplicar nas lesões dos pés 2x/dia por 4-6 semanas ou até cura clínica
Cetoconazol (2% xampu)----------------------------------------1 frc
 aplicar no couro cabeludo 2-3x/semana até a cura. 
Atenção! Deixar agir por 5-10 minutos antes de enxaguar;
Tínea pedis 
Cd
Manter os pés secos e limpos a maior parte do tempo;
Secar bem os pés e entre os dedos após o banho;
Usar talco antisséptico nos pés e entre os dedos após o banho;
Talco simples pode ser polvilhado nas meias e sapatos em caso de hiperidrose plantar;
Preferir usar meias de algodão;
Evitar usar calçados fechados por longos períodos;
Limpar periodicamente os sapatos com produtos antifúngicos (ex.: Lysoform®);
Descartar sapatos velhos e evitar compartilhar itens de higiene pessoal;
Usar material esterilizado na podóloga;
Evitar andar descalço, principalmente em piscinas, saunas, banheiros e chuveiros compartilhados;
Para evitar a infecção, realizar higiene das piscinas e saunas e limpeza frequente dos seus pavimentos, bem como de banheiros e chuveiros compartilhados.
CIRCULATORIO
Insuficiencia venosa periférica
Paciente queixa de desconforto em membros inferiores, dor e inchaço, com limitação a deambulação, O inchaço piora ao longo do dia em pacientes que permanecem de pé ou sentados por muito tempo.
Examen Físico:
Telangiectasias e veias reticulares.
 Veias varicosas: Veia subcutâneas dilatadas e tortuosas com mais de 3 mm de diâmetro.
 Edema: Inicialmente, aparece como edema Peri maleolar no fim do dia. Com a progressão, a doença evolui com aparecimento do edema e progressão ascendente do edema ao longo de todo o dia.
Uso oral
Diosmina + hesperidina (450 mg/cp + 50 mg/cp) ----------------------- uso cont
Tomar 1 cp VO de 12/12 horas, 
Uso tópico
Triancinolona 1mg/g------------------------------------------------------------1 tb
Passar na lesão 2x/dia até melhora da lesão; 
Medidas comportamentais:
Elevação dos membros inferiores, por 30 minutos, de 3-4x/dia;
Prática regular de atividades físicas que envolvam contração dos músculo das pernas.
Meias de compressão elástica:
Classe I: Compressão leve (18-25 mmHg/15-21 mmHg).
Indicação: Prevenção de trombose venosa profunda (TVP) e para pequenas veias varicosas, com sintomas leves;
Úlcera
Paciente com lesão ulcerada, únicas, bordas irregulares, fundo amarelado e cruento, composto por exsudato fibrinoso e tecido de granulação. Localizado no terço inferior do membro inferior esquerdo, região maleolar medial, ao redor da úlcera sinais de insuficiência venosa (edema, veias varicosas, lipodermatoesclerose, hiperpigmentaçãopelo acúmulo de hemossiderina, presença de vênulas dilatadas na região submaleolar, que dão aspecto de "transparência" na região, (corona phlebectasica).
EF: Dermatite de estase, edema, veias varicosas, dermatite ocre, lipodermatoesclerose
Sinais de infecção do leito da lesão: Piora da dor local, aumento da quantidade de exsudato e odor fétido, crostas melicéricas.
Sinais de infeção de partes moles adjacente: Febre, edema, calor, dor e rubor no tecido adjacente à úlcera;
Sinais de dermatite de contato perilesional: Área eritematosa, descamativa, podendo conter bolhas, sensibilidade e prurido associados;
Sinais de osteomielite: Febre prolongada, exposição do tecido ósseo na base da úlcera.
Cd
Pentoxifilina (400 mg/cp) -----------------------------------------------------30cp
1 comprimidos VO, de 8/8 horas.
Uso tópico
Triancinolona 1mg/g------------------------------------------------------------1 tb
Passar na lesão 2x/dia até melhora da lesão
Cuidados
1. Limpeza: lavagem com SF 0,9% ou água potável com poli-hexametilbiguanida gel.
2. Proteger a pele ao redor da úlcera do material exsudativo.
3. Hidratar a região peri-úlcera com emolientes a base de ácidos graxos essenciais (AGE). Ex.: Dersani®.
Procedimentos - Desbridamento
1. Quando houver tecido inviável, necrótico e/ou fibrina): Escolha uma das opções:
Desbridamento cirúrgico;
Desbridamento químico: Colagenase (0,6 unidade/g) pomada ou Papaína de 2-4% (de acordo com a quantidade de tecido desvitalizado presente) em gel ou creme ou Aginato gel . Aplicar na região dos tecidos desvitalizados e cobrir com gaze úmida; refazer o curativo a cada 12-24 horas, até o leito da úlcera evoluir para tecido de granulação;
Desbridamento autolítico: Cobrir a ferida com curativo sintético ou cobertura comum para que ocorra o processo de autólise. Em geral, é um processo mais lento e não indicado em úlceras com potencial para infecção.
Tratamento Farmacológico - Curativos
O curativo deve manter a umidade local na medida certa: nem seco e nem em excesso. A terapia compressiva deve ser associada aos curativos sempre que possível.
1. Úlceras com excesso de exsudato. Escolha uma das opções:
Curativos com hidropolímeros: Absorvem o exsudato e retêm, sem deixar o excesso em contato com o leito. Ex.: Aquacel®. O curativo deve cobrir toda a úlcera e ir além 1 cm ao redor da lesão; deve ser trocado se observado excesso de umidade, extravazamento ou, no máximo, em 7 dias;
Curativos à base de carvão ativado: Alta absorção com manutenção da umidade. Ex.: Carboflex®. Cobrir toda a ferida e ir além 1 cm ao redor da lesão. O curativo deve ser trocado se observado exsudato na camada externa, extravazamento ou, no máximo, em 4 dias.
2. Úlceras com quantidade leve a moderada de exsudato. Escolha uma das opções:
Curativos à base de hidrocoloides: Possuem camada externa de espuma de poliuretano e camada interna de carboximetilcelulose sódica. Ex.: Curatec® Hidrocoloide; Duoderm® Hidrocoloide. Cobrir toda área da úlcera; pode ser trocado a cada 7 dias;
Curativos à base de hidrogel: É um gel transparente composto de água, carboximetilcelulose e propilenoglicol. Ex.: Duoderm® Gel; Nu-Gel®. Aplicar no leito da úlcera e cobri-la com curativo secundário, como gaze vaselinada. Trocar de acordo com o volume do exsudato, podendo permanecer de 1-3 dias.
Tratamento Não Farmacológico - Melhoria do Fluxo Venoso
Deve-se excluir insuficiência arterial antes de se indicar medidas compressivas. Índice tornozelo braquial (ITB) < 0,5 contraindica medidas compressivas.
Orientar elevação de membros inferiores acima do nível do coração, principalmente à noite, ao dormir.
1. Terapia compressiva. Escolha uma das opções:
Meia elástica: Melhor opção para fase de cicatrização final e como medida para evitar recidiva. Com a úlcera ativa, o paciente encontra dificuldade em sua correta coloção, podendo deslocar o curativo;
Ataduras compressivas: Podem ser elásticas (ex.: Tensopress®, Surepress®) ou inelásticas (ex.: bota de Unna);
Ataduras de compressão em multicamadas ou multicomponentes: Terapia compressiva mais moderna, em geral a primeira camada é de lã ortopédica para absorver o exudato e duas camadas elásticas (compressiva e coesiva), garantindo a correta distribuição da pressão no local.
Tratamento Farmacológico Adjuvante
1. Escolha uma das opções:
Pentoxifilina (400 mg/cp) 1-2 comprimidos VO de 8/8 horas. Manter uso até o fechamento da úlcera;
Diosmina + hesperidina (450 mg + 50 mg/cp) 900 mg + 100 mg VO 1x/dia. Manter uso até o fechamento da úlcera.
PSIQUIATRIA
Pânico
Paciente queixa de episódio espontâneo em sente ansiedade muito grande, que vai aumentando gradualmente até atingir um pico. De início abrupto, com duração de minutos. As vezes desencadeado por alguns "gatilhos", elementos estressores. Sente palpitação, taquicardia; falta de ar, asfixia; aperto no peito; tremor; sudorese; "mãos geladas"; sintomas gastrointestinais, medo de morrer ou de "ficar maluco".
Venlafaxina XR 75 mg..................................................................... 60cp
Tomar 01 cp de manhã, VO. 
Psicoterapia: 
TCC: A terapia cognitivo-comportamental: (mindfulness, terapia de família e terapias em grupo).
Encaminho para avaliação Psiquiátrica e acompanhamento psicológico.
Ansiedade 
Paciente queixa de ataques súbitos e abruptos, com rápida progressão dos sintomas, alcançando seu pico ao redor de 10 minutos, com sensação de falta de ar e hiperventilação, medo de morrer, despersonalização e desrealização, inquietação, insônia. Dor no peito e palpitações.
Uso Oral:
Alprazolam (0,25 mg)........................................................30cp 
Tomar 01 cp VO em dose única. 
Encaminho para avaliação Psiquiátrica e acompanhamento psicológico. 
Orientações Gerais:
Controlar a frequência inspiratória e respirar pelo nariz, e não pela boca. Técnica de respiração diafragmática, respiração lenta e profunda, de olhos fechados.
Atividade física.
Depressão
Paciente queixa de humor deprimido a maior parte do dia, quase todos os dias, apatia, irritabilidade, anedonia, Insônia, cansaço e redução da energia / disposição, dores nas costas.
Uso Oral: 
Escitalopram 10 mg.............................................................10cp
Tomar 01 cp vo de manhã, por 7 dias e aumentar para.
Escitalopram 15mg .............................................................60cp
Tomar 01 cp vo de manhã (uso continua, até nova reavaliação).
Encaminho para avaliação Psiquiátrica e acompanhamento psicológico.
Orientações Gerais:
Exercicio Físico Aeróbico:
Tempo: 30 minutos-1 hora;
Intensidade: Moderado;
Frequência: 3-5 dias por semana por 8 semanas, no mínimo.
Terapia cognitivo-comportamental (TCC) e ou ativação comportamental.
Burtnout
Paciente queixa de sensação de ter seus recursos físicos e mentais esgotados, sem uma fonte de reabastecimento, falta de energia para lidar com mais 1 dia de trabalho e com pessoas, relacionada ao excesso de tensão e sensação de que não há nada mais a ser feito. Solidão, depressão, ansiedade, desesperança, raiva, menor empatia, irritação, tensão muscular, fraqueza, fadiga (crônica), preocupação, tensão muscular, náusea. Declínio na sensação de competência e produtividade no trabalho, além de uma crescente sensação de inadequação sobre sua capacidade de fazer bem suas tarefas. 
NEUROLOGIA
Insônia
Paciente queixa de dificuldade para dormir persistente, com duração ≥ 3 meses associada a outros sintomas como fadiga, alteração de humor e perda de concentração, definindo uma síndrome completa que provoca alterações no funcionamento diurno do indivíduo.
Fibromialgia
Paciente com polimialgia crõnica, com dificuldade de concentração, e atenção, lentificação e alterações de memória ("Fibro fog"), distúrbio do sono, cefaleia tensional, enxaqueca, síndrome do intestino irritável, cistite intersticial/síndrome da bexiga dolorosa, síndrome das pernas inquietas, parestesias.
EF: dor à palpação de múltiplos grupos musculares e articulações, porém sem sinais de sinovite ao exame clínico. Inspeção,mobilização ativa e passiva e manobras especiais são normais.
CD
Medidas não farmacológicas: Orientação sobre a doença, higiene do sono, atividades físicas (baseadas em solo ou água), terapia cognitivo-comportamental.
Ciclobenzaprina 10 mg/dia--------------------------------------- uso cont
Toamr 1 cp a noite. 
Venlafaxina 37,5 mg ----------------------------------------------uso cont
Tomar 01 cp de manhã. 
Tamador 50mg;------------------------------------------------------ 20cp 
01 cp de 12 em 12 se dor forte. 
Uso Intramuscular:
Betatrinta , Suspensão injetável (1un de 1mL) Eurofarma
(Dipropionato de betametasona 5mg/mL + Fosfato dissódico de betametasona 2mg/mL)
Aplicar 1 injeção intramuscular, dose única.
Dor crônica
Paciente queixa de dor que se estenda por mais de 3 meses, gerando tanto transtornos físicos como emocionais da paciente.
Cefaléia Tensional
Paciente queixa de cefaléia que inicia no período da manhã com progressão ao longo do dia, associada á estresse físico e mental, alteração do sono, abstinência de cafeína e flutuações hormonais.
 Modificações no estilo de vida: evitar cansaço, exagero de atividade física, especialmente no calor e sob o sol; cuidado com o posicionamento do pescoço no sono ou no trabalho. 
Terapia profilática:
 Amitriptilina 25 mg..........................................................60cp
Tomar 01 cp a noite. 
Terapia abortiva: 
Trometamol Cetorolaco 20 mg .....................................1cx
Tomar 01 cp sublingual em dose única
Não deve exceder 2 cp no dia, e máximo 5 dias . 
Enxaqueca
Paciente queixa de cefaleia normalmente unilateral, latejante, associada a foto, fono e osmofobia, acompanhado de náusea e vômitos. Após a resolução da dor, o paciente sente-se cansado.
Topiramato 25mg ....................................................................... 120cp
Tomar 01co a noite durante 1 semana, e aumentada a 2 cp a noite. 
Se cefaléia 
Sumatriptano 50 mg..................................................................... 1 cx
Tomar 01 cp via oral, a cada 2 horas, até um máximo de 200 mg por dia.
Modificações no estilo de vida/medidas comportamentais:
Realização de exercícios físicos no período da manhã;
Dormir a quantidade necessária para sensação de sono reparador em local escuro e com temperatura baixa;
Evitar alimentos desencadeantes de dor (chocolate, bebidas fermentadas, glutamato monossódico, conservantes);
Evitar abuso de analgésicos.
Vertigem
Ilusão de movimento, sensação de rotação do próprio corpo ou de que o ambiente está rodando.
CD:
Ginkgo biloba 120 mg VO de 24/24 horas;
Flunarizina (10 mg/comprimido) 10 mg VO de 24/24 horas, à noite;
GINECOLOGIA 
Disenorreia
Paciente com dores tipo cólica, em região pélvica, durante o ciclo menstrual.
Celecoxibe 200 mg.................................................... 1 cx
Tomar 02 cp, inicialmente, seguidos de 01cp, após 12 horas se necessário, por via oral, no primeiro dia.
Medidas complementares e alternativas: 
Dietas com baixo teor de gordura.
Vitaminas orais E e B1 (tiamina), magnésio. 
Exercícios físicos.
Calor local.
Acupuntura.
TENS (eletroestimulação).
Sindrome pré- menstrual 
Etinilestradiol + Drospirenona (20 microgramas + 3 mg) ................................................... uso cont
Tomar 01 comprimido VO 1x/dia, sempre no mesmo horário.
Sertralina 50 mg ..........................................................60cp
Tomar 01 cp VO 1x/dia.
Naproxeno 550 mg........................................................20cp
Tomar 01 cp VO, 2x/dia, por 7 dias, antes da menstruação até o fim do período menstrual.
Se mastalgia na fase lútea: Danazol 50 mg VO 1x/dia. Uso raro pelos efeitos colaterais androgênicos
Tratamento Não Farmacológico
1. Terapias alternativas: Cromoterapia, acupuntura, terapia com ervas, massagens. 
2. Terapia cognitiva comportamental.
3. Alimentos ricos em triptofano: peixe (principalmente atum e salmão), pão e arroz integral, queijo, ovo, amendoim, castanhas, banana e leite. 
Vaginose Bacteriana 
Paciente femenina em idade fértil com queixa de corrimento vaginal e odor vaginal. A leucorreia é esbranquiçada, fina e homogênea. O odor é um desagradável "cheiro de peixe", que pode ser exacerbado após a relação sexual e durante a menstruação.
Cd:
Metronidazol 400 mg ----------------------------- 14cp
Tomar 1 comprimido de 12/12 horas, por 7 dias.
Sífilis 
Primaria 
Paciente queixa de erosão há +- 7 dias, indolor no lugar de inoculação (genitália), evoluindo com ulceração e formação do cancro - "cancro duro" (úlcera de 1-2 cm com margens enduradas) sem exsudato. Associada à linfadenomegalia inguinal.
CD
Notifico 
VDRL quantitativo
Penicilina G benzatina 2,4 milhões de unidades --------------- 2 Frasco Amp
Aplicar (1,2 milhão de unidades em cada glúteo) IM, dose única;
Oriento sobre reação de Jarisch-Herxheimer pode ocorrer durante as 24 horas após a primeira dose de Penicilina, em especial nas fases primária ou secundária e regride espontaneamente após 12-24 horas;
 Deve-se tratar o(a) parceiro(a) sexual.
Distopias genitais:
Paciente queixa de percepção de peso na vagina, abaulamento ou sensação de “bola”, com piora gradativa associada à incontinência urinária, dispareunia; ulcerações; leucorreia.
EF:
CD: encaminho para ginecologia
5. Infecções do trato urinário
Causas comuns: Bactérias no trato urinário, rins, ureteres, bexiga ou uretra.
Tratamento: Um rápido sumário de urina com urocultura pode indicar a presença de bactéria, e a antibioticoterapia deve começar a combater a infecção dentro de dois dias (infecções mais graves podem demorar mais). Pode também se prescrever medicação para aliviar a dor no trato urinário.
Recomendações de alta: Acompanhamento ambulatorial na atenção primária dentro de um ou dois dias se houver envolvimento renal; e em uma semana se apenas infecções da bexiga, menos graves. Se persistirem a dor e febre, ou os sintomas piorarem após dois dias de antibioticoterapia, ou na presença de sinais de infecção renal (calafrios, dor em flanco, febre alta), deve-se orientar o retorno.
6. Cefaleia
Causas comuns: Dor de cabeça pode ser uma reação aos estressores do cotidiano, migrânea, ou uma agonizante cefaleia em salvas. Em casos mais raros, podem ser um sinal de algo sério como meningite, hemorragia cerebral, ou um tumor cerebral.
Tratamento: Medicações podem aliviar cefaleias tensionais ou migrâneas, que estão frequentemente acompanhadas de náuseas e vômitos. Se houverem sinais que sugiram cefaleia secundária, uma tomografia computadorizada ou outros exames podem ser solicitados.
Recomendações de alta: Pacientes em que se suspeite de migrânea podem ser encaminhados a um neurologista especialista em cefaleias. Em caso de persistência da dor, deve se indicar acompanhamento com neurologista.
7. Cálculos renais
Causas comuns: Cristalização de componentes da urina. Algumas pessoas têm maior predisposição ao desenvolvimento de cálculos renais do que outras, mas viver em clima quente ou consumir uma dieta rica em cálcio podem também contribuir.
Tratamento: Sumário de urina – pode se identificar sangue e/ou sinais de infecção – e tomografia abdominal pode identificar os cálculos renais. Medicamentos para a dor e a náusea são frequentemente prescritos para aliviar os sintomas até que o cálculo seja expelido na urina. Cálculos muito grandes para atravessarem o trato urinário devem ser removidos por um urologista. Se o paciente não responder à medicação, cursar com vômitos persistentes, ou se desenvolver uma infecção, pode haver necessidade de internação.
Recomendações de alta: Deve se entregar um recipiente para coleta do cálculo, para que seja realizada a análise química da composição e determinar o que promoveu a sua formação. Assim, poderá se orientar mudanças dietéticas, que podem envolver uma maior ingesta hídrica. Pacientes com cálculos maiores devem ser encaminhados para um urologista.
8. Abscessos e infecções cutâneas superficiais
Causas comuns: Bloqueio das glândulas sebáceas ou sudoríparas, inflamaçãodos folículos pilosos, ou punções cutâneas. Germes atravessam a barreira epidérmica, promovendo a ação do sistema imune. Pressão do acúmulo de pus no abscesso, somado com a inflamação do tecido adjacente, causam a dor. Abscessos podem surgir em qualquer lugar, mas os locais mais comuns são na axila, vagina e virilha.
Tratamento: Abertura e drenagem dos fluidos do abscesso gera alívio. Após a drenagem deve se realizar a hemostasia e curativo. Não se utilizam antibióticos, a não ser que haja uma infecção intensa.
Recomendações de alta: O curativo deve ser removido em casa. Realizar a limpeza da área três a quatro vezes por dia para permitir a cicatrização. Evitar o uso de produtos como álcool asséptico ou peróxido de hidrogênio pois esses líquidos podem causar dano ao tecido em regeneração.
9. Infecções de vias aéreas superiores
Causas comuns: Gripe ou resfriado comum, ambos de etiologia viral, ou faringite, que pode ser bacteriana. Odinofagia, tosse, coriza, espirros, congestão nasal e febre baixa são normalmente causados por vírus de resfriado. A gripe, que possui sintomas similares mas pode causar também febre alta, dores intensas e astenia, também é causada por um vírus. Faringite, que normalmente não vem acompanhada com coriza ou tosse, pode ser causada por estreptococo.
Tratamento: Antibióticos podem ser prescritos para os estreptococos, mas são ineficazes contra vírus. Para gripes e resfriados, medicações como antitussígenos, descongestionantes nasais, e analgésicos/antipiréticos podem ser prescritos para aliviar os sintomas. Para idosos ou pacientes imunodeprimidos, pode se solicitar uma radiografia de tórax para descartar pneumonia, que pode ser tratada com antibióticos.
Recomendações de alta: Febre e resfriado geralmente duram apenas uma semana. Observar se há piora dos sintomas – febre alta persistente, aumento do escarro, e dor torácica – pois podem indicar o desenvolvimento de uma pneumonia.
10. Dor abdominal
Causas comuns: Refluxo ácido, ulcera, apendicite, pancreatite, cálculos biliares, intoxicação alimentar, ou obstrução intestinal. O principal motivo pelo qual pessoas com dor abdominal vão para a emergência é náusea e vômitos incoercíveis.
Tratamento: Um exame físico bem feito para especificar a localização da dor, associado a uma anamnese que abranja as características, intensidade e duração podem definir a possível causa. Se necessário, exames de imagem como ultrassonografia e tomografia computadorizada podem ser solicitados para identificar obstruções ou sinais de inflamação. A investigação diagnóstica irá determinar se há necessidade de internação hospitalar, cirurgia, ou apenas tratamento medicamentoso.
Recomendações de alta: Como realizar um diagnóstico preciso pode ser traiçoeiro, os pacientes devem ser orientados a retornar à emergência caso não haja melhora em 24h, e especialmente se a dor piorar.
Traumatismos superficiais – ferimentos
Do ponto de vista orgânico, entende-se por traumatismo as lesões sofridas por qualquer tecido dentro da sua
integridade anatômica. Pode ser superficial ou profundo.
O traumatismo é superficial quando o agente causador atinge a pele, o tecido celular subcutâneo ou mesmo
as aponeuroses e músculos. Caso contrário, havendo comprometimento de estruturas nobres ou profundas (nervos,
tendões, vasos, ossos ou vísceras), o traumatismo é considerado profundo.
A) Classificação dos traumatismos superficiais
Os traumatismos superficiais podem ser fechados ou abertos. Traumatismos fechados são as contusões leves
causando edemas traumáticos, como as equimoses, os hematomas superficiais. Os traumatismos abertos são os ferimentos.
Os ferimentos superficiais abertos podem ser classificados quanto à profundidade, à complexidade,
à contaminação e à natureza do agente que causou. Contaminação é o aspecto mais importante, mas cada uma das
classificações tem importância prática no tratamento.
1. Quanto à natureza do agente
•	 Ferimento inciso: linear, com bordos regulares e pouco traumatizados, produzido por instrumento cortante
com fio muito aguçado (ex.: gilete).
•	 Ferimento contuso: bordos irregulares e macerados, sem sangramento vivo, forma estrelada. Produzido
por instrumento rombo capaz de romper a integridade da pele (ex.: pedra).
•	 Ferimento corto-contuso: bordos irregulares e contundidos, fundo irregular, não tem forma estrelada.
Produzido por instrumento cortante não muito afiado (ex.: facão).
•	 Ferimento lácero-contuso: ferimento contuso que criou retalhos.
•	 Ferimento perfurante: superfície circular com bordos regulares ou não. Apresenta orifício de entrada, um
trajeto e às vezes orifício de saída. Produzido por objeto pontiagudo e fino capaz de atravessar a pele e tecidos
subjacentes. São tipos de ferimentos perfurantes o punctório (prego), o penetrante (penetra cavidade natural
do organismo) e o transfixiante (atravessa determinado órgão ou segmento).
•	 Ferimento pérfuro-contuso: orifício de entrada com forma oval ou circular, com bordos triturados ou
equimóticos.
•	 Ferimento pérfuro-cortante: lesão mista. (ex.: punhal).
2. Quanto à complexidade
•	 Simples: sem perda tecidual, contaminação grosseira ou presença de corpo estranho.
•	 Complexo: perda de tecido, esmagamento, queimadura, avulsão, deslocamento de tecidos ou implantação
de corpos estranhos.
3. Quanto à contaminação
•	 Ferimentos limpos: contaminação bacteriana mínima; ferimento com menos de seis horas de evolução.
•	 Ferimentos contaminados: evolução de mais de seis horas.
B) Tratamento
Condutas nos ferimentos superficiais abertos
Pequenos ferimentos superficiais podem ser tratados por médico clínico dependendo do seu treinamento e das
condições do local de trabalho. Saber avaliar a extensão do ferimento e quando encaminhar para serviços de maior
complexidade é tão importante quanto tratá-lo. Em caso de ferimento aberto, adotar as medidas iniciais abaixo:
•	 Ferimento aberto superficial: lavar com água e sabão neutro e em seguida cobrir com gaze ou pano limpo
para evitar contaminação.
•	 Ferimento aberto profundo: cobrir o local com gaze ou pano limpo. Na presença de sangramento, fazer
compressão local sobre o curativo. Se o ferimento estiver localizado no braço ou na perna, elevar o membro
ferido acima do nível do tórax se essa manobra não causar dor. Observar se a vítima apresenta sinais de choque
e encaminhar a um hospital para realização de procedimento indicado, provavelmente uma sutura cirúrgica.
Princípios gerais do tratamento
O principal objetivo do tratamento dos ferimentos abertos é o seu fechamento o mais breve possível. Antes de
iniciar o tratamento, deve-se inspecionar a ferida com cuidados de assepsia para evitar o aumento da contaminação.
Deve-se colher informações sobre a natureza do agente causador, como ocorreu o ferimento e o tempo decorrido
até a procura do tratamento, o estado de imunidade contra tétano, alergia a medicamentos e a existência de doença
crônica debilitante.
O fechamento primário pode ser feito de imediato (tempo menor do que seis horas entre lesão e início de
tratamento) ou retardado. Quando há contraindicação para fechamento do ferimento, o tratamento é feito de forma
aberta, podendo ser fechado de forma secundária se evoluir bem.
Ferimentos contaminados
Todo ferimento aberto é contaminado em maior ou menor grau. A maior parte dos ferimentos pode ser tratada
com fechamento primário imediato após desbridamento cirúrgico adequado.
O uso sistêmico de antibioticoprofilaxia por 24 a 48 horas está indicado nas seguintes situações: ferimentos muito
contaminados e ferimentos moderadamente contaminados em que haja fatores locais ou sistêmicos que diminuam a
resistência à infecção. Pode ser indicado também nos casos em que o desenvolvimento da infecção, embora pouco
provável, possa ser desastroso. O antibiótico somente é útil se administrado até quatro horas após a lesão e desde que
o ferimento tenha sido adequadamente limpo e desbridado. Em ferimentos infectados, a antibioticoterapia deve ser no
mínimo por sete dias.
Ferimento causado por mordedurade cão, mesmo puntiforme, deve ser considerado como ferimento profundo e
contaminado.
Vacinação antitetânica
O tétano é uma doença em declínio no Brasil. Em 2008 foram 331 casos em todo o país. Mais da metade desses
casos (51%) ocorreu na faixa etária de 25 a 54 anos de idade, 17% na faixa de 55 a 64 anos. A ocorrência de doença em
menores de cinco anos nesse mesmo período foi de 1,4%.
O tétano acidental pode acometer qualquer faixa etária. A maioria dos casos ocorre em adultos e idosos,
principalmente nos homens. Agricultores são os mais atingidos, seguidos por aposentados e donas de casa.
A única forma de prevenção segura contra o tétano é a vacinação básica e reforços na criança. Doses de reforços a
cada dez anos em adolescentes, adultos e idosos são necessárias para manutenção da imunidade.
A profilaxia do tétano deve ser uma medida de rotina no tratamento de ferimentos abertos.
ureza sob a forma de esporos na pele, fezes, terra, galhos, arbustos, poeira das ruas, trato intestinal de animais,
especialmente do cavalo e do homem.
Pela ampla distribuição dos esporos na natureza, qualquer ferimento que entre em contato com o esporo deve ser
considerado de risco. Alguns ferimentos abertos representam um terreno mais propício para germinação dos esporos
porque, em condições favoráveis de anaerobiose, transformam-se na forma vegetativa e iniciam a produção da toxina.
Atenção especial deve ser dada ao ferimento profundo, com presença de corpos estranhos e grande quantidade de
tecidos desvitalizados que vieram tardiamente para tratamento.
Em caso de ferimento aberto, deve ser aplicado o protocolo de conduta referente a ferimentos suspeitos, avaliando
a necessidade de soro e/ou vacina segundo história de vacinação prévia e características da lesão.
Mordedura canina
No Brasil, a raiva é endêmica e apresenta dois ciclos de transmissão: urbana e rural. Didaticamente, pode-se
dividir o ciclo urbano e rural em quatro ciclos epidemiológicos:
•	 urbano: cães e gatos;
•	 rural: animais de produção;
•	 aéreo: morcegos;
•	 silvestre: animais selvagens (saguis, cachorros-do mato, raposas, guaxinim etc.).
No período de 1990 a 2009, foram registrados no Brasil 574 casos de raiva humana nos quais, até 2003, a principal
espécie agressora foi o cão. A partir de 2004, o morcego passou a ser o principal transmissor no país.
O número de casos humanos em que o cão é fonte de infecção diminuiu significativamente de 50 em 1990 para
zero em 2008 e dois casos no Maranhão em 2009.
No Brasil, no período de 2000 a 2009, uma média de 425.400 pessoas procurou atendimento médico por ter
sido exposta ou se julgar exposta ao vírus da raiva. Destas pessoas, mais de 64% receberam esquema de profilaxia de
pós-exposição.
De 1998 a 2009, foram notificados 218 casos de raiva humana. Destes, 66% não receberam nenhum tipo de
esquema profilático, por desconhecer a necessidade de profilaxia ou pela falta de acesso ao serviço. Vinte e três pacientes
(10,5%) que tiveram acesso à profilaxia foram a óbito por terem sido inadequadamente vacinados e/ou porque
abandonaram o esquema profilático.
Mordeduras por cães nem sempre chegam ao conhecimento das autoridades sanitárias porque, na maioria das
vezes, as próprias vítimas, proprietárias ou não dos animais agressores, desconhecendo a gravidade, não procuram
atendimento médico nem orientação com médicos veterinários.
Os cães de uma comunidade podem ser classificados segundo sua origem em: cães de proprietários, de família, de
vizinhança e cães errantes ou ferais (Guidelines for Dog Population Management, OMS, 1992).
Medida imediata em caso de mordedura por cão
Limpar o ferimento com água corrente abundante, sabão ou outro detergente. Repetir esse procedimento
na Unidade de Saúde se o paciente já o tiver feito, independentemente do tempo decorrido entre a agressão e o
comparecimento à Unidade.
A limpeza deve ser feita com cuidado para eliminar as sujidades sem agravar o ferimento. Depois utilizar
antissépticos que inativem o vírus da raiva, como polivinilpirrolidona-iodo (ex.: povidine, digluconato de clorexidina,
álcool-iodado). Esses produtos devem ser aplicados uma única vez. Nos atendimentos posteriores, o ferimento deve ser
lavado com solução fisiológica. Sutura do ferimento não é indicada. Quando necessário, o soro, se estiver indicado, deve
ser infiltrado no ferimento uma hora antes da sutura.
Contatos com objetos ou utensílios contaminados com secreções de animais suspeitos ou lambeduras na pele íntegra
não são considerados acidentes de risco e não exigem profilaxia da raiva. Recomenda-se apenas lavar bem o local com água
corrente e sabão.
Após a limpeza, avaliar as condições do ferimento e aplicar as medidas preconizadas para tratamento antirrábico,
considerando a gravidade do ferimento e o estado do animal agressor, incluindo também as medidas para profilaxia
do tétano.
Classificação dos ferimentos
•	 Leves
º ferimentos superficiais pouco extensos, geralmente únicos em tronco e membros (exceto mãos, polpas
digitais e planta dos pés);
º lambedura de pele com lesões superficiais.
•	 Graves
º ferimentos na cabeça, face, pescoço, mão, polpa digital, planta do pé;
º ferimentos profundos, múltiplos ou extensos em qualquer região do corpo;
º lambeduras de mucosas;
º lambedura de pele onde já existe lesão grave.
•	 Condições do animal agressor
º Cão e gato
ƒ estado de saúde no momento da agressão;
ƒ possibilidade de observação por dez dias;
ƒ procedência do animal: se é da área de raiva controlada ou não;
ƒ hábitos da vida do animal: domiciliado ou não.
º Animais silvestres
ƒ Devem ser classificados como animais de risco mesmo que sejam domiciliados ou domesticados. Todo
acidente com morcego deve ser classificado como grave independente da espécie e da gravidade do
ferimento.
º Animais domésticos de interesse econômico ou de produção
ƒ Também são de risco. Deve-se conhecer o tipo, a frequência e o grau de exposição dos tratadores e outros
profissionais com esses animais, a incidência da raiva na região para avaliar a necessidade de indicação de
esquema de pré-exposição ou pós-exposição.
º Animais de baixo risco
ƒ Não há necessidade de indicar o esquema profilático em caso de acidentes com os animais abaixo,
considerados de baixo risco:
¤ ratazana de esgoto;
¤ rato de telhado;
¤ camundongo;
¤ cobaia ou porquinho-da-índia;
¤ hamster;
¤ coelho.
Observação válida para todos os animais de risco
Sempre que possível, coletar amostra de cérebro e enviar ao laboratório de referência. Se o resultado for negativo,
não há necessidade do esquema profilático que pode ser suspenso caso tenha sido iniciado.
Notificação e investigação
•	 notificar o caso utilizando a ficha de Notificação do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN);
•	 preencher a Ficha de Atendimento Antirrábico Humano;
•	 seguir as orientações para preenchimento;
A educação para evitar a agressão.
A informação e a educação das pessoas, proprietárias ou não de animais de estimação, são fundamentais para a boa
convivência com cães e gatos.
Comportamentos agressivos fazem parte da conduta social dos cães, e tal agressividade depende de fatores
genéticos hereditários, características do animal de maneira como foi socializado e educado.
Há um manual de educador acessível pela internet no site www.prefeitura.sp.gov.br – Saúde – Publicações –
Publicações A-Z (Manual de Prevenção contra agressões por cães e gatos/2004). Esse manual trata da integração do
animal na família, que deve ser feita pelo proprietário desde a chegada do filhote ou do animal adulto. Deve objetivar:
•	 Hierarquização: o cão identifica a família como sua matilha dentro da qual existe a hierarquia a ser seguida.
Toda família independente da idade deve estar hierarquicamente acima do animal, ou seja, o animal não deve
ter domínio sobre nenhum dos membros. Nos gatos a hierarquia não é tão evidente.
•	 Socialização: é o processo de integração do cão. As relações que são estabelecidas nesse período
normalmente são mantidas durante toda a vida adulta do animal. Nos cães e gatos,a socialização começa
com três semanas de idade, quando os filhotes ainda estão com a mãe e os irmãos. É interessante que os
filhotes permaneçam com a mãe e os irmãos pelo menos até 45 dias, e só então vir para a nova família. A
convivência do filhote com a mãe e os irmãos é de suma importância porque, durante o brincar, os filhotes
aprendem a controlar a mordida, posicionar-se socialmente como dominante ou submisso e interagir com
os demais membros do grupo social.
A socialização deve ocorrer até três meses de idade. Nesta fase, o animal já deve ter sido apresentado às
pessoas, a diferentes animais e a situações como tomar banho, andar de carro, escovação, manipulação do seu
alimento e de seu corpo, principalmente orelhas e boca.
Desde os primeiros dias de integração do animal na família, o proprietário deve estabelecer limites do animal
dentro do grupo, determinando, dessa forma, a hierarquia dentro da família da qual o animal é integrante.
Brincar com o animal faz parte essencial do processo de socialização. Há várias brincadeiras entre humanos
e animais que não são recomendadas, principalmente aquelas consideradas agressivas ou que estimulam a
agressividade.
•	 Autocontrole: controle de mordeduras, reações e necessidades fisiológicas.
•	 Educação básica: é importante para estabelecimento de uma convivência harmônica no lar. Para o cão
entender o que se deseja dele, o comando precisa ser claro: “Não” significa sempre “Não”, e o “Bom” e
“Certo” devem ser sempre recompensados com afeto ou reforço positivo como biscoitos ou brinquedos
adequados à espécie.
A educação inclui comandos básicos como:
º atender ao chamado, sentar e permanecer, deitar;
º andar com coleira e guia; andar ao lado do dono durante o passeio;
º habituar o animal a ser manipulado. Ser tocado para limpar a boca, orelhas, cortar unhas, escovar, tomar banho;
º esperar sua vez para comer e habituá-lo com a manipulação da sua comida;
º não permitir que pule nas pessoas.
O manual também trata dos fatores que influenciam a agressão, como controlar comportamento agressivo,
como evitar situações de risco de agressão, como identificar um animal que pode agredir, como se comportar com a
aproximação de animais e como evitar o ataque e outros mais.
Sinais vitais: Temperatura: 36,2g; Freqüência cardíaca:78bpm; Freqüência respiratória:16 RPM ; Pressão arterial: 110/70 mmhg; Saturaçâo O2: 98%.
Pele e Mucosas: Norm. úmidas, e normocoradas.
TCS: não infiltrado 0/4.
AR: Eupnéia: respiração normal, sem dificuldades, com freqüência, amplitude e ritmo normais.
ACVA: Precórdio calmo, sem abaulamentos, retrações ou deformidades, ictus cordis palpável 1-2 polpas digitais na linha hemiclavicular esquerda no 5º EIC. Bulhas cardíacas rítmicas, normofonéticas em dois tempos, sem sopros.
Abdômen: plano, sem lesões de pele, cicatrizes, circulação colateral, retrações ou abaulamentos. Peristalse não identificável à inspeção. Ruídos hidroaéreos presentes nos quatros quadrantes (+/IV). Ausência de timpanismo difuso e macicez em flancos.
SNS: Glashow 15
Lúcido, consciente, orientado (TEP), linguagem e comunicação sem alterações, nervos cranianos: S/A; equilíbrio e coordenação: S/A; motricidade voluntária preservada; reflexos ok; teste de sensibilidade sem alterações.
Psíquico: Vigil, orientado, atencioso, memória e inteligência preservadas

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