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Vitória Silva Introdução a PPR e PPR provisórias Edentulismo: -grande problema de saúde pública -restabelecer a qualidade de vida, função e prevenção de maiores perdas dentárias -cenário mais crítico entre mulheres, idosos, indivíduos de baixa escolaridade e renda familiar -edentulismo total ou parcial vem acompanhado de déficit nutricional, recomenda-se a reabilitação protética para melhorar o status nutricional de idosos -maior risco de mortalidade para pacientes desdentados quando comprado a pacientes dentados -associação não é causal, mas sim associativa -compartilham fatores de riscos comuns -perda dentária-perda do estímulo funcional e consequente volume do rebordo -perda óssea maior na mandíbula que na maxila -alteração na mucosa oral devido a perda óssea-mucosa menos queratinizada, sendo mais facilmente traumatizada -a utilização da prótese garante uma manutenção óssea, retardando a reabsorção óssea -perda dentária causa dificuldade na alimentação e na fonação -estética: perda de dentes visíveis, principalmente na região anterior, carrega um estigma social -suporte labial fica alterado e/ou a altura facial reduzida -prótese parcial removível: elemento protético, podendo ser dentossuportado ou dentomucossuportado removível -a principal queixa em reabilitação protética é a estética e troca de próteses antigas -poucos pacientes falam sobre dificuldade de mastigação -reabilitação com prótese parciais removíveis melhoram os parâmetros de avaliação nutricional em pacientes idosos -perda dentária pode ser realizada de várias maneiras: PPF, reabilitação com implantes ambas possuem um custo muito mais elevado -objetivos básicos: preservação da saúde oral e eliminação de doenças orais; -preservação da relação entre dentes e estruturas orais; -restauração das funções orais, de maneira confortável, esteticamente agradável e que não interfira na fala -priorizar o desenvolvimento da mastigação, sem interferências oclusais PPR: é o aparelho dentossuportado ou mucossuportado, destinado a substituir uma ou ambas arcadas dentárias com um ou mais dentes ausentes, podendo ser removido da boca com relativa facilidade, tanto pelo paciente quanto pelo profissional Indicações: casos de parcialmente edentados, em que não seja possível a indicação de próteses fixas ou que o envolvimento de muitos dentes pilares, a serem desgastados, seria exigido -espaços edentados sem pilar posterior, extremidade livre bi ou unilateral -espaços edentados extensos -excessiva perda de tecido ósseo -dentes suportes com sustentação periodontal reduzida Vitória Silva -necessidade da recolocação imediata dos dentes anteriores -como auxiliares nas contenções de fraturas maxilares -para pequenas movimentações ortodônticas e reestabelecimento estético associado -fator de ordem econômica -estado físico e emocional do paciente -em cirurgias buco-dento alveolar e bucomaxilofacial -como aparelhos temporários e orientadores nas reabilitações bucais -como protetor de implantes, em caráter provisório, ao longo do período de osseointegração -odontopediatria Contraindicações: -relativas -pacientes com problemas motores -debilidade mental e pobre higiene oral -possibilidade de reabilitação por outra modalidade protética com melhor indicação Exame clínico -coleta de informações que vão orientar a determinação do plano de tratamento -coleta de dados: anamnese exames físicos intra e extra orais exames complementares exames do modelo de estudo Anamnese 1.identificação 2. queixa principal 3. história da doença atual 4.história médica pregressa 6.histórico familiar 6. histórico pessoal e social 7.revisão dos sistemas -se o paciente já possui uma prótese, por que ele veio trocá-la? Exame clínico anamnese exame intra e extra-oral Vitória Silva Exame físico -diagnóstico bucal: exame clínico+ exame complementares+ exame do modelo de estudo -diagnóstico protético: síntese dos estudos das características do caso -prognóstico: favorável ou desfavorável -depois de 5 anos 30 a 50% das PPRs falham -mobilidade dos dentes suportes -reabsorções ósseas -aprofundamento de bolsas periodontais -reações inflamatórias nos tecidos gengivais -marcas profundas na fibromucosa pela compressão das barras que não foram devidamente aliviadas -insucesso ligado a ignorância ou negligência dos princípios fundamentais que devem reger a construção da PPR -exame clínico bem realizado, conhecimento, planejamento e execução adequada da PPR reestabelece as funções destinadas a reabilitação Extensão da área edêntula -maior a área de suporte mucoso, maior a área da prótese -quanto maior a prótese removível mais cargas serão geradas para os dentes remanescentes -quando o paciente possui um suporte dental maior que o suporte mucoso o prognóstico é mais favorável Tipo de rebordo residual -forma -rebordo horizontal -melhor tipo para absorção das cargas -incidências de cargas perpendiculares -rebordo ascendente -quando o paciente mastiga a carga vai em direção aos elementos dentais -concavo/descendente-ascendente -curvatura -pior tipo de rebordo - quando em função, a prótese é tracionada mesial e distalmente -descendente -quando em função a prótese é tracionada para distal Exame físico exame extra-oral exame intra- -oral Vitória Silva -altura -normal: -base larga e altura boa -melhor tipo -alto -base não é tão larga -boa altura -estrangulado -base mais larga -parte média afina e ponta larga -algumas vezes precisa de cirurgia -lâmina de faca -volume ósseo deixa uma base larga e uma altura fina -reabsorvido -altura e larguras debilitados -resiliência da fibromucosa -mucosa flácida: quando em função deforma bastante -deformação pode gerar instabilidade -resiliência média: fibromucosa ideal -pouco resiliente: pode machucar muito o paciente Vários tipos de edentulismos parciais -perdas dentárias definem vários tipos de arcos que influenciam diretamente no resultado da reabilitação -classificação facilita as decisões do tratamento com base na complexidade do caso Classificação de Kennedy -baseado na frequência de combinações de arcos dentários desdentados de sua clínica particular Vitória Silva Classe I -área desdentada bilateral (duas extremidades livres) localizada posteriormente aos dentes naturais Classe II -área desdentada unilateral (uma extremidade livre) localizada posteriormente aos dentes naturais Classe III -uma área desdentada unilateral com remanescentes tanto posterior como anterior a eles (intercalar) Classe IV -uma área desdentada única, mas bilateral (cruzando a linha média) localizada anterior aos dentes remanescentes -perda dos 4 incisivos Regras de Applegate Regra 1: -a classificação deve ser feita após quaisquer extrações de dentes que possam alterar a classificação original Regra 2: -se um terceiro molar está faltando e não é para ser substituído, ele não é considerado na classificação Regra 3: -se um terceiro molar está presente e será utilizado como suporte, ele é considerado na classificação Regra 4: -se um segundo molar está ausente e não será substituído, ele não é considerado na classificação(o segundo molar oposto está ausente e não vai ser substituído) -mesmo pensamento do 3º molar Regra 5: Vitória Silva -a área desdentada mais posterior (ou áreas) sempre determina a classificação Regra 6: -áreas desdentadas com exceção daquelas que determinam a classificação são denominadas modificações e são designadas por seu número regra 7: -a extensão da modificação não é considerada, apenas o número de áreas desdentadas adicionais Regra 8: -áreas de modificaçãonão podem ser incluídas nas arcadas classe IV. -outras áreas desdentadas que se encontram posterior as únicas bilaterais cruzando a linha média determinam a classificação -maior prevalência são nas classes I, II e III -de acordo com as perdas dentárias sofridas pelo indivíduos, podemos ter PPRs dentossuportadas ou dentomucossuportadas -PPR dentossuportadas -dente natural proporciona resistência direta as forças funcionais -classe III e IV de Kennedy PPR dentomucossuportada -prótese de extremidade livre -dente natural e rebordo proporcionam resistência direta as forças funcionais -classe I e II de Kennedy -PPRs dentossuportadas e PPRs de extremidade livre devem ser bem executadas e planejadas pelo cirurgião dentista para fornecer uma retenção e estabilização adequada para a prótese PPRs Provisórias -reposição dos dentes pode ser inicialmente planejada por um curto período -quando há necessidade de uso de PPR provisórias, sua confecção e seu uso devem ser inserido no plano de tratamento protético total -essas próteses buscam alcançar seus objetivos temporários com o mínimo de tempo e custo -normalmente são confeccionadas em resina acrílica com retenção por meio de fio ortodôntico -dificuldade em alcançar e manter a estabilidade -importante que o paciente esteja ciente que sã temporárias e podem prejudicar ainda a integridade dos dentes remanescentes e a saúde dos tecidos orais de suporte se utilizadas por muito tempo -são utilizadas por razões estéticas, manutenção de espaço, restabelecimento das relações oclusais e prótese provisória durante o tto definitivo -moldagem montagem em ASA prova estética e funcional instalação -reestabelecimento de DVO previamente ao tto ortodôntico Vitória Silva Biomecânica das próteses parcial removíveis -as PPRs são aparelhos utilizados para reabilitação de arcadas parcialmente desdentadas. Em função do suporte principal a que a prótese está relacionada, a biomecânica é afetada e apresenta diferentes características -os princípios biomecânicos mais importantes para as próteses estão relacionados com a estabilidade, retenção e o suporte Suporte -resistência a forças que atuam sobre a prótese, no sentido ocluso-cervical, quando há mastigação de alimentos duros -o sistema de suporte envolve os elementos vivos que irão entrar em contato com o aparelho protético, proporcionando base de assentamento -dentes remanescentes, periodonto, tecido ósseo e fibromucosa -a reabsorção óssea pode gerar conformações do tecido ósseo que atuam para favorecer ou desfavorecer a biomecânica da PPR -em próteses de extremidade livre distal, dentomucossuportadas, padrões mais planos são mais desejáveis, pois geram menor braço de alavanca assim sobrecarregando menos os dentes suportes de retenção direta Estabilidade e retenção -PPRs, cujo suporte é puramente dentário (dentossuportadas) alcançam maior estabilidade do que aquelas que possuem suportes mucosos e dentário associados. Isso ocorre devido a resiliência da fibromucosa, variável em diferentes graus, e a possibilidade de ausência de um pilar dentários distal, como nos casos de extremidade livre (Classes I e II de Kennedy) -a retenção é a resistências as forças que tendem a deslocar a prótese no sentido cervico-oclusal, bastante notada durante a mastigação de alimentos pegajosos -o sistema de estabilização e retenção da prótese envolve os grampos de retenção, encaixes, apoios e conectores maiores Retenção -fisiológica: -retenção neuromuscular, devido ao equilíbrio entre próteses e tecidos paraprotéticos -capacidade e habilidade de o paciente manter a prótese em posição, o que é influenciado pela -física: -retenção baseada nos fatores físicos de adesão, coesão, PA e tensão superficial - o recobrimento da área chapeável e sua máxima extensão e adaptação proporcionam melhor retenção -mecânica -retenção direta e indireta, que envolve os componentes da prótese: grampos, encaixes e partes rígidas que entram em contatos com os planos-guia Vitória Silva -selas e dentes artificiais -responsáveis pela recepção e transferência das forças oclusais aos tecidos de suporte. As selas e os dentes se unem a prótese por meio da base acrílica -conectores maiores -compõe o sistema de conexão -unem apoios e grampos as selas e conectores maiores, estabilizam os dentes remanescente, servem como transmissores das forças oclusais para os tecidos de suporte, além de guiar a trajetória de inserção e remoção da prótese Sequência clínica e laboratorial da confecção de próteses parciais removíveis 1ª Sessão -avaliação inicial deverá ser feita, considerando a saúde geral, histórico médico e odontológico -preenchimento da anamnese e abertura de prontuário -exame intra e extrabucais criteriosos e verificação da necessidade de procedimento ou tratamento prévios a reabilitação protética -avaliação periodontal e exame complementar radiográfico (panorâmica e periapicais deve ser realizado, com especial atenção aos dentes que serão retentores diretos da PPR 2ª Sessão – Preparo Geral de boca -etapa clínica -início do plano de tto proposto -se necessário alguém preparo geral de boca, sempre deve ser categorizado por prioridades e urgências, considerando dor e a queixa do paciente -intervenções devem priorizar a saúde bucal do paciente e poderão envolver procedimentos cirúrgicos, periodontais, endodônticos, ortodônticos, restauradores e protéticos fixos -todos devem ser planejados e executados previamente ao início das PPRs 3ª Consulta- Moldagem de estudo -etapa clínica -modelo de gesso pedra tipo III, para estudo das arcadas dentárias e planejamento das próteses -o molde pode ser obtido com uso de moldeira de estoque e hidrocoloide irreversível, de forma não funcional (não há necessidade de movimentar a musculatura) -os modelos de estudo deverão ser recortados e preparados para o planejamento 4ª Sessão – Montagem de modelos de estudo em ASA -realizada na clínica e laboratório Vitória Silva -a montagem em articulador tem o objetivo de verificar possíveis extrusões dentárias, interferências ou correções necessárias no plano oclusal -se houver necessidade de aumento da dimensão vertical, este será o momento para planejar como será realizado e se envolverá reanatomização de dentes remanescentes -pacientes com uma arcada desdentada total não terão seus modelos de estudo montados em ASA -na ausência de estabilidade oclusal (classes I e II de Kennedy) ou quando necessário aumentar a DVO deverão ser confeccionadas bases de prova sobre os modelos de estudo, previamente aos registros clínicos e á montagem em articulador 5ª Sessão – Correção do plano oclusal -realizada em laboratório -na presença de extrusões, os dentes deverão ser reanatomizados com uso de instrumentos cortantes, para que a simulação no modelo seja transferida a boca -se caso exigir reanatomização de dentes, por acréscimo de material, direto ou indireto, para alcance de uma nova DVO, o planejamento de como será obtido deve ser feito neste momento 6ª Sessão – Delineamento de modelos de estudo -realizada em laboratório -os modelos de estudo, após análise do plano oclusal, deverão ser analisados separadamente, quanto ao posicionamento dentário, áreas retentivas e expulsivas, para planejamento de preparo específico de boca e desenho da estrutura metálica fundida -cada modelo de arcada desdentada parcial deverá ser analisado, por meio de delineador -o desenho da estrutura metálica deverá ser feito, com base nesta análise e n conhecimento prévio quanto aos componentes da prótese e suas indicações 7ª Sessão – Preparo específico de boca -realizada na clínica -com os modelos de estudo analisados, tanto no sentido intermodelos quanto intramodelos, todas as alterações específicas para que os dentes recebam as próteses parciaisremovíveis foram planejadas -é hora de executar os desgastes e acréscimos que sejam necessários 8ª Sessão- Obtenção do modelo de trabalho -realizada na clínica -importante definir se a prótese será dentossuportado ou dentomucossuportada - a prótese dentomucossuportada direciona a necessidade de moldagem funcional, em que a movimentação muscular deve ser registrada e será a responsável pela delimitação da área chapeável -o modelo de trabalho deverá ser obtido em gesso pedra tipo IV (especial), a partir do qual será confeccionada estrutura metálica fundida da PPR Vitória Silva 9ª Sessão- Obtenção de estrutura metálica -realizada no laboratório -a estrutura metálica pode ser obtida por processo de enceramento e fundição (convencional) ou por impressão tridimensional 10ª Sessão – Prova da estrutura metálica e orientação dos planos de cera -realizada na clínica -desadaptações da estrutura metálica fundida precisarão ser ajustadas, incluindo a verificação de possível interferência oclusal -estrutura de metal adaptada, os planos de cera, presos as selas, deverão ser ajustados para registro da DVO e RC -os modelos de trabalho deverão ser montados em ASA, os dentes selecionados e tudo enviado ao laboratório para montagem dos dentes 11ª Sessão – Montagem e prova de dentes artificiais -etapa clínica e laboratorial -os dentes artificiais serão montados e os modelos encaminhados para prova estética e funcional dos dentes em cera, como ocorre com a reabilitação por PTs 12ª Sessão – Acrilização da PPR -realizada em laboratório -aprovada a fase dos dentes em cera, a prótese precisa ser acrilizada e polida pelo laboratório -quando enviada a clínica, deverá ser desinfectada previamente a instalação em boca 13ª Sessão – Instalação e ajuste -realizada na clínica -a instalação da PPR pode exigir desgastes de resina acrílica para total assentamento -após adaptada, os contatos oclusais e extensão de borda acrílica devem ser verificados -o paciente deve ser orientado quanto a remoção, inserção e higienização 14ª Sessão- Controle -etapa clínica -paciente deve receber acompanhamento para possíveis ajustes e orientações quanto a manutenção de sua saúde bucal Vitória Silva Delineamento e delineadores em PPR -necessita de um preparo dental planejado e corretamente executado -retenção, estabilidade e sucesso delineador dentário -serve para planejamento, execução e verificação de modificações bucais apropriadas em PPR -planejar modificações nas superfícies dos dentes envolvidos no suporte, estabilização e retenção da prótese -inserção/remoção da PPR deve seguir uma trajetória, determinada pelo planejamento no delineador -verificar paralelismo, localizar áreas retentivas e orientação do preparo nos dentes pilares -PPR estável e confortável -satisfação do paciente -modificações de superfície dentária-prognóstico favorável da PPR -onde foi realizado o desgaste e o planejamento das estruturas -componentes da PPR na posição designada ideal aos dentes pilares -retenção e estabilidade adequadas se os elementos estiverem corretamente colocados Delineamento do modelo de estudo 1. determinar o eixo de inserção -elimina ou minimiza interferência na inserção e remoção da PPR -para que a prótese entra e saia na mesma posição -remoção de áreas retentivas -planos guia para desgaste -desgaste dentário mínimo para plano guia 2. Identificar as superfícies proximais dos dentes que são ou precisam ser colocadas em paralelo -para que ajam como planos-guia durante a inserção e remoção -quando paralelas estão no plano guia -eliminação de áreas retentivas 3. Localizar e calibrar áreas retentivas -em PPR, as únicas partes que ficam em áreas retentivas são o terço final do grampo -preciso achar onde fica localizado essa área retentiva -delineamento da área retentiva Vitória Silva 4. determinar se áreas dentárias terão necessidade de ser modificadas -para favorecer a estabilização e prognóstico da PPR -desgaste, ou acréscimo de resinas compostas 5. permitir um planejamento dos preparos bucais a serem feitos -saber onde será realizada cada etapa da PPR 6. planejamento e execução de PPF fresadas ou sistemas de encaixe -prótese já convencionada para encaixe na PPR Delineamento serve para planejar qual grampo será utilizado, onde será preparado, onde vai ser o apoio, onde será acrescentado o material, o que fazer para determinar o eixo de inserção Delineador dentário 1- Plataforma do aparelho 2- Braço/haste vertical que suporta o braço horizontal 3- Braço horizontal do qual se suspende as pontas do delineador 4- Pontas do delineador-encaixe na haste vesrtical móvel 5- Mesa analisadora/reclinável/plantina- separada do corpo do delineador a. Suporte do modelo-modelos devidamente recortado (base e paredes laterais planas) b. Base em que gira o suporte -pontas do delineador: obter o paralelismo, equador protético, realizar desgastes que serão feitos na boca e calibrar a retenção -ponta analisadora: -analisa o paralelismo relativo das superfícies dos dentes suportes entre si, permitindo definir o eixo de inserção da PPR -verificar áreas rentetivas, não realiza desgaste -porta-grafites: -protege a grafite da possibilidade de quebra durante o traçado do equador protético do dente -equador protético: linha traçada na parte mais convexa de acordo com o eixo de perfil -equador dentário: parte mais convexa de um dente na mão Vitória Silva -pontas calibradoras de retenção: -determinar a quantidade de retenção para cada grampo da PPR em função das condições de retentividade do dente suporte -pontas de 0,25mm; 0,5mm e 0,75mm -a ponta de 0,25mm é a mais utilizada -a utilização dessa ponta de 0,25mm permite uma retenção adequada, dentro dos limites de tolerância biológica dos dentes, que se movimentam muito pouco dentro do alvéolo, e dentro dos limites de fadiga da liga de cobalto cromo -facas ou cinzéis: -pontas cortantes destinadas aos preparos nos planos guias e remoção de ângulos mortos - movimentos de sobe e desce realizando o desgaste no modelo Delineamento-passo a passo 1. determinação do eixo de inserção da PPR - realizado com a ponta analisadora -percurso realizado pela PPR desde o contato inicial com os dentes suportes até seu assentamento final -direção única de inserção e remoção da PPR -plano oclusal paralelo a mesa do delineador -parte posterior do modelo voltado para os dois parafusos fixos e a parte anterior para o parafuso único anterior -para o modelo fixar bem, deve estar bem recortado e com superfície plana -mesa do delineador fica solta e gira sobre a base -após definir o eixo de inserção trava-se a mesa -definir se a mesa vai girar ou não -técnica dos três pontos (Roach) -marcar no modelo três pontos que formem entre si um triangulo aproximadamente equilátero -dois pontos na região posterior (região de crista marginal mesial dos suportes distais) e um anterior: linha mediana entre incisivos -ausência dos dentes: registro do antagonista em cera (montado em ASA) irá fornecer localização dos pontos (verificar possível correção de extrusão) Vitória Silva -quando o antagonista estiver ausente, dá-se de forma arbitrária, seguindo orientação dos demais dentes da arcada -ponto anterior da arcada superior: onde tocam a borda incisal dos incisivos inferiores -pode ser entre a borda incisal e o terço médio -técnica da bissetriz (Roth) -leva em consideração o grau de inclinação dos dentes suportes, através dos seus longos eixos -duas posições: anteroposterior e latero-lateral -para determinação do longo eixo no sentido anteroposterior do dente devemos achar a linha média axial -linha média axial nos molares fica nos sulcos vestibulares-pré e caninos: vértice da cúspide vestibular -incisivos: meio da coroa -caso tenha mais de um dente suporte, levar em consideração os dois dentes com maior inclinação -transferir esses trações para as paredes laterais do modelo (devem ter boa espessura e serem bem recortadas) -dessas duas linhas determinamos um ângulo (podemos usar transferidor para auxílio), determinamos a bissetriz desse ângulo -longo eixo dos dois dentes suportes, um de cada hemiarco, que apresentem maior inclinação no sentido linguo-vestibular, traçados na parede posterior do modelo -coincidir a ponta analisadora montada na haste vertical móvel do delineador, com duas bissetrizes (inclinação latero-lateral e inclinação antero-posterior), tem- se a posição do modelo que corresponde a via de inserção -técnica da conveniência -utilizada em casos de inclinações excessivas dos dentes suportes que acarretaria preparo (desgaste) excessivo pelas outras técnicas -estuda-se todas as superfícies e procura-se a via de inserção que mais convenha as peculiaridades anatômicas, até chegar a uma posição média para o modelo -verificação de planos guias -superfícies devem ter as áreas médio-oclusal ou médio incisal paralelas em relação as outras superfícies proximais dos dentes vizinhos ao espaço protético 2.Registro do plano de inserção: -permite reposicionar o modelo da mesa na mesma posição do eixo de inserção determinada 3.Traçado do equador protético: -ponta porta grafite- determina a área de expulsividade e retenção do dentes, de acordo com o eixo de inserção definido -ausência do equador protético denota falta de convexidade das superfícies do dente suporte -mudança no eixo de inserção altera o equador protético -equador dentário é fixo Vitória Silva -o equador protético muda a partir do eixo de inserção -equador protético pode ser traçado só nos dentes suporte 4.Calibragem de retenção -pontas calibradas de retenção (0,25mm) -dosagem da retenção do futuro grampo de retenção -contato simultâneo entre a extremidade em forma de disco e da parede lateral da ponta calibradora com a superfície do dente -constam as seguintes partes: -braço de retenção – 1/3 abaixo da linha do equador protético (área de retentividade) -braço de oposição- acima do equador protético (área de expulsividade) -retentivo: acima do equador protético -expulsivo: abaixo do equador protético -haste e ponta ativa devem encostar o equador protético -se não houver retenção (quando a ponta encosta, mas a haste não) pode-se mudar o eixo de inserção ou resina composta 5.Preparo do modelo de estudo para diagnóstico -pontas em forma de facas e cinzéis -reduções (desgastes) necessários para a determinação dos planos guia (superfícies planas localizadas nas proximais dos dentes vizinhos ao espaços protéticos) e adequação do contorno axial por vestibular ou lingual -orientação para preparo de boca do paciente -casquete de transferência- utilizado para transferir a redução (desgaste) realizado no modelo de estudo para a boca do paciente -casquete: passa vaselina no gesso coloca o cinzel em contato com o dente, superfície plana e cobre com resina acrílica deixar alto com o delineador para ficar fácil na boca do paciente tira o casquete do gesso coloca em boca e o que sobrar é o que deve ser desgastado Vitória Silva Conectores maiores, menores, selas e dentes artificiais -dentes retentores: dentes que são abraçados pelas próteses -a estrutura que a abraça o dente retentor é chamada grampo -conectores maiores: parte maior da estrutura da prótese e mais rígida, de onde sai todos os outros componentes da prótese, recebe as cargas mastigatórias e distribui para os tecidos -mais rígida para que não se flexione Barras ou conectores maiores -conectar os outros componentes da prótese entre si, para que constituam um único corpo -transmissão de cargas ao tecido ósseo, principalmente em extremidade livre maxilar, atuando como retenção indireta -características: -ser de material compatível com os tecidos bucais -ter rigidez para ampla distribuição de forças -não interferir ou irritar tecidos moles -manter o contorno natural das estruturas subjacentes -não penetrar nos tecidos durante a colocação, remoção e em função -cobrir o mínimo de tecido possível -não reter alimentos -qualquer superfície a mais retem alimentos -ter suporte dos outros elementos da armação para diminuir as tendencias rotacionais quando em função -estabilidade horizontal e manutenção da integridade periodontal Maxila Barra palatina -indicações: -classe III de Kennedy em áreas desdentadas não muito extensas (até dois elementos em cada hemiarco) -espaços desdentados limitados por dentes e mínimo suporte mucosa necessário -contraindicações: -classe I, II e IV extensas -é relativamente estreito, para pequenas próteses dentossuportadas -contempla até metade dos dentes ausentes no palato -não alcança áreas anteriores -por ser mais estreita é menos rígida, menos rígido é contraindicado para extremidades livres Vitória Silva -vantagens: mínima cobertura do palato, o que não dificulta dicção e não gera a perda do paladar -desvantagens: pouco rígida e grande risco de fratura Barra palatina anterior em U -indicação: -tórus palatino volumoso, inoperável e que impeça a colocação da barra anterior -classe IV -sutura média (rafe palatina) proeminente e rígida -contraindicações: -extremidade livre (flexibilidade) -necessário um espaço entre a cervical dos dentes e o início da barra (5 a 6mm) -não é uma barra que impede fonética -largura em até 6mm, espessura em cerca de 2mm -contraindicado em caso de pacientes que já fraturaram outros próteses, ou possuem uma força mastigatória muito elevada e/ou parafunção -desvantagens: grande flexibilidade, o que causa sobrecarga nos dentes suportes, dificuldade em obter rigidez (volumoso na região das rugosidades) problemas fonéticos, pode causar marca da estrutura no palato- carimbo com consequente palatite crônica Barra palatina ântero-posterior -indicações: -qualquer classe maxilar -circunscrever o tórus palatino -paciente com língua inquieta (não se adaptou com outro conector) -contraindicações: -tórus palatino posterior -pacientes com rugosidade palatina saliente e palato profundo -vantagens: grande rigidez e mínima cobertura do palato -boa aceitação, não teme estruturasse volumosas que estranham -pode gerar transtorno fonético -5 a 6 mm de distância á cervical -não pode invadir palato mole -é o conector mais rígido devido a presença da barra posterior -normalmente, entre a barra anterior e posterior há uma distância de 7 a 9 mm -barra anterior evitando as rugosidades palatinas Placa palatina -indicações: Vitória Silva -principalmente classe III extensa -pacientes com fissuras palatinas (>rigidez,> resistência e vedamento da comunicação) -contraindicações: -tórus palatino ou qualquer outra exostose óssea -largura constante em mais ou menos 15mm -mesma coisa da barra palatina só que mais gordinha -abrange maior área do palato, interferência no tórus, rafe palatina -reabilitar regiões com extremidade livres -não comtempla edentulismo anterior -vantagens: espessura uniforme e fina (aceitação do paciente), condutibilidade térmica e conforto á íngua, menor potencial de injúria aos tecidos (somente duas margens) Placa ou grade palatina total -vantagens: -resistência as forças de tração da prótese quanto maior o recobrimento da área chapeável -classe I ou IV ampla, ação de retentor indireto -desvantagens: -prótese mais pesada (metal) dificulta a retenção -perda parcial de paladar -maior habilidade laboratorial -maior custo laboratorial -placa: bastante extenso-poucos dentes remanescentes -retenção indireta porque não se agarra em lugar nenhum -paciente que utiliza placa ou grade ou migra para reabilitação com implantes ou prótese total removível -podem ser copiadas as rugosidades palatinas -indicações: grandes espaços desdentados, contenção dos dentes periodontalmente abalados, paciente com rebordo praticamente inexistente -contraindicações: tórus palatino, pacientes com sutura média palatina muito rígida -relativas -grade é recoberta com resina acrílica Mandíbula Vitória Silva Barra lingual -indicações: -todas as classes de kennedy com altura suficiente entre a margem livre da gengiva e a inserção do freio -contraindicações: -altura insuficiente (compressão no assoalho da boca ou ulceração e instabilidade da prótese) -dentes muito lingualizados -tórus mandibular -os conectores mandibulares são escolhidos pelo espaço existente entre os dentes e o assoalho de boca -atravessam os dois lados da arcada -não possui contato com os dentes -vantagens: não cobre muitos tecidos gengivais e não incomoda a língua -desvantagens: se for muito extensa, pode ficar pouco rígida -se não for aliviado, pode causar compressão da gengiva -formato de U gera flexibilidade 2 a 3mm entre a cervical e barra -barra com cerca de 3mm -do final da barra até o assoalho de boca, é necessário 3mm -logo, a distância mínima para reabilitação com a barra lingual e entre 8 e 9mm -pedir para o paciente levantar a língua para suspenção dos tecidos -a área de mucosa vai receber um alívio de 0,5mm em cera para que a saliva limpe a superfície interna barra e evitando intrusão Barra Sub-lingual -modificação da barra lingual -indicações: -paciente com perda de altura alveolar devido a perda óssea -contraindicações: -pacientes que levantam muito o assoalho da boca e possuem freio lingual que possa interferir -vantagens: melhora a transmissão de forças das selas aos dentes, pois tem maior dimensão -possui menor rigidez que a barra lingual -formato de gota, conferindo maior rigidez Placa lingual Vitória Silva -curvatura natural da superfície supracingular dos dentes -termina em zero, com a superfície lingual dos dentes -forma de meia pera ou gota alongada com maior volume na borda inferior -se não houver espaço para a barra é a primeira opção -não tem interferência do freio lingual -o paciente se incomoda com o preparo -paciente passa a língua para se acostumar -indicações: -freio lingual alto e distância insuficiente -estabilização de dentes abalados periodontalmente -futura substituição de incisivos com problemas periodontais -tórus mandibular -contraindicações: -grande cobertura dos tecidos gengivais -pacientes com diastemas (visualização do metal) -placa lingual com suporte para dentes artificiais -pacientes com higienização pobre é uma contraindicação -vantagens: maior rigidez da barra lingual e barra contínua de kennedy, isoladamente e ferulização de dentes com problemas periodontais -desvantagens: impede a estimulação fisiológica dos tecidos gengivais e autolimpeza pela saliva, irritações gengivais e impacção alimentar -alívio em região dentária de 0,3mm, ameias evitar problemas gengivais e efeito de cunha entre os dentes -mais dentes recebendo os impactos das cargas mastigatórias Barra contínua de kennedy com barra lingual -indicações: -dentes anteriores sem diastemas -estabilização de dentes afetados periodontalmente com retração gengival -retentor indireto para as classes I e II (estabilidade horizontal) -contraindicações: -dentes com coroas curtas -distância menor que 6mm permite a impacção alimentar em barras muito curtas -formato de meia pera -duas barra precisa de espaço entre barras -vantagens: facilita o estímulo dos tecidos gengivais e permite escoamento -desvantagens: dentes anteriores inferiores apinhados e desconforto a língua Vitória Silva Barra vestibular -indicação: -dentes com excessiva inclinação pra lingual -exostose linguais exageradas -contraindicações: -difícil de ser tolerado pelo paciente -indicação extremamente rara -vantagens: evita a intervenção cirúrgica em alguns casos -desvantagens: pacientes com inserções de freio labial altas e sulco labial baixo -difícil adaptação do metal com o lábio e gengiva Conectores menores -unem apoios e grampos nas selas e nos conectores maiores -servem de via de transmissão de cargas ocluais para os dentes suportes por meio de apoios -estabilizam os dentes remanescentes -guiam a inserção e remoção da prótese Selas -elemento encarregado de fixar os dentes artificiais e efetuar a transferência das forças oclusais as estruturas bucais de suporte -transmitem as forças mastigatórias sobre a fibromucosa (em caso de próteses dentomucossuportadas) Dentes artificiais -seleção baseada na cor, formato e tamanho dos dentes naturais remanescentes -podem ser feitos em resina acrílica ou ter a superfície metálica -a superfície metálica é destinada a pacientes com força de mordida elevada e parafunção -escolha dos dentes artificiais: -intensidade da força mastigatória -presença de hábitos parafuncionais -natureza da superfície oclusal do antagonista -propriedades mecânicas do material do dente artificial -estabilidade dimensional, estabilidade da cor e forma oclusal Superfícies metálicas -devem ser resistentes a fratura e ao ataque químico -possui polimento adequado -manutenção da dimensão vertical -aumento da eficiência mastigatória -diminuição da reabsorção óssea alveolar Vitória Silva Sistema de retenção a grampos -sistema encarregado de prover retenção e estabilização da prótese durante a função mastigatória e os movimentos normais da musculatura bucal -envolve o dente para prevenir movimentos isolados do dente em relação ao retentor -habilidade dos retentores diretos de resistir aos movimentos que tentam deslocar a prótese do contato com os tecido bucais é enormemente influenciada pela estabilidade e suporte das próteses, fornecida pelos conectores maiores e menores, apoios e bases -evita movimentos perpendiculares em relação ao longo eixo do dente e assegura estabilidade da posição do dente por causa da retenção do abraçamento e assegura estabilidade por causa do controle da posição em três dimensões - são posicionados na maior circunferência do dente, passando pela parede axial divergente para a axial convergente deve ser envolvida pelo grampo Componentes retentivos aos dentes -grampos -encaixes: associações entre PPF e PPR -sempre em associação Áreas retentivas e expulsivas -o equador protético, que separa o dente ao longo do seu eixo determina as áreas retentivas e expulsivas -os grampos atuam nas áreas retentivas do dente -a análise de áreas retentivas e expulsivas individuais não serão validas, desde que o eixo de inserção determinará um posicionamento coletivo para os dentes Classificação dos grampos -segundo a função -retenção direta -esta diretamente relacionada a área desdentada, são mais próximos -sempre é uma retenção ativa -dentes são obrigatoriamente abraçados pelos grampos de retenção -retenção indireta -que recebem componentes da prótese -melhor distribuição das forças mastigatórias, problemas periodontais, pouca inserção óssea -passiva -não tem braço de retenção, só de oposição -ativa -o dente tá longe da parte desdentada, mas recebe um braço de retenção -próteses dentomucossuportadas: tem uma retenção pior, principalmente as de extremidade livre, escolha criteriosa de grampos, retentores indiretos, maior estabilidade Vitória Silva -retentor indireto no caso de próteses com extremidade livre vai tentar evitar o movimento da prótese biomecânico, principalmente em alimentos -linha de fulcro: linhaque passa pelos retentores diretos mostrando onde a prótese poderia tender a se deslocar, linha perpendicular a essa para poder ter uma ideia de onde localizar retentores indiretos para aumentar a distribuição de cargas e impedir a movimentação da prótese -dentes com retenção ativa sempre recebem: apoio oclusal ou cíngula, braço de oposição e retenção -braço de retenção sempre vai ser mais flexível pois ele precisa atravessar o equador protético -braço de oposição é rígido, não ultrapassa o equador protético -se não for rígido, ocorrerá uma movimentação ortodôntica -impedir que o braço de retenção faça uma movimentação ortodôntica -em dentes anteriores, o braço de oposição sempre vai ser em cíngulo -braços de retenção saem da oclusal em direção a área retentiva dos dentes -segundo a aplicação sobre o dente -aplicação direta -sobre a estrutura dentária natural ou material restaurador direto -aplicação indireta -sobre material restaurador indireto ou coroas protéticas -segundo o número de dentes abrangidos -individuais ou simples -múltiplos ou férulas -duplos ou gêmeos Vitória Silva -segundo a construção: -fio metálico -fio ortodôntico, comumente utilizado como retentor de próteses provisórias -flexível e deve ser colocado na cervical do dente suporte para ser efetivo -não exige planejamento prévio -combinado -fio trefilado -metal flexível, pré-fabricado -utilizado como retentor de próteses com estrutura metálica fundida, em que o dente suporte possui algum comprometimento periodontal e possível mobilidade -tem grande flexibilidade e deve ser colocado na cervical do dente suporte para ser efetivo -não exige planejamento prévio -fundido -braço confeccionado pelo processo de encerramento e fundição com a estrutura metálica fundida -flexibilidade menor do que os anteriores, e exige delineamento prévio para ser posicionado apenas com seu terço retentivo final abaixo do equador protético -segundo a ação retentiva -grampos circunferenciais -deformação por flexão do braço de retenção, que precisa atravessar o equador protético do dente, para encontrar o ponto retentivo -o braço tem trajetória de oclusal para gengival: facilidade de remoção -não retem alimentos entre grampo e fibromucosa -são os mais antiestéticos -quanto mais longos os braços, mais flexíveis -abraçam mais de 180º do dente -grudentos, deixam a prótese mais rígida -próteses dentossuportadas -grampos de ação de ponta ou barra -mais estético que o circunferencial, por ter menos contato com o dente suporte -deformação do braço de retenção por torção, para alcançar o ponto de retenção -sua direção é de gengival para oclusal, saindo da sela e passando pelo periodonto: facilidade de inserção quando comparado ao circunferencial Vitória Silva -não sai da direção oclusal, sempre sai da sela (dentes artificiais) e toca em local gengival -em doenças periodontais pode ser uma contraindicação -possibilita certa movimentação da prótese -ligamento periodontal cede menos do que a fibromucosa, grampos rígidos que impedem a movimentação da prótese, o LP cede quase nada e a fibromucosa muito -com isso o dente sofre sobrecarga e pode apresentar sobrecarga no periodonto Partes constituintes -braço de retenção -promove a retenção efetiva -para os circunferenciais, apenas o terço final ultrapassa o equador protético e atinge a região retentiva -os outros dois terços ficam em áreas expulsivas ou sobre o equador -para os de ação de ponta, apenas a porção final do braço toca o dente, em região retentiva -braço de oposição -oposição ao braço de retenção -estabilidade -retenção indireta Parte constituintes dos grampos -apoios -conector menor -une os elementos relacionados aos dentes suportes aos conectores maiores e selas da prótese -guia a prótese contra planos guias proximais -transmite aos dentes suportes as cargas oclusais, resultantes da mastigação -estabiliza os dentes suportes Princípios fundamentais dos grampos -abraçamento -necessidade do grampo, principalmente o circunferencial, de abraçar o dente suporte em pelo menos 180º -o abraçamento é obtido pelo braço de retenção, apoio e braço de oposição, quando atuam em conjunto -passividade -garante a permanência da prótese em posição, passivamente em equilíbrio de forças devido a existência do antagonismo entre os braços de retenção e oposição -a presença dos apoios garante que a prótese não intruirá nos tecidos bucais, mantendo sua posição planejada Vitória Silva -estabilidade -é conferida pelos braços de retenção, oposição e apoio, que impedem a movimentação da prótese, quando forças horizontais tentam deslocá-la -retenção -suporte -junto com a retenção, oferece resistência a remoção da prótese, no sentido gengivo-oclusal e garantem a permanência da prótese na posição planejada, respeitando o suporte dos tecidos adjacentes -reciprocidade -presença do braço de oposição que é planejado para entrar em contato com o dente ao mesmo tempo que o braço de retenção alcança o equador protético -braço de posição permanece em área expulsiva, mesmo após o total assentamento da prótese -no processo de inserção e remoção da prótese, o braço de oposição, por ser rígido, garante que o dente não sofra movimentação pela força que o braço de retenção precisará exercer para ultrapassar o equador protético e alcançar o ponto de retenção Fatores que influenciam a retenção dos grampos -ângulo de convergência cervical -formado entre uma linha imaginária que tangencia o equador protético, perpendicular ao solo e a linha imaginária que tangencia o contorno cervical do dente -quanto maior esse ângulo, mais discrepante será a diferença entre o contorno cervical do dente e seu equador protético -essa discrepância gera maior grau de retenção e interfere no posicionamento da ponta ativa do grampo -para a liga cromo-cobalto, a retenção ideal deve ser 0,25mm e não deve ser encontrada muito próxima a margem gengival -dentes com ângulos de convergência cervical pequenos podem não apresentar retenção ideal -distância entre a ponta ativa do grampo e o equador protético -quanto menor a distância entre o equador protético e a ponta ativa do grampo, menor será a necessidade de deformação do grampo -ligas metálicas mais flexíveis seriam necessárias para que o grampo alcançasse pontos de retenção mais distantes do equador protético -flexibilidade do braço de retenção -comprimento do braço -quanto mais longo o braço de um grampo, maior sua flexibilidade -em próteses dentomucossuportadas, sempre iremos pensas em grampos com braços mais longos, para que seja possível melhor distribuição de forças para o suporte mucoso e para promover menor torque ao dente retentor direto -diâmetro da secção transversal do braço -quanto maior o diâmetro, menor será sua flexibilidade, se comparamos a mesma liga metálica como parâmetro Vitória Silva -forma da secção transversal -braços retentivos com formato circular são mais flexíveis do que em formato de semicírculo -circulares tendem a ser pré-fabricados, como os fios ortodônticos e fios trefilados, enquanto os que possuem formato semicircular são os metálicos fundidos -tipo de liga usada -ligas metálicas mais utilizadas são as de cromo-cobalto, titânio e ouro -o grau de retenção necessário para cada uma delas é diferente, em função de seu módulo de elasticidade, o que confere diferentes graus de flexibilidade a cada uma -para a liga de cromo-cobalto, é necessária retenção de 0,25mm, enquanto a liga de ouro necessita 0,5mm e a de titânio 0,75mm para alcançarem a mesma força retentiva ao dente suporte -tratamento térmico -se a liga sofrer mais de um processo de fundição, sua flexibilidade diminui, o que leva amaiores possibilidades de fratura de uma prótese reprocessada, além de poder gerar prejuízo ao dente suporte Escolha do grampo -grampo circunferencial simples ou de Ackers -simples é o mais utilizado -o de Ackers é muito utilizado em dentes que não sofreram mesialização, bem posicionados e o longo eixo está perpendicular -pelo menos um apoio oclusal -simples: um apoio oclusal no lado desdentado -indicações: -área maior de retenção distante do espaço protético -molares, pré-molares e eventualmente, caninos -contraindicação: -dentes anteriores com maior necessidade estética -grampo circunferencial reverso -apoio oclusal do lado oposto ao lado desdentado -tenta impedir a continuidade de mesialização do dente -placa proximal, localizada na mesial do dente, reforçando o impedimento da mesialização -dentes que não estão mesializados que apresentam área de maior retenção próxima á região desdentada -indicações: -localização na zona de retenção adjacente á área edêntula -inclinação do dente suporte para espaço protético -molares -vantagens: -quando associado a placa-proximal dificulta mesialização do dente suporte Vitória Silva -grampo circunferencial em anel ou ring clasp -dois apoios pois ele está sozinho -braço de oposição e retenção -abraça o dente em quase sua totalidade -indicações: -molares posteriores á área edêntula (classe III de Kennedy ou suas modificações) -pré-molares ou molares isolados entre dois espaços protéticos dentossuportados -contraindicação: -fator estético, recobrimento excessivo da coroa pois há dois apoios oclusais -coroas curtas -quanto menos metal menos conforto -grampo meio a meio -dois apoios, dois braços -dois braços de retenção, ambos atravessam o equador protético -indicações: -pré molares e molares em posição normal e localizados entre dois espaços protéticos intercalados -próteses dentossuportadas -grampo em azol -indicações: -localização da área de retenção adjacente ao espaço protético -pré-molares e molares em próteses dentossuportadas ou segmento intercalar dentossuportado em posição normal no arco -contraindicações: -estética, especialmente em dentes volumosos -dentes com comprometimento periodontal flexibilidade limitada ao grampo -pode dificultar a higiene em relação a língua e saliva Vitória Silva -grampo de ação posterior -indicações: -área de maior retenção localizada por mesiovestibular do dente principal de suporte (Classe I ou II de Kennedy) -linha equatorial protética alta por distal -próteses dentomucossuportadas -braço de oposição da a volta em torno do dente e vira braço de retenção -braço longo, mais flexível -boa distribuição de cargas -em áreas com comprometimento periodontal é o grampo indicado pois não passa pela cervical -grampos circunferenciais onde a ppr pode interferir na saúde periodontal -apoio pode estar em mesial ou distal - em próteses dentomucossuportadas onde estiver o retentor direto, o apoio é na mesial do dente -não é um grampo estético -grampo gêmeo ou circunferencial duplo -indicações: -dentes secundários de suporte, retenção indireta de próteses classe II e III, sem modificações e classe IV -vantagens: -resistência -soma de retenções de dois dentes adjacentes -dificuldades: -preparo dos descansos oclusais e passagem de vestibular para lingual ou palatino -poucos dentes remanescentes -associação de dois dentes adjacentes no mesmo grampo -porções distantes de próteses dentomucossuportadas -apoios oclusais juntos necessita de um desgaste maior -pode ser unido pelos apoios ou braços de oposição Vitória Silva -grampo contínuo de Kennedy ou barra dentária anterior -indicações: -retenção indireta nos casos de classe I de Kennedy -estabilização e ferulização dos dentes anteriores -contraindicações: -dentes com diastemas (estética) -em maxila, sobremordida profunda -dentes curtos -barra estabilizando os dentes e a prótese -classe II não é tão utilizado -grampo mesiodistolingual ou MDL ou semicircunferencial e MDL modificado -indicações: -estética -dentes anteriores adjacentes ao espaço protético -retentores diretos em próteses dentossuportadas -dentes anteriores, canino a canino -não é retentor direto em próteses com extremidade livres -próteses dentossuportadas e porções de próteses dentomucossuportadas -retenção por proximal, não há retenção por vestibular -quando há dentes anteriores entre dois espaços desdentados, as duas proximais livres recebem dois braços de retenção, e o apoio funciona como braço de retenção -quando há apenas uma proximal livre, o grampo perde um dos braços e ai é o MDL modificado -grampo múltiplo ou férula -indicações -poucos dentes remanescentes -comprometimento periodontal -abraçamento de todos os dentes -dentes podem estar unidos pelos braços de oposição ou apoios -não é geminado, pois há mais de dois dentes -se há comprometimento periodontal e poucos dentes perdidos utiliza- se esse Vitória Silva -grampo combinado -grampo circunferencial com braço de retenção em fio trefilado -metal diferente da estrutura metálica diferente -quando o dente suporte tem uma mobilidade grau II, mais flexível -gera um grampo de retenção mais flexível -sobrecarrega menos o dente pilar -indicação: -retentor direto em classes I e II -dente pilar debilitado -vantagens sobre o circunferencial simples: -braço de retenção com flexibilidade multidirecional -estética -facilmente reajustado -desvantagens -maior facilidade de deformação pelo paciente -aumenta passos á técnica convencional de construção da prótese -menos estabilidade expõe rebordos a maior grau de força lateral Grampos a barra ou por ação de ponta (TULIC) -grampos a barra -indicação condicionada a: -altura da linha mucogengival -profundidade do vestíbulo -presença de gengiva inserida -interferências de bridas -excessiva inclinação do suporte para lingual -retenção acentuada -indicação sempre condicionada ao periodonto -conector melhor para pelo periodonto -em grampos de ação de ponta não é possível fazer a inversão dos braços -grampos T -indicações: -próteses dentossuportadas ou dentomucossuportadas -dois pontos de retenção por vestibular, cada ponto com 0,25mm -grampos mais retentivos em ação de ponta -bastante estético na mandíbula Vitória Silva -todos os dentes, como consequência da localização da área maior de retenção -grampo U -indicação: -molares e pré-molares inferiores, com coroa curta e áreas retentivas por mesio e distovestibular -de pouco interesse clínico -mais retentivo que o grampo T -dois pontos de retenção -grampo L -indicação: -caninos, pré e molares inferiores, próteses dentomucossuportadas -mais capaz de se deformar elasticamente -menos retentivo que o grampo em T -grampo I -o mais estético dos retentores extracoronários -pouco flexível -indicação: -dentes anteriores, adjacentes ao espaço protético -vantagens: -mínimo contato dental -adequada retenção em mínima área de contato -máximo estímulo natural na gengiva -conector menos mais curto que o grampo em L -dentossuportadas ou dentomucossuportadas tanto na maxila como na mandíbula -desvantagens e contraindicações: -o conector deve estar de 2,5 a 3mm da gengiva livre, o que nem sempre é conseguido -em recessão gengival, o conector pode irritar a gengiva -em dentes que apresentam linguoversão muito acentuada, e ausência de área retentiva por vestibular -existência de ângulo morto excessivo por vestibular, que deixaria o braço do grampo muito distante da gengiva -grampo C -indicação: Vitória Silva -pré e molaresinferior, quando a área de retenção se localizar adjacente ao espaço protético -prótese dentossuportada ou segmento intercalar dentossuportado -contraindicação: -retentor direto de prótese classe I e II de Kennedy -dentomucossuportada -pode ser substituído por um grampo circunferencial -grampo em 7 ou S -modificação do grampo em T -depende da localização da área de retenção -área de retenção em apenas um lado -desenhado para alcançar uma área de retenção longe da margem gengival -indicado em casos de acidentes anatômicos, como bossas alveolares proeminentes, pequenas exostoses ósseas externas que contraindiquem o grampo em T -grampo RPI -rest: apoio oclusal -proximal plate: placa proximal -grampo a barra I -dentomucossuportadas, principal na literatura internacional -não tem braço de oposição -sobrecarga menor em dentes com extremidade livre distal -indicação: -retentores de próteses de extremidade livres -vantagens: -menor torque sobre o dente principal de suporte -estética superior -o apoio na mesial atua como fulcro de rotação e exerce uma força mesial, ao invés de um deslocamento para distal -a placa proximal permite o movimento de extremidade livre da prótese, para a fibromucosa, sem causar torque no dente suporte Apoios e preparos específicos de boca -o plano de tto de um paciente que receberá uma PPR somente pode ser concluído após uma avaliação diagnóstica completa -exame clínico adequado + exames radiográficos de boa qualidade preparo bucal: reparar, alterar ou proteger os elementos dentais remanescentes -diagnóstico completo, todas as condições bucais Vitória Silva -dentes suporte precisa de exame radiográfico -o tratamento com uma PPR sempre vai ser a última etapa -preparo gerais: restabelecer as condições de saúde dos dentes remanentes e tecidos conexos -realizado antes -preparos específicos: intervenções destinadas a melhorar condições biomecânicas dos dentes suportes Preparos gerais -preparos gerais devem ser realizados antes dos preparos específicos -necessário aguardar o tempo adequado de cicatrização e cura dos procedimentos -eliminar qualquer condição que possa ser prejudicial ao sucesso da PPR -alívio da dor e infecção -prioridade -procedimentos endodônticos, cirúrgicos, lesão cariosas e procedimentos periodontais -restos radiculares -preparo cirúrgico -exodontias -remoção de raízes residuais -extração de dentes impactados -cistos e tumores odontogênicos -exostoses e tórus -tecido hiperplásico -reposicionamento de inserções musculares e freios -espículas ósseas -lesões de mucosa -instalação de implantes -tratamento periodontal -remoção de placa bacteriana e cálculo -procedimento efetivo antes da moldagem para modelo de estudo se o cálculo interfere no formato do dente -saúde do tecido periodontal -tratamento endodôntico -ideal são dentes vitais que respondam a estímulos externos -avaliar dentes com canal já obturados -evitar usar como dente suportes aqueles que apresentem trepanações ou reabsorções periapicais Vitória Silva -dentística restauradora -remoção de tecido cariado -estética -dentes remanescentes-preparos obedecendo requisitos do material restaurador utilizado -tto ortodôntico -dentes extruídos -molares inclinados para espaço protético -dentes com giroversão lingual ou vestibular -migração de dentes anteriores -após o preparo geral da boca e o tempo adequado de cicatrização, os arcos devem ser moldados, montados em ASA e delineados para execução dos preparos específicos -são montados no articulador: casos com extrusão de dente, dúvida em relação á espaço Preparos específicos -propiciar aos dentes suportes melhores condições biomecânicas -incidências de cargas ao longo do eixo dos dentes suportes -harmonizar as forças geradas pelo compor e braço do grampo no momento de inserção e retirada da PPR -braço de oposição e retenção -nivelamento oclusal -modelos montados em ASA -desgaste da superfície oclusal dos dentes extruídos -possível necessidade de endodontia e instalação de pf -preparo dos planos-guia -duas ou mais superfícies verticalmente paralelas dos dentes pilares, orientadas de modo a direcionar a trajetória de inserção e remoção da PPR -desgaste em esmalte dentário (confinado) -função: estabelecer uma única via de inserção e remoção da prótese, assegurar o correto desempenho dos componentes de reciprocidade, estabilização e retenção -eliminar áreas grosseiras de apreensão de alimentos entre os dentes suportes e a PPR -confecção do casquete de transferência: uma das formas de se transferir o desgaste no modelo para a boca -adequação da linha equatorial por palatina (adequação axial da coroa) - braço de oposição do grampo deve ter seu limite mais cervical coincidente com o limite do terço médio e gengival da face lingual/palatina Vitória Silva -adequação na superfície dentária -os braços devem se tocar juntos, oposição e retenção -tirar um pouco de convexidade do dente -adequação da linha equatorial ao braço de retenção (adequação do contorno axial da coroa) -ponta ativa do grampo deve ficar abaixo da linha equatorial protética, para efetivar a retenção -calibragem pode impor a necessidade de algum desgaste quando a retenção for excessiva ou acréscimo de resina quando não possuir área de retenção -retenção excessiva também é ruim, muita força pode quebrar o dente -preparo dos descansos oclusais, incisais e cíngulo -preparo dos descansos oclusais, incisais e cíngulo -descanso/nicho: preparo no dente suporte -apoio: parte da armação metálica -forma do descanso forma do apoio -descanso oclusal, lingual/palatino e incisal -funções do apoio: impedir o deslocamento oclusogengival e auxiliar na distribuição de forças, garantir correta relação entre a ponta ativa do grampo e a superfície do dente suporte, manter a relação oclusal, estabilidade, retenção, proteção dos tecidos moles Descanso oclusal -côncavo e ângulos internos e externos arredondados-higienização -aplicação direta sobre dente ou restaurações (notar risco de fratura do material caso o volume seja inadequado) -precisa ser excursivo, para a prótese entrar e sair - em molares, a distância mesioclusal de cerca de ¼ da distância mesio-distal e 1/3 da vestíbulo- lingual -em pré molares o tamanho vai ser 1/3 da distância vestibulolingual e da mesiodistal -realizado em molares e pré-molares -em aplicações diretas sobre a restauração no notar o tamanho de material para evitar a fratura -redução de 1 a 1,5mm para que ao receber as forças oclusais elas sejam direcionadas no sentido axial do dente suporte -brocas troncocônicas de pontas arredondadas -2131 para molares e 2130 para pré -brocas esféricas (1014 ou 1016) -se realizar com ponta esférica, entrar na cavidade em profundidade e em altura e na hora de retirar a broca retirar pra cima -na utilização de descanso oclusal precisa-se verificar a oclusão do paciente -o preparo deve ser feito para permitir a passagem dos braços de retenção e oposição sem interferência oclusal Vitória Silva -nunca pode se romper o ponto de contato Descanso lingual ou palatino -aplicado a dentes anteriores -a sua indicação depende do grau de inclinação da face lingual e oclusão -pode ser realizado um desgaste dentário quanto a inserção por resina composta -desgaste normalmente confinado ao canino maxilar -pode-se confeccionar o descanso na face lingual/palatina com resina composta quando o dente não possuir cíngulo proeminente -ponta diamantada troncocônica (1036) -em caninos inferiores, normalmente utiliza-se resina composta para evitar o desgaste Descanso incisal -contraindicado quando não se pode desgastar cíngulo -estética prejudicada -pouco utilizadopor razões estéticas -independente do tipo de nicho, deve-se realizar o polimento do esmalte e aplicação de flúor Localização dos apoios -em próteses dentossuportadas: o apoio vai ser realizado adjacente ao espaço protético -em próteses dentomucossuportadas: apoio distante do espaço protético, se tiver na distal o apoio é realizado na mesial -se o apoio fosse realizado adjacente ao espaço protético, ao mastigar incidiriam forças pra baixo e o apoio colocaria forças pra cima, gerando um incidência de forças sobre o dente que poderia causar reabsorção óssea -grampo torna-se ativo, recebendo forças que não deveria e quando se precisa que ele entre em ação ele torna-se passivo -esforços anormais sobre as fibras periodontais e tecido ósseo -aumento da mobilidade e dor -bolsa periodontal -reabsorção óssea -abcessos periodontal -extração dentária -fulcro é o ponto de apoio. -se o fulcro está no meio potência e resistência trabalham em sentido opostos -se estão atras no fulcro trabalham no mesmo sentido Vitória Silva -quando o apoio é realizado do lado aposto a área edêntula, as forças coincidem para o mesmo local, distribuindo melhor e não causando forças opostas no dente suporte -grampo vai ser passivo na mastigação -em forças que vão tentar tirar a prótese o grampo torna-se ativo -em classes IV extensas, o descanso será distante do espaço protético -braço de potência fica maior que o braço de resistência -linha de fulcro sempre passa pelo últimos apoios vizinhos ao espaço edêntulo -apoios distantes do extremo livre -grampo de ação de ponta, ação retentiva maior Retenção direta -retenção realizada ao lado do espaço protético sobre os dentes principais de suporte -grampos e/ou encaixes são considerados retentores diretos -todo retentor direto está diretamente relacionado com o espaço protético Retentores indiretos -retenção realizada a distância do espaço protético -relação com os elementos da retenção indireta se dá através dos conectores menores e das barras/conectores maiores -resistência a rotação quando aplicadas forças que tendem a tracionar a prótese (alimentos pegajosos) sobre a PPR -a retenção indireta pode ser efetivada de duas maneiras -passiva: objetivo de neutralizar apenas tendencias de rotação Vitória Silva -ativa: além de estabilização, também elementos que mantenham a prótese em seu lugar de assentamento (grampos/encaixes) -podem ser retentores indiretos: apoios, grampos/encaixes, barra contínua de Kennedy, placa lingual, conectores menores (fricção por contato) -prótese com extremidade livre- Classe I, II e IV (extensas) com tendencia a rotação -casos que necessitem retenção a distância -a retenção indireta é definida a partir de uma linha perpendicular a linha de fulcro -evitando cargas nos incisivos superiores (carga pode gerar migração) PPRs dentomucossuportadas -próteses dentomucossuportadas são próteses que apresentam extremidade livre -alavanca posterior: -extremidade livre bilateral – Classe I -extremidade livre unilateral- classe II -alavanca anterior- classe IV -os casos dentomucossuportadas apresentam alto grau de complexidade, que decorre da obrigatória participação destas duas vias de suporte na sua sustentação -a diferença de resiliência entre as duas estruturas de suporte das próteses, de cerca de 13x interfere na biomecânica da prótese -a porção da prótese que estiver apoiada em mucosa, tende a tracionar os dentes suportes, quando forças a direcionam em movimentos de afastamento ou de aproximação em relação ao suporte tecidual -quanto mais flácida a fibromucosa, maior será a diferença de resiliência entre as estruturas de suporte e pior será o prognóstico da reabilitação -dentes fazem um movimento de cerca de 0,1mm do alvéolo -fibromucosa possui uma resiliência em torno de 1,3mm -grampos que permitam uma certa movimentação Retenção direta -retentores diretos extracoronários (dentes suportes) -grampos de retenção -os dentes suportes que estiverem junto aos espaços edêntulos devem, obrigatoriamente, receber grampos de retenção direta -em casos de extremidade livre ou possível formação de alavanca inferior, a formação de alavancas é previsível e indesejada Retenção indireta -é a resistência ao movimento rotacional da aplicação de forças de retenção (alimentos pegajosos) sobre a sela da prótese -impede a rotação da prótese, evitando a perda da trajetória de inserção selecionada -necessária para impedir a movimentação da prótese na linha de fulcro (que passa pelos dentes suportes principais) Vitória Silva -linha perpendicular ao fulcro do movimento Afastamento dos tecidos -quando alimentos pegajosos são mastigados pelo paciente, usuário de prótese dentomucossuportada, a prótese tende a ser deslocada de seu suporte mucoso -esse movimento acontece em torno de uma linha de fulcro que liga os dentes suportes -a colocação de uma retenção indireta, a distância da linha de fulcro, impede a movimentação de afastamento dos tecidos Retentores indiretos -apoios oclusais, incisais e de cíngulo -encaixes de precisão e semi-precisão -planos guias -barra contínua de Kennedy -conectores menores -conectores maiores maxilares Aproximação dos tecidos -a carga é transmitida simultaneamente para os dentes suportes e para a fibromucosa -quanto mais flácida for a fibromucosa, maior será o efeito da alavanca e maior torque nos dentes -em rebordos pouco absorvidos -fibromucosa densa e firmemente aderida menor movimento de aproximação da sela aos tecidos -melhor suporte -em rebordos muito reabsorvidos -fibromucosa flácida e muito resiliente maior movimento de aproximação da sela aos tecidos -pior suporte -o recobrimento da área chapeável deve respeitar os limites estabelecidos pela movimentação muscular e limite entre palato duro e palato mole -o rebordo desdentado deve ser recoberto tendo a delimitação semelhante ao que acontece nas reabilitações com próteses totais -maior recobrimento do rebordo residual e maior número de dentes suportes maior distribuição de cargas menor carga por unidade de área -a reabilitação com PPRs de extremidade livre deve contar com a participação de meios de retenção, como a adesão, coesão, pressão atmosférica e tensão superficial, para que esses fatores tenham efeito, deve existir contato íntimo entre a fibromucosa de suporte e a base protética -melhor adaptação da base acrílica ao rebordo menor espaço entre a base e a fibromucosa menor deslocamento da sela em direção ao rebordo Vitória Silva -alimentos mais consistentes tendem a ser direcionados para trituração pelos dentes posteriores, que possuem maior força, em função da sua localização mais próxima as articulações temporomandibulares e formato ergonômico -a supressão dos segundos molares reduz a força gerada para aquela região, reduzindo a possibilidade de movimentação da prótese -quando pensamos em redução da força por área, devemos priorizar a redução da mesa oclusal, utilizando dentes menores do que os dentes naturais nas regiões de extremidade livres -a supressão de um dente artificial não está associada a redução da extensão da base protética -a extensão da base continua a maior possível, dentro dos limites estabelecidos para a área chapeável -montagem dos dentes artificiais até 1º molar (os antagonistas para 2º e 3º molares devem estar ausentes) menor braço de alavanca fornecido pela extensão distal da PPR menor deslocamento da base acrílica em direção ao rebordo Alavanca de 1º gênero - a transmissão dos esforços é feita tanto para o dente pilar como para o rebordo alveolar -a localização do apoio oclusal no dente de suporte principal, neste tipo de prótese baseia-se no sistema de alavanca -alavancas de primeiro gênero, no qual resistênciae potência caminham em sentidos contrários -apoio oclusal na distal do dente pilar, vizinho a extremidade livre, forma uma alavanca de 1º gênero (indesejável) -para PPR, pense na resistencia como sendo o braço de retenção do grampo, o poio é o apoio da prótese e a potencia é a força da mastigação e tentativas de desalojamento da prótese Alavanca do 2º gênero -apoio oclusal na mesial do dente pilar vizinho a extremidade livre, forma-se uma alavanca do 2º gênero -em próteses de extremidade livre distal, quanto mais pra mesial estiver o apoio, melhor -resistência e potência caminham no mesmo sentido Fatores estabilizadores -partes rígidas dos grampos sobre a estrutura dentária: apoios, conectores menores, braços de reciprocidade e conectores maiores mantenham contato com os dentes -contato da prótese com a fibromucosa -oclusão equilibrada, com cargas direcionadas para a crista do rebordo residual Vitória Silva Estabilidade na PPRs de extremidade livre depende -número, distribuição e qualidade de implantação óssea dos dentes remanescentes -grau de resiliência da fibromucosa -quantidade e tipo de rebordo alveolar -relacionamento dos dentes artificiais e da sela com a musculatura paraprotética -relacionamento interoclusal obtido Técnicas de moldagem funcional -moldeira individual -rupuano -modelo alterado -boca fechada -mista (dupla) -o princípio da moldagem funcional é um intento de solucionar o problema do suporte misto, registrando o suporte mucoso em sua forma funcional, em um lugar da forma de descanso ou anatômica e de estabelecer, de forma precisa, os limites funcionais exatos da prótese Reembasamentos -a reabsorção óssea é inevitável, devido as cargas mastigatórias e o processo fisiológico de remodelação, e o Reembasamento destas próteses protege os dentes suportes contra alterações patológicas da ATM -o reembasamento em próteses de extremidade livres deve ser realizado quando ocorre a perda do contato oclusal e do tecido de sustentação, causando alterações na oclusão e estabilização da prótese Antagonista -presença de dentes naturais, PPR, PPR ou PTR podem alterar o planejamento do caso em diversos fatores, como o desenho da armação metálica, número de dentes suportes, número e material de dentes artificiais, ajuste oclusal... Fatores que auxiliam na redução do problema de duplo suporte -redução da carga vertical: supressão do 2º molar -distribuição ampla das cargas: maior extensão da base em relação ao rebordo residual -realização da moldagem funcional -mesialização dos apoios -estabelecimento do equilíbrio oclusal -utilização do sistema RPI, pelo menor torque aos dentes suportes Vitória Silva Moldagem em PPR -moldagem para obtenção do nosso modelo de estudo, que vai servir para delineamento -moldagem para obtenção do modelo de trabalho, confeccionada para estrutura metálica Moldagem para obtenção do modelo de estudo -aguardar o tempo de cicatrização dos tecidos -qualquer modificação que não aguarde a cicatrização pode interferir -realizada com alginato -hidrocolóide irreversível -fácil manipulação -moldeiras podem ser individualizadas na porção periférica -manipulação do material de acordo com a recomendação do fabricante -inserção na moleira -realizar a moldagem -realizada com moldeira de estoque -se coloca o primeiro água e depois o pó, quando vier com a segunda medida do pó, a s primeira medida já absorveu muita água Preparos gerais modelo de estudo montagem em ASA planejamento e delineamento preparos específicos modelo de trabalho -alguns casos pode-se usar silicona -em casos de bochechas muito grandes, por exemplo Dentossuportadas -após o preparo da boca, requer apenas uma moldagem para obtenção do modelo de trabalho, no qual serão desenvolvidas as confecções da PPR -sustentação da PPR é através dos dentes suportes -relação passiva da PPR com fibromucosa -estrutura metálica, dentes e Acrilização -não tem uma relação ativa com a fibromucosa sendo passiva -não há necessidade de moldagem funcional pois o papel da fibromucosa é mínimo -moldagem pode ser realizada com qualquer material elástico (hidrocolóide irreversível e elastômeros) -elastômeros: silicone de adição e condensação -ótimo escoamento -boa estabilidade dimensional -dificilmente permitem aderência de outro material à dificuldade de correções no molde -alto custo Vitória Silva moldeira individual -casos em que a moldeira fica pequena na boca dele -alívio geral, cera no modelo e resina acrílica Dentomucossuportadas -a simples captação da fibromucosa no estado de repouso não será suficiente para prover uma sustentação adequada para a PPR, necessitando moldar em seu estado funcional, sob compressão. Além disso, tem como objetivo delimitar o correto limite do suporte fibromucoso -delimitar o suporte fibromucoso, até onde a prótese vai -moldar a fibromucosa como se estivéssemos mastigando -a compressão da fibromucosa até seu estado funcional será efetivada pela densidade do material de moldagem e pelo seu confinamento, pelo fecho periférico moldado anteriormente -o próprio material faz pressão na fibromucosa, não precisar colocar força -fecho periférico: parte na pontinha do rebordo residual -godiva/silicone de condensação -pasta zincoenólica em moldagem funcional técnica de moldagem corretiva ou funcional técnica da moldagem dupla -1 – obtém-se um modelo com material elástico e moldeira de estoque (modelo de estudo) -2- confecciona-se uma moldeira individual com alívio de 1mm, recobrindo apenas a fibromucosa -3- molda-se a fibromucosa com material rígido ou elástico, sob compressão -4- colocando o molde obtido em posição, captura-se tudo (espaços dentados e desdentados) com outra moldagem (moldeira de estoque) -material utilizado para moldagem da extremidade livre: pasta zinco enólica, poliéter, pasta fluida do silicone de condensação e pasta fluida do silicone de adição -pasta a base de zinco e eugenol -ótimo escoamento -boa estabilidade dimensional -rigidez após a presa (característica anelástica)-simula a rigidez da prótese -permite reembasamento -baixo custo -não deve ser utilizado em rebordos muito retentivos -dificuldade na limpeza dos instrumentais -poliéter -ótimo escoamento -boa estabilidade dimensional Vitória Silva -dificilmente permitem aderência de outro material quando se precisa de possíveis correções no molde -alto custo -precisa de adesivo entre moldeira e material Técnica do modelo alterado/seccionado -1-obtem-se um modelo com material elástico e moldeira de estoque -2- confecciona-se a estrutura metálica sobre este modelo -3- prova-se a estrutura metálica -4- confecciona-se uma moldeira individual nas regiões de extremidade livre sobre a estrutura metálica -5-molda-se as extremidades livres -6- recorta-se o modelo inicial nas extremidades livres -7- posiciona-se a estrutura metálica com o molde funcional e vaza-se o novo gesso Tecnica de moldagem funcional com a boca fechada -1-obtem-se um modelo com material elástico e moldeira de estoque -2- confecciona-se a estrutura metálica sobre este modelo -3- prova-se a estrutura metálica -4- confecciona-se uma moldeira individual nas regiões de extremidade livre sobre a estrutura metálica Vitória Silva -5- confecciona-se os planos de cera e registra-se a dimensão vertical e relação central (montagem em ASA) -6-monta-se os dentes artificiais -7- realiza-se a prova estética e funcional -8- realiza-se o ajuste oclusal -9- molda-se as extremidades livres com o paciente em oclusão Tecnica da moldeira individual -modelo de estudo, delineamento e moldeira inidividual -moldeira individual moldagem de borda Tecnica de rapuano -em cima do modelo de estudo faz uma moldeira individual-com a parte dentada aberta, na região inicsal -vai colocando o alginato pelo buraquinho PPRs a encaixes -PPR associada a uma coroa de PPF -podendo ser sobre implante ou dente -sistema de encaixe: macho e fêmea -retenção e estabilidade com sistema -melhora da estética, pois não existem retentores diretos (grampos) -não tem a parte vestibular do retentor direto -encaixe funciona como retentor direto -constituído por duas partes: fêmea (geralmente contido dentro do contorno da coroa do dente suporte) e macho (unido ao pôntico ou estrutura metálica -dois componentes se justapõe de maneira que a separação é dificultada pelo atrito gerado na interface de suas paredes -a associação de PPF a PPR através de encaixes extracoronários confere uma alternativa de tratamento vantajosa sob os pontos de vista biológico, estético e biomecânico, uma vez que reúne os principais aspectos de ambos os tipos de reabilitação protética -planejamento para evitar lesões aos tecidos moles e a impactação alimentar -distância mínima interoclusal de 4mm -pode ser extra ou intracoronário -encaixe intracoronário pode se fazer necessário o tto endodôntico -classificação pela sua confecção: -precisão: pré-fabricados, com mínima separação quando em função, geralmente metal com metal Vitória Silva -semi-precisão: confeccionados pelo protético, em cera, plástico, resina e depois fundido, tolerância menos precisa -classificação pela sua movimentação: -rígido: não possuem liberdade de movimento, mais utilizado em classe III -resiliente: permitem certa liberdade de movimento, sendo indicado em classe I, II e IV com larga extensão -classificação pela sua localização: -intracoronário: incorporados no próprio contorno da coroa do dente, força direcionada ao longo eixo do dente -extracoronários: localizados na parte externa do contorno da coroa -normalmente se utiliza mais o extracoronários -capacidade do laboratório e do cirurgião dentista -habilidade do paciente em tirar e colocar a prótese -pacientes muito idosos não conseguem encaixar os componentes de maneira correta -própria PPF é um retentor indireto ou a fibromucosa -depende do caso a retenção indireta -borracha dá mais resiliência em caso de extremidades livres Vários tipos de encaixes no mercado: -sistema ERA -Vertix -Dlabo -Ceka dinâmico -Octolink Associação de PPR com Implantodontia -instalação com associação a PPREl -vantagens: mínima reabsorção óssea abaixo da base, promove retenção adicional á PPR, reduz o estresse do dente suporte e promove conforto -os implantes podem garantir apenas suporte ou suporte e retenção -suporte sobre cicatrizador: parafusado sobre o implante e fica pra fora, a prótese encaixa por fora -impede apenas a mobilidade da prótese -sistema de retenção: magneto e O’ring/ERA -magento: dois imas que se justapõe -ERA: fibromucosa possui influencia quase nula -vantagens da associação de implantes e PPRs -previne a reabsorção óssea abaixo da base de resina -retenção adicional Vitória Silva -reduz o estresse no dente suporte -conforto -aumento da força mastigatória -após a conversão da PPR convencional para a PPR associada com implante em pacientes classe I mandibular, houve aumento da satisfação do paciente e melhora na função mastigatória -implante na região mais posterior -higienização para evitar doença periodontal e periimplantar Instalação e ajuste nas PPRs -nossa PPRF finalizada deve ter seguido todo o planejamento -realizado as etapas de confecção criteriosamente -instalação da PPR não deve ser uma consulta rápida -profissional deve dar atenção a procedimentos de instalação -ajuste oclusal -ajuste da base -orientações ao paciente -sucesso: considerações técnicas, orientações ao paciente e controle -o paciente não pode deixar o hipoclorito de sódio em contato com o metal pois gera uma corrosão Inspeção da prótese -inspeção visual e tátil externa e interna -metal e resina acrílica -áreas retentivas -pontas -saliências -polimento -espessura -limpeza e descontaminação da PPR com Clorexidina 2 a 4% por 5 min Ajuste da base e armação metálica da prótese -reanalisar tudo na prova de estrutura metálica -pode ser utilizado spray de carbono ou pasta branca de óxido de zinco eugenólica -quando existe acrilização pode cobrir o braço de retenção de ação de ponta -evitando o assentamento -reduzir incidência de lesões -melhor adaptação a prótese Vitória Silva -estabilidade da prótese -observar áreas de compressão -aplicar uma fina camada da pasta Lysanda no interior da base protética levar na boca do paciente e pedir para ele ocluir firmemente sobre roletes de algodão dentista pode aplicar uma pressão em direção aos tecidos -roletinhos mais durinhos -ajustar com a maxcut áreas de compressão excessiva Ajuste oclusal -verificar interferências oclusais da estrutura metálica -esse ajuste já foi realizado previamente, na prova da estrutura metálica, mas devemos avaliar novamente possíveis interferências -poucos ajuste se os preparos orais e o desenho da armação seguirem um plano de tratamento específico -pode interferir pois a estrutura metálica ficou mais espessa que o esperado -pouco ajuste se o laboratório seguiu -várias condições de acordo com o arco antagonista -dentes remanescentes ditam a oclusão nas PPRs -dentista deve conseguir contatos planejados na oclusão cêntrica e ausência de interferências na excursão lateral -oclusão da PPR dentossuportadas deve ser planejada semelhante a oclusão observada na dentição natural harmônica -modificações na dentição natural pode ser planejada para melhorar possíveis interferências oclusais -planejamento realizado previamente a confecção da PPR -PTRs antagônicas: oclusal bilateral balanceada, realizada para promover estabilidade da PTR -contatos simultâneos bilaterais dos dentes posteriores antagonistas devem ocorrer na oclusão cêntrica -pressão mais igual possível -dentossuportadas ou dentomucossuportadas -Classe IV: contato com dentes anteriores antagonistas para prevenir extrusão dos incisivos naturais antagonistas -contatos nos dentes anteriores leves (reabsorção da pré-maxila) -lateralidade: se o arco antagonista for PT – oclusão bilateral balanceada -PPR dentossuportadas: respeitar oclusão existentes (modificações podem ser realizadas na dentição existente para eliminar possíveis interferências) -PPR dentomucossuportadas: Classe I inferior: contato em lado de trabalho e sem contato em lado de balanceio -classe I superior: contato em lado de trabalho e balanceio (compensar, em parte, a posição desfavorável que os dentes superiores devem ocupar em relação ao rebordo, que é geralmente lateral a crista do rebordo) -Classe II superior e inferior: somente contatos de trabalho Vitória Silva -protusão: se houver dentes anteriores naturais e saudáveis, os dentes posteriores não devem contactar, salvo em situações que a arcada oposta é PTR -em casos de classe IV: contato nos dentes anteriores e um contato em cada lado posterior Orientações ao paciente Colocação e remoção da PPR -paciente precisa se sentir seguro ao retirar e colocar a prótese -desconforto ou incomodo pelas novas próteses -desenvolvimento de possíveis lesões -ansiedade do paciente -quando temos muito retornos, paciente pode passar de ter satisfação e dificuldade no tratamento -dificuldade na fonética, momentânea -paciente precisa de higienização oral, manutenção do dente suporte -sabonete neutro ou pasta infantil -escova macia -pastilha efervescente -não utilizar hipoclorito de sódio! -retornos programados para ajuste de base -paciente consciente que o suporte de uma PPR classe I e II de Kennedy pode mudar com o tempo -os pacientes susceptíveis a caries ou que tenham tendencias para doença periodontaldevem ser examinados mais frequentemente