Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

details

Libere esse material sem enrolação!

Craque NetoCraque Neto

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO 
CENTRO DE CIÊNCIAS DE IMPERATRIZ -- CCIM 
CURSO DE DIREITO 
 
 
 
 
 
 
SARAH BELCHIOR BORGES DO NASCIMENTO 
 
 
 
 
 
 
 
 
CIÊNCIA POLÍTICA: PAULO BONAVIDES 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
IMPERATRIZ 
2023 
SARAH BELCHIOR BORGES DO NASCIMENTO 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
CIÊNCIA POLÍTICA: PAULO BONAVIDES 
 
 
 
 
 
 
Resumo apresentado à disciplina de 
Cieência Política e Teoria do Estado do 
Curso de Direito da Universidade Federal 
do Maranhão – CCIM –, para obtenção de 
uma parte da nota da 1° avaliação. 
Doscente: Profª. Dr. Ricardo Cavalcante 
Morais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
IMPERATRIZ 
2023
 
 
POPULAÇÃO E POVO 
1. Conceito de população 
 
População: todas as pessoas presentes no território do Estado, incluvise 
estrangeiros e apátridas. 
População é um conceito puramente demografico e estatistico 
Demografia: estudo cientifico da papulação 
 
2. Desafio do fantasma malthusiano ao Estado moderno 
 
O que dizia Malthus? Ele afirmava que a populaçao crescia em proporção 
geométrica, ao passo que os gêneros alimentícios aumentavam em proprorção 
aritimética e, com o tempo a brecha entre a capacidade de manter as populações e 
a taxa de crescimento dessas mesmas populações ia aumentar. Como mostram os 
gráficos: 
Aumento desta brecha → surgimento de guerras, revoluções, epidemias, fomes 
devastadoras. 
Malthus lançou sua tese na virado do seculo XVIII para o começo do seculo XIX. 
Antimalthusianos: principalmente os corifeus das correntes socialistas que 
professaram hostilidade aberta e absoluta a Mathus, tentanto desmonstrar a 
falsidade de sua tese. 
Para os socialistas, a resposfa da ciência é clara e otimista → através da técnica 
adiantada e racional pode produzir com capacidade ilimitada os bens necessários à 
existência humana. 
 
3. A explosão demográfica ameaça o futuro da humanidade 
 
A problemática nao se restringe só na quantidade de alimentos para um maior 
número de pessoas, mas também: 
• A natureza 
• A média do padrão de vida 
 
 
O professor Eynern, da Universidade de Berlim, distinguiu quatro fases no quadro 
dessa crise, sendo eles: 
i. É aquela em que as taxas de natalidade e mortalidade se equiparam. 
ii. Ocorre quando se dá a queda da taxa de mortalidade por conta dos 
avanços da ciência, mas a taxa de nascimento permanece alta, ropendo 
com o equilibrio anterior. 
iii. A taxa de nascimento entra em declinio, por conta de uma limitaçaõ 
racional do número de filhos no casamento, permanece ainda alto o 
excedente de natalidade 
iv. A taxa de natalidade está um pouco acima da de mortalidade, a tendência 
de crescimento se manifesta a baixo nível, o que se assemelha com a 
situação inicial 
 
4. O pesadelo dos subdesenvolvidos 
 
Aumento da produção econômica ≠ Aumento da populção 
Como consequência dessa indiferença, as condições de vida dos povos 
subdesenvolvidos são rebaixadas. 
Infraestrutura onerosa: reclama recursos para a construção de mais escolas, 
serviços públicos de abastecimento de água, eletricidade, esgotos e transportes. 
 
5. O pessimismo das estatísticas 
 
Segundo a ONU dentre os 6,6 bilhões de seres humanos 5,4 bilhões são 
subdesenvolvidos, mais de 80 por cento da humanidade. 
 
6. A posição privilegiada dos países desenvolvidos 
 
Aumento da produção esconômica > Aumento da populção 
Aprofundando o abismo que existe entre as nações desenvolvidas e as nações 
 
 
subdesenvolvidas 
 
7. Conceito político de povo 
 
O conceito de povo pode ser estabelecido do ponto de vista: 
• Político 
• Jurídico 
• Sociológico 
 
Na antiguidade, segundo Cícero, povo é “ a reunião da multidão associada pelo 
consenso do direito e pela comunhão da utilidade”. 
No absolutismo o povo fora objeto, com a democracia ele se transforma em sujeito 
Na sociedade moderna, povo é então o quadro humano sufragante, que se politizou, 
ou seja, o corpo eleitoral. 
 
8. Conceito Jurídico 
 
Somente o direito pode explicar plenamente o conceito de povo 
Povo: conjunto de pessoas vinculadas de forma institucional e estável a um 
determinado ordenamento jurídico. 
Cidadania: é a prova de identidade que mostra a relação ou vínculo do indivíduo 
com o Estado 
Status civitalis: define a capacidade pública do indivíduo, a soma dos direitos e 
deveres que ele tem perante o Estado 
Três sistemas determinam a cidadania: 
i. O jus sanguinis (determinação da cidadania pelo vínculo pessoal) 
ii. O jus soli (a cidadania se determina pelo vínculo territorial) 
iii. O sistema misto (admite ambos os vínculos) 
 
9. Conceito sociológico 
 
 
Decorre de dados culturais 
Há equivalência entre o conceito de povo e nação 
Povo: toda a continuidade do elemento humano, porjetado historicamente no 
decurso de várias gerações e dotado de valores e aspirações comuns. 
 
A NAÇÃO 
1. A Nação: um conceito equívoco? 
 
Alguns conceitos de nação: 
• Segundo o autor francês, Hauriou, nação é “um grupo humano no qual os 
indivíduos se sentem mutuamente unidos, por laços tanto materiais como 
espirituais, bem como conscientes daquilo que os distingue dos indivíduos 
componentes de outros grupos nacionais.” 
• Segundo Aldo Bozzi, “derivado da comunhão da tradição, de história, de 
língua, de religião, de literatura e de arte, que são fatores agregativos 
prejurídicos.” 
• Segundo mancini, “é uma sociedade natural de homnes, com unidade de 
território, costumes e língua, estruturados numa comunhão de vida e 
consciência social.” 
 
Segundo Mancini, fatores que servem de fundamento à nação: fatores naturais, 
históricos e psicológico. 
➢ Fatores naturais: território, raça e língua. 
➢ Fatores históricos: tradição, costumes, leis e religião. 
➢ Fator psicológico: consciência nacional 
 
2. O erro de tomar insuladamnete alguen elementos formadores do 
conceito de Nação: raça, religião e língua 
 
Nação, raça e língua são elementos empregados como resposta da pergunta: o que 
 
 
é nação. 
Entretanto, estes elementos não podem ser considerados isoladamente, são todos 
eles que caracterizam uma nação, podendo, também, ser algo mais ou algo menos 
que tudo isto 
Qual desses elementos – língua, religião, raça – se afigura de maior importância? A 
língua. 
 
3. O conceito voluntarístico de nação 
 
A nação aparece nessa concepção como ato de: 
• Vontade coletiva 
• Inspirado em sentimentos históricos (de épocas felizes ou das provações nas 
guerras, revoluções e calamidades) 
 
4. O conceito naturalístico de nação 
 
O conceito naturalístico → produziu a modalidadde mais insana de nacionalismo – o 
da raça, em moldes políticos. 
 
5. Passos notáveis da obra de Renart fixando o conceito de nação 
 
Segundo Renan: “ O homem não é escravo nem de sua raça, nem de sua língua, 
nem de sua religião, nem do curso dos rios, nem da direçaõ das cadeias de 
montanhas. Uma grande agreagação de homens, sã de espírito e cálida de coração, 
cria uma consciência moral que se chama de nação.” 
 
6. A nação organizada como Estado: o princípio das nacionalidades e a 
soberania nacional 
 
Origem do poder: nação 
A soberania nacional provém da nação, única fonte capaz de legitimar o exercício da 
autoridade política 
 
 
 
DO TERRITÓRIO DO ESTADO 
1. Conceito de território 
 
Alguns autores se têm limitado a dizer que o território é simplesmente o espaço 
dentro do qual o Estado exercita seu poder de império (soberania). Já Pergolesi 
definiu o território como “a parte di globo terrestre na qual se acha efetivamente 
fixado o elemento populacional, com exclusão da soberania de qualquer outro 
Estado” 
Afnal, o território é ou não elemento constitutivo do Estado? 
• Donati responde negativamente, ele entende que o território deve ser 
considerado como condição necessária mas exterior ao Estado. 
• Um grande número de autores, afirmam que o território “fazparte” do Estado, 
é elemento constitutivo e essencial, e sem ele o Estado inexistiria. 
 
São partes do território: 
• A terra firme 
• As águas (o mar teritorial) 
• O subsolo 
• A plataforma continental 
 
2. O problema do mar territorial 
 
Mar terriotorial → faixa variável de águas que banham as costas de um Estado e 
sobre as quais exerce ele direitos de soberania. 
 
3. Os limites do mar territorial brasileiro 
 
O Brasil consagra presentemete o limite de 200 milhas de mar territorial. Com essa 
posição, o Brasil aderiu à política de soberania marítima que já vinha sendo 
 
 
perfilhada por outras nações do continente. 
 
4. Subsolo e plataforma continental 
 
Incluem-se subsolo e espaço aéreo como parte do território 
 
4.1. A ONU e a plataforma continental 
 
As águas que cobrem a plataforma continental se sujeitam no entedimento da ONU 
ao regime de alto-mar, resguardadas pelos princípios de liberdade e 
inapropriabilidade dominantes na boa doutrina internacional. 
Posição jurídica da ONU: os poderes do Estado ribeirinho sobre a plataforma 
continental importam numa jurisdição limitada. 
 
4.2. O Brasil e a plataforma continental 
 
A posição brasileira sobre a plataforma continental foi fixada no Decreto n. 28.840, 
de 8 de novembro de 1950, que declarou “integrada ao território nacional a 
plataforma submarina na parte correspondente a esse território”. 
 
5. O espaço aéreo 
 
Não há uma altitude exata, econhecida internacionalmente e que possa responder à 
questão de saber até onde vai a soberania territorial sobre o espaço aéreo. Porém, 
pode-se admitir, como alguns juristas o fazem, que “ a soberania do estado sobre o 
espaço aéreo estende-se em altitude até onde haja um interesse público que possa 
reclamar a ação ou proteção do Estado.” 
 
6. O espaço cósmico 
 
Celebrou-se no dia 5 de agosto de 1963 o Tratado de Moscou entre a União 
Soviética,os Estados Unidos e a Inglaterra, inaugurando-se então um novo ramo do 
 
 
direito positivo: o direito internacional espacial. 
Tratado de Moscou: proscreveu experiências com armas nucleares na atmosfera, no 
espaço cósmico e debaixo d´água, sendo de duração ilimitada. 
 
As seguintes disposições como parte do direito cósmico que a ONU intenta 
estabeler: 
a) Extensão ao domínio cósmico dos princípios e normas de direito internacional 
gravados na Carta daquele organismo 
b) Interdição de experiências nucleares no espaço cósmico 
c) Proibição de envio ao cosmos de artefatos portadores de cargas nucleares ou 
armas de destruiçaõ em massa 
d) Proibição de propagada de guerra no espaço cósmico 
 
7. Exceções ao pode de império do Estado 
 
Exceções ao poder de império do Estado sobre o território: 
• Extraterritorialidade 
• Imunidade dos agentes diplomáticos 
 
Extraterritorialidade (segundo Ranelletti): uma coisa que se encontra no território de 
um Estado é de dirieto considerada como se estivesse situada no território de outro 
Estado 
Imunidade dos agentes diplomáticos: em termos de reciprocidade, se acham isentos 
do poder de império do Estado onde quer que venham ser acreditados 
 
8. Concepção política do território 
 
Na obra “O Espírito das Leis” de Montesquieu, foi que o pensamento moderno de 
maneira mais coordenada refletiu sobre as relações entre o meio físico e a natureza 
das instituições políticas. 
 
 
 
9. Concepção jurídica do território 
 
Desde o século XIX corre a máxima de que “nenhum Estado há sem território”. 
 
As principais teorias sobre a determinação da natureza jurídica do território são: 
• A Teoria do Território-Patrimônio 
• A Teoria do Território-Objeto 
• A Teoria do Território-Espaço 
• A Teoria do Território Competência 
 
9.1. A Teoria do Território-Patrimônio 
 
➢ Teoria mais antiga 
➢ O território era explicado por meio do direito das coisas, misturando território 
com a propriedade ou com outros direitos reais. 
➢ Se tinha a concepção do território como propriedade dos senhores feudais e, 
depois, como propriedade do Estado. 
 
9.2. A Teoria do Território-Objeto 
 
➢ Segundo os adeptos dessa corrente o direito do Estado sobre o seu território 
é direito especial, eminente, soberano 
➢ Toma-se o território como coisa 
 
9.3. A Teoria do Território-Espaço 
 
➢ Segundo essa teoria o território do Estado nada mais significa que a extensão 
espacial da soberania do Estado. 
➢ Fricker acrescenta que o poder do Estado não é poder sobre o território, mas 
 
 
poder no território e qualquer modificação no território do Estado implica a 
modificação mesma do Estado. 
 
9.4. A Teoria do Território-Competência 
 
➢ Passa-se a ver o território apenas como um elemento determinante da validez 
da norma, sobretudo um meio de localização da validez da regra jurídica. 
➢ Chma a atenção por admitir de modo especial um conceito jurídico de 
competência e de modo geral um conceito de validade do direito 
➢ Se desdobra em duas acepções de território 
i. Faz do território a esfera de competência local 
ii. Encara o território de maneira significativamente ampla

Mais conteúdos dessa disciplina