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-amy. e demoramenta da amostra amatragem 3.Amost. SISTEMATICa -conjunto de procedim. eTécnicas empregados na seleção deunid. amostral - critério pré-definido equeeaplicado na forma sistematica. para composição of subcogunio/fraçoes da pop.) -> Impossibilidadede -intervalo da amostrag. -> defineo interv. entrea unic obser. Todas as unio. deuma população, Selecionada ea unl. a ser sele?a seguir. Amostra - deveser coletada deforma quereproduza as carac. da A = N-nototalofinda poratende amostrare pop. Oqual ela foi obtida -> amostra selecionada deforma aleatoria ao acaso Amostra 1 individuo -> pula oviros/intervalol -> amostra 1... Ideal sem utilizar forma aleatória - ponto deinicio da amost. -> Especifica o ponto (marcol quese Inicia a contagem deintervalo de amost. AMOsTragem probabilistica -Toda unl. da pop. Tem a mesma probablidade (diferentedo Sorteio deum no entre 1 eo valor do 1 gerol deserem selecionada para compor a amostra 1. amos. Aleatória simples; 4. AMoSt. Jola-de-neve ou autogeradal 2.amos, alta. Estradificada; - unl. a serem amostradas estão selecionados/ são indicadas por 3.amos. Sistematica. unl previamenteanalisadas ou entrevistadas eassim sucessivamente... AMOSTragem Iprobabilistica Uma pessoa indica ovira pessoa eassim sucessiv.... - seleção das unid. a serem amostradas depender, ao menos Em parit, do julgamento do pesquizador 3. Amostpor conveniência - unl. amostradas são selecionadas por conveniência do pesquisador 4.Inmoss.Porouentendia; acesso imediato edireto as un. (acidental ou intencionall simplesm. por acaso/conveniencial pessoa passor primeiro, 1. Amos, aleatoria simples pessoa com cara mals agradavel propiola a aceitar ser Inirevistado. - todas um. Tem a mesma prof. devirem compor amosira; -Metado por sortflo:Seleciona I as, sem reposição, atea amostrag Estácompleta. 6. Amostpor quotas I proporcionall -Tabela deno aleato. vista do algarismo local disposta aleat -unl pertecem a subgrupos significativa da pop. -> 0 no amostral eforma independente. corresponde a porcentagem da pop. decada subg. unl. amostral são selec. deforma isaleatorla 2. amost. aleatoria estradificada -empregadas quando são recontecido subgrupo lestratol cariabilidade dos dados Devem estar proporcional. repres -A partir ao amostra pretende-seobter resultados quelevam a na amostra -> propoção em relação a sua representativo. Conclusão aplicavel a pop. Com um Todd -> inferencia estatistica na pop. - aplicabilidadedependeda confiabin. dos dados. ->Estrato- relacionado com objetivo edevem ser muivamenteexcluden ie Icada elem. podeesta incluido em estrato eexaustivo (nenhum erro a amostral elem. pode ficar deforal. -problemas no planejamento elou na execução do estudo. -Etapas:a) Identificar o subgrupo ou estrato; 6) calcular o peso relativo (1) decada estrato da pop., 1. Seleção inadequado da amostraldesenho amostral a realizar a amost. alea. Simples decada estrate entreos paragr S2. Coleta dedados deforma inapropriada equipament., materials, Elementos decada estrato considerando a mesma proporção formulario, etc.) refazer em queestarepres. na pop. TVOO 3. analiseincorreta dedados. -> da para corrigir =comprometimento 0O ESTUDO ↑ · Erro amostral -quando p eq i são conhecidos: -Diferença entreresultado da amostral (estimado eresultado pop. subst. Je pe q devido a existencia defluiraçoes amostrals aleat. Na pop. Estudo pilotodajustaetensão das por 0,5/p.q =0,251 Variabilidadepopulacional -> variab. amostral · Tam. amostral com basemédia pop. -margem deerro acentare desulo padrão pop. da variavel estudada ↳ Tentar reduzir ao maximo ajustando ao n =(z Tam. proporcional - Se os dados distribui-se aleatoriom. Em torno do valor central - quando o 8 i econhecido: do paramento analizados - valores menores ou malores do Estudo piloto para obtenção queo valor central da amostra. do desulo padrão lagustavell Aprox. do =amplitude devariavel suportematimativalevairia intervala de canfiança ·Teorema do LIMITE -Estima o nivel de confiança quando assumimos quea Tam. da amostra aumenta, a distrib. amostral da Media média da pop. I valor relaestácontido em um intervalo aproxim. Cada vez mais da distrib. normal devalores associados a amostra. ↑Tam. aumenta =↓ desvio padrão ↓amplitudedo interv. deconfianca o confiabilidadeem assumir que a média da pop. Está contida na amostral media amosiras:media pop. ( ·Forema ou vel dos grandes no Indica a confiabilidadede uma estimativa -media amostral mais prox. a media do pop. quando Tam. amosiral aumenta ↓interv. deconfiança =t erro amostral Existeum limitea partir dequalefelto do Tam. amostral e minimo IC 95% = geralmenteutilizamos 95% deconfiabilidade que O intervaloldados amostrais) contem o verdadeiro valor da media pop - dimensionamenta amarral I. amost. excessivamentes pequenas - resul. nconflavel; 2. amost. desnecessariamentegrande - desperdico derecurso tempo es Metado para determinar Tam. amostral basta. Em: -estimativa da proporção popul - estim. da média pop. · Tam. amostral com base proporção pop. intervalodeflange proporção da categoria deInteressepop no navion=dp.a proporciae interes(ac-pl margem de Erro or max. Erro da estimativa: diferença entrea media e a media pop. .. ->inecessinfinitae Total do pop. varlave, for quaniliativa e população infinita: graw deliberdade-> nivel ofconfianca 95%k120,5=1,96) n =socsucopara a e variavel for quailiativa epopulação finita: NIVEL de conflança n =PT-Pop. Te Erro amostral Tópico 5: Composição e Dimensionamento Amostral 1. O que diferencia os métodos de amostragem probabilística e os métodos de amostragem não probabilística? Descreva os métodos de amostragem mais comumente empregados na Bioestatística (três de cada tipo). 2. Foi realizada uma pesquisa para estimar a proporção de pessoas que aderem ao tratamento psicanalítico considerando uma população estatística composta por 1.000 pacientes atendidos nas Unidades Básicas de Saúde de determinado município e para os quais tal tratamento havia sido recomendado. Qual o tamanho mínimo da amostra, considerando um nível de confiança de 99% e um erro máximo tolerável de 10%, indicado para desenvolvimento da pesquisa? 3. Uma empresa especializada em produtos alimentícios deseja estimar a proporção de clientes satisfeitos com sua linha de suplementos alimentares. A população de clientes deste produto é de 10.000 pessoas. Um estudo piloto, realizado com 100 clientes selecionados aleatoriamente, revelou que 80% deles estavam satisfeitos. Qual o tamanho mínimo da amostra, considerando um nível de confiança de 95% e um erro máximo tolerável de 5%, a ser considerado no estudo? 4. Um pesquisador deseja estudar a eficácia de um novo medicamento para controlar o colesterol total (mg/dl) em pacientes com altas taxas sanguíneas deste parâmetro bioquímico. A taxa de colesterol total média na população é de 212 mmHg, com um desvio padrão de 44 mmHg. Ele deseja determinar o tamanho mínimo da amostra necessária para avaliar se haverá uma redução média de 20 mmHg na taxa de colesterol total após administração do novo medicamento, com um nível de confiança de 99%. Qual é o tamanho mínimo da amostra para atender ao objetivo do estudo em questão? a amos probabilista é aleatoria - a iprabab, n E aleatoria. ↳ Estradificada ↳ bala deneve SIMPLES Sistematica avoteniente a n =2,5720,30.0,50.1000 0,10? (1000-11 +12,3.0.5.0.51 n =16.6049.0,23.1000) 10,01.1000) +16.6049.0,23) n = 723 n=in =141,84... -342 pacientee n =1100 = 10.000 - 416:1,3360e n=s n=ee n = 2.1.936 n = 10864 n=31,6977...n= 32 pacientese É uma suposição (afirmação prévia), expressa como uma declaração provisória, deduzida a partir da revisão bibliográfica (embasamento teórico) e que antecipa a relação entre duas ou mais variáveis - resultado que se espera obter Permite testar a validade e a confiabilidade dos resultados de uma pesquisa Tipos de hipóteses estatísticas Hipótese nula ou de nulidade (Ho) Estabeleceausência de diferença (de relação ou de influência) entre os parâmetros testados - é a primeira a ser formulada Assume que o acaso pode ser o fator determinante dos resultados (não há relação real entre as variáveis) Hipótese alternativa (H, ou Ha) d É contrária à hipótese nula - geralmente é a hipótese que se espera que seja aceita Verificação de hipóteses Opção 1; estudo de todas as unidades que compõem a população Opção 2; obtenção de amostras representativas da população Quando as decisões em relação à hipótese forem tomadas a partir de amostras, é necessário avaliar o risco máximo admitido para o erro de afirmar que existe diferença entre os parâmetros quando efetivamente não há e vice-versa Erro do tipo l e Erro do tipo lI Todo teste de hipóteses tem sua conclusão sujeita a erro > Erro do tipo l: probabilidade de rejeitarmos a hipótese nula quando ela é efetivamente verdadeira = nivel de significância Erro do tipo II: probabilidade de rejeitamos a hipótese alternativa quando ela é efetivamente verdadeira Conclusão do teste de hipóteses Não rejeita Ho Rejeita a Ho Decisão correta Probabilidade: 1-a Decisão errada= erro Tipo II Probabilidade= B Decisão errada= erro Tipo I Probabilidade= a (nível de significância) Decisão correta Probabilidade: 1-b (Poder do teste) Ho é verdadeiro Ho é falso Testes de Hipóteses Ferramenta estatística baseada na utilização de uma amostra para testar uma afirmação sobre um parâmetro ou uma característica da população - procedimento a partir do qual se aceita ou rejeita a hipótese testada frente ao risco máximo de erro aceitável na tomada de decisões A hipótese testada é sempre a Ho ⁃ quando Ho, é rejeitada, H, é automaticamente aceita ⁃ quando Ho é aceita, H, é automaticamente rejeitada Distribuição normal Etapas do teste de hipóteses (para médias) 1. Estabelecimento das hipóteses estatísticas 1.Replicabilidade do dado → influenciado por fenômenos biológico determinístico relação de causalidade, por variáveis ambientais diversas e por fenômenos não controláveis ou não conhecidos Se o estudo for repetido, o resultado obtido será diferente? Garantir que ñ ocorram problemas relac. ao planejam. e/ou a execução do estudos → erro não-amostral 2. Maior tam. amostra, menor probabilidade dos resul. Serem atribuídos ao acaso Variáveis a relaciona os dados podem erroneamente associa o resul. devido ao acaso quanto ao tam. amostral é pequeno → associação espúria Maior variação analisada, maior a probabilidade de tomar decisões erradas → necessidade de aumenta tamanho da amostra- suporte estatístico 3. Objetivo central no estat. Inferência →indica se os resul. poddem ser explicado pelo acaso ou se os dados revelam padrões Distribuição dos dados -distribuição normal ou de gauss → variavais quantitate was continuas → parametric (Forma de sin disturb. ) (media) → disturb. normal (media) - distriguição ñ normal → variaveis quantitativas (nominal e ordinal) e variaveis quantitativas discreta → ñ paramétrico (ñ tem forma de sino) (mediana) → distribuição assimétrica (mediana) entrad. anTree an Intratuse daqui-quadrado -> ferença - ->nula - çolfarena e -> Adiferença I ->alternativa I quando na diferença Afirma que - a firma igualdade, hipoteses estatusias ↓ H. nula -> H. alTenaTIC HO: HA =Ho or HO:He-Ho =0 -> ausência deefelio Hy:HA F HO OU HS: HA-HOFO -> BllaTeraL isesi -> unilatee 2. Escolha do nível de significância (risco máximo assumido) a = 0,05 (ou 5%) 3. Determinação do valor crítico do teste = região crítica ou de rejeição da hipótese nula (valores contidos/fora no intervalo de confiança são aceitos/ rejeitados como verdadeiros) Valor crítico do teste= Z Avaliação das distâncias (desvio) entre os valores observados e a média da distribuição dos dados Região de aceitação ou de rejeição de Ho 4. Determinação do valor calculado do teste 5. Decisão em relação à hipótese testada 6.Conclusão em relação aos parâmetros / conjuntos de dados analisados Distribuição não-normal Etapas do teste de hipóteses (para proporções ou frequências de ocorrência) 1. Estabelecimento das hipóteses estatísticas 2. Escolha do nível de significância (risco máximo assumido = a) 3. Avaliação das distâncias (desvio) entre os valores observados e os valores esperados para a amostra ou entre conjuntos de valores observados Valor esperado = expectativa determinada pela hipótese Se Vobs estiver na Região Não Crítica (RNC) = aceita Ho Se Vobs estiver na Região Crítica (RC) = rejeita Ho 4. Determinação do valor calculado do teste 5. Decisão em relação à hipótese testada. 6. Conclusão em relação aos parâmetros / conjuntos de dados analisados Teste do Qui-quadrado (X2) - avalia a probabilidade de qualquer diferença ou associação observada ser atribuída ao acaso Aplicável a Variáveis Qualitativas (Nominal e Ordinal) e Variáveis Quantitativas Discretas • Teste de aderência •Teste de independência •Teste de homogeneidade Teste de aderência Investiga se a distribuição de frequências ou valores observados difere de uma distribuição esperada (baseada em elementos teóricos / informações conhecidas) Teste de independência Investiga se as observações de duas variáveis (tabela de contingência) são independentes ou se existe alguma associação entre elas Teste de homogeneidade Investiga (compara) se uma determinada variável se distribui da mesma forma nas várias populações de interesse Exemplo de aplicação e interpretação do X realizada uma pesquisa para avaliar se há associação entre sedentarismo e ocorrência de doenças cardiovasculares (DCV). Foram avaliados 300 indivíduos, dos quais 200 eram sedentários e 100 eram ativos. Do total de pessoas avaliadas, 211 desenvolveram DCV, sendo 149 entre os sedentários e 62 dos ativos (dados hipotéticos). Os dados foram submetidos ao teste do Qui-quadrado (teste de independência), considerando um nível de significância de 5%, e o resultado obtido foi o seguinte: X ( valor do teste) = 4,992 Graus de Liberdade = 1 p = 0,0255 Valor crítico do teste de acordo com a tabela de distribuição Qui- quadrado ao nível de significância de 95% (alfa = 5%) = 3,841 Se Vobs, estiver na Região Não Crítica (RNC) = aceita Ho Se Vobs estiver na Região Crítica (RC) = rejeita Ho Valor crítico do X para alfa 0,05 = (3,841) X (valor do teste) =4,992 O resultado do teste evidencia que a distribuição das frequências observadas difere entre os dois grupos analisados (sedentários e ativos = observações independentes), indicando que a ocorrência de DCV tem associação com o sedentarismo (grupo com maior frequência de DCV) Ever da Qui-Quadrada 2a +20,03=1,96 2a- 20,01:2,38 x 2 =[lobservado - esperadol Esperado 2 2 Tópico 6: Introdução aos Testes de Hipótese e Teste do Qui-Quadrado 1. O que é uma hipótese estatística? Diferencie hipótese nula e hipótese alternativa. 2. Quando as decisões em relação à hipótese forem tomadas a partir de amostras, é necessário avaliar o risco máximo admitido na tomada de decisões uma vez que todo teste de hipóteses tem sua conclusão sujeita a erro. Explique em que consiste o Erro do Tipo I e o Erro do Tipo II. 3. Um pesquisador deseja desenvolver um estudo para determinar o impacto do preparo psicológico no sucesso do pós-operatório de indivíduos que se submeteram à cirurgia bariátrica como tratamento para a obesidade mórbida. Para isso, os pacientes que fizeram o tratamento cirúrgico foram divididos em dois grupos: pacientes que receberam preparo psicológico (tratamento para depressão e/ou ansiedade) e pacientes que não receberam atendimento psicológico preparatório. Com base nas informações apresentadas, qual é a hipótese nula e a hipótese alternativa que o pesquisador deve considerar no seu estudo? Para a hipótese alternativa, apresente um exemplo de hipótese unilateral (unicaudal) e um exemplo de hipótese bilateral (bicaudal). 4. A depressão é considerada um problema de saúde pública, sendo sua incidência maior em mulheres, podendo se manifestarapós complicações diretas relacionadas à gestação. Com base no exposto, foi realizado um estudo para avaliar a relação entre depressão e ocorrência de morbidade materna grave (MMG = situação na qual a mulher quase morreu devido a complicações ocorridas durante a gravidez). Para isso, foram selecionadas 549 participantes, as quais foram distribuídas em dois grupos: mulheres expostas (n = 277) e mulheres não expostas à MMG (n = 272). Destas, 94 e 32 participantes apresentaram depressão, respectivamente. [Adaptado de: Silveira, M.S.; Galvão, L.P.L.; Gurgel, R.Q.; Barreto, I.D.C. & Vargas, M.M. 2019. Ansiedade e Depressão na Morbidade Materna Grave e Near Miss. Psicologia: Teoria e Pesquisa 35: e35. https://dx.doi.org/10.1590/0102.3772e35442] Os dados foram submetidos ao teste do Qui-quadrado (teste de aderência), considerando um nível de significância de 5%, e o resultado obtido foi o seguinte: X2 (valor do teste) = 30,508 Graus de Liberdade = 1 p < 0,0001 Valor crítico do teste de acordo com a tabela de distribuição Qui-quadrado ao nível de significância de 5% (alfa = 0,05) = 3,841 Com base nas informações apresentadas, interprete o resultado do teste estatístico e indique a conclusão em relação aos parâmetros / conjuntos de dados analisados. não tem diferença Tem diferença Entreparametro TESTa00 I refeita a Hipotesenula quando ela efetivamenteverdadela=nivel ofsignificancla refelta hpaTese alternativa quando e Efetivamenteverdadeira 2 grupos:PPP-PAPP regelta HOPL000] resultado do testeGuidencia que a distribuição de frequen. difere entreos dois grupos analisados Teste t de Student Teste t de Student (t) -> compara as médias de dois grupos ou dois conjuntos de dados Aplicável a Variáveis Quantitativas (Contínuas e Discretas) - distribuição normal ⁃ Teste para amostras independentes ⁃ Teste com valor de referência ⁃ Teste pareado Premissas: O conjunto de valores a ser testado (variável de interesse) deve ter distribuição normal (paramétrico) - avaliar a assimetria dos dados (Coeficiente de Assimetria / Teste de Normalidade) e, caso não tenha a distribuição desejada, realizar sua transformação estatística Transformação de dados = procedimento estatístico baseado na mudança de escala com a finalidade de obter a normalidade da distribuição e a estabilização da variância dos dados As observações dentro do grupo ou da população devem ser independentes - não podem ser obtidas a partir do mesmo indivíduo ou apresentar viés • Tamanho amostral ideal a partir de 15 observações - pode ser utilizado com amostras menores Teste para amostras independentes Investiga se as médias de dois grupos de dados difer em amostras independentes • unidades provenientes de populações distintas • unidades da mesma população, mas que foram submetidas a tratamentos diferentes Parâmetro X: Na população 1, a média de X é 1 Na população 2, a média de X é 2 Objetivo: comparar as médias populacionais 1e 2 Hipóteses estatísticas: Teste com valor de referência Investiga se a média observada na amostra é diferente de um valor de referência ou da média populacional Exemplo de aplicação e interpretação do teste t Foi realizado um experimento para testar a eficácia de um novo medicamento no tratamento da ansiedade (ansiolítico). Para isso, foram selecionados 42 pacientes, os quais foram divididos igualmente em dois grupos: grupo A, que recebeu o novo medicamento, e grupo B, que recebeu uma pílula sem princípio ativo (placebo). Passados 30 dias do início da administração do novo medicamento e do placebo, foram coletadas amostras de sangue de todos os pacientes para medir as taxas de serotonina (ng/mL). A média obtida para o grupo A foi de 105 ng/mL (Desvio Padrão = 12 ng/mL) e para o grupo B foi de 78 ng/mL (Desvio Padrão = 9 ng/mL) (dados hipotéticos). Os dados foram submetidos ao teste t para amostras independentes, considerando um nível de significância de 5%, e o resultado obtido foi o seguinte: t (valor do teste) = 3,017 Graus de Liberdade (g.I.) = 40 Dp = 0,0392 Valor crítico do teste de acordo com a tabela de distribuição t ao nível de significância de 5% (alfa = 0,05) = 2,021 Para o teste t, o grau de liberdade é calculado por: Onde: n1 = número de observações na amostra 1 n2 = número de observações na amostra 2 Se estiver na região de aceitação = aceita Ho Se estiver na região de rejeição = rejeita Ho Valor crítico de t para alfa 0,05 = >2,021 t (valor do teste) = 3,017 * p= 0,0392 * p = nível de significância do teste (risco máximo assumido e a)- a = 0,05 (ou 5%) Eric E de Kudent Amostra referenciaou pop. MA MR 9.2 =ns +nz - 2 média i =M1 - M2 +Se desvio padrao Tamanho da amostra ↑>critica VobS População População 2 Voos MS M2 ↳ icritica M M 4 M C refEITa HO:M1 =M2 aceita o f H3:MS F M2 valor do p major queof semenor Hg:M3>p2 or HS: MS <p12 O resultado do teste evidencia que as médias diferem entre os dois grupos analisados medicamento e placebo = populações com respostas distintas), indicando que o novo medicamento foi eficaz no tratamento da ansiedade (grupo com maiores taxas de serotonina) Apresentação e interpretação gráfica do teste t Figura: Média ‡ desvio padrão da taxa de serotonina sanguínea no grupo de pacientes que recebeu o novo medicamento (Grupo A) e o placebo (Grupo B). Valor do teste t = 3,017; valor de p = 0,0392. ->Ha leiras diferentes:diferença Significativa 200 Letras,guals=ausencia de=150 a diferença - 100 : 50 - 1 D 0 Grupo A orupo Relação entre Variáveis A relação entre duas ou mais variáveis indica o padrão de associação que existe entre as variáveis analisadas Se não é possível estabelecer uma relação entre as variáveis analisadas -> variáveis não correlacionadas ou variáveis independentes = variam de forma aleatória Correlação Duas variáveis estão relacionadas se a mudança nos valores de uma corresponder a mudança nos valores da outra Correlação = medida da relação entre duas variáveis Indica a força e a direção da relação entre duas Variáveis Quantitativas (Contínuas e Discretas) Considerações: Não implica causalidade (relação causa-efeito) Não avalia dependência entre as variáveis Exemplos: Relação entre peso e altura Relação entre horas de estudo e tempo gasto para resolução de um exercício em uma prova Relação entre os dias de atraso na entrega de produtos e o número de dias com chuva Relação entre o valor mensal gasto com medicamentos e o número de pessoas na residência Gráfico ou Diagrama de Dispersão Verifica graficamente a associação entre duas variáveis quantitativas (mensuradas para as mesmas unidades amostrais) ou entre dois coniuntos de dados numéricos Disposição dos pontos no gráfico - indica se há e qual é o tipo de relação entre as variáveis analisadas Cada par de dados (= valor de x e de y para uma mesma unidade amostral) está representado por um ponto no gráfico - convergência dos valores das duas variáveis para aquela unidade amostral ou para aquele evento analisado Correlação e reeão line simples Alternativa: medida numérica para complementar a intépretação do gráfico -› Coeficiente de Correlação -Coeficiente de Correlação Linear de Pearson ou Produto-Momentor) Mede quanto os pontos em um gráfico de dispersão aproximam de uma linha reta Indica quantitativamente (numericamente) o grau de correlação linear (= intensidade de associação) entre duas variáveis numéricas (ausente ou presente - fraca, forte ou perfeita) e o sentido da correlação (positiva ou negativa) Vantagens: facilidade de interpretação, não depende das unidades de medida das variáveis (estatística adimensional) e assume valores em um intervalo com escala reduzida (-1 a +1) Interpretação do coeficiente de correlação: Se r = 0 -> ausência de correlação linear entre x e y se r > o - correlação linear positiva Se r < O -> correlação linear negativa Se r = +1 - correlação linear positiva perfeita Se r = -1 - correlação linear negativa perfeita Pode-se multiplicar ovalor de r por 100 -> resultado expresso em porcentagem 0% ≤ r ≤ 35% -> relação fraca ou baixa 36% ≤ r ≤ 67% -> relação regular ou moderada 68% ≤ r ≤ 89% -> relação forte ou alta 90% ≤ r ≤ 100% -> relação muito forte -Coeficiente de Correlação de Spearman ou por Postos (rs) Para duas variáveis (x e y), com um conjunto de dados composto por n observações (x, a xn; Y, a yn), a Correlação de Spearman será dada por: Onde: -1 S rs ≤ +1 Interpretação semelhante Regressão Método estatístico que explora e infere (modela) a relação entre duas ou mais variáveis - modelo de regressão Verifica se a alteração no valor de uma ou mais variáveis independentes (explicativas) provoca alterações no valor da variável dependente (resposta) - Variáveis Quantitativas (Contínuas e Discretas) Considerações: Implica causalidade (relação causa-efeito) Avalia dependência da variável resposta em relação à(s) variável(is) explicativa(s) Exemplos: Relação entre o número de visitantes e a distância do parque / área protegida Relação entre a pressão arterial mediante exercício físico e a pressão arterial em repouso Relação entre a qualidade dos grãos de café, medida por meio da atividade enzimática da polifenoloxidase, e o indice de balanço nutricional do cafeeiro Os valores são plotados em um gráfico de dispersão e calcula-se a Equação de Regressão -› melhor ajuste aos dados Equação de Regressão - estima o valor esperado da variável Y (dependente) para determinado valor da variável X ou para um conjunto de variáveis independentes Permite fazer previsões sobre o comportamento da variável dependente -Regressão Linear Simples Considera que a relação de resposta da variável Y à determinado parâmetro (variável ) é uma função linear Função linear - função cujo gráfico é uma reta com origem na ordenada (eixo y) Relação linear entre as variáveis X e Y -› representada por uma equação matemática que descreve a reta de regressão: Y = a + BX + U Onde: Y = variável dependente a = ponto onde a reta intercepta eixo y (intercepto) - relação entre as variáveis no tempo zero (início) B = coeficiente angular (inclinação) -› tamanho do efeito X= variável independente U = erro, desvio ou resíduo (outros elementos, além da variável X, exercem influência e afetam a variável Y) A reta de regressão explica perfeitamente a relação entre Xe Y Eixo y = variável dependente (resposta) Eixo x = variável independente (explicativa) Reta -› menor distância possível entre cada ponto Reta de Regressão -> modelo com melhor ajuste Grau de Confiabilidade do Modelo Reta de Regressão = aproximação da realidade, indicativo da tendência dos dados Medidas de aproximação da realidade: Erro Padrão da Estimativa Coeficiente de Determinação Erro Padrão da Estimativa (S.) Mede o desvio médio entre os valores observados (½) e os valores estimados (Y) da variável dependente - informa, de modo aproximado, a extensão do erro entre os valores estimados e os valores fornecidos na amostra O erro padrão da estimativa existirá sempre que o poder de explicação da reta não for completo -› existem outros fatores, além da variável X, que interferem no comportamento de Y Quanto menor o valor de Ser melhor a estimativa Pode ser interpretado como o Desvio Padrão dos resíduos Se= medida de quanto os valores estimados se dispersam em relação aos valores observados -Coeficiente de Determinação (R2) Indica quantitativamente (numericamente) o grau de variação total da variável dependente Y que é explicado pela variação da variável independente X Relação entre variação explicada e variação total da regressão Variação Total = Variação Explicada + Variação não Explicada - Variação Explicada = diferença entre o valor Y (estimativa de 1), situado sobre a reta de regressão, e o valor médio delY (Y) -Variação não Explicada -> diferença entre o valor do ponto Y e seu valor estimado Y = distância entre o ponto Y e a reta de regressão = resíduo Pode-se multiplicar valor de R2 por 100 -> resultado expresso em porcentagem I ⑲ - EIY'-Y1 I 3 /Y-YY" e