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Disc.: DGT0052 - DIREITO CONST., AD Período: 2023.1 EAD (G) Aluno: PAULO ANDRÉ CARDOSO CAMPOS Matr.: 202202025577 Prof.: MARCELA MACHADO DE LIMA Turma: 9001 Lupa VERIFICAR E ENCAMINHAR Prezado(a) Aluno(a), Responda a todas as questões com atenção. Somente clique no botão FINALIZAR PROVA ao ter certeza de que respondeu a todas as questões e que não precisará mais alterá-las. A prova será SEM consulta. O aluno poderá fazer uso, durante a prova, de uma folha em branco, para rascunho. Nesta folha não será permitido qualquer tipo de anotação prévia, cabendo ao aplicador, nestes casos, recolher a folha de rascunho do aluno. Valor da prova: 10 pontos. 1 ponto 1. Marque a alternativa correta acerca da Separação de Poderes: (Ref.: 202206019863) Busca garantir o sistema de despotismo. Evita autoritarismos com base em um sistema de freios e contrapesos. Já existia no período do feudalismo. É incompatível com a soberania popular. Não está prevista na Constituição Brasileira de 1988. 1 ponto 2. Em um Estado democrático, o titular da soberania é: (Ref.: 202206019865) o povo. os representantes eleitos pelo povo. o Congresso Nacional. o cidadão. o presidente da República. 1 ponto 3. O Estado XYZ pretende instituir uma empresa pública para exploração de atividade econômica de relevante interesse coletivo. Nesse caso, é correto afirmar: (Ref.: 202206019843) É permitida a exploração direta de atividade econômica pelo Estado quando necessária aos imperativos da segurança nacional ou a relevante interesse coletivo, conforme definidos em lei. A empresa estatal possui personalidade jurídica de direito público. As empesas públicas e as sociedades de economia mista serão sempre instituídas como sociedades anônimas, na forma da legislação em vigor. De acordo com a Constituição Federal, o Estado não pode explorar diretamente atividades econômicas, tendo em vista o princípio da livre iniciativa. A exploração de atividade econômica pelo Estado somete seria possível por meio da instituição de sociedade de economia mista. 1 ponto 4. São entidades da Administração Pública Indireta, exceto: (Ref.: 202206019839) Sociedades de economia mista. Fundações estatais. Empresas privatizadas. Empresas públicas. Autarquias. 1 ponto 5. Sobre os princípios e as fontes do Direito Administrativo, assinale a alternativa correta: (Ref.: 202206019831) O princípio da proporcionalidade compreende os seguintes testes ou subprincípios: adequação, necessidade e proporcionalidade em sentido estrito. O princípio da supremacia do interesse público sobre o interesse privado é absoluto e admite atuações administrativas contrárias à legislação. Os princípios constitucionais expressos da Administração Pública são: legalidade, impessoalidade, moralidade, proporcionalidade e eficiência. Segundo o princípio da autotutela administrativa, a Administração Pública somente pode invalidar seus próprios atos ilegais perante o Poder Judiciário. De acordo com o STJ, o princípio da continuidade do serviço público impede, de forma absoluta, a interrupção do serviço perante os usuários, inclusive na hipótese de inadimplemento do usuário. 1 ponto 6. (CESPE-CEBRASPE/2021) Em determinada secretaria de Estado, há mais de uma centena de servidores lotados e dezenas de unidades. As unidades administrativas ficam localizadas na capital e as demais, em diversos municípios do interior do estado. O titular dessa secretaria decidiu promover um processo de remoção, determinando ao diretor de pessoal da secretaria a adoção dos atos necessários. Foi, então, publicado edital com duas vagas para servidores da secretaria interessados em vir a exercer suas funções na capital. No departamento de pessoal da referida secretaria, há duas coordenações-gerais para otimizar as atividades do departamento: uma de movimentação e promoção e outra de pagamento e registros funcionais. A seleção foi realizada pela coordenação-geral de movimentação e teve seu resultado homologado e publicado pela coordenação-geral de registros funcionais. O servidor colocado em terceiro lugar no processo de remoção, inconformado com o resultado, apresentou recurso ao coordenador-geral de registros funcionais, comprovando cabalmente que o ato de homologação deveria ter sido praticado pelo coordenador-geral de movimentação e não pela autoridade recorrida. A autoridade recorrida manteve a decisão e remeteu o recurso para consideração do diretor de pessoal, autoridade hierárquica imediatamente superior e responsável pelo processo de remoção. Nessa situação hipotética, conforme a doutrina majoritária acerca dos atos administrativos, a autoridade julgadora deverá: (Ref.: 202209689851) consultar os demais interessados no ato impugnado, questionando sobre eventual desistência no concurso de remoção. revogar o processo de remoção e determinar a instauração de outro, sem eventuais vícios. convalidar o ato de remoção praticado pelo coordenador-geral de registros funcionais. anular o processo de remoção, já que foi constatado que o ato foi homologado por autoridade incompetente. dar provimento ao recurso do interessado, promovendo a sua remoção para a capital, uma vez que este não deu causa à nulidade. 1 ponto 7. (FAFIPA/2021) São elementos dos atos administrativos: a competência, o objeto, o motivo, a forma e a finalidade. No que diz respeito à competência, assinale a alternativa CORRETA: (Ref.: 202209688858) É um elemento discricionário que inadmite delegação, excetuando a edição de atos vinculado normativo, a decisão de processo administrativo e as matérias de competência de órgão ou autoridade. É um elemento vinculado que inadmite delegação, excetuando a edição de atos de caráter normativo, a decisão de processo administrativo e as matérias de competência exclusiva do órgão ou autoridade. É um elemento vinculado que admite delegação, excetuando a edição de atos de caráter normativo, a decisão de recurso administrativo e as matérias de competência exclusiva do órgão ou autoridade. É um elemento vinculado que admite delegação, excetuando a edição de atos vinculados de caráter normativo, a decisão que analisa recurso administrativo e as matérias de competência de órgão ou autoridade. É um elemento discricionário que admite delegação, excetuando a edição de atos de caráter normativo, a decisão de recurso administrativo e as matérias de competência de órgãos ou autoridades. 1 ponto 8. Não está dentre os instrumentos da Política Nacional do Meio Ambiente previstos na Lei nº 6.938/1981: (Ref.: 202206019994) Sistema Nacional de Informações sobre o Meio Ambiente. O estabelecimento de padrões de qualidade ambiental. Instrumentos econômicos, como concessão florestal. O Cadastro Municipal de atividades potencialmente poluidoras. O zoneamento ambiental. 1 ponto 9. O conceito de desenvolvimento sustentável, tal como tratado no Relatório Brundtland, também chamado de Nosso Futuro Comum, predica que: (Ref.: 202206019991) o modelo ecologicamente sustentável não se compatibiliza com desenvolvimento econômico, cabendo uma escolha ética pelo primeiro por parte das futuras gerações. se deve adequar, compulsoriamente, a velocidade das mudanças tecnológicas à capacidade de absorção pelo ecossistema dos impactos correspondentes. os recursos naturais são finitos e toda forma de desenvolvimento que utilize esses insumos deve ser tida como deletéria. odesenvolvimento pressupõe degradação, daí porque os países mais desenvolvidos devem ser taxados e a receita revertida para países que optaram por preservar sua biodiversidade. se deve satisfazer as necessidades presentes, sem comprometer a capacidade das gerações futuras de suprir suas próprias necessidades. 1 ponto 10. Com relação ao tratamento constitucional dado à questão ambiental, é correto afirmar que a Constituição Federal de 1988: (Ref.: 202206019987) estabelece que o meio ambiente ecologicamente equilibrado como um direito, mas também um dever de toda a coletividade e do poder público. trata das gerações futuras e dos animais como sujeitos de direito. estabelece que o direito ao meio ambiente ecologicamente desequilibrado corresponde ao princípio do desenvolvimento insustentável. prevê a preservação do meio ambiente ecologicamente equilibrado como dever apenas de parte da coletividade e obrigação do poder público. não reconhece o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado como um direito fundamental.