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Avaliação a Distância 1 – AD1 (2023.2) Prezado (a) discente, você está recebendo a sua primeira AD1 do semestre. Faça-a com calma e atenção. Leia e releia o que está sendo solicitado na questão. Ressalto que o prazo máximo para envio do arquivo da AD1, via plataforma, será até às 23h55 min, do dia 23/08/2023, não havendo possibilidades para prorrogações. Só serão admitidos arquivos de atividades enviados nos formatos PDF e Word, arquivos contendo a AD1 enviados em outros formatos serão zerados. Ressalta-se, ainda, que serão consideradas apenas as atividades realizadas pelo (a) discente, não sendo admitidos plágios e demais formatos de cópias. Em caso de dúvidas, por gentileza, entrar em contato com a Tutora, a professora Gabriela, pela sala de tutoria. Abraços, Professora Shirlena Amaral. Questão A partir dos tópicos estudados nas Aulas 1, 2, 3, 4, 5 e 6, podemos compreender que a inclusão é um processo mundial, que tem sido uma máxima na sociedade brasileira, bem como angaria garantias de forma legal. Nesse sentido, realize uma pesquisa de modo a ressaltar os avanços legais em prol da Educação Especial no Brasil em perspectiva da inclusão. O marco temporal inicial, a ser considerado na sua pesquisa, deverá ter início em 1988, com a promulgação da Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 (CRFB/88), também conhecida por “Carta Magna”, “Constituição Cidadã”, dentre outros, Componente Curricular: Tópicos em Educação Especial Coordenadora: Profa. Dra. Shirlena Campos de Souza Amaral Tutora: Profa. Dra. Gabriela do Rosario Silva Discente: Regina Gomes Costa Polo: São Francisco de Itabapoana Data:23/08 /2023 Nota: _______ prosseguindo até a legislação mais recente no que tange ao tema da Educação Especial. Para cada marco legal ressaltado por você, deverá ser mencionado os principais avanços colocados em pauta para a educação da pessoa com deficiência e, por conseguinte, para a sua inclusão social. (Valor: 10, 0 pontos) A educação especial passou por vários marcos até então ser considerada uma modalidade aceita nos ambientes escolares e prevalecer o direito a todos portadores de qualquer tipo de deficiência. Assim, de acordo com a Constituição Federal de 5 de outubro de 1988 passa a ser garantido o atendimento educacional especializado aos portadores de deficiência, preferencialmente na rede regular de ensino. A Lei nº 7.853 de 24 de outubro de 1989- Prevê apoio às pessoas portadoras de deficiência e sua integração. O Estatuto da Criança e do Adolescente de 13 de junho de 1990- Prevê o atendimento especializado, considerando que a criança e o adolescente não podem, de forma alguma ser estigmatizados, negligenciados, discriminados, sofrer violência, crueldade, opressão; considera ainda a punição diante da omissão em relação a qualquer tipo de criança e adolescente. A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional de 20 de dezembro de 1996- Assegurar o acesso e a terminalidade do ensino preferencialmente na rede regular para educandos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação. Prevê o atendimento especializado e a capacitação dos docentes. A Lei nº 10.098/00 de 19 de dezembro de 2000 - Dispõe sobre normas e critérios que garantam a acessibilidade dos deficientes ou dos que apresentam mobilidade reduzida. A Lei no 10.172, de 9 de janeiro de 2001. O Plano Nacional de Educação (PNE) anterior, criticado por ser muito extenso, tinha quase 30 metas e objetivos para as crianças e jovens com deficiência. Entre elas, afirmava que a Educação Especial, “como modalidade de Educação escolar”, deveria ser promovida em todos os diferentes níveis de ensino e que “a garantia de vagas no ensino regular para os diversos graus e tipos de deficiência” era uma medida importante. A Lei nº 10. 436/02 de 24 de abril de 2002- Prevê o reconhecimento da Língua Brasileira de Sinais, garantindo o direito da comunidade surda de expressar-se e comunicar-se através da Libras. Além disso, a lei garante o direito de os ouvintes aprenderem LIBRAS nas universidades, assim como a possibilidade de intérpretes de LIBRAS para facilitar, ao surdo, acesso ao conhecimento nas escolas e universidades. http://legislacao.planalto.gov.br/legisla/legislacao.nsf/Viw_Identificacao/lei%2010.172-2001?OpenDocument A Lei 10.845/2004 garante, com os fundos do FNDE (Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação), a universalização do atendimento especializado, para quem a integração não seja possível no ensino regular, e a progressividade de inserção dos alunos com deficiência no ensino comum. Também garante os dispositivos do financiamento da Educação Especial e instituições especializadas. A Política Nacional de Educação Especial na perspectiva de Educação Inclusiva de 7 de janeiro de 2007- PDE trabalha com a questão da infraestrutura das escolas, abordando a acessibilidade das edificações escolares, da formação docente e das salas de recursos multifuncionais. Acompanhar os avanços do conhecimento e das lutas sociais, visando constituir políticas públicas promotoras de uma educação de qualidade para todos os alunos. A Lei nº 12.764 de 2012- A lei institui a Política Nacional de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista. O Plano nacional de educação de 2014- A meta que trata do tema no atual PNE, como explicado anteriormente, é a de número 4. Sua redação é: “Universalizar, para a população de 4 a 17 anos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação, o acesso à educação básica e ao atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino, com a garantia de sistema educacional inclusivo, de salas de recursos multifuncionais, classes, escolas ou serviços especializados, públicos ou conveniados”. O entrave para a inclusão é a palavra “preferencialmente”, que, segundo especialistas, abre espaço para que as crianças com deficiência permaneçam matriculadas apenas em escolas especiais. A Política Nacional de Educação Especial- decreto nº 10.502 de 2020- Institui a chamada a Política Nacional de Educação Especial: Equitativa, Inclusiva e com Aprendizado ao Longo da Vida. Para organizações da sociedade civil que trabalham pela inclusão das diversidades, a política representa um grande risco de retrocesso na inclusão de crianças e jovens com deficiência, e de que a presente iniciativa venha a substituir a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva Inclusiva (listada nesse material, no ano de 2008), estimulando a matrícula em escolas especiais, em que os estudantes com deficiência ficam segregados. http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12764.htmhttp:/www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2011-2014/2012/lei/l12764.htm