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Fiscalização de condutor Estrangeiro.
A Convenção de trânsito Viário de Viena é aceita no nosso ordenamento Jurídico como Lei em sentido estrito: Art. 59 da CF/88 (Processo Legislativo):
1) CTVV - (Decreto 86.714/81, de 10Dez81);
2) RBUT - (Decreto s/nº, de 03Ago93);
3) Princípio da Reciprocidade; e
4) CTB, dentre outras normas
Relação de países do CTVV: Res. CONTRAN 371/10 ou http://www.denatran.gov.br/images/Arquivos/lista_dos_paises_ConvencaoViena_e_reciprocidade.pdf
· Art. 3º CTB - As disposições deste Código são aplicáveis a qualquer veículo, bem como aos proprietários, condutores dos veículos nacionais ou estrangeiros e às pessoas nele expressamente mencionadas.
· Art. 142. O reconhecimento de habilitação obtida em outro país está subordinado às condições estabelecidas em convenções e acordos internacionais e às normas do CONTRAN.
1.Habilitação original do próprio país (CTVV, art. 41, § 1, alínea “a”);
“Todo documento de habilitação nacional redigido em seu idioma ou em seus idiomas ou, se não estiver redigido em um de tais idiomas, acompanhado de uma tradução certificada”; 
·  No idioma de origem ou acompanhada por tradução certificada (juramentada);
Procedimento operacional:
1. Habilitação original do próprio país (estrangeira) 
+ 
2. documento oficial de identificação, válido em território brasileiro (passaporte ou CIE) “Cédula de Identidade Estrangeira”.
+
3. Tradução Juramentada. 
Fotos de CNH estrangeira e Tradução juramentada 
2.Habilitação Nacional para Dirigir (CTVV, art. 41,§ 1º, alínea “b”);
 
Todo documento de habilitação nacional que se ajuste às disposições do anexo 6 da presente Convenção”;
1. “PERMIS DE CONDUIRE” (10,5 X 7,4); Para Estrangeiro c/ vista de Turista
2. Cor de Rosa; Anexo 6, (Não precisa de tradução Juramentada).
· Infrações:
1. Sem portar a Habilitação estrangeira e original: Art. 162 inc. I CTB.
2. Se vencida: Art. 162 inc. I CTB. 
3. Se categoria diferente: Art. 162 inc. I CTB. 
4. Se menção especial: Ex.: uso de lentes corretivas – Não usava: Art. 162 inc. I CTB. 
5. Mais de 180 dias de estada regular no Brasil: Art. 162 inc. I CTB.
Procedimento operacional:
1. Habilitação Nacional para Dirigir (estrangeira) 
+ 
2. Documento oficial de identificação, válido em território brasileiro (passaporte ou CIE) 
(Não necessita de Tradução Juramentada)
TRADUÇÃO JURAMENTADA RECONHECIDA pelo Detran/SP (tradução para o português de habilitação expedida em outro país) “TRAJURE” (Esse documento não é mais emitido pelo órgão de trânsito, porém, se tiver portando temos que considerar e autuar o estrangeiro no artigo 162 inc. V do CTB por vencido a mais de 30 dias).
3.Habilitação Internacional para Dirigir (CTVV- art. 41,§ 1º alínea “c”)
“Todo documento de habilitação internacional que se ajuste às disposições do anexo 7 da presente Convenção, como válida para dirigir em seu território um automotor que pertença às categorias de veículos compreendidas pelo documento de habilitação, com a condição de que o citado documento esteja em vigência e haja sido expedido por outra Parte Contratante ou por uma de suas subdivisões ou por uma associação habilitada, para este efeito, por esta outra Parte Contratante, ou por suas subdivisões. As disposições do presente parágrafo não se aplicam aos documentos que habilitam à aprendizagem”.
Procedimento Operacional:
· Portaria DENATRAN 25/06 C/C art. 40 da Res. CONTRAN 168/04 
1. Habilitação Internacional para Dirigir (estrangeira) 
+ 
2. Documento oficial de identificação, válido em território brasileiro (passaporte ou CIE) 
(Não necessita de Tradução Juramentada)
4.RBUT- Regulamentação Básica Unificada de Trânsito (Decreto s/n.º de 3 de agosto de 1993 - Brasil, Argentina, Bolívia, Chile, Paraguai, Peru e Uruguai).
Exigências: art. 4° (Não precisa de tradução). 
RBUT, Artigo IV, número 9
Procedimento Operacional:
1. Habilitação RBUT (estrangeira) 
+
2. Documento oficial de identificação, válido em território brasileiro (passaporte, Carteira de Identidade ou CIE, para países integrantes da América do Sul, exceto Guiana Francesa, Suriname e República da Guiana) 
(Não necessita de Tradução Juramentada)
5. Autorização para Estrangeiro Dirigir Veículo Automotor no Brasil (ADVA) (Resolução n.º 50/98, art.30 § 2º);
1-Revogado pela Resolução 168/04 Contran, estrangeiro caráter definitivo no Brasil; 
2- Bordas na cor Laranja; 
3-Validade por 12 meses; quando vencida: Art. 162 inc. V CTB.
4-Documento pode ser recolhido, pois DETRAN/CIRETRAN que o expediu.
Modelo da ADVA
Esse documento também não é mais fornecido pelo Órgão de Trânsito, mas se o condutor apresentar deve ser considerado vencida a mais de 30 dias infração do artigo 162 inc. V do CTB.
DOS VEÍCULOS EM CIRCULAÇÃO INTERNACIONAL
Art. 118. A circulação de veículo no território nacional, independentemente de sua origem, em trânsito entre o Brasil e os países com os quais exista acordo ou tratado internacional, reger-se-á pelas disposições deste Código, pelas convenções e acordos internacionais ratificados.
Art. 119. As repartições aduaneiras e os órgãos de controle de fronteira comunicarão diretamente ao RENAVAM a entrada e saída temporária ou definitiva de veículos. 
DOS VEÍCULOS EM CIRCULAÇÃO INTERNACIONAL Art. 119.
§ 1º Os veículos licenciados no exterior não poderão sair do território nacional sem o prévio pagamento ou o depósito, judicial ou administrativo, dos valores correspondentes às infrações de trânsito cometidas e ao ressarcimento de danos que tiverem causado ao patrimônio público ou de particulares, independentemente da fase do processo administrativo ou judicial envolvendo a questão. (Incluído pela Lei nº 13.281, de 2016).
 
§ 2º Os veículos que saírem do território nacional sem o cumprimento do disposto no § 1º e que posteriormente forem flagrados tentando ingressar ou já em circulação no território nacional serão retidos até a regularização da situação. (Incluído pela Lei nº 13.281, de 2016).
DOS VEÍCULOS EM CIRCULAÇÃO INTERNACIONAL RESOLUÇÃO Nº 238, DE 25 DE MAIO DE 2007 - Dispõe sobre o porte obrigatório do Certificado de Apólice Única do Seguro de Responsabilidade Civil do proprietário e/ou condutor de automóvel particular ou de aluguel, não registrado no país de ingresso, em viagem internacional. (art.232 CTB).
Res. CONTRAN 247/07, Res. CONTRAN 317/09, Res. CONTRAN 318/09, Res. CONTRAN 332/09 DOS VEÍCULOS EM CIRCULAÇÃO INTERNACIONAL
Art. 260. As multas serão impostas e arrecadadas pelo órgão ou entidade de trânsito com circunscrição sobre a via onde haja ocorrido a infração, de acordo com a competência estabelecida neste Código.
§ 4º Quando a infração for cometida com veículo licenciado no exterior, em trânsito no território nacional, a multa respectiva deverá ser paga antes de sua saída do País, respeitado o princípio de reciprocidade.
Res. CONTRAN 382/11, alterada pela Res. CONTRAN 602/16
DOS VEÍCULOS EM CIRCULAÇÃO INTERNACIONAL
Veículos estrangeiros, conduzidos por brasileiros, em território nacional????
art. 334 do Código Penal, Crime de Descaminho.... “Iludir, no todo ou em parte, o pagamento de direito ou imposto devido pela entrada ou saída da mercadoria não proibida”
A lei proíbe a importação de veículos usados, só sendo possível importar veículos novos. Se foi emplacado no Paraguai, obviamente ele é usado, e por isso não é possível trazê-lo ao país.
Vale o domicílio tributário.
Elaborado pelo CB PM ALEX GT CPTran.

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