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1. Diagnóstico 2. Necessidades básicas. 3. Técnica asséptica 4. Incisões 5. Retalhos 6. Manipulações dos tecidos. 7. Hemostasia 8. Pós operatório Diagnóstico 1. Anamnese 2. Solicitação de exames complementares Imaginologicos: Radiografia periapical, radiografia panorâmica, tomografia computadorizara. Hematológicos: Hemograma completo, coagulograma, glicemia em jejum Quando solicitar a tomografia? Ø Proximidade com seio maxilar e canal mandibular e nervos alveolares inferiores. Ø Quando tem dente incluso para localizar, principalmente os caninos. Estesiometro: Medidor de parestesia. Ø Existe uma ferramenta chamada de estesiometro- São pequenos plásticos com varias espessuras. Ø Pede ao paciente para fechar os olhos e vai tocando os lados do rosto, avaliando assim, a sensibilidade. Indicações para exodontia: 1. Prevenção da doenca periodontal. 2. Prevenção de carie 3. Prevenção de pericoronarite 4. Prevenção de reabsorção radicular. 5. Dentes machados sob uma prótese dentaria 6. Prevenção de cistos e tumores odontogenicos 7. Tratamento da dor de origem desconhecida 8. Prevenção de fratura da mandíbula. 9. Facilitação do tratamento ortodôntico 10. Cicatrização periodontal otimizada. 11. Utilização do 3 molar em transplante dental (Quando o dente não está completamente formado, transplanta e espera formar ligamento periodontal). 12. Quando o dente complica o tratamento de fratura mandibular. Pericoronarite: região de folículo coronário acabou formando um microestado entre o folículo e o dente- Entrando bactérias nesse microespaco infeccionando Ø Se o paciente comparecer com a pericoronarite não necessariamente trata na mesma hora, precisamos tratar a infecção Ø A pericoronarite pode causar trismo. Obs: Não existe comprovação científica de que a retirada dos sisos resolva dores faciais desconhecidas ou idiopáticas como DTM. Ceratocisto e cisto dentigero podem estar associado a dente inclusos. Ø Descompressão: Utiliza u dispositivo para manter a cavidade aberta. Ø Marsupializacao: Sutura para deixar a cavidade aberta. Ø Após o laudo: Realiza o tratamento adequado. Contraindicações para exodontia: Classificação dos dentes impactados: Winter- Angulação -Mesioangular. -Horizontal - Vertical - Distoangular. Classificação de dentes superiores: - Vertical. -Distoangular -Mesioangular Classificação de Pell e Gregrory Classe I, II ou III- Quão dentro do ramo esta. Classe A,B e C- Nível da oclusal Fatores que podem dificultar a exodontia: 1. Estagio de formação radicular. 2. Fusão ou dilaceração radicular. 3. Largura das raizes. 4. Espaço do ligamento periodontal. 5. Tamanho do saco folicular. 6. Densidade do osso circundante. 7. Contato com 2 molar mandibular. 8. Relação com o nervo alveolar inferior. Como suspeitar através de uma radiografia panorâmica? Ø Estreitamento do ápice. Ø Desvio das raizes Exodontia de dentes inclusos Ø Escurecimento do ápice. Ø Ápice bífido. Ø Interrupção da linha cortical. Ø Estreitamento do canal. Ø Desvio do canal Necessidades básicas: Ø Acesso adequado, campo livre de sangue e auxilio Ø Técnica asséptica adequada Incisões: depende do tipo de dente se for incluso faz relaxante se for erupcionado pode só seguir a incisão do dente e descolar Obs: Não faz incisão em lingual para dentes inferiores, mantem na oclusal do 2 molar e indo para a vestibular. Incisão: Evitar Estruturas anatômicas importantes, lâmina afiada e incisão firme e continua RETALHOS: Ø A sua base sempre deve ser maior que a margem livre. Ø Sempre devem ser trapezoidal, facilitando o suprimento sanguíneo. Ø O tamanho deve favorecer a vizualizações da área a ser manipulado. Ø As margens do retalho devem estar apoiadas sobre osso sadio Ø Distância de 6 a 8mm da região de perda óssea- Evitar Deiscência- Retardo na cicatrização. Ø Manipulação cuidadosa e delicada Ø Torções compressões e distensões- Cuidado com calor e trauma mecânico, alem de trauma cirúrgico. Ø Em cirurgias que visem a abordagem ossea, o retalho deve ser mucoperiosteal de espessura total. (O periósteo é responsável pela nutrição)- O deslocamento deve ser rente ao osso, para não ficar laceração o periósteo e evitar o sangramento. Ø A incisão deve ser parapapilar. Semilunar: Indicada para cirurgias paraendodontias. Em Y: Indicada para tórus palatino. Quando optar pelo retalho? 1. Casos onde seja necessária, uma forca excessiva para remover o dente. 2. Quando a técnica fechada falhou. 3. Densidade óssea aumentada. 4. Divergência ou dilaceração radicular. 5. Hipercementose. 6. Expansão do seio maxilar. 7. Coroas e raizes com caries extensas. Técnicas exodonticas: I. Apenas fórceps. II. Alavanca III. Uso de brocas. Alveolite pode ser causada pelo uso de brocas sem irrigação. Movimentos de alavancas: Ø Alavanca: Braço de alavanca e apoio. Ø Cunha: Expansão, divisão e deslocamento Ø Roda e eixo: Giro- Pode ser usada por exemplo com a bandeirinha. Movimentos o fórceps: Movimentos de intrusão (romper as celulas do ligamento periodontal), lateralidade, rotação (não pode fazer em dentes mulirradiculares) e tração. Remoção de osso: Ø Brocas numero 8 e 702. Ø O osso poderá ser removido nas faces: oclusal, vestibular e distal. Ø A face lingual nunca devera ser desgastado. Ø O osso de recobrimento removido com broca esférica numero 8. Ø A broca 703 não possui ponta ativa, mas pode ser usada no desgaste lateral e na odontoseccao. Ø Dentes maxilares não necessitam sempre de desgaste com broca. Seccionamento: Mesioangular: Vertical com as raizes difíceis: Ø Com a Broca cilíndrica faço primeiro a odontoseccao bem no meio. Ø Remove primeiro a porção distal, para que na mesial tenha apoio para retirar. Horizontal: Ø Osteotomia ate um pouco d raiz. Ø Remove parte da coroa primeiro Ø Depois remove as raizes, bandeirinha ou potts. Transplante dentário: Caso vá perder um dente, transporta do terceiro molar. Indicações: Ø Agenesia. Ø Perda traumática ou por carie. Ø Condições patológicas. Ø Dentes impactados em condicoes anormais. Contraindicações : Ø Possibilidade de tratamento conservador. Ø Falta de espaço adequado. Ø Possibilidades e fracionamento ortodôntico. Fase cirúrgica: Ø Anestesia. Ø Incisão Ø Osteotomia. Ø Extração do dente (Leito receptor) Ø Preparo do leito receptor Ø Extração do dente (Leito doador) Ø Limpezas da cavidade Ø Sutura Ø Colocação do germe no alvéolo em infaoclusao. Ø Sutura das papilas. Ø Contenção (Fio ortodôntico, por trás do dente transplantado) Carga mastigatória apenas 30-90 dias.