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tamirespaiiva@hotmail.com
Resumos de
I – Olfatório (Sensitivo)
II – Óptico (Sensitivo)
III – Oculomotor (Motor)
IV – Troclear (Motor)
V – Trigêmeo (Misto)
VI – Abducente (Motor)
VII – Facial (Misto)
VIII – Vestibulococlear (Sensitivo)
IX - Glossofaríngeo (Misto)
X – Vago (Misto)
XI – Acessório (Motor)
XII – Hipoglosso (Motor)
- Localizado na impressão trigeminal do osso Temporal
- Saída pela fissura orbital superior
- Saída pelo forame redondo
- Saída pelo forame oval
Ilustração: Tamires Paiva
Ilustração: Tamires Paiva
Ilustração: Tamires Paiva
Função Motora:
- Músculos da mímica facial
(exceto o elevador da pálpebra sup. - III par)
- Corda do tímpano
- Platisma
- Ventre posterior do digástrico
- Estilo hióideo
- Horner
Função Sensitiva:
- Pavilhão auditivo
- Meato acústico externo
- Tímpano
Função gustativa: 2/3 anteriores da língua
Função vegetativa: Glândula lacrimal, submandibular e sublingual
Lesão: Paralisia facial, Hiperacusia, Lagoftálmico, Epífora, Sinal de
Bell e Ageusia.
- Sulco bulbo-pontinho
- Forame estilomastoídeo
Ramo frontal (anterior)
A.a temporais profundas
anterior e posterior 
A supratroclear (ACI)
A. angular
Ramo nasal lateral
A. infraorbital 
A. labial superior 
A. labial inferior 
A. facial 
A. lingual 
A. tireóidea inferior 
A. carótida externa 
A. carótida comum 
A. vertebral
A. carótida interna
A. faríngea ascendente
A. occipital
A. auricular posterior
A. maxilar
A. temporal superficial
A. transversa da face
A. meníngea média
A. Ramo parietal (posterior)
A. angular
Ramos nasais laterais
A. labial superior
A. labial inferior
A. submentual
A. tireóidea superior
A. lingual
A. facial
A. carótida comum
Seio carotídeo
A. carótida interna
A. faríngea ascendente
Ramo tonsilar
A. occipital
A. auricular posterior
A. maxilar
A. temporal superficial
A. mentual
Ramo muscular para
o pterigoideo medial
Aa. alveolares superiores 
posteriores
Aa. alveolares superiores 
médias e anteriores
A. bucal
A. infraorbital
3ª parte da a. maxilar
A. temporal profunda anterior
Ramo muscular para o 
pterigoideo lateral
A. temporal profunda posterior
A. massetérica
A. meníngea média
Aa. auricular profunda 
e timpânica anterior
A. temporal superior
A. maxilar
A. alveolar inferior
A. carotídea externa
A. milo-hióidea
A. lingual
A. facial
A. alveolar inferior (no canal da mandíbula)
A. milo-hióidea
A. alveolar inferior
A. carótida externa
A. maxilar
A. temporal superficial
A. timpânica anterior 
e auricular profunda
A. meníngea média
A. meníngea acessória
A. temporal 
profunda 
posterior
A. temporal profunda anterior
A. para o pterigoideo lateral
A. esfenopalatina
A. infraorbital
Ramo palpebral inferior
Ramo nasal
Ramo labial inferior
Ramos alveolares 
superiores anteriores
Ramos alveolares 
superiores posteriores
A. palatina maior
A. palatina descendente
A. palatina menor
A. bucal
A. para o pterigoideo medial
A. massetérica
Seio 
Frontal
Seio 
Etmoide
Seio 
Maxilar
Abertura do 
Seio Maxilar Seio 
Esfenoide
C
O
R
TE SA
G
ITA
L
Pré-auricular
(parotídeo)
Submentonianos
Submandibulares
Anterior 
cervical
Supraclavicular
Cervical 
profundo
Occipitais
Pós-auriculares
Cervicais 
Profundos superiores
Cervicais 
profundos médio
Cervicais 
profundos inferiores
Palpáveis, móveis, superfície lisa, consistência fibroelástica e doloroso.
Relacionadas ao dente, ouvido, trato respiratório e regiões próximas.
Palpáveis, móveis, consistência lisa e fibroelástica e indolores, sem inflamação ativa.
Fixos, rugosos, endurecidos e indolores.
Presença de tumor maligno na região próxima, que está disseminando para os
linfonodos que atuam como “sentinelas” da região.
Origem: arco zigomático (feixe superficial e profundo)
Inserção: tuberosidade massetérica
Função: elevação e protrusão da mandíbula
Origem: linha temporal inferior e fáscia temporal
Inserção: processo coronoide da mandíbula
Função: elevação e retração da mandíbula e aux. na lateralidade
Origem cabeça sup: asa maior do esfenoide
Origem cabeça inf: face lateral da lamina lateral do
processo pterigoide
Inserção cabeça sup: disco e cápsula da ATM
Inserção cabeça inf: colo do proc. condilar da mandíbula
Função: abaixar, protuir e lateralizar a mandíbula
Origem cabeça profunda: face medial da lamina lateral
do processo pterigoide
Origem cabeça superficial: túber da maxila
Inserção: tuberosidade pterigoidea
Função: elevação e protusão da mandíbula e auxilia na
lateralidade
Todos os músculos da mastigação são inervados por ramos da divisão 
mandibular (V3) do nervo trigêmeo (V par)
Forame oval
1. Lábio e vestíbulo bucal 
2. Mucosa jugal bilateral
3. Fundo de sulco superior
4. Fundo de sulco inferior 
5. Palato duro
6. Palato mole 
7. Orofaringe
8. Assoalho bucal 
9. Língua
1
1
2
5
6
7
9
4
3
8
2
Tomos (camadas/corte) + Gaphos (escrita)
Imagens do corpo em fatias ou cortes
Hipodensidade: Imagens escuras
Hiperdensidade: Imagens claras
Tomografia Fan Beam Tomografia Cone Beam
Tomografia Fan Beam Tomografia Cone Beam
Aquisição de cortes axiais para 
posterior reformatação do 
volume
Aquisição de volume total, para 
posterior interpretação dos cortes 
em planos específicos
Feixe em formato de leque
Captura do volume em camadas para posterior reconstrução 
Single-slice: um receptor 
Multi-slice: vários receptores
Quanto MAIOR a densidade, MAIOR atenuação da estrutura;
BRANCO – HIPODENSO (OSSO COMPACTO: 1000 UH)
Quanto MENOR a densidade, MENOR atenuação da estrutura;
PRETO – HIPODENSO AR: 1000 UH)
ÁGUA: 0 UH
Densidade na TC Valores de atenuação Imagem no filme
Meio de contraste + 100 a 1.000 Branca brilhante
Osso 100 Branca
Água (partes moles) 0 a 100 Cinza médio
Gordura -60 a -100 Cinza escuro
Ar -120 a -1.000 Preto 
A reconstrução do exame tomográfico aparece como fatias de 
imagens nos três planos: axial, coronal e sagital.
Corte Axial 
(Superior)
Corte Coronal
(Frontal)
Corte Sagital
(Lateral)
Variações de cortes
Cortes Transaxiais Cortes Parassagitais
Reformatação
Panorâmica
• Área escaneada do paciente;
• Varia de equipamento para equipamento
(tamanho da área útil do detector ou sensor de
imagem);
• Quanto MENOR o FOV, melhor é a qualidade da
imagem adquirida, dando mais detalhes da
estrutura escaneada;
FOV 5X5 cm (pequeno volume)
Endodontia
Implantodontia 
Radiação <
FOV 6X8 cm (pequeno volume)
Maxila ou Mandíbula 
(completas) 
Implantodontia 
(múltiplos)
FOV 8X8 cm (pequeno volume)
FOV 8X15 cm (grande volume)
Maxila /Mandíbula (completas) 
Vias aéreas superiores 
Coluna cervical (superior) 
Seio Maxilar 
ATM ( lados direito e esquerdo)
Maxila /Mandíbula 
(completas) 
Porção do Seio Maxilar
FOV 13X15 cm (grande volume) 
Toda a complexo 
Dentomaxilofacial Ortodontia 
e Cirurgia Ortognática
Pixel Voxel
Ponto de resolução gráfico que se traduz na
menor unidade de informação da imagem
Menor unidade de volume, formado pela união
de pixels (picture element), em um formato de
cubo;
É isométrico e isomorfo (formado por pixels de
mesmo tamanho em todas as suas faces);
Determina a qualidade da imagem, pois quanto
menor seu tamanho, maior é o detalhe e melhor
a definição;
CIRURGIA
Cheir Ergon
MÃO TRABALHO
A palavra origina-se do grego onde:
Tipo de procedimento no qual o cirurgião realiza
uma intervenção manual ou instrumental no
corpo do paciente para diagnosticar, tratar ou
curar doenças ou traumatismos, ou para
melhorar a funcionalidade ou aparência de parte
do corpo.
Classificação do Estado Físico 
Paciente normal, saudável;
Paciente com doença sistêmica leve ou com um significante risco de saúde;
Paciente com doença sistêmica grave que não é incapacitante;
Paciente com doença sistêmica grave que oferece risco de vida constante;
Paciente moribundo que provavelmente não sobreviverá sem a operação;
Paciente com morte cerebral declarada que está passando por remoção de
órgãos para doá-los;
Consistena determinação correta e segura que
para a resolução do quadro clínico, é necessário o
uso de recursos terapêuticos em cirurgia.
2. Da oportunidade do uso da cirurgia
Consiste em determinar após avalição do estado
de saúde geral e avaliação do estado de saúde
local, se existe a oportunidade para a realização
da cirurgia.
ANAMNESE EXAME CLÍNICO
DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL
EXAMES COMPLEMENTARES DIAGNÓSTICO DEFINITIVO
TERAPÊUTICA ADEQUEADA
CONSERVADORA CIRÚRGICA
NECESSIDADE 
CIRÚRGICA
AVALIAÇÃO SISTÊMICA AVALIAÇÃO LOCAL
OPORTUNIDADE CIRÚRGICA
É o momento em que é feita a adequação da técnica cirúrgica ao paciente,
levando em consideração o diagnóstico definitivo, as alterações
morfofuncionais dele decorrentes e as considerações locais e gerais da
saúde do paciente.
• Decorrem do planejamento;
• Técnica cirúrgica compatível;
• Padrão de conduta cirúrgica;
• Recurso de suporte ao paciente no trans e pós operatório;
• Integração multiprofissional;
É o conjunto de métodos empregados para impedir que determinado local,
superfície, equipamento e/ou instrumental seja contaminado;
- Esterilização dos instrumentais;
- Paramentação (gorro, máscara, avental, luvas, etc) e campos cirúrgicos;
Medidas que visam diminuir os microorganismos nos tecidos vivos;
- Lavagem e escovação das mãos (clorexidina 2%);
- Aplicação de solução antisséptica na pele (embrocamento com clorexidina 2%);
- Aplicação de solução nas mucosas (bochecho com clorexidina 0,12%)
Pré operatório: correto planejamento
Trans operatório: suporte da hemostasia
Pós operatório: minimização das sequelas decorrentes do ato operatório
Processo físico ou químico que elimina as formas vegetativas de microorganismos
de artigos e superfícies (álcool 70%);
1. TÉCNICA CIRÚRGICA
2. PATOLOGIA CIRÚRGICA
3. CLÍNICA CIRÚRGICA
Consiste no estudo particular das 
operações e sua manobras 
fundamentais
Que é a execução dos tempos operatórios;
Que é a conduta adotada nas diferentes
fases da intervenção cirúrgica;
Consiste no estudo das patologias 
localizadas nos diferentes órgãos, 
sistema ou aparelhos, onde pela 
natureza da afecção, impõe-se um 
tratamento cirúrgico
Estuda as doenças localizadas em tecidos ou
órgãos em geral.
Ex: neoplasias, infecções cirúrgicas, etc.
Estuda as afecções localizadas em uma
determinada região corporal.
Ex: afecções cirúrgicas da região cervical
Estuda o paciente ou a doença, onde a 
afecção adquire um caráter real e 
verdadeiro.
São os meios empregados para
estabelecer o diagnóstico;
São os meios empregados para o
tratamento operatório, os quais podem ser
físicos, químicos ou cirúrgicos;
É o estudo das intervenções exigidas 
pelas afecções cirúrgicas, resultando 
fundamentalmente, no seu tratamento.
É o ato executado com os instrumentos ou
pela mão cirúrgica. É o conjunto de
manobras efetuadas com as mãos armadas
de instrumentos que o cirurgião realiza
sobre o paciente penetrando por uma
ferida preestabelecida ou por via natural;
Há perda de sangue;
Praticamente sem perda de sangue;
Onde o cirurgião deve intervir
imediatamente para salvar uma vida;
Ex: desobstrução das vias aéreas
São as que o cirurgião dispõe de um
certo tempo para preparar o paciente,
melhorando o seu estado geral para o
ato operatório;
Ex: Cirurgia oral menor
Ex: drenagem de abcesso
Ex: periodontite
(laparotomia exploratória)
Quando não há cura total.
Ex: remoção de um tumor em paciente
com metástase em outro órgão.
Quando há cura total da lesão
Quando conservamos o tecido ou órgão afetado
Quando há necessidade de extirpar o órgão total ou parcialmente;
Ex: amputação de membros
Quando fazemos a reparação do tecido ou órgão afetado;
Ex: dermorrafia
Incisão corte, secção. Ex: 
Ablação, exérese, retirada, extirpação. Ex: 
Boca, abertura para o exterior. Ex: 
Punção. Ex: 
Parar, suturar. Ex: 
União, sutura. Ex: 
Exploração, observação. Ex: 
Plástica, reparação. Ex: 
União de órgãos. Ex: 
Imobilização. Ex: 
Fixação. Ex: 
Fratura. Ex: 
Manobras manuais e instrumentais que visam
afastar os tecidos com finalidade terapêutica.
realizada com 
bisturi ou tesoura 
Deve seguir os seguintes princípios:
- Lâmina de bisturi deve estar perpendicular ao
corte
- Evitar incisão em tecidos fora do plano cirúrgico
- Incisão em um só tempo “única e magistral”
- Não trocar a direção do corte
• Em boca, fazer o movimento de incisão
sempre com a mão em apoio ao tecido duro.
utiliza a cureta que tem por
finalidade eliminar tecidos superficiais;
raspado mais superficial do
tecido. Utiliza-se cureta ou lâmina de bisturi;
realizada com agulha ou trocáter.
cistocentese, ruminocentese;
técnica que afasta o tecido sem
secção. Pode ser manual ou instrumental;
manobra manual com
descoladores.
descolamento do retalho mucoperiosteal
utiliza a tesoura ou bisturi
para eliminar bridas (aderências);
- Lâmina de nº 10: usada para grandes incisões na pele
em outras partes do corpo;
- Lâmina nº 11: é pontiaguda, usada principalmente
para fazer pequenas incisões e também para incisar um
abscesso;
- Lâmina nº 12: em forma de gancho, é útil para
procedimentos nas áreas mucogengivais, em que as
incisões são feitas sobre as faces posteriores dos dentes
ou na área da tuberosidade;
- Lâmina de bisturi nº 15: é a mais usada para a cirurgia
intraoral, é pequena e indicada para fazer incisões em
torno dos dentes e nos tecidos moles;
Empunhadura em 3 pontos: “Entra com a tesoura fechada,
abre a tesoura dentro do tecido” Anelar, polegar e indicador 
formando um tripé
Separação/Afastamento dos tecidos sem incisá-los ou cortá-los.
Descoladores e Tesouras
Retalhos cirúrgicos são feitos para conseguir
acesso cirúrgico a uma área ou para mover o
tecido de um local para outro.
A dimensão da base do retalho (x) não deve ser menor 
que a dimensão do peso (y). Preferencialmente a 
dimensão do retalho deve ser x = 2y
Quando uma incisão relaxante é usada p/ rebater um retalho 
de 2 faces, a incisão deve ser projetada p/ maximizar o 
suprimento de sangue do retalho ao deixar uma base grande
Quando uma dilaceração 
ocorrer próximo à borda 
livre do retalho, o 
suprimento de sangue 
para o tecido do retalho é 
comprometido
SUPRIMENTO DE SANGUE SUPRIMENTO DE SANGUE
INCISÃO DE LIBERAÇÃO
SUPRIMENTO DE SANGUE
ÁREA DE SUPRIMENTO DE SANGUE 
COMPROMETIDA COMO RESULTADO DA 
DILACERAÇÃO NO RETALHO
Evita deiscência 
(complicação como 
abertura dos pontos)
A. O retalho deve ter a base mais ampla que a
margem gengival livre.
B. Se o retalho for mais estreito na base, o
suprimento sanguíneo será inadequado,
levando à necrose do retalho
A. Para ter acesso suficiente à raiz do segundo
pré-molar, o retalho em envelope deve
estender-se, anteriormente, à mesial do
canino, e, posteriormente, à distal do primeiro
molar.
B. Se for usada uma incisão de alívio (ex.
retalho triangular), o retalho estende-se até a
mesial do primeiro pré-molar.
A
A
B
B
Incisar os tecidos moles a fim de permitir o descolamento do 
retalho. Utiliza-se lâmina nº 15 + cabo de bisturi nº 3
1. A lâmina faz leve ângulo com o dente e corta os tecidos moles,
inclusive o periósteo, até a crista óssea, a incisão inicia-se de
posterior e levada em direção anterior, tomando cuidado para
incisar completamente através da papila interdentária. Utiliza-se
força contínua e suave, mantendo a parte cortante da lâmina em
contato com o osso durante a incisão.
2. O deslocamento do retalho começa pela papila, a extremidade
cortante do descolador nº9 é introduzida sob a papila na área de
incisão e girada lateralmente para afastar a papila do osso
subjacente, utiliza-se essa técnica ao longo de toda a extensão da
gengiva livre.
3. Uma vez que a margem livre do retalho tenha sido descolada, a
extremidade maior do descolador nº9 é usada para descolar o
retalho mucoperióstico até a extensão desejada, e pode-se usar o
descolador como afastador para manter o retalho na posição
adequada de deslocamento posicionando perpendicular ao osso e
mantido no local, sendo firmemente empurradocontra o osso sadio.
1
2
3
A sutura ajuda a manter o retalho de tecido mole sobre o osso, esta é 
uma função extremamente importante, uma vez que o osso necrosa 
quando não é coberto por tecidos moles, e necessita de mais tempo 
para cicatrizar.
1. Se for utilizado um retalho triangular, o final vertical da incisão deve
ser fechado separadamente. Em geral, são necessárias 2 suturas para
fechar o final vertical do modo adequado, antes de inserir as suturas,
deve-se usar o destaca periósteo nº 9 para elevar, ligeiramente, o
lado fixo da incisão, liberando a margem para facilitar a passagem
da agulha pelos tecidos.
2. Quando o retalho triangular é reposicionado, a primeira sutura é
feita na extremidade oclusal da incisão de alívio vertical (1).
As papilas são, depois, suturadas sequencialmente (2 e 3) e, por fim,
sutura-se a parte superior da incisão de alívio (4).
1
2
Manobras manuais e instrumentais que
visam evitar, prevenir ou deter a
hemorragia ou impedir a circulação
temporária em determinada área;
Tem por finalidade:
- Limpeza da área operatória, pois o sangue
dificulta a visualização;
- Evitar o choque e hipóxia tecidual;
- Evitar coágulos nas bordas das feridas, pois
estes são meio de cultura para bactérias,
podendo retardar a cicatrização;
O controle da hemorragia deve ser feito
plano a plano;
- Torniquete
- Tamponamento com gaze (ilustração abaixo)
- Compressão digital ou instrumental
- Pinça hemostática;
- Ligadura ou transfixação com fios de sutura
(evitar englobamento de tecidos em torno dos vasos);
Mono ou Multifilamentar
Fio
 d
e su
tu
ra
 + a
g
u
lh
a
Manobras que reposicionam os tecidos e os
mantém estabilizados, para permitir o processo
de reparação tecidual.
- Mineral, Animal ou Sintético
- Categute (Submucosa de intestino de
boi/carneiro)
- Naturais (Seda, Linho, Algodão)
- Sintéticos (Nylon - poliamida, Dácron -
poliéster, Polipropileno)
- Monofilamento (Nylon)
- Multifilamentos (Algodão, Seda, Categute)
- 3.0 , 4.0 ou 5.0
- Ser biocompatível
- Manter a força tênsil até que a cicatriz adquira
sua própria resistência;
- Ter plasticidade;
- Ter resistência a tração e torção;
- Reter o mínimo possível de placa;
- Não ser incômodo ao paciente;
- Não provocar reações alérgicas teciduais;
O porta-agulha é seguro com o polegar 
e o dedo anelar
O dedo indicador se estende ao longo do 
instrumento para estabilidade e controle
Classificação:
Traumáticas
Atraumáticas
¼ de círculo 3/8 de círculo
½ curva
½
de círculo
5/8 
de círculo reta
Tipo Traumático Tipo Atraumático
Cilíndrica
Triangular
Prismática
Quando a agulha estiver passando pelo tecido,
esta deve entrar na superfície da mucosa em
um ângulo reto para fazer o menor furo possível
no retalho mucoso.
Se a agulha passar através do tecido
obliquamente, a sutura irá dilacerar as
camadas superficiais do retalho quando o nó
for feito, o que resultará em maior lesão do
tecido mole.
A quantidade mínima de tecido entre a sutura e a borda do retalho deve ser de 3 mm
A agulha é segurada pelo porta-agulha e
passada através da papila, usualmente pelo
tecido mole elevado primeiro.
O porta-agulha é então solto da agulha; ele a
segura novamente na parte de baixo do tecido e
é girado através do retalho, com cuidado para
nunca pegar na ponta da agulha.
A agulha é então passada através do lado
oposto do tecido mole da papila de forma
parecida.
O porta-agulha agarra a agulha no lado oposto
para completar a passagem da sutura pelos dois
lados da mucosa.
O fio de sutura é puxado através do
tecido até que reste apenas uma
pequena quantidade de fio. O porta-
agulha é segurado horizontalmente
pela mão direita na preparação do nó.
A mão esquerda enrola depois a
extremidade mais longa do fio de sutura
ao redor do porta-agulha (pode-se optar
por enrolar o fio com o próprio porta-
agulha), 2x no sentido horário para fazer
dois laços de sutura.
O cirurgião, então, abre o porta-
agulha e pega a extremidade
curta do fio de sutura perto da
ponta.
As extremidades do fio de sutura
são puxadas para apertar o nó.
Dá-se 1 volta no fio do porta-
agulha, agora no sentido anti-
horário e aperta-se o nó
novamente.
Dá-se mais 1 volta no fio do porta-
agulha, agora no sentido horário e
aperta o nó novamente, finaliza-se
cortando o fio deixando uma
pequena quantidade (+/- 2 a 3mm)
Donatti
Ponto em X
(situações onde não conseguimos 
aproximar suas bordas)
Ponto Simples
Simples contínuo Festonada
(Reverdin/Ford) 
Wolff
Ponto em U
Todo ser vivo tem a capacidade de reposição das lesões causadas por traumatismo, devido 
essa capacidade, a cirurgia pode ser utilizada como uma modalidade terapêutica. 
O trauma cirúrgico desencadeia uma série de fenômenos intrínsecos que despertam e 
acompanham a reposição estrutural
Participação dos mecanismos de defesa 
do organismo
O traumatismo provoca uma série de
reações bioquímicas acompanhadas por
alterações características na morfologia
dos tecidos denominados fases da
reparação.
Como são essas alterações morfológicas?
- São próprias para cada indivíduo;
- São repetitivas durante a evolução para
a cura da ferida;
- Dependem da intensidade do
traumatismo desencadeado;
- Podem estar relacionados com
manifestações clínicas detectáveis;
5 Sinais Cardinais da Inflamação
Calor – Rubor – Dor – Edema – Perda de função
Vasoconstrição transitória inicial
Vasodilatação é causada pela ação da histamina,
prostaglandinas e outras substâncias vasodilatadoras.
A dilatação faz com que intervalos intercelulares ocorram, o
que permite a saída plasmática e a migração de leucócitos.
Pericito
Membrana basal
Célula endotelial
Leucócitos polimorfonucleares 
marginais
Plaquetas
Mastócitos
Frações do complemento
Lacunas abertas entre as 
células endoteliais
Prostaglandinas
Leucócitos polimorfonucleares 
migrando para o espaço intersticial 
da calha (diapedese) 
Histamina
1. Início concomitantemente ao traumatismo, perdura ao máximo 48h;
2. Ação inflamatória mediada por substâncias autacoides denominadas
vasoativas;
3. Alteração na estrutura do vaso, aumento de diâmetro, permitindo
exsudação plasmática;
4. Aumento da pressão osmótica, dando permeabilidade do endotélio;
5. Inflamação primária: Resposta rápida, permanece restrita a região
anatômica dos tecidos lesados;
Sinais de Celsus (5 sinais cardinais) permanecem pelas primeiras 48h e
depois regridem;
Nas primeiras 24hs a resposta é exacerbada;
As drogas antiinflamatórias, podem ser utilizadas nesse período;
O uso de frio atua localmente, diminuindo a redução da intensidade da
exsudação e reduzindo o calibre dos vasos;
A relação entre o tamanho dessa resposta é proporcional a intensidade
do trauma;
Aumento na concentração numérica das células do tecido conjuntivo,
tanto macrófagos, quanto fibroblastos;
- Inchaço nos tecidos;
- Permanece com o quadro inflamatório por 72h;
Coágulo bem definido que tende a unir as bordas da ferida, denominado:
Tecido de granulação;
Coágulo e rede de fibrina de coágulo com infiltrado leucocitário;
Inicia no 3º dia e vai até o 6º dia;
- Tecidos de granulação normal com aspecto morulado (lembra amora) é flácido
e friável;
- Podendo preencher toda a ferida (cicatrização por primeira intenção);
- Podendo preencher parcialmente a ferida (cicatrização por segunda intenção);
Depósito extracelular de ácido hialurônico e de colágeno, sintetizados
pelo fibroblasto;
. Inicia-se no 6º dia do pós operatório e perdura até que a quantidade
de colágeno seja suficiente para repor os tecidos lesados durante o ato
operatório;
Os tecidos neoformado em cavidade oral, são mais resistentes e menos
flácidos quando comparados aos tecidos normais;
Ocorre diminuição no número de fibroblastos;
Desaparece macrófagos e leucócitos;
Reestabelece microcirculação regional;
Relação normal entre tecido real e tecido neoformado;
Os tecidos neoformado em cavidade oral, são mais resistentes e menos
flácidos quando comparados aos tecidos normais;
A ferida enche-se de sangue
coagulado,células inflamatórias
e plasma. O epitélio adjacente
começa a migrar para dentro da
ferida e as células
mesenquimatosas
indiferenciadas, começam a
transformar-se em fibroblastos.
Ocorre a migração epitelial
contínua, os leucócitos dispõem
de materiais estranhos e
necróticos, inicia-se a
neoformação capilar, e os
fibroblastos migram para ferida
pelos fios de fibrina
A proliferação aumenta a
espessura epitelial, as fibras de
colágeno são casualmente
estabelecidas pelos fibroblastos,
as brotações capilares começam
a estabelecer contato com os
seus homólogos de outros locais
na ferida.
Restaura-se a estratificação
epitelial, o colágeno é
remodelado em padrões
organizados de forma mais
eficiente, os fibroblastos
desaparecem lentamente e a
integridade vascular é
restabelecida.
Regeneração
Reposição das estruturas lesadas por
células com morfofuncionalidades
semelhantes aquelas que anteriormente
existiam;
Cicatrização
Reposição das estruturas por um tecido
conjuntivo fibroso, denominado tecido
cicatricial;
- Anatomia, fisiologia e farmacologia
- Princípios da necessidade e oportunidade cirúrgica
- Técnica de Assepsia e Antissepsia
- Técnicas Anestésicas
- Domínio do pré e pós operatório
- Técnica cirúrgica e do instrumental
- Desenvolvimento psicomotor
Limitar o dano causado pela doença, evitando sequelas de ordem local e sistêmica
- via de acesso livre para executar a anestesia e as manobras cirúrgicas;
(verificar por exemplo: extensão até onde o paciente consegue abrir a boca, presença
de trismo, DTM)
(quebrar resistência)
- Osteotomia: criar espaço artificial entre raiz e osso
- Odontossecção: divisão programada do dente, objetivando diminuir o volume a
resistência, para facilitar sua remoção
- Evitar danos as estruturas vizinhas
(multiplicar força para o instrumento)
- Determinação correta e segura de que para a resolução do quadro clínico
apresentado pelo paciente, torna-se necessário o uso de recursos terapêuticos
específicos;
Processos 
patológicos Traumatismos
Dentes que interferem na 
reabilitação protética Dentes ectópicos
Supranumerários Decíduos não esfoliados Dentes sediados em estrutura
anatômica portadora de patologia 
Ausência de alterações 
sistêmicas e locais;
- Situação ou momento mais favorável para a intervenção cirúrgica sem que possíveis
anormalidades na condição de saúde, interfiram no decorrer do tratamento;
Presença de alterações sistêmicas e 
locais que podem ser normalizadas 
por recursos terapêuticos;
Gengivite
Pericoronarite
Hipertensão
Diabetes
Alterações sistêmicas e locais 
que não se revertem por 
recursos terapêuticos;
Dentes relacionados a 
lesões malignas
Hipertensão não controlada
Diabetes não controlada
Leucemia
Praticada preservando a estrutura óssea
alveolar;
- Dilaceração do alvéolo
- Odontossecção
Praticada depois de remover parte da
parede óssea alveolar;
- Técnica aberta ou cirúrgica
- Osteotomia
1. Definir a técnica cirúrgica a ser usada: Exame Clínico e Radiográfico
2. Equacionar as dificuldades esperadas para permitir uma sequência evolutiva
normal;
- Posicionamento do dente
- Tecidos moles circunvizinhos
- Grau de destruição da coroa dentária
- Grau de abertura bucal
- Número e morfologia das raízes
- Condição das estruturas mineralizadas
dos dentes
- Presença de restaurações
- Características estruturais do osso
alveolar
- Condições de implantação
- Peculiaridades anatômicas
(ex: canal mandibular e seio maxilar)
Exame clínico
Anamnese
Exames 
complementares 
Diagnóstico
Posicionamento do dente
Tecido moles circunvizinhos
Grau de destruição da coroa dentária
Grau de abertura bucal
Radiográfico:
Número e morfologia das raízes
Condição das estruturas 
mineralizadas dos dentes
Presença de restauração
Características estruturais do osso alveolar
Condições de implantação óssea do dente
Peculiaridade anatômicas 
(canal mandibular e seio maxilar)
Coleta de dados
Condições sistêmicas
Alergias, uso de medicações
História médica pregressa e atual
História dental
Queixa principal
Determinação correta e segura de que 
para a resolução do quadro clínico 
apresentado pelo paciente, torna-se 
necessário a intervenção cirúrgica
- Facilitar o acesso ao campo;
- Obter maior campo visual para o
operador;
- Obter melhor resultado do trabalho
mecânico efetuado pelo instrumental;
- Permitir o livre trabalho para o auxiliar;
- Manter o paciente em posição segura e
confortável;
- Poupar fisicamente o cirurgião;
- Plano oclusal dos dentes inferiores
paralelos ao solo, na altura do cotovelo
do cirurgião;
- Plano oclusal dos dentes superiores
formando um ângulo de 45º com o solo,
na altura do ombro do cirurgião;
- Cirurgião em pé, à direita e
ligeiramente à frente do paciente;
- Cirurgião à direita e atrás do paciente;
- Cirurgião sempre à direita e à frente do
paciente;
- As posições das mãos e do fórceps, são
as mesmas utilizadas para posição em
pé;
O instrumental deverá:
- Estar disposto sobre bandeja metálica, limpa, flambada, recoberta com campo estéril;
- Ordenados de acordo com a sequência cirúrgica;
SORO
ESTÉRIL
CLOREX 
2%
O objetivo do uso do fórceps é duplo: 
1: Expansão do alvéolo ósseo pelo uso das
pontas em forma de cunha e dos
movimentos do próprio dente com o
fórceps.
2: Remoção do dente do alvéolo.
Uma alavanca inter-resistente:
A potência é a mão do operador, a
resistência do tecido ósseo alveolar e o
punho de apoio é o ápice dental;
Uma alavanca de 1º grau (interfixo):
- Ocorre nos dentes em que a espessura do
ápice aumenta em direção à linha do colo,
como nos Incisivos laterais superiores;
Pontas dos fórceps forçados apicalmente 
embaixo do tecido mole
As pontas ativas dos fórceps 
agem como uma cunha para 
expandir o osso alveolar e 
desloca o dente em direção 
oclusal.
Obs: a tábua óssea vestibular 
apresenta maior densidade 
óssea em relação à lingual.
Maxila Mandíbula
São seguros com a palma da mão sob o fórceps 
de maneira que a parte ativa seja direcionada 
para cima 
São seguros com a palma da mão sobre o 
fórceps de maneira que a ponta seja 
direcionada para baixo, na direção dos dentes
Permite que a parte ativa adentre o espaço 
periodontal, auxiliando na desinserção das 
fibras e na expansão óssea.
As pontas dos fórceps atuam 
como cunhas para expandir o 
osso alveolar e deslocar o dente 
na direção oclusal. 
Se o fórceps é ajustado apicalmente, o centro de 
rotação (*) é deslocado apicalmente, e menores 
pressões apicais são geradas (A). Isso resulta em 
maior expansão do córtex vestibular, menor 
movimento do ápice do dente, e assim, menor 
chance de fratura da raiz (B). 
1. Intrusão 2. Pendular
Fórceps deve ser ajustado com 
forte pressão apical para 
expandir a crista óssea e deslocar 
o centro de rotação o mais 
apicalmente possível. 
Aplicar pressão apical, objetivo: (1) apesar de o 
dente se mover em direção apical minimamente, o 
alvéolo dental é expandido pela inserção das 
pontas para baixo no espaço do ligamento 
periodontal, assim, a pressão apical do fórceps no 
dente causa expansão óssea. (2) Uma segunda 
realização da pressão apical é que o centro de 
rotação do dente é deslocado apicalmente. 
Consiste na luxação, fazendo movimentos de 
lateralidade vestíbulo-lingual.
3. Rotação 4. Tração
Forças rotacionais, úteis para os dentes com 
raízes cônicas (unirradiculares)
Pressão rotacional, como o nome indica,
roda o dente, o que causa alguma
expansão interna do alvéolo dental e
rompimento dos ligamentos periodontais.
Forças de tração são úteis para a remoção final 
do dente do alvéolo. Essas forças devem sempre 
ser pequenas porque os dentes não são puxados.
Forças de tração devem ser limitadas à
porção final do processo de extração e
devem ser gentis. Se a força excessiva é
necessária, outras manobras devem ser
executadas p/ melhorar a luxação radicular.
- Dentes não irrompidos
- Dentes muito cariados
- Dentes ectópicos
- Dentes com inclinação acentuada
- Raízes residuais ou fraturadas
- Juntocom o fórceps como auxiliar na luxação
- O elevador é uma alavanca de
primeira classe ou interfixa.
- A lâmina é forçada por pressão
manual ou pela força do martelo
cirúrgico, entre a raiz do dente e o
tecido alveolar envolvido.
Uma alavanca de primeira classe transforma pequena força e 
grande movimento em pequeno movimento e grande força
Nesse caso, o ponto de apoio foi colocado no dente, o que 
cria uma situação de alavanca de primeira classe.
Uma pequena alavanca reta 
utilizada como uma cunha para 
deslocar a raiz de um dente de 
seu alvéolo.
A potência (mão do operador) é aplicada a uma circunferência de roda, que gira 
o eixo até elevar a resistência (dente).
A lâmina de um elevador deve 
ser aplicada entre o tecido 
ósseo do alvéolo do dente e o 
próprio dente 
O cabo da alavanca reta pequena, é girada de tal forma que o 
lado oclusal da sua lâmina esteja virada na direção do dente. 
O cabo tbm é movido apicalmente p/ ajudar a elevar o dente.
Alavanca triangular no papel de eixo e roda usada para 
recuperar a raiz do alvéolo.
Para obter acesso à área e visualizar o osso de recobrimento que deve ser removido, o CD deve rebater um 
retalho mucoperiosteal adequado. O rebatimento deve ser de uma dimensão adequada suficiente para 
permitir a colocação e a estabilização de afastadores e instrumentos para a remoção de osso
Na maioria das situações o retalho em envelope é
a técnica preferida, é mais rápido para fechar e
cicatriza melhor que o retalho de três ângulos.
Contudo, se o CD necessitar de maior acesso a
dentes em áreas mais apicais, onde a força de
tensão possa dilacerar o retalho em envelope, o
cirurgião deve considerar o uso de um retalho de
três ângulos (retalho em envelope com uma
incisão de alívio).
Quando um retalho de três 
pontas é obtido, uma incisão de 
alívio é feita na face mesial do 
segundo molar. 
Quando o retalho de tecido mole é 
rebatido por uma incisão de alívio, 
maior visibilidade é possível, 
especialmente na parte apical do 
campo cirúrgico.
A extensão posterior da incisão deve 
divergir lateralmente para evitar 
lesão do nervo lingual. 
Incisão em envelope é lateralmente 
rebatida para expor o osso de 
recobrimento do dente impactado.
Uma incisão suave deve ser feita com um bisturi que deve ser
mantido em contato com o osso por toda a incisão de modo que a
mucosa e o periósteo estejam completamente incisados. Isso
possibilita que o retalho mucoperiosteal de espessura total seja
rebatido.
A incisão deve evitar estruturas anatômicas vitais 
Somente uma única incisão de alívio deve ser usada
A incisão deve ser planejada de forma que possa ser 
fechada sobre osso íntegro (não sobre um defeito ósseo)
Isso é obtido pela extensão da incisão pelo menos um 
dente anterior ao sítio cirúrgico quando uma incisão 
vertical de alívio for usada
- Dentes irrompidos impactados;
- Dente mal posicionado;
- Dentes irrompidos portadores de raízes
divergentes, curvas, dilaceradas ou com
Hipercementose;
Uma vez que o tecido mole é elevado e rebatido, fazendo com que o
campo cirúrgico possa ser visualizado, o CD deve fazer um julgamento
com relação à quantidade de osso a ser removida.
Em algumas situações o dente pode ser seccionado com uma broca e
removido sem retirada de osso. Na maioria dos casos, entretanto,
alguma remoção óssea é requerida. O osso na face oclusal, na vestibular
e na distal abaixo da linha cervical deve ser removido de modo inicial.
A quantidade de osso que deve ser removida varia com a profundidade
da impacção, morfologia das raízes e angulação do dente.
A
BO osso não deve ser removido na face lingual da mandíbula em virtude 
da probabilidade de dano ao nervo lingual.
Após o retalho ter sido rebatido, o 
osso de recobrimento da superfície 
oclusal do dente é removido com 
uma broca.
O osso no aspecto 
vestibulodistal do dente 
impactado é então removido 
com uma broca
Permite que porções do dente sejam removidas separadamente com alavancas 
através da abertura proporcionada pela remoção de osso
A direção na qual o dente deve ser dividido
depende, primariamente, de sua angulação.
Embora modificações menores sejam
necessárias para dentes com raízes
divergentes ou para dentes que são mais ou
menos profundamente impactados, o
determinante mais importante é a angulação
do dente.
O seccionamento é realizado com uma broca,
e o dente é dividido. A broca não deve ser
usada para seccionar o dente completamente
de lado a lado, na direção lingual, porque é
mais provável que haja lesão ao nervo
lingual.
Ocasionalmente, é necessária a secção inteira 
do dente em 2 porções, e não da secção da 
porção distal da coroa, isoladamente.
A. Quando uma impacção mesioangular é removida, o osso
vestibulodistal é removido para expor a coroa do dente até a linha cervical.
B. A face distal da coroa é então seccionada do dente.
A B
C. Depois de a porção distal da coroa ter sido
removida, uma pequena alavanca reta pode
ser inserida na face mesial da coroa exposta
cirurgicamente a fim de remover o restante
do dente.
C
A B
C D
Durante a remoção da impacção horizontal,
o osso de recobrimento do dente (ou seja, osso
na face distal e vestibular do dente) é removido
com broca.
A coroa é então seccionada das raízes do
dente é retirada do alvéolo.
As raízes são então removidas juntas ou
independentemente, pela alavanca, usada com
movimento de rotação. Raízes podem requerer
separação em duas partes, ocasionalmente um ponto
de apoio é feito na raiz para permitir o encaixe de
uma alavanca.
A raiz mesial do dente é elevada de forma similar.
Quando da remoção de impacção vertical, o osso
da face oclusal, vestibular e distal da coroa é
removido e o dente é seccionado em partes mesial e
distal. Se o dente tem uma raiz única fusionada, a
porção distal da coroa é seccionada de forma similar
àquela descrita para a impacção mesioangular.
A face posterior da coroa é elevada primeiro com
uma alavanca inserida no pequeno ponto de apoio na
parte distal do dente.
Pequena alavanca reta é então utilizada para elevar a
parte mesial do dente por movimento de rotação e
elevação.
A B
C
A B
C
Para impacção distoangular, osso
oclusal, vestibular e distal é removido
com broca. É importante lembrar que
mais osso na distal deve ser removido do
que na impacção vertical e mesioangular.
A coroa do dente é seccionada com
broca e a coroa é removida com uma
alavanca reta.
Um ponto de apoio é colocado na raiz remanescente na parte
do dente e as raízes são removidas com uma alavanca, com um
movimento tipo roda e eixo. Se as raízes divergem, pode ser
necessário, separá-las em porções independentes.
- Reduzir a quantidade do tecido ósseo que 
tem que se eliminar;
- Diminuir tempo operatório;
- Suprimir quase por completo o trismo pós 
operatório;
- Não lesar o dente vizinho;
- Diminuir o risco de lesar estruturas 
subjacentes ao órgão dental;
- Dentes multirradiculares com coroas 
totalmente destruídas e/ou fraturadas com 
restaurações extensas;
- Dentes multirradiculares com raízes 
divergentes e curvas;
- Dentes decíduos com o germe permanente 
entre suas raízes;
- Dentes multirradiculares com raízes 
convergentes e septo Interradicular bem 
volumoso
Rompimento de continuidade ou 
afastamento de tecidos para acessar 
uma região
Manobras que visam evitar, prevenir ou 
deter a hemorragia, ou impedir a circulação 
temporária em determinada área
Manobras que reposicionam os tecidos e 
os mantém estabilizados, para permitir o 
processo de reparação tecidual
Cirurgia propriamente dita, visando o 
diagnóstico, controle ou resolução da 
intercorrência
Antissepsia intra-oral (bochecho com
clorexidina a 0,12%) e extra-oral
(clorexidina 2%) do paciente
previamente à realização de qualquer
procedimento cirúrgico, assim como a
antissepsia do profissional e de sua
equipe.
- Evitar infecção cruzada
- Evitar infecção pós-operatória
- Evitar bacteremia e suas complicações
Anestésico local Dose máxima 
(por kg de peso corporal)
Máximoabsoluto
(independente do peso)
Nº tubetes 
(máximo por sessão)
Lidocaína 2% 4,4 mg 300 mg 8,3
Lidocaína 3% 4,4 mg 300 mg 5,5
Mepivacaína 2% 4,4 mg 300 mg 8,3
Mepivacaína 3% 4,4 mg 300 mg 5,5
Articaína 4% 7 mg 500 mg 6,9
Prilocaína 3% 6 mg 400 mg 7,4
Bupivacaína 0,5% 1,3 mg 90 mg 10
O descolador periosteal Molt nº 9 é o instrumento
mais comumente usado em cirurgia oral, ele tem
uma ponta afiada e pontiaguda e uma outra
ponta arredondada mais larga.
A extremidade pontiaguda: utilizada para iniciar
a elevação do periósteo e rebater papilas entre os
dentes;
A extremidade arredondada mais larga: usada
para continuar o descolamento do periósteo;
Pode ser usado por 3 métodos: 
1. A parte pontiaguda pode ser usada com
movimentos de alavanca para elevar o tecido mole
(mais comumente utilizado quando se descola uma
papila gengival da região interdental ou da mucosa
aderida ao redor de um dente a ser extraído);
2. É o movimento de empurrar, no qual a parte
pontiaguda ou a parte mais larga é forçada para
baixo do periósteo, separando-o do osso
subjacente (movimento mais eficiente e resulta no
descolamento mais preciso do periósteo);
3. É um movimento de puxar (este eventualmente
é útil, mas tende a rasgar ou dilacerar o periósteo,
a não ser que seja cuidadosamente executado);
Desinserção das fibras gengivais que rodeiam o dente
Uma variedade de afastadores foi projetada especificamente para afastar a bochecha,
língua e retalho mucoperiosteal para fornecer acesso e visibilidade durante a cirurgia.
Afastador de Austin 
de ângulo
Afastador de Minnesota 
de ampla compensação
Os dois afastadores de bochecha mais populares 
são:
O afastador de língua de Weider é um
amplo afastador, em forma de coração, que
é serrilhado de um lado de modo que possa
afastar a língua de forma mais firme e
recolhê-la para a posição medial e anterior.
As pinças para tecido mais comumente utilizadas é a pinça de Adson
Pinças de Adson, são delicadas,
com ou sem pequenos dentes
nas pontas, pode ser usada para
segurar o tecido e assim
suavemente estabilizá-lo.
A pinça de Stillies é maior do
que a pinça de Adson, é
usado para manipular tecido
na face mais posterior da
boca.
A pinça universitária é
angulada, usada para
apreender pequenos objetos
na boca ou do suporte da
bandeja.
Em alguns tipos de cirurgia,
quando se removem grandes
quantidades de tecido ou se
fazem biopsias, necessita-se de
pinças com cabos que travam e
dentes que irão apreender o
tecido firmemente, neste caso,
as pinças de Allis são utilizadas.
Quando incisamos os tecidos, pequenas artérias e
veias também são incisadas, causando sangramento.
Para a maioria das cirurgias dentoalveolares, manter
pressão sobre a ferida geralmente é suficiente para
controlar o sangramento.
Ocasionalmente, a pressão não cessa o sangramento
de uma artéria ou veia mais calibrosa, quando isto
ocorre é útil um instrumento denominado pinça
hemostática ou hemostato, elas apresentam uma
variedade de formas, podem ser pequenas e delicadas
ou maiores, e são retas ou curvas.
Também são úteis para remoção de tecido de
granulação dos alvéolos dentários para apreensão de
pequenas pontas de raiz, pedaços de cálculos,
fragmento etc.
O hemostato mais comumente utilizado em cirurgia é o curvo
Apresentam pontas longas e delicadas usadas
para apreender o tecido e um cabo com
travamento, o mecanismo de travamento permite
ao cirurgião prender o hemostato a um vaso e
depois largar o instrumento, que se manterá preso
ao tecido.
As pontas ativas dos fórceps variam muito, são
projetadas para se adaptarem à raiz do dente próximo à
junção da coroa e da raiz, nesse sentido, diferentes
pontas foram projetadas para os dentes unirradiculares
e dentes de duas e três raízes.
A variação é tal que as pontas se adaptam às diversas
formações de raiz, melhorando o controle da força do
cirurgião-dentista na raiz e diminuindo as chances de
uma fratura, quanto mais próximas as pontas dos
fórceps ficarem das raízes dos dentes, mais eficiente
será a extração e menor a chance de resultados
indesejados.
As pontas do fórceps são anguladas de modo que 
possam ser posicionadas paralelamente ao longo 
do eixo do dente, com o cabo numa posição 
confortável
- Pressão apical firme é aplicada primeiro
no centro de rotação mais baixo, o mais
longe possível, para expandir a crista óssea.
- Pressão vestibular é aplicada inicialmente
para expandir a cortical óssea vestibular. Os
ápices das raízes são empurradas
lingualmente e estão, por isso, sujeitas a
fratura.
- Pressão palatal é aplicada, mas menos
vigorosamente que pressão vestibular.
- O dente é removido na direção buco-
oclusal com uma combinação de forças
vestibulares e de tração.
Irrigação: 30 a 50ml de solução fisiológica
A cureta comumente usada para a cirurgia
oral é um instrumento com duas pontas
anguladas usado para remover o tecido mole
de defeitos ósseos.
O uso principal é a remoção dos granulomas
ou pequenos cistos de lesões periapicais, mas
a cureta também pode ser usada para
remover pequenas quantidades de restos de
tecido de granulação e detritos do alvéolo
dentário.
Cureta de Lucas
Removendo tecido mole da cavidade óssea
O instrumento mais comumente utilizado é a pinça-
goiva, ela tem lâminas afiadas que são pressionadas
uma contra a outra pelos cabos, cortando ou
arrancando o osso, ela tem um mecanismo
incorporado o que faz com que o instrumento reabra
quando a pressão manual é diminuída, o que
possibilita ao cirurgião, cortar e remover,
repetidamente, pedaços do osso sem que tenha que
reabrir manualmente o instrumento;
Os 2 principais desenhos de pinça-goiva são:
(1) de corte lateral e (2) a de corte lateral e terminal;
A de corte lateral e terminal (pinça de Blumenthal) é
mais prática para a maioria dos procedimentos
cirúrgicos dentoalveolares que necessitam de
remoção de osso, por apresentar corte na ponta, este
instrumento pode ser inserido dentro do alvéolo para
remoção do septo ósseo Interradicular e na remoção
das margens cortantes do osso.
Broca e uma peça de mão
(brocas nº 557 ou de nº 703 
e esféricas nº 8)
Martelo e Cinzel
São usados frequentemente 
na remoção do tórus lingual 
O nivelamento final do osso 
antes de completar a cirurgia 
é normalmente realizado com 
uma lima para osso
Pinça Goiva Pinça Goiva
Uma vez concluído o procedimento cirúrgico, o retalho
mucoperiosteal é devolvido à sua posição original e
mantido no lugar por meio de suturas.
O porta-agulha é um instrumento com um cabo com
trava e uma ponta curta e romba. A face de uma ponta
de um porta-agulha tem ranhuras cruzadas a fim de
permitir um aperto positivo da agulha de sutura.
O porta-agulha Mayo Hegar é o instrumento mais utilizado para suturas 
Para uma correta empunhadura, o polegar e o dedo
anelar são inseridos através dos anéis. O dedo indicador
é mantido ao longo do comprimento do porta-agulha
para estabilizá-lo e direcioná-lo.
Nervo alveolar 
superior anterior
Nervo alveolar 
superior médio
Nervo alveolar 
superior posterior
Nervo 
infraorbitário
Nervo 
nasopalatino
Nervo 
palatino maior
Nervo mentual
Nervo bucal
Nervo 
alveolar inferior
(mucosa lingual de molares até 
incisivos - 2/3 anteriores da língua)
(1º molar - exceto raiz m-v) 
e 2º e 3º molar superior)
(mucosa vestibular e polpa 
dos pré molares e raiz m-v do 
1º molar superior)
(mucosa vestibular e polpa dos 
incisivos e caninos superiores)
(nervos anestesiados: alveolar 
superior anterior e médio, 
infraorbitário (palpebral inferior, 
nasal lateral e labial superior)
(mucosa palatina da 
região anterior)
(mucosa palatina da
região posterior)
(gengiva vestibular da região 
dos pré molares, caninos e incisivos, 
pele do lábio inferior e mento)
(mucosa vestibular na 
região dos molares inferiores)
(nervos anestesiados: alveolar inf, 
mentual/ramo incisivo e lingual*)
Ramo incisivo
(polpa dos caninos e incisivos)
Nervo lingual
Ilustração: Tamires Paiva
Movimentos rotacionais devem ser minimizados 
para o incisivo lateral, especialmentese a 
curvatura existe no dente. 
Etapa 3: Adaptação do Fórceps ao dente:
O fórceps é posicionado o mais apicalmente possível;
Inicia-se a luxação com força vestibular, o que
expande a crista óssea vestibular;
Uma pequena força palatina é usada;
O dente é removido para vestibular e incisal com
movimento de tração e rotação com pequena
quantidade de força.
- Nervo alveolar superior anterior 
(Mucosa vestibular e polpa dos incisivos e
caninos)
- Nervo nasopalativo 
(Mucosa palatina dos incisivos e caninos)
- Infiltrativa interpapilar 
Etapa 1: Liberação dos tecidos moles aderidos à porção
cervical do dente (descolador de Molt/Freer ou Bisturi);
Etapa 2: Luxação com alavanca (geralmente reta);
Etapa 3: Adaptação do Fórceps ao dente:
O fórceps é posicionado o mais apicalmente possível.
Inicia-se a luxação com força vestibular com uma
pressão de retorno para palatina, conforme o dente é
mobilizado, o fórceps deve ser reposicionado
apicalmente;
Uma pequena força apical é aplicada;
O dente é removido na direção vestíbulo-incisal, com
pequena força rotacional;
- Nervo alveolar superior anterior
(Mucosa vestibular e polpa dos incisivos e
caninos)
- Nervo nasopalativo 
(Mucosa palatina dos incisivos e caninos)
- Infiltrativa interpapilar 
Etapa 1: Liberação dos tecidos moles aderidos à porção
cervical do dente (descolador de Molt/Freer ou Bisturi);
Etapa 2: Luxação com alavanca (geralmente reta)
O osso sobre a face vestibular é fino e pode ser 
difícil de extrair simplesmente devido à sua raiz 
longa, e não é incomum um fragmento do osso 
alveolar fraturar da cortical vestibular e ser 
removido com o dente
Etapa 3: Adaptação do Fórceps ao dente:
O fórceps é posicionado o mais apicalmente possível;
Pressão apical firme é aplicada, primeiro, para
abaixar o centro de rotação o mais possível e expandir a
crista óssea;
Pressão vestibular é, inicialmente, aplicada para
expandir a cortical vestibular, e a pressão palatina é
aplicada com menos vigor que a vestibular;
O dente é removido na direção vestíbulo-oclusal com
a combinação de forças vestibulares e de tração;
- Nervo alveolar superior médio
(Mucosa vestibular e polpa dos pré-molares e raiz
M-V do 1º molar)
- Nervo palatino maior 
(Mucosa palatina dos pré-molares e molares)
- Infiltrativa interpapilar 
Devido à grande probabilidade de fratura 
radicular, o dente deve ser luxado o máximo 
possível com a alavanca reta.
Etapa 1: Liberação dos tecidos moles aderidos à porção
cervical do dente (descolador de Molt/Freer ou bisturi);
Etapa 2: Luxação com alavanca (geralmente reta)
Etapa 3: Adaptação do Fórceps ao dente:
O fórceps é posicionado o mais apicalmente possível;
A luxação se inicia com pressão vestibular;
Pouca pressão vestibular é utilizada;
O dente é removido na direção vestíbulo-oclusal;
- Nervo alveolar superior médio
(Mucosa vestibular e polpa dos pré-molares e
raiz M-V do 1º molar) 
- Nervo palatino maior 
(Mucosa palatina dos pré-molares e molares)
- Infiltrativa interpapilar 
Etapa 1: Liberação dos tecidos moles aderidos à porção
cervical do dente (descolador de Molt/Freer ou Bisturi);
Etapa 2: Luxação com alavanca (geralmente reta)
A raiz é grossa e tem uma ponta romba, é raro a 
raiz fraturar. O osso alveolar que o recobre é 
similar ao osso que recobre os outros dentes 
maxilares, ou seja, é fino na face vestibular, com 
uma cortical palatina espessa
Etapa 3: Adaptação do Fórceps ao dente:
O fórceps é posicionado o mais apicalmente possível;
A luxação se inicia com pressão forte vestibular;
Pressão palatina é utilizada moderadamente;
O dente é removido na direção vestíbulo-oclusal;
- Nervo alveolar superior posterior
(Mucosa vestibular e polpa dos molares) 
**Exceto raiz M-V do 1º molar) 
- Nervo palatino maior 
(Mucosa palatina dos pré-molares e molares)
- Infiltrativa interpapilar 
Etapa 1: Liberação dos tecidos moles aderidos à
porção cervical do dente (descolador de Molt/Freer ou
Bisturi);
Etapa 2: Luxação com alavancas/elevadores
**Exodontia do 1º molar superior:
Complementar com anestesia do Nervo ASM
Etapa 3: Adaptação do Fórceps ao dente:
O fórceps é posicionado o mais apicalmente possível;
Inicia-se a luxação com direção vestibular moderada
e força lingual é usada para continuar a expandir o osso,
é aplicada pressão semelhante nas duas direções;
O dente é removido do alvéolo com forças de tração
em uma direção vestíbulo-incisal;
Etapa 1: Liberação dos tecidos moles aderidos à porção
cervical do dente (descolador de Molt/Freer ou Bisturi);
Etapa 2: Luxação com alavanca (geralmente reta)
- Nervo mentual
(Mucosa vestibular dos prés até incisivo central,
periodonto e polpa dos incisivos e caninos, lábio
inferior e mento do lado anestesiado)
- Nervo lingual
- Infiltrativa interpapilar 
As raízes dos incisivos apresentam maior 
possibilidade de fratura, pois são finas.
Etapa 3: Adaptação do Fórceps ao dente:
O fórceps é posicionado o mais apicalmente possível;
Inicia-se a luxação com força vestibular o que
expande a crista óssea vestibular;
Uma leve pressão lingual é utilizada;
O dente é removido com força de tração e rotação.
- Nervo alveolar inferior
(Nervos anestesiados: alveolar inferior,
mentual/incisivo e lingual)
- Infiltrativa interpapilar 
Etapa 1: Liberação dos tecidos moles aderidos à porção
cervical do dente (descolador de Molt/Freer ou Bisturi);
Etapa 2: Luxação com alavancas/elevadores
Estão entre os dentes mais fáceis de serem 
removidos, as raízes tendem a ser 
retas e cônicas.
Etapa 3: Adaptação do Fórceps ao dente:
O fórceps é posicionado o mais apicalmente possível;
Inicia-se a luxação com forte força vestibular, o que
expande a crista óssea vestibular;
Pressão lingual é usada para continuar a luxação;
O dente é removido na direção vestíbulo-oclusal com
forças vestibulares e de tração.
- Nervo alveolar inferior 
(Nervos anestesiados: alveolar inf, mentual/incisivo
e lingual)
- Nervo bucal (Mucosa vestibular dos molares)
- Infiltrativa interpapilar 
Etapa 1: Liberação dos tecidos moles aderidos à
porção cervical do dente (descolador de Molt/Freer ou
Bisturi);
Etapa 2: Luxação com alavancas/elevadores
Acidentes
Quebra do planejamento que venha
ocorrer no trans-operatório:
- Falha na elaboração do plano cirúrgico
- Radiografias insuficientes ou distorcidas
- Uso inadequado do instrumental cirúrgico
- Movimentos intempestivos durante o uso do
instrumental
- Inadequada habilidade psicomotora do CD
- Desconhecimento da anatomia topográfica
regional
Complicações
Quebra do planejamento que venha a
ocorrer no pós-operatório:
- Resposta inflamatória primária ou
fibroprodutiva exacerbada, desencadeando
acentuada manifestação dos sinais Celsus
- Extravasamento sanguíneo em grande
intensidade (hemorragia)
- Alveolites
- Infecção da ferida cirúrgica
Eliminando-se aquelas que são decorrentes de erro na determinação da oportunidade cirúrgica
- Fratura do dente a ser avulsionados
- Injúrias em outros dentes
- Luxação de dentes vizinhos
- Avulsão de dentes vizinhos em posição
antagônica
- Fratura de dentes vizinhos em posição
antagônica
- Fratura de tecido ósseo
- Fratura de tecido alveolar
- Fratura da tuberosidade
- Fratura da mandíbula
- Hemorragia
- Lesões dos tecidos moles
- Lesão dos troncos nervosos
- Comunicação buco antral ou bucosinusal
- Luxação da ATM
- Aspiração e deglutição de corpo estranho
- Fratura de instrumental
- Cáries, restaurações extensas
- Núcleos protéticos
- Tratamentos endodônticos
- Dilacerações radiculares
- Hipercementose e Anquilose
- Uso inadequado de elevadores, ao invés
de se apoiar em tecido ósseo, encontra-se
o apoio nos dentes vizinhos.
Conduta: deve ser sequencial quando se
efetuam testes de vitalidade pulpar e
avaliar a necessidade ou não de se fazer
tratamento endodôntico.
- Ocorre geralmente pelo uso inadequado
de elevadores, ao invés de se apoiar em
tecido ósseo, encontra-se o apoio nos
dentes vizinhos ou empunhadura errada
do instrumento, escapando e acertando
dente antagônico.
Conduta: Reimplantarde imediato o dente
fazendo o uso de recursos para sua total
imobilização intra alveolar.
Se o dente apresentar lesão apical,
tratamento endodôntico deverá ser
realizado.
- As causas mais comuns são
movimentação intempestiva e o
apoio inadequado do instrumento
cirúrgico.
Conduta: Fazer uso dos recursos de
terapêutica clínica.
- Tecido ósseo alveolar
- Tuberosidade
- Mandibular
- Comunicar o paciente
Imobilização imediata:
- bloqueio maxilo-mandibular
- bandagem facial
- Encaminhamento para
tratamento em âmbito hospitalar
Pode ser arterial, venosa ou capilar
Possíveis causas:
- Lesão vascular, distúrbios sistêmicos
Prevenção:
- Anamnese cuidadosa, se precisar
solicitar exames laboratoriais e
avaliação com o médico
hematologista.
- Realizar cirurgia atraumática, com
manuseio cuidadoso dos tecidos.
Conduta:
Tecidos moles: compressão com gaze
umedecida em soro por alguns minutos.
Vaso de pequeno calibre: pinçamento e
eletrocoagulação.
Artérias e veias calibrosas: pinçamento e
ligadura do vaso.
Tecidos ósseos: tamponamento com gaze
Ter sempre a disposição recursos para a
solução do problema como: esponjas de
fibrina, surgicel, acido tranexâmico
Introdução acidental de ar no interior dos tecidos, atingindo os espaços faciais
Cinicamente: Aumento de volume na área operada no qual a palpação evidencia-se
uma crepitação que representa a presença das bolhas de ar no interior dos tecidos.
Causas: Saída do excesso de ar gerado na utilização da alta rotação.
Prevenção: manutenção da integridade do periósteo, posicionamento dos tecidos
moles sobre a cabeça das turbinas de alta rotação, que devem possuir um adequado
controle técnico, ou substituir por motores elétricos.
Conduta: antibioticoterapia, antiinflamatórios e analgésicos
- Acompanhamento criterioso até a reabsorção
Sinais de anormalidade ou complicações: encaminhar para receber tratamento mais
agressivo em âmbito hospitalar
Causas: ocorre durante a exodontia dos
dentes superiores posteriores retidos.
- Quando não houver osso entre as raízes
dos dentes com o seio maxilar, ou se as
raízes forem muito divergentes.
Diagnóstico imediato: passagem de ar
pelo alvéolo.
Manobra de Valsalva:
Diagnóstico imediato: passagem de
líquido pelo nariz
Sequelas: sinusite maxilar e formação de
uma fístula buco-sinusal ou oroantral.
Prevenção: avaliação imaginológica e
planejamento nas técnicas cirúrgicas.
Condutas: estabilização do coágulo
- Adequada sutura oclusiva do alvéolo
dentário
Alertar paciente: para evitar assoar o
nariz, espirrar, fumar e dieta leve.
Terapêutica medicamentosa: amenizar a
sinusite maxilar
Comunicações extensas: fechamento com
um retalho cirúrgico deslizado sobre
alvéolo
Sinusite crônica ou infecções do seio
maxilar: fístula bucosinusal/oroantral.
Conduta: fechamento com um retalho cirúrgico
da mucosa vestibular deslizando sobre o alvéolo
Incisão de Newman modificada, Escarificação
do periósteo: elasticidade do retalho, sutura
oclusiva do alvéolo dentário
Antibioticoterapia: associação
- Sutura do alvéolo
- Comunicar paciente
Exames imaginológicos: adequada
localização e planejamento cirúrgico
Seio maxilar: acesso de Caldwell-Lucc
Deslocamento bilateral do côndilo da eminência articular do temporal, em
decorrência da ação muscular, sem o seu retorno espontâneo para a sua
posição original.
Clinicamente: permanece com a boca
aberta, aliada à dificuldade de conter a
saliva e para falar, gerando um quando
de ansiedade e dor local.
Causas: durante as manobras
empregadas nas exodontias quando ao
forçar a abertura bucal.
Prevenção: apoio na mandíbula com
uma das mãos pelo assistente, evitando
uma abertura excessiva.
- Sensibilização neuronal periférica
- Sensibilização neuronal central
- Desinibição neuronal
- Facilitação rostrocaudal
- Dor
- Variada resposta inflamatória de cada
intervenção
- Porte cirúrgico
- Ideias pré concebidas da dor que cada
um espera sentir
Pico da dor pós operatória: 12 horas
Pico: 24 a 48 horas
Edema progressivo: infecção
Prevenção: cirurgias atraumáticas e
medicação sistêmica pré-operatória
- Gelo extra-oral pelo período de 24h
- Repouso pós-cirúrgico
Aumento do líquido nos espaços teciduais intersticiais, em resposta à 
agressão sofrida numa certa região.
Equimose: extravasamento do sangue
nos tecidos subcutâneos alterando a
coloração da pele
Ocorrência: 24h e 48h pós-cirúrgica
Prevenção: hemostasia trans cirúrgica
e compressa gelada sobre a área
operada nas primeiras 24 horas pós
operatória
Condutas: compressa úmidas e
pomadas anticoagulantes
Acúmulo circunscrito de sangue, habitualmente coagulado no 
interior dos tecidos 
Hematomas extensos: 
antibioticoterapia profilática 
Limitação da abertura da boca
Condutas: normalmente não é severo
e não atrapalha as atividades
rotineiras dos pacientes. No entanto, os
pacientes devem ser avisados que esse
fenômeno pode ocorrer e que deve se
resolver em uma semana.
Causas: administração de um
bloqueio mandibular, ou ambos,
podem resultar em trismo.
- Resulta do trauma e da inflamação
envolvendo os músculos da
mastigação.
- Extrações de terceiro molar
mandibular impactado usualmente
resultam em algum grau de trismo,
porque a resposta inflamatória ao
procedimento cirúrgico é generalizada
de maneira a envolver diversos
músculos da mastigação.
Prevenção: cuidadosa avaliação do
paciente, precedente de hemorragia
prolongada ou persistente,
sangramento familiar, coagulopatias,
drogas, anticoagulantes,
quimioterapia, alcoolismo.
Prevenção local: técnica cirúrgica
atraumática, sutura adequada e
orientações pós-cirúrgicas
Condutas: antibioticoterapia
- Associação para bactérias
aeróbias + anaeróbias
- Bochechos com clorexidina
Abscesso extra-oral: drenagem
cirúrgica + cultura/antibiograma
Celulite: encaminhar para serviço
hospitalar
Distúrbio neurossensorial onde há
falta de sensibilidade de uma
determinada região ou órgão.
Causas: associada à localização
anatômica de estruturas e nervos
relacionados as exodontias de 3º
molares inferiores e traumatismos
provocados pelas agulhas nas
técnicas anestésicas inadequadas
de bloqueio regional.
Condutas: não existe até o
momento um método garantido
para se tratar.
Prescrição sistêmicas empírica de
ação antineurítica ou antineurágica
associada a suplemento vitamínico
com ou sem associação de AIES.
Fisioterapia motora e sensitiva,
infravermelho, estímulos elétricos.
Fonoaudiologia, acupuntura e laser.
Condutas: tratamento diretamente
relacionado com o tempo e o tamanho
Fístulas recentes e pequenas:
antibioticoterapia, descongestionantes
nasais tópicos e irrigações em
antissépticos.
Fístulas antigas e grandes: excisão da
fístula e rotação de retalhos mucosos e
mucoperiosteais sobre o alvéolo.
Bucomaxilo facial
@tamipaivas
tamirespaiiva@hotmail.com
- Locais e sistêmicos
- Mecânico
- Hereditariedade 
- Patologias
- Traumas na dentição decídua
- Síndromes
Definição: alteração de desenvolvimento em que um determinado dente, chegada a
época normal de sua erupção, permanece no interior dos tecidos.
- 3º molar inferior 
- 3º molar superior
- Caninos superiores 
- Supranumerários
- Pré-molar
- Incisivo central
- Incisivo lateral, etc 
• Cárie
• Cistos
• Infecção
• Pericoronarite
• Doença periodontal
• Reabsorção radicular
• Tumores odontogênicos
• Realizar Anamnese 
• Realizar Exame Clínico
• Verificar a localização, forma e número de raízes, tamanho, etc
• Escolher a modalidade de tratamento
• Prever acidentes e potenciais complicações
- Quando o dente está totalmente envolvido por osso, geralmente é mais difícil de removê-lo do que 
quando a retenção é um tecido mole.
maior remoção óssea
maior dificuldade
- Paciente jovem: as raízes estão geralmente com formação incompleta, com frequência, há um
amplo espaço pericoronário formado pelo folículo do dente, que propicia maior acesso sem
necessidade de ostectomia.
- Paciente mais velhos: as raízes estão totalmente formadas
Maior proximidade do canal alveolar inferiorDegeneração do folículo pericoronário
Aumento na densidade/diminuição da elasticidade óssea
Presença ou prevenção das seguintes condições:
- Infecção
- 1 ou mais episódios de pericoronarite
- Periodontite associada ao dente adjacente
- Foliculopatias pericoronárias
- Cárie não restaurável
- Prevenção de cistos e tumores odontogênicos
- Evitar reabsorção radicular do dente adjacente
- Necessidade ortodôntica
- Dente em linha de fratura (prevenção de fratura mandibular)
- Prévio a radioterapia
- Interferência em confecção de próteses
- Evidencia de alagamento folicular
- Persistência de dor de origem desconhecida
Se os riscos superarem os benefícios, o procedimento deve ser adiado!
• Extremos de idade
Criança: Dentes retidos ainda não apresentam formação radicular adequada para sua remoção;
- Caso não haja nenhuma complicação associada, a indicação é aguardar a formação de pelo menos 
1/3 de raiz dentária;
Idoso: Sem complicação gerada pela presença do dente retido;
- Conduta: proservação
- Risco cirúrgico aumentado
- Cicatrização pode ser reduzida;
Maior chance de ocorrer interação medicamentosa ou complicações transcirúrgicas;
• Condições locais do paciente (infecção aguda)
• Condição médica comprometida (osteoporose)
• Possibilidade de dano excessivo à estruturas adjacentes 
• Palpação
• Inspeção
- Verificar tecido que recobre o dente
- Presença de infecção
- Posição do dente
• Proximidade com dentes vizinhos
• Total visualização do dente e, estruturas vizinhas e possíveis lesões
• Verificar morfologia radicular
• Proporcionar a localização de dentes totalmente retidos
- Miller e Winter
- Donovan
- Parma
Limitar o dano causado pela doença, evitando sequelas de ordem local e sistêmica
- Técnica de Clark
- Telerradiografia
Planigrafia e Tomografia
• Terceiro molar parcialmente retido
- Incisão em Envelope (menos complicações)
• Terceiro molar totalmente retido
- Incisão em L aberto (3 ângulos)
Se estende da papila mesial do primeiro molar mandibular, ao
redor dos colos dos dentes até a face distobucal do segundo molar,
e depois posteriormente e lateralmente para cima na borda
anterior do ramo mandibular.
Incisão tipo envelope com 1 relaxante
Boa ampliação para distal e para o fundo de vestíbulo
No mínimo 1 dente para anterior e 1 para posterior
1º Molar
Circunda a cervical dos dentes
Direção à distovestibular 
do 2º molar
Segue posterior e lateralmente
Papila mesial do 2º Molar
Circunda a cervical do dente em 
direção à distovestibular
Incisão relaxante na mesial do 
2º molar
Segue posterior e lateralmente
- As fibras e o periósteo devem ser totalmente deslocados para que haja 
exposição adequada do sítio cirúrgico.
3º Molar inferior totalmente retido
Retalho rebatido
Tecido ósseo mandibular exposto
- Remoção do osso ao redor do dente retido
- A quantidade de osso removida varia com a profundidade da retenção, 
morfologia das raízes e angulação do dente
- Evitar remover qualquer osso da parede lingual
1º Passo 2º Passo 3º Passo
Remoção do osso cortical de 
toda face vestibular até a JEC
Introduzir a broca entre o osso 
cortical e o dente para criação 
de “canaleta”
Broca 701, 702, 703 
ou Zekrya
- Dentes superiores menos comum que nos inferiores, assim como é menos 
comum em dentes parcialmente retidos do que os totalmente retidos;
- Após o deslocamento, se a coroa já estiver exposta, podemos iniciar a luxação 
sem precisar de ostectomia;
- 3º molares superiores: a parede vestibular da maxila é mais delgada e o osso 
menos compacto, permitindo a remoção com facilidade.
Entretanto devemos sempre ter à disposição motor e broca cirúrgica, em caso 
de necessidade 
- Diminuir o volume e a resistência do dente;
- Utilizada quando já realizamos muita ostectomia e o dente ainda não foi 
removido, quando temos dilaceração radicular ou quando o nervo está entre as 
duas raízes dentárias;
- Redução da quantidade de remoção de tecido ósseo, prevenindo fraturas 
indesejadas;
- Uso de broca tronco-cônica (701, 702, 703 ou Zekrya);
- Dente é dividido em ¾ em direção à face lingual;
- Após criada a caneleta, uma alavanca reta é inserida neste espaço e 
rotacionada para dividir o dente;
Não seccionar o dente completamente!
Seccionamento mesio-distal:
Primeiramente a metade distal é removida e, após é possível remover a porção mesial
A impactação vertical é uma das duas impactações mais difíceis de remover. O osso vestíbulo-oclusal e distal é 
removido. A metade distal da coroa é seccionada e removida, e o dente é elevado pela aplicação da alavanca na 
face mesial da linha cervical do dente. O acesso ao redor do segundo molar mandibular é difícil de obter e requer a 
remoção substancial de mais osso nos lados vestibular e distal 
Divisão da coroa do dente das raízes na linha cervical:
Se as raízes são divergentes = seccionamento nas 2 porções para que sejam
removidas individualmente.
A. Durante a remoção da impactação horizontal, osso de recobrimento do dente (ex. osso nas faces distal e 
vestibular dos dentes) é removido com uma broca. B. A coroa é então seccionada das raízes e removida do alvéolo. 
C. Raízes são removidas juntas ou independentemente pela alavanca de Cryer usada com movimento de rotação. 
Raízes podem precisar de separação em duas partes; ocasionalmente um ponto de apoio é feito na raiz para 
permitir que a alavanca de Cryer se encaixe. D. A raiz mesial do dente é elevada de forma similar. 
É o dente mais difícil de remover!
- Depois que osso suficiente é removido dos lados vestíbulo-oclusal e distal do dente, a
coroa é seccionada das raízes.
A. Para impactação distoangular, osso oclusal, vestibular, e distal é removido com uma broca. É importante 
lembrar que mais osso distal deve ser removido do que na impactação vertical ou mesioangular. B. A coroa do 
dente é seccionada com uma broca, e a coroa é removida com uma alavanca reta. C. O ponto de apoio é colocado 
na porção remanescente da raiz, e as raízes são removidas com a alavanca de Cryer com movimento tipo roda e 
cunha. Se as raízes divergirem pode ser necessário, em alguns casos, dividi-las em porções independentes. 
Para determinar o grau de dificuldade pré-operatório, o CD deve
examinar as circunstâncias clínicas metodicamente. O principal fator
determinante da dificuldade de remoção é acessibilidade, que é
determinada pelos adjacentes ou outras estruturas prejudicando o acesso
ou a via de extração, Isso inclui:
- Avaliar a facilidade de expor o dente
- Preparar a via para sua remoção
- Preparar um ponto de apoio
1. Angulação (Mesioangular, vertical, horizontal, distoangular, linguoangular,
vestibuloangular e invertido)
2. Relação com a Borda Anterior do Ramo (Classe I, II e III)
3. Relação com o Plano Oclusal (Posição A, B e C)
4. Morfologia radicular
5. Tamanho do Saco Folicular
6. Densidade do Osso Circundante
7. Contato com o 2º Molar Mandibular
8. Relação com o Nervo Alveolar Inferior
9. Natureza do Tecido de Recobrimento
A maioria dos esquemas de classificação é baseada na análise
radiográfica, a Radiografia Panorâmica dá uma visão mais precisa da
anatomia total da região e é a radiografia escolhida para o
planejamento da remoção de 3º molares mandibulares impactados .
Angulação do longo eixo do 3º molar impactado com 
relação ao longo eixo do 2º molar adjacente
- Mais comum e de fácil remoção.
- A coroa do dente impactado
mesioangularmente é inclinada na
direção do 2º molar em direção
mesial.
- Considerada o mais difícil de
remover comparada com a
impactação mesioangular.
- O longo eixo do 3º molar é
perpendicular ao 2º molar.
- A superfície oclusal do 3º molar
impactado na horizontal em geral, é
imediatamente adjacente à raiz do
2º molar, que muitas vezes produz
severa e precoce doença periodontal.
Angulação do longo eixo do 3º molar impactado com 
relação ao longo eixo do 2º molar adjacente
- Segunda impactação mais comum e
mais difícil de remover, é considerada
terceira em facilidade de remoção.
- O longo eixo do dente impactadocorre paralelo ao longo eixo do 2º
molar.
- É frequentemente coberta na sua face
posterior com osso do ramo anterior da
mandíbula.
Angulação do longo eixo do 3º molar impactado com 
relação ao longo eixo do 2º molar adjacente
- Incomum e a mais difícil para remoção
dos quatro tipos.
- O longo eixo do 3º molar está angulado
posterior ou distalmente ao 2º molar.
- Esta é a impactação mais difícil de
remover porque o dente tem um
afastamento do caminho de extração que
vai na direção do ramo mandibular.
- A superfície oclusal da impactação
distoangular é normalmente cravada no
ramo da mandíbula e requer remoção
óssea significativa para extração.
Angulação do longo eixo do 3º molar impactado com 
relação ao longo eixo do 2º molar adjacente
2. Relação com a Borda Anterior do Ramo Ascendente 
da Mandíbula e Profundidade no Osso 
Classificação baseado na quantidade do dente impactado que está 
coberto com o osso do ramo mandibular.
- Quando o diâmetro mesio-distal da coroa estiver
completamente anterior a borda anterior do ramo da
mandíbula.
- O 3º molar tem espaço anteroposterior suficiente para
irromper.
- Diâmetro mesiodistal do 3º molar é menor
que a distância entre o bordo anterior do
ramo ascendente e a face distal do 2º molar.
2. Relação com a Borda Anterior do Ramo Ascendente 
da Mandíbula e Profundidade no Osso 
Classificação baseado na quantidade do dente impactado que está 
coberto com o osso do ramo mandibular.
- Quando dente está posicionado posteriormente de
forma que aproximadamente, metade esteja coberta pelo
ramo.
- Nessa situação, o dente não pode irromper
completamente livre de osso sobre a coroa e a face distal,
porque uma pequena prateleira de osso cobre a
porção distal do dente.
- Diâmetro mesio-distal do 3º molar é maior
que a distância entre o bordo anterior do
ramo ascendente e a face distal do 2º molar.
2. Relação com a Borda Anterior do Ramo Ascendente 
da Mandíbula e Profundidade no Osso 
Classificação baseado na quantidade do dente impactado que está 
coberto com o osso do ramo mandibular.
- Ocorre quando o dente é localizado completamente
dentro do ramo mandibular.
- Gera menor acessibilidade apresentando, assim, a
maior dificuldade de remoção.
- Não há espaço entre a distal do 2º molar
e o ramo ascendente.
3. Relação com o Plano Oclusal
Profundidade do dente impactado comparado com a altura do 
2º molar adjacente, grau de dificuldade aumenta a medida em que a 
profundidade do de dente impactado aumenta.
- Ocorre quando a superfície oclusal do dente impactado é
no mesmo nível ou acima do plano oclusal do 2º molar.
3. Relação com o Plano Oclusal
Profundidade do dente impactado comparado com a altura do 
2º molar adjacente, grau de dificuldade aumenta a medida em que a 
profundidade do de dente impactado aumenta.
- O plano oclusal do dente impactado está entre o plano
oclusal e a linha cervical do 2º molar.
3. Relação com o Plano Oclusal
Profundidade do dente impactado comparado com a altura do 
2º molar adjacente, grau de dificuldade aumenta a medida em que a 
profundidade do de dente impactado aumenta.
- A face oclusal do dente impactado está abaixo da
linha cervical do 2º molar.
A morfologia radicular tem um grande papel na determinação do grau 
de dificuldade da remoção de dentes impactados.
- Comprimento da raiz (melhor época para remoção é quando a raiz está
com 1/3 ou 2/3 formados).
- Raízes fusionadas em uma raiz cônica ou separadas em raízes distintas.
(cônicas são mais fáceis de remover que as amplamente separadas).
- Curvatura das raízes (severamente curvadas ou dilaceradas são mais
difíceis de remover do que as retas ou levemente curvas).
- Largura total das raízes na direção mesiodistal (deve ser comparada com
a largura do dente na linha cervical, se for maior, mais difícil a extração)
- Espaço do ligamento periodontal (mais largo, mais fácil remoção).
O tamanho do folículo ao redor dos dentes impactados pode ajudar a 
determinar a dificuldade da extração.
Folículo grande:
- Quase do tamanho de cisto, muito
menos osso deve ser removido, mais
fácil é a extração.
Folículo estreito ou inexistente:
- CD deve criar espaço ao redor da
coroa, aumentando a dificuldade do
procedimento.
A densidade do osso circundante do dente tem um papel na 
determinação da dificuldade da extração
Idade do paciente em relação a densidade óssea:
- Pacientes com 18 anos ou menos, tem densidade óssea favoráveis para
a remoção dentária. O osso é menos denso, mais maleável e se expande
e dobra de tal forma que permite que o alvéolo se expanda com a ação
das alavancas ou pela luxação dos fórceps.
- Pacientes com mais de 35 anos tem osso muito mais denso com
redução na flexibilidade e na habilidade de expansão.
Se existe espaço entre o 2º molar e o 3º molar impactado, a extração 
será mais fácil, porque o prejuízo do 2º molar é menos provável.
Impactação distoangular ou horizontal
- O dente está frequentemente em contato direto com o 2º molar
adjacente, e para remover o 3º molar com segurança sem prejudicar o 2º
molar, o CD deve ter cuidado com pressão das alavancas ou com a broca
na remoção do osso.
2º molar com cáries, grandes restaurações ou tratado endodonticamente
- O CD deve ter cuidado especial para fraturar a restauração ou uma
porção da coroa cariada. O paciente deve ser avisado dessa possibilidade.
Umas das potenciais sequelas na remoção dos 3º molares impactados é 
o dano ao nervo alveolar inferior.
Parestesia ou Anestesia do lábio inferior e do queixo no lado
machucado:
- Apesar de essa sensação alterada ser geralmente
breve (durando apenas alguns dias), ela pode se
estender por semanas ou meses, em raras ocasiões ela
pode ser permanente. A duração depende da extensão
do dano do nervo.
- Se o término da raiz parece ser próximo ao canal
alveolar inferior em uma radiografia, o CD deve tomar
cuidado especial para evitar lesão no nervo, com
aumento considerável da dificuldade do procedimento.
Essa classificação é o sistema usado pela maioria das companhias de 
seguro odontológico e é com base nela que o CD cobra pelos serviços.
Tipos de impactação separados em 3 categorias:
- Coroa do dente está coberta apenas por tecido mole e
pode ser removido sem remoção óssea.
- Parte do dente, normalmente a face posterior, está
coberta com osso e precisa de remoção óssea ou
seccionamento do dente para extração.
- O dente está totalmente coberto por osso e requer
extensa remoção de osso para a extração.
1. Posição mesioangular
2. Classificação de ramo de Pell e Gregory
classe I
3. Classificação de profundidade de Pell e
Gregory classe A
4. Raízes um terço ou dois terços formados *
5. Raízes cônicas fusionadas
6. Ligamento periodontal grande *
7. Folículo grande *
8. Osso elástico *
9. Separado do segundo molar
10. Separado do nervo alveolar inferior *
11. Impactação de tecido mole
1. Posição distoangular
2. Classe II e 3 de ramo de Pell e Gregory
3. Classe B ou C de profundidade de Pell e
Gregory
4. Raízes longas e finas *
5. Raízes curvas e divergentes
6. Ligamento periodontal estreito
7. Folículo pequeno *
8. Osso denso inelástico *
9. Contato com o segundo molar
10. Próximo ao canal alveolar inferior
11. Impactação óssea completa *
* Presente em pacientes mais velhos
- A facilidade da remoção de um dente impactado depende da sua
acessibilidade. Para ganhar acesso à área e visualizar o osso de recobrimento
que deve ser removido, o cirurgião deve rebater um retalho mucoperiosteal
adequado. O rebatimento deve ser de uma dimensão adequada para permitir a
colocação e a estabilização dos retratores e instrumentos para a remoção de
osso.
Tipos de Retalhos
1. Envelope
2. Semilunar
3. Triangular
4. Trapezoidal 
1. Incisão de Winter
- Tipo Envelope é a mais comumente usada
- Extensão posterior da incisão deve ser divergente (acompanha a linha oblíqua externa) para
evitar prejuízo ao nervo lingual
- Quando um retalho triangular é feito, uma incisão relaxante é feita na face mesial do 2º molar
2. Deslocamento mucoperiostal(Inicia sempre pelo vértice)
3. Ostectomia (desgaste ósseo)
4. Odontossecção (seccionamento do dente)
1 2 3
4
Dentes com grande incidência de inclusão. Classificação são os mesmos para os 3º
molares impactados mandibulares. Algumas distinções e adições devem ser feitas para
avaliar mais corretamente a dificuldade de remoção durante o plano de tratamento do
procedimento.
- Angulação (vertical, horizontal, distoangular, mesioangular, vestibuloangular, palatoangular, invertido)
- Morfologia Radicular (fina, não fusionada com curvatura errática)
- Espaço do Ligamento Periodontal (maior o espaço, menor dificuldade de remoção)
- Tamanho do Folículo que cerca a Coroa (espaço amplo, mais fácil remoção)
- Densidade Óssea (paciente mais novo, mais elástico e expansível o osso circundante)
- Relação com o 2º molar adjacente 
- Tipo de Tecido de Recobrimento (mesma classificação dos 3º molares mandibulares)
- Estrutura e Posição do Seio Maxilar (estão em íntimo contato com raízes dos molares)
- Tuberosidade Posterior da Maxila (pode ser fraturada)
Angulação do longo eixo do 3º molar impactado com 
relação ao longo eixo do 2º molar adjacente
As mesmas angulações das extrações dos terceiros molares inferiores geram graus
opostos de dificuldade para extração dos terceiros molares superiores.
• Impactação Vertical e Distoangular
- São menos complexas de remover.
Angulação do longo eixo do 3º molar impactado com 
relação ao longo eixo do 2º molar adjacente
As mesmas angulações das extrações dos terceiros molares inferiores geram graus
opostos de dificuldade para extração dos terceiros molares superiores.
• Impactação Horizontal e Invertido
Angulação do longo eixo do 3º molar impactado com 
relação ao longo eixo do 2º molar adjacente
• Impactação Mesioangular
- São as mais difíceis de remover (exatamente o oposto dos 3º
molares mandibulares impactados) porque o osso que cobre a
impactação requer remoção ou expansão na face posterior do dente e
ele é muito mais espesso que a impactação vertical ou distoangular.
- O acesso ao dente posicionado mesioangularmente é mais difícil se
um 2º molar irrompido está no lugar.
• Impactação Vestibuloangular
- A maioria dos 3º molares é angulada na direção da face vestibular
do processo alveolar e isso torna o osso de recobrimento naquela
área fino e, assim, fácil de remover ou expandir.
Angulação do longo eixo do 3º molar impactado com 
relação ao longo eixo do 2º molar adjacente
Avaliação radiográfica e palpação da área da tuberosidade:
• Dente posicionado na direção da face vestibular:
- Uma elevação é encontrada na área
• Dente posicionado palatinamente:
- Uma deficiência de osso é encontrada naquela região
• Impactação Palatina
- Ocasionalmente, os 3º molares impactados estão posicionados na direção da face palatina
do processo alveolar, isso torna o dente muito mais difícil de se extrair por causa da grande
quantidade de osso que precisa ser removida para ganhar acesso ao dente e uma
abordagem pela face palatina arrisca lesão nos nervos e vasos do forame palatino.
2. Relação com o Plano Oclusal
Profundidade do dente impactado comparado com a altura do 2º molar adjacente, grau de 
dificuldade aumenta a medida em que a profundidade do de dente impactado aumenta.
- Ocorre quando a superfície oclusal do dente impactado é no mesmo nível
ou acima do plano oclusal do 2º molar.
- O plano oclusal do dente impactado está entre o plano oclusal e a linha
cervical do 2º molar.
- A face oclusal do dente impactado está abaixo da linha cervical do 2º
molar.
A morfologia radicular tem um grande papel na determinação do grau 
de dificuldade da remoção de dentes impactados.
- O fator mais comum que causa dificuldade para a
remoção dos terceiros molares maxilares é uma raiz
fina, não fusionada com curvatura errática.
O terceiro molar maxilar tem formação radicular 
mais errática e variável de todos os dentes.
A tuberosidade pode ser fraturada quando osso denso e não elástico 
existe em pacientes mais velhos.
- Um grande seio maxilar torna o osso alveolar
circundante fino e mais susceptível à fratura
quando é aplicada força excessiva.
- A morfologia da raiz que tem raízes divergentes
exige maior força de remoção e aumenta a
probabilidade de fratura óssea, e impactações
mesioangulares aumentam a possibilidade de
fraturas.
1. Incisão de Winter
- Tipo Envelope é a mais comumente usada
- Se o dente está profundamente impactado, uma incisão relaxante no vestíbulo pode ser usada para
ganhar maior acesso
- Quando o retalho triangular é rebatido, as porções mais apicais se tornam mais visíveis
2. Deslocamento mucoperiostal (exposição da área - inicia sempre pelo vértice)
3. Ostectomia (avaliar necessidade de desgaste ósseo)
4. Odontossecção (seccionamento do dente com broca)
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- Depois dos terceiros molares mandibulares e maxilares, o próximo
dente impactado mais comum é o canino maxilar. A impactação de
caninos superiores permanentes é frequente, principalmente numa
posição palatina em relação à dentição, mesmo que tenha espaço
suficiente para o seu alinhamento na arcada dentária. Diversas são
as causas dessa impactação e para sua melhor resolução, o
diagnóstico precoce é importante.
Podem estar posicionados:
• Labialmente
• Face palatina (mais difícil remoção) 
• No meio do processo alveolar
- Para auxiliar no diagnóstico, um bom exame clínico e radiográfico é essencial porque possibilita
observar todas as estruturas e também o posicionamento do canino em relação aos elementos
próximos, propiciando uma conduta apropriada de tratamento.
Quanto ao sentido vestíbulo palatino:
• Vestibular
• Palatino
• Vestíbulo-palatino
• Palato-vestibular
Quanto a posição:
• Vertical
• Horizontal
• Inclinado
Quanto a altura:
• Alto
• Baixo
Vertical
- Canino se encontra paralelo em relação ao longo eixo do incisivo lateral
Mesioangular
Horizontal
Distoangular
- O longo eixo do canino está em posição medial em relação ao longo eixo do incisivo lateral
- O longo eixo do canino está em posição distal em relação ao longo eixo do incisivo lateral
- O longo eixo do canino está perpendicular ao longo eixo do incisivo lateral 
Principais causas de impactações:
• Discrepâncias no tamanho do arco
• Retenção prolongada ou perda precoce do canino decíduo
• Posição anormal do germe do dente permanente
• Presença de fenda alveolar
• Anquilose
• Neoplásica
• Dilaceração da raiz
• Origem iatrogênica
• Condição idiopática
Posicionamento para vestibular:
• Retalho de Neuman
• Retalho de Neuman modificado
Posicionamento para palatina:
• Retalho interpapilar de primeiro molar a canino do lado oposto
• Em inclusão bilateral, retalho entre os primeiros molares
• Ostectomia
• Odontossecção
Abrange gengiva inserida, livre 
e papila com 1 relaxante. 
Intrasulcular com 1 relaxante.
Abrange gengiva inserida, livre 
e papila com 2 relaxantes. 
Intrasulcular com 2 relaxantes.
Neuman
Neuman modificado
Canino maxilar impactado posicionado labialmente.
Acesso para finalidade ortodôntica
1. O dente deve ser descoberto com um retalho reposicionado
apicalmente para preservar a gengiva inserida;
2. O retalho mucoperiosteal é desenhado, permitindo o
reposicionamento da mucosa queratinizada sobre o dente
exposto;
3. Quando o retalho é rebatido, o fino osso de recobrimento é
removido;
4. O tecido é retraído e um braquete colado ao dente com
uma corrente de ouro;
5. O retalho é suturado apicalmente ao dente;
6. Após 6 meses, o dente exposto está na posição desejada,
com uma ampla área de gengiva inserida;
Tratamento Cirúrgico sem aproveitamento
1. Realizar incisão;
2. O dente deve ser descoberto com um retalho
reposicionado apicalmente para preservar a gengiva
inserida;
3. O retalho mucoperiosteal é desenhado, permitindo o
reposicionamento da mucosa queratinizada sobre o
dente exposto;
4. Quando o retalho é rebatido, é realizado osteotomia
para expor a coroa;
5. Odontossecção da coroa seguido de luxação e
remoção da raiz;
6. O retalhoé reposicionado e suturado;
• Podem interferir na erupção dos dentes subjacentes e têm o
potencial de causar a reabsorção e o deslocamento desses dentes;
• Possível explicação: deslocamento excessivo da lâmina dental,
levando formação de germes dentários adicionais.
• Na maioria dos casos, apenas um dente supranumerário está
presente, as situações mais comuns são: Porção anterior da maxila
• APERT
• Crouzon
• Down
• Ehlers-Danlos
• Gardner
• Displasia Cleidocraniana
• Palpação manual e radiografias simples;
• Região vestibular e a região palatina/lingual e observar se há algum aumento de volume
das corticais;
• Dúvida se o dente está por vestibular o por palatina/lingual: radiografia oclusal
• Técnica de distorções radiográficas
• Localização dentária: tomografia – cone beam
• Deve ser abordado na direção palatina para remoção
• Deverá ser removido de maneira precoce, pois pode impedir a
erupção normal do incisivos centrais permanentes.
• Metade a 2/3 das raízes dos incisivos centrais são formados, o
que torna mais fácil identificar as raízes dos incisivos normais e
identificar o dente anormal.
• Devem ser abordados na direção palatina para a remoção.
• São removidos ao mesmo tempo em que os 3º molares.
• Removidos quando os pré-molares permanentes exibem metade
a 2/3 do desenvolvimento da raiz.
Abordagem será parecida com a de dentes retidos.
1. Anestesia local
2. Incisão e deslocamento mucoperiostal
- Palatina ou lingual: retalho em envelope
- Vestibular: podemos realizar retalho em L aberto, em envelope ou Neumann, dependendo da
localização e profundidade do dente supranumerário.
3. Ostectomia
- Lembrando sempre de liberar bem a coroa do dente, permitindo que a linha amelocementária
esteja exposta.
4. Odontossecção
- Caso a ostectomia não seja suficiente para permitir a luxação e posterior remoção do dente, deve-se
realizar a Odontossecção.
- Segue o longo eixo do dente ou no sentido horizontal
- Pode ser realizado após dente possuir o mínimo de mobilidade durante a luxação.
5. Cuidados com a ferida operatória e sutura
- Seguem as mesmas etapas dos dentes retidos.
• Dentes com amplas destruições coronárias, dilacerações aplicais e anquiloses poderão ter
abordagens muito parecidas.
• Candidatos à extração aberta.
• Parte da força do fórceps é aplicado à coroa
• Fratura da coroa dos dentes
• Extração aberta: evitar a necessidade de força excessiva
• Podem se tornar difíceis de serem removidas caso o profissional
não opte por uma extração aberta
• Possível risco de fratura de uma ou mais raízes
• Frequentemente encontrado em molares decíduos que ficam retidos e encontram-se em infra
oclusão.
• Comumente encontrada em dentes não vitais que passaram por tratamento endodôntico vários
anos antes da extração.
• Radiograficamente: ausência do ligamento periodontal em sua totalidade ou apenas em parte da
porção radicular dentária.
• Se o clínico desconfiar de que o dente esteja anquilosado, é melhor planejar sua remoção
cirúrgica com abertura de retalho, realização de ostectomia e, em alguns casos, Odontossecção.
Dentes unirradiculares
1. Retalho em envelope e descolamento mucoperiostal
2. Ostectomia
3. Odontossecção
Dentes multirradiculares
1. Retalho em envelope e descolamento mucoperiostal
- Se possível introduzir a alavanca e realizar o movimento de luxação
- Se a visualização estiver muito prejudicada: retalho em L aberto
2. Ostectomia
3. Odontossecção
- Pré-molares com 2 raízes: divisão longitudinal no sentido mesio-distal
- Molares superiores: divisão em T
- Molares inferiores: divisão longitudinal no sentido vestíbulo-lingual
• Fratura do terço apical (3 a 4 mm) da raiz durante uma extração fechada: tentar finalizar
na técnica fechada
• Boa iluminação
• Boa lavagem
• Boa secagem da região (sugador ou gaze são imprescindíveis)
• A técnica fechada é mais útil quando o dente estiver bem luxado e com mobilidade antes
de ocorrer a fratura do ápice.
• Se houver luxação suficiente antes da fratura, o fragmento radicular ainda estará móvel
e pode ser removido com mais facilidade.
• Entretanto, nos casos de dilaceração radicular ou Hipercementose, a técnica fechada
possui menos chances de sucesso.
1. Alvéolo irrigado com vigor e a sucção deve ser feita com pequena ponta aspiradora.
2. Se a técnica de irrigação-sucção não surtir efeito, deve-se movimentar
cuidadosamente o ápice luxado para fora do alvéolo com um descolador, apexo ou
bandeirinha.
Não aplicar força apical ou lateral excessiva na alavanca!
- A força apical pode resultar em deslocamento do fragmento radicular para
dentro de outras estruturas anatômicas.
- A força lateral pode resultar em um encurvamento ou em fratura dos
instrumentais.
3. Insucesso na técnica fechada: técnica aberta
4. Ostectomia
• Se os métodos fechados de remoção não tiverem êxito.
• Se o método aberto puder ser muito traumático.
• O cirurgião deve pensar em manter o fragmento no lugar.
• Os risco de remoção não podem sobrepor-se aos benefícios.
• Se a remoção da raiz for causar destruição excessiva do tecido
circunvizinho.
• Se a remoção da raiz por em risco estrutura importantes.
• Se as tentativas de remoção da raiz residual puderem desloca-la para
dentro dos espaços teciduais.
3 condições para a raiz ser deixada no alvéolo:
1. Fragmento deve ser pequeno, com não mais de 4 a 5mm de
comprimento.
2. Fragmento deve estar profundamente inserida no osso.
3. O dente envolvido deve estar livre de infecção e não deve apresentar
áreas radiolúcidas ao redor do ápice radicular.
1. Paciente deve ser informado que deixar a raiz será menos
arriscado do que tirar.
2. Obter e manter nos registros de paciente.
3. Registrar no prontuários mesmo informando ao paciente.
4. Fazer o controle do caso, acompanhamento do paciente
nos anos seguintes.
5. Instruir o paciente para contatar o cirurgião
imediatamente, caso ocorra qualquer problema na área
da raiz residual.
1. Começar pelos dentes superiores
- A técnica anestésica infiltrativa tem início mais rápido,
mas também desaparece mais rapidamente.
2. Dentes posteriores antes dos anteriores
- Uso mais efetivo das alavancas para luxar e mobilizar os dentes.
- Sangramento na região anterior poderá dificultar a visualização da região
posterior.
- Caninos e 1º molares são os dois mais difíceis de ser removidos e devem ser
extraídos por último.
Dica: a remoção dos dentes adjacentes a estes, enfraquece o osso alveolar tornando a 
extração de 1º molares e caninos mais fáceis.
Situação: Todos os dentes dos quadrantes esquerdo maxilar e mandibular com
extração indicada, o recomendado seria:
1. Dentes maxilares posteriores deixando o 1º molar
2. Dentes maxilares anteriores deixando o canino
3. Primeiro molar maxilar
4. Canino maxilar
5. Dentes posteriores inferiores, deixando o 1º molar
6. Dentes anteriores inferiores deixando o canino
7. Primeiro molar inferior
8. Canino inferior
1. Descolar os tecidos moles inseridos ao redor dos dentes. O
deslocamento dos tecidos é ligeiramente estendido até
formar um pequeno retalho em envelope.
2. Remoção dos dentes começando pelos posteriores
3. Firme compressão (manobra de Champret-Hirondel)
4. Regularização do rebordo alveolar
5. Área deve ser abundantemente irrigada com soro fisiológico
estéril ou água destilada.
6. O tecido moles é examinado e verificar se existe excesso
7. As papilas são suturadas e posição
Embriologia
- Primeiro arco braquial (revestido por ectoderme) = cartilagem mandibular (de Meckel).
- Os seios maxilares são espaços preenchidos por ar que ocupam os ossos maxilares
bilateralmente. Os seios maxilares são os primeiros dos seios paranasais (maxilar,
etmoide, frontal e esfenoide) a se desenvolverem embriologicamente, e esse processo se
inicia no 3º mês de desenvolvimento fetal de forma simultânea com as invaginações de
mucosas ou o embolsamento dos infundíbulos etmoidais.
- O desenvolvimento inicial dos seios maxilares, denominado também pneumatização
primária, progride ao mesmo tempo quea invaginação se expande no interior da
cápsula nasal cartilaginosa.
- A pneumatização secundária se inicia no 5º mês de desenvolvimento fetal, ao mesmo
tempo que as invaginações iniciais se expandem dentro dos ossos maxilares em
desenvolvimento.
- O seio maxilar é o maior dos seios paranasais. É conhecido também como antro
(cavidade) ou antro de Highmore.
Fisiologia
- Aquecimento de ar (ventilação)
- Umidificação do ar (secreção de muco)
- Diminuição do peso da face: osso maxilar é pneumático -1% de peso no crânio
- Diminui fadiga da musculatura do pescoço
- Drenagem: impede a formação de processos infecciosos
- Ressonância da voz
Anatomia
- Osso esfenoide
- Osso etmoide
- Osso frontal
- Osso maxilar
Anatomia
- Maior seio paranasal
- Forma piramidal
- Base: parede lateral da fossa nasal
- Ápice: zigomático
- Comunicação com a fossa nasal: óstio do seio maxilar
(meato médio)
- Parede superior: soalho da órbita – infraorbitário
- Parede ântero-lateral: superior anterior da maxila
- Parede póstero-lateral: superior infratemporal da maxila
- Parede inferior: processo alveolar da maxila
Vascularização
• Suprimento arterial da parede mediana
Mucosa nasal: artérias do meato médio e do etmoide
• Suprimento arterial da parede anterior, lateral e inferior
Provém da vascularização óssea – artéria alveolar superior, posterior e alveoloantral
Inervação 
• Nervos da mucosa nasal
Ramificações do segundo ramo do trigêmeo
• Nervos alveolares superiores e infraorbitário
Circulação Linfática 
• Vasos coletores da mucosa do meato médio
• Cavidade fechada, não patológica, de conteúdo vazio e revestida por uma
mucosa fina e própria (Schneider – epônimo) Membrana Sinusal.
• Epitélio pseudoestratificado cilíndrico ciliado
• Remoção de partículas e bactérias rumo ao óstio
Exames Imaginológicos
- Exames preconizados para cirurgia do Seio Maxilar são:
• Rx Periapical
• Rx Panorâmico
• Rx Waters
• Tomografia Computadorizada
- A reconstrução 3D auxilia no cálculo da quantidade
de enxerto requerido.
Finalidade:
• Avaliação anatômica
• Alterações relacionadas ao seio maxilar
• Planejamento cirúrgico
• Avaliação dos resultados
Waters
TCPanorâmica
Periapical
• Sinusite
• Corpos estranhos: dente; implantes; material endodôntico;
• Cisto de retenção mucoso
• Comunicação e Fístula Buco-Sinusal
• Pós extrações
• Uso inadequado de instrumentos
• Fraturas ósseas
Alergia – Inflamação - Infecção
Seio Frontal
Seio Esfenoidais
Seio Etmoidais
Septo
Seio Maxilares
Excesso de muco
Infecção sinusal
Seio inflamado
Seio Saudável Sinusite
Obstrução do óstio 
Hipóxia/Edema
Acúmulo de secreção:
Sinusite Aguda: entre os primeiros 10 dias 
e 4 semanas após início dos sintomas
Sinusite Crônica: depois de 8 semanas de sintomas
Antibiótico/Corticoide
Resolução
Técnica:
1. Incisão de Caldwell-Luc
2. Retilínea em fundo de saco vestibular de canino (após pilar
canino) até molar (pilar zigomático)
3. Descolamento mucoperiostal
4. Ostectomia vestibular ovalada
Acesso cirúrgico do seio maxilar
• Via Caldwell-Luc
• Via comunicação/fístula com 2 relaxantes divergentes
- O objetivo da cirurgia do seio maxilar é remover o tecido anormal da cavidade do seio maxilar e restaurar a
drenagem normal através do óstio. Tradicionalmente, esse processo era acompanhado de uma abordagem aberta
do seio maxilar conhecida como procedimento de Caldwell-Luc.
- Nessa técnica, a parede anterior do seio maxilar é acessada na área da fossa canina por meio de uma abordagem
vestibular. O seio maxilar é aberto e o tecido anormal ou corpos estranhos são removidos. A área ostiomeatal é
avaliada e aberta, ou pode ser criada uma nova abertura para uma drenagem mais dependente dentro do nariz
(denominada antrostomia) próxima ao assoalho do seio maxilar.
- Cistos de retenção mucoso em seios maxilares são entidades benignas que resultam em obstrução do
ducto de uma glândula seromucosa, por inflamação, infecção ou alergia da mucosa do seio maxilar, que
por sua vez provoca acúmulo de muco e dilatação cística da glândula.
Causas: 
• Fraturas ósseas
• Pós extrações
Causas: ocorre durante a exodontia dos dentes superiores
posteriores retidos.
- Quando não houver osso entre as raízes dos dentes com o
seio maxilar, ou se as raízes forem muito divergentes.
• Uso inadequado dos instrumentos
Manobra de Valsalva:
Diagnóstico imediato: passagem de líquido pelo nariz
O paciente tenta expelir o ar pelo nariz ao mesmo tempo
em que se comprime os 2 orifícios nasais observando a
presença de “bolhas” de ar no alvéolo.
Procedimentos imediatos à uma comunicação
- Teste de expiração nasal forçada - Valsalva
- Não colocar nenhum apósito (gaze) dentro do alvéolo
para obliterar de imediato a comunicação.
- Caso haja a penetração de um corpo estranho no seio
maxilar, nunca tentar a remoção via alvéolo.
- Deixar sempre para um novo tempo cirúrgico.
- Sutura oclusiva (relaxantes) – aproximação das bordas da
ferida, preservando coágulo.
- Remoção da porção vestibular do alvéolo.
- Orientar paciente que não faça força para assoar o nariz.
- Quando for espirrar fazer sempre de boca aberta.
- Não tomar liquido de canudinho.
- Não fumar e não bochechar.
- Possibilidade de sangramento nasal: epistaxe
- Não irrigar o alvéolo para não contaminar o seio
- Não curetar o fundo do alvéolo
- Certificar-se que a comunicação não fora causada pela
penetração de corpos estranhos no seio maxilar.
Sinais e Sintomas
• Seio maxilar velado no raio X
• Gosto metálico na boca
• Dor à palpação na região zigomática
• Ao tomar líquido o mesmo retorna para o 
nariz (vice-versa)
• Dor de cabeça (irradiada para nuca/pescoço)
Fístula Buco-sinusal
- Permanência de uma comunicação da 
cavidade bucal com o seio maxilar, devido a 
injúria sinusal durante exodontias.
Clinicamente: falta de continuidade da mucosa, 
tecido epitelizado do seio com a boca, escape de 
ar, saída de líquidos pelo nariz, congestão nasal 
e rinorreia mucopurulenta.
Retalho palatino Retalho vestibular
Pré-operatório
• Antibioticoterapia por 10 dias: Clavulin BD
Amoxicilina + Clavulanato de potássio (inibidor de betalactamase)
• Uso de 2 a 4 gotas, 3x ao dia de Fluimucil solução nasal
• Inalação de Fluimucil antes de deitar
Trans-operatório
- Incisão do retalho receptor
- Preparo do plano profundo
- Excisão da fístula
- Incisão do retalho doador
- Sutura – sem tensão – nutrição Condutas
- Antibioticoterapia, descongestionantes nasais e 
irrigações com antissépticos
- Retalhos vestibulares e palatinos rotacionados 
sobre a fístula
- Fechamento em dois planos – Corpo adiposo da 
bochecha – telas de titânio
Pós-operatório
- Retorno para acompanhamento em 5 dias
- Remoção da sutura de 10 a 15 dias
- Acompanhamento até 3 meses
@tamipaivas
tamirespaiiva@hotmail.com
- Esses medicamentos são frequentemente usados para tratar doenças que causam
reabsorção óssea, como a Osteoporose, ou para tratar câncer.
- Os principais grupos de medicamentos envolvidos são os antirreabsortivos e os
antiangiogênicos.
- Dependendo da duração do tratamento e do tipo específico de bisfosfonato prescrito, a
droga pode permanecer no corpo por anos.
Mecanismo de ação
Os mecanismos de ação dos Bisfosfonatos incluem
redução da remodelação óssea e inibição de
mediadores da reabsorção, os mesmos do processo de
inflamação e, dessa forma, inibem a renovação do
osso ao suprir o recrutamento e a atividade dos
osteoclastos.
A deposição fisiológica e a remodelação do osso ficam
severamente comprometidas em pacientes que estão
recebendo tratamento com bisfosfonatos.
• As lesões de osteonecrose foram primeiramente correlacionadas com os
bisfosfonatos, e por isso, são mais conhecidos os casos associados a esta
medicação.
• As lesões associadas aos bisfosfonatos são mais frequentes nos casos em
que o paciente usa a medicação por via intravenosa, devido a maior
potência da medicação, a região bucal mais afetada é a mandíbula,
provavelmente devido a menor irrigação deste osso.
• Alguns procedimentosodontológicos estão associados a maior prevalência
de casos de osteonecrose, como as exodontias e tratamentos periodontais.
• Clinicamente, as lesões se apresentam como ulcerações da mucosa bucal que
expõem o osso subjacente e, com frequência, são extremamente dolorosas.
Clinicamente as lesões de osteonecrose associada a medicamentos são definidas como ulcerações da
mucosa bucal que expõem o osso subjacente por mais de 8 semanas e, com frequência, são
extremamente dolorosas, ou presença de fístulas intra ou extrabucais pelo mesmo período, além disso
o paciente tem histórico de uso de medicamentos antirreabsortivos (bisfosfonatos e denosumab), ou
de medicamentos antiangiogênicos, e ainda, o mesmo não pode ter sido submetido a radioterapia
na região de cabeça e pescoço.
Anamnese e Exame Clínico
Paciente irá fazer uso de droga 
antirreabsortiva
Paciente faz uso da droga 
antirreabsortiva?
Cuidados Pré-operatórios
Adequação do meio bucal
Profilaxia antibiótica, se indicado
Cuidados Trans-operatórios
Minimizar o trauma tecidual
Terapia de aPDT
Cuidados Pós-operatórios
Terapia e aPDT
Amoxicilina 500mg – 8h/8h por 7 dias ou
Clindamicina 300mg 8h/8h por 7 dias
Estágio 0
- Nenhum osso necrótico aparente em pacientes que foram tratados com Bisfosfonatos orais ou IV.
Estágio 2
- Exposição óssea necrosada, ou fístulas que sondam o osso detectadas clinicamente, associadas a
infecções evidenciada por dor e eritema na região do osso exposto com ou sem drenagem purulenta.
Estágio 3
- Exposição óssea necrosada, ou fístula que sonda o osso em pacientes com dor intensa ou infecção
(drenagem purulenta) e um ou mais das seguintes situações:
1. Exposição de tecido ósseo e necrótico estendendo-se além da região alveolar (borda inferior e ramo da
mandíbula, seio maxilar e osso zigomático) resultando em fratura patológica.
2. Fístula extra-oral, comunicação buco-sinusal ou osteólise que se estende até o assoalho do seio maxilar.
- Nenhum osso necrótico aparente em pacientes que foram tratados com Bisfosfonatos orais ou IV.
Estágio 1
Anamnese e Exame Clínico
Paciente irá fazer uso de droga 
antirreabsortiva
Paciente faz uso da droga 
antirreabsortiva?
Terapia pode ser adiada?
Decidir com equipe multiprofissional
Não
Tratamento medicamentoso
Sim
Aguardar reparo tecidual 
(14-21 dias)
Tratamento odontológico geral:
Adequação do meio
Tratamento periodontal
Tratamento endodôntico
Exodontias (dentes condenados 
ou com diagnóstico ruim)
Houve manipulação 
tecidual?
Sim Não
Anamnese e 
Exame Clínico
Paciente faz 
uso de droga 
antirreabsortiva
Exame radiográfico
Panorâmica
Presença de lesão?
Sim
Não Paciente EM RISCO
Medidas de prevenção 
Orientação de cuidado de higiene
Bisfosfonatos
Antirreabsortivos
Biológicos
Antiangiogênicos
imunomoduladores
Outras classes
Alendronato
Zometa
Denosumabe
Prolia - Xgeva
Anti-VEGF
Anti TNFa: infliximab, adalimumab
anti-CD20 Rituximab
Corticoides, metotrexato (MTX)
Ipilimumab
Azacitidine
Estágio 0 Na presença de dor e/ou infecção, prescrever analgésicos e/ou antibióticos 
Estágio 1
Enxaguante (cloridrato de clorexidina 0,12%). Acompanhamento clínico e radiográfico 
periódico. Contactar médico para avaliar a necessidade de continuação da medicação.
Realizar protocolo de aPDT
Estágio 2
Antibioticoterapia; Enxaguante (cloridrato de clorexidina 0,12%). 
Controle da dor. Realizar protocolo de aPDT. 
Debridamento pode ser realizado para controle da infecção.
Estágio 3
Antibioticoterapia; Enxaguante (cloridrato de clorexidina 0,12%). 
Controle da dor. Realizar protocolo de aPDT. 
Debridamento ou ainda ressecção (avaliar tamanho da lesão)
Endovenosa: maior chance de osteonecrose, 
maior concentração plasmática que via oral
Há quanto tempo toma?
+ 6 meses injetável: contra
indicado implante
+ 6 meses comprimido: possível
implante
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O D O N T O G Ê N I C O S
Gengival
Erupção
Periodontal lateral
Residual
Radicular
Dentígero
Queratocisto
Modalidades de Tratamento
A escolha vai depender: da idade, do tamanho, da localização, da agressividade, das estruturas 
anatômicas e da possibilidade de erupção.
VANTAGENS DESVANTAGENS
ENUCLEAÇÃO
CURETAGEM
• Única intervenção cirúrgica
• Não necessita colaboração do paciente no PO
• Exame histopatológico de toda a peça
• Risco de lesão de estruturas nervosas
• Desvitalização
• Risco de fratura patológica
• Não aproveitamento de um dente incluso
MARSUPIALIZAÇÃO
DESCOMPRESSÃO
• Procedimento simples e de rápida resolução 
em pacientes pediátricos e adolescentes
• Baixo risco de lesão de estruturas nervosas
• Continuidade de erupção de um dente incluso
• Lenta resolução nos adultos
• Cavidade acessória de difícil higienização
• Halitose e acúmulo alimentar
• Resto de tecido patológico necessitando de 
segunda intervenção cirúrgica
• Cocos anaeróbios
• Streptococcus mutans
• Streptococcus viridans
• Streptococcus sanguis
• Streptococcus mitis
Microbiologia do Século XXI
Constante mudança: modificações genéticas dos microorganismos
Reprodução: a cada 20 minutos
Capacidade de reação rápida: antissépticos/antibióticos
Histórico: Séculos XX e XXI
• Infecções complexas: Complicações
• Desafio: infecções polimicrobianas e resistentes
• Comorbidades sistêmicas, imunocompetentes, etilistas, tabagistas crônicos,
usuários de drogas: risco de vida
• Antibioticoterapia empírica: associações
• Internação hospitalar: atuação multiprofissional + UTI
• Streptococcus spp
• Veillonella
• Fusobacterium spp
• Prevotella spp
• Porphyromonas spp
Aeróbias: 5%
Anaeróbias: 35%
Aeróbias e Anaeróbias: 60%
• Iniciada por streptococcus e perpetuada por microorganismos anaeróbios.
Infecção: é a instalação, crescimento e multiplicação bacteriana após sua invasão
orgânica, desencadeando uma virulência que supera o mecanismo de defesa do hospedeiro.
- Caracterizam-se por inflamação, necrose tecidual, formação de pus e gases, usualmente
das infecções odontogênicas, podendo provocar septicemia com evolução até o óbito.
Abscesso Celulite
Etiologia 
Odontogênicos: Periapicopatias – Periodontopatias – Cirúrgicas 
Não odontogênicos: Bacterianas – Virais – Fúngicas 
Epidemiologia
• Casuística: 42 pacientes
• Gênero: Masculino 1:1 Feminino = idade média 28 anos
• Etiologia: 78% = 3º molares inferiores
• Quadro clínico e Imaginológico de angina de Ludwig: 60%
• Tumefação + toxemia + trismo: 98%
• Comorbidades sistêmicas: 20% diabetes mellitus tipo 2
• ATB EV: Drenagem / Descompressão: 95%
• ATB EV: penicilina + metronidazol = 100%
• Internação hospitalar: 14 dias
• UTI: 18%
• Taxa de mortalidade: 1 caso
Fatores de Risco
• Anatomia da região da cabeça e pescoço
• Microbiologia mista e polimicrobiota
• Susceptibilidade aos antibióticos
• Comorbidades sistêmicas
Critérios de Avaliação
• Diagnóstico: Precoce
• Histórico: Médico-odontológico
• Tempo: Duração – Evolução
• Imaginologia: RX – US – TC – RM
• Localização: Grau de severidade – Espaços fasciais
• Determinação da gravidade da infecção:
- Tumefação – Toxemia – Trismo
- Maxila: aumento de volume periorbital com proptose e oftalmoplagia
- Mandíbula: dificuldade respiratória, dispneia e trismo
- Aumento dos sinais vitais: T – FR – P – PA – FC
- Exames laboratoriais: leucocitose com desvio à esquerda + aumento de PCR
Critérios para referenciar ao Buco Maxilo:
• Dificuldade de respirar e deglutir
• Desidratação
• Trismo moderado a grave (abertura interincisal menor que 20mm)
• Edema estendendo-se além do processo alveolar
• Temperatura elevada (maior que 38,3ºC)
• Mal estar grave e aparência tóxica
• Defesas comprometidas do hospedeiro
• Necessidade de anestesia geral
• Insucesso no tratamento prévio
Emergência médico-odontológica: internação hospitalar imediata
Via aérea: broncofibroscopia no auxilio à intubação/traqueostomia
Disseminação dos espaços fasciais: óbito
3 critérios principais para encaminhamento imediato ao
Hospital de emergência em razão de ameaça iminente:
1. História de progressãomuito rápida da infecção
- começou 1 ou 2 dias atrás antes da consulta e está piorando rapidamente, com aumento
progressivo da tumefação, da dor e outros sinais e sintomas associados.
2. Dificuldade de respirar (dispneia)
- Pacientes que têm tumefação grave do tecido mole das vias aéreas superiores como resultado
de infecção podem ter dificuldade em manter uma via aérea patente, o paciente
frequentemente não pode deitar-se, tem dificuldades para falar e está nitidamente angustiado
com suas dificuldades respiratórias.
3. Dificuldade de deglutição (disfagia)
- Pacientes com infecções dos espaços fasciais profundos agudamente progressivas também
podem ter dificuldade em deglutir sua própria saliva. Babar é um sinal ameaçador, pois a
incapacidade de controlar sua própria secreção frequentemente indica estreitamento da
orofaringe e potencial para obstrução aguda das vias aéreas.
Estágios
Inoculação – Ruptura do periósteo – Celulite – Abscesso – Disseminação 
Características Abscessos Celulites
Duração 4 a 10 dias 1 a 5 dias
Dor, bordas Localizada Difusa
Tamanho Pequeno Grande
Cor Centro brilhante Vermelho
Consistência Centro amolecido Endurecida
Progressão Decrescente Crescente
Pus Presente Ausente 
Bactéria Anaeróbica Mista
Gravidade Pequena (muito baixa) Alta
Propagações: 
Dente Cortical Músculo Relação Local
Incisivo central Vestibular Orbicular da boca Abaixo Vestíbulo
Incisivo lateral
Vestibular 
Orbicular da boca
Abaixo Vestíbulo
Palatina Palato
Canino
Vestibular Elevador do 
ângulo da boca
Abaixo Vestíbulo
Acima Espaço canino
Pré Molares Vestibular Bucinador Abaixo Vestíbulo
Molares
Vestibular Bucinador
Abaixo Vestíbulo
Acima Espaço bucal
Palatina Palato
Relações Anatômicas
• Maxila
- Abscessos Vestibulares
Tendem a perfurar a cortical óssea vestibular
Abaixo das inserções musculares
- Abscessos Palatinos
Incisivo lateral: raiz para o palato
Raiz palatina do 1º Pré molar e 1º Molar
acúmulo ou presença de secreção purulenta dentro do seio maxilar
Vestibular Palatino
Propagações: 
Dente Cortical Músculo Relação Local
Incisivos Vestibular Mentual
Acima Vestíbulo
Abaixo Espaço submentual
Caninos Vestibular 
Depressor do 
ângulo da boca
Acima Vestíbulo
Abaixo Espaço submentual
Pré Molares Vestibular Bucinador Acima Vestíbulo
1º e 2 Molares
Vestibular Bucinador
Acima Vestíbulo
Abaixo Espaço bucal
Lingual Milo hióideo Acima Espaço sublingual
2º e 3º Molares Lingual Milo hióideo Abaixo
Espaço 
submandibular
Relações Anatômicas
• Mandíbula
- Abscessos Vestibulares
Incisivos, caninos, pré molares: tendem a perfurar a cortical óssea vestibular
Acima das inserções musculares
- Abscessos Vestibulares/Lingual
Molares:
Acima e/ou abaixo das inserções musculares
1º molar: vestibular ou lingual
2º molar: mais para lingual
3º molar: quase sempre para lingual
Conforme a infecção perfura o osso, ela pode se
exteriorizar em uma variedade de locais, dependendo da
espessura do osso suprajacente e da relação das
inserções musculares com o sítio de perfuração.
Esta ilustração mostra seis possíveis localizações:
(1) abscesso vestibular
(2) espaço bucal
(3) abscesso palatino
(4) espaço sublingual
(5) espaço submandibular
(6) seio maxilar
6
2
1
1
2
5
4
3
Disseminação dos espaços fasciais
• Primários (superficiais)
• Secundários
• Cervicais (profundos)
Espaços Anatômicos Envolvidos nas 
Infecções Odontogênicas 
• Vestibular
• Bucal 
• Subcutâneo 
• Infraorbitário 
• Bucal 
• Infratemporal 
• Seios maxilares e outros seios paranasais 
• Trombose do seio cavernoso 
• Espaço do corpo da mandíbula 
• Espaços perimandibulares 
• Submandibular 
• Sublingual 
• Submentoniano 
• Espaço mastigador 
• Submassetérico 
• Pterigomandibular 
• Temporal superficial 
• Temporal profundo Espaços Fasciais 
Profundos do Pescoço 
• Faríngeo lateral 
• Retrofaríngeo 
• Pré-traqueal 
• Espaço potencial 
• Pré-vertebral 
Disseminação dos espaços fasciais
• Vestibular
• Bucal
• Subperiosteal
• Espaço do corpo da mandíbula
• Infraorbitário
• Espaços perimandibulares
• Submandibular
• Sublingual
• Submentoniano
• Espaço mastigador
• Submassetérico
• Pterigomandibular
• Temporal superficial
• Temporal profundo (inclui infratemporal)
• Espaços profundos do pescoço
• Faríngeo lateral
• Retrofaríngeo
• Pré-traqueal
• Espaço potencial
• Mediastino
• Infecções intracranianas
• Trombose do seio cavernoso
• Abscesso cerebral
• Fasciite necrotizante
Gravidade Relativa das Infecções dos Espaços Fasciais Profundos 
Não têm probabilidade de obstruir as
vias aéreas ou atingir estruturas vitais.
A: Abscesso do espaço vestibular sob o
lábio superior.
B: Celulite do espaço do corpo da
mandíbula.
Dificultam o acesso às vias aéreas.
A: Abscesso do espaço submassetérico
que está causando trismo grave.
B: Infecção do espaço do corpo da
mandíbula e do espaço submandibular
Prováveis de obstruir as vias aéreas ou
atingir estruturas vitais.
A: Abscesso do espaço faríngeo lateral.
B: Paciente submetido à exodontia dos
3º molares impactados. Após 2 dias,
ficou febril e desenvolveu eritema facial
direito e periorbitário. Nas 24 horas
seguintes, a pele sobre o local do dente
32 tornou-se roxo-escura e preta, como
mostrado.
Princípios de Tratamento
• Determinar a gravidade
• Avaliar as defesas do hospedeiro
• Determinar o local de tratamento
• Tratar cirurgicamente
• Suporte médico
• Escolher e prescrever o(s) antibiótico(s) adequado(s)
• Administrar o antibiótico apropriadamente
• Reavaliação frequente
Bucomaxilo facial
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tamirespaiiva@hotmail.com
Limites Anatômicos de Atuação
1/3 Superior
1/3 Médio
1/3 Inferior
• Frontal
• Naso-etmoido-orbital
• Órbita
• Nariz
• Maxila
• Zigomático
• Mandíbula
Pares
- Maxila
- Zigomático
- Palatino
- Nasal
- Lacrimal
- Concha nasal
Ímpares
- Vômer
- Mandíbula
Ossos da Face
Zonas de Resistência: Mandíbula
• Trajetória Mentual
- Sínfise
• Trajetória Marginal
- Basilar
• Trajetória Dentária
- Alveolar
• Trajetória Temporal
Trajetória marginal
Trajetória mentual
Trajetória dentária
Trajetória temporal
Zonas de Fragilidade
• Processo condilar
• Coronoide
• Ângulo
• Corpo
• Forame mentual
• Sínfise
• Processo alveolar
- Localizado na parte central do esqueleto facial
- Denominado de esqueleto fixo da face
- Limite superior: osso frontal
- Limite posterior: osso esfenoide
- Cavidades: nasais, seio maxilares e orbitárias
- Composta por múltiplos ossos do neurocrânio e do
viscerocrânio
- Fraturas isoladas são raras
- Requer 1/5 à 1/3 da força do impacto para fraturar
- Amortece o trauma anterior ou lateral: proteção ao crânio
- Traumatismos severos podem lesar a lâmina cribriforme e
a dura-máter
Terço Médio da Face
Zonas de Resistência
• Pilares: reforços verticais ou curvos que
conferem proteção a face, principalmente à
base do crânio contra os traumatismos no
sentido ínfero-superior.
• Arcos: estruturas lineares dispostas
horizontalmente ou inclinadas, com um ou
mais reforços
• Vigas: apoia um dos pilares transferindo os
esforços verticais e as cargas transversais.
Terço Médio da Face: Fratura
Zonas de Resistência
• Pilares
1. Canino, nasomaxilar ou nasofrontal: medial
2. Zigomático ou zigomáticomaxilar: lateral
3. Pterigóideo ou pterigomaxilar: posterior
Terço Médio da Face: Fratura
1 2 3
• Iniciam-se na região dos alvéolos dos caninos,
contorna a abertura piriforme, continua no
processo frontal da maxila.
• Capta as forças incidentes nas regiões dos dentes
incisivos, caninos e 1º pré molares.
Terço Médio da Face: Fraturas
Arcos ou 
Vigas
Pilar Canino
Pilar Canino
• Início: alvéolos dos dentes caninos
• Parte central: entre os seios maxilares e a cavidade nasal
• Término: extremidade medial das bordas supraorbitárias
- Conjunto de alterações anatômicas e funcionais, locais e gerais provocadas no
organismo por meios violentos ou acidentes.
• Urbanização – Desenvolvimento tecnológico – Má distribuição de renda –
Aumento dos acidentes de trânsito – Violênciasinterpessoais
• Trauma: 2ª causa global de mortes: Primeiro na faixa do 5 aos 40 anos
Doenças cardiovasculares Trauma Doenças neoplásicas
• Brasil: 60 milhões de traumatismo por ano
• Mortes: 145.000
• Requerem tratamento médico: 30 milhões
• Necessitam de hospitalização: 3,6 milhões
• Leitos hospitalares: 20%
• Incapacitantes: 9 milhões
• Prejuízo econômico/social: 40% do orçamento
Fase Pré-Hospitalar
- Equipe de resgate: agiliza o tratamento no local do trauma
- Hospital notificado antes que o doente seja removido
Equipe de Resgate
1. Manutenção das vias aéreas
2. Controle dos sangramentos externos e do choque hipovolêmico
3. Imobilização: colar cervical semi-rígido
4. Transporte imediato ao hospital apropriado mais próximo
5. Hora do trauma
6. Eventos relacionados ao trauma
7. História do doente: consciente
Avaliação e Atendimentos Iniciais
Fase Intra-Hospitalar
- Sala de emergência deve estar disponível
- Equipamentos apropriados organizados, testados e disponíveis imediatamente
- Convocação de equipe multidisciplinar
- Equipe deve estar protegida contra as doenças transmissíveis
• Obstrução: asfixia/morte
• Desobstrução: nível de consciência
• Consciente: via aérea adequada
• Semiconsciente/Inconsciente: sufocamento > sangue > muco > próteses > fraturas faciais
ou dentárias > queda da língua > corpos estranhos
• Tratamento imediato:
- Colocar paciente semiconsciente ou inconsciente em decúbito lateral
- Limpeza do sangue > muco > oro > nasofaringe = Aspiradores
- Remoção de próteses/dentes avulsionados: risco de aspiração
- Queda da língua: sutura do dorso lingual > controle de sua posição
- Cânula orofaringe de Guedel.
Avaliações Primárias do Trauma Facial
• Frequência e qualidade das respirações
• Oximetria de pulso
• Administrar oxigênio
• Hipoxia > ventilação inadequada nos pulmões
e falta de oxigenação nos tecidos
• Iniciar reanimação se necessário
• Inspeção do tórax
Avaliações Primárias do Trauma Facial
• Compressão manual – Sutura dos tecidos moles
• Ligaduras: carótida externa – facial – temporal – lingual
• Tamponamentos nasais: esfenopalatina – maxilar interna
• Redução manual - imobilização temporária: fraturas com
descolamento de corpo mandibular
Avaliações Primárias do Trauma Facial
• Nível de consciência: Escala de Glasgow
Avaliações Primárias do Trauma Facial
- Espontâneo: 4
- A estímulo verbal: 3
- A estímulo doloroso: 2
- Sem resposta: 1
-Melhor Resposta Motora 
- Obedecer comandos: 6
- Localizar a dor: 5 
- Flexão normal (retirada): 4
- Flexão anormal: 3
- Extensão: 2
- Sem resposta: 1
- Orientado: 5
- Confuso: 4
- Palavras inapropriadas: 3
- Palavras incompreensíveis: 2
- Sem resposta: 1
O
Referências
1. Aulas ministradas pelo professor Alex de Freitas Rodrigues, Unicid 2022
2. Peterson, L. J., Ellis, E., HUPP, J. R., & TUCKER, M. R. (2005). Cirurgia Oral e Maxilo-
facial Contemporânea, Rio de Janeiro.
Atenção:
É PROIBIDA A VENDA E COMPARTILHAMENTO DESSE RESUMO SEM AUTORIZAÇÃO
LEI nº 9.610, de 19 de Fevereiro de 1998.
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