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Feito por: Emilly Rebeca A saúde na colônia e no império FONTE: SUS EM MAPAS MENTAIS - EDITORA SANAR - Antes da chegada dos navios europeus ao Brasil, o território era ocupado unicamente por povos indígenas que já tinham algumas enfermidades, mas a colonização portuguesa trouxe diversas outras comuns na Europa que não existiam por aqui. Isso causou um grande problema de saúde entre a população, já que os nativos não tinham imunidade para combater determinadas enfermidades; como consequência, milhares deles morreram. - A preocupação com o desenvolvimento da área da saúde no Brasil era praticamente nula. Não havia infraestrutura e quem precisava buscar auxílio geralmente recorria a pajés, curandeiros ou boticários que viajavam de maneira informal e sem qualquer planejamento público. - Não existia um modelo de atenção organizado - A população utilizava de saberes indígenas (Plantas, ervas, chás) e dos curandeiros - Portugal não tinha interesse em ofertar assistência à saúde e a população e os poucos médicos que tinham atendiam as famílias ricas e, os boticários - O modelo agrário exportador dependia da salubridade dos portos e melhoria das condições de saúde dos trabalhadores - com o intuito de manter a exportação - As ações realizadas nesse período não tinham como objetivo principal melhorar a saúde e sim a salubridade dos portos e retenção de mão de obra com foco na economia o país. - Com a chegada da família real portuguesa e de sua corte em 1808, quando estavam tentando escapar da tropa de Napoleão Bonaparte, o Brasil começou a receber mais investimento em infraestrutura. Uma das primeiras medidas foi a criação dos cursos universitários de Medicina, Cirurgia e Química. - Profissionais começaram a se graduar no Brasil, substituindo médicos estrangeiros. A Escola de Cirurgia do Rio de Janeiro e o Colégio Médico-Cirúrgico no Real Hospital Militar de Salvador foram pioneiros no período.