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Fisiologia endócrina - Tireoide A tireoide é uma glândula. Formato de borboleta, sendo composta de diversos folículos os quais são constituídos de células periféricas e de uma região interna de uma substância gelatinosa chamada de coloide. O coloide é onde vai ter o armazenamento da substância produzida pela tireoide. A tireoide assim como as demais glândulas também vão receber estímulos oriundos do hipotálamo e da hipófise, em relação a isso, os hormônios provenientes da hipófise vão cair na corrente circulatória e chegar até a tireoide por capilares que permeiam a tireoide assim os hormônios hipofisários atinjam a tireoide e permitem que ela produza seu hormônio próprio. O hipotálamo está relacionado com a produção de TRH (RH é sempre release hormone, ou seja, a hormônios produtores). O TRH é sintetizado e liberado pelo hipotálamo o qual libera o hormônio no sistema porta- hipotalâmico-hipofisário e encaminhados para a adeno-hipófise. Diante da presença de TRH na adeno-hipófise os tireotrofos (células próprias da adeno-hipófise, relacionadas com a produção de tireotropina -TSH- o qual vai cair na corrente circulatória e ir para a tireoide). Na tireoide, os capilares vão estimular as células do folículo a mudarem a conformação delas e assim, vai haver a síntese e liberação de T4 e T3, mas esses hormônios que vão cair na corrente, tem um motivo para serem 2 tipos de hormônio. O T3 é biologicamente ativo, faz maior parte das funções, modula metabolismo, mas o T4 é mais estável, conseguindo ficar mais tempo c i rcu lando, po is tem uma meia-v ida aumentada, sendo menos metabolizado do que o T3. Por conta disso, o T4 será produzido, sendo extremamente importante, já que ele vai conseguir ser transformado em T3 para que assim hajam os efeitos sistêmicos relacionados aos hormônios da tireoide. É muito comum que ao fazer exames para avaliação desses hormônios, sejam solicitados além das dosagens de T3 e T4, seja solicitado dosagens de TSH, pois ele estimula a tireoide, pois a partir disso, verifica-se onde está o problema caso haja algum. Quando o problema é na tireoide o nível de TSH está alto, mas T3 e T4 estão baixos. A falta de produção, pode ser pela carência na ingestão de iodo, mau funcionamento da glândula, morte celular da glândula. Quando tem pouco TSH, a tireóide pode até estar funcionando, mas não está chegando estímulo para que ela funcione. Nessa imagem, está mostrando a célula folicular. Do lado esquerdo tem-se o capilar que é muito importante, uma vez que ele faz com que o iodeto seja internalizado para dentro do folículo. O iodeto por meio de um simport entra na célula (I- e Na+ entram para a célula). O I- não fica dentro da célula, mas sim levado para o interior do coloide, sofrendo uma reação por meio da influência da peroxidase transformando-se em indo (I2), o qual é essencial para o processo de síntese de hormônio tireoidiano. Simultaneamente a essa captação de I-, também acontece o processo de síntese de tireoglobulina pelas células foliculares e também é mandada para o coloide. Vai haver um processo de organização de iodo com a tireoglobulina para que sejam formados MIT (monoiodotirosina), DIT (diodotirosina), T3 (triodotironina - MIT + DIT), T4 (tirosina - DIT + DIT), fazendo com a tireoglobulina fique acoplada aos substratos. Para que o coloide saia da células folicular há estímulo com o TSH, levando a uma pinocitose, ou seja, engloba uma quantidade do coloide e manda para fora. O coloide não vai completo para a corrente circulatória, vai ter que o coloide é reaproveitado, já que a t i r e o g l o b u l i n a , M I T, D I T, l i g a d o s à tireoglobulina que não tenham completado a formação de T3 e T4, vão ficar dentro da célula folicular para serem reaproveitados, mas T3 e T4 são liberados para a corrente circulatória para fazerem os efeitos fisiológicos. As células foliculares que cercam o coloide sintetizam uma glicoproteína, chamada de tireoglobulina, e enzimas para a síntese dos hormônios da tireoide (Fig. 23.4c 1 ). Essas proteínas são empacotadas em vesículas e secretadas no centro do folículo. As células foliculares também concentram ativamente o iodo da dieta, I-, usando o simporte sódio-iodo (NIS, do inglês, sodium-iodi- de symporter) 2. O transporte de para o coloide é mediado por um transportador de ânions, chamado de pendrina (SLC26A4). Conforme o Ientra no coloide, a enzima tireoide peroxidase remove um elétron do iodo e adiciona o iodo à tirosina na molécula de tireoglobulina 3 . A adição de um iodo à tirosina cria a monoiodotirosina (MIT). A adição de um segundo iodo cria a di- iodotirosina (DIT). MIT e DIT, então, sofrem uma reação de acoplamento. Uma MIT e uma DIT combinam-se para formar o hormônio da tireoide tri-iodotironina, ou T3 (observe a mudança de tirosina para tironina no nome). D u a s D I T u n e m - s e p a r a f o r m a r a tetraiodotironina (T4, também conhecida como tiroxina). Neste ponto, os hormônios ainda estão ligados à tireoglobulina. Quando a síntese hormonal está completa, o complexo tireoglobulina-T3/T4 é recapturado pelas células foliculares em vesículas 4 . As enzimas intracelulares liberam os hormônios T3 e T4 da proteína tireoglobulina 5. Por muitos anos, os cientis- tas acreditavam que a natureza lipofílica do T3 e do T4 permitia que os hormônios de difundissem para fora das células foliculares e então para o plasma, mas evidências atuais indicam que os hormônios da tireoide se movem através das membranas por proteínas carreadoras 6. O transportador da glândula tireoide que exporta T3 e T4 ainda não foi completamente identificado, mas parece ser uma isoforma do transportador monoca rbox i l a t o (MCT8 , do i ng l ês , monocarboxylate transporter). T3 e T4 possuem solubilidade limitada no plasma por serem moléculas lipofílicas. Consequentemente, os hormônios da tireoide ligam-se a proteínas do plasma, como a globulina ligadora de tiroxina (TBG). Grande parte dos hormônios da tireoi- de no plasma estão na forma de T4. Nos tecidos-alvo, os transportadores de captação para os hormônios da tireoide variam de tecido para tecido. Eles incluem os transportadores de monocarboxilato MCT8 e MCT10, assim como um membro da família de transportadores de ânions orgâ- nicos (família OAT, do inglês, organic anion transporter). Por anos pensou-se que o T4 era o hormônio ativo, porém, hoje, sabemos que o T3 é de 3 a 5 vezes biologicamente mais ativo, e que o T3 é o hormônio ativo nas células-alvo. As células-alvo produzem cerca de 85% do T3 ativo por meio de enzimas, chama- das de deiodinases, que removem um iodo do T4. A at ivação do hormônio no tecido-alvo acrescenta outro nível de controle, pois os tecidos-alvo individualmente podem controlar a sua exposição ao hormônio ativo, regulando sua síntese enzimática tecidual. Os receptores dos hormônios da tireoide, com múltiplas isoformas, estão no núcleo das células-alvo. A ligação do hormônio inicia a transcrição, a tradução e a síntese de novas proteínas. OBS: A tireoglobulina serve para juntar aos hormônios e proteger da exocitose, por exemplo, funcionando como uma espécie de reservatório, ficando estável e sendo liberado diante do estímulo do TSH. Já que depois que acontece quebra e retirada do T3 e T4 não tem mais vesícula pela capacidade do T3 e T4 permearem facilmente a membrana celular Há um processo de iodação do sal de cozinha para enriquecer a dieta de iodo. Nem todos os dias é necessário comer alimentos ricos em iodo, pois no coloide ocorre um estoque de hormônio tireoidiano e diante da necessidade de exocitose, ocorre de forma lenta e gradual. Tem-se gotículas secretoras, pinocitose, então tem-se captação do coloide e consequente liberação das gotículas secretoras na corrente circulatória para que ocorra a influência na metabolização corpórea. Os hormônios tireoideanos são produzidosde acordo com a demanda corpórea e vão ser secretos na circulação sistêmica e são transportados preferencialmente ligado a proteínas sendo elas globulina de ligação a tireoide (TBG), albumina, assim diversas p r o t e í n a s p o d e m f a z e r o p a p e l d e transportadores, ou seja, veículos do hormônio, pois o hormônio ao sair da tireoide não fica livre na corrente circulatório, mas sim fica preso à proteína que protege o hormônio, funcionando como reservatório de hormônio e a ligação faz o transporte para permitir que os hormônios cheguem ate o tecido e cumpra as funções fisiológicas, com um transporte extremamente eficaz. O principal papel do T4, é ser transformado em T3 que permite as ações tissulares. Além disso, o T4 faz o feedback negativo, indo na hipófise e no hipotálamo sinalizar que não precisa liberar TSH, porque já tem hormônio o suficiente. Há uma quantidade de T4 total muito maior do que T3 total, devido à tireoide sintetizar mais hormônio que é mais estável e q vai ser transformado no hormônio necessário para os efeitos metabólicos. O hormônio vai para o sistema periférico e vai sinalizar para outra célula, tanto o T4 quanto o T3 pela constituição conseguem ultrapassar a membrana celular. No citoplasma. O T3 consegue alcançar no núcleo o receptor de hormônio tireoidiano, mudando a transcrição gênica, promovendo a resposta celular a qual de forma geral vai ser o aumento das mitocôndrias. O T4 é internalizado e existe uma enzima nessas células que possuem o receptor de hormônio tireoide que chama iodinase que tira o iodo do T4 e assim, o T3 consiga se ligar ao receptor de hormônio tireoidiano para promover os efeitos clássicos. O efeito geral dos hormônios tireoidianos consiste em ativar a transcrição nuclear de grande número de genes (Figura 77-5). No entanto, em praticamente todas as células do organismo é sintetizado grande número de enzimas, proteínas estruturais, transporte de proteínas e outras substâncias. O resultado final é o aumento generalizado da atividade funcional de todo o organismo. Assim, tivação de células-alvo por hormônios tireoideanos. A tiroxina (T4) e a tri- iodotironina (T3) entram na membrana celular através de um processo de transporte mediado por carregador, dependente de adenosina trifosfato. Uma grande parte de T4 é deiodada para formar T3, que interage com o receptor de hormônio tireoidiano, ligado como um heterodímero ao receptor de retinoide X, do elemento genético de resposta ao hormônio tireoideano. Essa ação aumenta ou reduz a transcrição de genes que levam à formação de proteínas, produzindo, assim, a resposta celular ao hormônio t i reoidiano. São demonstradas as ações dos hormônios tireoidianos nas células de diferentes sistemas. Na+-K+. ATPase, adenosina trifosfatase de sódio-potássio; mRNA, ácido ribonucleico mensageiro; SNC, sistema nervoso central; TMB, taxa metabólica basal. O nível de hormônio tireoidiano em gestantes, por conta do desenvolvimento neural do feto. Outra coisa são os níveis de hormônio tireoidiano em crianças, podendo levar ao déficit de crescimento. Pode-se ter um aumento da tireoide em consequência do hipotireoidismo ou diante do ataque do sistema imune à tireoide. Pode haver um aumento da glândula tireoide por, imunoglobulina estimuladoras da tireoide, por uma falha no sistema de defesa que acaba atacando a tireoide a qual recebe estímulo, também tem o aumento da tireoide, mas como tem iodo normalmente, leva à produção de T3 e T4, levando ao Feedback negativo, diminuindo TRH e TSH. Também a redução sustentada de iodo leva a um menor nível de T3 e T4, já que o iodo é a parte principal. Diante da redução dos níveis haverá um estímulo para o aumento de TRH e TSH, o qual tende a promover o estímulo da glândula tireoide, mas como tem pouco iodo, não tem de onde gerar p hormônio, levando ao aumento da tireoide, ou seja, o bócio. (Hipoteroidismo). Distúrbios da tireoide Diante de uma carência sustentada de hormônio da tireóide tende a ter uma lentidão psicomotora, já que o metabolismo está baixo, por ter menos estímulo para multiplicação de mitocôndria, menos estímulo para respiração, lipólise, tendendo a dar uma flacidez, deixar o cabelo quebradiço, letargia de estímulos neurais e ganho de peso. Pode ter também um excesso de hormônios tireoidianos, que leva à projeção ocular a qual tende a acontecer por edema de tecidos em decorrência dos altos níveis de hormônios tireoidianos, pode ter aceleração cardíaca (arritmias), aumento da FR, perda de peso, pelo aumento do metabolismo Assim, temos que: Hipertireoidismo Uma pessoa cuja glândula tireoide secreta h o r m ô n i o s e m e x c e s s o s o f r e d e hipertireoidismo. Os hormônios da tireoide em excesso causam alterações no metabolismo no sistema nervoso e no coração. 1- O hipertireoidismo aumenta o consumo de oxigênio e a produção metabólica de calor. Devido ao calor interno gerado, os pacientes têm pele quente e suada e podem queixar-se de intolerância ao calor. 2- O excesso de hormônios da tireoide aumenta o catabolismo das proteínas e pode causar fraqueza muscular. Os pacientes muitas vezes relatam perda de peso. 3- Os efeitos do excesso de hormônios da tireoide sobre o sistema nervoso incluem reflexos hiperexcitáveis (hiper-reflexia) e transtornos psicológicos, desde irritabilidade e insônia até psicose. O mecanismo dos transtornos psicológicos não está claro, mas alterações morfológicas no hipocampo e efeitos nos receptores β-adrenérgicos têm sido sugeridas. 4- Os hormônios da tireoide são conhecidos por influenciar os receptores β-adrenérgicos no coração, e esses efeitos se tornam acentuados com a hipersecreção. Um sinal comum de hipertireoidismo é o batimento cardíaco rápido e o aumento da força de contração devido à regulação para cima dos receptores β1 no miocárdio.A causa mais comum de hipertireoidismo é a doença de Graves. Nessa condição, o corpo produz anticorpos, chamados de imunoglobulinas estimuladoras da tireoide (TSI, do inglês, thyroid-stimulating immunoglobulins). Esses anticorpos mi- metizam a ação do TSH por se ligarem aos receptores de TSH na glândula tireoide e os ativarem. O resultado é a formação de bócio, hipersecreção de T3 e T4 e sintoma do excesso desses hormônios. A retroalimentação negativa exercida pelos altos níveis de T3 e T4 diminui os níveis de secreção de TRH e TSH, mas não possui ação sobre a atividade semelhante ao TSH exercida pelas TSI na glândula tireoide. A doença de Graves é frequentemente acompanhada por exoftalmia, uma aparência de olhos saltados causada pelo aumento dos músculos e tecidos na órbita mediado por reação imune. O comediante inglês Marty Feldman era conhecido pelos seus olhos esbugalhados, causados pela exoftalmia. Os tumores da glândula tireoide são outra causa do hipertireoidismo primário. O hipertireoidismo secundário ocorre nos tumores hipofisários secretores de TSH. Hipotireoidismo A hipossecreção de hormônios da tireoide afeta os mesmos sistemas alterados no hipertireoidismo. 1- A diminuição da secreção dos hormônios da tireoide diminui a taxa metabólica e o consumo de oxigênio. Os pacientes tornam-se intolerantes ao frio, visto que eles produzem menos calor interno. 2- O hipotireoidismo diminui a síntese proteica. Em adultos, isso produz unhas quebradiças, queda de cabelos e pele fina e seca. O hipotireoidismo também causa o acúmulo de mucopolissacarídeos sob a pele. Essas moléculas atraem água e causam a aparência inchada do mixedema. Crianças com hipotireoidismo apresentam crescimento atrasado dos ossos e dos tecidos e são mais baixas do que o normal para a sua idade. 3- Alterações do sistema nervoso em adultos incluem reflexos lentos, lentidão da fala e dos processos do pensamento e sensação de fadiga. A deficiência da secreção de hormônios da tireoide na infânciacausa cretinismo, uma condição marcada por capacidade mental diminuída. 4- A alteração cardiovascular primária no hipotireoidismo é a bradicardia (baixa frequência cardíaca). O hipotireoidismo primário é frequentemente causado por uma deficiência de iodo na dieta. Sem iodo, a glândula tireoide não é capaz de formar os hormônios da tireoide (Fig. 23.7b). Baixos níveis de T3 e T4 no sangue não são capazes de exercer retroalimentação negativa no hipotálamo e na adeno-hipófise. Na ausência de retroalimentação negativa, a secreção do TSH aumenta significativamente, e o estímulo do TSH aumenta a glândula tireoide (bócio). Apesar da hipertrofia, a glândula não pode obter iodo para produzir hormônios, e, assim, o paciente permanece com hipotireoidismo. Esses pacientes apresentam os sinais de hipotireoidismo previamente descritos. O bócio apresentado na fotografia é provavelmente devido à deficiência de iodo. O tratamento para os distúrbios da tireoide depende da causa do p rob lema. O hipotireoidismo é tratado com hormônios da tireoide orais. O hipertireoidismo pode ser tratado por remoção cirúrgica de toda ou parte da glândula tireoide, por destruição das células da tireoide com iodo radioativo ou por fármacos que bloqueiam tanto a síntese hormonal (tioureia) ou a conversão periférica de T4 em T3 (propiltiouracila). Obs: Em casos mais graves tem-se o iodo radioativo em que emite radiação em que a célula da tireoide vai achar que é um iodo n o r m a l , m a s e l e p o s s u i r a d i a ç ã o e consequentemente mata a célula, levando à menor produção de hormônios. Artigos com novidades à respeito da tireoide Relação do eixo tireoide e TGI Esse artigo fala que a alteração, por exemplo, doença de Crhon ou doenças inflamatórias, podem gerar alteração na absorção de t i rosina, iodeto e consequentemente, influenciar funcionamento da tireoide. Então há influência de TGI com tireoide. Outro ponto é que alteração na microbiota também pode levar a alterações no funcionamento da tireoide. Influência dos homônimos tireoidianos no desenvolvimento crânio-facial Isso ocorre pela estimulação da remodelação óssea que acontece por conta desses hormônios. Então níveis desse hormônios precisam ser constantemente avaliados, pois além de poromoverem alterações drásticas no metabolismo, também causa alterações cognitivas. Em um relato de caso, uma paciente foi tratada muito tempo como esquisofrênica, depressão, bipolaridade e as estratégias foram feitas de acordo com essas patologias. No entanto, a paciente apresentava alterações tireoideas. Paratireoide São glândulas (geralmente 4), que ficam atrás da tireoide e que produzem paratormônio (PTH) o qual é importante para manter os níveis de cálcio no líquido extracelular sustentados. Isso ocorre, pois é necessário cálcio para despolarização, contração muscular, liberação de vesícula, sendo de extrema importância. Esse hormônio é um dos hormônios associados à manutenção desses níveis de cálcio. O paratormônio estimula por exemplo a reabsorção de cálcio nos túbulos renais e também vai promover a influência de ressorção óssea para aumentar os níveis de cálcio no líquido extracelular. Então, diante de alterações nos níveis desse hormônio tende a haver alterações dos níveis de cálcio na corrente circulatória e líquido extracelular levando a muitos riscos, bem como alterações cardíacas As paratireoides funcionam para produção com interface dos níveis de cálcio plasmático para produção do hormônio paratireoideo o qual exerce funções relacionadas aos níveis de cálcio e manutenção das funções corpóreas. Dian te do es t ímu lo das cé lu l as da paratireoide, uma estimulação de receptores dessas célu las da parat i reo ide para t r a n s c r i ç ã o g ê n i c a e f o r m a ç ã o d o paratormônio. A produção do paratormônio está relacionada com vitamina D tem relação com a a manutenção óssea, estímulo de osteoblasto para fortalecimento ósseo, além de estudos em relação à modulação comportamental. Na pele tem-se colecalciferol o qual é ativado diante da radiação para que ocorra a formação do hidroxicolecalciferal o qual sofrerá ativação pelo paratormônio (produzido pela paratireoide) para sua forma ativa, sendo ele o 1,25-Di-hidroxicolecalciferol o qual promove a absorção intestinal de cálcio, com isso tem-se aumento dos níveis plasmáticos de cálcio e assim, há uma menor ressorção óssea (retirar cálcio do osso e colocar na circulação), pois um dos estímulos para a ressorção óssea são os baixos níveis plasmáticos de cálcio. Assim, se a vitamina D com o paratormônio está promovendo o a u m e n t o d a a b s o r ç ã o d e c á l c i o , consequentemente terá uma menor ressorção. Então osteoblasto trabalha para depositar o cálcio no osso e o osteoclasto fica tranquilo. Além do paratormonio ativar a vitamina D, a vitamina D também faz o processo de estimulação, por exemplo, de genes pré-Ca que promovem influência na síntese de paratormônio. Além dessa influência, tem tamo;em uma relação inversa, pois te sem aumento dos níveis de cálcio, tem redução dos nível de paratôrmonio. Tem-se também que a vitamina D que foi sintetizada, também faz um processo de inibição da transcrição gênica para reduzir paratormônio ou também vai acontecer estimulação de genes que vão gerar o aumento da expressão de receptores de cálcio que permitem a sensibilidade das células da paratireoide a hormônio. Vitamina D permite o aumento da absorção de cálcio intestinal desde que ocorra uma ativação pelo paratorônio o qual sofre influência na sua secreção, síntese em função dos níveis de cálcio, pois o paratormônio funciona para aumentar níveis de cálcio no líquido extracelular para manter o nível corpóreo. Pouco cálcio no plasma, paratireoide aumenta PTH, com isso tem aumento da reabsorção de cálcio nos rins e alem disso, tem-se aumenteo da ativação da vitamina D3, pois se tem pouco cálcio no plasma a D3 faz absorção intestinal de cálcio. Além disso, tem-se redução da excreção de cálcio, pois irá tender a promover um aumento dos níveis de cálcio que estão baixos, levando à restauração dos níveis de cálcio. Além disso, os baixos níveis de cálcio no plasma fazem reabsorção do cálcio no osso, pois o paratormônio precisa aumentar o nível de cacaio extracelular. O uso de vitamina D sintética em níveis elevados, tendem a promover a estimulação dos osteoblastos e aumento da reabsorção de cálcio e assim, o excesso de cálcio na corrente circulatória faz depósito, pois o osteoblasto não consegue trabalhar no ritmo dessa vitamina D, dessa reabsorção óssea, tendo deposição em tecidos diversas. Artigo - Deficiência de vitamina D Tem sido um problema muito grande, pois tem estudos relacionando o a vitamina a muitas coisas. Aumento de fraturas, perda óssea, aumento do risco de mortalidade, infecção, outras doenças. Tem sido favorita nos estudos e tem tomado muita atenção pela capacidade de atuação em diversos tipos de sistemas e tecidos, como via de sinalização, crises de enxaqueca.