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Danças populares dos anos 70 e 80
Os anos 70 e 80 foram uma época memorável na história da dança americana. A cultura de dança dos anos 70 foi dominada por um requebrado total, com discotecas que se tornaram os lares daqueles dançarinos que queriam balançar ao som da melodia.
Os anos 80 trouxeram a tona a era do hip hop, com as grandes caixas de som que os dançarinos de "break" carregavam para mostrar esta arte pelas ruas. No fim dos anos 80 surgem as bandas de metal pesado que fizeram a galera entrar em um bate-cabeça ao som dos solos de guitarra sem fim.
Discoteca dos anos 70
A dança mais popular nas discotecas dos anos 70 foi o Hustle, que tinha algumas variações, incluindo o Hustle Latino, o Hustle Americano e o Hustle de Rua. Os movimentos básicos dessa dança eram apresentações no chão da pista de dança sincronizadas com a batida, ou chutinhos, passos de rock ou gestos com as mãos, para manter a batida, enquanto trocavam de movimentos.
Danças em linha como Hot Chocolate, que era uma forma modificada do Hully-gully dos anos 60, o Bus Stop, o Night Fever, o Roller Coaster e o Disco Duck também eram muito comuns nas discotecas.
"Break dance" dos anos 80
Com o lançamento do filme "Breakin", em 1984, o "break" se tornou uma parte comum da cultura popular. O "break" possuía dois estilos diferentes, utilizados por grupos em batalha de dança. As primeiras músicas de Hip-Hop deste tempo usavam um som sintetizado ao qual os dançarinos juntavam os braços, pulsos e joelhos e voltavam à posição junto com a batida. Este e outros movimentos mais lentos e exagerados imitavam um robô.
O "break" também incluía uma série de giradas usando as costas, os joelhos e até mesmo a cabeça. A maioria das danças de "break" aconteciam nas ruas, onde dois grupos batalhavam trocando os movimentos, até que um deles não conseguia superar o outro. Os dançarinos de break eram chamados de B-Boys ou B-Girls e grupos famosos, como os Dynamic Rockers e os B-Boys Rock Steady Crew, estavam sempre em clipes musicais, programas de TV e filmes.
O bate-cabeça dos anos 80
As bandas de metal pesado dos anos 80 normalmente tinham os cabelos longos e estilizados, fazendo-as ganhar o apelido de "bandas do cabelo". As bases das músicas eram baladas longas super produzidas, com batidas rápidas alternando com sons pesados de guitarra. O som da guitarra fazia com que muitos espectadores balançassem as cabeças de acordo com a batida e, então, começou a era do bate-cabeça.
Este foi o tempo de shows enormes em arenas de rock, onde o público se concentrava bem em frente ao palco. Quando a música começava, eles balançavam a cabeça em tempos diferentes de acordo com a música. Isso se desenvolveu a partir da dança do pogo, do movimento punk rock dos anos 70, e criou o estilo chamado de dança bate-cabeça. Alguns dançarinos, ou mesmo performistas, mergulhavam na plateia e surfavam na multidão. Este fenômeno continuou até a era grunge dos anos 90.
Anos 80, uma década que não terminou!
Um fato que não tem como ser negado é que as músicas dos anos 80 se tornaram uma referência no mundo todo; foi também a década mais reverenciada no cinema e na TV. Havia uma certa inocência que fazia a gente produzir coisas muito simples, e a simplicidade sempre ajuda o público a responder àquelas produções. Nos anos 80 a ideia era simplesmente se divertir!
VINIL, K-7, INOVAÇÃO E DIVERSÃO!
O uso da tecnologia que já vinha sendo experimentada nos anos 70 se tornou mais acessível aos novos artistas nos anos 80, bem como os instrumentos musicais e, com o crescimento econômico, comprar discos de vinil e fitas K7 ficou mais fácil.
A experimentação corria solta, bandas reinventavam o uso de instrumentos convencionais, os integrantes usavam roupas e penteados com cortes extravagantes, numa clara apologia à fuga de regras, o que de certa forma atingiu o estilo musical.
NEW WAVE, SINTH POP e ÍTALO DISCO
Foi a década da música eletrônica e da moda colorida e futurista. Nesta época, a New Wave e o Synth-Pop se tornaram os gêneros musicais mais populares, assim como toda a estrutura da Dance Music. Entre as bandas de sucesso na época expoentes destes gêneros estavam: Alphaville, A-ha, Depeche Mode, Tears for Fears, Cindy Lauper, Duran Duran, New Order, Rick Astley, Erasure, Eurythmics, Pet Shop Boys, Human League, Dead or Alive e Milli Vanilli.
Michael Jackson foi definitivamente o maior ícone da década de 1980, com imagem e estilos marcantes. Seu famoso álbum de 1982, Thriller, tornou-se o álbum mais vendido de todos os tempos.
Madonna foi a maior estrela e símbolo feminino dos anos 80, com os primeiros anos da carreira marcados por controvérsias e aplicações de tendências ao mainstream, da sonoridade dançante à moda.
Como o termo Disco havia saído de moda nos primeiros anos da década, gêneros como Pós-Disco, Ítalo Disco, Euro Disco e Dance-pop tornaram-se mais populares com representantes como Baltimora, Laura Branigan, Gazebo, Spagna, Savage, Desireless, Bad Boys Blue, Modern Talking, etc.
Muitos hits foram embalados pelo cinema principalmente com a grande popularidade dos filmes de dança como Flashdance, Footloose e Dirty Dancing.
A ascensão do Pop favoreceu o surgimento das populares Boy Bands da década, Menudo e New Kids on The Block, além de ter impulsionado a música romântica através de artistas como Whitney Houston, Air Supply, Bryan Adams, Roxette, etc.
MÚSICAS INFANTIS
Os grupos de música infantil, embalados pelo sucesso dos programas de TV do gênero e dos desenhos animados, acompanhados pela indústria de brinquedos e sob grande influência do New Wave, como Balão Mágico, Trem da Alegria e Xuxa, também deixaram sua marca. 
LAMBADA
Lambada é a mistura do Carimbó paraense com a música metálica e eletrônica do Caribe. O grupo Kaoma lançou, em 1989, o hit “Lambada (Chorando se foi)”, considerado o boom do gênero, sendo sucesso em diversas partes do mundo. Aqui no Brasil o cantor Beto Barbosa se tornou um dos mais representativos emplacando vários hits do gênero.
A lambada tinha, como principal característica, os casais abraçados dançando um ritmo acelerado com giros e acrobacias, o que gerou muitos shows e concursos de dança pelo mundo. 
AXÉ MUSIC
O Axé Music surgiu na Bahia, diretamente ligado ao carnaval de Salvador, e se espalhou pelo país no final da década de 80. É uma mistura de ritmos, dentre eles podemos citar o frevo pernambucano, ritmos afro-brasileiros, reggae, merengue, forró, maracatu e outros afro-latinos.
Uma das canções conhecidas como um marco na história do axé é “Fricote”, de Luiz Caldas – que na época era líder da banda Acordes Verdes e tinha Carlinhos Brown na percussão. A canção alavancou a carreira do artista e deu popularidade nacional ao gênero.
Pegando carona no ritmo, surgiram bandas como: Banda Reflexus, Banda Mel, Olodum, Chiclete com Banana, Asa de Águia e Sarajane.
MÚSICA SERTANEJA
Durante os anos oitenta, houve uma exploração comercial massificada do sertanejo, somado, em certos casos, a uma releitura de sucessos internacionais e mesmo da Jovem Guarda.
Dessa nova tendência romântica da música sertaneja surgiram inúmeros artistas, entre os quais: Trio Parada Dura, Chitãozinho & Xororó, Milionário e José Rico, João Mineiro & Marciano, Matogrosso & Mathias, Chrystian & Ralf, Chico Rey & Paraná, Gian & Giovani, Ataíde & Alexandre, Gilberto & Gilmar, além das cantoras Nalva Aguiar, Jayne e Roberta Miranda e as duplas As Mineirinhas e As Marcianas.

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