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A C L Í N I C A P S I C O L Ó G I C A C O M C U I D A D O R A S F A M I L I A R E S D E I D O S O S : E X P E R I Ê N C I A E M U N I D A D E D E I N T E R N A Ç Ã O O N C O L Ó G I C A Residente: Tatiele Santos dos Reis Orientadora: Kátia Jane Chaves Bernardo Universidade do Estado da Bahia Residência Multiprofissional em Saúde |Núcleo Oncologia O envelhecimento é uma tendência mundial --> não é uniforme para toda a população, uma vez que se sobrevive no Brasil em condições desiguais de vida Envelhecimento --> fator de risco não modificável para o câncer Estimativas: são esperados 704 mil casos novos (excetuando o câncer de pele não melanoma, ocorrerão 483 mil casos novos) para cada ano do triênio 2023-2025 Infere-se que muitas famílias passarão pela experiência, tanto (Silva, Costa & Paiva, 2019) (Inca, 2023) (Inca, 2023) I N T R O D U Ç Ã O C U I D A D O R A F A M I L I A R Alguém da família, sem formação na área da saúde, que dispensa cuidados a um ente familiar com maior responsabilidade nos cuidados diários ao idoso dependente, ainda que este se encontre no ambiente hospitalar (Cunha, Wanderbroocke & Antunes, 2016; Ceccon, et. al, 2021; Minayo, 2021) mulheres com 50 anos ou mais e com proximidade física e afetiva com a pessoa idosa (Sousa, et. al, 2021) eminentemente feminina, invisível e não remunerada, impactando na sociedade e na economia Minayo (2021) "cuidador informal" ou "cuidador principal" (Rocha, Vieira, & Sena, 2008; Vieira, Fialho, Freitas, & Jorge, 2011; Alves, Oliveira, Santana, Chaves, Marinho, & Reis, 2019) é objeto de crítica pelo seu caráter de velamento social e econômico (Minayo, 2021) “Cuidado é um termo utilizado para descrever processos, relações e sentimentos entre pessoas que cuidam umas das outras, como também de seres vivos e até mesmo de objetos, cobrindo várias dimensões da vida social”. Hirata e Debert (2016, p. 07) Inúmeras motivações para ocupar esse lugar Não naturalização da responsabilidade que uma pessoa assume perante outra --> as histórias e subjetividades individuais se conectam com a lógica social que responsabiliza as mulheres pelo cuidado --> herança perversa que atinge com maior força às famílias de baixa renda e especialmente as mulheres A falta de prestígio e valorização social do cuidar torna assimétrica as relações de poder Cuidar de um familiar idoso --> produzir potência e vulnerabilidades na vida das cuidadoras Carga social e afetiva do câncer, compreende-se que as dinâmicas do cuidado se complexificam ao combinar com o envelhecimento. (Minayo 2021; Sousa, et. al, 2021) Das (2015 apud Pierobon, 2022) Rabelo (2022) (Minayo, 2021; Sousa, Silva, Reinaldo, Soares, Gutierrez, & Figueiredo, 2021; Ceccon et. al, 2021) O B J E T I V O S Descrever e analisar criticamente a experiência do acompanhamento psicológico prestado às cuidadoras familiares de idosos com câncer durante o período de hospitalização em um hospital oncológico público do nordeste. a) Analisar as repercussões psicossociais inerentes ao cuidado em âmbito hospitalar observadas nas cuidadoras familiares; b) Discutir a inserção da clínica psicológica socialmente referenciada no contexto hospitalar; c) Desenvolver uma reflexão teórica-prática sobre a assistência psicológica prestada a cuidadora familiar no luto no contexto da unidade de internação. M É T O D O Trata-se de um estudo qualitativo, descritivo e exploratório, do tipo relato de experiência. A metodologia citada favorece a apresentação crítica e reflexiva de uma determinada prática profissional dialogando com referenciais teóricos consolidados na área de atuação O pesquisador não é neutro, pelo contrário, o material empírico parte de múltiplos processos de subjetivações do próprio pesquisador. (Mussi, Flores, & Almeida, 2021) Daltro e Farias (2019, p. 235) Diários --> Práticas discursivas pessoais que fornecem anotações para sistematizações futuras, a partir da construção de relatos, dúvidas e impressões Período: Março a novembro de 2021 Contexto: Hospital de alta complexidade em oncologia, filantrópico e sem fins lucrativos localizado na região nordeste, referência no atendimento ao câncer no estado, prestando assistência exclusivamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) a pacientes da capital e do interior. Aspectos éticos: Resolução nº 510/2016 do Conselho Nacional de Saúde, em seu parágrafo único do artigo 1º que dispõe sobre as pesquisas que não precisam ser registradas no sistema: (Medrado, Spink & Mello, 2014, p. 279) VII - pesquisa que objetiva o aprofundamento teórico de situações que emergem espontânea e contingencialmente na prática profissional, desde que não revelem dados que possam identificar o sujeito (Brasil, 2016) R E S U L T A D O S E D I S C U S S Ã O “Tempo, Lugar e Pessoas”: O hospital como território de vida A clínica psicológica com as cuidadoras familiares e a escuta das dimensões subjetivas do cuidado “A vida leva e traz. A vida faz e refaz”: As ameaças concretas e objetivas I II III “ T E M P O , L U G A R E P E S S O A S ” : O H O S P I T A L C O M O T E R R I T Ó R I O D E V I D A Desde de 2019 a pandemia de COVID-19 tornou-se a maior emergência de saúde pública que a comunidade internacional já enfrentou desde então, desencadeando inúmeras consequências de múltiplas ordens Caracterização do tempo e espaço são imprescindíveis para o entendimento dos sentidos compartilhados dentro de uma sociedade, uma vez que compõem e constituem os modos de lidar com o viver, morrer, adoecer e o curar Hospital oncológico --> ambivalência --> tratamento/maior possibilidade de contaminação (Schmidt, Crepaldi, Bolze Neiva-Silva & Demenech, 2020) (INCA, 2015) Magalhães, et al. 2021; Oliveira, Araújo, Alves, Souza Filho, Silva & Cunha, 2023 Tempo Hospital como lugar de "encontro" --> as cuidadoras familiares por vezes se defrontam com a concretização do câncer em seu familiar, que a depender do estágio da doença, antes não tão tangíveis através das inscrições no corpo. Transitar pelo hospital informa sobre a doença e elementos inerentes a ela, com isso, constata-se que o hospital pode ser um cenário de múltiplos sofrimentos. Lugar Em um estudo com o objetivo de determinar o perfil dos pacientes com câncer de cabeça e pescoço atendidos no setor de Odontologia do citado hospital no ano de 2006, com uma amostra de 94 pacientes, observou-se que a maioria eram do sexo masculino, pardos, casados, residentes do interior, analfabetos/baixa escolaridade e com média de idade de 57,52 anos Compreender quem são as pessoas atendidas, implica em ofertar intervenções contextualmente significativas, pois sabe-se que a “saúde” reflete as condições materiais/imateriais da existência de cada pessoa. Padrões culturais definem não somente o que é saúde, mas também o que é entendido como cuidado adequado de saúde, conformando sentidos e condutas (Góes, Ramalho, Cangussu & Oliveira, 2009) (Gutierrez & Minayo, 2010) Pessoas O hospital enquanto território de vida reflete de forma dinâmica a sociedade, em sua vasta complexidade cultural, social, econômica e política. --> não há um perfil homogêneo de família, haja visto que são múltiplas configurações e estrutura A categoria família foi definida como: (Wagner, Tronco & Armani, 2011; de Paula & Costa, 2022) "[…] um círculo restrito, com o qual a pessoa com a doença interage, troca informações, sentindo-se ligada por vínculos fortes, pessoais, recíprocos ou obrigatórios. Podem ser incluídas pessoas com ligação afetiva, amigos, ex-marido/mulher, enfim, todos os que se envolverem no processo de tratamento. Assim sendo, o importante ao se tratar uma família com câncer é identificar quem é a família daquele paciente, quem ele define como sua família." (Franco, 2008, p. 358) As enfermarias demonstram ser um lugar com forte potencial de solidariedade e valores comunitários, e que as redes sociais tecidas em torno do adoecimento nesseterritório, revela também a circulação de afetos positivos e apoio, que também pode ser lido como uma estratégia de enfrentamento adaptativa. Sabe-se que redes de apoio restritas, ou inexistentes, é um dificultador no processo de adoecimento/cuidado, especialmente nas classes populares, em que geralmente os recursos socioassistenciais são escassos. (Gutierrez & Minayo, 2010) A C L Í N I C A P S I C O L Ó G I C A C O M A S C U I D A D O R A S F A M I L I A R E S E A E S C U T A D A S D I M E N S Õ E S S U B J E T I V A S D O C U I D A D O “Clínica psicológica” --> a prática clínica no contexto hospitalar, e não a transposição do modelo da psicologia clínica tradicional para o hospital Clínica socialmente referenciada: Não se refere ao atendimento dos segmentos mais pobres da população, nem apenas apenas aos novos espaços de atuação profissional. É, acima de tudo, a clínica de qualquer lugar, de qualquer público, que persiste no combate da massificação. Isso informa que o trabalho clínico também é um trabalho político porque é transformador. Abordagem: Terapia cognitivo-comportamental, vem demonstrando aplicabilidade teórica e prática nesse campo, através de pesquisas que analisam a influência dos processos cognitivos nos comportamentos de saúde e doença da população (CFP, 2019; Pereira & Penido, 2010; Chiattone, 2000) (Moreira, Romagnoli & Neves, 2007) (Pereira & Penido, 2010) T E R A P I A C O G N I T I V O - C O M P O R T A M E N T A L identificar e corrigir crenças disfuncionais em relação à doença oncológica “o foco do modelo cognitivo está na interação entre pensamentos, sentimentos e comportamentos. O objetivo fundamental desta terapia é a mudança do comportamento do indivíduo através da modificação de seus pensamentos” Pereira e Penido (2010, p. 195) abordagem colaborativa, simples e voltada para a ação. (Wright, Basco & Thase, 2008) "Distorções cognitivas" --> É a escuta clínica atenta que vai ser capaz de identificar o que essa situação específica representa para cada família. Analisar de forma parcimoniosa essas possíveis distorções, uma vez que se trata de contextos críticos psicoeducação trata-se de uma técnica educativa, com a função de orientar as cuidadoras em diversos aspectos do adoecimento, “ A V I D A L E V A E T R A Z . A V I D A F A Z E R E F A Z ” : A S A M E A Ç A S C O N C R E T A S E O B J E T I V A S Hospitalização --> presentifica a possibilidade de óbito de seu familiar idoso, e as ameaças à continuidade da vida são concretas e objetivas. Concepção social da morte resulta de um extenso processo histórico, marcado por fatores econômicos e sociais, bem como costumes e tradições que envolvem as dimensões existenciais, subjetivas e espirituais dos indivíduos. Luto --> processo particular e subjetivo, apresentando um conjunto de reações psicológicas, fisiológicas e comportamentais específicas, e para que tal processo ocorra é necessário a existência de um vínculo significativo. A morte e o luto são considerados um dos desafios no acompanhamento psicológico das cuidadoras familiares. (Hayasida, Assayag, Figueira & Matos, 2014) (Parkes, 1998; Franco, 2021) Comunicações de notícias difíceis --> oferecer informações verdadeiras, de maneira progressiva e clara, de acordo com a necessidade e a vontade do grupo familiar. Prestar assistência às cuidadoras familiares, de forma ética e responsável em um momento sensível como o óbito, exige o respeito pelas crenças e valores do grupo familiar, com isso, uma das demandas comuns nesse cenário, é auxiliar e viabilizar junto família momentos de rituais de despedidas, avaliação e acompanhamento de visita de criança, como estratégias para a elaboração do luto. Visita de Criança Espiritualidade e a religião costumam auxiliar no enfrentamento da perda, porém a perda pode ameaçar o sistema de crenças e filosofia prévia dos enlutados Casellato (2018) Furtado e Leite (2017) C O N S I D E R A Ç Õ E S F I N A I S Conclui-se que, a experiência concorda com a literatura científica da área que aponta, que os cuidadores familiares são mulheres, com 50 anos ou mais, com proximidade física e afetiva da pessoa idosa, atuando de forma não remunerada e socialmente invisibilizada, fornecendo assistência na esfera física, emocional e social. É importante frisar também sobre a feminilização do cuidado, tendência social que responsabiliza as mulheres pelo cuidado dos dependentes na família, tendo a desigualdade de gênero um grande fortalecedor para perpetuar essa dinâmica. Independente das motivações não se pode naturalizar e entender como atributos de uma subjetividade individual, uma vez que, a lógica social impera e remonta outras tantas histórias, principalmente nas classes populares, tal qual o foco do estudo. Por fim, o acompanhamento psicológico fornecido no contexto hospitalar para as cuidadoras familiares, têm o potencial de fornecer o suporte emocional, trabalhar na identificação e resolução de problemas, no fomento ao autocuidado, na psicoeducação, cujo objetivo é a melhoria da qualidade de vida, fortalecimento de recursos adaptativos de enfrentamento, e a prevenção do luto complicado. R E F E R Ê N C I A S Wagner, A., Tronco, C. & Armani, A. B. (2011). Os desafios da família contemporânea: revisitando conceitos. Desafios psicossociais da família contemporânea: Pesquisa e reflexões, pp. 19-35. Brigola, A. G., Luchesi, B. M., Rossetti, E. S., Mioshi, E., Inouye, K., & Pavarini, S. C. I. (2017). 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