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Inserir Título Aqui Inserir Título Aqui Aromaterapia Responsável pelo Conteúdo: Prof.ª M.ª Alessandra Sa� ra Barbas Prof. Me. Rodrigo Terrazas Sanzetenéa Revisão Técnica: Prof. M.ª Luciana Nogueira Guia de Utilização Parte 2 Guia de Utilização Parte 2 • Complementar o conhecimento mais aprofundados de óleos essenciais principais restantes com suas contra-indicações, advertências, características e dados essenciais para o uso cor- reto dos óleos em questão supramencionados. Trabalhando assim na prática de manipula- ção de sinergias aromáticas, vivências aromáticas e outras práticas aromáticas. OBJETIVO DE APRENDIZADO • A Aromaterapia e os Chacras; • Aromaterapia Vibracional; • Propriedades Específicas dos Óleos Essenciais; • Aromacologia; • Harmonia Musical dos Aromas; • Óleos Essenciais de Aromas: Florais, Herbais, Frutados – Cítricos, Quentes e Revigorantes. UNIDADE Guia de Utilização Parte 2 A Aromaterapia e os Chacras A aromaterapia continuamente é associada a tratamentos terapêuticos e energéticos para equilíbrio dos chacras, tendo como objetivo a harmonização e reestabilização emo- cional, física e psíquica do organismo como um todo. Figura 1 – Imagem dos chacras principais no corpo energético do ser humano Fonte: Getty Images A aplicação dos óleos essenciais nos chacras pode ser feita através de massagens, banhos ou aplicação local nas áreas de tonificação de cada um dos chacras. Chacra Básico (Raiz) Está na base da coluna vertebral, abrindo-se para o períneo. Está associado com a vontade de sobreviver, à relação com o próprio corpo e ao mundo físico, a terra. É por onde a energia que vem da Mãe-Terra é absorvida. É a porta da energia física, mental e emocional. Figura 2 – Imagem do chacra básico e do Yantra na cor de vibração do mesmo Fonte: Adaptado de Getty Images O chacra base está relacionado com o nosso ancoramento e a qualidade da nossa conexão com a Terra. 8 9 Óleos essenciais que ancoram, centralizam e fortalecem a pessoa equilibram e ativam o chacra básico: tomilho, manjericão e gengibre. Chacra Sexual (Umbilical) Está bem em cima do umbigo. É a porta do prazer físico, sexual, da alegria e criativi- dade. É por onde fluem as energias primárias como a paixão. Figura 3 – Imagem do chacra umbilical e do Yantra na cor de vibração do mesmo Fonte: Adaptado de Getty Images O chacra umbilical representa a energia criativa, as emoções sensuais e a sexualida- de. Ele diz respeito à alegria da vida, à criação e ao prazer. Óleos essenciais que ativam a criatividade e a sensualidade, equilibram e ativam o chacra umbilical: grapefruit, ylang-ylang e canela. Chacra Plexo Solar Está acima do estômago. É a porta que reúne informações, sentimentos e percep- ções e depois espalha e movimenta todo o corpo. É a personalidade do indivíduo. É o chacra que trabalha a nossa digestão emocional, física e mental. Figura 4 – Imagem do chacra plexo solar e do Yantra na cor de vibração do mesmo Fonte: Adaptado de Getty Images 9 UNIDADE Guia de Utilização Parte 2 O chacra do plexo solar está relacionado ao poder pessoal e ao controle, ao significa- do de ser um individuo único nesse mundo e ao modo de fazer conexões com os outros. Óleos essenciais que protegem, harmonizam e purificam o organismo, ativam e equi- libram o chacra do plexo solar: bergamota, manjericão, cardamomo, laranja-doce e lemon grass. Chacra Cardíaco (Coração) Está no centro do tórax. É a porta dos sentimentos, do amor e da generosidade. Figura 5 – Imagem do chacra cardíaco e do Yantra na cor de vibração do mesmo Fonte: Adaptado de Getty Images O chacra cardíaco está relacionado à coexistência harmoniosa entre o corpo e o espírito e está associado ao coração e ao peito. Ele representa o amor incondicional, o perdão, a compaixão e o amor de Deus ou o amor espiritual e divino. Óleos essenciais que ativam o amor incondicional, ativam e equilibram esse chacra: gerânio, camomila romana, eucalipto e pinho. Chacra Laríngeo (Garganta) Está na garganta. É a porta da comunicação, criatividade, inspiração e expressão do nosso potencial com o mundo. Figura 6 – Imagem do chacra laríngeo e do Yantra na cor de vibração do mesmo Fonte: Adaptado de Getty Images 10 11 O chacra laríngeo se relaciona à comunicação significativa e à autoexpressão. Ele é o centro da vontade. Óleos essenciais que ajudam na autoexpressão, ativam e equilibram esse chacra: erva-doce, patchouli e sândalo. Chacra Frontal (Terceiro olho) Está entre as sobrancelhas. É a porta da sabedoria, do conhecimento, imaginação, intuição, discernimento e percepção. Figura 7 – Imagem do chacra frontal e do Yantra na cor de vibração do mesmo Fonte: Adaptado de Getty Images O chacra frontal diz respeito à intuição, sabedoria e a prioridade no desenvolvimento espiritual interior. Óleos essenciais que ajudam na concentração, percepção e intuição, ajudam a equi- librar e ativar esse chacra: lavanda, sálvia esclareia e eucalipto. Chacra Coronário (Coroa) Está no topo da cabeça. É a porta da espiritualidade, consciência e visão do universo. Está relacionado com o padrão energético do indivíduo. Figura 8 – Imagem do chacra coronário e do Yantra na cor de vibração do mesmo Fonte: Adaptado de Getty Images 11 UNIDADE Guia de Utilização Parte 2 O chacra coronário diz respeito à busca espiritual pela iluminação. Essa chacra ativa uma consciência mais ampla e elevada das coisas e do interior. Óleos essenciais que ajudam a incorporar a sabedoria divina e o subconsciente ativam e reequilibram esse chacra: mirra, olibano, lavanda, alecrim, eucalipto e petigrain. Aromaterapia Vibracional Todo organismo vivo emite uma frequência de onda específica. Figura 9 – Gota de óleo vista em equipamento ultravioleta vibracional Fonte: Freepik Na década de 1920, Royal R. Rife, cientista renomado, criou um sistema gerador de frequências que era capaz de matar diversos microrganismos, partindo do princípio de que cada tipo diferente de microrganismo possuía uma frequência própria e, ao utilizar uma emissão mais alta e adequada, eles morriam. Em 1992, foi criado por Bruce Tainio, o primeiro monitor de frequência do mundo; esse monitor determinava a frequência de várias partes do corpo humano, baseado na média emitida por um corpo humano saudável, que é de 62 a 72 Mhz. Com esses da- dos, eles podiam monitorar um paciente, pois, quando a frequência diminuía, verificava- -se que todo o sistema imunológico ficava comprometido. O monitoramento conseguiu constatar que sintomas de gripe e resfriados apareciam se a frequência caia para 58Mhz; já a cândida se desenvolve em 55 Mhz; o câncer, a uma frequência de 42 Mhz. E o processo de morte clínica corporal se instituía a partir de 20 Mhz. 12 13 Se a frequência de vibração externa coincide com as faixas de vibração do nosso or- ganismo, existe uma ressonância que agirá de modo a restaurar o equilíbrio. Os óleos essenciais possuem frequência vibracionais diferentes e distintas umas das outros, en- quanto os óleos adulterados ou as essências sintéticas não passam de frequência nula. A frequência dos óleos essenciais inicia com a vibração de 52 Mhz e nessa frequên- cia encontramos o óleo de manjericão. A vibração dos óleos essenciais vai até 320 Mhz e nessa encontramos o óleo essencial de rosas. Essa taxa elevada de vibração cria um ambiente no qual a doença, vírus, bactérias, fungos, câncer e tumor não sobrevivem. Alguns exemplos de óleos e suas frequências estão na Tabela 1. Tabela 1 Óleo Essencial Frequência Rosa: Rosa damascena 320 Mhz Lavanda: Lavandula angustifólia 118 Mhz Mirra: Commiphora myrrha 105 Mhz Camomila azul ou alemã: Matricaria recurita 105 Mhz Junípero: Juniperus osteosperma 98 Mhz Sândalo: Santalum álbum 96 Mhz Hortelã pimenta: Mentha piperita 78 Mhz Manjericão: Ocimum basilicum 52 Hz Propriedades Específicas dos Óleos Essenciais As atividades farmacológicas de uma droga vegetal não podem ser confundidas com as atividadesdo óleo isolado extraído da mesma planta. Vejamos um exemplo: se pegar- mos a planta Rosmarinus officinallis e fizermos uma infusão dela, os seus efeitos serão aplicados a problemas digestivos; vemos que, na infusão, são ativadas as propriedades antiespasmódicas. Já o óleo essencial de alecrim tem ativada a propriedade bactericida, devendo ser aplicado na pele, e não ser tomado. É possível estabelecer a atividade farmacológica de uma substância isolada, mas o mesmo não acontece com os óleos essenciais, pois, além de terem uma composição complexa, podem ter a composição química alterada por outros fatores como clima, região plantada, colheita, armazenamento etc. As propriedades farmacológicas dos óleos essenciais podem ser divididas em: • Ação carminativa: tem a ação de produzir uma pequena anestesia sobre a cárdia, que permite seu relaxamento e, consequentemente, a expulsão do ar do trato gas- trointestinal. Entre eles, erva-doce, camomila romana e hortelã; • Ação espasmódica: tem a ação de relaxar a musculatura lisa do intestino e diminuir as cólicas. Entre esses óleos, a erva-doce, a sálvia esclareia e a camomila romana; 13 UNIDADE Guia de Utilização Parte 2 • Ação cardiovascular: alguns óleos que têm a ação de aumentar o ritmo cardíaco e a pressão arterial. Entre esses óleos, os que contenham cânfora, como o alecrim, tomilho e a sálvia esclareia; • Ação secretolítica: têm uma ação irritante tópica, pois provocam a atividade se- cretora do epitélio respiratório, o que facilita a fluidificação e a expulsão do muco decorrentes de alguns problemas respiratórios. Exemplos: eucalipto globulus, anis e hortelã; • Ação sobre o sistema nervoso central: óleos que têm a ação de estimular o sistema nervoso central, como aqueles que possuem cânfora em sua composição. Existem óleos que acalmam (depressores) o sistema nervoso central, como o lemon grass e a lavanda; • Ação antisséptica: tem a ação de inibir o crescimento de várias bactérias e fungos, devido à presença de compostos fenólicos, aldeídos e álcoois. Podemos citar tea tree e tomilho. Aromacologia Aromacologia é o estudo da psicologia do olfato, ou seja, o estudo da ação dos chei- ros sobre as nossas emoções e mente. Os cheiros podem ser relaxantes, estimulantes, polarizantes, masculinos, femininos, infantis, alegres, refrescantes etc. Figura 10 – Imagem de uma mulher inalando o aroma Fonte: Getty Images Todas as fragrâncias, sendo elas naturais ou sintéticas, podem receber uma classifi- cação aromacológica; enquanto a aromaterapia se propõe a aplicações terapêuticas, a aromacologia se propõe à aplicação para questões sensoriais. É muito comum confundir a aromacologia com a aromaterapia. Podemos citar duas diferenças básicas entre elas: • Quanto à aplicação: A Aromaterapia faz uso somente de óleos essenciais puros e naturais diretamente no corpo, via inalação e no ambiente focado no tratamento 14 15 terapêutico. Já a aromacologia faz uso de óleos essenciais, essências e fragrâncias sintéticas diretamente no corpo e no ambiente simplesmente com o intuito de perfumar; • Quanto ao foco: O foco da aromaterapia é a melhora do organismo vivo, atuando no físico e no estado psíquico e/ou emocional, em uma visão sistemática de seus órgãos e de como ajudá-los e equilibrá-los de forma benéfica e natural. Já o foco da aromacologia é entender como a fragrância ou a essência podem influenciar o humor e os comportamento dos indivíduos por meios de produtos que perfumam o corpo ou o ambiente. Harmonia Musical dos Aromas No século XIX, na França, o Sr. Piesse criou uma classificação aromática baseando- -se nas escalas musicais ou na harmonia musical. Ele classificou os óleos essenciais de acordo com a nota que emitem, criando uma composição de escala aromática. Essa é uma das formas de fazer uma sinergia, misturando os óleos essenciais de acordo com suas notas aromáticas. De acordo com as notas aromáticas, a classificação dos óleos essenciais são: • Óleos essenciais de nota alta: são chamados também de nota de cabeça. Esses óleos são os primeiros aromas que são notados através da inalação do cheiro, den- tro de uma sinergia ou perfume devido à sua lata volatilidade; • Óleos essenciais de nota média: são chamados também de nota de coração. Es- ses óleos são aqueles que formam a alma da sinergia, o seu aroma é notado após a primeira impressão; • Óleos essenciais de nota baixa: são chamados também de óleos de base. Esses óleos são mais densos e volatizam mais lentamente, são mais usados como fixadores. Tabela 2 – Notas aromáticas Alta Média alta Média Baixa média Baixa Eucalipto Bergamota Camomila Cipreste Cedro Grapefruit Cardamomo Gerânio Ylang Ylang Olíbano Limão Citronela Lavanda Rosa Sândalo Tea Tree Erva Doce Pinho – Vetiver – Gengibre Sálvia esclareia – Copaíba – Lemon grass Canela – – – Mandarina Cravo – – – Manjericão Manjerona – – – Laranja Palma rosa – – – Tomilho Junípero – – – Alecrim – – – 15 UNIDADE Guia de Utilização Parte 2 Óleos Essenciais de Aromas: Florais, Herbais, Frutados – Cítricos, Quentes e Revigorantes A classificação dos óleos também pode ser de acordo com os grupos a seguir descritos: • Óleos essenciais de aromas florais: são óleos que possuem efeitos relaxantes, an- siolíticos e sedativos. Entre eles: lavanda, camomila, gerânio néroli, jasmim e ylang ylang; • Óleos essenciais de aromas Herbais: são óleos que possuem efeitos estimulantes, ativam a mente, a circulação e expectorantes. Entre eles: cipreste, hortelã, eucalip- to, pinho, alecrim e tomilho; • Óleos essenciais de aromas frutados – cítricos: são óleos que possuem efeitos energizantes, harmônicos, vibrantes, antidepressivos e no sistema linfático. Entre eles: limão, laranja, bergamota e tangerina; • Óleos essenciais quentes e revigorantes: » Amadeirados: cedro, copaíba palma rosa e sândalo; » Terroso: patchouli e vetiver; » Resinoso: olíbano; » Especiarias: cravo, anis estrelado e gengibre. • Considerações: » Óleos florais geralmente combinam-se entre si; » Óleos cítricos combinam com óleos diversos; » Se for levar em consideração as notas, deve-se escolher um de cada nota. Densidades Na Aromaterapia são utilizados diversos óleos essenciais e cada um possui a sua vo- latilidade. Os óleos essenciais que possuem alta densidade têm menos volatilidade, são mais grossos e rendem menos. Ex.: 10 ml de óleo essencial denso rende aproximadamente 200 gotas. Os óleos essenciais que possuem baixa densidade possuem alta volatilidade, são mais finos e rendem mais. Ex.: 10 ml de óleo essencial leve rende aproximadamente 250 gotas. Cada ML de óleo essencial rende cerca de 20 gotas. 16 17 Concentração Sinergia é uma mistura ou união de óleos essenciais com óleo vegetal carreador ou base neutra, que interagem entre si, potencializando a ação de seus ativos e em que cada combinação sinérgica cria um aroma diferente. As misturas de óleos essenciais com os carreadores dentro da sinergia devem ter a quantidade correta de sua concentração, isto é, cerca de 0,5 a 3 % de concentração de óleos essenciais. Podemos usar o seguinte modelo de concentração: 100 ml de óleo vegetal com X% de óleo essencial Exemplos : 100 ml X 1% = 100 dividido por 100 = 1 ml de óleo essencial = 20 gotas 100 ml X 2 % = 200 dividido por 100 = 2 ml de óleo essencial = 40 gotas 100 ml X 3 % = 300 dividido por 100 = 3 ml de óleo essencial = 60 gotas Facial: 5 ml de óleo vegetal para 1 gota de óleo essencial . Tabela 3 – Diluição correta nas sinergias aromáticas Diluição 10 ML 20 ML 30 ML 50 ML 100ML 200ML 0,5% 1,25 gotas 2,5 gotas 3,75 gotas 6,25 gotas 12,5 gotas 25 gotas 1,0% 2,5 gotas 5gotas 7,5 gotas 12,5 gotas 25 gotas 50 gotas 1,5% 3,75 gotas 7,5 gotas 11,25 gotas 18,75 gotas 37,5 gotas 75 gotas 2,0% 5 gotas 10 gotas 15 gotas 25 gotas 50 gotas 100 gotas 2,5% 6,25 gotas 12,5 gotas 18,75 gotas 31,25 gotas 62,5 gotas 125 gotas 17 UNIDADE Guia de Utilização Parte 2 Material ComplementarIndicações para saber mais sobre os assuntos abordados nesta Unidade: Sites Portal Óleos Essenciais https://bit.ly/2FI5H4M Livros Introdução à Aromatologia FLÉGNER, F. L. Introdução à Aromatologia. São José do Rio Preto: Ed. Laszlo. Guia de óleos essenciais de todo o mundo FLÉGNER, F. L. Guia de óleos essenciais de todo o mundo. São José do Rio Preto: Ed. Laszlo. Guia completo dos óleos essenciais: como usar os óleos essenciais para a saúde, a beleza e o bem-estar GARRES, H. Guia completo dos óleos essenciais: como usar os óleos essenciais para a saúde, a beleza e o bem-estar. 1. ed. São Paulo: Pensamento, 2018. 18 19 Referências ANJOS, T. dos. Aromaterapia, terapia aplicada através dos óleos essenciais. Rio de Janeiro: Roka, 1996. BIRABÉN, V. Aromaterapia. São Paulo: Gente, 1997. CORAZZA, S. R. Aromacologia, uma ciência de muitos cheiros. São Paulo: Editora Senac, 2002. DAVIS, P. Aromaterapia. São Paulo: Martins Fontes, 1996. FARRER-HALLS, G. A Bíblia da Aromaterapia: o guia definitivo para o uso terapêu- tico dos óleos essenciais. 1. ed. São Paulo: Pensamento, 2016. GASPAR, E. D. Aromaterapia. 1. ed. São Paulo: Pallas, 2006. HOARE, J. Guia completo de aromaterapia: um curso estruturado para alcançar a excelência profissional. São Paulo: Pensamento, 2011. ROSE, J. O Livro da Aromaterapia. São Paulo: ed. Campus, 1995. SANTOS, A. C. F.; EL’AOUAR, I. S. Romaterapia: uma nova tecnologia de cuidado, prevenção e promoção da saúde. Revista Cientefico, v. 19, n. 39, 2019. Disponível em: <https://revistacientefico.adtalembrasil.com.br/cientefico/article/view/679>. Aces- so em: 15/09/2020. SILVA, A. R. Tudo sobre Aromaterapia. Rio de Janeiro: Roka, 1998. SILVA, M. A. N.; COELHO, O. P.; NEVES, P. R.; SOUZA, A. R. L.; GRAZIELA, B. da S.; LAMARCA, E. V. Acerca de pesquisas em aromaterapia: usos e benefícios à saúde. Rev. Ibirapuera, São Paulo, n. 19, p. 32-40, jan./jun. 2020. Disponível em: <http:// seer.unib.br/index.php/rev/article/download/224/173>. Acesso em: 15/09/2020. TISSERAND, R. A arte da Aromaterapia. Rio de Janeiro: Roka, 1993. 19