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A IMPORTÂNCIA DO EDUCADOR FÍSICO COM RELAÇÃO ÀS ATIVIDADES FÍSICAS NAS ESCOLAS 
RESUMO 
Este trabalho objetivou discorrer sobre a importância do profissional de Educação Física atividades físicas nas escolas. Devido a sua relevância e efetividade no âmbito educacional, a Educação Física preza pela formação de indivíduos críticos, seletivos e reflexivos, com alta capacidade de desenvolver e aprimorar suas habilidades motoras e psicomotoras, interagindo com o mundo ao seu redor. No entanto, a Educação Física torna -se cada vez mais importante no contexto escolar, promovendo inúmeros benefícios na formação integral das crianças e jovens, através de jogos educativos, atividades esportivas, e práticas corporais que promovem uma formação pedagógica, preocupada com o envolvimento de todos os alunos. É possível perceber que a Educação Física no espaço escolar é de essencial importância, uma vez que promove o desenvolvimento psicomotor e é a maior promotora de interação entre os educandos, fornecendo-os não apenas conhecimento corporal, mas também ensinando e melhorando seus valores éticos, sociais, morais, políticos e culturais. A metodologia empregada foi a revisão bibliográfica, com a utilização de artigos científicos extraídos de sítios da internet, pesquisados através da ferramenta de busca “Google acadêmico (Scholar)” e “Scielo”. Assim é possível perceber que a Educação Física no espaço escolar é de essencial relevância, uma vez que promove o desenvolvimento psicomotor e é a maior promotora de interação entre os educandos. 
Palavras-chave: Escola, Atividade física, Educação Física Escolar. 
 
 INTRODUÇÃO 
A escola possui hoje em dia um papel importante para os alunos e por conseguinte para a sociedade. A Lei de Diretrizes e Bases (LDB) menciona em seu artigo 2º que o “intuito da educação é o completo desenvolvimento do educando, sua preparação par a o exercício da cidadania e também sua qualificação para o trabalho” (LDB,1996). Entretanto é de conhecimento de todos que a escola além de desenvolver o processo ensino-aprendizagem adota também o papel de formação de cidadãos, preparando-os para o dia-a-dia o que demanda um trabalho que vai além dos conhecimentos. O cidadão necessita empregar o que aprende na escola e em outras instâncias sociais para atuar como sujeito consciente, crítico, com capacidade de refletir e de decidir sua própria história dentro da sociedade (PCNs, 1997). 
A Educação Física tem um papel importante nesse processo de cidadania, como componente curricular a ser trabalhado na escola, pois procura trabalhar com as práticas 
corporais, sejam os esportes, as atividades físicas, de lazer relacionadas, mas também os 
valores (DARIDO, 2005). 
Hoje em dia mais do que nunca as crianças amadurecem cada vez mais cedo, 
mas necessitamos ter a preocupação com os valores que essas crianças estão 
aprendendo, como: senso crítico, autoestima, convivência em grupo, segurança, 
buscando continuamente ser um bom cidadão, uma pessoa de bem, respeitando a 
diversidade (REIS, 2000). 
É importante também dar ênfase ao estímulo para a participação nas aulas, que 
associado à inovação origina a motivação para aprender a respeito da Educação Física. 
Segundo Franchin e Barreto (2009) a motivação é um dos fatores que mais influenciam 
em todos os tipos de com portamento de um indivíduo. J á de acordo com Maggil (1984), 
que coloca que a motivação é importante para o entendimento da aprendizagem e do 
desempenho nas habilidades motoras, compreende-se que sem ela, os alunos não irão 
realizar as atividades, ou até mesmo, fazer com má vontade o que for sugerido nas aulas 
de Educação Física. Deste modo, o professor tem o dever de trabalhar com o aluno e 
buscar estratégias de motivação, procurando atividades que sejam pro eminentes e 
interessantes para o indivíduo e também para o seu desenvolvimento como ser na 
sociedade em que está inserido. 
O presente estudo tem a função de mostrar através de uma revisão de literatura a 
importância do professor das aulas de Educação Física na orientação das atividades 
físicas. 
 OBJETIVOS 
 OBJETIVO GERAL 
 Analisar a importância do profissional de educação física na orientação das 
atividades físicas nas escolas. 
 OBJETIVOS ESPECÍFICOS 
 Verificar a importância da Educação Física na escola; 
 Descrever sobre o desenvolvimento das crianças a partir das aulas de Educação 
Física; 
Analisar os benefícios da Educação Física para os alunos.
JUSTIFICATIVA 
A Educação Física prossegue sendo disciplina do componente curricular no contexto educacional brasileiro. De m aneira histórica, sua continuação no currículo escolar tem sido justificada com embasamento na abrangência e verdadeira efetividade da prática esportiva no desenvolvimento biopsicossocial e cultural de crianças e adolescentes. 
A importância da Educação Física Escolar é de fato incontestável devido a sua concepção pedagógica estar focada em realizar a interação e a inclusão no campo social 
dos envolvidos e, com a formulação e reformulação dos PCNs sua pro eminência foi 
exaltada, já que se deu um destaque maior a sua disparidade dimensional de conteúdos. 
É importante que a partir da Educação Física a criança conheça os valores que 
abrangem o esporte, constitua hábitos de vida saudável e contraia outros conhecimentos 
associados as distintas áreas de educação. 
Assim o presente trabalho justifica-se devido a importância do professor de educação física para o desenvolvimento de crianças e adolescentes no âmbito escolar. 
MATERIAL E MÉTODOS 
É uma pesquisa bibliográfica, pois partiu de estudos de revisão de literatura de teorias de autores que pesquisaram sobre o assunto. 
Compreende-se a pesquisa como um processo onde o pesquisador possui “uma atitude e uma prática teórica de contínua procura que determina um processo intrinsecamente permanente e inacabado”, devido a sua realização de atividade de aproximações consecutivas da realidade, sendo que esta expõe “uma carga histórica” e elucubra posições diante à realidade (MINAYO, 1994, p.23). 
Deste modo, a pesquisa bibliográfica permite uma extensa aquisição de informações, como também possibilita o uso de dados dispersos em inúmeras 
publicações, ajudando na construção também, ou na melhor definição do quadro 
conceitual que abrange o objeto de estudo sugerido (GIL, 1994). 
Foram utilizados artigos científicos extraídos de sítios da internet, pesquisados 
através da ferramenta de busca “Google acadêmico (Scholar)” e “Scielo”. A busca dos 
textos foi realizada por meio dos seguintes critérios de seleção: busca a partir das palavras-chave, seleção por título, seleção por resumo e leitura dos textos na íntegra e utilizou-se os seguintes descritores no idioma português: “Escola”, “Educação Física”, “Professor de Educação Física”, “Atividades Físicas”. 
Os critérios para a seleção da amostra se basearam nas publicações que retratassem a temática, língua portuguesa e artigos na íntegra. Foram utilizados 60 materiais entre livros, artigos, monografias que apresentaram informações descritivas sobre o tema a ser trabalhado. 
A análise dos dados foi realizada na forma descritiva e com base em análise qualitativa possibilitando a avaliação das evidências disponíveis na literatura e documentação pesquisada sobre o tema investigado. Procurando identificar nos artigos selecionados, as respostas à pergunta norteadora do trabalho. 
A pesquisa descritiva demanda do investigador uma diversidade de informações a respeito do que almeja pesquisar. Esse tipo de estudo tem a pretensão de descrever os fatos e fenômenos de certa realidade (TRIVIÑOS, 1987). 
Na pesquisa qualitativa, o cientista é concomitantemente o sujeito e o objeto de 
suas pesquisas. O objetivo da amostra é de produzir informações aprofundadas e 
ilustrativas: seja ela pequena ou grande, o que convém é que ela tenha a capacidade de 
produzir informações novas (DESLAURIERS, 1991, p. 58). 
RESULTADOS E DISCUSSÃO 
 A Importância da Educação Física nas Escolas 
A escola fornece um contexto exclusivo paraa aprendizagem, porque a receptividade e a capacidade para transformação de comportamentos estão nos períodos mais favoráveis. É um local onde as diretrizes derivadas do poder político se fazem ligeiramente sentir. Lá encontram-se os profissionais qualificados e a sua finalidade é o desenvolvimento eclético das crianças, adolescentes e jovens. Desta forma, por estas 
razões é a instituição que exibe o maior potencial para melhorar a saúde das crianças, 
adolescentes e jovens, munindo instruções, programas e gerando a atividade física. 
Hoje em dia, as referências sociais e culturais da Educação Física já estão 
adentradas nos hábitos, valores, lazer, práticas de trabalho e nas tradições. Assim, 
implica que a Educação Física surja, desde cedo, no currículo escolar, de maneira a 
refletir a cultura social em que está inserida. A Educação Física e concernentes programas instituem representações sociais das atividades físicas e desportivas, tendo já um caráter de sentido na nossa sociedade. 
A Educação Física para, além disso, e talvez até mais importante no contexto social contemporâneo, é um local privilegiado para se investir na promoção da saúde no 
contexto da saúde pública no decorrer da vida, da mesma maneira como os programas 
escolares precisam influenciar os conhecimentos, comportamentos e atitudes desde a 
infância até a idade adulta (HAYWOOD, 1991; SALLIS & MCKENZIE, 1991). 
A promoção da atividade física na escola é um desígnio realístico e pode ser alcançado com o contributo essencial da disciplina de Educação Física. Por esta razão, determinou como objetivos para a disciplina: desenvolver e melhorar a saúde e bem - estar dos estudantes; criar o hábito vitalício pela prática das atividades físicas e desportivas; proporcionar satisfação, prazer e interação social e; auxiliar a prevenir problemas de saúde que se podem despontar no futuro. A consideração da exequibilidade destes objetivos habita no fato da Escola apresentar uma Educação Física obrigatória, possibilitando que todos os alunos tomem parte das atividades físicas e desportivas, e porque tem estruturas apropriadas e os profissionais mais qualificados. (LIMA, 2012) 
A Educação Física na escola é entendida, com uma área que trata da cultura corporal e que apresenta como finalidade introduzir e unir o aluno nessa esfera, desenvolvendo o cidadão que vai produzi-la, reproduzi-la e também transformá-la. 
Deste modo, o aluno precisa ser instrumentalizado para desfrutar dos jogos, esportes, lutas, danças e ginásticas em benefício do exercício crítico da cidadania e da melhoria da qualidade de vida. (BETTI, 1992) 
A escola neste sentido é um espaço par a o desenvolvi mento de estratégias de promoção de atividade física e de educação para a saúde e, nesta conjuntura, a Educação Física Escolar aparece como importante ferramenta, pois muitas crianças e jovens veem 
nela uma das melhores oportunidades de aproximação às práticas de atividades físicas, 
sobretudo para classes sociais menos favorecidas (LIMA, 2012). 
Conforme Carmo (2013) surge a importância da Educação Física Escolar, não apenas no combate ao sedentarismo, mas, naquelas aulas ministradas sobretudo no nível de ensino fundamental, aprimorando o comportamento dos alunos em diversos aspectos 
sociais, como responsabilidade, no relacionamento com os pais, assiduidade às aulas, 
autoconfiança e redução do uso de drogas (JUNIOR, 2008). 
A Educação Física escolar provê uma excelente oportunidade para que todos os alunos participem em atividades físicas e desportivas de maneira estruturada e regular. Em determinados países, esse reconhecimento tem sido publicamente visível e a Educação Física passou a associar as estratégias de promoção da saúde pública e prevenção de doenças (HARRIS & PENNEY, 200 0; TAPPE & BURGESON, 2004). 
De acordo com Basei (2008), as atividades físicas vivenciadas na infância e na adolescência se assinalam como importantes colaboradores no desenvolvimento de atitudes e hábitos que podem ajudar na escolha de um estilo de vida ativo fisicamente na 
idade adulta. 
Guedes et.al., (2001), menciona que a disciplina Educação Física Escolar apresenta a vantagem de trabalhar de maneira direta a respeito da plenitude do desenvolvimento humano, as suas ações não se limitam às práticas mecânicas e esportividades. 
Por conseguinte Martins (2010) discorre que o professor necessita compreender que têm muitas possibilidades para chegar aos objetivos e necessidades da disciplina, além de notar a importância da educação física voltada para a saúde, acompanhando exemplos da visão higienista do século passado. 
Lima (2012) compreende que a educação para a saúde não é somente uma disciplina escolar, mas compõe-se em um princípio de vida que aja na formação de uma consciência corporal saudável, tendo em vista a ações comprometidas e autônomas de 
integração biopsicossocial. 
Portanto, a Educação Física, a autêntica Educação Física, atende a numerosos objetivos, tanto de curto quanto de longa abrangência (CARBONERA e CARBONERA, 2008). 
Conforme Menestrina (2000) os objetivos não podem se diminuir prontamente, mas a aula de Educação Física Es colar precisa estar direcionada para o desencadeamento de um processo sócio educacional de caráter permanente. 
Para Junior (2008), os benefícios ocasionados à saúde pela Educação Física poderão ser notados em um tempo futuro onde a consciência de corpo e m ente saudável e o prazer da prática corporal estará continuamente presentes na vida dos educandos. Silva (2002) descreve que os objetivos gerais da Educação Física, além de buscarem aumentar o nível das nossas capacidades motoras básicas, particularmente a resistência, a velocidade, a força, a agilidade, o equilíbrio , a coordenação, etc., buscam conduzir os alunos a adotarem atitudes de cordialidade e ajuda recíproca, em todas as situações, beneficiando um aperfeiçoamento e satisfação, em relação a si próprios, e a seus companheiros.
O Papel do Profissional de Educação Física
Hoje, a disciplina de Educação Física Escolar est á adotando cada vez mais uma abordagem socioconstrutivista, regulada num papel mais ativo do aluno na constituição 
do seu conhecimento a respeito de motricidade (MAT TOS; NEIRA, 2005). 
Seguindo esta informação, Freire (2010) pontua que, no ambiente escolar, precisa haver a relação teoria e prática, pois sem estas, a primeira se torna somente uma anotação de algo e a segunda uma reivindicação, desta m aneira, compreende-se que ambas precisam caminhar juntas, desde a formação inicial docente e persistir por toda sua vida profissional colocadas na educação. 
Assim, a Educação Física, para ser reconhecida como um componente curricular, tão importante quanto os outros, precisa expor objetivos bem definidos e um corpo de conhecimentos característicos e organizados, cuja aprendizagem consiga colaborar para que os objetivos da educação escolar sejam obtidos (FREIRE, 1999). 
Segundo Tardif e Lessard (2007, p. 23) 18 
[...] a escolarização descansa essencialmente sobre interações diárias entre os 
professores e os alunos. Sem essas interações a escola não é nada mais que 
uma gigantesca concha vazia. Mas essas interações não ocorrem de qualquer 
maneira: ao contrário, elas compõem raízes e se estruturam no contexto do 
processo de trabalho escolar e, sobretudo, do trabalho dos professores sobre e com os alunos. 
Desta forma, a Educação Física necessitará também adotar um papel proeminente, porque a prática de atividade física regular e sistemática tende a facilitar a obtenção de hábitos e estilos de vida ativos e saudáveis (Trudeau & Shephard, 2005). 
Assim, compete aos professores de Educação Física o papel de estruturar uma Educação 
Física de qualidade que possibilita a exploração, a auto -realização, a comunicação e o 
desenvolvimento educativo dos alunos. Por causa do seu caráter obrigatório, o sistema 
educativo proporciona a garantia de que todos os alunos pratiquem a atividade física 
pelo menos durante o tempo registrado no horário escolar para a disciplina de EducaçãoFísica. 
Destaca-se deste modo, que a melhor forma de alcançar com que os alunos pratiquem exercícios físicos no decorrer de suas vidas é fazer com que contraiam esse hábito na escola, quando ainda não passaram pela influência do sedentarismo da vida moderna. As aulas de Educação Física precisariam ser mais empregadas para fortalecer, na mente do escolar, a importância do costume da prática esportiva regular (Garcia et al., 1987). 
Para alcançar este objetivo, o professor precisaria ajudar o seu aluno nas normas de uma vida sadia, uma das quais é a obtenção do hábito de fazer uma atividade física ou esportiva (esporte social), depois de sair da escola. 
Segundo Júnior (2008), o professor de Educação Física necessita deixar a sua aula em um instante prazeroso para todos os alunos, sem discriminação, de maneira a abranger todos, dos alunos mais hábeis aos menos hábeis, atléticos ou obesos e também alunos com certa deficiência, gerando, assim, bem-estar e saúde a todos e deste modo gradualmente cooperar para a diminuição do sedentarismo. 
É possível assegurar que, na escola, o professor de Educação Física precisa ser um professor com conhecimentos muito diversificados, com a finalidade de poder sustentar com o aluno um diálogo não só desportivo, como também cultural e social e que essa aproximação beneficiará, e muito, o seu papel de motivador. 
Deste modo, a prática regular de atividade física só proporcionará benefícios para saúde se esta for bem orientada e bem praticada, necessitando ser enfrentada como um meio potencial para se cooperar para a saúde (FERREIRA, 20 01). 
Neste sentido compete ao professor de Educação Física (EF), que além de ser um educador, também é um profissional de saúde, informar as pessoas a respeito dos benefícios de um estilo de vida ativo sobre a mesma, sobretudo na prevenção e reabilitação de doenças, e também como e porque escolher um estilo de vida ativo (NA HAS, 2006), e como e porque fazer atividade física regularmente e corretamente. Desta forma o professor de educação física surge como mediador da prática de atividade física, tanto dentro como fora da escola, tendo importante papel em relação à promoção a saúde, educação e prevenção de doenças, colaborando assim para hábitos de vida mais saudáveis (KRUG et a l, 20 09). 
Esse diálogo como meio de incentivar o aluno para a prática esportiva é enfatizado por Dieckert (1985), para quem os professores necessitam compreender que as habilidades motoras podem ser aprendidas em qualquer idade, haja visto que as pessoas jamais param de se desenvolver e de aprender. Para ele, os professores jamais podem desistir de tentar motivar o aluno, independente da sua faixa etária. Deste modo, os alunos precisariam ser estimulados a praticar continuamente, pois o tempo que passa na escola é muito curto até voltar para a sua vida “normal” na comunidade. Conforme Magill (1984) o professor é o responsável pela aprendizagem, e, por conseguinte, carecerá ter o conhecimento dos fatores que poderão vir a ser benéficos e maléficos para aprendizagem de seus alunos, tendo em vista a um melhor aproveitamento e aprendizagem duradoura. Campos (1986) confia que o professor seja o mediador entre os motivos individuais e os autênticos alvos a serem obtidos pelos alunos, pois sendo o professor detentor de enorme influência sobre o aluno, pode ser um grande mediador dos objetivos da escola para com eles. 
Se o professor possuir muita habilidade em ministrar seus conteúdos de forma a fazer com que o aluno se interesse, n a Educação Física, a aprendizagem dos conteúdos será mais fácil e intensa. 
O professor deve gerar o “agir comunicativo” entre seus alunos, permitido pelo uso da linguagem, para proclamar entendimentos do mundo social, subjetivo e objetivo, da interação para que todos consigam participar em todas as instâncias de decisão, na formulação de interesses e preferências, e agir segundo as circunstâncias e as condições do grupo em que está inserido e do trabalho no esforço de conhecer, desenvolver e 
apropriar-se de cultura (KUNZ, 2004). 
Para Moreira (2004) é imprescindível que o professor de Educação Física que está presente na escola possua determinadas competências, como por exemplo: saber (conhecimento indispensável e contraído na instituição formadora), saber fazer e porque fazer (administrar um conhecimento contextualizando-o), saber fazer (associar o conhecimento cientifico com a pratica), saber fazer e para que fazer (tornar a prática da Educação Física uma colaboração para a vida do indivíduo, melhorias na qualidade de 
vida). Assim, a prática da educação física na escola adquire um papel de construção de 
uma cultura reflexiva e não mais a prática pela prática. 
Freire (2005) evidencia que a Educação Física no que diz respeito ao seu papel pedagógico, precisa agir como qualquer outra disciplina da escola, desenvolvendo as 
habilidades motoras, mas sucessivamente tendo a consciência de quais serão as consequências disso do ponto de vista cognitivo, social e afetivo. E completa que a 
Educação Física não pode passar a ser uma disciplina auxiliar de outras, mas necessita 
garantir que verdadeiramente, as ações físicas e as noções lógico-matemáticas que a 
criança utilizará dentro e fora da escola possam ser estruturadas de maneira apropriada. 
Compete ao professor saber utilizar-se da melhor forma o movimento, que é natural de cada criança, para que sua aula possa desenvolver o máximo de habilidades possíveis em cada estágio de amadurecimento de seus alunos, gerando uma aprendizagem que coopere para a formação de seus alunos. Tornando -os cidadãos autônomos, caminho singular para a cidadania (NEIRA, 2006). 
A Educação Física e seus Benefícios para os Alunos 
A prática de atividade física regular exibe relação oposta com peso corporal e com doenças crônicas não transmissíveis, além de gerar benefícios na aptidão física, na 
elevação do pico de massa mineral óssea na adolescência e começo da idade adulta. A 
prática regular de exercícios físicos ajuda na promoção da saúde e melhoramento da 
qualidade de vida de crianças e adolescentes, além de ser essencial para a sustentação 
deste hábito na idade adulta (ORTEGA et al., 2008). 
A atividade física proporciona vários efeitos benéficos ao organismo, sendo aconselhada como uma estratégia de promoção da saúde para a população. Todavia vários estudos mundiais abrangendo o Brasil apontam para um alto índice de sedentarismo em todos os grupos etários, variando de 50% a mais de 80% na população 
mundial (MENDES et al., 2006). Hoje vários estudos têm sido largamente divulgados e 
debatidos na literatura científica sobre os benefícios da prática da atividade física unidos 
à saúde e ao bem-estar, bem como os riscos que predispõe ao surgimento e ao desenvolvimento de disfunções orgânicas relacionadas ao sedentarismo. 
Vários estudos avultam que hábitos de atividade física, incorporados na infância e adolescência provavelmente possam transferir-se para idades adultas (GUEDES et al. 2001). Segundo com o Colégio Americano de Medicina Esportiva a aptidão física para 
a criança e adolescente precisa ser desenvolvida com o primeiro objetivo de incentivo a 
adoção de um estilo de vida adequado com a prática de exercícios por toda a vida, com 
o desígnio de desenvolver e conservar condicionamento físico suficiente para melhoria 
da capacidade funcional e da saúde (ACSM, 2007). 
De acordo com Haskell et al. (2007), a atividade física regular pode diminuir o risco e ou a evolução de doenças cardiovasculares, diabetes, osteoporose, câncer, acidentes vasculares cerebrais, ansiedade e depressão, e é também categórico no controle do peso corporal. Tem efeitos benéficos a respeito da melhoria do nível de colesterol de lipoproteínas de alta densidade, sobre a melhoria do controle hiperglicêmico em obesos e sobre a redução dos riscos de câncer de cólon e de mama em mulheres (OMS, 2002). 
Esportes coletivos como o futsal, voleibol, basquetebol e handebol, os individuais como o atletismo e as ginásticas, as lutascomo a capoeira e o judô e as danças, são exemplos de esportes que este público habitua a praticar. Entretanto, a tecnologia de comunicação e informação, proporciona o conforto que na maioria das vezes facilita a nossa vida e trabalho, com a diminuição do esforço corporal ou manual. 
Este exagero de conforto, que diminui a quantidade de movimento corporal, pode suavizar o interesse do jovem pela atividade física (JUNIOR, 2008). 
A Educação Física escolar pode ser considerada categórica para a adesão da atividade física que a pessoa venha a praticar no futuro, do seu sucesso ou não nas aulas, nas atividades e nos esportes. A Educação Física na escola precisaria gerar condições para que os alunos conseguissem autonomia no que tange à prática de esforço físico, ou seja, depois do período formal de aulas os alunos deveriam sustentar uma prática de atividade regular, s em a ajuda de especialistas, se assim almejarem. Est e objetivo é imensamente facilitado se os alunos acham prazer nas aulas de educação física, pois, admirando certa atividade é mais provável ansiar continuá-la assinalando uma ligação de prazer (DARIO, 2017). 
O programa de exercício físico pode colaborar para suavizar a carga do cotidiano, aguentar melhor o estresse postural e impedir mais complicações a longo prazo. Diante disso, é possível perceber, a importância da relação entre a atividade física e o estado de saúde dos adolescentes para o futuro (LUCIANO et al., 2016). 
Compreende-se quanto aos benefícios para os jovens em termos de relações sociais, que articular atividade física e vida social é uma possibilidade que colabora para o desenvolvimento humano, designadamente para o adolescente. Desta maneira, Barbosa (1991) delineia algumas vantagens para a prática do esporte: “ instiga a socialização, convém como um antídoto natural de vícios , causa maior empenho na procura de objetivos, reforça a autoestima, auxilia a equilibrar a ingestão e o gasto de calorias e conduz a uma menor predisposição a moléstias” O USDHHS (1996) cita que os benefícios d a atividade física não se restringem somente aos adultos e que a prática regular na infância e adolescência colabora para o fortalecimento ósseo, muscular e das articulações; previne ou retarda o desenvolvimento da hipertensão; ajuda no controlo do peso e redução da gordura corporal; e diminui os sentimentos de depressão e ansiedade. 
De acordo com Baile y & Martin (1994), a saúde óssea, para além de ser influenciada por fatores nutricionais e genéticos, pode ser positivamente influenciada pela prática regular de atividade física, porque esta compõe um estímulo primordial para a estrutura óssea, tendo o potencial de adiciona r o pico da sua massa nas crianças e adolescentes, dentro dos limites das influências genéticas, nutricionais e hormonais. A nível psicológico, Dario (2017) mencionam que atividade física melhora a autoestima, autoconceito e sintomas de depressão e ansiedade nos adolescentes. Levando em consideração o sentimento de bem-estar geral, Aranha & Teixeira (2007) completaram que, apesar dos jovens de uma forma geral manifestarem um sentimento de bem-estar, os mais ativos fisicamente exibiram melhores resultados. Sendo o estado de bem-estar um aponta dor de saúde mental, pode-se finalizar que a atividade física colabora para um estado de saúde mental positivo. 
A Educação Física do ponto de vista educacional possui como finalidade o estabelecimento de hábitos de prática de atividade física que se sustentem para além da 
continuação na Escola (Shephard & Trudeau, 200 0). Isso denota que a Educação Física 
não pretende somente instituir condições para os alunos melhorarem as suas capacidades físicas, mas, também, criar hábitos duradouros de atividade física que 
sejam uma fonte de satisfação, diversão e redução dos fatores de risco para a saúde 
alusivos à vida sedentária (Haywood, 1991). 
A Educação Física apresenta como escopo gerar o desenvolvimento psicomotor das crianças, auxiliando-as a contraírem uma consciência que as ajudará em seu dia a 
dia e, sua prática precisa basicamente fazer parte no campo escolar, uma vez que a 
escola é o meio educacional mais eficaz e eficiente para a realização desta prática 
(SILVA, ET AL, 2011). 
A atividade física é fundamental para a manutenção e melhoria da saúde e na prevenção de enfermidades, para todas as pessoas em qualquer idade. A atividade física coopera para a longevidade e melhor a sua qualidade de vida, por meio dos benefícios fisiológicos, psicológicos e sociais. (PIZARRO, 2011). 
Destaca-se que é na es cola que a maioria das crianças têm seu primeiro contato com atividades físicas planejadas, sendo assim sua importância como promotora de desenvolvimento e aperfeiçoamento “das esferas cognitivas, motoras e auditivas”, este contato planejado faz com que as crianças abrangidas consigam compreender e/ou adaptar suas habilidades não apenas no ambiente escolar, como também em todos os 
outros a que tenha acesso. Assim é possível concluir que a Educação Física na esfera 
escolar tornou-se imprescindível para a matriz curricular por causa da sua contribuição 
inquestionável no “fortalecimento do organismo”, aperfeiçoando a saúde física e mental 
das crianças, “gerando o desenvolvimento de habilidades favoráveis à vida, constituindo 
hábitos culturais de higiene” (RODRIGUES, 2013). 
CONCLUSÃO 
As atividades físicas realizadas na infância e na adolescência se distinguem como importantes colaboradores no desenvolvimento de atitudes e hábitos que podem ajudar na escolha de um estilo de vida ativo fisicamente na idade adulta. Assim, é possível garantir que a Educação Física colabora para o desenvolvimento psicomotor das crianças. Deste modo, é possível mencionar que o desenvolvimento, mesmo sendo um 
processo comum a todas as crianças, pois todas passam pelas mesmas etapas, é também 
um fenômeno muito singular, porque cada criança vivência de uma forma própria. As 
aulas de Educação Física possibilitam que a criança descubra o mundo exterior por 
meio de experiências concretas que contrai no seu cotidiano, onde são estabelecidas 
suas noções básicas para o seu próprio desenvolvimento intelectual. 
Por causa da sua relevância é papel do professor de Educação Física estimular os 
alunos a continuam ente participarem das atividades que foram planejadas para este 
momento, destacando sempre que esta prática os auxiliará, aprimorando sua qualidade e os tornando conscientes de suas capacidades e habilidades de percepção e interação do meio em que estão inseridos. 
O aprendizado através das aulas de Educação Física permite uma melhora expressiva no comportamento social dos alunos, já que ao se trabalhar a transversalidade entre outros conteúdos, além de desenvolver os aspectos cognitivos e motores, existe a formação de cidadãos críticos, formadores de opiniões e ideais, conscientes com a realidade caótica que nos afligem, sendo éticos, tolerantes, maleáveis e respeitosos perante de tanta disparidade. 
Assim, diante do que foi exposto na elaboração deste pressente trabalho, é possível perceber que a Educação Física no espaço escolar é de essencial relevância, uma vez que promove o desenvolvimento psicomotor e é a maior promotora de interação entre os educandos, fornecendo-os não apenas conhecimento corporal, mas também ensinando e melhorando seus valores éticos, sociais, morais, políticos e culturais, e desta forma precisamos dar a Educação Física à mesma importância dispensada a outras disciplinas do currículo por compreender que apenas a Educação Física possui a capacidade de atingir e provocar no aluno um sentimento de liberdade e leveza de pensamento jamais antes experimentado, devido ao aprimoramento do corpo e da mente
REFERÊNCIAS 
ACSM. Aptidão Físicas na Infância e na Adolescência: Posicionamento Oficial Do 
Colégio Americano de Medicina Esportiva. Disponível em: http://www.acsm.org.br.htm. Acesso em 18 de jun de 2019.
Aranha, Á. & Teixeira, N. (2007). Relação entre a prática de atividade física e o 
estado de bem-estar em adolescentes.Boletim da Sociedade Portuguesa de Educação Física, 32, 21-30. Calfas, K. & Taylor, W. (1994). Effects of physical activity on psychological variables in adolescents. Pediatric Exercise Science, 6, 406-423. 
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