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5
UNIVERSIDADE PITÁGORAS UNOPAR ANHANGUERA
A IMPORTÂNCIA DE ESTRATÉGIAS DE INTERVENÇÃO CONTRA O SEDENTARISMO DOS ESTUDANTES DO ENSINO FUNDAMENTAL.
BRUNO BRAZ RODRIGUES MARTINS
Santana do Livramento - RS
 2024
BRUNO BRAZ RODRIGUES MARTINS
A IMPORTÂNCIA DE ESTRATÉGIAS DE INTERVENÇÃO CONTRA O SEDENTARISMO DOS ESTUDANTES DO ENSINO FUNDAMENTAL
Trabalho de Conclusão de Curso (TCC I) apresentado como requisito parcial para a obtenção do título de Licenciatura em Educação Física.
Orientador: Prof. Dr. João Paulo Manfré dos Santos
Santana do Livramento - RS
2024
LISTA DE ABREVIATURAS E SIGLAS
ABNT - Associação Brasileira de Normas Técnicas
 OMS – Organização Mundial de Saúde
SUMÁRIO
1.	 INTRODUÇÃO	5
1.1. PROBLEMA ............................................... .........................................................6
2. JUSTIFICATIVA	7
3. OBJETIVOS	8
3.1 GERAL	8
3.2 ESPECÍFICOS	8
4.	FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA	9
4.1	O SEDENTARISMO DOS ESTUDANTES DO ENSINO FUNDAMENTAL	9
4.2	A IMPORTÂNCIA DO PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA NO COMBATE AO SEDENTARISMO	9
4.3	PRINCIPAIS ESTRATÉGIAS UTILIZADAS PELOS PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO FÍSICA PARA COMBATER A FALTA DE ATIVIDADE FÍSICA EM ALUNOS DE 6 A 14 ANOS	9
4.4	BENEFÍCIOS GERADOS PELA INTERVENÇÃO DA EDUCAÇÃO FÍSICA CONTRA O SEDENTARISMO DE ESTUDANTES DO ENSINO FUNDAMENTAL	9
5.	METODOlOGIA DA PESQUISA	16
5.1	TIPOS DE PESQUISA	16
6.	CRONOGRAMA	18
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS	18
1. INTRODUÇÃO
A realização deste trabalho encontra sua importância relacionada ao fato de que muitas crianças e adolescentes passaram a deixar de lado a prática da atividade física em detrimento da tecnologia. Nesse contexto, elas perdem inúmeras horas de suas rotinas semanais em frente às telas digitais, o que causa inatividade de exercícios físicos e leva, precocemente, ao sedentarismo. 
Desas forma, a inatividade física, sedentarismo e a obesidade em estudantes com idades entre 6 e 14 anos tornou-se um assunto de extrema relevância, pois atende uma preocupação de saúde pública, de acordo com Almeida (2017), Guedes (2019) e Miranda (2006). Nesse viés, o Profissional de Educação Física desempenha papel crucial, a fim de conscientizar os cidadãos quanto à importância da prática da atividade física para o pleno desenvolvimento do ser humano e qualidade de vida, como citam Alves e Silva (2013). 
O sedentarismo, inatividade física e a obesidade se mostram cada vez mais presentes na vida das crianças, jovens e adolescentes, é o que demonstra Aragão, Lourenço e Sousa (2015), o que aumenta o quantitativo de crianças e adolescentes com vários problemas de saúde, que podem levar até a morte. Logo, questiona-se o papel da Educação Física perante diante do bem-estar dos educandos.
Com relação ao sedentarismo discente, um estudo de Assim e Costa (2010), realizado em Florianópolis (SC) , apresenta índices sobre a prevalência de crianças fisicamente ativas com valores de 45,1% para alunos da rede privada, e 42,6% da rede pública. Outro estudo conduzido com crianças de 6 a 10 anos, verificou que a taxa de prevalência de inatividade física foi de 36,2% para meninos e de 56,5% para meninas. Assim, considerou-se que, mesmo em crianças, a prevalência de baixo nível de atividade física é elevada, fato que gerou uma enorme preocupação relacionada às formas de se combater esse mal hábito em crescente evolução.
Com relação à obesidade, evidencia-se que é tratada como doença (Classificação Internacional de Doenças-CID) sendo caracterizada como um acúmulo de gordura corporal se comparado à massa magra, proporcionando impactos negativos a saúde (RIBEIRO, 2014). Nesse contexto, o sobrepeso figura dentro das referências consultadas como um dos maiores desafios para saúde, principalmente se persistirem na continuidade de estilos inadequados de vida (WHO, 2014).
Diante do exposto, o objeto do presente estudo é verificar as formas de o efeito da inatividade física, comportamento sedentário e obesidade em escolares do ensino fundamental e o papel assumido pela educação física. 
Este trabalho, portanto, propõe-se a explorar a importância de estratégias de intervenção contra o sedentarismo dos estudantes do Ensino Fundamental. 
Através de uma revisão abrangente da literatura e de estudos clínicos, busca-se avaliar os benefícios e limitações das práticas propostas pelos profissionais de Educação Física para combater a falta de atividade física, a fim de que o conteúdo possa contribuir para o desenvolvimento de protocolos de intervenção eficazes.
A relevância deste estudo é estendida pela conjuntura atual, no qual há uma grande preocupuação com o bem-estar e qualidade de vida dos estudantes, em razão das inúmeras consequências do sedentarismo, como problemas crônicos que podem resultar em comorbidades e doenças futuras.
1.1 Problema
 A análise desta pesquisa destaca a importância de estratégias de intervenção contra o sedentarismo entre estudantes da educação infantil. A questão central desta investigação é: "Como as intervenções da Educação Física contra o sedentarismo podem melhorar a saúde e o desenvolvimento das crianças no Ensino Fundamental?" Para responder a essa pergunta, são explorados aspectos como:
Quais causas e consequências de inatividade física, sedentarismo e obesidade dos discentes do Ensino Fundamental? Quais são as estratégias mais eficazes do profissional de Educação Física para combater o sedentarismo em crianças e adolescentes? Quais são os benefícios futuros de tais intervenções para a saúde física e mental dos estudantes do Ensino Fundamental?
A finalidade de responder a esses questionamentos é crucial para oferecer uma análise aprofundada sobre a implementação de práticas que promovam a atividade física entre crianças no Ensino Fundamental. Isso inclui uma visível melhora na aptidão física, no desenvolvimento motor e na prevenção de problemas de saúde relacionados ao sedentarismo.
O estudo será orientado por uma revisão da literatura existente, a qual apresenta uma gama de estudos clínicos e dados científicos relativos aos benefícios das estratégias de intervenção contra o sedentarismo. Essa relação será analisada como um fator importante na promoção da segurança e eficácia das intervenções educativas contra o sedentarismo, com o objetivo de atingir o desenvolvimento integral dos estudantes do Ensino Fundamental. 
2. JUSTIFICATIVA
A análise deste estudo busca entender como estratégias de intervenção do profissional de Educação Física podem auxiliar na redução do sedentarismo entre estudantes do ensino fundamental, através do destaque de sua relevância no desenvolvimento saudável das crianças. Tal investigação é de suma importância, pois aborda um conjunto de práticas que visam promover a atividade física, melhorar a saúde e prevenir problemas relacionados ao sedentarismo, o que impacta diretamente na qualidade de vida dos estudantes e seus familiares.
A eficácia das estratégias de intervenção está relacionada à capacidade do profissional de Educação Física de incentivar hábitos saudáveis, através da efetivação de atividades físicas regulares e motivadoras. Portanto, o estudo da aplicação correta dessas intervenções é imprescindível para desenvolver práticas educativas eficientes, baseadas em evidências.
Além disso, este trabalho possibilita explorar como tais planejamentos de mediação podem atuar como uma ferramenta poderosa no combate ao sedentarismo, com o intuito de prevenir complicações futuras. Nesse contexto, torna-se essencial compreender os métodos de aplicação e os efeitos de seu uso correto pelos profissionais de Educação Física a fim de fornecer orientações claras e práticas tanto para educadores quanto para os próprios alunos.
Com base na literatura existente e na experiência prática, é possível concluir que há uma necessidade significativa de pesquisas direcionadas à utilização de estratégias de intervenção contra o sedentarismo em estudantes do ensino fundamental. A compreensão detécnicas específicas e dos métodos mais eficazes ainda é limitada, fato que torna imprescindível ampliar a investigação científica com a finalidade de validar e aprimorar essas práticas.
A realização desta pesquisa permitirá não apenas melhorar a prática educativa e de saúde de professores e outros profissionais, mas também contribuirá para a formação acadêmica de estudantes de cursos técnicos, de graduação e de pós-graduação relacionados à área de educação, esportes e saúde. Ademais, o estudo sobre a eficácia das estratégias de intervenção abrange diversos aspectos importantes supracitados, como a prevenção de problemas de saúde, a melhora na qualidade de vida dos estudantes e a promoção de um desenvolvimento mais saudável e equilibrado, o que causa impacto positivo na rotina escolar e pessoal das crianças.
Este estudo pretende, portanto, estabelecer as estratégias de intervenção da Educação Física contra o sedentarismo do corpo discente do Ensino Fundamental como uma prática crucial no desenvolvimento de estudantes do ensino fundamental, com uma base científica analisada que objetiva beneficiar tanto indivíduos específicos quanto a comunidade educativa e novos estudos relacionados ao tema. 
3. OBJETIVOS
3.1 Geral
Esta pesquisa objetiva analisar e compreender a influência de estratégias de intervenção contra o sedentarismo entre estudantes do ensino fundamental, com o objetivo de propor métodos eficazes que melhorem a qualidade de vida dos alunos. Além disso, explora a relação entre a implementação dessas estratégias e a melhoria dos hábitos sedentários, identificando técnicas e abordagens mais eficazes que possibilitem fornecer recomendações práticas para sua aplicação durante a rotina escolar. 
3.2 Específicos
1. Analisar a relação entre intervenções contra o sedentarismo e a saúde dos estudantes do ensino fundamental: Este objetivo envolve a revisão da literatura científica para entender como diferentes estratégias de intervenção podem influenciar a saúde física e mental dos alunos.
2. Identificar métodos e planejamentos usadas pelo Profissional de Educação Física capazes de maximizar os efeitos das intervenções contra o sedentarismo dos alunos do Ensino Fundamental: Com base na análise da literatura, este objetivo envolve a identificação de técnicas específicas que têm sido associadas a uma melhoria significativa na redução do sedentarismo e promoção da atividade física entre os estudantes de 6 à 14 anos.
3. Desenvolver um plano de intervenção contra o sedentarismo em longo prazo, a fim de garantir que a atividade física faça parte da vida dos estudantes mesmo após o período escolar: Este objetivo envolve a criação de um plano prático e acessível que inclua as técnicas identificadas como potencialmente benéficas a fim de proporcionar uma rotina escolar mais ativa e saudável que possa ser mantida no futuro. 
 Cada um dos objetivos específicos acima mencionados será a base para um tópico correspondente durante a revisão bibliográfica desta pesquisa, com a finalidade de garantir uma exploração abrangente e coesa sobre a eficácia das intervenções do professional de Educação Física contra o sedentarismo. A revisão incluirá tópicos sobre:
- A influência de diferentes estratégias de intervenção na saúde dos estudantes: Estudos e teorias que abordam a relação entre as estratégias de intervenção e a melhoria dos hábitos sedentários.
- Identificação de técnicas específicas: Pesquisas sobre as características das estratégias de intervenção capazes de melhorar a atividade física, reduzir o sedentarismo e promover a saúde mental dos estudantes.
- Criação de um plano de intervenção contra o sedentarismo em longo prazo, a fim de garantir que a atividade física faça parte da vida dos estudantes mesmo após o período escolar: Análise de práticas e abordagens acessíveis que possibilitem aos alunos uma rotina escolar mais ativa e saudável extensiva à suas rotinas mesmo após o período escolar.
 Este estudo pretende, portanto, estabelecer as estratégias de intervenção contra o sedentarismo através do Profissional de Educação Física, com um método eficaz e essencial na promoção da saúde dos estudantes do ensino fundamental, por meio de uma base científica sólida que beneficie tanto os alunos quanto os profissionais envolvidos na educação e na saúde.
4. FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA
4.1 O sedentarismo dos estudantes do Ensino Fundamental
Segundo a OMS (2010) para que o indivíduo seja considerado suficientemente ativo e submeter-se aos benefícios à saúde e qualidade de vida é recomendado que realize 150 minutos por semana de atividades aeróbia com intensidades de moderada a vigorosa como: andar, pedalar, nadar e correr. 
Deus e Silva (2017) destacam que o sedentarismo não se caracteriza apenas pela não prática de atividade física, mas por um “comportamento diário”, ou seja, quando um indivíduo mantém uma rotina em que há pouco gasto energético comparado aos níveis de repouso, ou executa diariamente, atividades de baixo gasto energético.
Ainda segundo a OMS (2010), Organização Mundial da Saúde, “a tendência ao sedentarismo vem aumentando no mundo e já é responsável pelo quarto maior fator de risco de mortalidade”. Por outro lado, o comportamento sedentário pode ser definido como atividades que não aumentam consideravelmente o gasto energético e que se caracterizam por hábitos como assistir televisão, utilização de computador (notebook, tablet, smartphone, etc.), ou o tempo que se passa sentado no trabalho ou durante o deslocamento em carro ou ônibus. (RAVAGNANI et al., 2013; MIELKE, 2012) citado por Torres (2015).
Torres (2015) defende também que “o sedentarismo e a escassez de atividades físicas estão vinculados a várias doenças, como hipertensão, diabetes, obesidade, entre outras. Estimular a realização de atividades físicas é, portanto, uma preocupação internacional de saúde”. 
Nesse viés, entende-se que o sedentarismo é um problema que afeta diretamente a qualidade de vida dos indivíduos, principalmente na infância, resultando num problema a nível mundial. (BRASIL. Ministério da Saúde. 2019).
No Brasil, o sedentarismo cresce continuamente e, segundo Pate et al. (1995), seu conceito pode ser definido da seguinte maneira: “sedentários” como “adultos que não realizam 30 minutos ou mais de atividade física de moderada intensidade, cinco ou mais dias da semana”. 
“O sedentarismo, por exemplo, agora é considerado doença” (Booth e Krupa, 2001; Lees e Booth, 2005; 2004; Katzmarzyk, 2004; McNeil, 2003). 
“Síndrome da Morte Sedentária” [do inglês Sedentary Death Syndrome] (Booth e Krupa, 2001), retrata que o sedentarismo pode ser considerado uma doença, pois “está associada a doenças crônicas e resulta em uma mortalidade aumentada” (Booth e Chakravarthy, 2002). 
Segundo Cooper (1992) e Oberg (2007) a atividade física poderia ser considerada “um remédio” para a doença chamada “sedentarismo”. 
Mota (2012) aponta que, “vários estudos mundiais, incluindo o Brasil apontam para um elevado índice de sedentarismo em todos os grupos etários, variando de 50% a 80% da população mundial.”
A família é a primeira instituição que tem ação sobre os hábitos do indivíduo. É responsável pela compra e preparo dos alimentos em casa, transmitindo seus hábitos alimentares às crianças. (GAMBARDELLA; FRUTUOSO; FRANCHI, 1999).
É na fase escolar que a criança começa a vivenciar o mundo em que está inserido. Para isso é preciso criar ambientes favoráveis à prática de atividades físicas e que proporcionem o maior número de experiências motoras possíveis. Nesta fase é importante ter essas experiências, pois são fundamentais para que na fase adulta tenham uma vida ativa e com qualidade (QUEIROZ; PINTO, 2010).
Brincadeiras como correr, saltar, pique-pega, esconde-esconde dentre outras, são cada vez mais difíceis de serem vistas no cotidiano de crianças. Com a expansão da tecnologia, aparelhos eletrônicos como: DVD, computadores, televisão, celulares e tablets, tornaram as crianças mais inativas e propícias ao sedentarismo. Este fenômeno influência diretamentea maturação cognitiva, afetiva, social e motora das crianças (PAIVA; COSTA, 2015).
Diante deste contexto em que a sociedade se encontra, os grandes prejudicados são as crianças e adolescentes em idade escolar, que estão se tornando cada dia mais sedentários. Ao invés de saírem para brincar nos parques, nas ruas ou nas quadras, eles passam o dia em frente à TV, computadores e celulares, desfrutando desse conforto que a tecnologia proporciona. Associada a este estilo de vida, grande parte das crianças e adolescentes não se alimentam corretamente, o que pode provocar obesidade e outras doenças crônicas (RYCERZ, 2014). 
Foi realizado um estudo por Oliveira et al (2010), onde analisaram 592 alunos com idade entre 9 a 16 anos, de escolas da rede pública e privada em São Luís - MA, avaliando-se o perfil alimentar e as prevalências de desnutrição, sobrepeso e 12 obesidade. Aplicaram-se questionários sobre variáveis demográficas, socioeconômicas, atividades físicas praticadas e tempo gasto em atividades sedentárias, objetivando a verificação do tempo médio em que eles as realizam. Verificou-se que, em média, os estudantes permaneceram 2,66 horas/dia em atividades sedentárias, contando apenas o tempo em que ficam em vídeo games, celulares, televisão ou computadores. Classificados em grupos, 46,1% gastaram até 2 horas/dia, 28,2% mais que 3,5 horas/dia e 25,7% entre 2 e 3,5 horas/dia, nessas atividades. Outro dado importante a ser considerado é que os estudantes da rede privada permaneceram tempo significativamente maior do que os da rede pública, por terem mais acesso à aparelhos eletrônicos.
Para Rycerz (2014), diante deste quadro de sedentarismo, deve-se repensar a metodologia das aulas de Educação Física, pois se percebe que, na maioria das vezes, o único lugar em que crianças e adolescentes praticam atividades físicas é dentro da escola. Portanto, é papel do professor de Educação Física incentivar o aluno a ter um estilo de vida ativo, para que na fase adulta de sua vida, ele desenvolva o hábito regular de exercícios físicos.
4.2 A importância do Profissional de Educação Física no combate ao sedentarismo
A atividade física tem sido enaltecida e propagada há séculos como um potente fator de promoção à saúde. Assim sendo, o exercício físico torna-se uma das ferramentas terapêuticas mais importantes na promoção de saúde e o profissional de Educação Física, o responsável por sua ampla disseminação (FONSECA, 2021). 
A atividade física traz benefícios como a melhora do condicionamento muscular e cardiorrespiratório, aumentando a saúde óssea e funcional, reduz também o risco de doenças cardíacas e quedas, e são fundamentais para o controle de massa corporal. 
Nessa perspectiva a prática regular de atividade física é determinante para a promoção de saúde, qualidade de vida, e tratamento de várias doenças (BOTTCHER, 2019; RODRIGUES et al., 2022). 
A escola possui um leque de possibilidades para a prática esportiva, assim, tem papel fundamental na tentativa de aumentar o nível de atividade física entre crianças e adolescentes. É importante salientar que a atividade física durante os anos iniciais e finais da educação traz benefícios para a saúde músculo-esquelética e cardiovascular, além da redução de adiposidade em jovens com sobrepeso. Embora a maioria das doenças associadas ao sedentarismo somente são manifestadas na vida adulta, fica mais evidente a cada dia que seu desenvolvimento inicia-se na infância e adolescência, tornando o estímulo à prática de atividade física desde a juventude uma prioridade em saúde pública (DOMINGUES, 2021). 
Reconhecendo que o sedentarismo está intimamente relacionado à inatividade física, a modificação dos hábitos de vida é considerada a solução plausível para se combater essa disposição mórbida. A Educação Física tem sido levada a romper padrões descompromissados com a formação de alunos especialmente sob os níveis de promoção de saúde na escola (MADRID, 2021). 
 A infância e a adolescência são épocas que possuem grande relevância para o estudo do comportamento sedentário. Hábitos de prática de atividade física incorporados na infância e adolescência apresentam grandes possibilidades de se manifestarem na vida adulta. Nesse sentido o a escola tem papel fundamental na tentativa de aumentar o nível de atividade física em crianças e adolescentes. Entretanto, as diminuições dos níveis de atividade física podem favorecer para o aparecimento de disfunções crônico-degenerativas (DOMINGUES, 2021). 
 A prática regular de atividade física proporciona melhorias a saúde e atua prevenindo doenças em todas as fases da vida. É importante que os professores de Educação Física incentivem os seus alunos para a adoção de um estilo de vida ativo e envolvimento em atividades físicas na idade adulta para que tenham uma vida ativa (COUTO et al., 2020; GASPAROTTO et al., 2020). 
 As aulas de Educação Física têm grande potencial para promover conhecimentos e discussão sobre sedentarismo e inatividade física, bem como, o interesse dos alunos em relação à saúde, sendo assim, surge a oportunidade de aproximação e abordagem dos mesmos para iniciar-se uma sequencia de hábitos que promovam o estilo de vida ativa (FONSECA, 2021). 
 A vantagem que a Educação Física leva no combate ao sedentarismo é que a gran- Revista Multitexto vol. 09, nº 02 ago./dez. de 2021 62 de maioria dos alunos gosta de fazer atividade física e, quando bem conduzidos pelo professor ou orientador, tal tarefa se torna mais agradável e os resultados mais expressivos. Nesse contexto, falta de atividade física ainda aumenta a chance de complicações ao organismo humano, pelo desuso dos sistemas funcionais. Este processo de regressão funcional é um facilitador de desenvolvimento de doenças como o sobrepeso e a obesidade, doenças cardíacas, diabetes, colesterol alto, depressão e ansiedade (ALVES, 2013; ANDRADE et al., 2022; BETIATI, 2018). 
 Na perspeciva de Brandão et al (2021) ao fazer uma comparação com três ou quatro décadas atrás, pode se notar que as pessoas têm se tornado cada vez menos ativas. As facilidades do mundo contemporâneo sustentadas pelas premissas do avanço tecnológico tornam o cotidiano mais prático, construindo um cenário adverso para rotinas mais ativas. 
 Atualmente com as facilidades em que vivemos, torna-se propício o aumento do comportamento dito como sedentário restringindo uma rotina que possivelmente seria subsidiada em atividades que aumentem o dispêndio energético, independentemente de serem exercícios estruturados, supervisionados e programados, pois as atividades físicas de uma forma geral se caracterizam por contração muscular com aumento do dispêndio energético (BARCELA; HOLDEFER; ALMEIDA, 2022). 
4.3 Principais estratégias utilizadas pelos profissionais de Educação Física para combater a falta de atividade física em alunos de 6 a 14 anos
Para Benedito et al (2015), nas aulas de Educação Física os alunos tem a oportunidade de exercitar-se de forma planejada, o que para muitos já é uma vantagem, devido à falta de oportunidade. Esses exercícios devem ser destinados a todos, sem exceção, explorando as várias possibilidades que a Educação Física Escolar disponibiliza. Além disso, ao adotar atividades diferenciadas, o professor está contribuindo e trazendo de volta, uns dos maiores benefícios que a Educação Física pode agregar aos alunos, “o brincar por brincar”, de forma que, como já citado, as crianças não brincam mais nos quintais de casa ou nas ruas, o que contribui para o aumento do sedentarismo.
De acordo com a abordagem Saúde Renovada, Guedes e Guedes (1997), o objetivo da Educação Física nas escolas é ensinar os conceitos básicos da relação entre atividade física, aptidão física e saúde. A abordagem procura atender a todos os alunos, principalmente aos que necessitam de mais cuidados como: os sedentários, os de baixa aptidão física, obesos e os portadores de necessidades especiais. 
Para Carmo et al. (2013), o professor de Educação Física deverá tornar sua aula um momento prazeroso,sem discriminação, dos mais hábeis aos menos hábeis, atléticos ou obesos e também, alunos com alguma deficiência, promovendo deste modo, bemestar e saúde à todos. Assim, gradativamente contribuirá na redução do sedentarismo.
Segundo Darido (2003), o professor precisa compreender que, existem várias possibilidades para se alcançar as metas e necessidades da disciplina. Há de se observar também, a importância da Educação Física voltada para promoção da saúde e bem estar, seguindo os padrões da visão higienista do século passado. Deve-se então, mostrar aos alunos, a importância da prática regular de atividade física e seus benefícios, para que ele pratique por prazer e não por obrigação, consequentemente formando cidadãos críticos e conscientes, preparando-os para utilizarem esses conhecimentos dentro e fora da escola (DARIDO; 2004). 
Contudo, as aulas de Educação Física devem assegurar aos estudantes a vivência de exercícios físicos com certa frequência, possibilitando-os ao desenvolvimento de posturas e hábitos voltados à sua pratica no presente e no futuro (GUEDES; GUEDES, 2001). 
O professor deverá dispor de uma atenção especial e ter consciência de sua responsabilidade, já que, se comprovou ser o sedentarismo, uma das principais causas do aumento de doenças crônicas no mundo (BENEDITO; et al, 2015).
 A participação nas aulas de Educação Física pode influenciar na prática de atividade física fora da escola, oferecendo oportunidades aos alunos de experimentar e de apreciar um estilo de vida fisicamente ativo. Nessa perspectiva, sabe-se que o sedentarismo está associado ao comportamento cotidiano decorrente dos confortos da vida moderna, já que a rotina atual envolve pouca atividade física, onde as pessoas não permanecem na zona de conforto e perdem poucas calorias diárias (DOMINGUES, 2021). 
 O professor de Educação Física tem a oportunidade de observar melhor a interação dos alunos nos jogos e pensar em como contribuir para o comportamento social e emocional, incentivando a cooperação e fazendo com que os alunos sejam mais responsáveis com o seu grupo. É importante destacar aqui que quando os alunos entendem a importância da luta ao sedentarismo e que esse é uma das causas mais relevantes da obesidade, os professores conseguem atingir esses alunos na prática de atividade física, gerando a conscientização da saúde e consequentemente minimizando expressões negativas de inferioridade (BRANDÃO et al., 2021). 
De maneira resumida, segundo Ramos e Neves (2008, p.1), “a iniciação esportiva é o período em que a criança começa a aprender de forma específica e planejada a prática esportiva”.
Pode-se citar, ainda, Schruber e Afonso (2007, p.1218), que acrescentam ser uma prática “[...] orientada para várias modalidades esportivas”. 
Conforme Gallahue (2005), as crianças possuem capacidade para iniciar no esporte com movimentos especializados a partir dos seis anos de idade. Seria a idade para o início de um contato mais maduro com o esporte. Ele ainda cita que, após o início do processo de especialização dos movimentos, existem 3 estágios para o desenvolvimento desses movimentos: O primeiro estágio seria o de transição, caracterizado pelas primeiras tentativas de aprimorar os movimentos maduros. Nessa etapa, o aluno, entre 7 ou 8 anos, aprenderia como treinar para melhorar sua performance, ou seja, aprenderia como treinar e realizar a habilidade do esporte; o segundo estágio, caracterizado pelo início de um foco para um tipo de esporte específico, é chamado de estágio de aplicação. Nele o aluno, já mais consciente de suas limitações e habilidades, enfatiza o aprimoramento da proficiência através da prática; por último, viria o estágio de aplicação ao longo da vida, que seria a etapa em que o indivíduo busca um esporte que lhe traga prazer a fim de se engajar regularmente. Nesse estágio é quando a performance é maximizada para o esportista treinar para competir e participar. Durante essas etapas, é de suma importância que se trabalhe diversas modalidades e espécies de movimento, para que o aluno não se torne incapaz de realizar certas atividades, como afirma o próprio Gallahue (2005, p.200).
Fica evidente a necessidade da utilização de uma variedade de movimentos e esportes durante a iniciação, além de respeitar a maturação do aluno. Seguindo tais ideias, evita-se que o aluno se especialize em apenas um esporte ou em apenas uma pequena parcela de movimentos, o que caracterizaria uma especialização esportiva precoce. Esse conceito pode ser definido como “o processo pelo qual crianças tornam-se especializadas em um determinado esporte mais cedo do que a idade apropriada para tal”. Ramos e Neves (2008, p.1)
4.4 Benefícios gerados pela intervenção da Educação Física contra o sedentarismo de estudantes do Ensino Fundamental
A atividade física na infância tem efeitos benéficos imediatos sobre a pressão arterial, perfil lipídico, habilidade motora e desenvolvimento ósseo. Os autores enfatizam que deve se buscar formas de alterar o cotidiano da família, com interação da mesma com a escola, incentivando a praticar atividade física regular e adquirir hábitos alimentares mais saudáveis. (Barreto e Nunes. 2019).
Um estilo de vida ativo em adultos está associado a uma redução da incidência de várias doenças crônico-degenerativas bem como a uma redução da mortalidade cardiovascular e geral. Em crianças e adolescentes, um maior nível de atividade física contribui para melhorar o perfil lipídico e metabólico e reduzir a prevalência de obesidade. (José Kawazoe Lazzoli et al. 1998).
O objetivo principal da prescrição de atividade física na criança e no adolescente é criar o hábito e o interesse pela atividade física, e não treinar visando desempenho. Dessa forma, deve-se priorizar a inclusão da atividade física no cotidiano e valorizar a educação física escolar que estimule a prática de atividade física para toda a vida, de forma agradável e prazerosa, integrando as crianças e não discriminando os menos aptos. A competição desportiva pode trazer benefícios do ponto de vista educacional e de socialização, uma vez que proporciona experiências de atividade em equipe, colocando a criança frente a situações de vitória e derrota. Entretanto, o objetivo de desempenho, principalmente quando há excessivas cobranças por parte de pais e treinadores, pode trazer conseqüências indesejáveis, como a aversão à atividade física. Por essa razão, o componente lúdico deve prevalecer sobre o competitivo quando da prescrição de atividade física para as crianças. Igualmente importante é oferecer alternativas para a prática do desporto, de forma a contemplar os interesses individuais e o desenvolvimento de diferentes habilidades motoras, contribuindo para o despertar de talentos. Lazzoli. José et. Al. (1998).
5.	METODOLOGIA DA PESQUISA 
5.1 Tipo de pesquisa
De acordo com ANDRADE (2010), a pesquisa bibliográfica está inserida principalmente no meio acadêmico e tem a finalidade de aprimoramento e atualização do conhecimento, através de uma investigação científica de obras já publicadas. 
A metodologia compreendeu a busca em banco de dados PubMed, Google Scholar,Mendeley, Science.gov, e Scielo nos idiomas português,inglês ou espanhol.
Em relação aos resultados analisados sobre as estratégias de intervenção do Profissional de Educação Física contra o sedentarismo dos estudantes do ensino fundamental, foi verificado que tais ações positivas desempenham um papel significativo na melhora da saúde física, aumento da atividade física e melhora no bem-estar geral dos estudantes. Observaram-se, também, respostas positivas em relação à motivação e aos aspectos psicológicos, devido ao aumento da confiança proporcionado pela participação em atividades físicas, o que reflete diretamente em uma melhoria na qualidade de vida dos estudantes do ensino fundamental.
Diante desse fato, foi possível concluir que a aplicação de estratégias de intervenção contra o sedentarismo, seja por meio de programas específicos ou abordagens inovadoras, contribui efetivamentepara mitigar os efeitos negativos da falta de ativdade física na vida de alunos com faixa etária entre 6 e 14 anos. Essas intervenções não somente promovem a saúde física, mas também melhoram a socialização e o desempenho acadêmico, o que possibilita a criação de um ambiente escolar mais dinâmico e saudável.
Ademais, foi realizada uma pesquisa informativa, descritiva e exploratória, considerando os conteúdos através de uma seleção minuciosa de relevância e atualização, a fim de obter uma abordagem quantitativa e qualitativa (mista) sobre a importância do Profissional de Educação Física na luta contra o sedentarismo dos discentes do ensino fundamental. Este estudo, portanto, reforça a importância de continuar a investigação e revisão literária sonre o tema, sobretudo da aplicação de de métodos e panejamentos que possam proporcionar aos estudantes um contato prazeroso com as atividades físicas em detrimento ao sedentarismo.
6. CRONOGRAMA
	Etapas
	JULHO
24
	AGOSTO
24
	SETEMBRO
24
	OUTUBRO
24
	NOVEMBRO
24
	Elaboração do projeto 
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	x
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	Revisão da literatura
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	Apresentação do projeto
	
	
	
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	Coleta de dados
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	Conclusão e redação 
	
	
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	Correção ortográfica
	
	
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	Entrega 
	
	
	
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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