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ANATOMIA BÁSICA DO OLHO: *Conjunto não-sensorial: órbitas, pálpebras, conjuntiva, aparelho lacrimal, vasos, nervos *Conjunto sensorial: olho, vias ópticas e centros visuais Órbita Cônica - volume ± 27ml Conteúdo: n. óptico, mm. oculares externos, a. oftálmica e ramos, vv. e nn. orbitários e glândula lacrimal, gordura orbitária (atua como coxim) Nervos: Nervo Oftálmico - ramo sensitivo do n. Trigêmeo (V par) Nervo Oculomotor (III par) – inerva todos mm. extrínsecos oculares, exceto, m. oblíquo superior e m. reto lateral Nervo Troclear (IV par) - m. oblíquo superior Nervo Abducente (VI par) - m. reto lateral Nervo Óptico → quiasma óptico (decussam fibras mediais) Gânglio Ciliar → parassimpático → origina os nervos ciliares curtos Vasos Oftálmicos: Artéria Oftálmica - r. da carótida interna; → aa. central da retina, ciliares posteriores e ciliares anteriores Veias Oftálmicas - superior e inferior → seio cavernoso Veia Central da Retina → veias temporais e nasais, superiores e inferiores → seio cavernoso Veias Vorticosas (4) – originam da úvea → veias oftálmicas Músculos Extra-Oculares Músculos Retos:Medial, Lateral, Superior e Lateral Músculos Oblíquos: Superior e Inferior ESTRABISMO CONVERGENTE ADAPTATIVO: ESTRABISMO CONVERGENTE INFANTIL: ESTRABISMO DIVERGENTE SENSORIAL: ESTRABISMO DIVERGENTE PARA LONGE: Pálpebras: Proteção M. elevador da pálpebra - III par M. de Müller - nervos simpáticos M. társico inferior - nervos simpáticos M. orbicular - VII par SISTEMA LACRIMAL: CONJUNTIVA: GLOBO OCULAR: Túnicas do Olho: Túnica Fibrosa Externa A) Córnea função: superfície lisa opticamente e meio transparente→ raios luminosos→ imagem nítida dimensões - diâmetro: horizontal-11,6mm vertical-10,6mm espessura: central-0,52mm periférica-1,0mm megalocórnea - diâmetro > 12,5 mm microcórnea - diâmetro < 11,0 mm 5 camadas: 1. epitélio 2. membrana de Bowman 3. estroma 4. membrana de Descemet 5. endotélio avascular → transparência Inervação: nervos ciliares longos (ramos nervo nasociliar) Esclera “branco dos olhos” protege o conteúdo intra-ocular CORÓIDE: Túnica Média ou Vascular: Coróide retina- Coróide- esclera melanócitos dispersos, diferença interindividual, interracial → pigmentação fundo de olho Função: nutrição retina pigmentação da íris e da coróide -incompleta até nove meses de idade Corpo Ciliar: coróide - Corpo Ciliar - íris função: secretar humor aquoso (processos ciliares) músculo ciliar → acomodação do cristalino Íris: divide compartimentos aquoso em câmaras anterior e posterior Pupila- 2 músculos lisos- esfíncter da íris (fibras parassimpáticas) qdo contrai → Miose - - músculo dilatador da pupila (fibras simpáticas) → Midríase HETEROCROMIA IRIDUM: HETERECROMIA IRIDIS: PUPILA: A) Epitélio Pigmentar da Retina (EPR) camada mais externa B) Retina Sensorial delicada lâmina de tecido transparente consistindo de 3 grupos de neurônios: 1º - cones e bastonetes 2º - células bipolares 3º - células ganglionares possui 9 camadas mácula - 3-4 mm do disco óptico, fóvea central , fovéola disco óptico ou papila óptica - sem receptores, apenas fibras do n. óptico- Insensível à luz- “ponto cego”. Meios de Refração A) Córnea B) Humor Aquoso semelhante ao plasma preenche as câmaras anterior e posterior produzido pelo epitélio não pigmentar do corpo ciliar HUMOR AQUOSO: CÂMARA ANTERIOR: C) Cristalino lente biconvexa, transparente, avascular contém 65% de água, 35% de proteína e traços de minerais componentes: 1. cápsula 2. córtex 3. núcleo CRISTALINO TRANSPARENTE: CATARATA CONGENITA ZONULAR: D) Humor Vítreo massa gelatinosa na câmara vítrea (limitada anteriormente pelo cristalino e corpo ciliar, e posteriormente pela retina) 4 ml podendo chegar a 10 ml em alta miopia 99% de água VITRECTOMIA: RETINOGRAFIA: FOTO DO EXAME DO FUNDO DE OLHO, IMPORTANTE PARA VER RETINOPATIA DIABÉTICA E HIPERTENSIVA CRISTALINO: PERDE TRANSPARÊNCIA E OPACIFICA COM ENVELHECIMENTO → CATARATA → TTO É CIRÚRGICO MIOPE: OLHO MAIOR, RETINA MAIS ESTICADA, HUMOR VÍTREO DEVE SER MAIS VOLUMOSO, MAIS CHANCE DE DESCOLAMENTO DA RETINA (VITRECTOMIA) OLHO VERMELHO: ANAMNESE: tempo do olho vermelho, intensidade da dor, secreção e tipo - espessa, purulenta, aquosa, hialina e acuidade visual antecedentes oculares: uso de lente de contato, cirúrgicas prévias oculares SINAIS DE ALERTA: dor ocular severa - pode ser glaucoma agudo ou infecção, exposição química, trauma ocular, presença de corpo estranho, alteração corneana e de pupila, cirurgia recente (até 1 ano), e olho cronicamente vermelho (alergia ocular, astigmatismo, ceratocone) EXAME FÍSICO: ectoscopia: palpebras, padrao da hiperemia, muito/pouco, localizado/difuso, secreção, córnea - infiltrado, branca, opacificação, perfuração, pupilas - miose, midriase, reflexo fotomotor – ausente (glaucoma agudo) 1 – Paciente do sexo feminino, 30 anos, refere queixa de olho vermelho, associado à sensação de corpo estranho, dor ocular, lacrimejamento e diminuição da acuidade visual há 3 dias. Faz uso de lentes de contato. Nega trauma ou comorbidades clínicas . Diante desse quadro, assinale a alternativa que contém hipóteses diagnósticas possíveis e a conduta correta para o caso: a. Hiposfagma (hemorragia subconjuntival), conjuntivite bacteriana e glaucoma agudo. Lágrimas artificiais e encaminhamento ambulatorial ao oftalmologista. b. Hiposfagma, uveíte e meibomite. Encaminhamento urgente ao oftalmologista. c. Ceratite, glaucoma agudo e uveíte. Encaminhamento urgente ao oftalmologista. d. Hiposfagma, blefarite e pterígio. Encaminhamento ambulatorial ao oftalmologista HEMORRAGIA SUBCONJUNTIVAL: usar colirio lubrificante, ajuda absorver, nao tem dor, nem secreção, nem diminuicao da acuidade visual, conduta expectante CONJUNTIVITE: hiperemia presente na conjuntiva toda secreção: hialina - viral purulenta - bacteriana córnea normal ou com alterações pupilas normais acuidade visual: maioria nao tem alteração tipos: irritativa – contato com poeira, bicho infecciosa – bacteriana/fúngica/viral alérgica — rinite/sinusite, conjuntivite alérgica cronica, prurido, causa prejuízos sem secreção: mais alérgica muita secreção: mais viral viral: foliculos, tecido linfóide TTO: higienização, colírio lubrificante, ou com associação: corticoide, anti inflamatório CONJUNTIVITE ADENOVÍRUS PSEUDOMEMBRANOSA alguns casos pode ter infiltrados subepiteliais, embaixo do epitelio da cornea, ai tem alteração da acuidade visual, depois melhora CONDUTA: lubrificante, higiene, prevenção, retirada da membrana, colírios TTO dos infiltrados: colirios com corticoide CONJUNTIVITE BACTERIANA: hiperemia, secreção mais espessa e purulenta, cornea alterada só em casos muito graves, pupilas normais, acuidade visual: normal ou diminuição papilas - hiperplasia epitelial fibrovascular e inflamatória hiperaguda: neisseria sp, tem diminuição da acuidade e dor CONDUTA: colirio lubrificante, higiene, prevenção colírios de associação, VIGADEX - 4x/dia, 10 dias, SILOCORD, MAXFLOX D tratamento sistêmico CONJUNTIVITE ALÉRGICA AGUDA: SASONAL OU PERENE: VERNAL: comum na criança e inverno, tem que tratar, colírios anti alergicos, lubrificantes, nao cocar olho CONDUTA: prevenção, evitar alérgenos colírios: anti alérgico PATANOL S - 1x/dia anoite, corticoide, lubrificante e tratamento sistêmico: tacrolimus pomada ou colírio papilas: folículos: CONJUNTIVITE HERPÉTICA: hiperemia, secreção, lesao na cornea, pupilas normais, acuidade visual pode estar comprometida CONDUTA: tratamento sistemico - aciclovir. pomada antiviral - aciclovir CERATITE BACTERIANA: infiltrado na córnea - BRANCO usuario de lente de contato/traumas fúngica: corticoide vai piorar, comum causada por vegetais, colher cultura, manipular CONDUTA: Ex. Laboratorial Colírios Antibiótico (quinolonas) Antibióticos fortificados Antifúngicos UVEÍTE:2 – Os seguintes sinais e sintomas estão presentes na crise de glaucoma agudo primário: a. Olho vermelho, secreção purulenta, diminuição da acuidade visual, sensação de corpo estranho, pupila em midríase média. b. Olho vermelho, ausência de secreção, diminuição da acuidade visual, sensação de corpo estranho, pupila miótica. c. Olho vermelho, secreção mucóide, diminuição da acuidade visual, sensação de corpo estranho, pupila miótica. d. Olho vermelho, ausência de secreção, diminuição da acuidade visual, sensação de corpo estranho, pupila em midríase média. GLAUCOMA AGUDO: CONDUTA: PILOCARPINA DIAMOX MANITOL (Verificar PA) TRATAR A CAUSA IRIDOTOMIA 2 – Paciente do sexo masculino, 50 anos, trabalhador rural, natural e procedente de Itapetinga-BA, apresenta quadro de lesão avermelhada que recobre a região nasal escleral em ambos os olhos e se estende até próximo a região central da córnea. Assinale a alternativa que contém um possível diagnóstico: a. Conjuntivite. Encaminhamento urgente para o oftalmologista. b. Catarata. Encaminhamento ambulatorial ao oftalmologista. c. Glaucoma agudo. Encaminhamento urgente ao oftalmologista. d. Pterígio. Encaminhamento ambulatorial ao oftalmologista. PTERÍGIO: PINGUÉCULA: PSEUDOPTERÍGIO: CONDUTA: Lubrificante Ressecção cirúrgica 2 – Paciente do sexo masculino, 50 anos, trabalhador rural, natural e procedente de Itapetinga-BA, apresenta quadro de lesão avermelhada que recobre a região nasal escleral em ambos os olhos e se estende até próximo a região central da córnea. Assinale a alternativa que contém um possível diagnóstico: a. Conjunitivite. Encaminhamento urgente para o oftalmologista. b. Catarata. Encaminhamento ambulatorial ao oftalmologista. c. Glaucoma agudo. Encaminhamento urgente ao oftalmologista. d. Pterígio. Encaminhamento ambulatorial ao oftalmologista. EPISCLERITE: ESCLERITE DIFUSA: ESCLERITE NODULAR: CONDUTA: Expectante Colírios Lubrificante Corticóide Tratamento sistêmico AINE Corticóide Imunossupressão TRACOMA - CLAMÍDIA: CLASSIFICAÇÃO: TF + de 5 folículos no tarso superior. TI TF + edema- 50% dos vasos ocultos TS linhas de cicatrizes- Arlt TT Triquíase CO Opacidade de córnea Concreções conjuntivais Distúrbios do Cristalino: Anatomia: o Disco transparente biconvexo, Poder de refração de 20D Localização: posterior à íris, à frente do vítreo, corpo ciliar a sua volta, comunicação c/ CA, Avascular e indolor o 65% H2O, 35% proteínas Nutrição: humor aquoso e vítreo 4 partes: Cápsula - fibras colágenas. Epitélio Subcapsular - só na face anterior do cristalino o Córtex - fibras cristalinianas (não renováveis) e proteínas cristalinas. Núcleo - fibras cristalino antigas, Suspenso pelas fibras zonulares - conecta lente ao músculo ciliar Catarata: • Opacificação progressiva do cristalino - perda parcial ou total da visão • No mundo: 1% da população de cegos, 50% por catarata • Causas de cegueira no Brasil (ordem decrescente): catarata – glaucoma - retinopatia diabética - trauma • Fator causal: desconhecido Cataratas Adquiridas: • Tipos Senil Traumática Secundária • Fatores de Risco Idade avançada Tabagismo Exposição solar Diabetes mellitus Corticóide (sistêmico, inalatório, colírio) Outros: sexo feminino, raça negra, alcoolismo, uveíte recorrente, alta miopia, hipotiroidismo, trauma ocular, procedimentos oculares (vitrectomia, cirurgia antiglaucomatosa) • Quadro Clínico: Bilateral , assimétrica Visão embaçada, indolor Aparecimento de miopia – melhora da presbiopia Perda de contraste Alteração da visão de cor Sensibilidade ao brilho forte (glare) • Diagnóstico – exame na lâmpada de fenda (sob midríase) Catarata Imatura - perda parcial AV, reflexo vermelho Catarata Madura - AV < 20/400, leucocoria (pupila branca), cristalino opaco Catarata Hipermatura - cristalino desidratado, enrugado Catarata Morganiana - catarata hipermatura, córtex liquefeito, núcleo solto CATARATA IMATURA: CATARATA MADURA: CATARATA HIPERMADURA: CATARATA MORGANIANA: • Tratamento: Não existe tratamento clínico Cirúrgico – FACECTOMIA “Faco” (phaco = lentilha) - refere-se ao cristalino, lente do olho indicações da cirurgia antigamente - catarata “madura” atualmente - atividades diárias prejudicadas • Avaliação pré-operatória: Avaliação clínica geral Avaliação oftalmológica de rotina Exames especiais: Biometria ultrassônica modo-A: cálculo da lente intraocular (LIO) Topografia corneana computadorizada: morfologia da córnea Potencial de AV(PAM): afasta lesões vítreos retinianas graves Ultrassonografia modo-B: avalia lesões vitreo-retinianas Microscopia especular de córnea: avalia endotélio corneano BIOMETRO ULTRASSOM: BIOMETRO A LASER: Poential Acuity Meter (P.A.M.) • Técnica cirúrgica Anestesia: local - retrobulbar, peribulbar, tópica Cirurgia rápida, resultados excelentes, oclusão ocular 24h, retorno ao trabalho s/ esforço físico em 1 semana Técnica mais usada – FACOEMULSIFICAÇÃO: incisão de 2-4mm córtex e núcleo cristalino fragmentados por ultra-som e aspirados colocação de LIO dobrável ou não Outra técnica - FACECTOMIA EXTRACAPSULAR: incisão de 10-14mm (grande incisão) córtex e núcleo removidos em bloco Técnica mais antiga – FACECTOMIA INTRACAPSULAR: extração cristalino inteiro FACOEMULSIFICAÇÃO: • Complicações da Cirurgia: Operatórias ruptura de cápsula posterior com núcleo no vítreo hemorragia Pós- operatórias: infecção (endoftalmites) -> MAL PROGNÓSTICO; edema macular cistóide; LIO mal posicionada; ceratopatia bolhosa: DESCOMPENSA CORNEA PELA MANIPULAÇÃO CIRURGICA, CORNEA FICA EDEMACIADA, TEM QUE FAZER TRANSPLANTE DESCENTRAÇÃO DA LIO: DESLOCAMENTO DA LIO: DESCOMPENSAÇÃO CORNEANA: TODA OPACIFICADA/BRANCA, PODE SER COMPLICAÇÃO DA CIRURGIA DE CATARATA, ULTRASSOM, MANIPULAÇÃO • Prevenção: Sem medidas efetivas Óculos escuros (proteção contra raios UV) Uso prolongado de antioxidantes Parar de fumar Controlar diabetes Uso de estrogênio pós-menopausa Catarata Congênita • Quadro clínico: Criança nasce ou forma catarata até 6 meses de vida Herança genética Maioria bilateral Doenças associadas: Rubéola (principal) Distúrbios do metabolismo - galactosemia, hiperglicemia Trissomias - Sd. Down, Pateau ou Edward • Diagnóstico: Inspeção com luz do oftalmoscópio a 20cm dos olhos (exame obrigatório e rotineiro no RN) Exame na lâmpada de fenda Precoce para evitar ambliopia (“olho preguiçoso”) → NÃO ADIANTA MAIS QUE NÃO VAI RESOLVER, ÁREA DO CÉREBRO NÃO DESENVOLVE A VISÃO • Tratamento: Cirurgia - lensectomia com vitrectomia anterior (retirada do cristalino e parte anterior do vítreo), DÁ PARA IMPLANTAR LENTE NA CRIANÇA EM Y Catarata traumática: • Principal causa de catarata unilateral em jovens • Fatores desencadeantes: Ferimento penetrante direto no cristalino Choque elétrico, raios Concussão Radioterapia NÃO PERFUROU, FAZ CIRURGIA NORMAL PERFUROU, ENCOSTOU NO CRISTALINO, PROGNÓSTICO RUIM, REMOVER CRISTALINO, RECONSTRUIR ÍRIS, ASPIRAR SECREÇÃO Catarata Secundária • Uveíte anterior crônica - causa mais comum • Alta miopia • Distrofias de fundo de olho (retinose pigmentar) - PROGNÓSTICO RUIM, DOENÇA HEREDITÁRIA, ESPÍCULAS ÓSSEAS NO FUNDO DO OLHO SECUNDÁRIA A UVEÍTE: SINÉQUIAS DA IRIS COM CRISTALINO EM ALTA MIOPIA: Ectopia -Ectopia do Cristalino: Cristalino deslocado de sua posição normal • Cristalino luxado: completamente fora da área pupilar • Cristalino subluxado: parcialmente deslocado mas na área pupilar • Causas: Adquiridas: traumas, tumores uveais, sífilis Hereditárias: Sd. de Marfan, Sd. de Weill-Marchesani, homocistinúria - Síndrome de Marfan Membros superiores longos em relação ao tronco Aracnodactilia Frouxidão das articulações Pectus escavatum, escoliose, cifose Alterações cardiovasculares: dilatação e insuficiência aórtica, prolapso mitral Alterações oculares: Subluxação de cristalino bilateral, simétrico, para cima→ CRISTALINO FICA SUPERIOR Alta miopia Glaucoma Descolamento de retina, córnea plana CRISTALINO SUBLUXADO: - Síndrome de Weill-Marchesani Baixa estatura, dedos curtos e grossos, retardo mental Alterações oculares: Microesferofacia: cristalino pequeno e esférico Subluxação de cristalino bilateral e inferior Glaucoma Descolamento de retina Homocistinúria Erro inato no metabolismo - acúmulo de homocisteína e metionina Longilíneo, osteoporose Trombose em artérias e veias Rubor malar, cabelos finos e claros Alterações oculares: Subluxação do cristalino para baixo (± aos 10 anos de idade) Glaucoma