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Vídeos 
 
Écran 
https://dicasradiologia.blogspot.com/2014/03/ecran-intensificador.html 
 
Processadora de raio x 
 
https://www.youtube.com/watch?v=Ch7IIfIL-pY&t=11s 
 
 
REABASTECIMENTO DE FILMES RADIOGRÁFICOS NA DRY (Revelação digital) 
 
https://www.youtube.com/watch?v=JCVjpaUHiKA 
 
DR raio-x digital 
https://www.youtube.com/watch?v=OsfRkneipQE 
 
 
COMO REALIZAR RADIOGRAFIAS DIGITAIS 
 
https://www.youtube.com/watch?v=fYolv4ojDuk 
 
 
C R Fuji 
https://www.youtube.com/watch?v=FoGDW2DqsuQ 
 
Tema- O Processo de Revelação Automática 
 
- Em 1942, surgiu o 1º protótipo de processador automático de radiografia, o modelo 
disponível processou 12 filmes por hora. 
- Em 1956, o processo automático aumentou a produtividade, uma radiografia estava 
pronta em 4 minutos. 
- Em 1965, foi realizada outra inovação de processo rápido. Este avanço combinou 
química nova e emulsão do filme nova, a temperatura foi aumentada para 35ºC e o 
uso do poliéster como suporte do filme. 
- Em 1990, foi introduzido um processo automático, com ciclo de 38 segundos de 
processamento. 
O processamento automático do filme tem 04 estágios: 
- Revelador 
- Fixador 
- Lavagem 
- Secagem 
https://dicasradiologia.blogspot.com/2014/03/ecran-intensificador.html
https://www.youtube.com/watch?v=Ch7IIfIL-pY&t=11s
https://www.youtube.com/watch?v=JCVjpaUHiKA
https://www.youtube.com/watch?v=OsfRkneipQE
https://www.youtube.com/watch?v=fYolv4ojDuk
https://www.youtube.com/watch?v=FoGDW2DqsuQ
 
Figura: vista Interna e externa: Processamento dos filmes. 
Fonte: http://www.ebah.com.br 
(Acesso em 10/04/2015). 
 
- Uma processadora automática é basicamente constituída por um conjunto de 
tanques sequenciais de processamento, através dos quais as películas (filmes) são 
transportadas por meio de quatro conjuntos de rolos, chamados racks, um para cada 
tanque, acionados eletricamente por meio de engrenagens e sem fios. 
- O quarto e último conjunto corresponde a área de secagem, onde o filme é 
submetido a um fluxo de ar quente. 
- Quando o filme é inserido na processadora ele é transportado de um 
compartimento a outro através do sistema de rolos. 
- Os rolos devem ser macios para que não danifiquem a emulsão do filme. 
- Utiliza temperatura mais baixa do que as processadoras comuns. Trabalham com 
temperatura de revelador entre 33 e 35º C. 
- Possui tempo de revelação mais longo, entre 90 segundos e 3 minutos. A 
temperatura mais baixa, em conjunto com o tempo de revelação mais longo, faz com 
que se obtenha um contraste maior na imagem. 
 
Os tanques de processamento têm um volume definido: 
- 07 litros para o de revelação; 
- 06 litros para o de fixação; 
- 06 litros para o de lavagem. 
 
 
Figura: Vista interna: No primeiro compartimento fica armazenado o revelador, no 
segundo o fixador, no terceiro e último à água. 
Fonte: http://www.apoloinformatica.com.br/callisto/callisto4000_beneficios.htm 
(Acesso em 10/04/2015). 
 
 
Figura: Vista externa: Filme saindo da processadora após os processos de 
revelação, fixação e secagem. 
Fonte: http://turmaderadiologiaa.blogspot.com.br 
(Acesso em 10/04/2015). 
 
 
 
 
Tema – Diferença entre Radiografia Analógica, Radiografia Computadorizada 
(CR) e Radiografia Digital (DR): 
 
Radiografia convencional (analógica) 
A captação dos raios-X ocorre por meio de um chassi (filme/écran) que fica, na 
maioria das vezes, dentro do bucky. Posteriormente, após o exame, o filme é levado 
para a câmara escura e revelado. 
No primeiro estágio da formação da “imagem latente” ocorre a absorção dos fótons 
de luz pelos cristais de brometo de prata, tornando-os muito mais sensíveis à ação 
do revelador químico. 
A combinação filme/écran consiste de um cassete (chassi) contendo uma película 
chamada tela intensificadora com uma camada fosforescente que é capaz de 
converter a energia dos fótons de raios-X em energia luminosa que irá sensibilizar 
um filme. 
A emulsão do filme e a camada fosforescente da tela intensificadora do écran ficam 
voltadas um para o outro e para que haja uma boa definição da imagem é preciso 
que exista um contato bem estreito entre ambas. 
 
Limitações da radiografia analógica: 
O processamento lento e a possibilidade de introdução de artefatos, bem como a 
dificuldade para a padronização da qualidade da imagem em função de uma gama 
de combinações filme/écran/processamento possíveis. 
Existe ainda a probabilidade de dano ou extravio do documento diagnóstico. 
Estas e outras limitações tendem a ser superadas pela radiografia digital. 
 
Vantagens: Credibilidade da imagem. 
 
Radiografia digital 
Divide-se em: 
 
a) Radiografia Computadorizada (CR): (do inglês Computerized Radiology): 
Este processo utilizam-se os aparelhos de radiologia convencional (os mesmos 
utilizados para produzir filmes radiográficos), porém substituem-se os “chassis” com 
filmes radiológicos em seu interior por “chassis” (IP) com placas de fósforo. 
Após o término do exame, ele é colocado em um leitor óptico (scanner), onde é feita 
a leitura e onde a imagem poderá ser trabalhada. 
 
Vantagens da Radiografia Computadorizada (Sistema CR): 
Nas imagens computadorizadas, o brilho e o contraste da imagem podem ser 
alterados, podendo esta ser arquivada e submetida a pós-processamento digital. 
Com a tecnologia digital eliminasse os químicos o que é importante para meio 
ambiente. 
 
Desvantagens: 
 Caso a imagem seja muito manipulada pode criar artefatos criando ou escondendo 
estruturas e doenças. 
 
 
Figura: Processamento de imagens por CR - Radiografia Computadorizada. 
Fonte: http://www.clinicadamama.com.br/confira-diferencas-entre-mamografia-digital-
e-convencional/ 
(Acesso em 12/04/2015). 
 
b) Radiografia Digital (RD): 
Sua diferença fundamental consiste na substituição do sistema filme/écran por um 
detector digital. O detector atua diretamente no controle dos parâmetros 
radiográficos, proporcionando rapidez, simplicidade e qualidade absolutamente 
constantes, representando um avanço em relação à radiografia analógica. 
É um método digital mais moderno de detecção e conversão digital. Nesse caso não 
é necessário o leitor óptico para chassi, ou câmara escura como acontece no 
sistema analógico. A imagem é enviada diretamente para um monitor, no qual pode 
ser trabalhada, sem que seja necessário irradiar novamente o paciente e em seguida 
para a impressão digital. 
 
Figura: Equipamento de mamografia digital. 
Fonte: http://www.laboratoriodamulher.com.br/novosite/tecnologia_avancada.html 
(Acesso em 12/04/2015). 
 
SISTEMA DE PROCESSAMENTO DA IMAGEM “DRY LASER”: 
- É um sistema de imagem digital; 
- Não é necessário: água, revelador e fixador ou quaisquer outros produtos químicos; 
- Dispensam câmara escura, os filmes podem ser manipulados em sala com luz 
ambiente; 
- A processadora pode permanecer perto de outros equipamentos de imagem que 
façam parte dela; 
- Função multiformato interna, conectado a painel remoto, com tela de cristais 
líquidos de fácil operação; 
- As imagens são formadas por varredura a laser, quadro a quadro. A câmara “Dry 
laser” faz o processamento a seco (sem químicos) e fixa a imagem com “laser”. 
As câmaras dry laser possibilitam adquirir a imagem mais facilmente, porém, o gasto 
é muito maior, o processo de revelação consiste em aquecimento do filme a 300º C. 
As várias camadas de haleto de prata comportam uma cúpula onde o aquecimento 
irá formar a imagem. 
 
 
Figura: Impressora Fuji Dry Pix 7000. 
Fonte: http://www.radioinmama.com.br/digital.html 
(Acesso em 12/04/2015).

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