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RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS 
ENSINO DIGITAL 
	
RELATÓRIO 02
	
	
	DATA:
__04_/_02_/_23_
RELATÓRIO DE PRÁTICA
Paula Karine Araújo B. Cabral
Matrícula 01446756
RELATÓRIO DE AULAS PRÁTICAS: Imunologia Clínica 
DADOS DO(A) ALUNO(A):
	NOME: Paula Karine Araújo B. Cabral
	MATRÍCULA: 01446756
	CURSO: Biomedicina
	POLO: Caxangá
	PROFESSOR(A) ORIENTADOR(A): Gustavo Ramos
	ORIENTAÇÕES GERAIS: 
· O relatório deve ser elaborado individualmente e deve ser escrito de forma clara e
· concisa;
· O relatório deve conter apenas 01 (uma) lauda por tema;
· Fonte: Arial ou Times New Roman (Normal e Justificado);
· Tamanho: 12;
Margens: Superior 3 cm; Inferior: 2 cm; Esquerda: 3 cm; Direita: 2 cm;
· Espaçamento entre linhas: simples;
· Título: Arial ou Times New Roman (Negrito e Centralizado). 
		TEMA DE AULA: TIPAGEM SANGUÍNEA E TESTE RÁPIDO
RELATÓRIO:
1. TIPAGEM SANGUÍNEA
A. Qual a diferença entre tipagem direta e tipagem reversa? O que cada uma dessas técnicas investiga?
A tipagem sanguínea investiga o tipo de sangue do indivíduo dentro do sistema ABO, de acordo com os antígenos e anticorpos presentes. A tipagem direta observa os antígenos (aglutinogênios) nas hemácias, enquanto a tipagem reversa observa os anticorpos (aglutininas) no soro. Havendo a definição da tipagem sanguínea, é possível evitar interações sanguíneas, além de permitir que não haja um processo de aglutinação sanguínea em nosso organismo. (BRASIL, 2014; VAZ e colaboradores, 2007).
B. Descreva o que foi visualizado.
Durante a aula, o professor utilizou os materiais pertinentes à coleta, e com os soros anticorpos anti-a, anti-b, anti - a,b e anti-d, foi demonstrado como identificar a tipagem sanguínea. Com a aplicação dos soros reagentes, foi observado, conforme a foto na questão seguinte, que na primeira linha, a lâmina identificada por A, houve aglutinação diante do antígeno -A, indicando que o sangue é do tipo A.
C. Adicione uma ou mais fotos do resultado do teste realizado na aula que represente a diferença entre a metodologia direta e indireta.
Em sala foi realizada apenas a tipagem direta.
D. Como devemos atribuir o laudo para o paciente? 
Informar no laudo ou declaração a tipagem sanguínea visualizada em exame, bem como fator Rh.
2. TESTE RÁPIDO
A. Qual o princípio do teste rápido? Como é realizada a leitura?
O princípio é detectar em menos tempo e sem necessidade inicial de laboratório, a existência ou não de antígeno ou anticorpo presente, em casos por exemplo, de gravidez ou hiv.
Durante a aula foi visto tanto o teste rápido para hiv, quanto o de beta hCG. Para esta questão estará demonstrado o do beta. Muitas formas secretadas podem ser encontradas no soro, urina e líquido amniótico das gestantes, a molécula hCG nativa, intacta, ou as variantes hCG hiperglicosilada (H-hCG), hCG clivada (N-hCG) e fragmento-núcleo de betahCG (CF-betahCG), havendo indicação para dosagem específica no resultado de uma das moléculas.
A leitura registra duas linhas quando reagente para determinadas moléculas, e não reagente quando surge apenas uma linha. Quando não registra nenhuma linha, significa que o teste está inválido.
B. Essa metodologia pesquisa qual tipo de molécula? 
No caso do beta HCG, pesquisa-se a molécula gonadotrofina coriônica humana, no caso do hiv, pesquisa o anticorpo hiv 1 e 2. 
C. Adicione uma foto do resultado do teste realizado na aula. 
 
D. Como devemos atribuir o laudo para o paciente? 
Informar na descrição se está ou não reagente, se este for qualitativo, ou a quantidade aproximada encontrada, se for método quantitativo.
 
E. Associe os aspectos de sensibilidade e especificidade para esse tipo de teste. 
Este tipo é específico, pois segundo visto em sala de aula, o beta busca um hormônio, enquanto que o hiv, busca qualificar no resultado um antígeno, sendo deste modo específico para cada fim.
		TEMA DE AULA: AGLUTINAÇÃO 
RELATÓRIO:
3. ANTI-ESTREPTOLISINA O, FATOR REUMATOÍDE E PROTEÍNA C REATIVA 
(só realizada FR em aula)
A. Descreva cada uma das metodologias, apontando as principais diferenças entre elas. 
A anti-estreptolisina O (ASO) é o teste laboratorial comumente utilizado para detectar infecção antiga e seu estado evolutivo, enquanto a velocidade da hemossedimentação sanguínea (VHS) e a proteína C reativa (PCR), indicam uma inflamação recente. Fator reumatoide (FR) são auto-anticorpos dirigidos dirigidos contra determinantes antigênicos da porção Fc da molécula IgG. Podem ser de diferentes tipos como IgA, IgG e IgM, onde possui alta precisão quantitativa, fornecidos por testes de aglutinação.
B. Aponte as aplicações de cada um dos testes.
Em sala foi realizado apenas o teste do FR, onde foi homogeneizado a suspensão de látex, com 50 µl na área da amostra em uma área do cartão-teste. Após 2 minutos observar se houve ou não aglutinação. Resultado negativo caso haja ausência total de aglutinação, ou inferior a 8 µl. Resultado positivo caso tenha uma aglutinação tênue ou nítida, e igual ou superior a 8 µl.
C. Adicione pelo menos uma foto dos resultados de uma das técnicas práticas na aula.
A prática realizada em laboratório foi a do FR, onde a área 1 é negativo e a 2 positivo.
 
 
D. Considerando esse tipo de metodologia, o teste aplicado segue os preceitos de especificidade ou sensibilidade? Por quê?
São específicos. Pois não são sensíveis a outros testes, apenas ao que se propõe, sendo definidos conforme aglutinação presente ou não, sendo esta a reação esperada.
 
4. VDRL (também não realizado em aula)
A. Descreva a metodologia e suas principais características. 
É realizada sobre técnica de aglutinação, com teste padrão ouro, testes treponêmicos, são os que detectam anticorpos com antígenos do Treponema Pallidum, sendo eles qualitativos, e os não treponêmicos podem ser qualitativos e/ou quantitativos. 
B. Quais as principais diferenças entre esta técnica e as outras de aglutinação praticadas na aula.
Os testes treponêmicos e não treponêmicos, são específicos para detecção de sífilis, e os outros testes de aglutinação, realizados em sala estudam hemácias, tipagem sanguínea.
C. Porque o efeito pró-zona pode ocorrer? E como você como analista clínico pode solucionar essa interferência? 
Porque em caso de erro podem surgir grumos, a partir de diluições 1:2 ou 1:4, ocorre quando os títulos dos soros são superiores a 1:32, e os anticorpos específicos do paciente promovem a inibição da floculação. O analista deve realizar a diluição até no máximo 1:8.
Fontes: MOÇO, Natália Prearo. Imunologia Clínica. 2021. Ser Educacional, p. 58-59.
MEDEIROS, Sebastião Freitas de; NORMAN, Robert John. Formas moleculares da gonadotrofina coriônica humana: características, ensaios e uso clínico. Revista Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, v. 28, p. 251-263, 2006.
CARNEIRO, Luiz Euribel Prestes; [et. tal]. Determinação de anti-estreptolisina “O”, e proteína C reativa entre escolares do município de Laranjal, PR. Rev. Soc. Bras. Med. Trop. 38, 2005. 
Disponível em: https://www.scielo.br/j/rsbmt/a/MCK7kg98j33CN4Kg3Wgt8bq/?lang=pt
Avanços no diagnóstico e tratamento da artrite reumatoide. Disponível em: 
https://periodicos.ufsm.br 
MINEO, José Roberto; [et. tal]. Manual Ilustrado de práticas laborais em imunologia. Uberlândia. Edufu. 2016. Disponível em: 
https://repositorio.ufu.br/bitstream/123456789/29635/1/ManualIlustradoPr%C3%A1ticas.pdf

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