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Questões das principais bancas Questões separadas por assunto Questões de todos os níveis Inclui: Ronaldo Nogueira QUESTÕES COMENTADAS Língua Portuguesa & Redação Oficial 2ª Edição Ebook clicável 500 Gabaritei ConcursosGabaritei Concursos @eu_gabaritei Ronaldo Nogueira Língua Portuguesa & Redação Oficial QUESTÕES COMENTADAS500 www.eugabariteiconcursos.com Todos os direitos autorais desta obra são reservados e protegidos pela Lei nº 9.610/1998. Data da Publicação Março/2022 Autores Ronaldo Nogueira e Francisco Edinardo COMPREENSÃO E INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS...............................01 CLASSE E EMPREGO DE PALAVRAS....................................................45 EMPREGO DO ACENTO INDICATIVO DE CRASE................................58 PARÔNIMAS E HOMÔNIMAS............................................................102 EMPREGO DOS SINAIS DE PONTUAÇÃO..........................................108 CONCORDÂNCIA VERBAL E NOMINAL............................................122 REGÊNCIA VERBAL E NOMINAL.......................................................131 USO DOS PORQUÊS...........................................................................135 ORAÇÕES COORDENADAS SINDÉTICAS...........................................146 ORAÇÕES SUBORDINADAS ADVERBIAIS.........................................160 ORTOGRAFIA.....................................................................................165 VERBOS..............................................................................................175 REDAÇÃO OFICIAL............................................................................185 ACENTUAÇÃO GRÁFICA....................................................................221 SINTAXE.............................................................................................244 SUMÁRIO www.eugabariteiconcursos.com 1 Compreensão e interpretação de textos de gêneros variados 1ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MPU / Cargo: Técnico do MPU Em relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto IV, julgue o item a seguir. Depreende-se das informações do texto que, nos crimes cibernéticos chamados impuros ou impróprios, o resultado extrapola o universo virtual e atinge bens materiais alheios à informática. ( ) Certo ( ) Errado 2ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MPU / Cargo: Técnico do MPU 2 Em relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto IV, julgue o item a seguir. Infere-se dos fatos apresentados no texto que a consideração de crime para os delitos cibernéticos foi determinada há várias décadas, desde o surgimento da Internet. ( ) Certo ( ) Errado 3ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANATEL / Cargo: Tecnologia da Informação e Comunicação Considerando as ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item a seguir. A mensagem veiculada nesse texto centra-se no descompasso existente entre a alta tecnologia empregada nos aparelhos celulares e a baixa qualidade dos serviços oferecidos pelas operadoras de telefonia celular. 3 ( ) Certo ( ) Errado 4ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANATEL / Cargo: Tecnologia da Informação e Comunicação Em 2013, a ANATEL divulgou resultados comparativos de pesquisas de satisfação realizadas em 2002 e em 2012 e cujo objetivo era avaliar o índice de satisfação do consumidor brasileiro em relação aos serviços de telefonia, de Internet e de TV por assinatura. No gráfico acima, são apresentados os índices de satisfação do consumidor brasileiro em relação à TV por assinatura. Esses índices, em porcentagem, variam de 0 (consumidor insatisfeito com o serviço) a 100 (consumidor muito satisfeito com o serviço). Com base nas informações do texto e do gráfico acima, julgue o item subsecutivo. Os resultados comparativos entre os anos de 2002 e 2012 demonstram que o índice de satisfação do consumidor brasileiro em relação à TV por assinatura via satélite (DTH) registrou aumento. ( ) Certo ( ) Errado 5ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANATEL / Cargo: Tecnologia da Informação e Comunicação 4 Com base nas informações do texto e do gráfico acima, julgue os itens subsecutivos. Em 2012, o consumidor brasileiro mostrou-se menos satisfeito com os serviços de TV a cabo e com a TV por assinatura via micro-ondas (MMDS). ( ) Certo ( ) Errado 6ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANATEL / Cargo: Tecnologia da Informação e Comunicação Com base nas informações do texto e do gráfico acima, julgue os itens subsecutivos. A maior queda observada no que se refere ao índice de satisfação comparativo nos anos de 2002 e 2012 diz respeito à satisfação do consumidor brasileiro com o serviço de TV a cabo. ( ) Certo ( ) Errado 7ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MPU / Cargo: Analista do MPU - Engenharia Química Texto 1 Na organização do poder político no Estado moderno, à luz da tradição iluminista, o direito tem por função a preservação da liberdade humana, de maneira a coibir a desordem do estado de natureza, que, em virtude do risco da dominação dos mais fracos pelos mais fortes, exige a existência de um poder institucional. Mas a conquista da liberdade humana também reclama a distribuição do poder em ramos diversos, com a disposição de meios que assegurem o controle recíproco entre eles para o advento de um cenário de equilíbrio e harmonia nas sociedades estatais. A concentração do poder em um só órgão ou pessoa viria sempre em detrimento do exercício da liberdade. É que, como observou Montesquieu, “todo homem que tem 5 poder tende a abusar dele; ele vai até onde encontra limites. Para que não se possa abusar do poder, é preciso que, pela disposição das coisas, o poder limite o poder”. Até Montesquieu, não eram identificadas com clareza as esferas de abrangência dos poderes políticos: “só se concebia sua união nas mãos de um só ou, então, sua separação; ninguém se arriscava a apresentar, sob a forma de sistema coerente, as consequências de conceitos diversos”. Pensador francês do século XVIII, Montesquieu situa-se entre o racionalismo cartesiano e o empirismo de origem baconiana, não abandonando o rigor das certezas matemáticas em suas certezas morais. Porém, refugindo às especulações metafísicas que, no plano da idealidade, serviram aos filósofos do pacto social para a explicação dos fundamentos do Estado ou da sociedade civil, ele procurou ingressar no terreno dos fatos. Com base nas ideias contidas no texto I, julgue o item a seguir. Montesquieu busca a explicação dos fundamentos do Estado ou da sociedade civil de forma análoga à dos metafísicos. ( ) Certo ( ) Errado 8ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MPU / Cargo: Analista do MPU - Engenharia Química Texto 1 Na organização do poder político no Estado moderno, à luz da tradição iluminista, o direito tem por função a preservação da liberdade humana, de maneira a coibir a desordem do estado de natureza, que, em virtude do risco da dominação dos mais fracos pelos mais fortes, exige a existência de um poder institucional. Mas a conquista da liberdade humana também reclama a distribuição do poder em ramos diversos, com a disposição de meios que assegurem o controle recíproco entre eles para o advento de um cenário de equilíbrio e harmonia nas sociedades estatais. A concentração do poder em um só órgão ou pessoa viria sempre em detrimento do exercício da liberdade. É que, como observou Montesquieu, “todo homem que tem poder tende a abusar dele; ele vai até onde encontra limites. Para que não se possa abusar do poder, é preciso que, pela disposição das coisas, o poder limite o poder”. Até Montesquieu, não eram identificadas com clareza as esferas de abrangência dos poderes políticos: “só se concebia sua união nas mãos de um só ou, então, sua separação; ninguém se arriscava a apresentar, sob a forma de sistema coerente, as consequências de conceitos diversos”. Pensador francês do século XVIII, Montesquieu situa-se entre oracionalismo cartesiano e o empirismo de origem baconiana, não abandonando o rigor das certezas matemáticas em suas certezas morais. Porém, refugindo às especulações metafísicas que, no plano da idealidade, serviram aos filósofos do pacto social para a explicação dos fundamentos do Estado ou da sociedade civil, ele procurou ingressar no terreno dos fatos. Com base nas ideias contidas no texto I, julgue o item a seguir. 6 No Estado moderno, cabe ao Ministério Público a função da preservação da liberdade humana, de forma a proteger os mais fracos da dominação dos mais fortes. ( ) Certo ( ) Errado 9ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MPU / Cargo: Analista do MPU - Engenharia Química Texto 1 Na organização do poder político no Estado moderno, à luz da tradição iluminista, o direito tem por função a preservação da liberdade humana, de maneira a coibir a desordem do estado de natureza, que, em virtude do risco da dominação dos mais fracos pelos mais fortes, exige a existência de um poder institucional. Mas a conquista da liberdade humana também reclama a distribuição do poder em ramos diversos, com a disposição de meios que assegurem o controle recíproco entre eles para o advento de um cenário de equilíbrio e harmonia nas sociedades estatais. A concentração do poder em um só órgão ou pessoa viria sempre em detrimento do exercício da liberdade. É que, como observou Montesquieu, “todo homem que tem poder tende a abusar dele; ele vai até onde encontra limites. Para que não se possa abusar do poder, é preciso que, pela disposição das coisas, o poder limite o poder”. Até Montesquieu, não eram identificadas com clareza as esferas de abrangência dos poderes políticos: “só se concebia sua união nas mãos de um só ou, então, sua separação; ninguém se arriscava a apresentar, sob a forma de sistema coerente, as consequências de conceitos diversos”. Pensador francês do século XVIII, Montesquieu situa-se entre o racionalismo cartesiano e o empirismo de origem baconiana, não abandonando o rigor das certezas matemáticas em suas certezas morais. Porém, refugindo às especulações metafísicas que, no plano da idealidade, serviram aos filósofos do pacto social para a explicação dos fundamentos do Estado ou da sociedade civil, ele procurou ingressar no terreno dos fatos. Com base nas ideias contidas no texto I, julgue o item a seguir. Segundo Montesquieu, aquele que não encontra limites para o exercício do poder que detém tende a agir de forma abusiva. ( ) Certo ( ) Errado 10ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MPU / Cargo: Analista do MPU - Engenharia Química Texto II A persecução penal se desenvolve em duas fases: uma fase administrativa, de inquérito policial, e uma fase jurisdicional, de ação penal. Assim, nada mais é o 7 inquérito policial que um procedimento administrativo destinado a reunir elementos necessários à apuração da prática de uma infração penal e de sua autoria. Em outras palavras, o inquérito policial é um procedimento policial que tem por finalidade construir um lastro probatório mínimo, ensejando justa causa para que o titular da ação penal possa formar seu convencimento, a opinio delicti, e, assim, instaurar a ação penal cabível. Nessa linha, percebe-se que o destinatário imediato do inquérito policial é o Ministério Público, nos casos de ação penal pública, e o ofendido, nos casos de ação penal privada. De acordo com o conceito ora apresentado, para que o titular da ação penal possa, enfim, ajuizá-la, é necessário que haja justa causa. A justa causa, identificada por parte da doutrina como uma condição da ação autônoma, consiste na obrigatoriedade de que existam prova acerca da materialidade delitiva e, ao menos, indícios de autoria, de modo a existir fundada suspeita acerca da prática de um fato de natureza penal. Dessa forma, é imprescindível que haja provas acerca da possível existência de um fato criminoso e indicações razoáveis do sujeito que tenha sido o autor desse fato. Evidencia-se, portanto, que é justamente na fase do inquérito policial que serão coletadas as informações e as provas que irão formar o convencimento do titular da ação penal, isto é, a opinio delicti. É com base nos elementos apurados no inquérito que o promotor de justiça, convencido da existência de justa causa para a ação penal, oferece a denúncia, encerrando a fase administrativa da persecução penal. Conforme as ideias contidas no texto II, A fase do inquérito policial em que são coletadas as informações e as provas que irão formar o convencimento do titular da ação penal é denominada opinio delecti. ( ) Certo ( ) Errado 11ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MPU / Cargo: Analista do MPU - Engenharia Química Texto II A persecução penal se desenvolve em duas fases: uma fase administrativa, de inquérito policial, e uma fase jurisdicional, de ação penal. Assim, nada mais é o inquérito policial que um procedimento administrativo destinado a reunir elementos necessários à apuração da prática de uma infração penal e de sua autoria. Em outras palavras, o inquérito policial é um procedimento policial que tem por finalidade construir um lastro probatório mínimo, ensejando justa causa para que o titular da ação penal possa formar seu convencimento, a opinio delicti, e, assim, instaurar a ação penal cabível. Nessa linha, percebe-se que o destinatário imediato do inquérito policial é o Ministério Público, nos casos de ação penal pública, e o ofendido, nos casos de ação penal privada. De acordo com o conceito ora apresentado, para que o titular da ação penal possa, enfim, ajuizá-la, é necessário que haja justa causa. A justa causa, identificada 8 por parte da doutrina como uma condição da ação autônoma, consiste na obrigatoriedade de que existam prova acerca da materialidade delitiva e, ao menos, indícios de autoria, de modo a existir fundada suspeita acerca da prática de um fato de natureza penal. Dessa forma, é imprescindível que haja provas acerca da possível existência de um fato criminoso e indicações razoáveis do sujeito que tenha sido o autor desse fato. Evidencia-se, portanto, que é justamente na fase do inquérito policial que serão coletadas as informações e as provas que irão formar o convencimento do titular da ação penal, isto é, a opinio delicti. É com base nos elementos apurados no inquérito que o promotor de justiça, convencido da existência de justa causa para a ação penal, oferece a denúncia, encerrando a fase administrativa da persecução penal. Conforme as ideias contidas no texto II, A fase jurisdicional da persecução penal tem início após o oferecimento da denúncia pelo promotor de justiça. ( ) Certo ( ) Errado 12ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MPU / Cargo: Analista do MPU - Engenharia Química Texto II A persecução penal se desenvolve em duas fases: uma fase administrativa, de inquérito policial, e uma fase jurisdicional, de ação penal. Assim, nada mais é o inquérito policial que um procedimento administrativo destinado a reunir elementos necessários à apuração da prática de uma infração penal e de sua autoria. Em outras palavras, o inquérito policial é um procedimento policial que tem por finalidade construir um lastro probatório mínimo, ensejando justa causa para que o titular da ação penal possa formar seu convencimento, a opinio delicti, e, assim, instaurar a ação penal cabível. Nessa linha, percebe-se que o destinatário imediato do inquérito policial é o Ministério Público, nos casos de ação penal pública, e o ofendido, nos casos de ação penal privada. De acordo com o conceito ora apresentado, para que o titular da ação penal possa, enfim, ajuizá-la, é necessário que haja justa causa. A justa causa, identificada por parte da doutrina como uma condição da ação autônoma, consiste na obrigatoriedade de que existam prova acerca da materialidade delitiva e, ao menos, indícios de autoria, de modo a existir fundada suspeita acerca da prática de um fatode natureza penal. Dessa forma, é imprescindível que haja provas acerca da possível existência de um fato criminoso e indicações razoáveis do sujeito que tenha sido o autor desse fato. Evidencia-se, portanto, que é justamente na fase do inquérito policial que serão coletadas as informações e as provas que irão formar o convencimento do titular da ação penal, isto é, a opinio delicti. É com base nos elementos apurados no inquérito 9 que o promotor de justiça, convencido da existência de justa causa para a ação penal, oferece a denúncia, encerrando a fase administrativa da persecução penal. Conforme as ideias contidas no texto II, A existência de prova da materialidade delitiva é suficiente para que se considere a existência de indícios de autoria. ( ) Certo ( ) Errado 13ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANATEL / Cargo: Técnico Administrativo – Comunicação No começo dos tempos, as pessoas precisavam aproveitar o período em que o Sol estava radiante para praticar suas atividades diárias. Com o passar dos anos, essa diferenciação entre dia para agir e noite para dormir foi ficando menos evidente. Isso porque o advento da iluminação e, mais precisamente, da iluminação pública, permitiu que as pessoas desfrutassem mais da noite e deixou as cidades mais seguras e bonitas. Dos lampiões a querosene aos leds, a evolução da iluminação contribuiu para a transformação das cidades e dos hábitos das pessoas. Desde a Idade Média, os seres humanos vinham tentando resolver o problema da escuridão com velas e outros artefatos. Nesse período, eram usadas tochas com fibras torcidas e impregnadas com material inflamável. Foi, sobretudo, no século XV que a iluminação pública se tornou uma preocupação nas cidades. A história indica que, em 1415, na Inglaterra, a iluminação surgiu como uma solução para amenizar a violência e, principalmente, os roubos a comerciantes, que aconteciam com frequência na região. Não é à toa que especialistas consideram a iluminação como uma grande aliada das cidades na luta contra a violência urbana, já que é uma grande inibidora de atos de vandalismo, roubo e agressões. Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto acima, julgue o item a seguir. O texto estabelece uma relação paradoxal entre iluminação pública e aumento de segurança urbana. ( ) Certo ( ) Errado 14ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANATEL / Cargo: Técnico Administrativo – Comunicação 10 Em relação aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto acima, julgue o item que se segue. Infere-se da leitura do texto que as cidades propiciaram, além do fortalecimento dos laços de parentesco entre os indivíduos, o desenvolvimento da cidadania, da racionalidade econômica, de um sistema de leis válidas para todos e de novas formas de associação pessoal. ( ) Certo ( ) Errado 15ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANATEL / Cargo: Técnico Administrativo – Comunicação 11 Em relação aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto acima, julgue o item que se segue. De acordo com o texto, as cidades, por congregarem pessoas de diferentes classes sociais, não contribuem para a manutenção de relações duradouras entre os habitantes. ( ) Certo ( ) Errado 16ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANATEL / Cargo: Técnico Administrativo – Comunicação A palavra comunicação significa normalmente o ato de tornar comum a muitos. A partir do século XVII (até o século XIX), ganhou projeção a expressão meio ou linhas de comunicação, designando as facilidades trazidas pelo desenvolvimento das ferrovias, canais e rodovias no deslocamento de pessoas e objetos. Do século XIX ao século XX, o sentido da palavra se aproximou cada vez mais daquilo que hoje pode ser chamado de mídia (meios pelos quais se passa informação e se mantém o contato mediado, indireto). Foi a partir desse momento que a indústria da comunicação (transporte de bens simbólicos) separou-se semanticamente da indústria de transportes (transporte de bens físicos e pessoas). É importante ressaltar que o termo comunicação carrega, no mundo moderno, as marcas de sua ambiguidade original (tornar comum a muitos, partilhar, trocar). Nesse sentido, quando se fala em comunicação face a face ou interativa, pode-se dizer que se trata de troca e partilha, mas quando se fala de comunicação mediada, como rádio e TV, destaca-se consideravelmente a sua função de tornar comum a muitos. No que se refere às ideias e a aspectos linguísticos do texto acima, julgue o próximo item. Infere-se do texto que o termo “comunicação” adquire, no mundo moderno, interpretações distintas. ( ) Certo ( ) Errado 17ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANATEL / Cargo: Técnico Administrativo – Comunicação As traduções são muito mais complexas do que se imagina. Não me refiro a locuções, expressões idiomáticas, gírias, flexões verbais, declinações e coisas assim. Isso pode ser resolvido de uma maneira ou de outra, se bem que, muitas vezes, à custa de intenso sofrimento por parte do tradutor. Refiro-me à impossibilidade de encontrar 12 equivalências entre palavras aparentemente sinônimas, unívocas e univalentes. Por exemplo, um alemão que saiba português responderá sem hesitação que a palavra da língua portuguesa “amanhã” quer dizer “morgen”. Mas coitado do alemão que vá para o Brasil acreditando que, quando um brasileiro diz “amanhã”, está realmente querendo dizer “morgen”. Raramente está. “Amanhã” é uma palavra riquíssima e tenho certeza de que, se o Grande Duden fosse brasileiro, pelo menos um volume teria de ser dedicado a ela e a outras que partilham da mesma condição. “Amanhã” significa, entre outras coisas, “nunca”, “talvez”, “vou pensar”, “vou desaparecer”, “procure outro”, “não quero”, “no próximo ano”, “assim que eu precisar”, “um dia destes”, “vamos mudar de assunto” etc. e, em casos excepcionalíssimos, “amanhã” mesmo. Qualquer estrangeiro que tenha vivido no Brasil sabe que são necessários vários anos de treinamento para distinguir qual o sentido pretendido pelo interlocutor brasileiro, quando ele responde, com a habitual cordialidade, que fará tal ou qual coisa amanhã. O caso dos alemães é, seguramente, o mais grave. Não disponho de estatísticas confiáveis, mas tenho certeza de que nove em cada dez alemães que procuram ajuda médica no Brasil o fazem por causa de “amanhãs” casuais que os levam, no mínimo, a um colapso nervoso, para grande espanto de seus amigos brasileiros. Em relação às ideias e a aspectos linguísticos do texto acima, julgue o item subsequente. Infere-se da leitura do texto que os brasileiros, na maioria das vezes, usam a palavra “amanhã” em sentido metafórico, e os alemães, em sentido literal. ( ) Certo ( ) Errado 18ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANATEL / Cargo: Técnico Administrativo – Comunicação As traduções são muito mais complexas do que se imagina. Não me refiro a locuções, expressões idiomáticas, gírias, flexões verbais, declinações e coisas assim. Isso pode ser resolvido de uma maneira ou de outra, se bem que, muitas vezes, à custa de intenso sofrimento por parte do tradutor. Refiro-me à impossibilidade de encontrar equivalências entre palavras aparentemente sinônimas, unívocas e univalentes. Por exemplo, um alemão que saiba português responderá sem hesitação que a palavra da língua portuguesa “amanhã” quer dizer “morgen”. Mas coitado do alemão que vá para o Brasil acreditando que, quando um brasileiro diz “amanhã”, está realmente querendo dizer “morgen”. Raramente está. “Amanhã” é uma palavra riquíssima e tenho certeza de que, se o Grande Duden fosse brasileiro, pelo menos um volume teria de ser dedicado a ela e a outras que partilham da mesma condição. “Amanhã” significa, entre outras coisas, “nunca”, “talvez”, “vou pensar”, “vou desaparecer”, “procure outro”, “não quero”, “no próximo ano”, “assim que eu precisar”, “um dia destes”, “vamos mudar de assunto” etc. e, em casos excepcionalíssimos, “amanhã” mesmo. Qualquerestrangeiro que tenha vivido no 13 Brasil sabe que são necessários vários anos de treinamento para distinguir qual o sentido pretendido pelo interlocutor brasileiro, quando ele responde, com a habitual cordialidade, que fará tal ou qual coisa amanhã. O caso dos alemães é, seguramente, o mais grave. Não disponho de estatísticas confiáveis, mas tenho certeza de que nove em cada dez alemães que procuram ajuda médica no Brasil o fazem por causa de “amanhãs” casuais que os levam, no mínimo, a um colapso nervoso, para grande espanto de seus amigos brasileiros. Em relação às ideias e a aspectos linguísticos do texto acima, julgue o item subsequente. Depreende-se da leitura do texto que, apesar de não se basear em estatísticas, o autor constrói sua argumentação com dados advindos do sistema de saúde brasileiro. ( ) Certo ( ) Errado 19ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANTAQ / Cargo: Técnico em Regulação Hidrovia é uma rota predeterminada para o tráfego aquático. Há muito tempo, o homem utiliza a água como estrada, e a Amazônia é o maior exemplo disso. O transporte por hidrovias apresenta grande capacidade de movimentação de cargas a grandes distâncias com baixo consumo de combustível, além de propiciar uma oferta de produtos a preços competitivos. A ampliação do uso da hidrovia é uma tendência mundial por uma questão ambiental. A viabilização de uma navegação segura no rio Madeira, por exemplo, permite o escoamento da produção de grãos de Rondônia e Mato Grosso para o Amazonas e daí para o Atlântico. Isso cria um corredor de desenvolvimento integrado, com transporte de alta capacidade e baixo custo para grandes distâncias, elimina um grave problema estrutural do setor primário, com a redução significativa da dependência do modal rodoviário até os portos do Sudeste, e representa mais uma opção de integração nacional, com a redução de trânsito pesado nas rodovias da região Centro-Sul. Infere-se das informações do texto que o transporte por hidrovia ajuda a preservar o meio ambiente, dado o baixo consumo de combustível, e reduz a dependência do transporte rodoviário. ( ) Certo ( ) Errado 20ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANTAQ / Cargo: Técnico em Regulação As obras de dragagem objetivam remover os sedimentos que se encontram no fundo do corpo d'água para permitir a passagem das embarcações, garantindo o acesso ao porto. Na maioria das vezes, a dragagem é necessária quando da 14 implantação do porto, para o aumento da profundidade natural no canal de navegação, no cais de atracação e na bacia de evolução. Também é necessária sua realização periódica para o alcance das profundidades que atendam o calado das embarcações. Em relação ao texto acima, julgue o item subsequente. Depreende-se das informações do texto que a dragagem realizada na implantação do porto para garantir o acesso das embarcações é definitiva, não havendo necessidade de ser refeita. ( ) Certo ( ) Errado 21ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Ministério da Economia / Cargo: Técnico de Complexidade Intelectual – Arquivologia Sou feliz pelos amigos que tenho. Um deles muito sofre pelo meu descuido com o vernáculo. Por alguns anos ele sistematicamente me enviava missivas eruditas com precisas informações sobre as regras da gramática, que eu não respeitava, e sobre a grafia correta dos vocábulos, que eu ignorava. Fi-lo sofrer pelo uso errado que fiz de uma palavra no último Quarto de Badulaques. Acontece que eu, acostumado a conversar com a gente das Minas Gerais, falei em “varreção” — do verbo “varrer”. De fato, tratava-se de um equívoco que, num vestibular, poderia me valer uma reprovação. Pois o meu amigo, paladino da língua portuguesa, se deu ao trabalho de fazer um xerox da página 827 do dicionário. O certo é “varrição”, e não “varreção”. Mas estou com medo de que os mineiros da roça façam troça de mim, porque nunca os ouvi falar de “varrição”. E se eles rirem de mim não vai me adiantar mostrar-lhes o xerox da página do dicionário. Porque para eles não é o dicionário que faz a língua. É o povo. E o povo, lá nas montanhas de Minas Gerais, fala “varreção”, quando não “barreção”. O que me deixa triste sobre esse amigo oculto é que nunca tenha dito nada sobre o que eu escrevo, se é bonito ou se é feio. Toma a minha sopa, não diz nada sobre ela, mas reclama sempre que o prato está rachado. Rubem Alves. Internet: (com adaptações). A respeito dos sentidos e dos aspectos linguísticos do texto anterior, julgue o seguinte item. Considerando-se os sentidos do texto, é correto afirmar que, nos dois últimos períodos, o autor faz uma reflexão sobre a dicotomia forma e conteúdo, a partir da opinião de seu amigo sobre seu texto. ( ) Certo ( ) Errado 15 22ª/ Banca: INSTITUTO AOCP / Órgão: FUNPRESP-JUD / Cargo: Gestão de Pessoas Filosofia em dois desenhos Fui caminhar. E na calçada me deparei com um estranho indivíduo. Carregava um saco plástico enorme que, pelo perfil do conteúdo, calculei estivesse cheio de latinhas. Mal acabei de pensar, o homem se acocorou na calçada. Extraiu de alguma parte uma pedra branca parecendo ser cal prensada, e com ela começou a desenhar no cimento. Parei para ver, atraída pelo ritual que se esboçava. O homem desenhou dois círculos um diante do outro, quase encostados, e dentro deles desenhou duas setas convergentes. Levantou-se, olhou sua obra com satisfação, andou cinco ou seis passos e, novamente, se acocorou. Continuava com a pedra de cal na mão. Mas o desenho que fez foi diferente. Riscou dois traços, colocados na mesma distância dos dois círculos, e atrás deles desenhou duas setas que apontavam uma para a outra. Segui adiante refletindo sobre o que havia presenciado. A primeira coisa que me veio à cabeça foi a Serra da Capivara, que visitei numa ida a Teresina para algum congresso ou palestra. Trouxe de volta a louça que a arqueóloga franco-brasileira Niéde Guidon, há muitos anos responsável pelo sítio arqueológico, ensinou os locais a fazerem para terem uma fonte de subsistência. Louça com impressos os mesmos desenhos estampados na rocha, que se acredita serem vestígios de uma cultura paleoamericana. Pois, como um ser primitivo, o homem havia estampado seus pensamentos e sua visão interior na mais moderna das rochas: o cimento. Havia reparado que o homem estava muito sujo e desgrenhado. Calçava havaianas de sola já bem fininha e roupas indefinidas. Provavelmente era mais um morador de rua. E como morador de rua, usava a mesma calçada em que dormia para se expressar. Usava a calçada, único bem que lhe pertencia, como se fosse papel para desenhar ou escrever. Porque não há dúvida de que, ao desenhar, aquele homem estava escrevendo. Estava escrevendo a sua dificuldade para se comunicar. Preso dentro de um círculo, pouco adiantava que as setas apontassem em direção uma da outra. Ele não conseguia obedecer à ordem das setas, pois continuava contido pela linha que delimitava o círculo. Coisa idêntica dizia o segundo desenho, agora com um traço, uma parede, um muro, impedindo-o de obedecer ao comando das setas. Pode até ser que o homem, através de seus desenhos estivesse desenvolvendo uma teoria filosófica sobre a incomunicabilidade dos seres humanos. Que, se por um lado não conseguem viver sozinhos (significado das setas instando à comunicação), por outro lado não conseguem se entender (significado dos círculos e dos traços impeditivos). Avançando nessa teoria, chegaríamos à conclusão de que tudo o que é coletivo resvala no pessoal. Assim como os desenhos do homem, tão íntimos e pessoais, destinavam-se a quem quer que passasse naquela exata calçada de Ipanema. Adaptado de: https://www.marinacolasanti.com/2021/09/filosofiaem-dois- desenhos.html [Fragmentos]. Acesso em: 18 set. 2021. 16 Considerando os aspectos relacionados à organização das informações, à estruturação do texto de apoio e aos sentidos por ele expressos, julgue o seguinte item.No último parágrafo do texto, o conector “assim” é utilizado com valor conclusivo, encerrando o raciocínio da autora, e poderia ser substituído por “dessa forma”, sem acarretar prejuízos de sentido ao texto. ( ) Certo ( ) Errado 23ª/ Banca: FGV / Órgão: TJ-RS / Cargo: Oficial de Justiça Dvorak aproximou-se do alto da colina e debruçou-se sobre uma pequena pedra para olhar a paisagem abaixo. Observou que havia uma grande caverna, cercada de vegetação, mas não conseguiu identificar a entrada. Fez um sinal para que o grupo o acompanhasse e começou a descer cuidadosamente a encosta. Acima aparece um pequeno texto narrativo; a frase, retirada desse texto, que mostra valor descritivo é: a) Dvorak aproximou-se do alto da colina; b) debruçou-se sobre uma pequena pedra; c) havia uma grande caverna, cercada de vegetação; d) não conseguiu identificar a entrada; e) Fez um sinal para que o grupo o acompanhasse. 24ª/ Banca: FGV / Órgão: MPE-RJ / Cargo: Analista do Ministério Público O segmento textual abaixo que deve ser classificado predominantemente como dissertativo-argumentativo é: a) “A cozinha feliz, que consiste no casamento de produtos naturais, um com o outro, é a antítese da cozinha feita para impressionar”; b) “Restaurante sofisticado: aquele que serve comida fria de propósito”; c) “Aprendi que esparramar as ervilhas no prato dá a impressão de que você comeu mais e, por isso, eu as esparramei”; d) “Eu cozinho com vinho, às vezes até mesmo acrescento comida a ele”; e) “A comida era belíssima: folhas verdes com cenouras amarelas, cercadas de carne vermelha e pimentão verde”. 17 25ª/ Banca: FGV / Órgão: Prefeitura de Salvador - BA / Cargo: Analista Analise a charge a seguir. Assinale a opção que indica uma manchete adequada a seu conteúdo. a) Balas perdidas matam crianças nas escolas. b) A educação é uma arma contra a violência. c) Todos contra a liberação das armas. d) Estudantes reagem com violência contra os cortes. e) Escolas públicas em perigo. 26ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEFAZ-AL / Cargo: Auditor Fiscal de Finanças Nenhuma figura é tão fascinante quanto o Falso Entendido. É o cara que não sabe nada de nada, mas sabe o jargão. E passa por autoridade no assunto. Um refinamento ainda maior da espécie é o tipo que não sabe o jargão, mas inventa. — Ó, Matias, você que entende de mercado de capitais... — Nem tanto, nem tanto... — Você, no momento, aconselharia que tipo de aplicação? — Bom. Depende do yield pretendido, do throwback e do ciclo refratário. Na faixa de papéis top market — ou o que nós chamamos de topimarque —, o throwback recai sobre o repasse, e não sobre o release, entende? — Francamente, não. Aí o Falso Entendido sorri com tristeza e abre os braços como quem diz “É difícil conversar com leigos...”. Uma variação do Falso Entendido é o sujeito que sempre parece saber mais do que ele pode dizer. A conversa é sobre política, os boatos cruzam os ares, mas ele mantém 18 um discreto silêncio. Até que alguém pede a sua opinião, e ele pensa muito antes de decidir responder: — Há muito mais coisa por trás disso do que você pensa... Ou então, e esta é mortal: — Não é tão simples assim... Faz-se aquele silêncio que precede as grandes revelações, mas o falso informado não diz nada. Fica subentendido que ele está protegendo as suas fontes em Brasília. E há o falso que interpreta. Para ele, tudo o que acontece deve ser posto na perspectiva de vastas transformações históricas que só ele está sacando. — O avanço do socialismo na Europa ocorre em proporção direta ao declínio no uso de gordura animal nos países do Mercado Comum Europeu. Só não vê quem não quer. E, se alguém quer mais detalhes sobre a sua insólita teoria, ele vê a pergunta como manifestação de uma hostilidade bastante significativa a interpretações não ortodoxas, e passa a interpretar os motivos de quem o questiona, invocando a Igreja medieval, os grandes hereges da história, os mistérios por trás da Reforma de Lutero. Luís Fernando Veríssimo. O jargão. In: As mentiras que os homens contam. Rio de Janeiro: Objetiva, 2001, p. 69-71 (com adaptações). A respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item que se segue. O texto apresenta o personagem Matias como um exímio conhecedor de economia e finanças. ( ) Certo ( ) Errado 27ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Prefeitura de Osasco - SP / Cargo: Oficial de Escola Leia o texto de Marcos Rey, para responder à questão. O coração roubado Eu cursava o último ano do primário e como já estava com o diplominha garantido, meu pai me deu um presente muito cobiçado: “O coração”, famoso livro do escritor italiano Edmondo de Amicis, best-seller1 do gênero infantojuvenil. À página de abertura, lá estava a dedicatória do velho com sua inconfundível letra esparramada. Como todos os garotos da época, apaixonei-me por aquela obra-prima, tanto que a levava ao grupo escolar para reler trechos no recreio. Justamente no último dia de aula, o das despedidas, após a festinha de formatura, voltei para a classe a fim de reunir meus objetos escolares, antes do adeus. Mas onde estava “O coração”? Onde? Desaparecera. Tremendo choque. Algum colega na certa o furtara. Não teria coragem de aparecer em casa sem ele. Ia informar à diretora quando, passando pelas carteiras, vi o livro bem escondido sob uma pasta escolar. Mas era lá que se sentava o Plínio, não era? Plínio, o primeiro da classe em aplicação e comportamento, o exemplo para todos nós. Inclusive o mais bem limpinho, o mais bem penteadinho, o mais tudo. Confesso, hesitei2 . Desmascarar 19 um ídolo? Então peguei o exemplar e o guardei na minha pasta. Caladão. Sem revelar a ninguém o acontecido. Passados muitos anos, reconheci o retrato de Plínio num jornal. Advogado, fazia rápida carreira na Justiça. E, quando o desembargador Plínio já estava aposentado, mudei-me para meu endereço atual. Durante a mudança, alguns livros despencaram de uma estante improvisada. Um deles era “O coração”. Saudades. Havia quantos anos não o abria? Lembrei-me da dedicatória do meu falecido pai. Procurei e não a encontrei. Teria a tinta se apagado? Na página seguinte havia uma dedicatória. Mas não reconheci a caligrafia paterna: “Ao meu querido filho Plínio, com todo o amor e carinho de seu pai”. (Coleção Melhores Crônicas – Marcos Rey. Seleção Anna Maria Martins. Global, 2010. Adaptado) 1 best-seller: livro que é sucesso de vendas 2 hesitei: fiquei na dúvida O trecho do texto que evidencia uma das ações do autor ao retornar à sala de aula é: a) …“O coração”, famoso livro do escritor italiano Edmondo de Amicis, best-seller do gênero infanto-juvenil. (1º parágrafo) b) Mas onde estava “O coração”? Onde? Desaparecera. (2º parágrafo) c) Plínio, o primeiro da classe em aplicação e comportamento, o exemplo para todos nós. (3º parágrafo) d) Então peguei o exemplar e o guardei na minha pasta. (3º parágrafo) e) Durante a mudança, alguns livros despencaram de uma estante improvisada. (último parágrafo) 28ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Prefeitura de Osasco - SP / Cargo: Oficial de Escola Leia o texto de Marcos Rey, para responder à questão. O coração roubado Eu cursava o último ano do primário e como já estava com o diplominha garantido, meu pai me deu um presente muito cobiçado: “O coração”, famoso livro do escritor italiano Edmondo de Amicis, best-seller1 do gênero infantojuvenil. À página de abertura, lá estava a dedicatória do velho com sua inconfundível letra esparramada. Como todos os garotos da época, apaixonei-me por aquela obra-prima, tanto que a levava ao grupo escolar para reler trechos no recreio. Justamente no último dia de aula, o das despedidas, após a festinha de formatura, voltei para a classe a fim de reunir meus objetos escolares, antes do adeus. Mas onde 20 estava “O coração”? Onde? Desaparecera. Tremendo choque. Algum colegana certa o furtara. Não teria coragem de aparecer em casa sem ele. Ia informar à diretora quando, passando pelas carteiras, vi o livro bem escondido sob uma pasta escolar. Mas era lá que se sentava o Plínio, não era? Plínio, o primeiro da classe em aplicação e comportamento, o exemplo para todos nós. Inclusive o mais bem limpinho, o mais bem penteadinho, o mais tudo. Confesso, hesitei2 . Desmascarar um ídolo? Então peguei o exemplar e o guardei na minha pasta. Caladão. Sem revelar a ninguém o acontecido. Passados muitos anos, reconheci o retrato de Plínio num jornal. Advogado, fazia rápida carreira na Justiça. E, quando o desembargador Plínio já estava aposentado, mudei-me para meu endereço atual. Durante a mudança, alguns livros despencaram de uma estante improvisada. Um deles era “O coração”. Saudades. Havia quantos anos não o abria? Lembrei-me da dedicatória do meu falecido pai. Procurei e não a encontrei. Teria a tinta se apagado? Na página seguinte havia uma dedicatória. Mas não reconheci a caligrafia paterna: “Ao meu querido filho Plínio, com todo o amor e carinho de seu pai”. (Coleção Melhores Crônicas – Marcos Rey. Seleção Anna Maria Martins. Global, 2010. Adaptado) 1 best-seller: livro que é sucesso de vendas 2 hesitei: fiquei na dúvida No terceiro parágrafo, ao se questionar se deveria “desmascarar um ídolo”, o autor evidencia a) seu medo de enfrentar a reação do pai, uma pessoa bastante severa. b) sua convicção absoluta de que deveria denunciar o colega. c) seu ódio por Plínio, colega que o desprezava na escola. d) sua incerteza em relação a que atitude tomar naquele momento. e) seu prazer de ridicularizar o colega, já que Plínio era aluno negligente. 29ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEDUC-AL / Cargo: Professor – Sociologia Oh, Deus, meu Deus, que misérias e enganos não experimentei, quando simples criança me propunham vida reta e obediência aos mestres, a fim de mais tarde brilhar no mundo e me ilustrar nas artes da língua, servil instrumento da ambição e da cobiça dos homens. Fui mandado à escola para aprender as primeiras letras, cuja utilidade eu, infeliz, ignorava. Todavia, batiam-me se no estudo me deixava levar pela preguiça. As pessoas grandes louvavam esta severidade. Muitos dos nossos predecessores na vida tinham traçado estas vias dolorosas, por onde éramos obrigados a caminhar, multiplicando os 21 trabalhos e as dores aos filhos de Adão. Encontrei, porém, Senhor, homens que Vos imploravam, e deles aprendi, na medida em que me foi possível, que éreis alguma coisa de grande e que podíeis, apesar de invisível aos sentidos, ouvir-nos e socorrer- nos. Ainda menino, comecei a rezar-Vos como a “meu auxílio e refúgio”, desembaraçando- me das peias da língua para Vos invocar. Embora criança, mas com ardente fervor, pedia-Vos que na escola não fosse açoitado. Quando me não atendíeis — “o que era para meu proveito” —, as pessoas mais velhas e até os meus próprios pais, que, afinal, me não desejavam mal, riam-se dos açoites — o meu maior e mais penoso suplício. Contudo, pecava por negligência, escrevendo, lendo e aprendendo as lições com menos cuidado do que de nós exigiam. Senhor, não era a memória ou a inteligência que me faltavam, pois me dotastes com o suficiente para aquela idade. Mas gostava de jogar, e aqueles que me castigavam procediam de modo idêntico! As ninharias, porém, dos homens chamam-se negócios; e as dos meninos, sendo da mesma natureza, são punidas pelos grandes, sem que ninguém se compadeça da criança, nem do homem, nem de ambos. Santo Agostinho. Confissões. Montecristo Editora. Edição do Kindle, p. 23-24 (com adaptações). Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue os itens a seguir. No quinto parágrafo, o narrador afirma que quem lhe aplicava os castigos físicos na escola “pecava por negligência”. ( ) Certo ( ) Errado 30ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEDUC-AL / Cargo: Professor – Sociologia Oh, Deus, meu Deus, que misérias e enganos não experimentei, quando simples criança me propunham vida reta e obediência aos mestres, a fim de mais tarde brilhar no mundo e me ilustrar nas artes da língua, servil instrumento da ambição e da cobiça dos homens. Fui mandado à escola para aprender as primeiras letras, cuja utilidade eu, infeliz, ignorava. Todavia, batiam-me se no estudo me deixava levar pela preguiça. As pessoas grandes louvavam esta severidade. Muitos dos nossos predecessores na vida tinham traçado estas vias dolorosas, por onde éramos obrigados a caminhar, multiplicando os trabalhos e as dores aos filhos de Adão. Encontrei, porém, Senhor, homens que Vos imploravam, e deles aprendi, na medida em que me foi possível, que éreis alguma coisa de grande e que podíeis, apesar de invisível aos sentidos, ouvir-nos e socorrer- nos. Ainda menino, comecei a rezar-Vos como a “meu auxílio e refúgio”, desembaraçando- me das peias da língua para Vos invocar. Embora criança, mas com ardente fervor, pedia-Vos que na escola não fosse açoitado. 22 Quando me não atendíeis — “o que era para meu proveito” —, as pessoas mais velhas e até os meus próprios pais, que, afinal, me não desejavam mal, riam-se dos açoites — o meu maior e mais penoso suplício. Contudo, pecava por negligência, escrevendo, lendo e aprendendo as lições com menos cuidado do que de nós exigiam. Senhor, não era a memória ou a inteligência que me faltavam, pois me dotastes com o suficiente para aquela idade. Mas gostava de jogar, e aqueles que me castigavam procediam de modo idêntico! As ninharias, porém, dos homens chamam-se negócios; e as dos meninos, sendo da mesma natureza, são punidas pelos grandes, sem que ninguém se compadeça da criança, nem do homem, nem de ambos. Santo Agostinho. Confissões. Montecristo Editora. Edição do Kindle, p. 23-24 (com adaptações). Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue os itens a seguir. Infere-se do trecho “Embora criança, mas com ardente fervor” (terceiro parágrafo) a ideia de que não é uma característica comum às crianças rezar fervorosamente. ( ) Certo ( ) Errado 31ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRP - MA / Cargo: Auxiliar Administrativo Texto para o item. 23 Internet:<https://ecoassist.com.br/> (com adaptações). Com base no texto apresentado, julgue o item. Conforme o texto, o lixo eletrônico gera um impacto ambiental principalmente porque materiais como plástico, metais e vidro não se decompõem na natureza. ( ) Certo ( ) Errado 32ª/ Banca: CESGRANRIO / Órgão: Caixa / Cargo: Técnico Bancário 24 BANCO CENTRAL DO BRASIL. Caderno de Educação Financeira – Gestão de Finanças Pessoais. Brasília: BCB, 2013. p. 12. Adaptado. O texto tem o objetivo primordial de a) ensinar a gerir as finanças pessoais de maneira eficaz. b) sensibilizar sobre a importância da educação financeira. c) prevenir quanto aos perigos do acesso facilitado ao crédito. d) alertar para a complexidade maior do mundo financeiro atual. e) sugerir a incorporação do hábito de elaborar orçamento familiar. 25 33ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PRF / Cargo: Policial Rodoviário Federal Texto 1A18-I Nos Estados Unidos da América, no século XIX, a passagem da polícia do sistema de justiça para o de governo da cidade significou também a passagem da noção de caça aos criminosos para a prevenção dos crimes, em um deslocamento do ato para o ator. Como na Europa, a ênfase na prevenção teria representado nova atitude diante do controle social, com o desenvolvimento pela polícia de uma habilidade específica, a de explicar e prevenir o comportamento criminoso. Isso acabou redundando no foco nas “classes perigosas”, ou seja, em setores específicos da sociedade vistos como produtores de comportamento criminoso. Nesse processo, desenvolveram-se os vários campos de saber vinculados aos sistemas de justiça criminal, polícia e prisão, voltadospara a identificação, para a explicação e para a prevenção do comportamento criminoso, agora visto como “desviante”, como a medicina legal, a psiquiatria e, especialmente, a criminologia. Na Europa ocidental, as novas instituições estatais de vigilância deveriam controlar o exercício da força em sociedades em que os níveis de violência física nas relações interpessoais e do Estado com a sociedade estavam em declínio. De acordo com a difundida teoria do processo civilizador, de Norbert Elias, no Ocidente moderno, a agressividade, assim como outras emoções e prazeres, foi domada, “refinada” e “civilizada”. O autor estabelece um contraste entre a violência “franca e desinibida” do período medieval, que não excluía ninguém da vida social e era socialmente permitida e até certo ponto necessária, e o autocontrole e a moderação das emoções que acabaram por se impor na modernidade. A conversão do controle que se exercia por terceiros no autocontrole é relacionada à organização e à estabilização de Estados modernos, nos quais a monopolização da força física em órgãos centrais permitiu a criação de espaços pacificados. Em tais espaços, os indivíduos passaram a ser submetidos a regras e leis mais rigorosas, mas ficaram mais protegidos da irrupção da violência na sua vida, na medida em que as ameaças físicas tornaram-se despersonalizadas e monopolizadas por especialistas. Considerando os sentidos e os aspectos linguísticos do texto 1A18-I, julgue o item que se segue. A coerência e os sentidos do texto seriam mantidos caso fosse suprimido o artigo “os”, no trecho “desenvolveram-se os vários campos de saber”, no último período do primeiro parágrafo. ( ) Certo ( ) Errado 34ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PRF / Cargo: Policial Rodoviário Federal Texto 1A18-I 26 Nos Estados Unidos da América, no século XIX, a passagem da polícia do sistema de justiça para o de governo da cidade significou também a passagem da noção de caça aos criminosos para a prevenção dos crimes, em um deslocamento do ato para o ator. Como na Europa, a ênfase na prevenção teria representado nova atitude diante do controle social, com o desenvolvimento pela polícia de uma habilidade específica, a de explicar e prevenir o comportamento criminoso. Isso acabou redundando no foco nas “classes perigosas”, ou seja, em setores específicos da sociedade vistos como produtores de comportamento criminoso. Nesse processo, desenvolveram-se os vários campos de saber vinculados aos sistemas de justiça criminal, polícia e prisão, voltados para a identificação, para a explicação e para a prevenção do comportamento criminoso, agora visto como “desviante”, como a medicina legal, a psiquiatria e, especialmente, a criminologia. Na Europa ocidental, as novas instituições estatais de vigilância deveriam controlar o exercício da força em sociedades em que os níveis de violência física nas relações interpessoais e do Estado com a sociedade estavam em declínio. De acordo com a difundida teoria do processo civilizador, de Norbert Elias, no Ocidente moderno, a agressividade, assim como outras emoções e prazeres, foi domada, “refinada” e “civilizada”. O autor estabelece um contraste entre a violência “franca e desinibida” do período medieval, que não excluía ninguém da vida social e era socialmente permitida e até certo ponto necessária, e o autocontrole e a moderação das emoções que acabaram por se impor na modernidade. A conversão do controle que se exercia por terceiros no autocontrole é relacionada à organização e à estabilização de Estados modernos, nos quais a monopolização da força física em órgãos centrais permitiu a criação de espaços pacificados. Em tais espaços, os indivíduos passaram a ser submetidos a regras e leis mais rigorosas, mas ficaram mais protegidos da irrupção da violência na sua vida, na medida em que as ameaças físicas tornaram-se despersonalizadas e monopolizadas por especialistas. Considerando os sentidos e os aspectos linguísticos do texto 1A18-I, julgue o item que se segue. O trecho “A conversão do controle que se exercia por terceiros no autocontrole é relacionada à organização e à estabilização de Estados modernos” poderia ser reescrito da seguinte forma, sem prejuízo para os sentidos e para a correção gramatical do texto: Converter o controle efetuado por terceiros a autocontrole concatena a organização e estabilização dos Estados do mundo moderno. ( ) Certo ( ) Errado 35ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PRF / Cargo: Policial Rodoviário Federal Texto 1A18-I 27 Nos Estados Unidos da América, no século XIX, a passagem da polícia do sistema de justiça para o de governo da cidade significou também a passagem da noção de caça aos criminosos para a prevenção dos crimes, em um deslocamento do ato para o ator. Como na Europa, a ênfase na prevenção teria representado nova atitude diante do controle social, com o desenvolvimento pela polícia de uma habilidade específica, a de explicar e prevenir o comportamento criminoso. Isso acabou redundando no foco nas “classes perigosas”, ou seja, em setores específicos da sociedade vistos como produtores de comportamento criminoso. Nesse processo, desenvolveram-se os vários campos de saber vinculados aos sistemas de justiça criminal, polícia e prisão, voltados para a identificação, para a explicação e para a prevenção do comportamento criminoso, agora visto como “desviante”, como a medicina legal, a psiquiatria e, especialmente, a criminologia. Na Europa ocidental, as novas instituições estatais de vigilância deveriam controlar o exercício da força em sociedades em que os níveis de violência física nas relações interpessoais e do Estado com a sociedade estavam em declínio. De acordo com a difundida teoria do processo civilizador, de Norbert Elias, no Ocidente moderno, a agressividade, assim como outras emoções e prazeres, foi domada, “refinada” e “civilizada”. O autor estabelece um contraste entre a violência “franca e desinibida” do período medieval, que não excluía ninguém da vida social e era socialmente permitida e até certo ponto necessária, e o autocontrole e a moderação das emoções que acabaram por se impor na modernidade. A conversão do controle que se exercia por terceiros no autocontrole é relacionada à organização e à estabilização de Estados modernos, nos quais a monopolização da força física em órgãos centrais permitiu a criação de espaços pacificados. Em tais espaços, os indivíduos passaram a ser submetidos a regras e leis mais rigorosas, mas ficaram mais protegidos da irrupção da violência na sua vida, na medida em que as ameaças físicas tornaram-se despersonalizadas e monopolizadas por especialistas. Considerando os sentidos e os aspectos linguísticos do texto 1A18-I, julgue o item que se segue. A correção gramatical do último período do texto seria mantida, embora seu sentido original fosse prejudicado, se a locução “na medida em que” fosse substituída por à medida que e a vírgula empregada logo após “vida” fosse suprimida. ( ) Certo ( ) Errado 36ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PRF / Cargo: Policial Rodoviário Federal Texto 1A18-I Nos Estados Unidos da América, no século XIX, a passagem da polícia do sistema de justiça para o de governo da cidade significou também a passagem da noção de caça aos criminosos para a prevenção dos crimes, em um deslocamento do ato para o ator. Como na Europa, a ênfase na prevenção teria representado nova atitude diante do controle social, com o desenvolvimento pela polícia de uma habilidade específica, a de 28 explicar e prevenir o comportamento criminoso. Isso acabou redundando no foco nas “classes perigosas”, ou seja, em setores específicos da sociedade vistos como produtores de comportamento criminoso. Nesse processo, desenvolveram-se os vários campos de saber vinculados aos sistemas de justiça criminal, polícia e prisão, voltados para a identificação, para a explicação e para a prevenção do comportamento criminoso, agora vistocomo “desviante”, como a medicina legal, a psiquiatria e, especialmente, a criminologia. Na Europa ocidental, as novas instituições estatais de vigilância deveriam controlar o exercício da força em sociedades em que os níveis de violência física nas relações interpessoais e do Estado com a sociedade estavam em declínio. De acordo com a difundida teoria do processo civilizador, de Norbert Elias, no Ocidente moderno, a agressividade, assim como outras emoções e prazeres, foi domada, “refinada” e “civilizada”. O autor estabelece um contraste entre a violência “franca e desinibida” do período medieval, que não excluía ninguém da vida social e era socialmente permitida e até certo ponto necessária, e o autocontrole e a moderação das emoções que acabaram por se impor na modernidade. A conversão do controle que se exercia por terceiros no autocontrole é relacionada à organização e à estabilização de Estados modernos, nos quais a monopolização da força física em órgãos centrais permitiu a criação de espaços pacificados. Em tais espaços, os indivíduos passaram a ser submetidos a regras e leis mais rigorosas, mas ficaram mais protegidos da irrupção da violência na sua vida, na medida em que as ameaças físicas tornaram-se despersonalizadas e monopolizadas por especialistas. Considerando os sentidos e os aspectos linguísticos do texto 1A18-I, julgue o item que se segue. O emprego do vocábulo “irrupção”, no último período do texto, indica que a violência atingia os indivíduos de forma súbita. ( ) Certo ( ) Errado 37ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PRF / Cargo: Policial Rodoviário Federal Texto 1A18-I Nos Estados Unidos da América, no século XIX, a passagem da polícia do sistema de justiça para o de governo da cidade significou também a passagem da noção de caça aos criminosos para a prevenção dos crimes, em um deslocamento do ato para o ator. Como na Europa, a ênfase na prevenção teria representado nova atitude diante do controle social, com o desenvolvimento pela polícia de uma habilidade específica, a de explicar e prevenir o comportamento criminoso. Isso acabou redundando no foco nas “classes perigosas”, ou seja, em setores específicos da sociedade vistos como produtores de comportamento criminoso. Nesse processo, desenvolveram-se os vários campos de saber vinculados aos sistemas de justiça criminal, polícia e prisão, voltados para a identificação, para a explicação e para a prevenção do comportamento 29 criminoso, agora visto como “desviante”, como a medicina legal, a psiquiatria e, especialmente, a criminologia. Na Europa ocidental, as novas instituições estatais de vigilância deveriam controlar o exercício da força em sociedades em que os níveis de violência física nas relações interpessoais e do Estado com a sociedade estavam em declínio. De acordo com a difundida teoria do processo civilizador, de Norbert Elias, no Ocidente moderno, a agressividade, assim como outras emoções e prazeres, foi domada, “refinada” e “civilizada”. O autor estabelece um contraste entre a violência “franca e desinibida” do período medieval, que não excluía ninguém da vida social e era socialmente permitida e até certo ponto necessária, e o autocontrole e a moderação das emoções que acabaram por se impor na modernidade. A conversão do controle que se exercia por terceiros no autocontrole é relacionada à organização e à estabilização de Estados modernos, nos quais a monopolização da força física em órgãos centrais permitiu a criação de espaços pacificados. Em tais espaços, os indivíduos passaram a ser submetidos a regras e leis mais rigorosas, mas ficaram mais protegidos da irrupção da violência na sua vida, na medida em que as ameaças físicas tornaram-se despersonalizadas e monopolizadas por especialistas. Considerando os sentidos e os aspectos linguísticos do texto 1A18-I, julgue o item que se segue. Infere-se do segundo parágrafo do texto que a agressividade humana passou por um processo de transformação gradativo de perda de aspectos primitivos e animalescos. ( ) Certo ( ) Errado 38ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PRF / Cargo: Policial Rodoviário Federal Texto 1A18-I Nos Estados Unidos da América, no século XIX, a passagem da polícia do sistema de justiça para o de governo da cidade significou também a passagem da noção de caça aos criminosos para a prevenção dos crimes, em um deslocamento do ato para o ator. Como na Europa, a ênfase na prevenção teria representado nova atitude diante do controle social, com o desenvolvimento pela polícia de uma habilidade específica, a de explicar e prevenir o comportamento criminoso. Isso acabou redundando no foco nas “classes perigosas”, ou seja, em setores específicos da sociedade vistos como produtores de comportamento criminoso. Nesse processo, desenvolveram-se os vários campos de saber vinculados aos sistemas de justiça criminal, polícia e prisão, voltados para a identificação, para a explicação e para a prevenção do comportamento criminoso, agora visto como “desviante”, como a medicina legal, a psiquiatria e, especialmente, a criminologia. Na Europa ocidental, as novas instituições estatais de vigilância deveriam controlar o exercício da força em sociedades em que os níveis de violência física nas relações interpessoais e do Estado com a sociedade estavam em declínio. De acordo com a difundida teoria do processo civilizador, de Norbert Elias, no Ocidente moderno, a 30 agressividade, assim como outras emoções e prazeres, foi domada, “refinada” e “civilizada”. O autor estabelece um contraste entre a violência “franca e desinibida” do período medieval, que não excluía ninguém da vida social e era socialmente permitida e até certo ponto necessária, e o autocontrole e a moderação das emoções que acabaram por se impor na modernidade. A conversão do controle que se exercia por terceiros no autocontrole é relacionada à organização e à estabilização de Estados modernos, nos quais a monopolização da força física em órgãos centrais permitiu a criação de espaços pacificados. Em tais espaços, os indivíduos passaram a ser submetidos a regras e leis mais rigorosas, mas ficaram mais protegidos da irrupção da violência na sua vida, na medida em que as ameaças físicas tornaram-se despersonalizadas e monopolizadas por especialistas. Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto 1A18-I precedente, julgue o item a seguir. Conclui-se do texto que o monopólio da violência legítima pelo Estado deveu-se à necessidade de reação aos índices insustentáveis de violência física entre os indivíduos. ( ) Certo ( ) Errado 39ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PRF / Cargo: Policial Rodoviário Federal Texto 1A18-I Nos Estados Unidos da América, no século XIX, a passagem da polícia do sistema de justiça para o de governo da cidade significou também a passagem da noção de caça aos criminosos para a prevenção dos crimes, em um deslocamento do ato para o ator. Como na Europa, a ênfase na prevenção teria representado nova atitude diante do controle social, com o desenvolvimento pela polícia de uma habilidade específica, a de explicar e prevenir o comportamento criminoso. Isso acabou redundando no foco nas “classes perigosas”, ou seja, em setores específicos da sociedade vistos como produtores de comportamento criminoso. Nesse processo, desenvolveram-se os vários campos de saber vinculados aos sistemas de justiça criminal, polícia e prisão, voltados para a identificação, para a explicação e para a prevenção do comportamento criminoso, agora visto como “desviante”, como a medicina legal, a psiquiatria e, especialmente, a criminologia. Na Europa ocidental, as novas instituições estatais de vigilância deveriam controlar o exercício da força em sociedades em que os níveis de violência física nas relações interpessoais e do Estado com a sociedade estavam em declínio. De acordo com a difundida teoria do processo civilizador, de Norbert Elias, no Ocidente moderno, a agressividade,assim como outras emoções e prazeres, foi domada, “refinada” e “civilizada”. O autor estabelece um contraste entre a violência “franca e desinibida” do período medieval, que não excluía ninguém da vida social e era socialmente permitida e até certo ponto necessária, e o autocontrole e a moderação das emoções que acabaram por se impor na modernidade. A conversão do controle que se exercia por 31 terceiros no autocontrole é relacionada à organização e à estabilização de Estados modernos, nos quais a monopolização da força física em órgãos centrais permitiu a criação de espaços pacificados. Em tais espaços, os indivíduos passaram a ser submetidos a regras e leis mais rigorosas, mas ficaram mais protegidos da irrupção da violência na sua vida, na medida em que as ameaças físicas tornaram-se despersonalizadas e monopolizadas por especialistas. Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto 1A18-I precedente, julgue o item a seguir. Depreende-se do segundo parágrafo do texto que a violência na era medieval era comum e socialmente aceita. ( ) Certo ( ) Errado 40ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: CODEVASF / Cargo: Analista em Desenvolvimento Regional A história da irrigação se confunde, na maioria das vezes, com a história da agricultura e da prosperidade econômica de inúmeros povos. Muitas civilizações antigas se originaram assim, em regiões áridas, onde a produção só era possível com o uso da irrigação. O Brasil, dotado de grandes áreas agricultáveis localizadas em regiões úmidas, não se baseou, no passado, na irrigação, embora haja registro de que, já em 1589, os jesuítas praticavam a técnica na antiga Fazenda Santa Cruz, no estado do Rio de Janeiro. Também na região mais seca do Nordeste e nos estados de Minas Gerais e São Paulo, era utilizada em culturas de cana-de-açúcar, batatinha, pomares e hortas. Em cafezais, seu emprego iniciou-se na década de 50 do século passado, com a utilização da aspersão, que se mostrou particularmente interessante, especialmente nas terras roxas do estado de São Paulo. A irrigação, de caráter suplementar às chuvas, tem sido aplicada na região Centro- Oeste do país, especialmente em culturas perenes. Embora a região central do Brasil apresente boas médias anuais de precipitação pluviométrica, sua distribuição anual (concentrada no verão, sujeita a veranicos e escassa ou completamente ausente no inverno) permite, apenas, a prática de culturas anuais (arroz, milho, soja etc.), as quais podem se desenvolver no período chuvoso e encontrar no solo um suprimento adequado de água. Já as culturas mais perenes (como café, citrus, cana-de-açúcar e pastagem) atravessam, no período seco, fases de sensível deficiência de água, pela limitada capacidade de armazenamento no solo, o que interrompe o desenvolvimento vegetativo e acarreta colheitas menores ou nulas. A vantagem e a principal justificativa econômica da irrigação suplementar estão na garantia de safra, a despeito da incerteza das chuvas. Na região Nordeste, a irrigação foi introduzida pelo governo federal e aparece vinculada ao abastecimento de água no Semiárido e a planos de desenvolvimento do vale do São Francisco. Ali, a irrigação é vista como importante medida para amenizar 32 os problemas advindos das secas periódicas, que acarretam sérias consequências econômicas e sociais. No contexto das estratégias nacionais de desenvolvimento, um programa de irrigação pode contribuir para o equacionamento de um amplo conjunto de problemas estruturais. Com relação à geração de empregos diretos, a agricultura irrigada nordestina é mais intensiva do que nas outras regiões do país. Na região semiárida, em especial no vale do São Francisco, a irrigação tem destacado papel a cumprir, como, aliás, já ocorre em importantes polos agroindustriais da região Nordeste. A irrigação constitui-se em uma das mais importantes tecnologias para o aumento da produtividade agrícola. Aliada a ela, uma série de práticas agronômicas deve ser devidamente considerada. No que se refere aos aspectos linguísticos e às ideias do texto apresentado, julgue o item que se segue. Infere-se do texto que a escassez de chuvas na região central do Brasil não permite a prática de culturas anuais sem o uso de tecnologias de irrigação. ( ) Certo ( ) Errado 41ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: CODEVASF / Cargo: Analista em Desenvolvimento Regional A história da irrigação se confunde, na maioria das vezes, com a história da agricultura e da prosperidade econômica de inúmeros povos. Muitas civilizações antigas se originaram assim, em regiões áridas, onde a produção só era possível com o uso da irrigação. O Brasil, dotado de grandes áreas agricultáveis localizadas em regiões úmidas, não se baseou, no passado, na irrigação, embora haja registro de que, já em 1589, os jesuítas praticavam a técnica na antiga Fazenda Santa Cruz, no estado do Rio de Janeiro. Também na região mais seca do Nordeste e nos estados de Minas Gerais e São Paulo, era utilizada em culturas de cana-de-açúcar, batatinha, pomares e hortas. Em cafezais, seu emprego iniciou-se na década de 50 do século passado, com a utilização da aspersão, que se mostrou particularmente interessante, especialmente nas terras roxas do estado de São Paulo. A irrigação, de caráter suplementar às chuvas, tem sido aplicada na região Centro- Oeste do país, especialmente em culturas perenes. Embora a região central do Brasil apresente boas médias anuais de precipitação pluviométrica, sua distribuição anual (concentrada no verão, sujeita a veranicos e escassa ou completamente ausente no inverno) permite, apenas, a prática de culturas anuais (arroz, milho, soja etc.), as quais podem se desenvolver no período chuvoso e encontrar no solo um suprimento adequado de água. Já as culturas mais perenes (como café, citrus, cana-de-açúcar e pastagem) atravessam, no período seco, fases de sensível deficiência de água, pela limitada 33 capacidade de armazenamento no solo, o que interrompe o desenvolvimento vegetativo e acarreta colheitas menores ou nulas. A vantagem e a principal justificativa econômica da irrigação suplementar estão na garantia de safra, a despeito da incerteza das chuvas. Na região Nordeste, a irrigação foi introduzida pelo governo federal e aparece vinculada ao abastecimento de água no Semiárido e a planos de desenvolvimento do vale do São Francisco. Ali, a irrigação é vista como importante medida para amenizar os problemas advindos das secas periódicas, que acarretam sérias consequências econômicas e sociais. No contexto das estratégias nacionais de desenvolvimento, um programa de irrigação pode contribuir para o equacionamento de um amplo conjunto de problemas estruturais. Com relação à geração de empregos diretos, a agricultura irrigada nordestina é mais intensiva do que nas outras regiões do país. Na região semiárida, em especial no vale do São Francisco, a irrigação tem destacado papel a cumprir, como, aliás, já ocorre em importantes polos agroindustriais da região Nordeste. A irrigação constitui-se em uma das mais importantes tecnologias para o aumento da produtividade agrícola. Aliada a ela, uma série de práticas agronômicas deve ser devidamente considerada. No que se refere aos aspectos linguísticos e às ideias do texto apresentado, julgue o item que se segue. De acordo com o texto, a irrigação constitui uma das mais importantes tecnologias para o aumento da produtividade agrícola, especialmente no cultivo de culturas perenes. ( ) Certo ( ) Errado 42ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: CODEVASF / Cargo: Analista em Desenvolvimento Regional A história da irrigação se confunde, na maioria das vezes, com a história da agricultura e da prosperidade econômica de inúmeros povos. Muitas civilizações antigas se originaram assim, em regiões áridas, onde a produção só era possível com o uso da irrigação. O Brasil,dotado de grandes áreas agricultáveis localizadas em regiões úmidas, não se baseou, no passado, na irrigação, embora haja registro de que, já em 1589, os jesuítas praticavam a técnica na antiga Fazenda Santa Cruz, no estado do Rio de Janeiro. Também na região mais seca do Nordeste e nos estados de Minas Gerais e São Paulo, era utilizada em culturas de cana-de-açúcar, batatinha, pomares e hortas. Em cafezais, seu emprego iniciou-se na década de 50 do século passado, com a utilização da aspersão, que se mostrou particularmente interessante, especialmente nas terras roxas do estado de São Paulo. A irrigação, de caráter suplementar às chuvas, tem sido aplicada na região Centro- Oeste do país, especialmente em culturas perenes. 34 Embora a região central do Brasil apresente boas médias anuais de precipitação pluviométrica, sua distribuição anual (concentrada no verão, sujeita a veranicos e escassa ou completamente ausente no inverno) permite, apenas, a prática de culturas anuais (arroz, milho, soja etc.), as quais podem se desenvolver no período chuvoso e encontrar no solo um suprimento adequado de água. Já as culturas mais perenes (como café, citrus, cana-de-açúcar e pastagem) atravessam, no período seco, fases de sensível deficiência de água, pela limitada capacidade de armazenamento no solo, o que interrompe o desenvolvimento vegetativo e acarreta colheitas menores ou nulas. A vantagem e a principal justificativa econômica da irrigação suplementar estão na garantia de safra, a despeito da incerteza das chuvas. Na região Nordeste, a irrigação foi introduzida pelo governo federal e aparece vinculada ao abastecimento de água no Semiárido e a planos de desenvolvimento do vale do São Francisco. Ali, a irrigação é vista como importante medida para amenizar os problemas advindos das secas periódicas, que acarretam sérias consequências econômicas e sociais. No contexto das estratégias nacionais de desenvolvimento, um programa de irrigação pode contribuir para o equacionamento de um amplo conjunto de problemas estruturais. Com relação à geração de empregos diretos, a agricultura irrigada nordestina é mais intensiva do que nas outras regiões do país. Na região semiárida, em especial no vale do São Francisco, a irrigação tem destacado papel a cumprir, como, aliás, já ocorre em importantes polos agroindustriais da região Nordeste. A irrigação constitui-se em uma das mais importantes tecnologias para o aumento da produtividade agrícola. Aliada a ela, uma série de práticas agronômicas deve ser devidamente considerada. No que se refere aos aspectos linguísticos e às ideias do texto apresentado, julgue o item que se segue. No último parágrafo do texto, o pronome “ela”, em “Aliada a ela”, refere-se à expressão “produtividade agrícola”. ( ) Certo ( ) Errado 43ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: IBGE / Cargo: Agente de Pesquisas e Mapeamento Texto 1A2-II Quando a covid-19 começou a se espalhar pelo Brasil em março de 2020 e exigiu a adoção de medidas mais restritivas, especialistas em saúde mental passaram a usar o termo “quarta onda” para se referir à avalanche de novos casos de depressão, ansiedade e outros transtornos psiquiátricos que viriam pela frente. Mas, contrariando todas as expectativas, os primeiros 12 meses pandêmicos não resultaram em mais diagnósticos dessas doenças: estudos publicados em março de 35 2021 indicam que os números de indivíduos acometidos tiveram até uma ligeira subida no início da crise, mas depois eles se mantiveram estáveis dali em diante. Outros achados recentes também apontam que políticas mais extremas como o lockdown, adotadas em vários países e tão necessárias para achatar as curvas de contágio e evitar o colapso dos sistemas de saúde, não resultaram numa piora do bem- estar nem no aumento dos casos de suicídio. O que as pesquisas mais recentes nos apontam é que, ao menos em 2020, aquela “quarta onda” de transtornos mentais que era prevista pelos especialistas não aconteceu na prática graças à resiliência do ser humano e a despeito de uma piora na qualidade de vida e de um esperado aumento de sentimentos como tristeza, frustração, raiva e nervosismo. Em todo caso, é preciso destacar que alguns grupos foram mais atingidos que outros, como é o caso dos profissionais da saúde e das mulheres, que precisaram lidar com a sobrecarga de trabalho. No segundo parágrafo do texto 1A2-II, o pronome “eles” faz referência a a) “os primeiros 12 meses pandêmicos”. b) “diagnósticos dessas doenças”. c) “estudos publicados em março de 2021”. d) “números de indivíduos acometidos”. e) “indivíduos acometidos”. 44ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: IBGE / Cargo: Agente de Pesquisas e Mapeamento Texto 1A2-II Quando a covid-19 começou a se espalhar pelo Brasil em março de 2020 e exigiu a adoção de medidas mais restritivas, especialistas em saúde mental passaram a usar o termo “quarta onda” para se referir à avalanche de novos casos de depressão, ansiedade e outros transtornos psiquiátricos que viriam pela frente. Mas, contrariando todas as expectativas, os primeiros 12 meses pandêmicos não resultaram em mais diagnósticos dessas doenças: estudos publicados em março de 2021 indicam que os números de indivíduos acometidos tiveram até uma ligeira subida no início da crise, mas depois eles se mantiveram estáveis dali em diante. Outros achados recentes também apontam que políticas mais extremas como o lockdown, adotadas em vários países e tão necessárias para achatar as curvas de contágio e evitar o colapso dos sistemas de saúde, não resultaram numa piora do bem- estar nem no aumento dos casos de suicídio. O que as pesquisas mais recentes nos apontam é que, ao menos em 2020, aquela “quarta onda” de transtornos mentais que era prevista pelos especialistas não 36 aconteceu na prática graças à resiliência do ser humano e a despeito de uma piora na qualidade de vida e de um esperado aumento de sentimentos como tristeza, frustração, raiva e nervosismo. Em todo caso, é preciso destacar que alguns grupos foram mais atingidos que outros, como é o caso dos profissionais da saúde e das mulheres, que precisaram lidar com a sobrecarga de trabalho. De acordo com o texto 1A2-II, as mulheres e os profissionais de saúde a) devem ser acompanhados por profissionais da área da saúde para não desenvolverem transtornos mentais sérios em razão da pandemia. b) fazem parte dos grupos mais atingidos pela pandemia em termos de saúde mental. c) são os grupos mais propensos a desenvolver algum tipo de transtorno mental. d) gerenciam melhor sentimentos como tristeza, frustração, raiva e nervosismo. e) são mais resilientes que os demais indivíduos. 45ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: IBGE / Cargo: Agente de Pesquisas e Mapeamento Texto 1A2-II Quando a covid-19 começou a se espalhar pelo Brasil em março de 2020 e exigiu a adoção de medidas mais restritivas, especialistas em saúde mental passaram a usar o termo “quarta onda” para se referir à avalanche de novos casos de depressão, ansiedade e outros transtornos psiquiátricos que viriam pela frente. Mas, contrariando todas as expectativas, os primeiros 12 meses pandêmicos não resultaram em mais diagnósticos dessas doenças: estudos publicados em março de 2021 indicam que os números de indivíduos acometidos tiveram até uma ligeira subida no início da crise, mas depois eles se mantiveram estáveis dali em diante. Outros achados recentes também apontam que políticas mais extremas como o lockdown, adotadas em vários países e tão necessárias para achatar as curvas de contágio e evitar o colapso dos sistemas de saúde, não resultaram numa piora do bem- estar nem no aumento dos casos de suicídio. O que as pesquisas mais recentes nos apontam é que, ao menos em 2020, aquela “quarta onda” de transtornos mentais que era prevista pelos especialistas não aconteceu na prática graças à resiliênciado ser humano e a despeito de uma piora na qualidade de vida e de um esperado aumento de sentimentos como tristeza, frustração, raiva e nervosismo. Em todo caso, é preciso destacar que alguns grupos foram mais atingidos que outros, como é o caso dos profissionais da saúde e das mulheres, que precisaram lidar com a sobrecarga de trabalho. 37 Segundo o texto 1A2-II, a ‘quarta onda’ refere-se a) ao quarto aumento seguido do número de casos de coronavírus no Brasil. b) aos problemas mentais que vêm acarretando o suicídio desde o início da pandemia. c) aos novos casos de depressão, ansiedade e outros transtornos psiquiátricos decorrentes da pandemia de coronavírus. d) à piora na qualidade de vida e ao aumento de sentimentos como tristeza, frustração, raiva e nervosismo durante a pandemia. e) aos casos de depressão, ansiedade e outros transtornos psiquiátricos característicos do modo de vida do século XXI. 46ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: IBGE / Cargo: Agente de Pesquisas e Mapeamento Texto 1A2-I A revista The Lancet publicou no dia 14 de julho de 2020 um artigo em que apresenta novas projeções para a população mundial e para os diversos países. Os pesquisadores do Instituto de Métricas e Avaliação de Saúde da Universidade de Washington (IHME, na sigla em inglês) sugerem números para a população humana do planeta em 2100 que são menores do que o cenário médio apresentado em 2019 pela Divisão de População da ONU (que é a referência maior nesta área de projeções demográficas). Segundo o artigo, o maior nível educacional das mulheres e o maior acesso aos métodos contraceptivos acelerarão a redução das taxas de fecundidade, gerando um crescimento demográfico global mais lento. Se este cenário acontecer de fato, será um motivo de comemoração, pois a redução do ritmo de crescimento demográfico não aconteceria pelo lado da mortalidade, mas sim pelo lado da natalidade e, principalmente, em decorrência do empoderamento das mulheres, da universalização dos direitos sexuais e reprodutivos e do aumento do bem-estar geral dos cidadãos e das cidadãs da comunidade internacional. De modo geral, a imprensa tratou as novas projeções como uma grande novidade, dizendo que a população mundial não ultrapassará 10 bilhões de pessoas até o final do século e que, no caso do Brasil, a população apresentará uma queda de 50 milhões de pessoas na segunda metade do corrente século. Na verdade, isto não é totalmente novidade, pois a possibilidade de uma população bem abaixo de 10 bilhões de pessoas já era prevista. Diante das incertezas, normalmente, elaboram-se cenários para o futuro com amplo leque de variação. A Divisão de População da ONU, por exemplo, tem vários números para o montante de habitantes em 2100, que variam entre 7 bilhões e 16 bilhões. 38 De acordo com o texto 1A2-I, o possível crescimento demográfico global mais lento representaria a) um efeito positivo do empoderamento das mulheres, da universalização dos direitos sexuais e reprodutivos e do aumento do bem-estar geral dos cidadãos e das cidadãs da comunidade internacional. b) um efeito negativo do empoderamento das mulheres, da universalização dos direitos sexuais e reprodutivos e do aumento do bem-estar geral dos cidadãos e das cidadãs da comunidade internacional. c) um efeito positivo já há muito esperado pelos governantes dos países mais populosos do mundo, dada a dificuldade de combate à extrema pobreza nesses locais. d) um efeito negativo gerado pela capacidade cada vez mais prejudicada do ser humano de se reproduzir, dados os problemas de saúde que a humanidade vem enfrentando. e) um efeito positivo decorrente do movimento feminista em todo o mundo, que promoveu o empoderamento das mulheres. 47ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: IBGE / Cargo: Agente de Pesquisas e Mapeamento Texto 1A1-I Estou escrevendo um livro sobre a guerra... Eu, que nunca gostei de ler livros de guerra, ainda que, durante minha infância e juventude, essa fosse a leitura preferida de todo mundo. De todo mundo da minha idade. E isso não surpreende — éramos filhos da Vitória. Filhos dos vencedores. Em nossa família, meu avô, pai da minha mãe, morreu no front; minha avó, mãe do meu pai, morreu de tifo; de seus três filhos, dois serviram no Exército e desapareceram nos primeiros meses da guerra, só um voltou. Meu pai. Não sabíamos como era o mundo sem guerra, o mundo da guerra era o único que conhecíamos, e as pessoas da guerra eram as únicas que conhecíamos. Até agora não conheço outro mundo, outras pessoas. Por acaso existiram em algum momento? A vila de minha infância depois da guerra era feminina. Das mulheres. Não me lembro de vozes masculinas. Tanto que isso ficou comigo: quem conta a guerra são as mulheres. Choram. Cantam enquanto choram. Na biblioteca da escola, metade dos livros era sobre a guerra. Tanto na biblioteca rural quanto na do distrito, onde meu pai sempre ia pegar livros. Agora, tenho uma resposta, um porquê. Como ia ser por acaso? Estávamos o tempo todo em guerra ou nos preparando para ela. E rememorando como combatíamos. Nunca tínhamos vivido de outra forma, talvez nem saibamos como fazer isso. Não imaginamos outro modo de viver, teremos que passar um tempo aprendendo. 39 Por muito tempo fui uma pessoa dos livros: a realidade me assustava e atraía. Desse desconhecimento da vida surgiu uma coragem. Agora penso: se eu fosse uma pessoa mais ligada à realidade, teria sido capaz de me lançar nesse abismo? De onde veio tudo isso: do desconhecimento? Ou foi uma intuição do caminho? Pois a intuição do caminho existe... Passei muito tempo procurando... Com que palavras seria possível transmitir o que escuto? Procurava um gênero que respondesse à forma como vejo o mundo, como se estruturam meus olhos, meus ouvidos. Uma vez, veio parar em minhas mãos o livro Eu venho de uma vila em chamas. Tinha uma forma incomum: um romance constituído a partir de vozes da própria vida, do que eu escutara na infância, do que agora se escuta na rua, em casa, no café. É isso! O círculo se fechou. Achei o que estava procurando. O que estava pressentindo. O texto 1A1-I é predominantemente a) narrativo. b) descritivo. c) dissertativo. d) argumentativo. e) expositivo. 48ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: IBGE / Cargo: Agente de Pesquisas e Mapeamento Texto 1A1-I Estou escrevendo um livro sobre a guerra... Eu, que nunca gostei de ler livros de guerra, ainda que, durante minha infância e juventude, essa fosse a leitura preferida de todo mundo. De todo mundo da minha idade. E isso não surpreende — éramos filhos da Vitória. Filhos dos vencedores. Em nossa família, meu avô, pai da minha mãe, morreu no front; minha avó, mãe do meu pai, morreu de tifo; de seus três filhos, dois serviram no Exército e desapareceram nos primeiros meses da guerra, só um voltou. Meu pai. Não sabíamos como era o mundo sem guerra, o mundo da guerra era o único que conhecíamos, e as pessoas da guerra eram as únicas que conhecíamos. Até agora não conheço outro mundo, outras pessoas. Por acaso existiram em algum momento? A vila de minha infância depois da guerra era feminina. Das mulheres. Não me lembro de vozes masculinas. Tanto que isso ficou comigo: quem conta a guerra são as mulheres. Choram. Cantam enquanto choram. Na biblioteca da escola, metade dos livros era sobre a guerra. Tanto na biblioteca rural quanto na do distrito, onde meu pai sempre ia pegar livros. Agora, tenho uma resposta, um porquê. Como ia ser por acaso? Estávamos o tempo todo em guerra ou nos preparando para ela. E rememorando como combatíamos. Nunca tínhamos vivido 40 de outra forma, talvez nem saibamos como fazer isso. Não imaginamos outro modo de viver, teremos que passar um tempo aprendendo. Por muito tempo fui uma pessoa dos livros: a realidade me assustava e atraía. Desse desconhecimento da vida surgiu uma coragem. Agorapenso: se eu fosse uma pessoa mais ligada à realidade, teria sido capaz de me lançar nesse abismo? De onde veio tudo isso: do desconhecimento? Ou foi uma intuição do caminho? Pois a intuição do caminho existe... Passei muito tempo procurando... Com que palavras seria possível transmitir o que escuto? Procurava um gênero que respondesse à forma como vejo o mundo, como se estruturam meus olhos, meus ouvidos. Uma vez, veio parar em minhas mãos o livro Eu venho de uma vila em chamas. Tinha uma forma incomum: um romance constituído a partir de vozes da própria vida, do que eu escutara na infância, do que agora se escuta na rua, em casa, no café. É isso! O círculo se fechou. Achei o que estava procurando. O que estava pressentindo. Infere-se do texto 1A1-I que a) a vila da infância da escritora era feminina porque todos os homens morreram lutando na guerra. b) o pai da escritora contava para ela as histórias que viveu na guerra. c) as mulheres da vila, embora fossem tristes, cantavam músicas para se distrair. d) a escritora desejava, desde criança, viver em um mundo onde não havia guerra. e) o país da escritora venceu a referida guerra, ainda que muitos dos homens da sua família tenham morrido. 49ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: IBGE / Cargo: Agente de Pesquisas e Mapeamento Texto 1A1-I Estou escrevendo um livro sobre a guerra... Eu, que nunca gostei de ler livros de guerra, ainda que, durante minha infância e juventude, essa fosse a leitura preferida de todo mundo. De todo mundo da minha idade. E isso não surpreende — éramos filhos da Vitória. Filhos dos vencedores. Em nossa família, meu avô, pai da minha mãe, morreu no front; minha avó, mãe do meu pai, morreu de tifo; de seus três filhos, dois serviram no Exército e desapareceram nos primeiros meses da guerra, só um voltou. Meu pai. Não sabíamos como era o mundo sem guerra, o mundo da guerra era o único que conhecíamos, e as pessoas da guerra eram as únicas que conhecíamos. Até agora não conheço outro mundo, outras pessoas. Por acaso existiram em algum momento? A vila de minha infância depois da guerra era feminina. Das mulheres. Não me lembro de vozes masculinas. Tanto que isso ficou comigo: quem conta a guerra são as mulheres. Choram. Cantam enquanto choram. 41 Na biblioteca da escola, metade dos livros era sobre a guerra. Tanto na biblioteca rural quanto na do distrito, onde meu pai sempre ia pegar livros. Agora, tenho uma resposta, um porquê. Como ia ser por acaso? Estávamos o tempo todo em guerra ou nos preparando para ela. E rememorando como combatíamos. Nunca tínhamos vivido de outra forma, talvez nem saibamos como fazer isso. Não imaginamos outro modo de viver, teremos que passar um tempo aprendendo. Por muito tempo fui uma pessoa dos livros: a realidade me assustava e atraía. Desse desconhecimento da vida surgiu uma coragem. Agora penso: se eu fosse uma pessoa mais ligada à realidade, teria sido capaz de me lançar nesse abismo? De onde veio tudo isso: do desconhecimento? Ou foi uma intuição do caminho? Pois a intuição do caminho existe... Passei muito tempo procurando... Com que palavras seria possível transmitir o que escuto? Procurava um gênero que respondesse à forma como vejo o mundo, como se estruturam meus olhos, meus ouvidos. Uma vez, veio parar em minhas mãos o livro Eu venho de uma vila em chamas. Tinha uma forma incomum: um romance constituído a partir de vozes da própria vida, do que eu escutara na infância, do que agora se escuta na rua, em casa, no café. É isso! O círculo se fechou. Achei o que estava procurando. O que estava pressentindo. Depreende-se do texto 1A1-I que um dos motivos que levou à escrita desse livro foi o fato de que a) a pessoa que o escreveu nunca gostou de livros sobre guerra b) a pessoa que o escreveu desejava contar ao mundo os horrores de uma guerra. c) a leitura sobre guerra era a preferida de todo mundo daquela época. d) o mundo da guerra era o único que a pessoa que o escreveu conhecia. e) por acaso, a realidade do mundo à época era a da guerra. 50ª/ Banca: CESPE - CEBRASPE / Órgão: IBGE / Cargo: Supervisor de Coleta e Qualidade O termo “dado de pesquisa” tem uma amplitude de significados que vão se transformando de acordo com domínios científicos específicos, objetos de pesquisas, metodologias de geração e coleta de dados e muitas outras variáveis. Pode ser o resultado de um experimento realizado em um ambiente controlado de laboratório, um estudo empírico na área de ciências sociais ou a observação de um fenômeno cultural ou da erupção de um vulcão em um determinado momento e lugar. Dados digitais de pesquisa ocorrem na forma de diferentes tipos de dados, como números, figuras, vídeos, softwares; com diferentes níveis de agregação e de processamento, como dados crus ou primários, dados intermediários e dados processados e integrados; e em diferentes formatos de arquivos e mídias. Essa diversidade, que vai sendo delineada pelas especificidades de cada disciplina, suas condicionantes 42 metodológicas, protocolos, workflows e seus objetivos, se torna um desafio — pelo alto grau de contextualização necessário — para o pesquisador na sua tarefa de definir precisamente o que é dado de pesquisa de uma forma transversal aos diversos domínios disciplinares. As definições encontradas nos dicionários e enciclopédias falham em capturar a riqueza e a variedade dos dados no mundo da ciência ou falham em revelar as premissas epistemológicas e ontológicas sobre as quais eles são baseados. Na esfera acadêmica, grande parte das definições são uma enumeração de exemplos: dados são fatos, números, letras e símbolos. Listas de exemplos não são verdadeiramente definições, visto que não estabelecem uma clara fronteira entre o que inclui e o que não inclui o conceito. De acordo com o texto 1A1-I, a) a noção de ‘dado de pesquisa’ é relativa e varia conforme os domínios do conhecimento. b) a variação nos tipos de dados de pesquisa demonstra uma atividade científica intensa e diversificada. c) uma definição unificada para o termo ‘dado de pesquisa’ exige integração entre as diferentes áreas do saber. d) dados são definidos como listas particulares elaboradas pelos pesquisadores em suas respectivas áreas de conhecimento. e) da ausência de uma compreensão precisa do conceito de ‘dado de pesquisa’ em dicionários e em enciclopédias deriva a ideia de que tudo é um dado de pesquisa. 51ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Prefeitura de Barra dos Coqueiros - SE / Cargo: Ajudante de Pedreiro De acordo com o último quadrinho dessa tirinha, os livros podem ajudar as pessoas a a) compreender o estado emocional de outra pessoa e compartilhar desse sentimento. 43 b) ser mais invejosas. c) gostar dos personagens. d) não se preocupar com os sentimentos de outras pessoas. e) ser mais bem-humoradas. 52ª/ Banca: CESPE - CEBRASPE / Órgão: SEED-PR / Cargo: Professor - Língua Portuguesa Texto 5A1-III Chegando ao Brasil em 1500 com nossos descobridores, praticamente só em 1534 foi introduzida a língua portuguesa com início efetivo da colonização, com o regime das capitanias hereditárias. Conclui-se que a língua que chegou ao Brasil pertence à fase de transição entre a arcaica e a moderna, já alicerçada literalmente. No Brasil dessa época, encontraram os descobridores e colonizadores portugueses uma variedade de falares indígenas, no cômputo aproximado de trezentos, hoje reduzidos a cerca de 170, na opinião de um dos seus mais categorizados conhecedores, Aryon Dall’Igna Rodrigues. Grande extensão territorial da nova terra era ocupada pela família Tupi-Guarani, que apresentava pouca diferenciação nas línguas que a integram. Veio depois a contribuição das línguas africanas em suas duas principais correntes para o Brasil: ao Norte, de procedência sudanesa, e ao Sul, de procedência banto; temos, assim, no Norte, na Bahia, a língua nagô ou iorubá; no Sul,no Rio de Janeiro e Minas Gerais, o quimbundo. A pouco e pouco, à medida que se ia impondo, pela cultura dos europeus, o desenvolvimento e o progresso da colônia e do país independente, a língua portuguesa foi predominando sobre a “língua geral” de base indígena e dos falares africanos, a partir da segunda metade do século XVIII. Conforme o texto 5A1-III, a) a língua portuguesa foi introduzida no Brasil em 1500, com a chegada dos descobridores. b) somente a partir da segunda metade do século XVIII é que a língua portuguesa foi predominando sobre a ‘língua geral’ de base indígena e dos falares africanos. c) os descobridores e colonizadores portugueses encontraram no Brasil uma variedade de falares indígenas, no cômputo aproximado de 170. d) a língua portuguesa que chegou ao Brasil pertence à fase moderna, já alicerçada em Portugal. 44 e) grande extensão territorial do Brasil, na época do descobrimento, era ocupada pelas línguas africanas: ao Norte, de procedência sudanesa, e ao Sul, de procedência banto. 45 Classe e emprego de palavras 53ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SERPRO / Cargo: Analista - Especialização: Ciência de Dados Texto CB1A1-I Não estamos opondo máquinas a ecologia, como se as máquinas fossem aquelas coisas que só servem para violentar a Mãe Natureza e violar a harmonia entre o ser humano e a natureza ― uma imagem atribuída à tecnologia desde o fim do século XVIII. Também não estamos seguindo a hipótese de Gaia de que a Terra é um único superorganismo ou uma coletividade de organismos. Em vez disso, gostaria de propor uma reflexão sobre a ecologia das máquinas. Para dar início a essa ecologia das máquinas, precisamos primeiro voltar ao conceito de ecologia. Seu fundamento está na diversidade, já que é apenas com biodiversidade (ou multiespécies que incluam todas as formas de organismos, até mesmo bactérias) que os sistemas ecológicos podem ser conceitualizados. A fim de discutir uma ecologia de máquinas, precisaremos de uma noção diferente e em paralelo com a de biodiversidade ― uma noção a que chamamos tecnodiversidade. A biodiversidade é o correlato da tecnodiversidade, uma vez que sem esta só testemunharemos o desaparecimento de espécies diante de uma racionalidade homogênea. Tomemos como exemplo os pesticidas, que são feitos para matar certa espécie de insetos independentemente de sua localização geográfica, precisamente porque são baseados em análises químicas e biológicas. Sabemos, no entanto, que o uso de um mesmo pesticida pode levar a diversas consequências desastrosas em biomas diferentes. Antes da invenção dessas substâncias, empregavam-se diferentes técnicas para combater os insetos que ameaçavam as colheitas dos produtos agrícolas ― recursos naturais encontrados na região, por exemplo. Ou seja, havia uma tecnodiversidade antes do emprego de pesticidas como solução universal. Os pesticidas aparentam ser mais eficientes a curto prazo, mas hoje é fato bastante consolidado que estávamos o tempo todo olhando para os nossos pés quando pensávamos em um futuro longínquo. Podemos dizer que a tecnodiversidade é, em essência, uma questão de localidade. Localidade não significa necessariamente etnocentrismo ou nacionalismo, mas é aquilo que nos força a repensar o processo de modernização e de globalização e que nos permite refletir sobre a possibilidade de reposicionar as tecnologias modernas. Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o item a seguir. No trecho “gostaria de propor uma reflexão sobre a ecologia das máquinas” (terceiro período), a forma verbal “gostaria” expressa uma incerteza. ( ) Certo ( ) Errado 54ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANM / Cargo: Técnico em Segurança de Barragens 46 Texto CB1A1-I Desde que o almirante Pedro Álvares Cabral oficialmente descobriu a Terra de Santa Cruz, em abril de 1500, o primeiro português a estabelecer uma marca na história mineral do Brasil foi Martim Afonso de Souza. Depois de fundar a pequena vila de São Vicente, no litoral de São Paulo, a primeira base estabelecida na América portuguesa, no ano de 1531, ele tentou descobrir ouro, prata e pedras preciosas antes de sua partida para Lisboa. Esse plano visava confirmar notícias trazidas por quatro homens de sua comitiva sobre a existência de minas abundantes em ouro e prata na região do Rio Paraguai. Sob essa orientação, três expedições foram realizadas, todas em 1531: nas montanhas ao longo da costa do Rio de Janeiro, ao sul do estado de São Paulo e no Rio da Prata, mais ao sul. No entanto, as primeiras iniciativas para descoberta de metais e pedras preciosas em terras brasileiras falharam, devido às dificuldades daquela época. Apesar disso, o desejo de descobrir riquezas minerais se manteve entre os habitantes da nova colônia, estimulados pela corte portuguesa, que oferecia promessas de honra e reconhecimento para aqueles que encontrassem tais riquezas. Durante todo o século XVI, os portugueses usaram recursos financeiros, trabalho, soldados, artesãos de todos os tipos (cortadores, mineiros, construtores e até mesmo engenheiros estrangeiros) nos trabalhos de pesquisa das expedições, sob a supervisão dos governadores. Mas, infelizmente, o que foi encontrado não estava à altura do que foi despendido. Mesmo os mais positivos resultados tiveram pouco significado econômico, tanto em termos de quantidade quanto de teor dos metais. Os depósitos eram, além de pobres, localizados em lugares remotos. Concluindo, quase candidamente, que as descobertas naquele século eram desapontadoras, o governador-geral Diogo de Meneses Sequeira escreveu uma carta ao rei, afirmando que “sua Alteza precisa acreditar que as atuais minas do Brasil são compostas por açúcar e pau-brasil, muito lucrativos e com os quais o Tesouro e sua Alteza não precisam gastar um simples centavo”. A respeito dos sentidos e dos aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o item que se segue. No trecho “construtores e até mesmo engenheiros estrangeiros” (terceiro parágrafo), a expressão “até mesmo” está empregada com o mesmo sentido do advérbio sobretudo. ( ) Certo ( ) Errado 55ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANM / Cargo: Técnico em Segurança de Barragens Texto CB1A1-I 47 Desde que o almirante Pedro Álvares Cabral oficialmente descobriu a Terra de Santa Cruz, em abril de 1500, o primeiro português a estabelecer uma marca na história mineral do Brasil foi Martim Afonso de Souza. Depois de fundar a pequena vila de São Vicente, no litoral de São Paulo, a primeira base estabelecida na América portuguesa, no ano de 1531, ele tentou descobrir ouro, prata e pedras preciosas antes de sua partida para Lisboa. Esse plano visava confirmar notícias trazidas por quatro homens de sua comitiva sobre a existência de minas abundantes em ouro e prata na região do Rio Paraguai. Sob essa orientação, três expedições foram realizadas, todas em 1531: nas montanhas ao longo da costa do Rio de Janeiro, ao sul do estado de São Paulo e no Rio da Prata, mais ao sul. No entanto, as primeiras iniciativas para descoberta de metais e pedras preciosas em terras brasileiras falharam, devido às dificuldades daquela época. Apesar disso, o desejo de descobrir riquezas minerais se manteve entre os habitantes da nova colônia, estimulados pela corte portuguesa, que oferecia promessas de honra e reconhecimento para aqueles que encontrassem tais riquezas. Durante todo o século XVI, os portugueses usaram recursos financeiros, trabalho, soldados, artesãos de todos os tipos (cortadores, mineiros, construtores e até mesmo engenheiros estrangeiros) nos trabalhos de pesquisa das expedições, sob a supervisão dos governadores. Mas, infelizmente, o que foi encontrado não estava à altura do que foi despendido. Mesmo os mais positivos resultados tiveram pouco significado econômico, tanto em termos de quantidade quanto de teor dos metais. Os depósitos eram, além de pobres, localizadosem lugares remotos. Concluindo, quase candidamente, que as descobertas naquele século eram desapontadoras, o governador-geral Diogo de Meneses Sequeira escreveu uma carta ao rei, afirmando que “sua Alteza precisa acreditar que as atuais minas do Brasil são compostas por açúcar e pau-brasil, muito lucrativos e com os quais o Tesouro e sua Alteza não precisam gastar um simples centavo”. A respeito dos sentidos e dos aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o item que se segue. No trecho “oferecia promessas de honra e reconhecimento para aqueles que encontrassem tais riquezas” (segundo parágrafo), o termo “aqueles” poderia ser substituído por quem, sem prejuízo da correção gramatical do texto. ( ) Certo ( ) Errado 56ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PRF / Cargo: Policial Rodoviário Federal Texto 1A18-I Nos Estados Unidos da América, no século XIX, a passagem da polícia do sistema de justiça para o de governo da cidade significou também a passagem da noção de caça aos criminosos para a prevenção dos crimes, em um deslocamento do ato para o ator. Como na Europa, a ênfase na prevenção teria representado nova atitude diante do controle social, com o desenvolvimento pela polícia de uma habilidade específica, a de 48 explicar e prevenir o comportamento criminoso. Isso acabou redundando no foco nas “classes perigosas”, ou seja, em setores específicos da sociedade vistos como produtores de comportamento criminoso. Nesse processo, desenvolveram-se os vários campos de saber vinculados aos sistemas de justiça criminal, polícia e prisão, voltados para a identificação, para a explicação e para a prevenção do comportamento criminoso, agora visto como “desviante”, como a medicina legal, a psiquiatria e, especialmente, a criminologia. Na Europa ocidental, as novas instituições estatais de vigilância deveriam controlar o exercício da força em sociedades em que os níveis de violência física nas relações interpessoais e do Estado com a sociedade estavam em declínio. De acordo com a difundida teoria do processo civilizador, de Norbert Elias, no Ocidente moderno, a agressividade, assim como outras emoções e prazeres, foi domada, “refinada” e “civilizada”. O autor estabelece um contraste entre a violência “franca e desinibida” do período medieval, que não excluía ninguém da vida social e era socialmente permitida e até certo ponto necessária, e o autocontrole e a moderação das emoções que acabaram por se impor na modernidade. A conversão do controle que se exercia por terceiros no autocontrole é relacionada à organização e à estabilização de Estados modernos, nos quais a monopolização da força física em órgãos centrais permitiu a criação de espaços pacificados. Em tais espaços, os indivíduos passaram a ser submetidos a regras e leis mais rigorosas, mas ficaram mais protegidos da irrupção da violência na sua vida, na medida em que as ameaças físicas tornaram-se despersonalizadas e monopolizadas por especialistas. Considerando os sentidos e os aspectos linguísticos do texto 1A18-I, julgue o item que se segue. Mantém-se a correção gramatical do trecho “o autocontrole e a moderação das emoções que acabaram por se impor na modernidade”, do texto, caso a forma verbal “impor” seja flexionada no plural imporem. ( ) Certo ( ) Errado 57ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PRF / Cargo: Policial Rodoviário Federal Texto 1A18-I Nos Estados Unidos da América, no século XIX, a passagem da polícia do sistema de justiça para o de governo da cidade significou também a passagem da noção de caça aos criminosos para a prevenção dos crimes, em um deslocamento do ato para o ator. Como na Europa, a ênfase na prevenção teria representado nova atitude diante do controle social, com o desenvolvimento pela polícia de uma habilidade específica, a de explicar e prevenir o comportamento criminoso. Isso acabou redundando no foco nas “classes perigosas”, ou seja, em setores específicos da sociedade vistos como produtores de comportamento criminoso. Nesse processo, desenvolveram-se os vários campos de saber vinculados aos sistemas de justiça criminal, polícia e prisão, voltados para a identificação, para a explicação e para a prevenção do comportamento 49 criminoso, agora visto como “desviante”, como a medicina legal, a psiquiatria e, especialmente, a criminologia. Na Europa ocidental, as novas instituições estatais de vigilância deveriam controlar o exercício da força em sociedades em que os níveis de violência física nas relações interpessoais e do Estado com a sociedade estavam em declínio. De acordo com a difundida teoria do processo civilizador, de Norbert Elias, no Ocidente moderno, a agressividade, assim como outras emoções e prazeres, foi domada, “refinada” e “civilizada”. O autor estabelece um contraste entre a violência “franca e desinibida” do período medieval, que não excluía ninguém da vida social e era socialmente permitida e até certo ponto necessária, e o autocontrole e a moderação das emoções que acabaram por se impor na modernidade. A conversão do controle que se exercia por terceiros no autocontrole é relacionada à organização e à estabilização de Estados modernos, nos quais a monopolização da força física em órgãos centrais permitiu a criação de espaços pacificados. Em tais espaços, os indivíduos passaram a ser submetidos a regras e leis mais rigorosas, mas ficaram mais protegidos da irrupção da violência na sua vida, na medida em que as ameaças físicas tornaram-se despersonalizadas e monopolizadas por especialistas. Considerando os sentidos e os aspectos linguísticos do texto 1A18-I, julgue o item que se segue. O pronome “Isso”, que introduz o terceiro período do primeiro parágrafo do texto, poderia ser corretamente substituído por O que. ( ) Certo ( ) Errado 58ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TCE-RJ / Cargo: Analista de Controle Externo - Especialidade: Ciências Contábeis 50 Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item que se segue. Sem prejuízo da correção gramatical do texto, o termo “criou-se” (l.24) poderia ser substituído pela locução foi criado. ( ) Certo ( ) Errado 59ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TCE-RJ / Cargo: Analista de Controle Externo - Especialidade: Ciências Contábeis Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir. 51 Em “ligar-se” (l.7), “magoá-la” (l.7) e “arrancar-lhe” (l.8), as formas verbais estão no modo infinitivo. ( ) Certo ( ) Errado 60ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Ministério da Economia / Cargo: Técnico de Complexidade Intelectual A cidadania na cidade inteligente é matéria complexa. Recente evento corporativo para o setor público promovido por uma multinacional de tecnologia definiu o cidadão como um consumidor de serviços. Um dos responsáveis por esse argumento é o economista Albert O. Hirschman. Em 1970, Hirschman publicou estudos relacionando a fidelidade de pessoas a empresas e a governos com a capacidade de escuta dessas organizações. De acordo com Hirschman, não atentar às necessidades de seu público fará com que ele procure alternativas: a competição no caso de firmas e a oposição no caso de governos. Segundo o autor, escutar seu público e levar em conta suas considerações garantiria a qualidade no serviço prestado, o que, por sua vez, criaria lealdade para com a organização ofertante. Por trás desse estudo, está a ideia de que um governo e uma firma possam, em certa medida, funcionar da mesma maneira. Ainda que isso seja em parte possível, tal fato não torna o cidadão um consumidor, muito pelo contrário. Vejamos. Se um bem público fosse um bem de consumo, ele poderia ter seu acesso controlado pelo preço, regulado por oferta e demanda. Bens públicos são públicos justamente porque são bens não rivais e não possuem paralelo de possibilidade de oferta, ou são essenciais e seu provisionamento em quantidade, qualidadee tempo hábil desafia a lógica empresarial e de mercado. Em saneamento, por exemplo, limitar sua oferta implica incremento de doenças e aumento de custos com saúde pública. E a alternativa, não gastar com isso, é a morte. Portanto, não se trata de condições normais de mercado, mas de investimento social, de sua obrigatoriedade. Isso posto, é natural perguntar se não seria necessário garantir o direito de cidadania antes do de consumo. É importante ter em mente que o cidadão não é — e jamais será — um consumidor, mas, sim, um beneficiário. Bem público não é bem de consumo, mas direito político pleno de acesso e usufruto. Entretanto, isso não significa que não se deva procurar eficiência e rentabilidade na economia do setor público. Tampouco implica abandonar pleitos por qualidade. Mas resulta em perceber que a qualidade está subscrita ao direito de acesso e usufruto, e não à possibilidade de seu consumo. Julgue o item subsequente, relativo às ideias e aos aspectos linguísticos do texto anterior. Em “Tampouco implica abandonar pleitos por qualidade” (último parágrafo), o advérbio “tampouco” poderia ser substituído pela expressão “tão pouco” sem prejuízo da correção gramatical e do sentido original do texto. 52 ( ) Certo ( ) Errado 61ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Ministério da Economia / Cargo: Tecnologia da Informação Quando eu era criança (e isso aconteceu em outro tempo e em outro espaço), não era incomum ouvir a pergunta “Quão longe é daqui até lá?” respondida por um “Mais ou menos uma hora, ou um pouco menos se você caminhar rápido”. Num tempo ainda anterior à minha infância, suponho que a resposta mais comum teria sido “Se você sair agora, estará lá por volta do meio-dia” ou “Melhor sair agora, se você quiser chegar antes que escureça”. Hoje em dia, pode-se ouvir ocasionalmente essas respostas. Mas serão normalmente precedidas por uma solicitação para ser mais específico: “Você vai de carro ou a pé?”. “Longe” e “tarde”, assim como “perto” e “cedo”, significavam quase a mesma coisa: exatamente quanto esforço seria necessário para que um ser humano percorresse uma certa distância — fosse caminhando, semeando ou arando. Se as pessoas fossem instadas a explicar o que entendiam por “espaço” e “tempo”, poderiam ter dito que “espaço” é o que se pode percorrer em certo tempo, e que “tempo” é o que se precisa para percorrê-lo. Se não fossem muito pressionados, porém, não entrariam no jogo da definição. E por que deveriam? A maioria das coisas que fazem parte da vida cotidiana são compreendidas razoavelmente até que se precise defini-las; e, a menos que solicitados, não precisaríamos defini-las. O modo como compreendíamos essas coisas que hoje tendemos a chamar de “espaço” e “tempo” era não apenas satisfatório, mas tão preciso quanto necessário, pois era o wetware — os humanos, os bois e os cavalos — que fazia o esforço e punha os limites. Um par de pernas humanas pode ser diferente de outros, mas a substituição de um par por outro não faria uma diferença suficientemente grande para requerer outras medidas além da capacidade dos músculos humanos. A respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto anterior, julgue o item seguinte. No trecho “pois era o wetware — os humanos, os bois e os cavalos — que fazia o esforço e punha os limites”, no segundo parágrafo do texto, o verbo fazia está flexionado no singular porque concorda com o termo “wetware”. ( ) Certo ( ) Errado 62ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Ministério da Economia / Cargo: Tecnologia da Informação Texto CG1A1-I Algumas das primeiras incursões pelos mundos paralelos ocorreram na década de 50 do século passado, graças ao trabalho de pesquisadores interessados em certos 53 aspectos da mecânica quântica — teoria desenvolvida para explicar os fenômenos que ocorrem no reino microscópico dos átomos e das partículas subatômicas. A mecânica quântica quebrou o molde da mecânica clássica, que a antecedeu, ao firmar o conceito de que as previsões científicas são necessariamente probabilísticas. Podemos prever a probabilidade de alcançar determinado resultado ou outro, mas em geral não podemos prever qual deles acontecerá. Essa quebra de rumo com relação a centenas de anos de pensamento científico já é suficientemente chocante, mas há outro aspecto da teoria quântica que nos confunde ainda mais, embora desperte menos atenção. Depois de anos de criterioso estudo da mecânica quântica, e depois da acumulação de uma pletora de dados que confirmam suas previsões probabilísticas, ninguém até hoje soube explicar por que razão apenas uma das muitas resoluções possíveis de qualquer situação que se estude torna-se real. Quando fazemos experimentos, quando examinamos o mundo, todos estamos de acordo com o fato de que deparamos com uma realidade única e definida. Contudo, mais de um século depois do início da revolução quântica, não há consenso entre os físicos quanto à razão e à forma de compatibilizar esse fato básico com a expressão matemática da teoria. Com relação aos aspectos linguísticos do texto CG1A1-I, julgue o item a seguir. No trecho “por que razão”, no quinto período, o vocábulo “que” poderia ser substituído por qual, sem prejuízo da correção gramatical do texto. ( ) Certo ( ) Errado 63ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MPE-CE / Cargo: Analista Ministerial – Administração 54 Acerca das ideias, dos sentidos e dos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item a seguir. A substituição da forma verbal “seja” (l.3) por é manteria a coerência e a correção gramatical do texto. ( ) Certo ( ) Errado 64ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEFAZ-AL / Cargo: Auditor de Finanças e Controle de Arrecadação da Fazenda Estadual 55 No que concerne às ideias e aos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item a seguir. A substituição da expressão “das quais” (l.19) por que preservaria tanto o sentido quanto a correção gramatical do período. ( ) Certo ( ) Errado 65ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEFAZ-DF / Cargo: Auditor Fiscal 56 Considerando os aspectos linguísticos do texto CG1A1-I, julgue o item a seguir. Sem prejuízo da correção gramatical e do sentido original do texto, a forma verbal “restam” (l.26) poderia ser substituída por mantém-se. ( ) Certo ( ) Errado 66ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SUFRAMA / Cargo: Conhecimentos Básicos - Todos os Cargos Em relação ao texto acima, julgue o item que se segue. 57 O adjetivo “histórico” (l.1) foi empregado para expressar a ideia de que o índice de empregos foi excelente, extraordinário, memorável, digno de pertencer à história. ( ) Certo ( ) Errado 67ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Prefeitura de Barra dos Coqueiros - SE / Cargo: Professor de Educação Básica – Português No texto 25A1-I, as palavras “isto” (l.5), “mas” (l.9), “alpercatas” (l.13), “muito” (l.16), “corra” (l.18) e “mimosa” (l.19) pertencem, respectivamente, às classes de palavras a) pronome, preposição, substantivo, adjetivo, verbo e adjetivo. b) preposição, conjunção, advérbio, adjetivo, verbo e substantivo. c) conjunção, preposição, substantivo, advérbio de intensidade, verbo e adjetivo. d) pronome, conjunção, substantivo, advérbio, verbo e adjetivo. e) preposição, conjunção, advérbio de modo, adjetivo, verbo e substantivo. 58 Emprego do acento indicativo de crase 68ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANM / Cargo: Técnico em Segurança de Barragens Texto CB1A1-I Desde que o almirante Pedro Álvares Cabral oficialmente descobriu a Terra de Santa Cruz, em abril de 1500, o primeiro português a estabelecer uma marca na história mineral do Brasil foi Martim Afonso de Souza. Depois de fundar a pequena vila de São Vicente, no litoral de São Paulo, a primeira base estabelecida na América portuguesa, no ano de 1531, ele tentou descobrir ouro, prata e pedras preciosas antes de sua partida para Lisboa. Esse plano visava confirmarnotícias trazidas por quatro homens de sua comitiva sobre a existência de minas abundantes em ouro e prata na região do Rio Paraguai. Sob essa orientação, três expedições foram realizadas, todas em 1531: nas montanhas ao longo da costa do Rio de Janeiro, ao sul do estado de São Paulo e no Rio da Prata, mais ao sul. No entanto, as primeiras iniciativas para descoberta de metais e pedras preciosas em terras brasileiras falharam, devido às dificuldades daquela época. Apesar disso, o desejo de descobrir riquezas minerais se manteve entre os habitantes da nova colônia, estimulados pela corte portuguesa, que oferecia promessas de honra e reconhecimento para aqueles que encontrassem tais riquezas. Durante todo o século XVI, os portugueses usaram recursos financeiros, trabalho, soldados, artesãos de todos os tipos (cortadores, mineiros, construtores e até mesmo engenheiros estrangeiros) nos trabalhos de pesquisa das expedições, sob a supervisão dos governadores. Mas, infelizmente, o que foi encontrado não estava à altura do que foi despendido. Mesmo os mais positivos resultados tiveram pouco significado econômico, tanto em termos de quantidade quanto de teor dos metais. Os depósitos eram, além de pobres, localizados em lugares remotos. Concluindo, quase candidamente, que as descobertas naquele século eram desapontadoras, o governador-geral Diogo de Meneses Sequeira escreveu uma carta ao rei, afirmando que “sua Alteza precisa acreditar que as atuais minas do Brasil são compostas por açúcar e pau-brasil, muito lucrativos e com os quais o Tesouro e sua Alteza não precisam gastar um simples centavo”. A respeito dos sentidos e dos aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o item que se segue. No trecho “devido às dificuldades” (segundo parágrafo), a supressão do acento indicativo de crase em “às” manteria a correção gramatical do texto. ( ) Certo ( ) Errado 69ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: BNB / Cargo: Analista de Sistema 59 Julgue o item seguinte, relativo ao sentido e a aspectos linguísticos do texto precedente. Na linha 4, o acento indicativo de crase em “à meia-noite” poderia ser suprimido, sem comprometimento da correção gramatical do texto, uma vez que é facultativo o uso de artigo definido feminino antes de termos que indicam horário, como “meia-noite”. ( ) Certo ( ) Errado 70ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TJ-CE / Cargo: Técnico Judiciário Voto facultativo, voto em branco e voto nulo são recursos frequentemente mencionados por muitos brasileiros revoltados coma corrupção na política. Esses apelos voltam a aparecer na véspera de mais um processo eleitoral, especialmente em manifestações feitas pelas redes sociais. (...)Mas é a crença na política, e não a descrença, que pode consertar o que está errado. Zero Hora, 3/3/2014 Considerando que os fragmentos incluídos nas opções abaixo constituem trechos de texto adaptado da Zero Hora de 3/3/2014, assinale a opção em que o fragmento está gramaticalmente correto em relação ao emprego dos sinais indicativos de crase. a) A descrença na política pode ter o viés positivo de aumentar à massa crítica da população, de levar à indignação para as ruas e de criar uma cultura de acompanhamento e controle da representação. 60 b) Em vez de revolta contra o voto obrigatório, é melhor transformá-lo em voto meritório, de forma que contemple candidatos sobre os quais não paire dúvida em relação à honestidade e à vontade de efetivamente trabalhar pelo país. c) Quanto antes esta seleção começar, mais acertos teremos. Evidentemente, sempre haverá enganos e traições, mas à mesma democracia que possibilita tais desvios oferece igualmente remédios para corrigi-los d) Já não se pode mais contar nos dedos de uma mão os políticos que perderam mandatos, cargos e até à liberdade por terem traído a confiança da população. e) Cidadãos bem informados e partícipes têm poder para fiscalizar e depurar à política, colocando nos postos de comando da administração pessoas íntegras e comprometidas com o país. 71ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: UERN / Cargo: Agente Técnico Administrativo No texto acima, cabe o emprego correto do acento grave no trecho a) "a atuação" (l.2). b) “as perspectivas” (l.2-3). c) "a questão" (l.5). d) "as decisões" (l.8). e) "a necessária" (l.9). 72ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MTE / Cargo: Contador 61 No que se refere aos aspectos linguísticos e às ideias do texto acima, julgue os próximos itens. O emprego do sinal indicativo de crase em “às lojas” (l.15) é facultativo, de modo que sua supressão não prejudicaria a correção gramatical do período ( ) Certo ( ) Errado 73ª/ Banca: INSTITUTO AOCP / Órgão: FUNPRESP-JUD / Cargo: Analista em Gestão de Pessoas Em “A primeira coisa que me veio à cabeça *...+”, o acento grave deveria ser suprimido em caso de substituição do termo “cabeça” por “mente”. ( ) Certo ( ) Errado 74ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CFT / Cargo: Assistente Administrativo I 62 Com relação aos aspectos gramaticais e aos sentidos do texto, julgue o item. Seria gramaticalmente incorreto empregar o sinal indicativo de crase em “a vapor” (linha 24). ( ) Certo ( ) Errado 75ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRP - MA - 22ª Região / Cargo: Assistente Administrativo Com relação aos aspectos gramaticais e aos sentidos do texto, julgue o item. Os sentidos e a correção gramatical do texto seriam prejudicados se o trecho “item por item” (linha 14) fosse reescrito da seguinte forma: item à item. ( ) Certo ( ) Errado 76ª/ Banca: FGV / Órgão: FUNSAÚDE - CE / Cargo: Assistente Administrativo “A cura está ligada ao tempo e às vezes também às circunstâncias.” Nessa frase há dois casos de emprego correto do acento grave indicativo da crase. Assinale a opção que indica a frase em que esse acento está empregado incorretamente. a) Às vezes faz bem ficar doente. b) Cheguei à conclusão de que a única doença que eu não tinha era inchaço do joelho. c) Nada se compreendeu em relação à doença enquanto não se reconheceu sua semelhança com a guerra e o amor. d) Não contesto que a medicina seja útil à alguns homens, mas digo que ela é funesta ao gênero humano. 63 e) A melhor resposta às calúnias é o silêncio. 77ª/ Banca: FGV / Órgão: TJ-AL / Cargo: Técnico Judiciário “No fundo, é um problema técnico que os avanços da informática mais cedo ou mais tarde colocarão à disposição dos usuários e das autoridades”. O acento grave indicativo da crase empregado nesse segmento é devido ao mesmo fator da seguinte frase: a) À noite, todos os gatos são pardos; b) Pagar à vista é coisa rara hoje em dia; c) Entregou o livro à aluna; d) Saiu à procura da namorada; e) Ficava contente à proporção que superava os obstáculos. 78ª/ Banca: FGV / Órgão: Prefeitura de Osasco - SP / Cargo: Agente de Trânsito “Análise nas Despesas, mensalmente analise todas as despesas dando ênfase àquelas com maior oscilação no período". Nesse segmento, a utilização do acento grave no demonstrativo “aquelas" representa: a) um erro de regência, pois não há necessidade do acento; b) um erro de acentuação gráfica, já que não há regra que o justifique; c) uma junção do artigo definido A com a primeira vogal de “aquelas"; d) uma junção da preposição A com a primeira vogal de “aquelas"; e) uma junção do demonstrativo A com a primeira vogal de “aquelas". 79ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRESS-PB / Cargo: Assessor de Comunicação 64 Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item. “de garantir a cidadania” (linha 32) por para se assegurar à cidadania ( ) Certo ( ) Errado 80ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRMV - AP / Cargo: Agente Administrativo No que concerne aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item. Sem prejuízo para a correção gramatical, o vocábulo “aos” (linha 14) poderia ser substituído pelo elemento à. ( ) Certo ( ) Errado 81ª/ Banca: Quadrix/ Órgão: CRBM - 4 / Cargo: Assistente de Gestão 65 Com relação às ideias, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item. Na pergunta “Como essa transformação vai ocorrendo de forma às vezes abrupta, às vezes gradual?” (linhas 24 e 25), é obrigatório o emprego do sinal indicativo de crase no vocábulo “às”, em ambas as suas ocorrências. ( ) Certo ( ) Errado 82ª/ Banca: VUNESP / Órgão: CODEN-SP / Cargo: Almoxarife Leia o texto para responder à questão. “A maior parte da população mundial vive hoje nas cidades: essas aglomerações de pessoas e concreto em que sobram problemas e falta planejamento. A urbanização desordenada traz inúmeros desafios e uma certeza: não há solução para a humanidade que não passe necessariamente pela transformação das cidades.” É o que defende André Trigueiro, jornalista especializado em gestão ambiental e sustentabilidade. Para ele, vivemos um modelo suicida de desenvolvimento e precisamos reinventar o sistema. Ou mudamos ou pereceremos. A preocupação ambiental se reflete no consumo consciente, mas não no consumismo que degrada a vida porque exaure os estoques de matéria-prima, que são finitos no planeta. “Eu procuro economizar água e energia, separo o lixo. Basicamente, tento praticar no dia-a-dia aquilo que eu entendo como certo. Estou longe da perfeição e não me considero um modelo, mas descobri a força daquilo que os educadores chamam de pedagogia do exemplo: ‘não importa o que você fala, importa o que você faz’. É isso que move o mundo.” Ele cita o caso do aposentado José Alcino Alano, da cidade de Tubarão, que descobriu como fabricar coletores solares para esquentar a água do banho a partir de garrafas PET e caixas de leite Tetrapak. Liberou a patente e permitiu que todas as pessoas ou instituições interessadas replicassem o invento gratuitamente, sem interesse pessoal ou financeiro. “É um caso singular de amor ao próximo,” comenta Trigueiro. O poder público também deve adotar medidas educativas e conscientes. Ensinar que jogar lixo na cidade é um serviço caro e custa muito aos cofres públicos. Além disso, tem de difundir um discurso responsável. Não é possível falar em preservação da Amazônia e liberar recursos para a construção de frigoríficos na região – o que estimula a criação de gado, responsável por 80% de toda a destruição já registrada da floresta, como bem avaliou o ex-ministro da Fazenda Rubens Ricupero. Trigueiro não considera a tecnologia inimiga da luta pela preservação do planeta. É o uso que se faz dela que definirá se haverá dano ou benefício. Ela é apenas uma ferramenta e não a solução definitiva para os graves problemas ambientais que enfrentamos e que nos ameaçam como espécie. (filantropia.ong/andretrigueiro.com. Adaptado, acesso em 22.02.2020) Assinale a alternativa que completa, corretamente, o segmento frasal, de acordo com a norma-padrão da crase. 66 José Alcino Alano, da cidade de Tubarão... a) dá exemplo de dignidade à todos os brasileiros. b) mostra-se disposto à colaborar com a natureza. c) permitiu às pessoas replicar o invento. d) guardava uma à uma as garrafas PET. e) registrou à patente e liberou o uso depois. 83ª/ Banca: VUNESP / Órgão: CODEN-SP / Cargo: Contador O sinal indicativo de crase está corretamente empregado na alternativa: a) Graças à uma manobra muito arriscada, 155 pessoas foram salvas. b) Sully preferiu confiar em sua vivência à seguir o manual de instruções. c) A investigação do caso levou à várias suposições, entre elas, se Sully havia sido irresponsável. d) Clint Eastwood não se manteve insensível à enorme ousadia de Sullenberger. e) A princípio, a desconfiança na sua habilidade como piloto foi desfavorável à Sullenberger. 84ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRP -MS / Cargo: Auxiliar Administrativo de Secretaria No que se refere à estruturação linguístico-gramatical do texto, julgue o item. Mantém a correção gramatical, ainda que possa haver alteração dos sentidos originais do texto, a supressão da forma plural de “às” (linha 4) — à —, haja vista a obrigatoriedade do emprego do acento grave indicativo de crase no elemento antecedente a termos femininos definidos. 67 ( ) Certo ( ) Errado 85ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRB-1 / Cargo: Bibliotecário Com relação à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item. “atender às demandas” (linhas 18 e 19) por responder à pedidos ( ) Certo ( ) Errado 86ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CREMERS / Cargo: Assistente Básico Em “A terapia de RNAm não chegará tão cedo à farmácia”, o uso do sinal indicativo de crase está a) correto, mas é facultativo. b) correto e é obrigatório. c) incorreto e deveria ser excluído. d) incorreto, embora seja facultativo. e) incorreto, mas desfaz uma ambiguidade 68 87ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Prefeitura de Ferraz de Vasconcelos - SP / Cargo: Guarda Municipal Assinale a alternativa em que a reescrita da frase “... ela confere liberdade às pessoas.” atende à norma-padrão da língua portuguesa quanto ao uso do acento indicativo da crase. a) ... ela confere liberdade à diferentes tipos de pessoas. b) ... ela confere liberdade à uma infinidade de pessoas. c) ... ela confere liberdade à maior parte das pessoas. d) ... ela confere liberdade à toda sorte de pessoas. e) ... ela confere liberdade à algumas pessoas. 88ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Prefeitura de Morro Agudo - SP / Cargo: Agente do Setor de Água e Esgoto Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que respeita a norma-padrão da língua portuguesa para completar o enunciado: “Percepções inadequadas de enfermidades silenciosas podem trazer danos à... a) quem necessita de tratamento preventivo”. b) qualidade de vida de uma parte significativa da sociedade”. c) tratamentos que procurem diminuir as inflamações”. d) pacientes acometidos por gota”. e) pessoas displicentes com a medicina preventina”. 89ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Prefeitura de Cananéia - SP / Cargo: Professor O Supremo Tribunal Federal decidiu que crianças precisam ter seis anos completos até 31 de março para ingressar no 1º ano do ensino fundamental. A decisão deve pôr fim ______ divergências, inclusive na Justiça, que permitiam matrículas de alunos mais novos nessa etapa. Por 6 votos ______ 5, o Supremo validou normas do CNE (Conselho Nacional de Educação) que já definiam o corte etário de março. O mesmo corte etário se aplica ______ crianças de quatro anos para ingresso na educação infantil. (Folha de S.Paulo, 02.08.2018. Adaptado). 69 Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, com: a) a ... à ... as b) à ... a ... às c) a ... a ... às d) à ... à ... as e) a ... à ... às 90ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CREFONO-5° Região / Cargo: Auxiliar Administrativo Acerca da correção gramatical e da coerência das substituições propostas para vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item. “a sua volta” (linha 12) por à sua volta ( ) Certo ( ) Errado 91ª/ Banca: FCC / Órgão: BANESPA / Cargo: Escriturário Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas do trecho abaixo: "Recorreu ___ irmã e ___ ela se apegou como ___ uma tábua de salvação." a) à - à – a b) à - a – à 70 c) a - a – a d) à - à – à e) à - a - a 92ª/ Banca: FSPSS / Órgão: FSPSS / Cargo: Médico Especialista (Infectologista) Assinale a frase em que à ou às está mal empregado. a) Amores à vista. b) Referi-me às sem-razões do amor. c) Desobedeci às limitações sentimentais. d) Submeteram o amor à provações difíceis. 93ª/ Banca: FGV / Órgão: DETRAN-RN / Cargo: Assessor Técnico Assinale a alternativa em que está correto o uso do acento indicativo de crase: a) O autor se comparou à alguém que tem boa memória. b) Ele se referiu às pessoas de boa memória. c) As pessoas aludem à uma causa específica. d) Ele passou a serentendido à partir de suas reflexões sobre a memória. e) Os livros foram entregues à ele. 94ª/ Banca: AOCP / Órgão: Prefeitura de Novo Hamburgo - RS / Cargo: Contador Assinale a alternativa em que o acento grave indicativo de crase seja mantido ao substituir a palavra em destaque, no trecho: “Apesar de ser isso o que acontece, geralmente, às pessoas que comem bolo.”. a) Indivíduos. b) Seres. c) Indivíduo. d) Criaturas. e) Sujeitos. 71 95ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Polícia Civil - SP / Cargo: Escrivão de Polícia A alternativa em que o sinal de crase não procede é: a) À exceção da Bandeirantes, as outras emissoras de televisão detêm a ampla liderança com percentuais fabulosos. b) Está presente a cineasta das cidades brasileiras à quem a porcentagem de 7% surpreendeu. c) Os dados da pesquisa referem-se às cenas, certamente sem paralelo, em qualquer outro lugar no mundo. d) Cresce, às escondidas, o número de cidades recebendo imagens de televisão, ameaçadoras dos valores ético-culturais. 96ª/ Banca: CESGRANRIO / Órgão: IBGE / Cargo: Recenseador Assinale a opção incorreta com relação ao emprego do acento indicativo de crase: a) O pesquisador deu maior atenção à cidade menos privilegiada. b) Este resultado estatístico poderia pertencer à qualquer população carente. c) Mesmo atrasado, o recenseador compareceu à entrevista. d) A verba aprovada destina-se somente àquela cidade sertaneja. e) Veranópolis soube unir a atividade à prosperidade. 97ª/ Banca: INSTITUTO AOCP / Órgão: Prefeitura de Cariacica - ES / Cargo: Contador Assinale a alternativa cujo uso do acento indicativo de crase seja facultativo. a) “(...) ligada à velocidade, à digitalização e, consequentemente, à exposição em redes.”. b) “(...) ligada à velocidade, à digitalização e, consequentemente, à exposição em redes.”. c) “(...) o espírito crítico necessário unido à sua responsabilidade (...)”. d) “(...) damos nosso aval àquela informação.”. 98ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRMV-AM / Cargo: Serviços Gerais 72 No que se refere à correção dos trechos apresentados quanto ao emprego do acento indicativo de crase, julgue o item. A moça passava seus dias à cantar. ( ) Certo ( ) Errado 99ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRMV-AM / Cargo: Serviços Gerais No que se refere à correção dos trechos apresentados quanto ao emprego do acento indicativo de crase, julgue o item. Contamos à ela o que aconteceu. ( ) Certo ( ) Errado 100ª/ Banca: VUNESP / Órgão: TJ-SP / Cargo: Oficial de Justiça Assinale a alternativa onde o sinal indicativo da crase foi usado inadequadamente: a) Prefiro esta bolsa àquela. b) Isto é prejudicial à saúde. c) Escrevia à Machado de Assis. d) Ele referiu-se à Fabiana, não a mim. e) As lágrimas caíam uma à uma de seus olhos. 101ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-MT / Cargo: Analista Judiciário O uso do acento grave (indicativo de crase ou não) está incorreto em: a) Primeiro vou à feira, depois é que vou trabalhar. b) Às vezes não podemos fazer o que nos foi ordenado. c) Não devemos fazer referências àqueles casos. d) Sairemos às cinco da manhã. e) Isto não seria útil à ela. 102ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEDUC-AL / Cargo: Professor-Biologia 73 Texto CG1A1-I A teoria das causas cerebrais dos transtornos mentais passou gradualmente a ironizar tudo o que se relacionava com a forma de vida do sujeito, compreendida como unidade entre linguagem, desejo e trabalho. As narrativas de sofrimento da comunidade ou dos familiares com quem se vive, a própria versão do paciente, o seu “lugar de fala” diante do transtorno, tornaram-se epifenômenos, acidentes que não alteram a rota do que devemos fazer: correção educacional de pensamentos distorcidos e medicação exata. Quarenta anos depois, acordamos em meio a uma crise global de saúde mental, com elevação de índices de suicídio, medicalização massiva receitada por não psiquiatras e insuficiência de recursos para enfrentar o problema. Esse é o custo de desprezar a cultura como instância geradora de mediações de linguagem necessárias para que enfrentemos o sofrimento antes que ele evolua para a formação de sintomas. Esse é o desserviço dos que imaginam que teatro, literatura, cinema e dança são apenas entretenimento acessório — como se a ampliação e a diversidade de nossa experiência cultural não fossem essenciais para desenvolver capacidade de escuta e habilidades protetivas em saúde mental. Como se eles não nos ensinassem como sofrer e, reciprocamente, como tratar o sofrimento no contexto coletivo e individual do cuidado de si. Christian Dunker. A Arte da quarentena para principiantes. São Paulo: Boitempo, 2020, p. 32-33 (com adaptações). Julgue o próximo item, relativos aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CG1A1-I. Caso fosse inserido o sinal indicativo de crase no vocábulo “a”, no trecho “em meio a uma crise” (primeiro período do segundo parágrafo), a correção gramatical do texto seria prejudicada. ( ) Certo ( ) Errado 103ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PG-DF / Cargo: Técnico Jurídico É facultativo o emprego do acento indicativo de crase no trecho “em relação à minha moradia”. ( ) Certo ( ) Errado 104ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PG-DF / Cargo: Técnico Jurídico 74 A correção gramatical do texto seria prejudicada caso se inserisse acento indicativo de crase na expressão “a granel”. ( ) Certo ( ) Errado 105ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PG-DF / Cargo: Técnico Jurídico No trecho “largue tudo de repente sob os olhares à sua volta”, o uso do acento indicativo de crase é facultativo. ( ) Certo ( ) Errado 106ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SERPRO / Cargo: Analista No trecho “Para dar início a essa ecologia das máquinas”, o acréscimo do sinal indicativo de crase no vocábulo “a” manteria a correção gramatical. ( ) Certo ( ) Errado 107ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TC-DF / Cargo: Auditor de Controle Externo A correção gramatical do texto seria mantida caso se inserisse o acento indicativo de crase no vocábulo “a” presente no trecho “daqui a alguns anos”, visto que o emprego desse sinal é optativo nesse caso. ( ) Certo ( ) Errado 108ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEFAZ-DF / Cargo: Auditor Fiscal Dada a regência do verbo tender, é facultativo o emprego do sinal indicativo de crase no vocábulo “a” em “tendem a ser menos efetivas”. ( ) Certo ( ) Errado 109ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TJ-AM / Cargo: Assistente Judiciário 75 A inserção do sinal indicativo de crase em “a quem” (l.3) não comprometeria a correção gramatical. ( ) Certo ( ) Errado 110ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TJ-AM / Cargo: Assistente Judiciário A inserção do sinal indicativo de crase em “a interpretações” ocasionaria erro gramatical. ( ) Certo ( ) Errado 111ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Prefeitura de Boa Vista-RR / Cargo: Procurador Municipal A respeito dos aspectos linguísticos do texto CB1A1-II, julgue o item subsecutivo. 76 O uso do acento grave em “à mistura racial” (l.13) é facultativo. ( ) Certo ( ) Errado 112ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SLU-DF / Cargo: Analista de Gestão Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o item seguinte. Sem prejuízo para os sentidos e para a correção gramatical do texto, a forma verbal “alcançam” (l.6) poderia ser substituída por chegam à. ( ) Certo ( ) Errado 113ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Instituto Hospital Base do Distrito Federal / Cargo: Técnico de Enfermagem Acerca dos aspectos linguísticos do texto CG2A1AAA, julgue o próximo item. 77 A correção gramatical do texto seria mantida se fosse inserido o acento indicativo de crase no vocábulo “a” no trecho “destinada a” (l.3). ( ) Certo ( ) Errado 114ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: BNB / Cargo: Analista Bancário Julgue o próximo item, relativos aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto 2A1-I. O emprego dosinal indicativo de crase em “à máquina” (l.33) é facultativo; portanto, sua eliminação não prejudicaria a correção gramatical do trecho. ( ) Certo ( ) Errado 115ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Polícia Federal / Cargo: Agente de Polícia Julgue o seguinte item, relativo aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto. A supressão do sinal indicativo de crase em “à sua maneira” (l.2) manteria a correção gramatical do texto. ( ) Certo ( ) Errado 78 116ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Polícia Federal / Cargo: Agente de Polícia No que se refere aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item seguinte. O emprego do sinal indicativo de crase em “a uma paleta” (l.20) manteria a correção gramatical do texto, uma vez que, no trecho, o vocábulo “a” antecede palavras no feminino. ( ) Certo ( ) Errado 117ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: STJ / Cargo: Desenvolvimento de Sistemas 79 A respeito dos aspectos linguísticos do texto CB4A1AAA, julgue o próximo item. A correção gramatical do texto seria mantida caso se empregasse o acento indicativo de crase no vocábulo “a” em “a esse estado de coisas” (l.17). ( ) Certo ( ) Errado 118ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: CGM de João Pessoa - PB / Cargo: Técnico Municipal de Controle Interno No trecho “Diga não às ‘corrupções’ do dia a dia”, seria correto o emprego do sinal indicativo de crase no vocábulo “a” em “dia a dia”. ( ) Certo ( ) Errado 119ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRF - 1ª REGIÃO / Cargo: Técnico Judiciário Seriam preservados o sentido e a correção gramatical do texto caso se empregasse o sinal de crase no trecho “se ateve a questões processuais”. ( ) Certo ( ) Errado 120ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRF - 1ª REGIÃO / Cargo: Técnico Judiciário 80 A respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto 7A1BBB, julgue o seguinte item. A supressão do sinal indicativo de crase em “às crianças” (l. 3 e 4) comprometeria a correção gramatical do texto. ( ) Certo ( ) Errado 121ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRF - 1ª REGIÃO / Cargo: Técnico Judiciário 81 Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto 7A1AAA, julgue o item que se segue. O emprego de sinal indicativo de crase em “a demandas legítimas” (l.19) — à demandas legítimas — não prejudicaria a correção gramatical do texto. ( ) Certo ( ) Errado 122ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRF - 1ª REGIÃO / Cargo: Técnico Judiciário No que se refere aos aspectos linguísticos do texto CB1A2AAA, julgue o item seguinte. O emprego do sinal indicativo de crase em “à tutela dos animais” (l. 2 e 3) é facultativo. ( ) Certo ( ) Errado 123ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEDF / Cargo: Técnico de Gestão Educacional 82 Considerando as ideias e estruturas linguísticas do texto CB2A1AAA, julgue o item a seguir. O emprego do sinal indicativo de crase em “à capacidade dessa ciência” (l. 10 e 11) é facultativo. ( ) Certo ( ) Errado 124ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEDF / Cargo: Monitor de Gestão Educacional Julgue o próximo item, referente a aspectos linguísticos do texto CB1A1AAA e à sua tipologia. A correção gramatical do texto seria prejudicada caso se empregasse o sinal grave indicativo de crase no “a” em “fuja a determinações” (l. 22 e 23). ( ) Certo ( ) Errado 125ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MPOG / Cargo: Contador 83 Na linha 28, a correção gramatical do trecho seria mantida, caso se inserisse acento indicativo de crase no vocábulo “a" que compõe a locução “a cabo". ( ) Certo ( ) Errado 126ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TCU / Cargo: Técnico de Controle Externo Com relação a aspectos linguísticos do texto, julgue o próximo item. O emprego do sinal indicativo de crase no trecho “somadas à compilação de costumes tradicionais” (l.24) é facultativo, razão por que sua supressão não acarretaria prejuízo para o sentido nem para a correção do período. ( ) Certo ( ) Errado 127ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-GO / Cargo: Analista Judiciário 84 No trecho “Em meio a esse cenário" (L.23), a inserção de sinal indicativo de crase no “a" acarretaria prejuízo à correção gramatical do texto. ( ) Certo ( ) Errado 128ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Assistente em Administração De acordo com o contexto, estaria também correto o emprego do sinal indicativo de crase em “quanto a” (l.32). ( ) Certo ( ) Errado 129ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: CGE-PI / Cargo: Auditor Governamental 85 No trecho “Chama-lhe à minha vida uma casa” (l.7), é facultativo o emprego do sinal indicativo de crase. ( ) Certo ( ) Errado 130ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MPU / Cargo: Segurança Institucional Nas linhas 21 e 22, o emprego do sinal indicativo de crase em “às diferentes” justifica- se pela regência de “desrespeito”, que exige complemento antecedido da preposição a, e pela presença de artigo feminino plural antes de “diferentes”. ( ) Certo ( ) Errado 131ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: DEPEN / Cargo: Agente e Técnico Em relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto I, julgue o item que se segue. 86 No trecho “refere-se tão somente à liberdade de ir e vir” (L.6), o emprego do sinal indicativo de crase deve-se ao fato de a locução “tão somente” exigir complemento antecedido pela preposição a. ( ) Certo ( ) Errado 132ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-GO / Cargo: Técnico Judiciário Com referência às estruturas linguísticas do texto, julgue o item a seguir. O emprego de acento indicativo de crase na expressão “A ele" (l.12) — À ele — prejudicaria a correção gramatical do texto. ( ) Certo ( ) Errado 133ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Instituto Rio Branco / Cargo: Diplomata 87 Com relação às ideias, às estruturas linguísticas e à tipologia do texto anterior, julgue o item que se segue. Na expressão “de paratifo a tuberculose" (l.28), o uso do sinal indicativo de crase no termo “a" não prejudicaria a correção gramatical do texto, pois, nesse caso, tal uso tem caráter facultativo. ( ) Certo ( ) Errado 134ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-RS / Cargo: Análise de Sistemas O uso do acento indicativo de crase em “à eleição" (l.25) é exigido pela presença do substantivo “impedimento" (l.24) e pela presença de artigo definido feminino que determina o substantivo “eleição". ( ) Certo ( ) Errado 135ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SECTI / Cargo: Liderança em Gestão Pública 88 Considerando as informações e as estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens a seguir. Em “condições equivalentes à racionalidade das empresas privadas” (l.10 e 11), caso o elemento “racionalidade” fosse flexionado no plural, o acento grave indicativo de crase deveria ser mantido. ( ) Certo ( ) Errado 136ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEDF / Cargo: Gestão Pública Acerca das estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item. Na linha 15, o uso do sinal indicativo de crase em “à concisão” deve-se à regência do substantivo “contribuição” e à presença do artigo feminino determinando “concisão”. 89 ( ) Certo ( ) Errado 137ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Médico veterinário Julgue os itens que se seguem, relativos às estruturas linguísticas do texto. Na linha 13, o uso do acento indicativo de crase em “à informação” deve-se à regência do substantivo “acesso” e à presença do artigo feminino determinando “informação”. ( ) Certo ( ) Errado 138ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ICMBIO / Cargo: Analista Ambiental 90 A respeito dos aspectos estruturais e interpretativos do texto acima, julgue os seguintes itens. Na linha 13, caso se substituísse o trecho “ao mercado de trabalho formal” por às benesses das leis trabalhistas, a correção gramatical do período seria mantida, visto que o elemento “acesso” rege complemento com a preposição a e “benesses”está especificado pelo artigo as. ( ) Certo ( ) Errado 139ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: CNJ / Cargo: Técnico Judiciário Com base nas ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens seguintes. 91 Na linha 2, o emprego do acento indicativo de crase em “acessos às páginas” justifica- se pela regência de “acessos”, que exige complemento antecedido pela preposição a, e pela presença de artigo definido feminino plural antes de “páginas”. ( ) Certo ( ) Errado 140ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: AL-ES / Cargo: Taquígrafo Parlamentar Se o autor tivesse estendido sua saudação inicial (L. 1) também às mulheres, deveria ser empregado o acento indicador de crase na forma feminina, assim: Boa tarde a todos e à todas. ( ) Certo ( ) Errado 141ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TCE-SC / Cargo: Auditor Fiscal 92 No trecho “a uma ampla interação” (l. 23 e 24), a inserção do sinal indicativo de crase no “a” manteria a correção gramatical do período, mas prejudicaria o seu sentido original. ( ) Certo ( ) Errado 142ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: DPU / Cargo: Bibliotecário Com referência às ideias e aos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o seguinte item. No trecho “Anteriormente à primeira Constituição pátria” (l.4), o emprego do acento indicativo de crase é facultativo. ( ) Certo ( ) Errado 143ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: STJ / Cargo: Analista Judiciário 93 A correção gramatical do texto seria prejudicada caso se empregasse o sinal indicativo de crase no vocábulo “a” em “dá suporte a exigências recíprocas” (l.20). ( ) Certo ( ) Errado 144ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Médico veterinário A correção gramatical do texto seria prejudicada caso se inserisse acento indicativo de crase no “a”, em “a homenagear o especialista” (l. 16 e 17). ( ) Certo ( ) Errado 145ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Administrador 94 Com base nas ideias e estruturas linguísticas do texto I, julgue o item subsecutivo. Em “à criança" (L.14), caso o vocábulo “criança" fosse empregado no plural, o acento indicativo de crase deveria ser mantido. ( ) Certo ( ) Errado 146ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Administrador O emprego do acento indicativo de crase em “Candidatou-se à Academia Brasileira de Letras” (l.25) é obrigatório, devido à fusão da preposição que segue a forma verbal com o artigo definido feminino singular que precede o termo “Academia”. ( ) Certo ( ) Errado 147ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Administrador 95 Julgue o item a seguir, relativo à tipologia e aos aspectos linguísticos do texto acima. Estaria também correto o emprego de sinal indicativo de crase em “a cada” (l. 4 e 5). ( ) Certo ( ) Errado 148ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANTAQ / Cargo: Técnico Administrativo Em relação aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto acima, julgue o item. Em “a preços” (L.6), estaria correto o emprego do sinal indicativo de crase. ( ) Certo ( ) Errado 149ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANATEL / Cargo: Técnico Administrativo 96 No que se refere às ideias e a aspectos linguísticos do texto acima, julgue o próximo item. É facultativo o emprego do sinal indicativo de crase em “A partir do século XVII” (L.2). ( ) Certo ( ) Errado 150ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TJ-SE / Cargo: Técnico Judiciário No trecho “deu início à sua caminhada cósmica" (l.16 e 17), o emprego do acento grave indicativo de crase é obrigatório. ( ) Certo ( ) Errado 151ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: INPI / Cargo: Pesquisador 97 Julgue o seguinte item, acerca de aspectos linguísticos do texto. Haveria prejuízo para a correção gramatical do texto caso se empregasse o sinal indicativo de crase em “a projetos e formas" (l.7). ( ) Certo ( ) Errado 152ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Caixa / Cargo: Engenheiro Elétrico No que se refere aos aspectos linguísticos, à classificação tipológica do texto acima e às ideias nele expressas, julgue os itens a seguir. Seria mantida a correção gramatical do texto, caso fosse empregado o acento indicativo de crase no “a”, em “cunhagem a martelo” (l.6). ( ) Certo ( ) Errado 153ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: CADE / Cargo: Auxiliar Administrativo 98 Julgue os itens a seguir, relativos às estruturas linguísticas e às ideias do texto acima. Sem prejuízo da correção gramatical do texto, poderia ser empregado o acento indicativo de crase no “a”, em “o acesso a qualquer velharia escrita” (l.17). ( ) Certo ( ) Errado 154ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MPU / Cargo: Analista 99 A respeito das ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens que se seguem. Na linha 20, o emprego do sinal indicativo de crase é facultativo em “à labuta” e “às alturas”; por isso, sua omissão não traria prejuízo para correção gramatical do período. ( ) Certo ( ) Errado 155ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: DETRAN-ES / Cargo: Analista de Sistemas Com relação às estruturas linguísticas e à organização das ideias do texto acima, julgue os itens seguintes. Na linha 13, o emprego do sinal indicativo de crase em "à vida" deve-se à presença do substantivo "sentido", cujo complemento deve ser introduzido pela preposição a. 100 ( ) Certo ( ) Errado 156ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-ES / Cargo: Técnico em Taquigrafia A mesma norma gramatical que estabelece a ocorrência do sinal indicativo de crase em “eleição dos deputados às cortes de Lisboa" (l.6-7) prescreve o emprego desse sinal em eleição dos deputados à todas as cortes de Lisboa. ( ) Certo ( ) Errado 157ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-ES / Cargo: Técnico em Taquigrafia 101 Julgue o item subsecutivo, com relação a aspectos linguísticos do texto. A explicação para o emprego do acento grave em “proporcional à população" (l.14) também se aplica às seguintes ocorrências: favorável à população; graças à população; ofensivo à população. ( ) Certo ( ) Errado 102 Parônimas e Homônimas 158ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TCE-RN / Cargo: Assessor Técnico Considerando as estruturas linguísticas e os sentidos do texto Uma breve história do controle, julgue o próximo item. O adjetivo “preeminente" (L.15) pode ser substituído pelo adjetivo proeminente. ( ) Certo ( ) Errado 159ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Telebras / Cargo: Técnico em Gestão de Telecomunicações É indiferente, do ponto de vista semântico, o emprego da palavra “estratos” ou extratos, uma vez que ambas denotam o mesmo sentido, sendo a segunda palavra variante ortográfica da primeira. ( ) Certo ( ) Errado 160ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PC-RR / Cargo: Auxiliar de Necropsia 103 Gramaticalmente, são consideradas homógrafas palavras que têm a mesma grafia, mas sentidos diferentes. São exemplo disso as palavras “sessão” (l.2) e cessão. ( ) Certo ( ) Errado 161ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CREMESE / Cargo: Médico Vinícius Mendes. Descoberta das Américas: como a China poderia ter chegado ao continente sete décadas antes de Colombo. Internet: <«www.bbc.com> (com adaptações). Acerca dos aspectos linguísticos do texto, julgue o item. A palavra “discussão” (linha 25) poderia ser substituída por discursão, pois ambas as grafias são corretas e têm o mesmo significado. 104 ( ) Certo ( ) Errado 162ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Prefeitura de Venâncio Aires - RS / Cargo: Agente de Cadastro Em relação às palavras homônimas, marcar C para as sentenças Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA: ( ) A seção na Câmara foi bastante atribulada. ( ) Joana trabalha na cessão de materiais esportivos de uma grande empresa. ( ) Os familiares decidiram fazer a cessão dos bens imóveis a uma instituição beneficente. a) C - C - C. b) C - E - C. c) C - C - E. d) E - E - C.e) E - E - E. 163ª/ Banca: AOCP / Órgão: SEAD-PB / Cargo: Professor de Educação Básica Analise as afirmações a seguir e identifique a sequência que define corretamente as relações semânticas apresentadas em I, II e III, respectivamente. I - ‘Deferir’ e ‘diferir’ são palavras com pronúncia e grafia semelhantes e significados diferentes. II - ‘Seção’, ‘sessão’ e ‘cessão’ são palavras pronunciadas da mesma forma, mas com significados diferentes. III - Colher (verbo) e colher (substantivo) são palavras idênticas na escrita, mas diferentes na pronúncia e no significado. a) Polissemia; Homonímia homófona; Paronímia. b) Homonímia homófona; Paronímia; Polissemia. c) Paronímia; Homonímia homófona; Homonímia homógrafa. d) Homonímia homógrafa; Polissemia; Homonímia homófona. 105 164ª/ Banca: FGV / Órgão: Prefeitura de Salvador - BA / Cargo: Técnico de Enfermagem Assinale a opção que mostra a frase cuja lacuna deve ser preenchida com a primeira das formas entre parênteses. a) “__________ é um homem que jamais bate numa mulher sem primeiro tirar o chapéu”. (cavaleiro/cavalheiro) b) “A indústria do __________ se beneficia do sexo, ou você acha que as pessoas andariam com os jeans apertados desse jeito se não fosse pela conotação sexual?”. (vestiário/vestuário) c) “A diminuição __________ do nível da água dos reservatórios trazia preocupação aos governadores de Estado”. (eminente/iminente) d) “As mudanças no Código Penal incluem possibilidades de __________ penas mais duras aos criminosos”. (infligir/infringir) e) “As novas medidas presidenciais vieram __________ o acerto das votações no Congresso Nacional”. (retificar/ratificar) 165ª/ Banca: FGV / Órgão: DPE-RJ / Cargo: Técnico Médio de Defensoria Pública Há uma série de palavras em língua portuguesa que modificam o seu sentido em função de uma troca vocálica; esse fato só NÃO ocorre em: a) deferir / diferir; b) infarte / infarto; c) emergir / imergir; d) descrição / discrição; e) eminente / iminente. 166ª/ Banca: FGV / Órgão: DPE-RJ / Cargo: Técnico Médio de Defensoria Pública A frase em que está correto o emprego de um dos parônimos mandado/mandato é: a) O mandado de senador dura 8 anos; b) Impetrou mandato de segurança com pedido de liminar; c) Não tinha mandado de busca para entrar na casa; 106 d) Todos desejavam que seu mandado de diretor acabasse; e) O mandato de apreensão não havia sido expedido. 167ª/ Banca: VUNESP / Órgão: TJ-SP / Cargo: Contador Judiciário Assinale a alternativa em que o termo destacado está corretamente empregado, conforme os sentidos do texto. a) De acordo com o Fundo Monetário Internacional, há uma eminente redução do PIB mundial para 2019. b) É possível um conflito comercial, já que os EUA podem retificar uma terceira rodada de tarifas à China. c) Investidores hoje otimistas logo exigirão o comprimento de medidas para que haja resultados concretos. d) A decisão da Comissão Europeia mostra que a Itália infligiu acordos que visam evitar aumento de juros. e) A recuperação econômica do Brasil poderá fluir bem, pois o país tem espaço para uma retomada mais forte. 168ª/ Banca: IDECAN / Órgão: DETRAN-RO / Cargo: Analista em Trânsito Analise as afirmativas. I. O motorista que dirige bêbado não apresenta dificuldade em _______________ as imagens que vê. II. Uma das funções dos policiais rodoviários é a de combater o _______________ de drogas. III. O motorista pego sem habilitação será autuado porque _______________ a lei. Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as afirmativas anteriores a) discriminar / tráfico / infringiu b) descriminar / tráfego / infligiu c) descriminar / tráfico / infringiu d) descriminar / tráfico / infligiu 107 e) discriminar / tráfego / infringiu 169ª/ Banca: FCC / Órgão: TRE-TO / Cargo: Analista Judiciário (...) capaz de fornecer as mais diferentes soluções para questões humanas eminentes. Considerando-se o par de palavras eminentes / iminentes, é correto afirmar que se trata de exemplo de a) antonímia. b) sinonímia. c) paronímia. d) homonímia. e) homofonia. 170ª/ Banca: FGV / Órgão: SEFAZ-MS / Cargo: Analista de Tecnologia da Informação A respeito do vocábulo cínico (L.43), assinale a alternativa correta. a) O radical cin- não é o mesmo que aparece em cinologia (estudo dos cães). b) É palavra formada por composição. c) Recebe acento por ser um latinismo. d) É antônimo de impudente. e) É homônimo de sínico. 108 Emprego dos sinais de pontuação 171ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Prefeitura de Boa Vista - RR / Cargo: Operador de Máquinas Quanto à correção gramatical, julgue o item seguinte. A escassez de água potável, assim como a poluição e a contaminação das fontes, ultrapassou todas as fronteiras que separa as diversas regiões do mundo. ( ) Certo ( ) Errado 172ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANM / Cargo: Técnico em Segurança de Barragens Texto CB1A1-I Desde que o almirante Pedro Álvares Cabral oficialmente descobriu a Terra de Santa Cruz, em abril de 1500, o primeiro português a estabelecer uma marca na história mineral do Brasil foi Martim Afonso de Souza. Depois de fundar a pequena vila de São Vicente, no litoral de São Paulo, a primeira base estabelecida na América portuguesa, no ano de 1531, ele tentou descobrir ouro, prata e pedras preciosas antes de sua partida para Lisboa. Esse plano visava confirmar notícias trazidas por quatro homens de sua comitiva sobre a existência de minas abundantes em ouro e prata na região do Rio Paraguai. Sob essa orientação, três expedições foram realizadas, todas em 1531: nas montanhas ao longo da costa do Rio de Janeiro, ao sul do estado de São Paulo e no Rio da Prata, mais ao sul. No entanto, as primeiras iniciativas para descoberta de metais e pedras preciosas em terras brasileiras falharam, devido às dificuldades daquela época. Apesar disso, o desejo de descobrir riquezas minerais se manteve entre os habitantes da nova colônia, estimulados pela corte portuguesa, que oferecia promessas de honra e reconhecimento para aqueles que encontrassem tais riquezas. Durante todo o século XVI, os portugueses usaram recursos financeiros, trabalho, soldados, artesãos de todos os tipos (cortadores, mineiros, construtores e até mesmo engenheiros estrangeiros) nos trabalhos de pesquisa das expedições, sob a supervisão dos governadores. Mas, infelizmente, o que foi encontrado não estava à altura do que foi despendido. Mesmo os mais positivos resultados tiveram pouco significado econômico, tanto em termos de quantidade quanto de teor dos metais. Os depósitos eram, além de pobres, localizados em lugares remotos. Concluindo, quase candidamente, que as descobertas naquele século eram desapontadoras, o governador-geral Diogo de Meneses Sequeira escreveu uma carta ao rei, afirmando que “sua Alteza precisa acreditar que as atuais minas do Brasil são compostas por açúcar e pau-brasil, muito lucrativos e com os quais o Tesouro e sua Alteza não precisam gastar um simples centavo”. 109 A respeito dos sentidos e dos aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o item que se segue. No primeiro período do primeiro parágrafo do texto, é facultativo o emprego da vírgula imediatamente após “Terra de Santa Cruz”. ( ) Certo ( ) Errado 173ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MPE-PI / Cargo: Técnico Ministerial Julgue o item a seguir, relativo aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto apresentado. Seria incorreta a eliminação da vírgula empregada logo após a expressão “Desta vez” (l.2), pois seu uso é obrigatório naquele contexto. ( ) Certo ( ) Errado 174ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRF - 1ª REGIÃO / Cargo: Técnico Judiciário 110 A respeito dos aspectos linguísticos do texto 7A3CCC, julgue o item a seguir. Não haveria prejuízo gramatical para o texto se, em seu último parágrafo, os travessões fossem substituídos por vírgulas. ( ) Certo ( ) Errado 175ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE/ Órgão: INSS / Cargo: Técnico do Seguro Social Acerca de aspectos linguísticos e dos sentidos do texto acima, julgue o item que se segue. O sinal de dois-pontos empregado imediatamente após “biblioteca” (l.8) introduz um termo de natureza explicativa ( ) Certo ( ) Errado 176ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: IBGE / Cargo: Agente de Pesquisas por Telefone 111 Texto 1A2-II Diego não conhecia o mar. O pai, Santiago Kovadloff, levou-o para que descobrisse o mar. Viajaram para o Sul. Ele, o mar, estava do outro lado das dunas altas, esperando. Quando o menino e o pai enfim alcançaram aquelas alturas de areia, depois de muito caminhar, o mar estava na frente de seus olhos. E foi tanta a imensidão do mar, e tanto fulgor, que o menino ficou mudo de beleza. E, quando finalmente conseguiu falar, tremendo, gaguejando, pediu ao pai: — Me ajuda a olhar! No trecho “E, quando finalmente conseguiu falar, tremendo, gaguejando, pediu ao pai: — Me ajuda a olhar!”, do texto 1A2-II, sem prejuízo para a correção gramatical e os sentidos do texto I as vírgulas empregadas logo após “E” e “falar” poderiam ser suprimidas. II o trecho “tremendo, gaguejando” poderia ser isolado por parênteses, com a devida supressão da vírgula empregada após o vocábulo “falar”. III o ponto de exclamação poderia ser substituído por um ponto de interrogação. Assinale a opção correta. a) Apenas o item II está certo. b) Apenas o item III está certo. c) Apenas os itens I e II estão certos. d) Apenas os itens I e III estão certos. e) Todos os itens estão certos. 177ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: IBGE / Cargo: Agente de Pesquisas por Telefone Texto 1A2-II Diego não conhecia o mar. O pai, Santiago Kovadloff, levou-o para que descobrisse o mar. Viajaram para o Sul. Ele, o mar, estava do outro lado das dunas altas, esperando. Quando o menino e o pai enfim alcançaram aquelas alturas de areia, depois de muito caminhar, o mar estava na frente de seus olhos. E foi tanta a imensidão do mar, e tanto fulgor, que o menino ficou mudo de beleza. E, quando finalmente conseguiu falar, tremendo, gaguejando, pediu ao pai: — Me ajuda a olhar! 112 No início do texto 1A2-II, o nome “Santiago Kovadloff” foi empregado entre vírgulas porque a) explica o vocábulo “pai”. b) precisa o vocábulo “pai”. c) caracteriza o vocábulo “pai”. d) qualifica o vocábulo “pai”. e) especifica o vocábulo “pai”. 178ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: IBGE / Cargo: Agente de Pesquisas por Telefone Texto 1A1-I Não sei quando começou a necessidade de fazer listas, mas posso imaginar nosso antepassado mais remoto riscando na parede da caverna, à luz de uma tocha, signos que indicavam quanto de alimento havia sido estocado para o inverno que se aproximava ou, como somos competitivos, a relação entre nomes de integrantes da tribo e o número de caças abatidas por cada um deles. Se formos propor uma hermenêutica acerca do tema, talvez possamos afirmar que existem dois tipos de listas: as necessárias e as inúteis. Em muitos casos, dialeticamente, as necessárias tornam-se inúteis e as inúteis, necessárias. Tomemos dois exemplos. Todo mês, enumero as coisas que faltam na despensa de minha casa antes de me dirigir ao supermercado; essa lista arrolo na categoria das necessárias. Por outro lado, há pessoas que anotam suas metas para o ano que se inicia: começar a fazer ginástica, parar de fumar, cortar em definitivo o açúcar, ser mais solidário, menos intolerante... Essa elenco na categoria das inúteis. Feitas as compras, a lista do supermercado, necessária, torna-se então inútil. A lista contendo nossos desejos de sermos melhores para nós mesmos e para os outros, embora inútil, pois dificilmente a cumprimos, converte-se em necessária, porque estabelece um vínculo com o futuro, e nos projetar é uma forma de vencer a morte. Tudo isso para justificar o que se segue. Ninguém me perguntou, mas resolvi organizar uma lista dos melhores romances que li em minha vida — escolhi o número vinte, não por motivos místicos, mas porque talvez, pela amplitude, alinhave, mais que preferências intelectuais, uma história afetiva das minhas leituras. Enquadro-a na categoria das listas inúteis, mas, quem sabe, se consultada, municie discussões, já que toda escolha é subjetiva e aleatória, ou, na melhor das hipóteses, suscite curiosidade a respeito de um título ou de um autor. Ocorresse isso, me daria por satisfeito. No segundo parágrafo do texto 1A1-I, o emprego das reticências indica que a) o autor não quis revelar todas as suas metas para o novo ano. 113 b) a lista de metas apresentada não é exaustiva. c) o autor mudou de ideia entre uma frase e outra. d) a lista de metas para o ano novo não tem fim. e) o autor não conclui seu pensamento. 179ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: IBGE / Cargo: Agente de Pesquisas por Telefone Texto 15A2-II Talvez espante ao leitor a franqueza com que lhe exponho e realço a minha mediocridade; advirto que a franqueza é a primeira virtude de um defunto. Na vida, o olhar da opinião, o contraste dos interesses, a luta das cobiças obrigam a gente a calar os trapos velhos, a disfarçar os rasgões e os remendos, a não estender ao mundo as revelações que faz à consciência; e o melhor da obrigação é quando, à força de embaçar os outros, embaça-se um homem a si mesmo, porque em tal caso poupa-se o vexame, que é uma sensação penosa, e a hipocrisia, que é um vício hediondo. Mas, na morte, que diferença! Que desabafo! Que liberdade! Como a gente pode sacudir fora a capa, deitar ao fosso as lantejoulas, despregar-se, despintar-se, desafeitar-se, confessar lisamente o que foi e o que deixou de ser! Porque, em suma, já não há vizinhos, nem amigos, nem inimigos, nem conhecidos, nem estranhos; não há plateia. O olhar da opinião, esse olhar agudo e judicial, perde a virtude, logo que pisamos o território da morte; não digo que ele se não estenda para cá, e nos não examine e julgue; mas a nós é que não se nos dá do exame nem do julgamento. Senhores vivos, não há nada tão incomensurável como o desdém dos finados. No trecho “Mas, na morte, que diferença! Que desabafo! Que liberdade!”, do texto 15A2-II, o emprego do ponto de exclamação enfatiza a expressão de um sentimento do narrador. Assinale a opção que apresenta esse sentimento. a) surpresa b) indignação c) raiva d) espanto e) entusiasmo 180ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TJ-PA / Cargo: Auxiliar Judiciário 114 Na linha 19 do texto CG4A1-II, os dois-pontos foram utilizados para introduzir uma a) ressalva. b) enumeração. c) enunciação. d) hipótese. e) explicação. 181ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: IFF / Cargo: Auxiliar Administrativo 115 Nas linhas 2 e 3 do texto CG4A1BBB, as vírgulas empregadas no trecho “Foi Nilo Peçanha, o então presidente da República, que criou” a) isolam um aposto. b) indicam um adjunto adverbial deslocado. c) separam uma oração de natureza temporal. d) isolam itens de uma enumeração e) indicam a ocorrência de discurso indireto livre. 182ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: IFF / Cargo: Auxiliar Administrativo No fragmento de texto acima, o segmento “quando seus (...) as atividades” (l.6) está entre vírgulas porque constitui uma oração a) subordinada de natureza restritiva intercalada. b) subordinada adverbial temporal intercalada. c) coordenada explicativa intercalada. d) subordinada causal anteposta. e) coordenada adversativa posposta. 116 183ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEED-PR / Cargo: Professor-Língua Portuguesa Texto 5A2-I Socorro Socorro, eu não estou sentindo nada. Nem medo, nem calor, nem fogo, não vai dar mais pra chorar nem pra rir. Socorro, alguma alma, mesmo que penada, me empreste suas penas. Já não sinto amor nem dor, já não sinto nada. Socorro, alguém me dê um coração, que esse já não bate nem apanha. Por favor, uma emoção pequena, qualquer coisa que se sinta, tem tantos sentimentos,deve ter algum que sirva. Socorro, alguma rua que me dê sentido, em qualquer cruzamento, acostamento, encruzilhada, socorro, eu já não sinto nada. No texto 5A2-I, a vírgula foi empregada para separar termos da oração com a mesma função sintática no trecho a) “alguma alma, mesmo que penada” (segunda estrofe). b) “em qualquer cruzamento, / acostamento, encruzilhada” (quarta estrofe). c) “Já não sinto amor nem dor, / já não sinto nada” (segunda estrofe). d) “Por favor, uma emoção pequena” (terceira estrofe). e) “tem tantos sentimentos, / deve ter algum que sirva” (terceira estrofe). 184ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEED-PR / Cargo: Professor-Língua Portuguesa Texto 5A2-I Socorro 117 Socorro, eu não estou sentindo nada. Nem medo, nem calor, nem fogo, não vai dar mais pra chorar nem pra rir. Socorro, alguma alma, mesmo que penada, me empreste suas penas. Já não sinto amor nem dor, já não sinto nada. Socorro, alguém me dê um coração, que esse já não bate nem apanha. Por favor, uma emoção pequena, qualquer coisa que se sinta, tem tantos sentimentos, deve ter algum que sirva. Socorro, alguma rua que me dê sentido, em qualquer cruzamento, acostamento, encruzilhada, socorro, eu já não sinto nada. No primeiro verso de cada estrofe do texto 5A2-I, o termo “Socorro”, isolado por vírgula, a) tem função de aposto. b) tem função de vocativo. c) consiste em um advérbio deslocado nos períodos. d) consiste em uma interjeição. e) consiste em uma forma verbal no modo imperativo. 185ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEED-PR / Cargo: Professor-Língua Portuguesa Texto 5A1-I As palavras têm um poder tremendo. Repito com assertividade: as palavras têm um poder tremendo. Há palavras que edificam, outras que destroem; umas trazem bênção, outras, maldição. E é entre estas duas balizas que a comunicação vai moldando a nossa vida. Há palavras que deviam ser escondidas num baú fechado a sete chaves. Porque não edificam, porque magoam, porque destroem… Há uns tempos fui fazer um exame 118 médico. Após o questionário clínico habitual, a médica prosseguiu: “Agora, vou fazer- lhe umas maldades”. Nesse instante, o meu corpo sucumbiu e o desmaio tornou-se iminente. Ora, a palavra maldade magooume mais do que o próprio exame. Teria sido muito sensato ter escondido tal palavra num quarto escuro. Não teria magoado tanto. Mas voltemos às palavras amigas, as que mimam, as que confortam, as que aquecem o coração. Sabiam que podem mudar o dia de alguém com uma calorosa saudação? “Bom dia, como está?” Experimentem, sempre que comunicam, escolher palavras com carga afetiva positiva! Por exemplo, se substituírem a palavra “problema” por “situação”, o problema parece tornar-se mais pequeno, não parece? Ou então acrescentar adjetivos robustos quando agradecem a alguém: “Obrigada pela sua preciosa, valiosa ajuda”. Se queremos relações pessoais e profissionais mais saudáveis e felizes, usemos e abusemos das palavras positivas na nossa vida. E não nos cansemos de elogiar. Palavras de louvor e honra trazem felicidade não só a quem as recebe, mas também, e sobretudo, a quem as oferece. No texto 5A1-I, o emprego de reticências no trecho “Porque não edificam, porque magoam, porque destroem…” expressa a ideia de a) finalização. b) incompletude. c) descontinuidade. d) adiamento. e) dúvida. 186ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEED-PR / Cargo: Professor-Língua Portuguesa Texto CB1A1-I Há quem valorize, mas também quem subestime o poder das férias. Pais de alunos pedem aos professores para passar atividades a serem feitas nos meses de férias, e os próprios docentes aproveitam os dias sem aulas para estudar e planejar o próximo semestre. Manter a mente funcionando é ótimo. Mas descansar, além de bom, é necessário, segundo médicos e especialistas. De acordo com Li Li Min, neurologista da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade de Campinas, o cérebro tem redes que exercem diferentes funções: algumas que fazem a pessoa enxergar, outras que nos ajudam a nos organizar, lidar com dificuldades, elaborar estratégias. Em situações de estresse — quando nosso organismo acha que estamos sob ameaça, de alguma maneira, ou sob pressão intensa —, “alguns circuitos particulares no cérebro são ativados, que são os de sobrevivência. O corpo fica de prontidão, alerta para enfrentar qualquer situação. Só que esse é um estado que você precisa ativar e desativar”, indica. 119 O que acontece com o indivíduo que trabalha por longas jornadas, sem tirar férias, é que esse estado de alerta nunca é desligado. “Se você fica muito tempo nessa tensão, o seu organismo e o seu cérebro não conseguem voltar ao estado normal”, alerta Li Li Min. “Ligado nesse circuito de estresse, ele não consegue ativar as funções de criatividade ou elaboração, porque está focado na sobrevivência. Esse é um conflito perigoso”. Por isso descansar é tão importante. A doutora Gislaine Gil, coordenadora do curso Cérebro Ativo do hospital Sírio Libanês, em São Paulo, explica que essa é uma primeira vantagem das férias: a ausência de tensão. “Diante da pressão dos prazos de entrega de trabalhos e provas, aumenta a ansiedade de professores e alunos. A ansiedade aumenta o índice de cortisol no nosso organismo, uma substância liberada pelo hipotálamo”. Com isso, temos uma sensação de desconforto e chegamos a sentir dores musculares e nas costas. Nas férias, com a ausência da ansiedade e consequentemente do cortisol, o humor da pessoa melhora, e ela fica mais disposta e relaxada. Mas há outras vantagens. Durante as férias, a qualidade do sono melhora, já que também se costuma dormir mais horas: não há tanta necessidade de acordar cedo ou tarefas que te deixam até tarde da noite acordado. Isso também é benéfico ao cérebro. No segundo parágrafo do texto CB1A1-I, os travessões foram empregados para a) isolar um trecho no contexto. b) indicar uma citação. c) encerrar uma declaração. d) introduzir uma enumeração. e) indicar a interrupção de uma ideia. 187ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Polícia Federal / Cargo: Escrivão de Polícia Federal Texto 2A1-II Cresce rapidamente, em quase todos os países, o número de pessoas na prisão ou que esperam prováveis sentenças de prisão. Em quase toda parte, a rede de prisões está se ampliando intensamente. Os gastos orçamentários do Estado com as forças da lei e da ordem, principalmente os efetivos policiais e os serviços penitenciários, crescem em todo o planeta. Mais importante, a proporção da população em conflito direto com a lei e sujeita à prisão cresce em ritmo que indica uma mudança mais que meramente quantitativa e sugere uma “significação muito ampliada da solução institucional como componente da política criminal” — e assinala, além disso, que muitos governos alimentam a pressuposição, que goza de amplo apoio na opinião pública, de que “há uma crescente necessidade de disciplinar importantes grupos e segmentos populacionais”. 120 A proporção da população que cumpre sentenças de prisão é distinta em cada país, refletindo idiossincrasias de tradições culturais e histórias de pensamento e de práticas penais, mas o rápido crescimento parece ser um fenômeno universal em toda a ponta “mais desenvolvida” do mundo. No que se refere às ideias e aos aspectos linguísticos do texto 2A1-II, julgue o item que segue. O travessão empregado no último período do primeiro parágrafo confere ao trecho final do período, por ele isolado, um destaque, mas sua supressão manteria a correção gramatical do texto. ( ) Certo ( ) Errado 188ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Polícia Federal / Cargo: Escrivão de Polícia Federal Texto 2A1-II Cresce rapidamente, em quase todos os países, o número de pessoas na prisão ou que esperam prováveis sentenças de prisão. Em quase toda parte, a rede de prisões está se ampliando intensamente. Os gastos orçamentários do Estadocom as forças da lei e da ordem, principalmente os efetivos policiais e os serviços penitenciários, crescem em todo o planeta. Mais importante, a proporção da população em conflito direto com a lei e sujeita à prisão cresce em ritmo que indica uma mudança mais que meramente quantitativa e sugere uma “significação muito ampliada da solução institucional como componente da política criminal” — e assinala, além disso, que muitos governos alimentam a pressuposição, que goza de amplo apoio na opinião pública, de que “há uma crescente necessidade de disciplinar importantes grupos e segmentos populacionais”. A proporção da população que cumpre sentenças de prisão é distinta em cada país, refletindo idiossincrasias de tradições culturais e histórias de pensamento e de práticas penais, mas o rápido crescimento parece ser um fenômeno universal em toda a ponta “mais desenvolvida” do mundo. No que se refere às ideias e aos aspectos linguísticos do texto 2A1-II, julgue o item que segue. Seriam preservados a correção gramatical e os sentidos do texto caso a vírgula empregada imediatamente após o vocábulo “rapidamente” (primeiro período do texto) fosse suprimida. ( ) Certo ( ) Errado 121 189ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Ministério da Economia / Cargo: Técnico de Complexidade Intelectual A diferenciação entre zonas centrais e regiões marginais — centros e periferias — encontra-se hoje em várias ordens de grandeza em comunidades, distritos, países e grupos inteiros de países. Numa cidade, a atividade comercial concentra-se geralmente numa zona determinada; em cada país há regiões nas quais se concentra mais fortemente a atividade econômica, do que em outras. A diferença entre regiões centrais e regiões periféricas está baseada em uma multiplicidade de contrastes — geográficos, econômicos e sociais — que, em toda a sua diversidade, também apresentam, em seu contexto, elementos comuns essenciais. Os centros são primariamente grandes cidades ou cidades de dimensão média, sendo periferias as zonas de economia rural. As aldeias constituem centros menores na periferia. Diante das periferias, os centros são, sob alguns aspectos, privilegiados. Sob perspectiva geométrica, a soma das distâncias entre o ponto central e quaisquer pontos do interior é menor do que entre um ponto da periferia (qualquer que seja esse ponto) e qualquer ponto no interior. Em torno de uma grande cidade (de uma megalópole), encontram-se as maiores artérias de circulação ordenadas de forma radial e não em círculos concêntricos. As vias de uma periferia à outra conduzem, por isso, com frequência através do centro — também quando isso exige maiores desvios. Para cada tipo de troca (como trânsito, comércio, turismo, transmissão de conhecimentos), os centros oferecem especiais vantagens. Eles dispõem de uma infraestrutura mais rica do que as regiões marginais, e os contatos sociais são mais densos. Hospitais, universidades, institutos de pesquisa, instituições culturais, museus, teatros, salas de concerto etc. encontram-se predominante ou exclusivamente em centros. As possibilidades de formação são mais diversificadas e de melhor qualidade. Mercados de centro se destacam por ofertas mais ricas do que os mercados das periferias. O nível de vida é mais alto, os salários são mais altos, mas também os custos de manutenção da vida são mais altos. Nos centros, com relação à vida social, vigora uma cultura pluralista, as pessoas são mais individualistas, mas também mais flexíveis do que nas periferias. No interior a cultura é mais fortemente presa à tradição, a mobilidade social é menor, a vida decorre mais calma e vagarosamente, e as pessoas se movimentam menos apressadamente. Quanto às atitudes mentais e intelectuais, elas também são, em geral, menos ágeis e, com frequência, mais conservadoras. Julgue o item subsequente, relativo às ideias e às construções linguísticas do texto precedente. No trecho “Em torno de uma grande cidade (de uma megalópole)”, os parênteses foram empregados para isolar um trecho de caráter explicativo. ( ) Certo ( ) Errado 122 Concordância verbal e nominal 190ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Auxiliar em Administração Texto CB4A1BBB Julgue o item seguinte, relativos aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto CB4A1BBB. No terceiro parágrafo, o adjetivo “respeitadas” (l.16) encontra-se no plural porque concorda com os termos “ética”, “valorização”, “identidades” e “culturas”. ( ) Certo ( ) Errado 191ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Auxiliar em Administração Texto CB4A1AAA 123 Julgue o item que se segue, pertinentes a aspectos linguísticos do texto CB4A1AAA. Nas linhas 11 e 12, a forma verbal “convidaram” está no plural porque concorda com os termos “cientistas”, “artistas” e “professores”. ( ) Certo ( ) Errado 192ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Auxiliar em Administração Texto CB4A1AAA Julgue o item que se segue, pertinentes a aspectos linguísticos do texto CB4A1AAA. No último parágrafo do texto, a expressão “era amparada” está no singular para concordar com a palavra “estrutura”, que é núcleo do sujeito. 124 ( ) Certo ( ) Errado 193ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEDUC-AM / Cargo: Merendeira Com base no texto acima, julgue o próximo item. A forma verbal “têm” (na linha 10) está no plural porque concorda com “crianças” (na linha 8). ( ) Certo ( ) Errado 194ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Prefeitura de Rio Branco - AC / Cargo: Nível Fundamental Tendo o texto acima como referência, julgue o seguinte item. O termo “considerado” (l.6) está no masculino singular para concordar com “o estado da Amazônia brasileira” (l.3-4). ( ) Certo ( ) Errado 195ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SERPRO / Cargo: Analista - Especialização: Ciência de Dados 125 Texto CB1A1-I Não estamos opondo máquinas a ecologia, como se as máquinas fossem aquelas coisas que só servem para violentar a Mãe Natureza e violar a harmonia entre o ser humano e a natureza ― uma imagem atribuída à tecnologia desde o fim do século XVIII. Também não estamos seguindo a hipótese de Gaia de que a Terra é um único superorganismo ou uma coletividade de organismos. Em vez disso, gostaria de propor uma reflexão sobre a ecologia das máquinas. Para dar início a essa ecologia das máquinas, precisamos primeiro voltar ao conceito de ecologia. Seu fundamento está na diversidade, já que é apenas com biodiversidade (ou multiespécies que incluam todas as formas de organismos, até mesmo bactérias) que os sistemas ecológicos podem ser conceitualizados. A fim de discutir uma ecologia de máquinas, precisaremos de uma noção diferente e em paralelo com a de biodiversidade ― uma noção a que chamamos tecnodiversidade. A biodiversidade é o correlato da tecnodiversidade, uma vez que sem esta só testemunharemos o desaparecimento de espécies diante de uma racionalidade homogênea. Tomemos como exemplo os pesticidas, que são feitos para matar certa espécie de insetos independentemente de sua localização geográfica, precisamente porque são baseados em análises químicas e biológicas. Sabemos, no entanto, que o uso de um mesmo pesticida pode levar a diversas consequências desastrosas em biomas diferentes. Antes da invenção dessas substâncias, empregavam-se diferentes técnicas para combater os insetos que ameaçavam as colheitas dos produtos agrícolas ― recursos naturais encontrados na região, por exemplo. Ou seja, havia uma tecnodiversidade antes do emprego de pesticidas como solução universal. Os pesticidas aparentam ser mais eficientes a curto prazo, mas hoje é fato bastante consolidado que estávamos o tempo todo olhando para os nossos pés quando pensávamos em um futuro longínquo. Podemos dizer que a tecnodiversidade é, em essência, uma questão de localidade. Localidade não significa necessariamente etnocentrismo ou nacionalismo, mas é aquilo que nos forçaa repensar o processo de modernização e de globalização e que nos permite refletir sobre a possibilidade de reposicionar as tecnologias modernas. Ainda com relação aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o seguinte item. No trecho “Localidade não significa necessariamente etnocentrismo ou nacionalismo, mas é aquilo que nos força a repensar o processo de modernização”, a forma verbal “é” concorda com o termo “Localidade”. ( ) Certo ( ) Errado 196ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SERPRO / Cargo: Analista - Especialização: Ciência de Dados Texto CB1A1-I 126 Não estamos opondo máquinas a ecologia, como se as máquinas fossem aquelas coisas que só servem para violentar a Mãe Natureza e violar a harmonia entre o ser humano e a natureza ― uma imagem atribuída à tecnologia desde o fim do século XVIII. Também não estamos seguindo a hipótese de Gaia de que a Terra é um único superorganismo ou uma coletividade de organismos. Em vez disso, gostaria de propor uma reflexão sobre a ecologia das máquinas. Para dar início a essa ecologia das máquinas, precisamos primeiro voltar ao conceito de ecologia. Seu fundamento está na diversidade, já que é apenas com biodiversidade (ou multiespécies que incluam todas as formas de organismos, até mesmo bactérias) que os sistemas ecológicos podem ser conceitualizados. A fim de discutir uma ecologia de máquinas, precisaremos de uma noção diferente e em paralelo com a de biodiversidade ― uma noção a que chamamos tecnodiversidade. A biodiversidade é o correlato da tecnodiversidade, uma vez que sem esta só testemunharemos o desaparecimento de espécies diante de uma racionalidade homogênea. Tomemos como exemplo os pesticidas, que são feitos para matar certa espécie de insetos independentemente de sua localização geográfica, precisamente porque são baseados em análises químicas e biológicas. Sabemos, no entanto, que o uso de um mesmo pesticida pode levar a diversas consequências desastrosas em biomas diferentes. Antes da invenção dessas substâncias, empregavam-se diferentes técnicas para combater os insetos que ameaçavam as colheitas dos produtos agrícolas ― recursos naturais encontrados na região, por exemplo. Ou seja, havia uma tecnodiversidade antes do emprego de pesticidas como solução universal. Os pesticidas aparentam ser mais eficientes a curto prazo, mas hoje é fato bastante consolidado que estávamos o tempo todo olhando para os nossos pés quando pensávamos em um futuro longínquo. Podemos dizer que a tecnodiversidade é, em essência, uma questão de localidade. Localidade não significa necessariamente etnocentrismo ou nacionalismo, mas é aquilo que nos força a repensar o processo de modernização e de globalização e que nos permite refletir sobre a possibilidade de reposicionar as tecnologias modernas. Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o item a seguir. No trecho “precisamos primeiro voltar ao conceito de ecologia” (quarto período), o vocábulo “primeiro” estabelece concordância com o termo “conceito”. ( ) Certo ( ) Errado 197ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Polícia Federal / Cargo: Escrivão de Polícia Federal Texto 2A1-II Cresce rapidamente, em quase todos os países, o número de pessoas na prisão ou que esperam prováveis sentenças de prisão. Em quase toda parte, a rede de prisões está se ampliando intensamente. Os gastos orçamentários do Estado com as forças da lei e da ordem, principalmente os efetivos policiais e os serviços penitenciários, 127 crescem em todo o planeta. Mais importante, a proporção da população em conflito direto com a lei e sujeita à prisão cresce em ritmo que indica uma mudança mais que meramente quantitativa e sugere uma “significação muito ampliada da solução institucional como componente da política criminal” — e assinala, além disso, que muitos governos alimentam a pressuposição, que goza de amplo apoio na opinião pública, de que “há uma crescente necessidade de disciplinar importantes grupos e segmentos populacionais”. A proporção da população que cumpre sentenças de prisão é distinta em cada país, refletindo idiossincrasias de tradições culturais e histórias de pensamento e de práticas penais, mas o rápido crescimento parece ser um fenômeno universal em toda a ponta “mais desenvolvida” do mundo. Ainda com relação ao texto 2A1-II, julgue o item subsecutivo. Seria mantida a correção gramatical do texto caso a forma verbal “esperam” (primeiro período do texto) fosse substituída por espera. ( ) Certo ( ) Errado 198ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Polícia Federal / Cargo: Escrivão de Polícia Federal Texto 2A1-II Cresce rapidamente, em quase todos os países, o número de pessoas na prisão ou que esperam prováveis sentenças de prisão. Em quase toda parte, a rede de prisões está se ampliando intensamente. Os gastos orçamentários do Estado com as forças da lei e da ordem, principalmente os efetivos policiais e os serviços penitenciários, crescem em todo o planeta. Mais importante, a proporção da população em conflito direto com a lei e sujeita à prisão cresce em ritmo que indica uma mudança mais que meramente quantitativa e sugere uma “significação muito ampliada da solução institucional como componente da política criminal” — e assinala, além disso, que muitos governos alimentam a pressuposição, que goza de amplo apoio na opinião pública, de que “há uma crescente necessidade de disciplinar importantes grupos e segmentos populacionais”. A proporção da população que cumpre sentenças de prisão é distinta em cada país, refletindo idiossincrasias de tradições culturais e histórias de pensamento e de práticas penais, mas o rápido crescimento parece ser um fenômeno universal em toda a ponta “mais desenvolvida” do mundo. No que se refere às ideias e aos aspectos linguísticos do texto 2A1-II, julgue o item que segue. A forma verbal “crescem” (terceiro período do primeiro parágrafo) está flexionada no plural para concordar com o sujeito composto cujos núcleos são “gastos”, “efetivos” e “serviços”. 128 ( ) Certo ( ) Errado 199ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MPE-PI / Cargo: Técnico Ministerial Julgue o item a seguir, relativo aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto apresentado. Na linha 1, seria incorreto o emprego do verbo “ser” no plural — serem. ( ) Certo ( ) Errado 200ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANVISA / Cargo: Técnico Administrativo 129 Acerca dos sentidos e de aspectos linguísticos do texto, julgue o item que se segue. A forma verbal “acreditava” (l.3) está flexionada no singular para concordar com a palavra “parte” (l.2), mas poderia ser substituída sem prejuízo à correção gramatical pela forma verbal acreditavam, que estabeleceria concordância com o termo composto “dos médicos e da população” (l.2). ( ) Certo ( ) Errado 201ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: DEPEN / Cargo: Agente e Técnico Texto II Julgue o próximo item, relativo às ideias e às estruturas linguísticas do texto II. A forma verbal “são” (L.3) está no plural porque concorda com “Esses indivíduos” (L. 2 e 3). 130 ( ) Certo ( ) Errado 202ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Auxiliar Administrativo Em relação ao fragmento de texto acima, julgue o item subsequente. A forma verbal “confunde” (l.6) está no singular porque concorda com “contexto” (l.5). ( ) Certo ( ) Errado 131 Regência verbal e nominal 203ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Instituto Hospital Base do Distrito Federal / Cargo: Técnico de Enfermagem Considerando os aspectos linguísticos do texto precedente e as informações nele veiculadas, julgue o próximo item. A correção gramatical do texto seria prejudicada caso se deslocasse a partícula “se”, em “se dizia” (l.4), para imediatamente após a forma verbal: dizia-se. ( ) Certo ( ) Errado 204ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MPE-PI / Cargo: Técnico Ministerial Com referência aossentidos do texto precedente e às estruturas linguísticas nele empregadas, julgue o item a seguir. 132 A correção gramatical do texto seria prejudicada caso o trecho “Eis que se inicia” (l.1) fosse reescrito da seguinte forma: Eis que inicia-se. ( ) Certo ( ) Errado 205ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: EMAP / Cargo: Assistente Portuário Acerca de aspectos linguísticos do texto precedente e das ideias nele contidas, julgue o item a seguir. A correção gramatical do texto seria mantida caso o trecho “que se consubstancia” (l. 10 e 11) fosse alterado para que consubstancia-se. ( ) Certo ( ) Errado 206ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: DPU / Cargo: Agente Administrativo 133 Acerca dos aspectos linguísticos e das ideias do texto acima, julgue o item seguinte. Seria mantida a correção gramatical do período caso a partícula “se”, em “se beneficiar” (l.16), fosse deslocada para imediatamente após a forma verbal “beneficiar” — escrevendo-se beneficiar-se. ( ) Certo ( ) Errado 207ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: DEPEN / Cargo: Agente e Técnico 134 Em relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto I, julgue o item que se segue. A correção gramatical do texto seria preservada, caso o trecho “O que se constata”, no início do segundo parágrafo, fosse reescrito da seguinte forma: O que constata-se. ( ) Certo ( ) Errado 208ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-PA / Cargo: Analista Judiciário Assinale a opção correta no que se refere ao emprego de forma pronominal em substituição ao termo "diplomas" na oração "Os demais eleitos receberão diplomas assinados pelo presidente do respectivo TRE". a) Os demais eleitos vão receber-lhes assinados pelo presidente do respectivo TRE. b) Os demais eleitos receber-lhes-ão assinados pelo presidente do respectivo TRE. c) Os demais eleitos lhes receberão assinados pelo presidente do respectivo TRE. d) Os demais eleitos recebê-los-ão assinados pelo presidente do respectivo TRE. e) Os demais eleitos receberão-nos pelo presidente do respectivo TRE. 135 Uso dos porquês 209ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Auxiliar de Administração Julgue o item, relativos ao texto acima. Mantém-se a correção gramatical do período ao se substituir a expressão “por que” (l.6) pela palavra porque. ( ) Certo ( ) Errado 210ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-ES / Cargo: Técnico – Taquigrafia Julgue o próximo item, com relação ao correto emprego de porque, porquê, por que e por quê. Em cada eleição se manifesta o desejo de permanência ou mudança. Mudar por quê? Nem todos os porquês são razoavelmente justificáveis. É preciso que cada um reflita seriamente para saber por que quer mudar, ou por que quer a continuidade de determinado grupo no poder. ( ) Certo ( ) Errado 211ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-ES / Cargo: Técnico – Taquigrafia Julgue o próximo item, com relação ao correto emprego de porque, porquê, por que e por quê. Alguns prefeitos se reelegem com extrema facilidade. Por que isso ocorre? Por que prefeitos de municípios recém-criados se reelegem com muito mais facilidade do que os demais? Provavelmente, porque têm mais liberdade para gastar e amplas possibilidades de contratar novos funcionários para compor a burocracia local. 136 ( ) Certo ( ) Errado 212ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-ES / Cargo: Técnico – Taquigrafia Julgue o próximo item, com relação ao correto emprego de porque, porquê, por que e por quê. Se me perguntam por que sou favorável ao voto distrital, qual o motivo porque defendo tal sistema, explico de pronto: porque com ele diminui a briga interna dos partidos em cada distrito. Além disso, porque o voto distrital dá ao eleitor a possibilidade de controlar quem foi por ele eleito. ( ) Certo ( ) Errado 213ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Prefeitura de São Cristóvão - SE / Cargo: Professor de Educação Básica Acerca das ideias, dos sentidos e das propriedades linguísticas do texto anterior, julgue o item a seguir. A correção gramatical do texto seria mantida caso a expressão “por que” (l.18) fosse substituída por porque. ( ) Certo ( ) Errado 137 214ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: INCA / Cargo: Enfermagem - Pediatria Oncológica Acerca do texto acima e dos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir. A substituição de "pelo qual" (l.11), pelo termo por que mantém a correção gramatical do período. ( ) Certo ( ) Errado 215ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Auxiliar Administrativo O trecho abaixo constitui um texto. Julgue quanto à correção gramatical. A dengue causa apreensão, sobretudo por que em todas as regiões do país a temperatura está bastante elevada e, com a chegada das chuvas, estará montado o cenário ideal para a proliferação do Aedes aegypti. ( ) Certo ( ) Errado 216ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Prefeitura de Horizontina - RS / Cargo: Analista de Suporte de Informática Animais têm sotaques Os biólogos chamam essas diferenças regionais de dialetos. Essa é uma descoberta antiga: dois mil anos atrás, Plínio, o naturalista romano, já havia observado que exemplares da mesma espécie de pássaro provenientes de lugares diferentes não soam iguais. Isso é possível ________ as vocalizações de um sabiá ou bem‐te‐vi não vêm prontas no DNA: precisam ser aprendidas pelos bebês, exatamente como as linguagens humanas. Quando há aprendizado, a variação se torna inevitável. 138 Os dialetos não se limitam a pássaros. Baleias, golfinhos e algumas espécies de macaco também exibem dialetos. Os pinípedes – grupo que inclui leões‐marinhos, focas, morsas e outros mamíferos aquáticos – têm tratos vocais bastante complexos e seus chamados mudam um bocado de uma praia para a outra. É importante diferenciar dialetos (que são algo de origem cultural) de variações genéticas. Galinhas brasileiras e chinesas provavelmente não pertencem à mesma linhagem. E pequenas variações anatômicas significam que elas vão cacarejar diferente. Mas essa é, por assim dizer, a “voz” dessas aves – não o sotaque. Outra possibilidade é que vocalizações diferentes evoluam por seleção natural conforme as necessidades de cada população. Um grupo de pássaros pode passar a cantar diferente dos demais membros da espécie com o passar de milhares de anos, _______indivíduos que cantavam de um jeito, e não de outro, tiveram vantagens de sobrevivência e reprodução. Essas são adaptações genéticas, e não variações culturais. (Site: Abril ‐ adaptado.) Assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto CORRETAMENTE: a) por que | porque b) porquê | por que c) porque | por que d) por quê | porquê e) porque | porque 217ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Prefeitura de Horizontina - RS / Cargo: Arquiteto Em relação ao uso dos porquês, assinalar a alternativa CORRETA: a) Faltamos ao compromisso, por que foi necessário. b) Este é o motivo por que decidimos nos afastar. c) Por quê ninguém compareceu ao exame? d) Desconhecemos o porque de tanta rebeldia. e) Ele foi excluído do grupo porque? 218ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MPE-SC / Cargo: Promotor de Justiça Texto 2A1-I 139 Quando falamos em direito, estamos falando inicialmente de um enorme conjunto de regras obrigatórias, o chamado direito positivo. Mas o vocábulo direito é usado também para o curso de Direito, a assim chamada “ciência do Direito”. Numa terceira acepção, a palavra designa os direitos de cada um de nós, chamados de direitos subjetivos, pois somos os sujeitos, os titulares, desses direitos. Ninguém ignora que paira sobre nossas cabeças uma gigantesca teia de normas, que atinge praticamente todas as nossas atividades. A vida de cada um de nós é regulada de dia e de noite, desde antes do nascimento e, por incrível que pareça, até depois da morte. Muitos pensadores têm destacado que o direito atual parece ter invadido tudo: há direito em toda parte, para todos, para tudo.A contrapartida é que, assim como temos que seguir as normas, os outros também têm de cumpri-las e, desse modo, respeitar os direitos de cada um de nós, os ditos direitos subjetivos. Eduardo Muylaert. Direito no cotidiano: guia de sobrevivência na selva das leis. São Paulo: Editora Contexto, 2020, p.11-12 (com adaptações). Com relação aos aspectos linguísticos do texto 2A1-I, julgue o item subsequente. Seria mantida a correção gramatical do texto caso a conjunção “pois”, no último período do primeiro parágrafo, fosse substituída por “por que”. ( ) Certo ( ) Errado 219ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CREF - 21ª Região (MA) / Cargo: Auxiliar Administrativo A correção gramatical do texto seria mantida se a locução “uma vez que” (linha 34) fosse substituída pela conjunção a) portanto. b) porquê. 140 c) por que. d) por quê. e) porque. 220ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Prefeitura de Coronel Martins - SC / Cargo: Técnico em Enfermagem Assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE: Ainda que soubéssemos os motivos, não tinha o ________ você ser indelicada. a) por quê b) porque c) porquê d) por que 221ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRBM - 4 / Cargo: Fiscal Biomédico Com relação às ideias, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item. A substituição de “Por que” (linha 12) por “Por quê” manteria a correção gramatical do texto, pois ambas as formas são corretas para se introduzir uma pergunta. 141 ( ) Certo ( ) Errado 222ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Prefeitura de Nova Itaberaba - SC / Cargo: Professor Assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE: Ignoro completamente o ____________ de sua partida. a) por que b) porque c) porquê d) por quê e) pôr que 223ª/ Banca: IBADE / Órgão: Prefeitura de Linhares - ES / Cargo: Fiscal Assinale a frase gramaticalmente CORRETA: a) Jônio foi demitido por que dormia no trabalho. b) Não sei por que não foram mais chamados na firma. c) Porque você desistiu tão facilmente do trabalho? d) Não escrevi nada porquê não entendi o ditado. e) Eis o porque da nossa separação conjugal. 224ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Prefeitura de Rio Pardo - RS / Cargo: Contador Quanto ao uso dos porquês, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE: A ponte ________ passei era muito estreita. Ele foi embora ________ estava cansado. a) porque - porque b) porquê - porque c) por que - porque d) porquê - por que 142 225ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TJ-AM / Cargo: Analista de Sistemas A respeito das propriedades linguísticas e dos sentidos do texto, julgue o item seguinte. A correção gramatical do texto seria mantida se o vocábulo “porque” (L.23) fosse substituído por “por que”. ( ) Certo ( ) Errado 226ª/ Banca: AOCP / Órgão: UFBA / Cargo: Técnico em Segurança do Trabalho Texto 2 Em relação ao Texto 2, julgue, como CERTO ou ERRADO, o item a seguir. No segundo quadrinho, o “Por que” é utilizado sem acento circunflexo e separadamente por introduzir uma frase interrogativa. Esse termo deve ser escrito dessa mesma maneira quando for uma palavra substantivada. ( ) Certo ( ) Errado 143 227ª/ Banca: FGV / Órgão: Prefeitura de Salvador - BA / Cargo: Técnico de Nível Médio II TEXTO 1. Por que sentimos calafrios e desconforto ao ouvir certos sons agudos – como unhas arranhando um quadro-negro? Esta é uma reação instintiva para protegermos nossa audição. A cóclea (parte interna do ouvido) tem uma membrana que vibra de acordo com as frequências sonoras que ali chegam. A parte mais próxima ao exterior está ligada à audição de sons agudos; a região mediana é responsável pela audição de sons de frequência média; e a porção mais final, por sons graves. As células da parte inicial, mais delicadas e frágeis, são facilmente destruídas – razão por que, ao envelhecermos, perdemos a capacidade de ouvir sons agudos. Quando frequências muito agudas chegam a essa parte da membrana, as células podem ser danificadas, pois, quanto mais alta a frequência, mais energia tem seu movimento ondulatório. Isso, em parte, explica nossa aversão a determinados sons agudos, mas não a todos. Afinal, geralmente não sentimos calafrios ou uma sensação ruim ao ouvirmos uma música com notas agudas. Aí podemos acrescentar outro fator. Uma nota de violão tem um número limitado e pequeno de frequências – formando um som mais “limpo”. Já no espectro de som proveniente de unhas arranhando um quadro-negro (ou de atrito entre isopores ou entre duas bexigas de ar) há um número infinito delas. Assim, as células vibram de acordo com muitas frequências e aquelas presentes na parte inicial da cóclea, por serem mais frágeis, são lesadas com mais facilidade. Daí a sensação de aversão a esse sons agudos e “crus”. Ronald Ranvaud, Ciência Hoje, nº 282. Assinale a frase em que a grafia do vocábulo sublinhado está equivocada. a) Por que sentimos calafrios? b) A razão porque sentimos calafrios é conhecida. c) Qual o porquê de sentirmos calafrios? d) Sentimos calafrios porque precisamos defender nossa audição. e) Sentimos calafrios por quê? 228ª/ Banca: FGV / Órgão: COMPESA / Cargo: Analista de Gestão – Advogado 144 Assinale a frase em que a grafia do vocábulo sublinhado está inadequada. a) As autoridades dizem a toda hora que estão profundamente preocupadas com o crime organizado. Por quê? Preferem o crime esculhambado? b) Responda depressa: por que, na máquina escrever, o alfabeto não está em ordem alfabética? c) Quando a mulher diz que depois do marido nunca mais vai querer saber de outro homem é porque pensa que nunca mais vai encontrar outro igual ou porque tem medo de só encontrar outros iguais? d) Por que é que, na estrada, o molenga está sempre na nossa frente e o apressadinho vem sempre atrás? e) Entre o porque e o por quê há mais bobagem gramatical do que sabedoria semântica. 229ª/ Banca: FCC / Órgão: TRT - 15ª Região (SP) / Cargo: Técnico Judiciário É porque estou morto... O elemento sublinhado acima também pode ser corretamente empregado na lacuna da frase: a) Não entendi o ...... da sua atitude na reunião. b) Percebi logo ...... ele demorou para chegar. c) ...... você não confia nas suas ideias? d) Esclareça o ...... da necessidade desse procedimento. e) Os jovens às vezes erram ...... são muito ansiosos. 230ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MEC / Cargo: Analista Processual 145 Julgue os itens seguintes, referentes às ideias e a aspectos linguísticos do texto acima. O termo “porque” (l.19) poderia, sem prejuízo para a correção gramatical e o sentido do texto, ser substituído por “por que”. ( ) Certo ( ) Errado 231ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Prefeitura de Pinto Bandeira - RS / Cargo: Auxiliar Administrativo Assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE: Não sei __________ escolhi o vestido amarelo. a) porquê b) porque c) por quê d) por que 146 Orações coordenadas sindéticas 232ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MS / Cargo: Analista Com referência às estruturas linguísticas do texto, julgue os itens subsequentes. O vocábulo “mas” (l.14) exerce função de termo aditivo em relação à asserção da oração que o antecede. ( ) Certo ( ) Errado 233ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Ministério da Economia / Cargo: Técnico em Segurança da Informação e Proteção de Dados Quando eu era criança (e isso aconteceu em outro tempo e em outro espaço), não era incomum ouvir a pergunta “Quão longe é daqui até lá?” respondida por um “Mais ou menos uma hora, ou um pouco menos se você caminhar rápido”. Num tempo ainda anterior à minha infância, suponho que a resposta mais comum teria sido “Se você sair agora, estará lá por volta do meio-dia” ou “Melhor sair agora, se você quiser chegar antes que escureça”. Hoje em dia, pode-se ouvir ocasionalmente essas respostas. Mas 147 serão normalmente precedidas por uma solicitação para ser maisespecífico: “Você vai de carro ou a pé?”. “Longe” e “tarde”, assim como “perto” e “cedo”, significavam quase a mesma coisa: exatamente quanto esforço seria necessário para que um ser humano percorresse uma certa distância — fosse caminhando, semeando ou arando. Se as pessoas fossem instadas a explicar o que entendiam por “espaço” e “tempo”, poderiam ter dito que “espaço” é o que se pode percorrer em certo tempo, e que “tempo” é o que se precisa para percorrê-lo. Se não fossem muito pressionados, porém, não entrariam no jogo da definição. E por que deveriam? A maioria das coisas que fazem parte da vida cotidiana são compreendidas razoavelmente até que se precise defini-las; e, a menos que solicitados, não precisaríamos defini-las. O modo como compreendíamos essas coisas que hoje tendemos a chamar de “espaço” e “tempo” era não apenas satisfatório, mas tão preciso quanto necessário, pois era o wetware — os humanos, os bois e os cavalos — que fazia o esforço e punha os limites. Um par de pernas humanas pode ser diferente de outros, mas a substituição de um par por outro não faria uma diferença suficientemente grande para requerer outras medidas além da capacidade dos músculos humanos. A respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto anterior, julgue o item seguinte. No trecho “Um par de pernas humanas pode ser diferente de outros, mas a substituição de um par por outro não faria uma diferença suficientemente grande para requerer outras medidas além da capacidade dos músculos humanos”, no último período do texto, a substituição de “mas” por entretanto manteria a correção gramatical e a coerência do texto. ( ) Certo ( ) Errado 234ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRF - 1ª REGIÃO / Cargo: Analista Judiciário 148 A respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto CB1A1AAA, julgue o item a seguir. A locução “Além de” (l.1) estabelece uma relação de adição no período em que ocorre. ( ) Certo ( ) Errado 235ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEDF / Cargo: Professor de Educação Básica - Língua Portuguesa 149 Com referência às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o próximo item. O primeiro parágrafo do texto é um período composto por orações coordenadas. ( ) Certo ( ) Errado 236ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TCE-SC / Cargo: Fiscal de Controle Externo Julgue o próximo item, relativos a aspectos linguísticos e às ideias do texto CB2A2BBB. Seria mantida a correção gramatical do texto se o vocábulo “Portanto” (l.4) fosse substituído por Por conseguinte. ( ) Certo ( ) Errado 150 237ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TCE-PA / Cargo: Técnico de Controle Externo Em relação aos elementos linguísticos do texto CB8A1AAA, julgue o item a seguir. No trecho “segundo o qual o poder político não apenas emana do povo (...) mas comporta a participação direta do povo” (l. 17 a 19), a locução “não apenas (...) mas” introduz no período ideia de adição. ( ) Certo ( ) Errado 238ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEED-PR / Cargo: Professor Texto 5A2-I Socorro Socorro, eu não estou sentindo nada. Nem medo, nem calor, nem fogo, não vai dar mais pra chorar nem pra rir. Socorro, alguma alma, mesmo que penada, me empreste suas penas. Já não sinto amor nem dor, 151 já não sinto nada. Socorro, alguém me dê um coração, que esse já não bate nem apanha. Por favor, uma emoção pequena, qualquer coisa que se sinta, tem tantos sentimentos, deve ter algum que sirva. Socorro, alguma rua que me dê sentido, em qualquer cruzamento, acostamento, encruzilhada, socorro, eu já não sinto nada. No verso “que esse já não bate nem apanha”, na terceira estrofe do texto 5A2-I, o termo “que” introduz uma oração a) coordenada adversativa. b) coordenada explicativa. c) subordinada adverbial condicional. d) subordinada adjetiva restritiva. e) subordinada adverbial concessiva. 239ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Polícia Científica - PE / Cargo: Papiloscopista 152 No texto CG1A01AAA, a conjunção “pois” (l.22) introduz, no período em que ocorre, uma ideia de a) conclusão. b) explicação. c) causa. d) finalidade. e) consequência. 240ª/ Banca: FCC / Órgão: Prefeitura de São José do Rio Preto - SP / Cargo: Agente de Combate às Endemias 153 Se os textos lhes agradam, ótimo. Caso contrário, não continuem, pois a leitura obrigatória é uma coisa tão absurda quanto a felicidade obrigatória. O termo sublinhado acima introduz, no contexto, noção de a) finalidade. b) consequência. c) explicação. d) concessão. e) condição. 241ª/ Banca: INSTITUTO AOCP / Órgão: Prefeitura de Vitória - ES / Cargo: Médico Clínico Geral Assinale a alternativa que apresenta corretamente o sentido da palavra em destaque no seguinte excerto: “*...+ os pacientes podem frequentar e, ainda, convidar amigos e familiares para ajudar a plantar ervas *...+”. a) Adição. b) Tempo. c) Concessão. d) Condição. 242ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRN - 8ª Região (PR) / Cargo: Assistente Administrativo Junior 154 A oração “mas gorduras são ricas em calorias” (linhas 22 e 23) classifica‐se como oração coordenada de sentido a) aditivo. b) adversativo. c) alternativo. d) conclusivo. e) explicativo. 243ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRMV-AC / Cargo: Assistente Administrativo No que diz respeito ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item. Na linha 29, o vocábulo “nem” introduz oração coordenada de sentido adversativo. ( ) Certo ( ) Errado 244ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: EMAP / Cargo: Assistente Portuário 155 Com relação aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o próximo item. A palavra “portanto” (l.18) introduz, no período em que ocorre, uma ideia de conclusão. ( ) Certo ( ) Errado 245ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: SAMAE de Caxias do Sul - RS / Cargo: Assistente de Planejamento Considerando-se as possibilidades de substituição do termo sublinhado em “Sem registros escritos, porém, é impossível ter certeza.”, analisar os itens abaixo: I - No entanto. II - Por conseguinte. III - Contudo. IV - Porquanto. Estão CORRETOS: a) Somente os itens I e II. 156 b) Somente os itens I e III. c) Somente os itens III e IV. d) Somente os itens I, II e III. e) Somente os itens II, III e IV. 246ª/ Banca: AOCP / Órgão: EBSERH / Cargo: Assistente de Planejamento O trecho destacado em “Wolton justifica-se dizendo que a internet é incrível para a comunicação entre pessoas e grupos que tenham os mesmos interesses, mas está longe de ser uma ferramenta de comunicação de coesão entre pessoas e grupos diferentes.”, é uma oração a) coordenada sindética aditiva. b) coordenada sindética adversativa. c) coordenada sindética conclusiva. d) coordenada assindética. e) coordenada sindética explicativa. 247ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Técnico de Tecnologia 157 No que se refere a aspectos linguísticos do texto CB1A1AAA, julgue o item que se segue. A expressão “e sim” (l.18) introduz no texto uma ideia de oposição. ( ) Certo ( ) Errado 248ª/ Banca: AOCP / Órgão: EBSERH / Cargo: Médico - Urologia Na frase: “[...] Tornamo-nos, portanto, seres que se sentem seguros somente se conectados a essas redes *...+”, o termo em destaque pode ser substituído, sem prejuízo gramatical ou alteração de sentido, por a) conquanto. b) porquanto. c) contudo. d) pois. e) todavia. 249ª/ Banca: FGV / Órgão: Prefeitura de Paulínia - SP / Cargo: Procurador Assinale a opção que indica a frase machadiana em que a conjunção “e” tem valor adversativo. a) “O povo, ingênuo e sem fé das verdades, quer ao menos crer na fábula, e pouco apreço dá às demonstrações científicas.” b) “O pão do exílio é amargo e duro.” c) “Há amigos de oito dias e indiferentes de oito anos.” d) “A amizade lhe fará esquecer o amor; é mais serena que ele e talvez menos exposta a perecer.” 158 e) “O casamento é bom e tem seus inconvenientescomo tudo neste mundo. 250ª/ Banca: FGV / Órgão: SEE-PE / Cargo: Professor de Matemática “Pois bem, é hora de ir: eu para morrer, e vós para viver. Quem de nós irá para o melhor é algo desconhecido por todos, menos por Deus.” (Sócrates, no momento de sua morte). Os termos iniciais da frase de Sócrates – Pois bem – têm o valor de a) explicação. b) conclusão. c) condição. d) consequência. e) causa. 251ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Prefeitura de São Paulo - SP / Cargo: Fiscal 159 No texto I, a conjunção “entretanto” (l.3) introduz, no período em que ocorre, uma ideia de a) oposição. b) adição. c) condição. d) causa. e) consequência. 160 Orações subordinadas adverbiais 252ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Assistente em Tecnologia da Informação Acerca das ideias e de aspectos linguísticos do texto CB1A1BBB, julgue o item subsequente. A palavra “que” (l.12) introduz no texto uma ideia de consequência. ( ) Certo ( ) Errado 253ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRF - 1ª REGIÃO / Cargo: Técnico Judiciário – Taquigrafia 161 Ainda com relação às propriedades linguísticas do texto CB2A2AAA, julgue o item a seguir. O trecho “para que ele consiga, por si próprio, iluminar sua inteligência e sua consciência” (l. 10 e 11) expressa uma condição em relação à oração “despertando sua cooperação” (l. 9 e 10). ( ) Certo ( ) Errado 254ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Auxiliar Administrativo Em relação ao fragmento de texto acima, julgue o item subsequente. Na linha 9, o termo “se” é de natureza condicional. 162 ( ) Certo ( ) Errado 255ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TJ-ES / Cargo: Técnico Judiciário Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item a seguir. O termo “Embora” (l.15) confere à oração em que ocorre a noção de condição. ( ) Certo ( ) Errado 256ª/ Banca: AOCP / Órgão: Prefeitura de Betim - MG / Cargo: Auditor Fiscal Assinale a alternativa que classifica corretamente a oração subordinada do trecho “Observar galáxias distantes nos ajuda a montar o quebra-cabeça do Universo: quanto mais longe enxergamos, mais ao passado voltamos”. a) Oração subordinada adverbial proporcional. b) Oração subordinada adverbial consecutiva. 163 c) Oração subordinada substantiva objetiva direta. d) Oração subordinada substantiva completiva nominal. e) Oração subordinada adjetiva restritiva. 257ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRO - RS / Cargo: Telefonista A oração “embora a exposição ao flúor reduza a cárie dentária” (linhas 36 e 37) expressa, no período, circunstância de a) causa. b) condição. c) concessão. d) consequência. e) tempo. 258ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CREFONO - 9ª Região / Cargo: Auxiliar Administrativo 164 No que concerne à estruturação linguístico‐gramatical do texto, julgue o item. O elemento “Quando” (linha 15) introduz uma oração com sentido locativo. ( ) Certo ( ) Errado 165 Ortografia 259ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEGER-ES / Cargo: Contador A palavra “prevenção” se escreve com “ç”, da mesma forma que “correção”, “precaução” e “compreenção”. ( ) Certo ( ) Errado 260ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-MA / Cargo: Analista Julgue os itens abaixo quanto à grafia das palavras neles empregadas. I - Após ter seu mandato cassado, o prefeito está ancioso para voltar à vida política. II - A polícia revelou, algumas horas depois do ocorrido, a indentidade do incendiário. III - Por proceder mal, o profissional foi considerado, um mau colega. IV - Recentemente, surgiram denúncias de privilégios e malversação dos recursos públicos. Estão certos apenas os itens: (A) I e II. (B) I e III. (C) II e III. (D) II e IV. (E) III e IV. 261ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-MA / Cargo: Técnico Judiciário ...6,5 bilhões de pessoas que existem hoje no planeta, cerca de 4 bilhões vivem abaixo da linha da pobreza, dos quais 1,3 bilhão, abaixo da linha da miséria. Estaria gramaticalmente correta a substituição de “cerca de” por “acerca de”. ( ) Certo ( ) Errado 262ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PC-PB / Cargo: Papiloscopista Se todos os carros do mundo fossem elétricos, a quantidade de CO2 que lançaríamos na atmosfera continuaria a mesma. É que o groço da produção mundial de CO2 não sai do escapamento dos carros, mas das uzinas termoletricas que queimam o carvão, o combustivel mais sujo que existe. O total de erros de grafia verificados no trecho acima é igual a: (A) 1 (B) 2 (C) 3 166 (D) 4 (E) 5 263ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEEC/PB / Cargo: Professor O texto fala de etimologia, que é o estudo da origem e da formação das palavras de uma língua. É etimológica a razão pela qual se emprega a letra h em várias palavras do português, como no caso do verbo “habita”, que aparece no texto. Também se escrevem com h inicial as palavras: (A) hebreu, herói, húmido. (B) hidráulico, hiato, higiene. (C) herva, histeria, hipopótamo. (D) hematoma, hérnia, hazar. (E) hexágono, hombro, herdar. 264ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MPE-AM / Cargo: Agente de Serviços Quando olhei a terra ardendo Qual fogueira de São João, Eu perguntei a Deus do Céu: Por que tamanha judiação Em “Por que tamanha judiação?”, “Por que” é um pronome interrogativo que poderia ser substituído por Porque, sem haver erro de grafia ou mudança de sentido. ( ) Certo ( ) Errado 265ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TJ-RJ / Cargo: Técnico de Atividade Judiciária Os trechos abaixo são adaptados de O Globo de 19/3/2008. Assinale a opção que apresenta erro de grafia de palavra. A) A defesa e a preservação do meio ambiente são hoje uma preocupação mundial, e o Brasil, dono de vastos recursos naturais, procura também avançar nessa área. B) Uma boa parte da população se conscientizou da necessidade de agir para proteger fauna, flora, rios e outros bens da natureza. C) Movimentos foram criados, até na política, e órgãos federais, estaduais e municipais, além do Ministério Público, se mobilizaram. 167 D) Há dez anos, foi aprovada a Lei Contra Crimes Ambientais, dando respaudo jurídico às ações de preservação e prevendo punições para os infratores. E) Na prática, existe enorme dificuldade para que os transgressores sejam punidos. 266ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TJ-RR / Cargo: Analista Judiciário Além disso, o romance oferece um ponto de fuga em relação à maioria dos textos literários que, no período, desempenhavam a função de “desvendamento social” do Brasil, na medida em que problematiza, com rigor incomum, pressupostos identitários de integração nacional por eles formulados. A correção gramatical do período estaria mantida caso se substituísse a expressão “na medida em que” por à medida em que. ( ) Certo ( ) Errado 267ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MTE / Cargo: Auxiliar Administrativo — Por que o Sr. continua trabalhando? Como “Por que” está no início de uma pergunta, a palavra Porque poderia, corretamente, substituí-la. ( ) Certo ( ) Errado 268ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Banco da Amazônia / Cargo: Técnico Bancário Julgue os fragmentos de texto contidos nos seguintes itens quanto à grafia, à acentuação e ao emprego do sinal indicativo de crase. A causa do aquecimento da Terra, em geral, é a liberação de gases e vapores produzidos atravez de queimadas nas matas e poluição provocada por carros e industrias, que são os grandes culpados disso tudo. ( ) Certo ( ) Errado 269ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PC-ES / Cargo: Agente de Polícia 168 Considerando que o fragmento apresentado no item seguinte é trecho sucessivo e adaptado de um texto publicado na Folha de S.Paulo em 11/11/2008, julgue-o quanto à correção gramatical de cada um. O grupo levou armas, drogas e destruiu arquivos. Artefatos esplosivos foram detonados no interior do predio. Pouco antes, vizinhos contam, que ouviram o barulho de um carro saindo. ( ) Certo( ) Errado 270ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PC-ES / Cargo: Agente de Polícia Considerando que o fragmento apresentado no item seguinte é trecho sucessivo e adaptado de um texto publicado na Folha de S.Paulo em 11/11/2008, julgue-o quanto à correção gramatical de cada um. Ao menos dois carros, que estavam no estacionamento, e uma casa da vizinhança foram atingidos. Não houve feridos. ( ) Certo ( ) Errado 271ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: Prefeitura de Vacaria - RS / Cargo: Auxiliar Administrativo A palavra “lixo” é escrita com X, assim como as seguintes palavras, MENOS: a) Amei_a. b) En_er. c) En_ergar. d) Fai_a. e) Bai_o. 272ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: Prefeitura de Vacaria - RS / Cargo: Auxiliar Administrativo A palavra “obesidade” é grafada com ‘s’, apesar de ter o som de ‘z’, assim como qual das palavras abaixo? a) Ami_ade. b) Re_ar. 169 c) Trapé_io. d) Fa_enda. e) Cri_e. 273ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: Prefeitura de Vacaria - RS / Cargo: Auxiliar Administrativo A palavra “depressa” é escrita com “ss”. Nas alternativas abaixo, qual palavra está escrita INCORRETAMENTE? a) Assinatura. b) Compromisso. c) Sossego. d) Grosseria. e) Insseguro. 274ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Prefeitura de Horizontina - RS / Cargo: Agente Administrativo Assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE: Aquele senhor era _________. a) tasiturno b) taçiturno c) taciturno d) tassiturno e) tacitorno 275ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Prefeitura de Horizontina - RS / Cargo: Agente Administrativo Como funciona a profissão de escritor Escritor é o profissional que produz obras literárias, peças de teatro ou até roteiros para cinema e televisão. Essas obras podem ser de ficção ou baseadas em 170 acontecimentos reais. O escritor também pode trabalhar com a _________ de textos para diferentes formatos e a tradução de obras escritas em outros idiomas. Se você gosta de ler e escrever, é criativo e esforçado, já tem algumas das características necessárias para ser um escritor. É importante conhecer bem a literatura, estudar as diferentes correntes literárias e dominar a língua portuguesa. Saber como funciona o mercado literário, gostar de estudar e ser autoconfiante, paciente e detalhista são outros pontos importantes. Qualquer pessoa, mesmo sem ter feito faculdade, pode seguir essa carreira. Mas o mercado é competitivo e são poucos os que conseguem se estabelecer na profissão. Por isso, o melhor é conhecer a realidade da área de perto e estudar literatura e técnicas de escrita. Fazer um curso de graduação, _________ ou cursos livres que tenham relação com o mercado é importante para aumentar o conhecimento. (Site: UOL ‐ adaptado) Assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto CORRETAMENTE: a) adapitação | extensão b) adapitação | estensão c) adapitação | estenção d) adaptação | estensão e) adaptação | extensão 276ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Prefeitura de Santa Maria - RS / Cargo: Analista de Sistemas Assinalar a alternativa em que o par de palavras está grafado CORRETAMENTE: a) Ancioso | premicionário. b) Análize | parsimônia. c) Prezunçoso | abnóscio. d) Pitonisa | exsudação. e) Enximento | isócele. 277ª/ Banca: FGV / Órgão: TJ-RS / Cargo: Oficial de Justiça Em todas as frases abaixo ocorre uma troca indevida do vocábulo sublinhado por seu parônimo; a única das frases cuja forma de vocábulo sublinhado está correta é: 171 a) O motorista infligiu como leis do trânsito; b) O prisioneiro dilatou os comparsas do assalto; c) Não há nada que desabone sua conduta imoral; d) A cobrança é bimestral, ou seja, duas vezes por mês; e) Os cumprimentos devem ser dados na entrada da festa. 278ª/ Banca: FGV / Órgão: IBGE / Cargo: Agente Censitário Operacional Texto 2 Notícia publicada na imprensa na penúltima semana de setembro de 2019: “Tráfico da Rocinha ameaça quem joga lixo na rua Bandidos espalham cartazes em área onde houve deslizamentos de terra nas últimas chuvas, alertando moradores para não despejar detritos em beco. Medida seria tomada porque venda de drogas é interrompida quando a região alaga”. Sobre a estruturação do texto 2, é INCORRETO afirmar que: a) a palavra “tráfico” é empregada em lugar de “traficantes”; b) a forma verbal “houve” está empregada corretamente; c) a palavra “deslizamentos” deveria ser grafada com S em lugar de Z; d) o verbo “despejar” poderia ser substituído por “jogar”; e) a palavra “região” se refere aos becos em geral. 279ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRP - MA - 22ª Região / Cargo: Auxiliar Administrativo Considere as seguintes frases. 1 A mesa tem 50 centímetros de cumprimento. 2 Concerteza ela viajará no próximo ano. 3 Derrepente o céu ficou nublado. 4 A compania aérea cancelou o voo. 5 Fritura é gostoso, mais infelizmente não faz bem. 6 Por que você não vem com agente ao cinema? 7 Vieram menas pessoas do que o esperado. 8 O povo tem pressa. 9 Hoje eu começei um curso universitário. 10 Eles não veem a hora de se encontrar de novo. 172 A respeito da grafia dos termos utilizados nas frases apresentadas, julgue o item. A frase 1 não apresenta nenhum erro de grafia. ( ) Certo ( ) Errado 280ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: COMUR de Novo Hamburgo - RS / Cargo: Agente de Vendas A palavra “antebraço” é grafada sem hífen. Assinale a alternativa que apresenta palavra escrita corretamente, da mesma forma, sem hífen. a) Autoestrada. b) Couveflor. c) Antihigiênico. d) Vicegovernador. e) Exmarido. 281ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: COMUR de Novo Hamburgo - RS / Cargo: Agente de Vendas A palavra “organização” é escrita com Ç. Assinale a alternativa que contém palavra que deve ser escrita da mesma forma. a) Inven__ão. b) A__ociação. c) A__ento. d) Na__imento. e) E__agerado. 282ª/ Banca: FGV / Órgão: TJ-CE / Cargo: Técnico Judiciário “Causam menos dano cem delinquentes do que um mau juiz”; no caso dessa frase, o vocábulo MAU está corretamente grafado; a frase abaixo em que esse mesmo vocábulo deveria ser grafado com a forma MAL é: a) Mau é o juiz, se má é a sentença; 173 b) O castigo é mau, se não é justo; c) O crime é sempre mau feito; d) Todos devem combater o mau juiz; e) Nem sempre um mau homem é um mau jurado. 283ª/ Banca: FGV / Órgão: Prefeitura de Salvador - BA / Cargo: Professor – Português Assinale a opção abaixo em que existe erro ortográfico. a) privilégio – bêbedo – infarto b) irriquieto – hieróglifo – crânio c) muçarela – poleiro – receoso d) majestade – obcecar – jenipapo e) jabuticaba – feioso – piscina 284ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Prefeitura de Coronel Martins - SC / Cargo: Motorista Em relação à ortografia, assinalar a alternativa CORRETA: a) Dureza. b) Dezarme. c) Defeza. d) Duqueza. 285ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRBM - 4 / Cargo: Agente Administrativo Acerca dos aspectos linguísticos e dos sentidos do texto, julgue o item. Tanto “dissecção” quanto ‘dissecação’ são grafias corretas, conforme a atual ortografia oficial da língua portuguesa. ( ) Certo ( ) Errado 286ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: Câmara de Imbé - RS / Cargo: Auxiliar Administrativo 174 A palavra “licença” é escrita com Ç. Assinale a alternativa que contém palavra que deve ser escrita da mesma forma. a) Endere__o. b) A__assinato. c) A__ender. d) Te__oura. e) A__inatura. 287ª/ Banca: CONSULPLAN / Órgão: Prefeitura de Capanema - PA / Cargo: Agente de Combate às Endemias Conforme a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a afirmativa que evidencia ERRO de grafia. a) A sofisticação tem concepções bem diversas. b) A ignorância está relacionada à miséria social. c) O povão ainda é uma classe social invisível no país. d) O verdadeiro intelectual estuda e pesquiza diversas áreas. e) Eles estavam questionando sobre a honestidade da elite social. 288ª/ Banca: FGV / Órgão: TJ-RS / Cargo: Oficial de Justiça Na redação de um texto, pode ocorrer uma série de dificuldadescom os vocábulos da língua portuguesa; as palavras abaixo que estão graficamente corretas são: a) advogado / metereologia; b) bicabornato / astigmatismo; c) babadouro / beneficência; d) reinvindicação / bugigangas; e) jaboticaba / cabelereiro. 175 Verbos 289ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TST / Cargo: Analista Judiciário 1 Articulação – Qual seria o conceito de trabalho mais apropriado para o movimento de mulheres? O que deveria estar presente nesse conceito? Os tempos verbais usados nas perguntas apresentadas nas linhas de indicam que, na visão do entrevistador, as respostas a essas perguntas independem do entrevistado e são atemporais. ( ) Certo ( ) Errado 290ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: INCA / Cargo: Comunicação Social 1 Um dos aspectos mais notáveis da aventura do homem ao longo da história tem sido seu constante anseio de buscar novas perspectivas, abrir horizontes desconhecidos, 4 investigar possibilidades ainda inexploradas, enfim, ampliar o conhecimento. A partir da argumentação do texto acima, bem como das estruturas linguísticas nele utilizadas, julgue o item que se segue. Seriam preservadas a correção gramatical do texto, bem como a coerência de sua argumentação, se, em lugar de “tem sido” (l.2), fosse usada a forma verbal é; no entanto, a opção empregada no texto ressalta o caráter contínuo e constante dos aspectos mencionados. ( ) Certo ( ) Errado 291ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Instituto Rio Branco / Cargo: Diplomata 1 Há algo que une técnicos e humanistas. Ambos se creem marcados por um fator distintivo, inerente a seus cérebros: o dom da inteligência, que os apartaria do 4 trabalhador manual ou mecânico. Gramsci percebe nessa crença um ranço ideológico da divisão do trabalho: Acerca de aspectos gramaticais e estilísticos do texto, julgue (C ou E) os itens que se seguem. A forma verbal "apartaria" (l.3) está flexionada no futuro do pretérito porque denota uma ação que compõe uma hipótese, uma suposição. 176 ( ) Certo ( ) Errado 292ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ABIN / Cargo: Oficial de Inteligência 1 Um homem do século XVI ou XVII ficaria espantado com as exigências de identidade civil a que nós nos submetemos com naturalidade. A ideia de suposição expressa na forma verbal "ficaria" (L.1) permite o emprego de submetermos, forma verbal no modo subjuntivo, em lugar de "submetemos" (L.2), sem que se prejudiquem a coerência e a correção gramatical do texto. ( ) Certo ( ) Errado 293ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TCE-AC / Cargo: Analista de Controle Externo O uso do futuro do presente em “acabará” (L.3) expressa que a verdade referida ainda não foi comprovada. ( ) Certo ( ) Errado 294ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TJ-AM / Cargo: Analista Judiciário 177 Ainda com relação às propriedades linguísticas e aos sentidos do texto CB1A1-I, julgue o seguinte item. A substituição da forma verbal “estaria” (L.4) por estava não modificaria os sentidos originais do texto. ( ) Certo ( ) Errado 295ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Prefeitura de Boa Vista-RR / Cargo: Procurador Municipal 178 Julgue o seguinte item, considerando os aspectos textuais e gramaticais do cartaz precedente veiculado pelo Ministério Público Federal, no âmbito do projeto Amazônia Protege. As formas verbais “Acesse”, “conheça” e “consulte” caracterizam-se por uma uniformidade na flexão de modo e de pessoa. ( ) Certo ( ) Errado 296ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRF-1ª Região / Cargo: Cargos de Nível Médio A substituição das formas verbais “é” (L.14) e “deve” (L.16) por seja e deva, respectivamente, não alteraria a correção gramatical do texto. ( ) Certo ( ) Errado 297ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Câmara de São Francisco de Assis - RS / Cargo: Agente Legislativo No trecho “A velocidade nas curvas do trajeto é sempre menor do que seria na queda livre de uma pessoa.”, o verbo sublinhado está no: a) Presente. b) Pretérito perfeito. c) Pretérito mais que perfeito. d) Futuro do presente. 179 e) Futuro do pretérito. 298ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRF-GO / Cargo: Agente Administrativo 180 O emprego, no último parágrafo do texto, das formas verbais “imaginais”, “mostrais” e “conheceis”, todas flexionadas na segunda pessoa, indica que o narrador dialoga com o leitor do texto. ( ) Certo ( ) Errado 299ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: DPE-RS / Cargo: Defensor Público Na sociedade líquido-moderna da hipermodernidade globalizante, o fazer compras não pressupõe nenhum discurso. O consumidor — o hiperconsumidor — compra aquilo que lhe apraz. Ele segue as suas inclinações individuais. O curtir é o seu lema. Esse movimento social de hiperconsumismo, de vida para o consumo, guiou a pessoa natural para o caminho da necessidade, da vontade e do gosto pelo consumo, bem como impulsionou o descarte de cada vez mais recursos naturais finitos. Isso tem transformado negativamente o planeta, ao trazer prejuízos não apenas para as futuras gerações, como também para as atuais, o que resulta em problemas sociais, crises humanitárias e degradação do meio ambiente ecologicamente equilibrado, além de afetar o desenvolvimento humano, ao se precificar o ser racional, dissolvendo-se toda solidez social e trazendo-se à tona uma sociedade líquido-moderna de hiperconsumidores vorazes e indiferentes às consequências de seus atos sobre o meio ambiente ecologicamente equilibrado e sobre as gerações atuais e futuras. O consumismo é uma economia do logro, do excesso e do lixo, pois faz que o ser humano trabalhe duro para adquirir mais coisas, mas traz a sensação de insatisfação porque sempre há alguma coisa melhor, maior e mais rápida do que no presente. Ao mesmo tempo, as coisas que se possuem e se consomem enchem não apenas os armários, as garagens, as casas e as vidas, mas também as mentes das pessoas. Nessa sociedade líquido-moderna de hiperconsumidores, o desejo satisfeito pelo consumo gera a sensação de algo ultrapassado; o fim de um consumo significa a vontade de iniciar qualquer outro. Nessa vida de hiperconsumo e para o hiperconsumo, a pessoa natural fica tentada com a gratificação própria imediata, mas, ao mesmo tempo, os cérebros não conseguem compreender o impacto cumulativo em um nível coletivo. Assim, um desejo satisfeito torna-se quase tão prazeroso e excitante quanto uma flor murcha ou uma garrafa de plástico vazia. O hiperconsumismo afeta não apenas a relação simbiótica entre o ser humano e o planeta, como também fere de morte a moral, ao passo que torna tudo e todos algo precificável, descartável e indiferente. Fellipe V. B. Fraga e Bruno B. de Oliveira. O consumo colaborativo como mecanismo de desenvolvimento sustentável na sociedade líquido-moderna. LAECC. Edição do Kindle (com adaptações). Com base nas ideias e nos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item que se segue. 181 O termo “apraz” (segundo período do primeiro parágrafo) corresponde a uma forma flexionada do verbo aprazar. ( ) Certo ( ) Errado 300ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Prefeitura de Horizontina - RS / Cargo: Analista Sobre a conjugação do verbo “vir” no presente do indicativo, assinalar a alternativa cuja forma verbal está INCORRETA: a) Venho. b) Vens. c) Vem. d) Viemos. e) Vindes. 301ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Prefeitura de Horizontina - RS / Cargo: Arquiteto Em “A pesquisa envolveu quase 100 bebês de 19 meses de idade.”, a forma verbal sublinhada está empregada no: a) Presente do indicativo. b) Pretérito perfeito do indicativo. c) Pretérito imperfeito do indicativo. d) Pretérito imperfeito do subjuntivo. e) Pretérito mais-que-perfeito do indicativo. 302ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: COMUR de Novo Hamburgo - RS / Cargo: Operador de Equipamentos Rodoviários Setembro amarelo: mês da prevenção ao suicídio Por Diogo Tulio Wernik de Carvalho O Setembro Amarelo começounos Estados Unidos quando o jovem Mike Emme de 17 anos cometeu suicídio, em 1994. Mike era um rapaz muito habilidoso e restaurou um automóvel Mustang 68, pintando-o de amarelo. Por conta disso, ficou conhecido como "Mustang Mike". Seus pais e amigos não perceberam que o jovem 182 tinha sérios problemas psicológicos e não conseguiram evitar sua morte. No dia do velório, foi feita uma cesta com muitos cartões decorados com fitas amarelas, assim como o carro pintado por ele. Dentro deles tinha a mensagem “Se você precisar, peça ajuda”. A iniciativa foi o estopim para um movimento importante de prevenção ao suicídio, pois os cartões chegaram realmente às mãos de pessoas que precisavam de apoio. Em consequência dessa triste história, foi escolhido como símbolo da luta contra o suicídio o laço amarelo. O verbo “cometeu” (linha 02) está flexionado em qual tempo verbal? a) Presente. b) Pretérito perfeito. c) Futuro do presente. d) Pretérito imperfeito. e) Futuro do pretérito. 303ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CREFITO-13ª Região (MS) / Cargo: Fiscal Texto para a questão 183 No primeiro quadrinho, a forma verbal “posso” é uma conjugação do verbo a) possuir. b) posse. c) poder. d) possear. e) passear. 304ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CREFITO-13ª Região (MS) / Cargo: Fiscal Formas verbais como “reiterou” (linha 26) e “colocou” (linha 28), empregadas no texto, são exemplos do a) pretérito imperfeito do indicativo. 184 b) pretérito perfeito do indicativo. c) pretérito mais-que-perfeito do indicativo. d) pretérito imperfeito do subjuntivo. e) futuro do presente do indicativo. 305ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRM-MS / Cargo: Auxiliar Administrativo O verbo “estudar” é a) irregular. b) regular. c) anômalo. d) defectivo. e) abundante. 185 Redação Oficial e Aspectos gerais da Comunicação Oficial 306ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Assistente em Administração Com base no Manual de Redação da Presidência da República (MRPR), julgue o item que se segue. Emprega-se o fecho Atenciosamente em comunicações oficiais dirigidas a autoridades de mesma hierarquia do remetente ou de hierarquia inferior à deste. ( ) Certo ( ) Errado 307ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Assistente em Administração Com base no Manual de Redação da Presidência da República (MRPR), julgue o item que se segue. O MRPR estabelece o padrão oficial de linguagem, segundo o qual textos oficiais devem ser redigidos de maneira formal e impessoal. ( ) Certo ( ) Errado 308ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Assistente em Administração Com base no Manual de Redação da Presidência da República (MRPR), julgue o item que se segue. A redação oficial constitui atos normativos e comunicações do poder público necessariamente uniformes e destinados exclusivamente para órgão do serviço público. ( ) Certo ( ) Errado 309ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Assistente em Administração Considerando as Normas para Padronização de Documentos da Universidade de Brasília, julgue o próximo item. Ato, instrução e resolução são instrumentos normativos que devem conter epígrafe, ementa e preâmbulo. ( ) Certo ( ) Errado 186 310ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Assistente em Administração Considerando as Normas para Padronização de Documentos da Universidade de Brasília, julgue o próximo item. A fim de atender aos requisitos de formalidade e impessoalidade, os verbos empregados nos textos de ofícios, cartas, circulares e memorandos devem estar sempre em terceira pessoa do singular. ( ) Certo ( ) Errado 311ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Assistente em Administração Considerando as Normas para Padronização de Documentos da Universidade de Brasília, julgue o próximo item. Na Universidade de Brasília, têm competência para expedir documento denominado ato o vice-reitor, os decanos e os dirigentes de unidades acadêmica e administrativa, de centros e de órgão(s) complementar(es). ( ) Certo ( ) Errado 312ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Assistente em Administração Considerando as Normas para Padronização de Documentos da Universidade de Brasília, julgue o próximo item. O despacho é o instrumento que divulga decisões administrativas e disciplina procedimentos de determinado assunto administrativo. ( ) Certo ( ) Errado 313ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Polícia Federal / Cargo: Agente de Polícia Federal A concisão é uma qualidade da redação oficial que atende ao princípio da economia linguística, segundo o qual se deve reduzir ao mínimo de palavras possível o conteúdo a ser comunicado, evitando-se redundâncias ou trechos inúteis. ( ) Certo ( ) Errado 314ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: STJ / Cargo: Analista Judiciário 187 De acordo com as recomendações pertinentes ao emprego de vocativos em correspondências oficiais, o vocativo Excelentíssimo Presidente está incorreto, razão por que deveria ser substituído por Excelentíssimo Senhor Presidente. ( ) Certo ( ) Errado 315ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: STJ / Cargo: Analista Judiciário Considerando que o texto apresentado constitua um expediente hipotético, julgue o item a seguir, acerca de aspectos da redação oficial. O emprego de Vossa Excelência no campo de indicação do destinatário é considerado inadequado. ( ) Certo ( ) Errado 316ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: STM / Cargo: Técnico Judiciário Brasília, X de novembro de 20XX. Assunto: Convite para cerimônia de posse do presidente do Superior Tribunal Militar 188 Senhor Juiz-Auditor titular da 12.ª Circunscrição Judiciária Militar, Convido-o para a cerimônia de posse do presidente do Superior Tribunal Militar, a realizar-se na sede do órgão, em Brasília, no dia 1° de março de 20XX. Por favor, confirme sua presença até o dia 1° de fevereiro de 20XX. Considerando o trecho de documento hipotético apresentado anteriormente, julgue o item a seguir. A linguagem empregada no texto é inadequada à correspondência oficial, por sua informalidade e simplicidade. ( ) Certo ( ) Errado 317ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: STM / Cargo: Técnico Judiciário Brasília, X de novembro de 20XX. Assunto: Convite para cerimônia de posse do presidente do Superior Tribunal Militar Senhor Juiz-Auditor titular da 12.ª Circunscrição Judiciária Militar, Convido-o para a cerimônia de posse do presidente do Superior Tribunal Militar, a realizar-se na sede do órgão, em Brasília, no dia 1° de março de 20XX. Por favor, confirme sua presença até o dia 1° de fevereiro de 20XX. Considerando o trecho de documento hipotético apresentado anteriormente, julgue o item a seguir. Caso o documento hipotético em questão tenha sido enviado pela Assessoria de Cerimonial da Presidência do Superior Tribunal Militar, no documento de confirmação enviado à autoridade emissora, deverá ser empregado o pronome de tratamento Vossa Senhoria. ( ) Certo ( ) Errado 318ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: STM / Cargo: Técnico Judiciário 189 Considerando que o fragmento de texto apresentado integra parte de uma correspondência oficial, julgue o item a seguir. O emprego do advérbio encarecidamente é inadequado, visto que prejudica o caráter impessoal que deve ser adotado em textos oficiais. ( ) Certo ( ) Errado 319ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: STM / Cargo: Técnico Judiciário Considerando que o fragmento de texto apresentado integra parte de uma correspondência oficial, julgue o item a seguir. O pronome demonstrativo contido na contração deste refere-se ao órgão ao qual se destina o expediente em questão. ( ) Certo ( ) Errado 320ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: STM / Cargo: Técnico Judiciário - Área Administrativa 190 Considerando que o fragmento de texto apresentado integra parte de uma correspondência oficial, julgue o item a seguir. Os aspectos estruturais e o tema do texto indicamtratar-se de expediente que segue o padrão ofício, ao passo que o seu fechamento sugere tratar-se de documento destinado a autoridade de mesma hierarquia ou de hierarquia inferior à do remetente. ( ) Certo ( ) Errado 321ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: STM / Cargo: Técnico Judiciário Em uma frase, pode-se dizer que redação oficial é a maneira pela qual o Poder Público redige atos normativos e comunicações. Manual de Redação da Presidência da República. 2ª ed. rev. e atual. Brasília, 2002, p.4. Na redação de súmulas, dado seu caráter técnico, devem-se empregar, sempre que possível, jargões. ( ) Certo ( ) Errado 322ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRF - 1ª REGIÃO / Cargo: Técnico Judiciário – Taquigrafia Com base no Manual de Redação da Presidência da República (MRPR), julgue o item seguinte. O vocativo a ser empregado em comunicações dirigidas a um juiz de direito é Senhor, seguido do cargo: Senhor Juiz. ( ) Certo ( ) Errado 323ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRF - 1ª REGIÃO / Cargo: Técnico Judiciário – Taquigrafia Com base no Manual de Redação da Presidência da República (MRPR), julgue o item seguinte. De acordo com o MRPR, não existe um padrão oficial de linguagem. ( ) Certo ( ) Errado 191 324ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEDF / Cargo: Técnico de Gestão Educacional - Secretário Escolar A respeito de correspondência oficial, julgue o item seguinte, à luz do Manual de Redação da Presidência da República. Decorre do princípio da moralidade a prescrição de que não deve haver impressões pessoais em textos oficiais. ( ) Certo ( ) Errado 325ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TCE-PR / Cargo: Analista de Controle - Comunicação Social Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da Comarca X, Justino Mem de Sá, brasileiro, casado, R.G. n.º 00000, contador, residente à Rua da Travessa, n.º 10, Parque das Videiras, requer que seja expedida a ordem de habeas corpus em favor de Jucimar Anastácio da Costa pelas razões a seguir delineadas. 1. Jucimar da Costa foi preso no dia 5 do corrente mês, na Rua das Almas, n.º 11, no Parque das Videiras, por policiais, constando ter sido conduzido para a Delegacia do 10.º Distrito Policial do Município. 2. A prisão é considerada ilegal, pois não houve flagrante delito nem mandado de prisão. 3. O auto de prisão em flagrante é nulo, além de indevido, pois o detido é menor de vinte anos e não lhe foi nomeado curador no momento da lavratura do auto. 4. Os casos em que alguém pode ser preso estão disciplinados na lei e na Constituição Federal, de modo que qualquer prisão fora dos casos legais permite a impetração de habeas corpus. 5. Em face da ilegalidade verificada, requer que se digne Vossa Excelência a conceder ao paciente a ordem pedida e determinar o relaxamento de sua prisão. Lagoinha, 23 de junho de 2016. Assinatura Considerando o requerimento hipotético apresentado e os elementos da comunicação, assinale a opção correta. a) O emissor da comunicação é Jucimar Anastácio da Costa. b) A mensagem é o canal de comunicação, ou seja, a escrita em língua portuguesa. c) O receptor da mensagem é o magistrado a quem é dirigida a comunicação. d) O código é a coação ilegal de Jucimar Anastácio da Costa. e) O referente é o meio pelo qual é feito o requerimento, ou seja, a escrita. 192 326ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: POLÍCIA CIENTÍFICA - PE / Cargo: Perito Criminal – Física Texto CG1A2AAA SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA DELEGACIA-GERAL DE POLÍCIA CIVIL GABINETE DO DELEGADO-GERAL XXXX n.º 165/2016–GDG Cidade X, 20 de abril de 2016. À Ilustríssima Senhora Senadora XXXXXX Assunto: Encaminhamento de documento – Ofício n.º 167/XXXXXXXXXXXX Em resposta ao Ofício n.º 167/XXXX, encaminho a Sua Excelência o Ofício n.º 281/2016–IML e seus anexos, oriundos do nosso Instituto de Medicina Legal, que apresentam o número de mulheres submetidas a exame de corpo de delito neste estado. Delegado-Geral de Polícia Civil do Estado XXX Com base no que dispõe o MRPR, assinale a opção que apresenta o vocativo adequado à comunicação oficial apresentada no texto CG1A2AAA. a) Digníssima Senhora Senadora, b) Ilustre Senhora, c) Senhora Senadora d) Vossa Excelência a Senadora, e) Excelentíssima Senhora. 327ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PC-PE / Cargo: Escrivão de Polícia Civil Considerando que, conforme o MRPR, a finalidade do fecho de comunicações oficiais é arrematar o texto e saudar o destinatário, assinale a opção que contém o fecho a ser empregado corretamente em correspondência oficial a ser subscrita por um delegado 193 de polícia civil e remetida para o secretário de Defesa Social do Estado de Pernambuco. a) Gentilmente, b) Respeitosamente, c) Cordialmente, d) Sinceramente, e) Atenciosamente, 328ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PC-PE / Cargo: Escrivão de Polícia Civil Considerando as disposições do MRPR, assinale a opção que apresenta o vocativo adequado para ser empregado em um expediente cujo destinatário seja um delegado de polícia civil. a) Magnífico Delegado, b) Digníssimo Delegado, c) Senhor Delegado, d) Excelentíssimo Senhor Delegado, e) Ilustríssimo Senhor Delegado, 329ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-PE / Cargo: Técnico Judiciário - Programação de Sistemas No que se refere às características fundamentais da redação oficial, assinale a opção correta. a) A clareza do texto oficial depende da prática do redator e de revisão especializada e atenta, não estando relacionada a aspectos do texto em si ou da linguagem nele empregada. b) A impessoalidade dos textos oficiais deriva do princípio da impessoalidade, um dos princípios fundamentais da administração pública. c) A formalidade caracteriza-se pela proposta de um padrão de apresentação dos textos oficiais, que é alcançado por meio da clareza datilográfica, do uso de papéis uniformes para o texto definitivo e da correta diagramação desse texto. 194 d) O cuidado com a linguagem materializa-se na obediência às regras de um padrão oficial de linguagem. e) A concisão é uma característica dos textos oficiais que se concretiza por meio da economia de pensamento. 330ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-PI / Cargo: Técnico Judiciário - Programação de Sistemas No que se refere aos aspectos formais e linguísticos das correspondências oficiais definidos no Manual de Redação da Presidência da República, assinale a opção correta. a) Nos textos de redação oficial, é proibido o emprego de linguagem técnica, de neologismos e de estrangeirismos. b) Expedientes que tenham o presidente da República como emissor, embora não apresentem a identificação do signatário, trazem a sua assinatura. c) A palavra Respeitosamente é adequada para figurar como fecho de uma comunicação oficial se o emissor e o receptor dessa comunicação forem autoridades de mesmo nível hierárquico. d) No ofício, informações do remetente, tais como nome do órgão ou setor a que ele pertence, endereço postal, além de telefone e endereço de correio eletrônico, são facultativas, devendo, se presentes, constar do cabeçalho do documento. e) Na identificação do destinatário do memorando, constam o nome e o cargo da pessoa a quem é dirigida a comunicação, diferentemente do recomendado pelo padrão ofício. 331ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-PI / Cargo: Técnico Judiciário - Programação de Sistemas Em relação à conceituação, à finalidade e aos aspectos estruturais e linguísticos das correspondências oficiais, assinale a opção correta. a) O memorando é um expediente oficial de circulação interna ou externa. b) Como não existe padrão definido para a estrutura das mensagens enviadas por meio de correio eletrônico, não há orientações acerca da linguagem a ser empregada nessas comunicações. c) Informar o destinatário sobre determinado assunto, propor alguma medida e submeter projeto de ato normativo à consideração desse destinatário são alguns dos propósitos comunicativos da mensagem. 195d) A exposição de motivos varia estruturalmente conforme sua finalidade comunicativa. e) A situação comunicativa mediada pelo ofício é restrita aos ministros de Estado, estejam eles no papel de remetente ou de destinatário. 332ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CREFONO - 3ª Região / Cargo: Fiscal Júnior Considerando as técnicas de redação para a elaboração de correspondências oficiais, julgue o item. São atributos essenciais à redação de correspondências oficiais a padronização e a formalidade. ( ) Certo ( ) Errado 333ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CREFONO - 3ª Região / Cargo: Fiscal Júnior Considerando as técnicas de redação para a elaboração de correspondências oficiais, julgue o item. Nos expedientes oficiais, o emprego adequado de conjunções e de recursos como a elipse, a substituição e a referência contribuem para a coesão e para a coerência do texto. ( ) Certo ( ) Errado 334ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CREFONO - 3ª Região / Cargo: Fiscal Júnior Em razão da natural evolução da língua e com vistas à obtenção de clareza e de precisão na redação de correspondências oficiais, é adequado o uso indiscriminado de estrangeirismos, desde que eles sejam grafados em itálico. ( ) Certo ( ) Errado 335ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CREFONO - 3ª Região / Cargo: Fiscal Júnior Considerando as técnicas de redação para a elaboração de correspondências oficiais, julgue o item. Na redação de correspondências oficiais, é indispensável o atributo da concisão, o qual está fundamentado no princípio da economia de pensamento. 196 ( ) Certo ( ) Errado 336ª/ Banca: VUNESP / Órgão: SAEG / Cargo: Assistente de Serviços Administrativos Um tipo de documento oficial cuja estrutura representa um ato por meio do qual autoridades competentes determinam providências de caráter administrativo, impõem normas, definem situações funcionais, aplicam penas disciplinares e atos semelhantes, denomina-se a) regimento. b) portaria. c) memorial. d) comunicado. e) regulamento. 337ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Prefeitura de Várzea Paulista - SP / Cargo: Agente de Gestão No texto das comunicações oficiais, tanto na estrutura I quanto na estrutura II o espaçamento entre parágrafos deve ser de a) 6 pontos após cada parágrafo. b) 8 pontos após cada parágrafo. c) 4 pontos após cada parágrafo. d) 2 pontos após cada parágrafo. e) 0 pontos após cada parágrafo. 338ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Prefeitura de Várzea Paulista - SP / Cargo: Agente de Gestão Dentre as características da redação oficial encontram-se a) a coerência, a subjetividade e a individualidade. b) a informalidade, o uso do padrão culto da língua e a objetividade. c) a clareza, a impessoalidade e a concisão. 197 d) a concisão, a pessoalidade e a formalidade. e) A impessoalidade, a diversidade e a eloquência. 339ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Prefeitura de Várzea Paulista - SP / Cargo: Agente de Gestão O documento oficial que é utilizado para os mais diferentes tipos de solicitações às autoridades ou órgãos públicos é denominado a) Declaração. b) Atestado. c) Ofício. d) Relatório. e) Requerimento. 340ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: CRF-PR / Cargo: Técnico em Informática Segundo o Manual de Redação da Presidência da República, a comunicação oficial (entendida atos e expedientes oficiais) apresenta características especiais, referidas nas alternativas a seguir, EXCETO: a) Tem caráter público. b) Necessita empregar determinado nível de linguagem, já que sua finalidade precípua é a de informar com clareza e objetividade. c) Quando é um ato de caráter normativo, tem a função de estabelecer regras para a conduta dos cidadãos ou regular o funcionamento dos órgãos e entidades públicos. d) A fim de obter sucesso comunicativo no trato com os cidadãos, os textos oficiais podem valer-se de jargões, linguagem técnica e/ou regionalismos. e) A publicidade, a impessoalidade e a eficiência são princípios fundamentais de toda a administração pública, por isso eles devem nortear a elaboração dos textos oriundos dessa instância. 341ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: CRF-PR / Cargo: Assistente Administrativo Operacional A respeito das formas de tratamento no texto oficial, o vocativo Excelentíssimo Senhor deve ser usado somente para: 198 a) O Presidente da República, o Presidente do Congresso Nacional e o Presidente do Supremo Tribunal Federal. b) O Presidente da República e o Vice-Presidente. c) O Presidente da República, o Vice-Presidente e os ministros. d) Vereadores, deputados e ministros, além de Presidente da República e Vice e) O Oficial-General das Forças Armadas o Presidente da República e seu Vice, o Presidente do Congresso Nacional e o Presidente do Supremo Tribunal Federal. 342ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: CRF-PR / Cargo: Assistente Administrativo Operacional Uma vez que “a redação oficial não é necessariamente árida e contrária à evolução da língua” (de acordo com o Manual de Redação Oficial da Presidência da República), NÃO é característica da linguagem empregada nas comunicações oficiais: a) Clareza e precisão. b) Objetividade e concisão. c) Coesão e coerência. d) Formalidade e uso da norma padrão da língua portuguesa. e) Vocabulário rebuscado e figuras de linguagem próprias do estilo literário. 343ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRP - MG / Cargo: Assistente Administrativo A redação oficial deve observar estratégias textuais destinadas a reduzir excessos de estilo e de linguagem que afrontem os seguintes preceitos: a) impessoalidade; formalidade e uniformidade; clareza e precisão; conclusão e finalização. b) impessoalidade; formalidade e uniformidade; clareza e precisão; concisão e harmonia. c) impessoalidade; informalidade e padronização; clareza e precisão; concisão e harmonia. d) pessoalidade; informalidade e padronização; clareza e precisão; concisão e harmonia. 199 e) pessoalidade; formalidade e uniformidade; clareza e precisão; concisão e harmonia. 344ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRESS - RO / Cargo: Assistente Administrativo A redação oficial é a maneira por meio da qual o Poder Público redige comunicações oficiais e atos normativos. Sua finalidade básica – comunicar com objetividade e máxima clareza – impõe certos parâmetros ao uso que se faz da língua, de maneira diversa do da literatura, do texto jornalístico, do da correspondência particular etc. Na redação oficial, deve-se obedecer a alguns atributos para se atender às suas finalidades básicas. Sendo assim, o atributo segundo o qual deve-se ir diretamente ao assunto que se deseja abordar, sem voltas e sem redundâncias, e é fundamental que o redator saiba de antemão qual é a ideia principal e quais são as ideias secundárias, conduzindo o leitor a um contato mais direto com o assunto e com as informações, sem subterfúgios e sem excessos de palavras e de ideias, é o da a) concisão. b) clareza e precisão. c) objetividade. d) coesão e coerência. e) formalidade e padronização 345ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CAU-AP / Cargo: Assistente Administrativo Com relação à redação de documentos oficiais, julgue o item. Para a elaboração de um documento oficial, é indispensável que o repasse das informações seja literal. Portanto, expressões em língua estrangeira não deverão ser traduzidas. ( ) Certo ( ) Errado 346ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Prefeitura de Venâncio Aires - RS / Cargo: Técnico Administrativo Em conformidade com o Manual de Redação da Presidência da República, sobre o padrão ofício, o texto do documento oficial deve seguir a seguinte padronização de estrutura: a) Nos casos em que não seja usado para encaminhamento de documentos, o expediente deve conter a seguinte estrutura: desenvolvimento e conclusão. 200 b) Nos casos em que não seja usado para encaminhamento de documentos, o expediente deve conter a seguinte estrutura: introdução e desenvolvimento. c) Quando for usado para encaminhamento de documentos, a estrutura é modificada: introdução, desenvolvimento e conclusão. d) Quandofor usado para encaminhamento de documentos, a estrutura é modificada: introdução e desenvolvimento. e) Quando for usado para encaminhamento de documentos, a estrutura é modificada: desenvolvimento e conclusão. 347ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRF - MA / Cargo: Assistente Administrativo De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, o pronome de tratamento a ser utilizado no corpo do texto de uma comunicação oficial endereçada a uma ministra de Estado é a) Senhor Ministro. b) Vossa Excelência. c) Sua Excelência a Senhora Ministra. d) Senhora Ministra. e) Excelentíssima Senhora. 348ª/ Banca: INSTITUTO AOCP / Órgão: MPE-RS / Cargo: Técnico do Ministério Público Assinale a alternativa em que todas as propriedades são atributos da redação oficial. a) Impessoalidade, concisão, padronização e coerência. b) Clareza, eloquência, formalidade e uso da norma-padrão da língua portuguesa. c) Objetividade, precisão, expressividade e formalidade. d) Padronização, coesão, estilo e objetividade. e) Eloquência, originalidade, uso da norma-padrão da língua portuguesa e formalidade. 349ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CREF - 21ª Região (MA) / Cargo: Auxiliar Administrativo 201 Carlos, servidor público ocupante do cargo de analista administrativo, está redigindo um e-mail de resposta a uma solicitação realizada por João, auxiliar de gestão de pessoas do mesmo órgão em que Carlos trabalha. Com base nessa situação hipotética e no disposto no Manual de Redação Oficial da Presidência da República, assinale a alternativa que apresenta o fecho que Carlos deverá utilizar no e-mail profissional que está redigindo. a) Att. b) Abraços c) Saudações d) Atenciosamente e) Até a próxima 350ª/ Banca: VUNESP / Órgão: CODEN - SP / Cargo: Escriturário Conforme o Manual de Redação da Presidência da República, garante-se a padronização em um texto oficial com a) o emprego de uma linguagem dinâmica e atual, marcada por emparelhar-se à literária e à jornalística, inclusive com a presença de estrangeirismos. b) o uso do padrão culto da língua, admitindo-se, contudo, o emprego de formas regionais, que refletem o contexto cultural de determinada comunidade. c) o uso consagrado de uma forma de linguagem burocrática, como um jargão, capaz de garantir a compreensão abrangente da comunicação. d) a utilização de uma linguagem autêntica, com termos que lhe conferem carga afetiva e, em decorrência, concisão, harmonia e unidade. e) a digitação sem erros, o uso de papéis uniformes para o texto definitivo, nas exceções em que se fizer necessária a impressão, e a correta diagramação do texto. 351ª/ Banca: VUNESP / Órgão: CODEN - SP / Cargo: Escriturário Leia o texto para responder à questão. Senhor Secretário, De acordo com o que se determinou na última reunião de secretários, a seleção para contratação de novos funcionários depende da análise dos recursos disponíveis, uma vez que não se pode comprometer a meta fiscal do município. Dessa forma, 202 entendemos que ela estará suspensa, conforme memorando enviado a todos os departamentos. Aguardamos, portanto, o momento adequado para novamente solicitar a abertura do processo seletivo. _________________, ABC Secretário de Educação Considerando-se a interlocução estabelecida, a lacuna do texto deve ser preenchida com: a) Abraço b) Atenciosamente c) Respeitosamente d) Sem mais para o momento e) Com apreço e consideração 352ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRBM - 4 / Cargo: Recepcionista A respeito de cidadania, de relações públicas, de comunicação e da redação de documentos oficiais, julgue o item. No padrão ofício, o assunto deve oferecer ao leitor uma noção geral do conteúdo do documento. Para grafar a frase de descrição, recomenda-se a utilização de quatro a cinco palavras, porém verbos não devem ser utilizados. ( ) Certo ( ) Errado 353ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRBM - 4 / Cargo: Agente Administrativo Com base no Manual de Redação da Presidência da República, julgue o item. Nas comunicações oficiais que seguem o padrão estabelecido no Manual de Redação da Presidência da República, é obrigatório o uso da vírgula após o vocativo. ( ) Certo ( ) Errado 354ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRBM - 4 / Cargo: Agente Administrativo Com base no Manual de Redação da Presidência da República, julgue o item. 203 O Manual de Redação da Presidência da República prevê a expressão “Respeitosamente” como forma de fecho única para qualquer tipo de comunicação oficial. ( ) Certo ( ) Errado 355ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRBM - 4 / Cargo: Agente Administrativo Com base no Manual de Redação da Presidência da República, julgue o item. Em atendimento ao princípio da impessoalidade, o destinatário da comunicação oficial, independentemente de quem seja, deve ser tratado de forma homogênea e impessoal. ( ) Certo ( ) Errado 356ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRBM - 4 / Cargo: Agente Administrativo Com base no Manual de Redação da Presidência da República, julgue o item. De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, o destinatário da redação oficial é sempre o serviço público. ( ) Certo ( ) Errado 357ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRBM - 4 / Cargo: Fiscal Biomédico Com base no Manual de Redação da Presidência da República, julgue o item. Nos termos do Manual de Redação da Presidência da República, o gênero textual e- mail não pode constituir um documento oficial. ( ) Certo ( ) Errado 358ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRBM - 4 / Cargo: Fiscal Biomédico Com base no Manual de Redação da Presidência da República, julgue o item. Um dos atributos da redação oficial deve ser a impessoalidade, que decorre da ausência de identificação do signatário do documento. ( ) Certo ( ) Errado 204 359ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: CRA-RS / Cargo: Auxiliar Administrativo Analise as seguintes características, relativas a determinado documento: É o instrumento da licença ou da autorização para a prática de ato, realização de atividade ou exercício de direito dependente de policiamento administrativo. Existem dois tipos básicos, o de caráter definitivo e o de caráter precário. Este documento possui as seguintes partes: título, texto, assinatura, local e data. Que documento é esse? a) Atestado. b) Termo. c) Edital. d) Alvará. e) Diploma. 360ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Câmara de Boituva - SP / Cargo: Agente Administrativo Quando o poder público se relaciona com o particular, em comunicação oral ou escrita, o vocativo (em que se chama ou interpela o destinatário) deve ser: a) Ilmo.; Ilma. b) V.Ex.; V.Ex.a. c) Sr.; Sra. d) DD.; DDa. e) Exmo.; Exma. 361ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Câmara de Boituva - SP / Cargo: Agente Administrativo O atributo precisão da comunicação oficial ou comercial significa que o documento não deve a) dar voltas para chegar ao objetivo b) conter palavras ou expressões que deem duplo sentido ao que se quer comunicar. 205 c) trazer detalhes irrelevantes, desnecessários e inúteis. d) conter impressões pessoais da fonte que está comunicando. e) se pautar pela informalidade no tratamento. 362ª/ Banca: IBADE / Órgão: Prefeitura de Ministro - RO / Cargo: Agente Administrativo Exposição de Motivos (EM) é o expediente dirigido ao Presidente da República ou ao Vice-Presidente para: a) solicitação de agenda. b) submeter lei aprovada. c) pedido de autorização para operações financeiras externas. d) exposição sobre a situação do País e a solicitação de providências que julgar necessárias. e) submeter projeto de ato normativo à sua consideração. 363ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: Prefeitura de Cristinápolis - SE / Cargo: Assistente Administrativo De acordo com o Manual de Redação Oficial da Presidência da República (2018), a redação oficial é: a) A maneira pela qual o Poder Público redige comunicações oficiais e atos normativos b) Uma forma de escrita de documentos utilizada pelas organizações de cunho privado e pelas instituiçõespertencentes à sociedade civil. c) A maneira pela qual o Poder Público e as empresas privadas redigem suas correspondências, sendo de cunho exclusivamente interno. d) A forma pela qual o Poder Público se comunica entre si e com a sociedade, respeitando os atributos da pessoalidade, perfeição, prolixidade e neologismo e) O estilo de escrita adotado pelas organizações do terceiro setor em seus documentos para angariar recursos junto às entidades públicas fomentadoras de projetos. 364ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Câmara de Mogi Mirim - SP / Cargo: Analista Legislativo 206 Conforme o Manual de Redação da Presidência da República, quanto aos atributos da redação oficial, é correto afirmar que a linguagem dos documentos oficiais deve primar pela a) clareza e precisão, embora isso seja alcançado, na maioria das vezes, com a linguagem subjetiva. b) coesão e coerência, embora não precise valer-se da formalidade para expressar as ideias. c) formalidade e padronização, embora admita, em várias situações, ambiguidades e imprecisões. d) objetividade e uso da norma-padrão, embora formas coloquiais estejam sendo cada vez mais aceitas. e) objetividade e clareza, embora não precise ser necessariamente árida e contrária à evolução da língua. 365ª/ Banca: IBADE / Órgão: Prefeitura de Santa Luzia D`Oeste - RO / Cargo: Agente Administrativo A redação oficial possui atributos que devemos utilizar. Assinale a opção que se refere ao padrão de linguagem usado de modo culto, sem uso de jargões. a) Formalidade b) Impessoalidade c) Coesão d) Coerência e) Concisão 366ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Câmara de Bragança Paulista - SP / Cargo: Assistente de Gestão De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, a redação oficial tem como finalidade básica a) incorporar elementos da linguagem cotidiana. b) recorrer a uma sintaxe pouco usual da língua. c) comunicar com objetividade e máxima clareza. 207 d) expressar de forma pessoal os interesses públicos. e) usar linguagem impessoal com preciosismos vocabulares. 367ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Câmara de Bragança Paulista - SP / Cargo: Assistente de Gestão O tipo de documento oficial que narra ou descreve de forma ordenada, com maior ou menor precisão, aquilo que foi discutido, apresentado, visto ou ouvido é a) o relatório. b) o ofício. c) a declaração. d) o atestado. e) o requerimento. 368ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRMV - RN / Cargo: Agente Administrativo Em relação à correspondência oficial por correio eletrônico, julgue o item. Na mensagem encaminhada por e‐mail, devem constar informações mínimas acerca do conteúdo de arquivo que lhe seja anexado. ( ) Certo ( ) Errado 369ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Semae de Piracicaba - SP / Cargo: Agente Comercial Ao registro escrito sobre todos os acontecimentos e assuntos debatidos durante uma reunião ou outro tipo de assembleia, dá-se o nome de a) pauta. b) ata. c) relatório. d) parecer e) lauda. 370ª/ Banca: AOCP / Órgão: Câmara de Cabo de Santo Agostinho - PE / Cargo: Auxiliar Administrativo 208 Assinale a alternativa que apresenta o tipo de correspondência oficial que possui como um de seus atrativos a sua flexibilidade. a) WhatsApp. b) Fac-símile. c) Aviso. d) E-mail. 371ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRO - AC / Cargo: Auxiliar Administrativo A respeito da redação oficial de documentos, julgue o item. Em se tratando de comunicação oficial ao presidente da República, é recomendado o uso da abreviatura “V. Exa.”. ( ) Certo ( ) Errado 372ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRO - AC / Cargo: Auxiliar Administrativo A respeito da redação oficial de documentos, julgue o item. A redação oficial deve ser objetiva, ou seja, conduzir o leitor ao contato mais direto com o assunto e com as informações, sem subterfúgios e sem excessos de palavras e de ideias. ( ) Certo ( ) Errado 373ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Prefeitura de Peruíbe - SP / Cargo: Secretário de Escola Marilda, secretária de escola, ao elaborar ofício dirigido ao Diretor do Setor de Pagamentos da Secretaria da Fazenda, solicitando informações acerca da renumeração de uma professora, utiliza acertadamente o vocativo a) V. b) V. Sa. c) V. Ex.a. d) V.Exa. Revma. 209 e) Sr. 374ª/ Banca: FCC / Órgão: Câmara de Fortaleza - CE / Cargo: Revisor Em relação ao uso do correio eletrônico (e-mail) em comunicações oficiais, é correto afirmar: a) O uso de linguagem incompatível com uma comunicação oficial deve ser evitado no texto, embora sejam aceitáveis algumas abreviações que caracterizam esse tipo de comunicação. b) O tipo de fonte recomendado é Arial, tamanho 12, cor preta; deve-se evitar o uso de papéis de parede eletrônicos. c) Os arquivos anexados, quando se tratar de documento ainda em discussão, devem, necessariamente, ser enviados em formato que possa ser editado. d) A assinatura do e-mail deve conter, obrigatoriamente, o nome completo, o cargo, a unidade, o órgão, o telefone do remetente e o logotipo do ente público. e) O campo “Assunto” deve ser o mais claro e específico possível, relacionado ao conteúdo global da mensagem, além de conter a data e o local. 375ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CORECON - PE / Cargo: Assessor Jurídico De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, a redação oficial deve caracterizar‐se por determinados atributos, entre os quais é correto citar o(a) a) subjetividade. b) concisão. c) pessoalidade. d) rebuscamento. e) linguagem coloquial. 376ª/ Banca: IBADE / Órgão: Prefeitura de Itapemirim - ES / Cargo: Agente Administrativo O documento oficial que representa instruções escritas, emanadas da autoridade competente e endereçadas aos chefes de serviços das diversas repartições subordinadas à direção respectiva denomina-se: a) exposição de motivos. 210 b) certidão. c) despacho. d) circular. e) boletim. 377ª/ Banca: VUNESP / Órgão: IPREMM - SP / Cargo: Auxiliar de Escrita De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, a linguagem utilizada nas comunicações oficiais deve primar pela a) pessoalidade. b) formalidade. c) naturalidade. d) informalidade. e) complexidade. 378ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: Prefeitura de Sapucaia do Sul - RS / Cargo: Secretário Qual o nome do documento em que se registram, de forma exata e metódica, as ocorrências, resoluções e decisões das assembleias, reuniões ou sessões realizadas por comissões, conselhos, congregações, corporações ou outras entidades semelhantes? a) Ofício. b) Ata. c) Memorando. d) Circular. e) Portaria. 379ª/ Banca: IBADE / Órgão: Prefeitura de Jaru - RO / Cargo: Assistente Administrativo Os pronomes de tratamento para religiosos são utilizados de acordo com a hierarquia eclesiástica. Para comunicações dirigidas a Arcebispos e Bispos o pronome utilizado é: a) Vossa Santidade. 211 b) Vossa Reverência. c) Vossa Eminência. d) Vossa Excelência Reverendíssima. e) Vossa Irmandade. 380ª/ Banca: IBADE / Órgão: Prefeitura de Jaru - RO / Cargo: Assistente Administrativo São peculiaridades da Redação Oficial, EXCETO: a) pessoalidade b) concisão c) linguagem d) clareza e) padronização 381ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: Prefeitura de Gramado - RS / Cargo: Auxiliar Administrativo Ao se dirigir a uma autoridade, deve-se atentar para o emprego correto dos pronomes de tratamento. Quando um servidor público se depara com o chefe do poder executivo municipal (prefeito), a forma adequada de tratar a referida autoridade é: a) Senhor. b) Digníssimo Senhor. c) Vossa Senhoria. d) Sua Excelência. e) Vossa Excelência. 382ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: Prefeitura de Gramado - RS / Cargo: Auxiliar Administrativo O fechamento de um documento oficial é, em suma, uma saudação que encerra o documento. Assim, conforme o Manual de Redação Oficial da Presidência da República, o termo utilizado para o fecho de um documento oficial dirigido a autoridades superiores é: 212 a) Atenciosamente. b) Respeitosamente. c) Honrosamente.d) Honradamente. e) Admiravelmente. 383ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRESS-GO / Cargo: Auxiliar Administrativo Julgue o item. Na redação oficial, a formalidade diz respeito à polidez, isto é, à civilidade no tratamento do assunto do qual cuida a comunicação. ( ) Certo ( ) Errado 384ª/ Banca: INSTITUTO AOCP / Órgão: UFPB / Cargo: Assistente em Administração Em certa ocasião, o Reitor de uma Universidade Federal precisou emitir um documento para determinar o cumprimento de normas pelos servidores da Instituição. Esse documento versava sobre os critérios a serem adotados para a liberação de diárias e custeio de passagens para viagens nacionais e internacionais. O documento emitido trata-se de um instrumento normativo infralegal que a Administração Pública utiliza para determinar o cumprimento de uma ou várias instruções. Qual documento é esse? a) Memorando. b) Certidão. c) Portaria. d) Ofício. e) Relatório. 385ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRQ 4ª Região-SP / Cargo: Técnico Administrativo No que diz respeito à redação oficial, a formas de tratamento e a abreviações, julgue o item. A formalidade e a padronização não são atributos a serem seguidos pelas comunicações oficiais. 213 ( ) Certo ( ) Errado 386ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRQ 4ª Região-SP / Cargo: Técnico Administrativo No que diz respeito à redação oficial, a formas de tratamento e a abreviações, julgue o item. O pronome de tratamento a ser empregado aos embaixadores é Vossa Excelência. ( ) Certo ( ) Errado 387ª/ Banca: Quadrix / Órgão: SESC-DF / Cargo: Auxiliar Técnico Administrativo Um empregado do Sesc-DF recebeu um memorando de outro setor e, ao ler o documento, teve dificuldades na leitura devido ao fato de o texto ser redigido sem objetividade, com muitas redundâncias. Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta a característica necessária à redação oficial que não foi seguida. a) concisão b) clareza c) impessoalidade d) formalidade e) padronização 388ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRESS-PR / Cargo: Assistente Administrativo Em relação à correspondência empresarial e oficial, às formas de tratamento, às abreviações e aos documentos, julgue o item subsecutivo. O pronome de tratamento a ser empregado em comunicações dirigidas aos religiosos em geral é “Vossa Magnificência”. ( ) Certo ( ) Errado 389ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRM-PR / Cargo: Revisor de Texto 214 Julgue o item a seguir no que diz respeito à forma de apresentação de documentos do Padrão Ofício, de acordo com o Manual de Redação da Presidência da República. Deve ser utilizado espaçamento duplo entre as linhas do texto e entre os parágrafos. ( ) Certo ( ) Errado 390ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Câmara de Olímpia - SP / Cargo: Agente Administrativo Nos termos da legislação em vigor, para que a mensagem de correio eletrônico possa ser aceita como documento original, é necessário haver a) uma autorização federal com a rubrica da Presidência da República. b) um token de acesso chancelado pelos órgãos superiores. c) uma cópia impressa e com firma reconhecida de cada e-mail emitido. d) uma certificação digital que ateste a identidade do remetente conforme reza a lei. e) um responsável governamental que assine toda a comunicação eletrônica. 391ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Câmara de Olímpia - SP / Cargo: Agente Administrativo A principal forma de comunicação para transmissão de documentos, haja vista o baixo custo e a celeridade, é o a) e-mail. b) fac símile. c) bluetooth. d) twitter. e) whatsApp. 392ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Câmara de Olímpia - SP / Cargo: Agente Administrativo Com relação à identificação do signatário nas comunicações oficiais, todas as demais comunicações oficiais devem trazer o nome e o cargo da autoridade que as expede, abaixo do local de sua assinatura, com exceção das comunicações assinadas a) pelo Chefe da Casa Civil. 215 b) pelos Chefes de Autarquias. c) pelos Ministros. d) pelo Presidente da República. e) pelo Presidente do Superior Tribunal de Justiça. 393ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Câmara de Olímpia - SP / Cargo: Agente Administrativo Além de arrematar o texto, o fecho das comunicações oficiais tem a finalidade de saudar o destinatário. Para autoridades superiores, incluindo-se o Presidente da República, utiliza-se o seguinte fecho a) Dignissimamente. b) Cordialmente. c) Respeitosamente. d) Atenciosamente. e) Sinceramente. 394ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Câmara de Indaiatuba -SP / Cargo: Agente Administrativo Redação oficial é a maneira pela qual o Poder Público redige atos normativos e comunicações. Os princípios que regem as comunicações oficiais são os seguintes: a) integridade, clareza, sensibilidade, concisão e uso de linguagem clássica. b) intensidade, clareza, reciprocidade, concisão e uso de linguagem informal. c) impessoalidade, clareza, uniformidade, concisão e uso de linguagem formal. d) informalidade, clareza, simplicidade, concisão e uso de linguagem normal. e) individualidade, clareza, exequibilidade, concisão e uso de linguagem coloquial. 395ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRM-PR / Cargo: Profissional de Suporte Administrativo Quanto aos tipos de documentos, às abreviações e às formas de tratamento nas correspondências oficiais e comerciais, julgue o item subsequente. Nos documentos no padrão ofício, é facultativo constar o número da página a partir da segunda página. 216 ( ) Certo ( ) Errado 396ª/ Banca: CESPE/CEBRASPE / Órgão: DEPEN / Cargo: Agente Federal de Execução Penal Com base no Manual de Redação da Presidência da República (MRPR), julgue o item a seguir, relativo ao padrão ofício. Nas comunicações oficiais para autoridade de hierarquia superior à do remetente, deve-se utilizar, exceto para o presidente da República, o fecho “Respeitosamente,”. ( ) Certo ( ) Errado 397ª/ Banca: CESPE/CEBRASPE / Órgão: DEPEN / Cargo: Agente Federal de Execução Penal Considerando o Manual de Redação da Presidência da República, julgue o item que se segue. No padrão ofício, o cabeçalho deve estar centralizado na área determinada pela formatação e constar em todas as páginas do documento. ( ) Certo ( ) Errado 398ª/ Banca: CESPE/CEBRASPE / Órgão: Polícia Federal / Cargo: Escrivão de Polícia Federal Considerando o Manual de Redação da Presidência da República, julgue o item que se segue. Na grafia de datas em um documento oficial, o conteúdo deve constar conforme exemplificado a seguir: Brasília, 02/04/ 2021. ( ) Certo ( ) Errado 399ª/ Banca: CESPE/CEBRASPE / Órgão: Polícia Federal / Cargo: Escrivão de Polícia Federal Considerando o Manual de Redação da Presidência da República, julgue o item que se segue. 217 A exposição de motivos é modalidade de comunicação dirigida pelos ministros ao Presidente da República e, em determinadas circunstâncias, poderá ser encaminhada cópia do documento ao Congresso Nacional ou ao Poder Judiciário. ( ) Certo ( ) Errado 400ª/ Banca: CESPE/CEBRASPE / Órgão: PRF / Cargo: Policial Rodoviário Federal Considerando as disposições do Manual de Redação da Presidência da República (MRPR) acerca da redação oficial, julgue o item a seguir. De acordo com a legislação vigente, o e-mail institucional tem valor documental e, por isso, deve ser aceito como documento original. ( ) Certo ( ) Errado 401ª/ Banca: CESPE/CEBRASPE / Órgão: PRF / Cargo: Policial Rodoviário Federal Considerando as disposições do Manual de Redação da Presidência da República (MRPR) acerca da redação oficial, julgue o item a seguir. O vocativo, nas comunicações oficiais, deverá ser sempre seguido de vírgula. ( ) Certo ( ) Errado 402ª/ Banca: CESPE/CEBRASPE / Órgão: PRF / Cargo: Policial Rodoviário Federal Considerando as disposições do Manual de Redação da Presidência da República (MRPR) acerca da redação oficial, julgue o item a seguir. Na identificação do signatário de uma comunicação oficial destinada auma pessoa do sexo feminino, dispensa-se flexão de gênero no nome do cargo. ( ) Certo ( ) Errado 403ª/ Banca: CESPE/CEBRASPE / Órgão: PRF / Cargo: Policial Rodoviário Federal Considerando as disposições do Manual de Redação da Presidência da República (MRPR) acerca da redação oficial, julgue o item a seguir. Entre as características da redação oficial incluem-se a objetividade, a impessoalidade e a informatividade. 218 ( ) Certo ( ) Errado 404ª/ Banca: CESPE/CEBRASPE / Órgão: CODEVASF / Cargo: Analista em Desenvolvimento Regional Julgue o seguinte item de acordo com as prescrições constantes no Manual de Redação da Presidência da República acerca das características formais e linguísticas das correspondências oficiais. Na identificação do signatário, o cargo ocupado por pessoa do sexo feminino deve ser flexionado no gênero feminino, como no seguinte exemplo: Ministra de Estado. ( ) Certo ( ) Errado 405ª/ Banca: NUCEPE / Órgão: FHT - PI / Cargo: Auxiliar de Administração Ao redigir um Ofício ao Prefeito Municipal, o pronome de tratamento que deverá ser utilizado é a) Vossa Senhoria. b) Vossa Ilustríssima. c) Vossa Excelência. d) Vossa Reverendíssima. e) Vossa Magnificência. 406ª/ Banca: IBADE / Órgão: ISE-AC / Cargo: Auxiliar Administrativo São utilizados como elementos discriminativos de artigo ou parágrafo se o assunto nele tratado não puder ser condensado no próprio artigo ou não se mostrar adequado a constituir parágrafo. A alternativa correta que se aplica à definição acima é: a) Alíneas b) Incisos. c) Itens. d) Agrupamentos. e) Seções. 219 407ª/ Banca: IBADE / Órgão: ISE-AC / Cargo: Auxiliar Administrativo De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, o cabeçalho é utilizado apenas na primeira página do documento, centralizado na área determinada pela formatação e deve constar os seguintes elementos, EXCETO: a) Brasão de Armas da República. b) Nome do órgão principal. c) Espaçamento, entrelinhas simples (1,5). d) Nome dos órgãos secundários, quando necessários, da maior para a menor hierarquia. e) Espaçamento, entrelinhas simples (1,0). 408ª/ Banca: IBADE / Órgão: Prefeitura de Vila Velha - ES / Cargo: Secretário Escolar Observe o texto. Exmo. Sr. _____________________________ DD. Secretário Municipal de Educação Vila Velha- Espírito Santo A Escola Municipal ___________________, situada na rua __________, nº_____, do Município de __________________, Estado do Espírito Santo, requer de Vossa Excelência o _______________, pelo seguinte motivo:__________________________________________ _____________________________________________ Aguarda deferimento. _______________, ____ de _______________ de 2020. Nome Diretor(a) ato de designação Trata-se de um modelo do seguinte documento oficial: a) Certidão. b) Convocação. c) Requerimento. d) Edital. e) Declaração. 409ª/ Banca: IBADE / Órgão: Prefeitura de Seringueiras - RO / Cargo: Agente Administrativo 220 Redação oficial é todo ato normativo e toda comunicação do Poder Público. Assinale, entre as alternativas abaixo, aquela que NÃO representa uma característica básica da redação oficial. a) Impessoalidade. b) Uso de linguagem coloquial. c) Clareza. d) Concisão. e) Formalidade. 221 Acentuação Gráfica 410ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PGE-PE / Cargo: Analista Judiciário de Procuradoria Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item que se segue. O emprego de acento agudo nas palavras “juízo”, “extraídos” e “período” justifica-se pela mesma regra de acentuação gráfica. ( ) Certo ( ) Errado 411ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PGE-PE / Cargo: Analista Judiciário 222 A respeito de aspectos linguísticos e dos sentidos do texto 2A1-II, julgue o item que se segue. Os vocábulos “trás”, “é” e “nós” recebem acento gráfico em obediência à mesma regra de acentuação. ( ) Certo ( ) Errado 412ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PGE-PE / Cargo: Analista Judiciário de Procuradoria 223 Considerando as relações sintático-semânticas do texto 4A4AAA, julgue o próximo item. O emprego de acento na palavra “memória” (l.19) pode ser justificado por duas regras de acentuação distintas. ( ) Certo ( ) Errado 413ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Auxiliar em Administração Julgue o item que se segue, pertinentes a aspectos linguísticos do texto CB4A1AAA. A ausência de acento agudo em “ideias” (.10) está em conformidade com as regras ortográficas vigentes. ( ) Certo ( ) Errado 414ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Telebras / Cargo: Assistente Técnico 224 Julgue o próximo item, a respeito das ideias e estruturas linguísticas do texto Os territórios inteligentes. A palavra “está” recebe acento gráfico em decorrência da mesma regra que determina o emprego do acento no vocábulo “três”. ( ) Certo ( ) Errado 415ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TCU / Cargo: Auditor de Controle Externo As palavras “líquida”, “público”, “órgãos” e “episódicas” obedecem à mesma regra de acentuação gráfica. ( ) Certo ( ) Errado 416ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: DEPEN / Cargo: Agente e Técnico As palavras “indivíduos” e “precárias” recebem acento gráfico com base em justificativas gramaticais diferentes. ( ) Certo ( ) Errado 225 417ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Agente e Técnico Os acentos gráficos das palavras “bioestatística” e “específicos” têm a mesma justificativa gramatical. ( ) Certo ( ) Errado 418ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Agente e Técnico Julgue os itens seguintes, referentes às ideias e às estruturas linguísticas do texto acima. Em todas as ocorrências de “têm” no texto (l. 3, 6 e 7) é exigido o uso do acento circunflexo para marcar o plural. ( ) Certo ( ) Errado 419ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Caixa / Cargo: Médico do Trabalho O emprego do acento gráfico em “incluíram” e “número” justifica-se com base na mesma regra de acentuação. ( ) Certo ( ) Errado 420ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ICMBIO / Cargo: Técnico Ambiental A mesma regra de acentuação gráfica se aplica aos vocábulos “Brasília”, “cenário” e “próprio”. ( ) Certo ( ) Errado 226 421ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Polícia Federal / Cargo: Agente de Polícia Federal Os termos “série” e “história” acentuam-se em conformidade com a mesma regra ortográfica. ( ) Certo ( ) Errado 422ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANTAQ / Cargo: Técnico em Regulação O emprego de acento gráfico em “água”, “distância” e “primário” justifica-se pela mesma regra de acentuação. ( ) Certo ( ) Errado 423ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ICMBIO / Cargo: Analista Ambiental A mesma regra de acentuação gráfica se aplica aos vocábulos “homogênea” (l.9), “médio” (l.18) e “bromélias” (l.19). ( ) Certo ( ) Errado 424ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: CAIXA / Cargo: Engenheiro Agrônomo O emprego do acento gráfico nas palavras “metálica”, “acúmulo” e “imóveis” justifica- se com base na mesma regra de acentuação ( ) Certo ( ) Errado 425ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TJ CE / Cargo: Analista Judiciário O emprego do acento gráfico nos vocábulos “reúnem” e “fenômeno” justificasse com base na mesma regra de acentuação. ( ) Certo ( ) Errado 426ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANATEL / Cargo: Técnico O emprego do acento gráfico em “indústria” e “rádio” justifica-se com base na mesma regra de acentuação. ( ) Certo 227 ( ) Errado 427ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: CNJ / Cargo: Analista Judiciário A mesma regra de acentuação gráfica justifica o emprego de acento gráfico nas palavras “construída” e “possíveis”. ( ) Certo ( ) Errado 428ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: CNJ / Cargo: Analista Judiciário No terceiro parágrafo, as palavras “Políticas”, “âmbito”, “década” e “cônjuges” recebem acento gráfico com base em diferentes regras gramaticais.( ) Certo ( ) Errado 429ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRT 10ª / Cargo: Analista Judiciário As palavras “países”, “famílias” e “níveis” são acentuadas de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica. ( ) Certo ( ) Errado 430ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Ancine / Cargo: Técnico Os vocábulos “indivíduo”, “diária” e “paciência” recebem acento gráfico com base na mesma regra de acentuação gráfica. ( ) Certo ( ) Errado 431ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PRF / Cargo: Agente Administrativo As palavras “Polícia”, “Rodoviária” e “existência” recebem acento gráfico porque são paroxítonas terminadas em ditongo crescente. ( ) Certo ( ) Errado 432ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PRF / Cargo: Agente Administrativo As formas “patrimônio” e “polícia” são acentuadas em decorrência da mesma regra de acentuação. 228 ( ) Certo ( ) Errado 433ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: IBAMA / Cargo: Técnico Administrativo As palavras “pó”, “só” e “céu” são acentuadas de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica. ( ) Certo ( ) Errado 434ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MPE-PI / Cargo: Técnico Administrativo De acordo com a ortografia oficial vigente, o vocábulo “órgãos” segue a mesma regra de acentuação que o vocábulo “últimos”. ( ) Certo ( ) Errado 435ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE - ES / Cargo: Técnico Administrativo As palavras “catástrofe” e “climática” recebem acento gráfico com base em justificativas gramaticais diferentes. ( ) Certo ( ) Errado 436ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: CAIXA / Cargo: Cargos de nível superior Os vocábulos “políticas”, “desperdício” e “carcerária” recebem acento gráfico com base na mesma regra de acentuação. ( ) Certo ( ) Errado 437ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: INCA / Cargo: Auxiliar Administrativo As palavras “Único”, “críticas” e “público” recebem acento gráfico porque têm sílaba tônica na antepenúltima sílaba. ( ) Certo ( ) Errado 438ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEDU ES / Cargo: Administrador As palavras “metrópoles”, “acúmulo”, “inúmeros” e “mínimas” recebem acento gráfico com base em justificativas gramaticais diferentes. 229 ( ) Certo ( ) Errado 439ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: STM / Cargo: Técnico Administrativo A regra de acentuação gráfica que justifica o emprego do acento gráfico em “aeroportuário” é a mesma que justifica o emprego do acento em “meteorológica”. ( ) Certo ( ) Errado 440ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Correios / Cargo: Carteiro São acentuados graficamente de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica os vocábulos a) também e coincidência. b) quilômetros e tivéssemos. c) jogá-la e incrível. d) Escócia e nós. e) correspondência e três. 441ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: INMETRO / Cargo: Técnico Administrativo A palavra “últimos” recebe acento gráfico por ser proparoxítona. Também é acentuada em decorrência da mesma regra a palavra a) “saúde”. b) “confiáveis”. c) “relevância”. d) “irreversível”. e) “técnicas”. 442ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PC-PB / Cargo: Papiloscopista Assinale a opção que apresenta palavras cuja acentuação não se explica pela mesma regra. 230 a) Belém – Pará – até b) violência – própria – delinquência c) constituída – vândalos – subterfúgios d) protegê-los – vivê-las – estará e) cidadãos – situação – estarão 443ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: SPGG - RS / Cargo: Analista de Planejamento Dentre as palavras a seguir, assinale a única que é oxítona. a) Plástico. b) Micróbios. c) Poluição. d) Vítimas. e) Biológica. 444ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: Prefeitura de Vacaria - RS / Cargo: Motorista Das palavras abaixo, qual é acentuada por ser paroxítona? a) Automóvel. b) Veículo. c) Públicas. d) Trânsito. e) Elétrica. 445ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Prefeitura de Cerro Largo - RS / Cargo: Cirurgião Dentista Em relação à acentuação, marcar C para as palavras Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA: ( ) Núncio ( ) Tireóide ( ) Dierése a) C - C - E. 231 b) C - E - E. c) E - E - C. d) E - C - E. 446ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: COMUR de Novo Hamburgo - RS / Cargo: Agente de Atendimento A palavra “incômodo” é classificada como proparoxítona e, por isso, é acentuada. Assinale a alternativa que apresenta palavra acentuada pela mesma regra. a) Músculos. b) Escritório. c) Também. d) Sofá. e) Superfície. 447ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Prefeitura de Venâncio Aires - RS / Cargo: Agente de cadastro Considerando-se o uso do acento gráfico, assinalar a alternativa CORRETA: a) Alibí. b) Colibrí. c) Daquí. d) Havaí. e) Jabutí. 448ª/ Banca: INSTITUTO AOCP / Órgão: ITEP - RN / Cargo: Perito Criminal Assinale a alternativa em que todas as palavras apresentam a mesma regra de acentuação gráfica. a) Destruída – critério – obediência. b) Contemporâneo – indivíduo – critério. 232 c) Destruída – princípio – indivíduo. d) Âmbito – álbum – hábito. e) Âmbito – código – nível. 449ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CORE-PR / Cargo: Analista Contábil Júnior Os vocábulos “também” e “têm” são acentuados graficamente de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica. ( ) Certo ( ) Errado 450ª/ Banca: IDECAN / Órgão: PEFOCE / Cargo: Auxiliar de Perícia Em constrói, há a necessidade de acentuação gráfica. Com relação a essas regras, assinale a alternativa que apresente uma palavra com acentuação INCORRETA, por excesso ou falta do acento gráfico. a) papéis b) anzóis c) ideia d) colmeia e) heróico 451ª/ Banca: INSTITUTO AOCP / Órgão: Câmara de Teresina - PI / Cargo: Assistente Legislativo Assinale a alternativa em que os pares de palavras são acentuados de acordo com a mesma regra. a) Até – porquê. b) Não – têm. c) Implicações – construídos. d) É – até. e) Edifícios – equilíbrio. 452ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CREFITO-4° Região (MG) / Cargo: Almoxarife 233 Os vocábulos “saúde” e “País” são acentuados graficamente de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica. ( ) Certo ( ) Errado 453ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRT-04 / Cargo: Agente de Fiscalização Os vocábulos “até”, “País”, “além” e “está” são acentuados graficamente de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica. ( ) Certo ( ) Errado 454ª/ Banca: CESGRANRIO / Órgão: Banco da Amazônia / Cargo: Técnico Científico No texto, foram empregadas as palavras aí (l. 31) e ótimo (l. 35), ambas acentuadas graficamente. Duas outras palavras corretamente acentuadas pelos mesmos motivos que aí e ótimo são, respectivamente, a) juíz e ébano b) Icaraí e rítmo c) caquís e incrédulo d) país e sonâmbulo e) abacaxí e econômia 455ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: GHC-RS / Cargo: Enfermeiro Assinale a alternativa em que um dos vocábulos difere dos outros dois quanto à razão por que recebe acento gráfico. a) Índia – Tailândia – sobrevivência. b) Catástrofes – período – árabes. c) Também – após – voltará. d) Coronavírus – inimagináveis – possível. e) Diária – saúdam – negócio. 234 456ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRECI - 14ª Região (MS) / Cargo: Assistente Administrativo Os vocábulos “José”, “está” e “prevê” são acentuados graficamente de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica. ( ) Certo ( ) Errado 457ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRECI - 14ª Região (MS) / Cargo: Advogado Os vocábulos “têm”, “já” e “é” são acentuados graficamente de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica. ( ) Certo ( ) Errado 458ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: CIGA-SC / Cargo: Programador Assinale a alternativa em que as palavras recebem acento gráfico por causa de uma regra diferente da que determina a grafia das demais. a) Austrália – superfícies. b) Importância – área. c) Agência – frequência. d) Sobrevivência – água. e) Plásticos – científica. 459ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: Câmara de Imbé - RS / Cargo: Telefonista Recepcionista A palavra “razoável”, utilizada no texto, é classificadacomo paroxítona. Assinale a alternativa que apresenta palavra de mesma classificação. a) Atípico. b) Época. c) Dinâmica. d) Está. 235 e) Flexível. 460ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRB-1 / Cargo: Bibliotecário-Fiscal Os vocábulos “indivíduo” e “ofício” são acentuados graficamente de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica, na qual não se inclui a palavra “excluída”. ( ) Certo ( ) Errado 461ª/ Banca: IBADE / Órgão: SEE-AC / Cargo: Professor PNS P2 - Língua Inglesa Após leitura do trecho “o jovem prefere trabalhar com o que der desde cedo para conseguir sua autonomia financeira – mesmo que com um baixo salário.”, marque a alternativa que descreve a acentuação da palavra destacada: a) monossílabo tônico b) paroxítona terminada em ditongo. c) proparoxítona d) oxítona terminada em vogal oral ‘o’. e) hiato em posição paroxítona 462ª/ Banca: FGV / Órgão: TJ-AL / Cargo: Técnico Judiciário - Área Judiciária Duas palavras do texto que obedecem à mesma regra de acentuação gráfica são: a) indébita / também; b) história / veículo; c) crônicas / atribuídos; d) coíba / já; e) calúnia / plágio. 463ª/ Banca: FGV / Órgão: ALERJ / Cargo: Especialista Legislativo - Tecnologia da Informação Entre as palavras abaixo, aquela que só existe com acento gráfico é: a) história; 236 b) evidência; c) até; d) país; e) humanitárias. 464ª/ Banca: FGV / Órgão: Prefeitura de Salvador - BA / Cargo: Auxiliar de Desenvolvimento A palavra década tem acento gráfico pela mesma razão que o vocábulo a) após. b) trágica. c) além. d) ninguém. e) matá-lo. 465ª/ Banca: FGV / Órgão: Prefeitura de Salvador - BA / Cargo: Auxiliar de Desenvolvimento A palavra “sucuri” não leva acento em sua sílaba tônica. Assinale a opção que apresenta outra palavra que não recebe acento pela mesma regra. a) Lua b) Marejado c) Caju d) Ideia e) Rochedo 466ª/ Banca: FGV / Órgão: Prefeitura de Salvador - BA / Cargo: Técnico de Nível Médio As palavras do texto acentuadas pela mesma regra de acentuação gráfica são a) cóclea / células. 237 b) frequências / destruídas. c) responsável / média. d) frágeis / música. e) ondulatório / daí. 467ª/ Banca: IBADE / Órgão: Prefeitura de Santa Luzia D`Oeste - RO / Cargo: Auxiliar Administrativo Assinale a alternativa em que todas as palavras estão corretas quanto à acentuação. a) vezes, heróico. b) círculo, portatil. c) baú, alguem. d) inglêses, pólicia. e) estátua, heroico. 468ª/ Banca: FGV / Órgão: Prefeitura de Paulínia - SP / Cargo: Guarda Municipal As duas palavras que recebem acento gráfico por razões diferentes são: a) homicídio/média; b) país/juízes; c) histórico/pública; d) secretários/relatório; e) está/é. 469ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Prefeitura de Sentinela do Sul - RS / Cargo: Fiscal Em relação à acentuação, assinalar a alternativa CORRETA: a) Anzóis. b) Heróico. c) Jibóia 238 d) Jóia. 470ª/ Banca: FGV / Órgão: SSP-AM / Cargo: Técnico de Nível Superior “Os bebés têm uma necessidade muito grande de interação.” Sobre os acentos e sinais gráficos presentes nas palavras desse segmento do texto 2, a afirmação correta é: a) o vocábulo “bebê” só pode ser grafado com circunflexo; b) o vocábulo “têm” recebe acento circunflexo por ter som nasal; c) o vocábulo “têm” mostra número plural por meio do acento circunflexo; d) no vocábulo “interação”, o til mostra que a vogal a é oral; e) no vocábulo “bebés”, o acento mostra que a vogal acentuada deve ser pronunciada fechada. 471ª/ Banca: FGV / Órgão: TJ-RJ / Cargo: Técnico de Atividade Judiciária QUANTO FALTA PARA O DESASTRE? Verão de 2015. As filas para pegar água se espalham por vários bairros. Famílias carregam baldes e aguardam a chegada dos caminhões-pipa. Nos canos e nas torneiras, nem uma gota. O rodízio no abastecimento força lugares com grandes aglomerações, como shopping centers e faculdades, a fechar. As chuvas abundantes da estação não vieram, as obras em andamento tardarão a ter efeito e o desperdício continuou alto. Por isso, São Paulo e várias cidades vizinhas, que formam a maior região metropolitana do país, entram na mais grave crise de falta d’água da história. (Época, 16/06/2014) A correção na acentuação gráfica faz parte do cuidado com a norma culta na redação de um texto; a opção que apresenta um vocábulo do texto 3 que é acentuado graficamente por razão distinta das demais é: a) famílias; b) país; c) rodízio; d) água; e) desperdício. 239 472ª/ Banca: IBADE / Órgão: Prefeitura de Linhares - ES / Cargo: Técnico Pedagógico No trecho “Fui checar na minha lista de excluídos...”, a palavra destacada é acentuada pela mesma razão que: a) bíceps. b) anzóis. c) límpido. d) calvície. e) egoísta. 473ª/ Banca: IBADE / Órgão: Prefeitura de Vila Velha - ES / Cargo: Assistente Administrativo Das alternativas a seguir, uma contém termo que sofreu alteração com o Acordo Ortográfico atual. Temos esse termo em: a) estoico. b) desarmônico. c) convênio. d) proteção. e) homônimo. 474ª/ Banca: INSTITUTO AOCP / Órgão: Prefeitura de Betim - MG / Cargo: Auditor Fiscal de Tributos Municipais Em relação ao emprego do acento agudo, assinale a alternativa correta. a) “Fora” não recebe acento agudo, pois é uma palavra paroxítona terminada em “a”. b) “Bola” não recebe acento agudo, pois é uma palavra oxítona terminada em “a”. c) “Universo” não recebe acento agudo, pois é uma palavra proparoxítona terminada em “o”. d) “Espaço” deveria receber acento agudo, porque é uma palavra paroxítona terminada em “o”. 240 e) “Fim” não recebe acento agudo, porque é uma palavra paroxítona terminada em “m”. 475ª/ Banca: FGV / Órgão: Câmara Municipal do Recife-PE / Cargo: Assistente Administrativo Legislativo A palavra abaixo cuja acentuação gráfica está corretamente justificada é: a) concluíram – hiato em que a segunda vogal é I, sozinha na sílaba; b) irá – monossílabo tônico terminado em A; c) métodos – palavra paroxítona terminada em S; d) dá – acento diferencial da combinação de preposição mais artigo (da); e) gás – oxítona terminada em A, seguido ou não de S. 476ª/ Banca: FGV / Órgão: Prefeitura de Osasco - SP / Cargo: Agente de Trânsito A palavra abaixo cujo acento pode deixar de existir porque existe a mesma palavra sem acento é: a) possíveis; b) conferência; c) diários; d) órgãos; e) ênfase. 477ª/ Banca: FGV / Órgão: Prefeitura de Osasco - SP / Cargo: Agente de Defesa Civil As duas palavras do texto que são acentuadas pela mesma regra de acentuação gráfica são: a) horário / viável; b) trânsito / é; c) público / rápido; d) vêm / propícia; e) há / veículos. 241 478ª/ Banca: FGV / Órgão: AL-MT / Cargo: Técnico Legislativo Assinale a alternativa que indica a palavra que só pode ser empregada com acento gráfico. a) Científico. b) É. c) Até. d) Físico. e) Vítima. 479ª/ Banca: Quadrix / Órgão: Prefeitura de Canaã dos Carajás - PA / Cargo: Fiscal Municipal de Obras Os vocábulos “água”, “áreas” e “prédios” são acentuados graficamente de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica. ( ) Certo ( ) Errado 480ª/ Banca: IBADE / Órgão: IAPEN - AC / Cargo: Farmacêutico Assinale a alternativa em que os vocábulos sejam acentuados pelas mesmas regras presentes em, respectivamente, “você”, “súbita” e “desperdício”: a) café, rápido, índio. b) tô, vêm, lá. c) língua, está, convém. d) açúcar, tórax, cajú. e) álbum, tá, tênis. 481ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRMV-AM / Cargo: Assistente Administrativo As palavras “pássaros”, “aquático” e “poluídas” são acentuadas de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica. ( ) Certo ( ) Errado 242 482ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRMV-AM / Cargo: Assistente Administrativo A palavra “útil” é acentuada por se tratar de uma paroxítona que apresenta, na sílaba tônica, a vogal aberta u e terminar em l. ( ) Certo ( ) Errado 483ª/ Banca: FGV / Órgão: AL-MT / Cargo: Técnico em Informática Assinale a alternativaem que o vocábulo indicado só pode ser grafado com acento gráfico. a) História b) Econômico c) País d) Têm e) É 484ª/ Banca: FGV / Órgão: SUDENE-PE / Cargo: Agente Administrativo As alternativas a seguir apresentam palavras do texto acentuadas pela mesma regra de acentuação, à exceção de uma. Assinale-a. a) será / está. b) ônibus / últimos. c) três / há. d) política / econômica. e) médio / saúde. 485ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRN - 2° Região (RS) / Cargo: Agente Administrativo A mesma regra explica a acentuação gráfica dos vocábulos “açúcar”, “substância”, “óleo” e “técnicas”, presentes no último parágrafo do texto. ( ) Certo ( ) Errado 243 486ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRN - 2° Região (RS) / Cargo: Agente Administrativo As palavras “Ópera”, “mortíferos” e “responsáveis” são acentuadas graficamente de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica. ( ) Certo ( ) Errado 244 Sintaxe 487ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PG-DF / Cargo: Analista Jurídico 245 Considerando os aspectos linguísticos do texto CB1A1, julgue o item seguinte. Nas linhas 25 e 26, os termos “diário” e “de tempo” desempenham a mesma função sintática. ( ) Certo ( ) Errado 488ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEDF / Cargo: Professor de Educação Básica – Enfermagem No que se refere ao texto precedente, julgue o item a seguir. O sujeito da oração iniciada pela forma verbal “Disseram” (l.3) é indeterminado. ( ) Certo ( ) Errado 246 489ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEDF / Cargo: Professor de Educação Básica – Enfermagem Acerca dos sentidos e de aspectos linguísticos do texto anteriormente apresentado, julgue o item que se segue. Na linha 6, o sujeito da forma verbal “mostram”, que está elíptico, tem como referente “Os dados”. ( ) Certo ( ) Errado 490ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRT-MT / Cargo: Analista Judiciário - Análise de Sistemas “Não há dúvida de que o voto é a melhor arma de que dispõe o eleitor...” O termo “dúvida” exerce a função de sujeito na oração em que ocorre. ( ) Certo ( ) Errado 491ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TCE-PA / Cargo: Auditor de Controle Externo – Área 247 Julgue o item que se segue, referente aos aspectos linguísticos do texto CB1A1AAA. Sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos do texto, no trecho “só os tolos temem a lobisomem e feiticeiras” (l.5), a preposição “a” poderia ser suprimida. ( ) Certo ( ) Errado 492ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-GO / Cargo: Técnico Judiciário - Área Administrativa 248 Com referência às estruturas linguísticas do texto III, julgue o item a seguir. Se a preposição a presente na contração “aos" (l.18) fosse suprimida, a função sintática da expressão “requisitos de notável saber jurídico e idoneidade moral" (l.19) seria alterada, mas a correção gramatical do texto seria mantida. ( ) Certo ( ) Errado 493ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-PI / Cargo: Analista Judiciário – Taquigrafia 249 Julgue o item a seguir: No primeiro período do texto, os termos “cultural”, “estável” e “movediça” exercem a mesma função sintática, uma vez que atribuem característica ao termo “identidade”. ( ) Certo ( ) Errado 494ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TCE-PA / Cargo: Auditor de Controle Externo - Área Fiscalização – Direito 250 Com relação aos aspectos linguísticos do texto CB1A1BBB, julgue o seguinte item. Na linha 21, o termo “mais rigorosa” funciona como um predicativo do termo “a lei”. ( ) Certo ( ) Errado 495ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-PI / Cargo: Técnico Judiciário - Operação de Computadores 251 O trecho “tanto da interação social entre os indivíduos quanto do pertencimento a determinado contexto geográfico" exerce função de adjunto adverbial na oração em que ocorre. ( ) Certo ( ) Errado 496ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-PI / Cargo: Analista Judiciário 252 No último período do texto Situação de emergência, o vocábulo “que” foi empregado como: a) conjunção integrante. b) conjunção comparativa. c) advérbio. d) pronome relativo. e) partícula expletiva. 497ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Câmara de São Francisco de Assis - RS / Cargo: Agente Legislativo Como funciona o toboágua? Ao descer em um toboágua, apesar da velocidade em que você está, não há risco de sair voando do brinquedo. A velocidade nas curvas do trajeto é sempre menor do que seria na queda livre de uma pessoa. Além isso, a velocidade da descida varia a cada trecho, garantindo a segurança. A tendência natural do corpo é seguir reto. Mas um toboágua com curvas muda essa lei da física: quando aparece uma curva na pista, entramos em contato com a lateral da estrutura, que nos empurra de volta e nos obriga ____ seguir pelo caminho que não é o reto. O filete de água presente durante toda a descida também ajuda na condução do corpo humano pelo trajeto certo. A velocidade de descida em um toboágua varia de pessoa para pessoa: quanto mais massa (peso) você tiver, maior será ____ velocidade que pode atingir. Outros fatores influenciam, como a área de contato com a pista (quanto menor, maior é a velocidade), o tipo de tecido e o comprimento da roupa que você está usando (quanto mais comprida ela for, menor é a velocidade). 253 Apesar de parecer que você chega ao final do trajeto em uma velocidade menor, isso não é verdade – o impacto ao atingir a água é proporcional ____ velocidade que você manteve durante o caminho. Contudo, a maneira como nosso corpo bate na água da piscina (com os pés, por exemplo) pode alterar a sensação, deixando-a mais suave. E a curvatura do toboágua também engana: cria a sensação de suavidade na inclinação para que o impacto pareça menor. (Fonte: Uol - adaptado.) No período “Apesar de parecer que você chega ao final do trajeto (...)”, a parte sublinhada expressa ideia de: a) Tempo. b) Proporção. c) Concessão. d) Comparação. e) Finalidade. 498ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CREFITO-6ª Região (CE) / Cargo: Agente Administrativo 254 Gregório Duvivier. Ficaste na ronha, javardo: chega de aldrabice que isto é batota e desenrascanço. In: Folha de S. Paulo, 30/11/2021 (com adaptações). Mantendo-se os sentidos e as relações coesivas do texto, a expressão “ou melhor” (linha 26) poderia ser substituída pela palavra a) sobretudo. b) inclusive. c) então. d) aliás. e) logo. 499ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Prefeitura de Horizontina - RS / Cargo: Analista Na frase “Sabíamos que ele tinha necessidade de atenção.”, a expressão sublinhada, sintaticamente, exerce função de: a) Objeto indireto. b) Sujeito. c) Complemento nominal. d) Predicativo do sujeito. e) Adjunto adnominal. 500ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CFT / Cargo: Analista Técnico Júnior 255 No que se refere aos aspectos gramaticais e aos sentidos do texto, julgue o item. À linha 18, o sujeito do verbo “saltavam” é “os pais”. ( ) Certo ( ) Errado 256 RESPOSTAS 1ª Certo. Apesar de a questão pedir a depreensão das informações, o que sugere uma interpretação implícita, na realidade, a interpretação é literal. Basta confirmarmos o que está previsto no primeiro parágrafo. Lá é informado que o crime cibernético próprio ou puro é o praticado por meio de computadores e se realiza ou se consuma também em meio eletrônico. A diferença desse crime para o impuro ou impróprio é justamente a extrapolação do universo virtual, produzindo dano a diferentes bens, alheios à informática. Compare o pedido da questão e o trecho do texto, por meio da numeração para facilitar sua interpretação: Depreende-se das informações do texto que, nos crimes cibernéticos chamados impuros ou impróprios¹, o resultado extrapola o universo virtual² e atinge bens materiais alheios à informática³. Os impuros ou impróprios¹ são aqueles em que o agente se vale do computador como meio para produzir resultado que ameaça ou lesa outros bens², diferentesdaqueles da informática³. 2ª Errado. A questão aponta como inferência, isto é, interpretação implícita, mas ela é literal. Fica claro no segundo parágrafo que a consideração de crime para os delitos cibernéticos é algo novo (datado de 2012): “É importante destacar que o art. 154-A do Código Penal (Lei n.º 12.737/2012) trouxe para o ordenamento jurídico o crime novo de ‘invasão de dispositivo informático’”. Assim, não é uma consideração de várias décadas, mesmo porque a internet não tem muitas décadas de vida. 3ª Certo. No primeiro quadrinho, fala-se da quantidade de aplicativos, das várias opções do aparelho, observasse a imagem feliz do usuário. No segundo, vê-se uma imagem de um homem das cavernas indicando um serviço ultrapassado, antigo, sem recursos. O conectivo de contraste “Já” marca ainda mais a ideia contrastante ao avanço da tecnologia marcado no quadrinho anterior. Com todos esses elementos identificados no texto a afirmativa está de fato correta. 4ª Certo. Para responder a questão basta analisar a terceira expressão, a qual literalmente nos mostra que o índice de satisfação do ano de 2002 era de 71,6. Em 2013, esse índice subiu para 72,1. 5ª Certo. Observando-se literalmente as duas primeiras expressões do quadro, percebemos que o índice de satisfação em relação à TV a cabo, no ano de 2002, era de 68,2. Em 2013, esse índice caiu para 51,6. Em relação à TV por assinatura via micro-ondas (MMDS), percebemos que o índice de satisfação, no ano de 2002, era de 72. Em 2013, esse índice caiu para 57,9. 6ª Certo. O índice de satisfação em relação à TV a cabo, no ano de 2002, era de 68,2. Em 2013, esse índice caiu para 51,6. Assim, houve uma queda de 16,6. Em relação à TV por assinatura via micro-ondas (MMDS), o índice de satisfação, no ano de 2002, era de 72. Em 2013, esse índice caiu para 57,9. Assim, houve uma queda de 14,1. Sendo assim, realmente, a maior queda observada no que se refere ao índice de satisfação comparativo nos anos de 2002 e 2012 diz respeito à satisfação do consumidor brasileiro com o serviço de TV a cabo. 257 7ª Errado. No último parágrafo, especificamente na expressão “refugindo às especulações metafísicas”, além da dualidade “plano da idealidade” X “terreno dos fatos”. O verbo “refugindo” significa “distanciando, recuando”, sentido contrário ao adjetivo “análoga” do pedido da questão, cuja afirmação está errada. Assim, percebemos que Montesquieu procurou o terreno dos fatos, diferente das especulações metafísicas, que serviram aos filósofos do pacto social no plano da idealidade. 8ª Errado. No primeiro período do texto, é afirmado que “Na organização do poder político no Estado moderno, à luz da tradição iluminista, o direito tem por função a preservação da liberdade humana, de maneira a coibir a desordem do estado de natureza, que, em virtude do risco da dominação dos mais fracos pelos mais fortes, exige a existência de um poder institucional.” Já a questão afirma que cabe ao Ministério Público a função da preservação da liberdade humana, de forma a proteger os mais fracos da dominação dos mais fortes. Assim, a questão quis induzir o candidato a pensar que esse “poder institucional” pudesse ser unicamente o “Ministério Público”, mas sabemos que não é só ele que age em função da liberdade humana. Assim, a afirmação está errada. 9ª Certo. A questão aborda diretamente a observação de Montesquieu: “todo homem que tem poder tende a abusar dele; ele vai até onde encontra limites. Para que não se possa abusar do poder, é preciso que, pela disposição das coisas, o poder limite o poder”. Assim, na visão dele, se não há limites, é natural o homem agir de forma abusiva. Questão correta. 10ª Errado. Podemos facilmente perceber o erro na afirmação da questão, pois “opinio delecti” é o aposto explicativo, o qual se refere ao convencimento do titular da ação penal. Isso é confirmado no último parágrafo, quando se afirma o seguinte: “...o convencimento do titular da ação penal, isto é, a opinio delicti” Já a questão afirma que “opinio delecti” é a denominação de uma fase do inquérito policial. Assim, a afirmação está errada. 11ª Certo. É preciso analisar algumas informações importantes no texto. Primeiro, foi afirmado que a “persecução penal se desenvolve em duas fases: uma fase administrativa, de inquérito policial, e uma fase jurisdicional, de ação penal.”. Em seguida, afirma-se que “o destinatário imediato do inquérito policial é o Ministério Público, nos casos de ação penal pública, e o ofendido, nos casos de ação penal privada.”. Isso é confirmado no último período do texto: “É com base nos elementos apurados no inquérito que o promotor de justiça, convencido da existência de justa causa para a ação penal, oferece a denúncia, encerrando a fase administrativa da persecução penal.”. Assim, ao término da primeira fase (“fase administrativa da persecução penal”), após o convencimento do promotor de justiça, entra-se imediatamente na próxima (“fase jurisdicional da persecução penal”). Por tudo isso, confirmamos que a afirmação está correta, pois realmente a fase jurisdicional da persecução penal tem início após o oferecimento da denúncia pelo promotor de justiça. 12ª Errado. Vejamos, o segundo parágrafo nos informa que a “justa causa...consiste na obrigatoriedade de que existam prova acerca da materialidade delitiva e, ao menos, 258 indícios de autoria, de modo a existir fundada suspeita acerca da prática de um fato de natureza penal.”. Assim, esses dois elementos grifados acima são paralelos e substanciais para confirmar a justa causa. Já a questão afirma que a prova acerca da materialidade delitiva indicaria a existência de indícios de autoria, relação esta que não se encontra no texto. 13ª Errado. Paradoxal se configura como duas características antagônicas, isto é, opostas entre si. O texto não marcou oposição, contraste entre iluminação pública e segurança urbana. Na realidade, a iluminação pública ajudou na segurança urbana. A interpretação não é literal, mas o trecho final do texto “especialistas consideram a iluminação como uma grande aliada das cidades na luta contra a violência urbana, já que é uma grande inibidora de atos de vandalismo, roubo e agressões” nos indica que não há relação paradoxal. 14ª Errado. Note que a questão recortou literalmente expressões dos primeiros períodos do texto, porém o advérbio “fora” é um vestígio que nos traz a informação de que as cidades não propiciaram fortalecimento dos laços de parentesco entre os indivíduos. Houve a afirmação, no segundo período do texto, de que houve novas formas de associação entre indivíduos, fora dos laços de parentesco e de servidão. Isso é confirmado nos períodos seguintes, em que se afirma que as novas liberdades promovidas pela conquista urbana dissolviam laços de domínio dos poderes familiares e feudais. O texto não fala em fortalecimento dos laços familiares, mas em relações fora dos laços familiares. 15ª Errado. O último período do texto localiza a afirmação da questão. Este último período realmente afirma que “as cidades teriam comprometido o estabelecimento de relações duradouras entre seus habitantes”. Porém, a questão afirma que o motivo é apenas a diferença de classes sociais, mas o texto não mostra essa simples diferença de classes sociais. A causa, segundo o texto, é a atração de “pessoas vindas de diferentes lugares, com diferentes culturas, religiões, compromissos políticos e identificações, que apenas se esbarrariam nos novos espaços”. 16ª Errado. No texto é afirmado que o termo comunicação carrega, no mundo moderno, as marcas de sua ambiguidade original, ou seja, o termo não adquire, no mundo moderno, interpretações distintas. 17ª Certo. A Metáfora é a figura de palavra em que um termo substitui outro em vista de uma relação de semelhança entre os elementos que esses termos designam. Essa semelhança é resultado da imaginação, da subjetividade de quem cria a metáfora. Ametáfora também pode ser entendida como uma comparação abreviada, em que o conectivo comparativo não está expresso, mas subentendido. A segunda parte do primeiro parágrafo abarca essa interpretação, pois o autor começa falando que o alemão entende literalmente amanhã como “morgen”, isto é, dia posterior ao de hoje. Já os brasileiros estendem este sentido a tantos outros, figurativos, com várias aplicações diferentes. Confirme isso: Por exemplo, um alemão que saiba português responderá sem hesitação que a palavra da língua portuguesa “amanhã” quer dizer “morgen”. Mas coitado do alemão que vá para o Brasil acreditando que, quando um brasileiro diz 259 “amanhã”, está realmente querendo dizer “morgen”. Raramente está. “Amanhã” é uma palavra riquíssima e tenho certeza de que, se o Grande Duden fosse brasileiro, pelo menos um volume teria de ser dedicado a ela e a outras que partilham da mesma condição. 18ª Errado. O autor faz uma brincadeira a respeito do uso da palavra “amanhã”. Ele não quis usar dados do sistema de saúde brasileiro. Apenas situou em sua brincadeira uma estatística inventada, numa suposta consulta a um médico brasileiro. Confirme: Não disponho de estatísticas confiáveis, mas tenho certeza de que nove em cada dez alemães que procuram ajuda médica no Brasil o fazem por causa de “amanhãs” casuais que os levam, no mínimo, a um colapso nervoso, para grande espanto de seus amigos brasileiros. 19ª Certo. O texto confirma cada expressão utilizada na afirmativa, pois realmente se pode entender do texto que o transporte por hidrovia ajuda a preservar o meio ambiente (conforme se vê no trecho “por uma questão ambiental”), dado o baixo consumo de combustível (conforme se vê no trecho “movimentação de cargas a grandes distâncias com baixo consumo de combustível”, e reduz a dependência do transporte rodoviário (como se vê no trecho “redução significativa da dependência do modal rodoviário até os portos do Sudeste... com a redução de trânsito pesado nas rodovias da região Centro- Sul”). 20ª Errado. A afirmativa está errada, pois a dragagem realizada na implantação do porto para garantir o acesso das embarcações não é definitiva, e há necessidade de ser refeita, conforme se observa no último período do texto: “Também é necessária sua realização periódica para o alcance das profundidades que atendam o calado das embarcações”. 21ª Certo. No texto o narrador conta como seus erros gramaticais e ortográficos incomodavam um certo amigo seu, que sempre o abordava de maneira crítica quando via, em suas obras, equívocos em relação à norma culta. A questão em si foca nos dois últimos períodos, nos quais o autor confessa que o que mais o entristecia nesse amigo é o fato de que ele nunca tenha emitido opinião a respeito do que ele escreve, se achava bonito ou feio, e conclui com uma metáfora justamente sobre a dicotomia forma e conteúdo. No último período, a forma pode ser comparada ao prato e o conteúdo à sopa. O amigo tomar a sopa e não dizer nada sobre ela significa o mesmo que ler a obra do autor e não emitir opinião a respeito e reclamar do prato rachado equivale a apontar os erros gramaticais e de escrita, ou seja, os erros da forma como o autor escreve. Sendo assim, a afirmativa presente no comando da questão está correta. 22ª Errado. A substituição do conector “assim” por “dessa forma” acarretaria prejuízos de sentido ao texto. "Assim como" é o um conector comparativo, ou seja, têm valor semântico de comparação e não possui valor conclusivo. As conjunções coordenativas conclusivas: têm valor semântico de conclusão: logo, portanto, por isso, por conseguinte, pois (depois do verbo), então, assim, destarte, etc. 260 Logo, a assertiva erra ao afirmar que a referida troca não acarretaria prejuízos de sentido ao texto. 23ª Letra C. Dentre as alternativas apresentadas pela banca, à frase que mostra valor descritivo é letra (C), o fragmento "grande caverna, cercada de vegetação" possui valor descritivo, pois qualifica a caverna. O texto descritivo é aquele que detalha de maneira pormenorizada os aspectos de um determinado lugar, acontecimento, pessoa, objeto ou animal. 24ª Letra A. O texto dissertativo argumentativo apresenta características como: a apresentação de um raciocínio, a defesa de um ponto de vista ou o questionamento de uma determinada realidade. O autor utiliza argumentos, fatos e dados que servirão para ajudar a justificar as ideias que ele irá desenvolver. Essa tipologia textual apresenta uma linguagem objetiva e sem presença de verbos flexionados na primeira pessoa. Assim sendo, a alternativa (A) é a que apresenta características deste tipo textual. 25ª Letra B. Analisando a charge, percebe-se que ela mostra vários lápis apontando para uma munição, fazendo referência ao fato de que a educação é uma arma contra a violência. Logo, a alternativa correta é a letra (B). 26ª Errado. O texto apresenta Matias como um falso entendido de economia e finanças e não como exímio conhecedor de economia e finanças como afirma a questão. 27ª Letra D. O trecho do texto que evidencia uma das ações do autor ao retornar à sala de aula é: “Então peguei o exemplar e o guardei na minha pasta”. (3º parágrafo), é possível identificar essa ação analisando o seguinte trecho: "Ia informar à diretora quando, passando pelas carteiras, vi o livro bem escondido sob uma pasta escolar (...) Então peguei o exemplar e o guardei na minha pasta. Caladão. Sem revelar a ninguém o acontecido”. Dessa forma, alternativa correta é a letra (D). 28ª Letra D. O texto apresenta, Plínio, como sendo “o primeiro da classe em aplicação e comportamento, o exemplo para todos nós. Inclusive o mais limpinho, o mais bem penteado, o mais tudo”. No terceiro parágrafo, ao se questionar se deveria “desmascarar um ídolo”, o autor evidência a sua incerteza em relação a que atitude tomar naquele momento, essa incerteza é evidenciada no seguinte trecho: “Confesso, hesitei. Desmascarar um ídolo? Então peguei o exemplar e o guardei na minha pasta. Caladão. Sem revelar a ninguém o acontecido”. 29ª Errado. Na verdade o próprio narrador pecava por negligência “falta de atenção; desleixo”, escrevendo lendo e aprendendo com menos cuidado do que lhe era exigido. Logo, a questão está incorreta em sua afirmação. 261 30ª Certo. A conjunção “embora”, apresentada no trecho, cria uma ideia de concessão, as conjunções concessivas são caracterizadas por uma oposição de ideias, introduzem uma oração que expressa ideia contrária à da principal. No trecho “Embora criança, mas com ardente fervor” há uma evidente quebra de expectativa, ou seja, não é comum uma criança rezar com ardente fervor. Assim sendo, a questão está correta. 31ª Errado. A assertiva está incorreta, visto que, o texto não afirma que os materiais não se decompõem na natureza. No texto, é mencionado apenas que os materiais são “matérias-primas que demoram bastante para se decompor na natureza”. 32ª Letra B. Observe que o texto enaltece sobre a importância da educação financeira, veja alguns trechos: 1º parágrafo “Para tirar melhor proveito do seu dinheiro, é muito importante saber como utilizá-lo da forma mais favorável a você. O aprendizado e a aplicação de conhecimentos práticos de educação financeira podem contribuir para melhorar a gestão de nossas finanças pessoais, tornando nossas vidas mais tranquilas e equilibradas sob o ponto de vista financeiro". 4º parágrafo “A educação financeira pode trazer diversos benefícios, entre os quais, possibilitar o equilíbrio das finanças pessoais, preparar para o enfrentamento de imprevistos financeiros e para a aposentadoria, qualificar para o bom uso do sistema financeiro, reduzir a possibilidade de o indivíduo cair em fraudes, preparar o caminho para a realização de sonhos, enfim, tornar a vida melhor”. Logo, a partir dessas informações, fica claro que o objetivo primordial do texto é sensibilizar sobre a importância daeducação financeira. 33ª Errado. “OS” trata-se de um artigo definido. Os artigos definidos (o, a, os, as) definem ou individualizam, de forma precisa, os substantivos, seja uma pessoa, objeto ou lugar. Sem o artigo definido no trecho perde-se essa especificação, logo a sua supressão altera o sentido inicial. 34ª Errado. O verbo “concatenar” não mantém o sentido original do trecho; e o paralelismo não é mantido em “a organização” e “estabilização” – falta o artigo definido antes deste último termo. 35ª Certo. Na medida em que é uma locução conjuntiva "causal"; (haverá noções de causa/consequência ou efeito). À medida que é uma locução conjuntiva "proporcional", expressa ideia de proporção. Trocar uma pela outra fará o “sentido mudar”, mas a correção gramatical se mantém. 36ª Certo. O vocábulo “irrupção” tem como significado “entrada súbita, repentina”. 37ª Certo. Usa-se o termo “domada”, tipicamente associado a controle de animais ferozes, para caracterizar a agressividade humana. Usa-se também o termo “civilizada”, dando-se a entender que a sociedade ainda estava num estágio primitivo. 262 38ª Errado. Não há no texto menção a uma violência física classificada como insustentável. Essa violência, no passado, era até aceita, tolerada, tida como necessária algumas vezes. E não foi essa insustentabilidade que motivou o monopólio da violência por parte do Estado. O que o texto se limita a dizer é que a estabilização do Estado moderno, que passou a assumir o monopólio da violência, levou a uma pacificação das relações. 39ª Certo. Entende-se no segundo parágrafo do texto que a violência na era medieval era comum e socialmente aceita. "O autor estabelece um contraste entre a violência “franca e desinibida” do período medieval, que não excluía ninguém da vida social e era socialmente permitida e até certo ponto necessária". 40ª Errado. Embora a região central do Brasil apresente boas médias anuais de precipitação pluviométrica, sua distribuição anual (concentrada no verão, sujeita a veranicos e escassa ou completamente ausente no inverno) permite, apenas, a prática de culturas anuais (arroz, milho, soja etc.), as quais podem se desenvolver no período chuvoso e encontrar no solo um suprimento adequado de água. 41ª Certo. No primeiro parágrafo já é possível identificar a resposta: “A história da irrigação se confunde, na maioria das vezes, com a história da agricultura e da prosperidade econômica de inúmeros povos”. 42ª Errado. O pronome "ela" retoma irrigação. "Aliada a ela (a irrigação), uma série de práticas agronômicas deve ser devidamente considerada. 43ª Letra D. Indicam que os números de indivíduos acometidos tiveram até uma ligeira subida no início da crise, mas depois eles [os números de indivíduos acometidos] se mantiveram estáveis dali em diante. 44ª Letra B. A informação está explícita no texto: “mulheres e profissionais de saúde foram os mais atingidos pela pandemia, em decorrência do excesso de trabalho”. 45ª Letra C. A informação está explícita no texto: “especialistas em saúde mental passaram a usar o termo “quarta onda” para se referir à avalanche de novos casos de depressão, ansiedade e outros transtornos psiquiátricos que viriam pela frente”. 46ª Letra A. Segundo o artigo, o maior nível educacional das mulheres e o maior acesso aos métodos contraceptivos acelerarão a redução das taxas de fecundidade, gerando um crescimento demográfico global mais lento. Se este cenário acontecer de fato, será um motivo de comemoração, pois a redução do ritmo de crescimento demográfico não aconteceria pelo lado da mortalidade, mas sim pelo lado da natalidade e, principalmente, em decorrência do empoderamento das mulheres, da universalização dos direitos sexuais e reprodutivos e do aumento do bem-estar geral dos cidadãos e das cidadãs da comunidade internacional. 263 47ª Letra A. Texto Narrativo: a marca fundamental do texto narrativo é a existência de um enredo, no qual são desenvolvidas as ações das personagens, marcadas pelo tempo e pelo espaço. Tais aspectos são identificados no texto apresentado pela banca. 48ª Letra E. No segundo parágrafo do texto é possível concluir que a alternativa correta é a letra E: E isso não surpreende — éramos filhos da Vitória. Filhos dos vencedores. 49ª Letra D. "Não sabíamos como era o mundo sem guerra, o mundo da guerra era o único que conhecíamos, e as pessoas da guerra eram as únicas que conhecíamos. Até agora não conheço outro mundo, outras pessoas. Por acaso existiram em algum momento?". 50ª Letra A. A resposta é encontrada logo no início do texto: "O termo “dado de pesquisa” tem uma amplitude de significados que vão se transformando de acordo com domínios científicos específicos, objetos de pesquisas, metodologias de geração e coleta de dados e muitas outras variáveis". 51ª Letra A. Empatia é a capacidade de você sentir o que uma outra pessoa sente caso estivesse na mesma situação vivenciada por ela, ou seja: procurar experimentar de forma objetiva e racional o que sente o outro a fim de tentar compreender sentimentos e emoções. Desse modo a alternativa correta é a letra A. 52ª Letra B. Somente a partir da segunda metade do século XVIII é que a língua portuguesa foi predominando sobre a ‘língua geral’ de base indígena e dos falares africanos "a língua portuguesa foi predominando sobre a “língua geral” de base indígena e dos falares africanos, a partir da segunda metade do século XVIII". 53ª Errado. A forma verbal “gostaria” está no pretérito imperfeito do INDICATIVO - modo indicativo indica: certeza/fato real. 54ª Errado. Até mesmo é sinônimo de: ainda, também, inclusive / Sobretudo é sinônimo de: especialmente, principalmente. 55ª Errado. Oferecia promessas de honra e reconhecimento para aqueles quem que encontrassem tais riquezas. Na reescrita sugerida pela banca Cebraspe a frase ficaria com 2 sujeitos: quem e que. Em virtude disso a questão está errada. 56ª Errado. Na locução verbal quem é flexionado é o verbo auxiliar, o verbo principal não se flexiona. 57ª Errado. ''O que” constituiria um aposto, o qual deveria ser antecedido de vírgula, e não de ponto final, como sugerido na questão. 58ª Certo. Houve apenas uma alteração de voz passiva sintética para voz passiva analítica, desse modo não há problemas com a correção gramatical. 264 59ª Certo. A forma “ligar” está no infinitivo impessoal antecedido de preposição. Já “magoar” e “arrancar” são verbos principais das locuções “viesse a magoá-la” e “(viesse a) arrancar-lhe”. 60ª Errado. Tampouco: advérbio de negação, Tão pouco: advérbio de intensidade. 61ª Certo. O verbo fazer está concordando com o referente do pronome relativo que é o substantivo wetware. 62ª Certo. O ''por que'' Separado e sem acento equivale ao ''por qual motivo''. 63ª Certo. SEJA: Subjuntivo, É: Indicativo. Portanto o sentido muda, mas a correção e a coerência permanecem. 64ª Errado. “que se interessa por coisas de que não precisa, coisas das quais não entende”. A substituição iria acarretar erro de regência verbal, o correto é de que, pois quem não entende, não entende DE, devendo a preposição ficar antes do pronome relativo que. 65ª Errado. A forma verbal sugerida apresenta flexão de singular (mantém-se) em vez de plural (mantêm-se), o que implica erro de concordância verbal no período; logo, a correção gramatical ficaria prejudicada com a substituição. 66ª Certo. O “histórico” a que o texto faz referência é de algo marcante, algo extraordinário, algo que aconteceu “um marco histórico” e, que teve como ênfase bons resultados, bons faturamentos, bons rendimentos, melhoria na vida dos trabalhadores. 67ª Letra D. Isto - Pronome demonstrativo, em um texto indica algo que será mencionado. Mas - Conjunção coordenada adversativa. Alpercatas - Substantivo. Muito – Advérbio, modifica o adjetivo "medidos". Corra - Verbo da 3° pessoa do presente do subjuntivo. Mimosa – Adjetivo, dando umaqualidade a palavra "gente". 68ª Errado. A crase é obrigatória devido à fusão da preposição “a” *requerida pelo “devido”+ + “as” *artigo plural que determina “dificuldades”+. 69ª Errado. A crase é obrigatória antes de termos relacionados à hora. EX.: cheguei às 9h. Mas é preciso ficar atento, se nas expressões que indicam hora já vier precedida de preposição, o acento grave é proibido Ex.: Cheguei ENTRE as 9h e 11h. 70ª Letra B. A expressão "em relação" sempre vem acompanhada da preposição "a". O artigo "a" pode acompanhar tanto "honestidade" e "vontade". Logo, a junção da preposição "a" mais artigo "a" = à (crase). 71ª Letra E. Na letra em questão, cabe o uso da crase porque o substantivo vem seguido de uma palavra feminina. 265 72ª Errado. O verbo sair pede a preposição a (Quem sai, sai a algum lugar), e o termo ''lojas'' deve ser antecedido de artigo flexionado. Contração de a+a = Crase no à. 73ª Errado. O acento grave não deve ser suprimido em caso de substituição do termo “cabeça” por “mente”, pois a palavra mente também é um substantivo feminino. Na frase apresentada pela banca, ocorre crase pelo fato do verbo vir exigir a preposição “a” e a palavra cabeça ou “mente” aceitar o artigo definido “a”. 74ª Certo. De fato, seria gramaticalmente incorreto empregar o sinal indicativo de crase em “a vapor”, visto que, “vapor” é uma palavra masculina e nunca deve existir crase antes de palavras masculinas. 75ª Certo. Em “item à item” o uso da crase é proibido, pois não se utiliza a crase entre palavras repetidas, mesmo que sejam femininas. Porém, é importante lembrar que quando temos palavras repetidas, mas independentes sintaticamente, é necessário o uso da crase; por exemplo: “é necessário dar vida à vida”, nesse exemplo “vida” é objeto direto e “à vida” é objeto indireto do verbo “dar”, logo, nessa situação a crase deve ser utilizada. 76ª Letra D. Não há crase antes de pronomes indefinidos como: algum, muitos, pouco, pouca, nenhum, etc. 77ª Letra D. Ocorre crase em “à disposição de” por haver uma locução prepositiva feminina, assim como ocorre na alternativa (d) “à procura de”. Locuções prepositivas femininas iniciadas por “a” têm crase obrigatória. 78ª Letra D. A utilização do acento grave no demonstrativo “aquelas" representa uma junção da preposição “A” com a primeira vogal do pronome demonstrativo “aquelas". 79ª Errado. Os vocábulos “garantir” e “assegurar” são verbos transitivos diretos, ou seja, não “pedem preposição”, quem garante sempre GARANTE ALGUMA SOISA, quem assegura sempre ASSEGURA ALGUMA COISA. Dessa forma, não há crase antes da palavra “cidadania”. 80ª Errado. O vocábulo “aos” não poderia ser substituído pelo elemento à por dois motivos, “esforços” é uma palavra masculina e está flexionada no plural. Logo, a sua substituição acarretaria incorreção gramatical. 81ª Certo. Em ambos os casos há locução adverbial de tempo e por esse motivo a crase é obrigatória. 82ª Letra C. Quem permite sempre PERMITE ALGUMA COISA A ALGUÉM, o “a” consiste na preposição exigida pelo verbo permitir, e o artigo “as” acompanha o substantivo pessoas. Logo, da união entre a preposição “a” e o artigo “as” temos o “às” com acento grave indicativo de crase. 83ª Letra D. 266 a) Não há crase diante de artigos indefinidos; b) Não ocorre crase diante de verbo; c) Não há crase antes de palavra no plural; d) Ocorre crase devido à fusão de duas vogais semelhantes. O adjetivo “insensível" é regido pela preposição “a", e o substantivo “ousadia" é determinado pelo artigo definido “a"; e) Não se utiliza crase diante de nomes masculinos. 84ª Errado. A afirmação apresentada na assertiva está incorreta, pois a palavra “praticas” está no plural e o “à” no singular, nesse caso não ocorre uso de acento grave indicativo de crase. Lembre-se, “a” no singular + palavra no plural, crase passa mal. 85ª Errado. A substituição sugerida na assertiva acarretaria incorreção gramatical, visto que, a palavra “pedidos” está flexionada no plural e também trata-se de uma palavra masculina. Lembre-se, a crase só ocorre em expressões com palavras femininas, nunca em expressões com palavras masculinas. Ademais, a crase existe quando há uma fusão entre a preposição "a" e o artigo definido feminino "a". Logo, se a palavra seguinte à preposição "a" for feminina, mas plural, o acento grave indicativo da crase é dispensado. 86ª Letra B. O verbo chegar “pede” a preposição (a), pois quem chega sempre CHEGA “A” ALGUM LUGAR. Ademais, como a palavra feminina “farmácia” está associada a “chegará” o uso do sinal indicativo de crase está correto e é obrigatório. 87ª Letra C. Haverá crase em frases que fazem referência à quantidade, por exemplo: ''a maior'', ''a menor''. Por esse motivo, a letra (c) é a alternativa correta. As demais alternativas possuem as seguintes incorreções: a) ... ela confere liberdade à diferentes tipos de pessoas. Não se usa crase antes de palavras no plural masculina; b) ... ela confere liberdade à uma infinidade de pessoas. Não se usa crase antes de artigo indefinido; d) ... ela confere liberdade à toda sorte de pessoas. Antes de pronomes indefinidos (todo, algum, muitos, pouco, pouca, nenhum, etc.) não há crase; e) ... ela confere liberdade à algumas pessoas. Antes de pronomes indefinidos (todo, algum, muitos, pouco, pouca, nenhum, etc.) não há crase. 88ª Letra B. 267 a) Diante de pronomes relativos ocorrerá crase apenas quando for utilizado o pronome “a qual” - “as quais” e o verbo exigir a preposição “a” em sua regência; b) O vocábulo “dano" exige as preposições “a” ou “para”, e o substantivo “qualidade" é determinado pelo artigo definido “a”. Logo, ocorre crase devido à fusão de duas vogais idênticas; c) Não se usa acento indicativo de crase diante de palavras masculinas. Ademais, quando o “a” estiver no singular e a palavra seguinte no plural, não ocorrerá crase; d) Quando o “a” estiver no singular e a palavra seguinte no plural, não ocorrerá crase; e) Quando o “a” estiver no singular e a palavra seguinte no plural, não ocorrerá crase. 89ª Letra C. 1ª lacuna – “a”, quando o “a” estiver no singular e a palavra seguinte no plural, não ocorrerá a crase. 2ª lacuna – “a”, a crase não deve ser empregada junto a numerais, pois via de regra, não existe artigo antes de numerais, exceto em casos especiais. 3ª lacuna – “à”, na última lacuna temos a preposição exigida pelo verbo aplicar + o “as”, artigo definido que antecede a palavra crianças. Logo, temos: (preposição “a”) + (artigo definido “as”) = às. 90ª Certo. No trecho “a sua volta" (l.12), temos a preposição “a" + o pronome possessivo “sua" + o substantivo explícito “volta". Como o substantivo feminino está explícito, é facultativo o uso do acento grave indicativo de crase. 91ª Letra E: (à - a – a) 1ª lacuna: Recorreu “à” irmã. - A crase é usada antes de palavras femininas, quando marca a contração de preposição “a” com artigo definido “a”; 2ª lacuna: “a” ela se apegou. - Não há crase antes de pronomes pessoais do caso reto, já que não são antecedidos de artigos. Nessas situações haverá apenas a preposição “a”. 3ª lacuna: “a” uma tábua de salvação. - Não ocorre crase antes de artigos indefinidos, uma vez que a palavra seguinte à preposição, mesmo que feminina, já está acompanhada de um determinante. 92ª Letra D. Na alternativa “d” não existe contração de a + a, pois há apenas a preposição, sem ocorrência de artigo. 93ª Letra B. a) O autor se comparou à alguém que tem boa memória. Não ocorre crase porque antes do pronome indefinido “alguém” não se usa artigo, apenas preposição; b) Ele se referiu às pessoas de boa memória. Ocorre crase porque a oração apresenta preposição e artigo “referir a + as pessoas”; 268 c) As pessoas aludem à uma causa específica. Não ocorre crase antes de artigos indefinidos; d) Ele passou a ser entendido à partir de suas reflexões sobre a memória. Nunca há crase antes de verbos. Como “partir” é um verbo,não ocorre crase em “a partir de”; e) Os livros foram entregues à ele. Antes de pronomes pessoais do caso reto, não ocorre crase. 94ª Letra D. a) Indivíduos. Não ocorre crase, pois a palavra "indivíduos" é masculina. A crase deve ser empregada apenas diante de palavras femininas; b) Seres. Não ocorre crase, pois a palavra "seres" é masculina. A crase deve ser empregada apenas diante de palavras femininas; c) Indivíduo. Não ocorre crase, pois a palavra "Indivíduo" é masculina. A crase deve ser empregada apenas diante de palavras femininas; d) Criaturas. Ocorre crase, pois "criaturas" é feminina e, dessa forma, haverá a fusão da preposição "a", de "acontece", com o artigo feminino plural "as", de criaturas; e) Sujeitos. Não ocorre crase, pois a palavra "Sujeitos" é masculina. A crase deve ser empregada apenas diante de palavras femininas. 95ª Letra B. A crase não deve ser empregada junto aos pronomes relativos QUE, QUEM e CUJO (A). A crase ocorrerá apenas quando for utilizado o pronome “a qual” / “as quais” e o verbo exigir a preposição “a” em sua regência. Em “a quem” não é possível fazer a contração de a + a pelo fato de a frase conter apenas preposição, ou seja, apenas um “a”. 96ª Letra B. A crase não deve ser empregada junto a pronomes indefinidos, pois, não se verifica a contração a + a. Os pronomes indefinidos funcionam como determinantes, ou seja, apresentam, mesmo que indeterminadamente, um nome. Logo, eles não admitem um artigo antecedendo a palavra a qual acompanham. 97ª Letra C. O uso da crase é facultativo antes dos pronomes possessivos femininos: minha(s), tua(s), sua(s), nossa(s), vossa(s). Logo, a letra (c) é a alternativa cujo uso do acento grave indicativo de crase é facultativo. 98ª Errado. Quanto ao uso do acento indicativo de crase, a frase apresentada pela banca está incorreta, pois o acento grave indicativo de crase não deve ser empregado junto a verbos. A crase ocorre quando há uma fusão (ou contração) entre a preposição "a" e o 269 artigo definido feminino "a". Logo, se a palavra seguinte à preposição "a" for um verbo, o acento grave indicativo da crase não é admitido. 99ª Errado. Não ocorre crase antes de pronome pessoal do caso reto. O “a” que antecede o pronome “ela” é apenas preposição; logo, não ocorre crase por não haver a fusão de duas vogais idênticas. 100ª Letra E. Sempre que as expressões forem formadas por palavras repetidas, mesmo que sejam palavras femininas, o uso da crase não é permitido. 101ª Letra E. Antes de pronomes pessoais do caso reto, não ocorre crase, pois, não há contração de preposição a + artigo a. 102ª Certo. Caso fosse inserido o sinal indicativo de crase no trecho “em meio a uma crise” a correção gramatical do texto seria prejudicada, pois não há crase diante de pronome indefinido. 103ª Certo. O uso do acento grave indicativo de crase é facultativo antes dos pronomes possessivos femininos: minha(s), tua(s), sua(s), nossa(s), vossa(s). 104ª Certo. Não há crase nessa expressão porque granel é um substantivo masculino, e como já sabemos, não há crase diante de palavra masculina. 105ª Certo. O uso do acento grave indicativo de crase é facultativo antes dos pronomes possessivos femininos: minha(s), tua(s), sua(s), nossa(s), vossa(s). 106ª Errado. Não há crase diante dos pronomes demonstrativos: isso, esse, este, esta, essa, exceto: aquela(s), aquele(s) e aquilo. Ou seja, sempre que houver a preposição “a” junto aos pronomes demonstrativos aquele(s), aquela(s) e aquilo, haverá crase; por exemplo: O trabalho é um desafio àqueles alunos preguiçosos - um desafio “a” + “aqueles” = àqueles. 107ª Errado. A correção gramatical do texto não seria mantida caso se inserisse o acento indicativo de crase no vocábulo “a” presente no trecho “daqui a alguns anos”, pois a frase contém preposição, mas não contém artigo. Por esse motivo, o “a” não é craseado. 108ª Errado. O acento grave indicativo de crase não deve ser empregado junto a verbos. Logo, como a palavra seguinte à preposição "a" é um verbo, o acento grave indicativo da crase não é admitido. 109ª Errado. Nas orações em que aparece um termo regido pela preposição "a" acompanhados dos pronomes relativos: “que”, “quem” ou “cujo”, não há a contração “fusão” da preposição e o artigo, portanto o acento grave indicativo da crase não é admitido. 110ª Certo. De fato, a inserção do sinal indicativo de crase em “a interpretações” ocasionaria erro gramatical, pois a crase não deve ser empregada junto a palavras no 270 plural. O fenômeno da crase ocorre quando há uma contração, entre a preposição "a" e o artigo definido feminino "a". Logo, se a palavra seguinte à preposição "a" for feminina, mas plural, o acento grave indicativo de crase é vedado. 111ª Errado. O uso do acento grave em “à mistura racial” não é facultativo, pois o que é vinculado “é vinculado a alguma coisa”, ou seja, a palavra vinculado exige a preposição “a”, e como a palavra mistura está acompanhada do artigo “a” o uso do acento grave indicativo de crase é obrigatório devido a contração da preposição “a” + artigo “a”. 112ª Errado. O acento grave indicativo de crase não deve ser empregado junto a numerais cardinais ou ordinais. Ou seja, nas orações em que aparece um termo regido pela preposição "a" acompanhado de numerais, o acento grave indicativo da crase é vedado. 113ª Errado. A correção gramatical do texto não seria mantida se fosse inserido o acento indicativo de crase no vocábulo “a”, pois o acento não deve ser empregado junto a verbos. Logo, como a palavra seguinte à preposição "a" trata-se de um verbo, o acento grave indicativo de crase não é admitido. 114ª Errado. O emprego do sinal indicativo de crase em “à máquina” é obrigatório, pois quem apresenta “apresenta alguma coisa a alguém”. Logo, temos “a” (preposição) + “a” (artigo) = À. 115ª Certo. De fato, a supressão do sinal indicativo de crase em “à sua maneira” manteria a correção gramatical, pois o uso do acento grave indicativo de crase é facultativo antes dos pronomes possessivos femininos: minha(s), tua(s), sua(s), nossa(s), vossa(s). 116ª Errado. A assertiva está incorreta, pois, o emprego do sinal indicativo de crase em “a uma paleta” não manteria a correção gramatical do texto. Como já vimos, não ocorre crase antes de artigos indefinidos. 117ª Errado. A correção gramatical do texto não seria mantida caso se empregasse o acento indicativo de crase no vocábulo “a” em “a esse estado de coisas”, pois não há crase diante dos pronomes demonstrativos: isso, esse, este, esta, essa, etc. 118ª Errado. Não há crase entre palavras repetidas, mesmo que sejam femininas, exceto, quando temos palavras repetidas, independentes sintaticamente; por exemplo: “é necessário dar vida à vida”, nesse exemplo “vida” é objeto direto e “à vida” é objeto indireto do verbo “dar”, logo, nessa situação a crase deve ser utilizada. 119ª Errado. O fenômeno da crase ocorre quando há uma contração, entre a preposição "a" e o artigo definido feminino "a". Logo, se a palavra seguinte à preposição "a" for feminina, mas plural, o acento grave indicativo de crase é vedado. 120ª Certo. O vocábulo “nocivos” pede a preposição “a”, e a contração da preposição “a” + o artigo “as” é igual a “às”, com acento grave. Logo, a supressão do sinal indicativo de 271 crase em “às crianças”, de fato, comprometeria a correção gramatical, pois nessa situação, o uso do acento grave indicativo de crase é obrigatório. 121ª Errado. A crase no singular não deve ser empregada junto a palavras no plural. 122ª Errado. O acento grave indicativo de crase é facultativo em três situações: depois da preposição “até”, antes dos nomes próprios femininos e antes dos pronomes possessivos femininos. O trecho apresentado na assertiva não se encaixa em nenhuma das três situações de uso facultativo do acento grave. 123ª Errado. O acento grave indicativo de crase é facultativo em três situações: depois da preposição“até”, antes dos nomes próprios femininos e antes dos pronomes possessivos femininos. O trecho apresentado na assertiva não se encaixa em nenhuma das três situações de uso facultativo do acento grave. 124ª Certo. Como já foi falado em questões anteriores, a crase no singular não deve ser empregada junto a palavras no plural. Por essa razão, a correção gramatical do texto seria prejudicada caso se empregasse o sinal grave indicativo de crase no “a” em “fuja a determinações”. 125ª Errado. A correção gramatical do trecho não seria mantida, pois a palavra “cabo” é masculina, e por esse motivo não pode haver acento indicativo de crase. 126ª Errado. A palavra “somadas” rege a reposição “a” e “compilação” está precedido do artigo definido “a”. Logo, deve haver o sinal indicativo de crase e sua supressão acarretaria sim erro gramatical. 127ª Certo. No trecho “Em meio a esse cenário", a inserção de sinal indicativo de crase no “a" acarretaria prejuízo à correção gramatical, isso porque não há crase antes de pronomes demonstrativos. 128ª Errado. Estaria incorreto o emprego do sinal indicativo de crase em “quanto a” (l.32), pois a palavra seguinte “corrigir” é um verbo e como já sabemos não há crase diante de verbos. 129ª Certo. Diante de pronome possessivo feminino singular a crase é facultativa. 130ª Certo. De fato, o vocábulo “desrespeito” rege a preposição “a” e o substantivo plural e feminino “manifestações” é precedido do artigo “as”. Logo, há crase. 131ª Errado. O uso do acento grave deve-se ao fato de o verbo "referir-se" exigir complemento antecedido pela preposição “a” e o substantivo "liberdade" estar precedido do artigo “a”. Assim, a afirmativa está errada. 132ª Certo. De fato, o emprego de acento indicativo de crase na expressão “A ele" (l.12) prejudicaria a correção gramatical do texto, pois não há crase diante de pronomes pessoais do caso reto. 272 133ª Errado. No trecho em destaque, como o vocábulo “paratifo” está antecedido apenas por preposição, “tuberculose” só pode receber preposição, esse é um caso de paralelismo sintático. Ademais, o acento grave indicativo de crase é facultativo em três situações: depois da preposição “até”, antes dos nomes próprios femininos e antes dos pronomes possessivos femininos no singular. 134ª Errado. A afirmação apresentada na assertiva está incorreta, pois é o vocábulo “prévio” que rege a preposição “a”, e não o vocábulo “impedimento”. 135ª Errado. No trecho destacado, o vocábulo “equivalentes” exigiu a preposição “a”, e “racionalidade” está precedido do artigo definido singular “a”. Com a alteração para o plural “racionalidades”, o artigo “a” também deveria se flexionar no plural, com a finalidade de preservar o acento grave “equivalentes às racionalidades”. Se o artigo não se flexionar não pode haver crase, pois o vocábulo “a” seria apenas a preposição. 136ª Certo. De fato, é o vocábulo “contribuição” que exigiu a preposição “a”; e “concisão” está precedida do artigo feminino singular “a”, o qual determina este substantivo. 137ª Certo. A palavra “acesso” exigiu a preposição “a”, e o substantivo “informação” está precedido do artigo “a”, por esse motivo houve crase. 138ª Certo. Como o substantivo “acesso” exige preposição “a” e “benesses” exige um artigo no feminino, que nesse caso é o “as”, há a necessidade de acento indicativo de crase no termo substituto, “sem acesso às benesses das leis trabalhistas”. Ou seja, a substituição manteria a correção gramatical do período. 139ª Certo. A afirmação apresentada na assertiva está correta, o substantivo “acessos” rege a preposição “a” e seu complemento nominal “às páginas” é precedido de artigo “as”: a + as = às. 140ª Errado. A expressão "a todas" não exige acento grave indicativo de crase, pois "todas" não pede o artigo definido "a", cabendo, nesse caso, apenas a preposição "a". 141ª Errado. A inserção do sinal indicativo de crase não manteria a correção gramatical, pois não há crase diante de artigos indefinidos (um, uma, uns, umas). 142ª Errado. O termo “anteriormente” pede a preposição “a” e juntamente com o artigo determinante de “primeira Constituição pátria” temos a crase, que nesse caso é obrigatória. Lembre-se, o acento grave indicativo de crase é facultativo em três situações: depois da preposição “até”, antes dos nomes próprios femininos e antes dos pronomes possessivos femininos no singular. 143ª Certo. De fato, a correção gramatical do texto seria prejudicada, pois quando o “a” estiver no singular e a palavra seguinte no plural, não ocorrerá crase. 273 144ª Certo. A correção gramatical do texto seria prejudicada, visto que, o acento grave indicativo de crase não deve ser utilizado junto a verbos. 145ª Errado. Caso o vocábulo “criança" fosse empregado no plural, o acento indicativo de crase só deveria ser mantido se o “à” também fosse empregado no plural, pois quando o “a” estiver no singular e a palavra seguinte no plural, não haverá crase. 146ª Certo. Questão bem simples. Na frase “Candidatou-se à Academia Brasileira de Letras” temos a contração da preposição “a” exigida pelo termo “Candidatou-se” com o artigo feminino singular “a”. Logo, temos crase, e seu uso é sim obrigatório. 147ª Errado. O emprego de sinal indicativo de crase em “a cada” (l. 4 e 5) estaria incorreto, pois o vocábulo "cada" trata-se de um pronome indefinido e diante de pronomes indefinidos não há crase. 148ª Errado. Quando o “a” estiver no singular e a palavra seguinte no plural, não haverá crase. 149ª Errado. Na verdade o emprego do sinal indicativo de crase em “A partir do século XVII” é proibido, pois o vocábulo “partir” é verbo e não há crase diante de verbo. 150ª Errado. O uso do sinal indicativo de crase diante de pronomes possessivos femininos no singular é facultativo. 151ª Certo. Sem dúvidas haveria prejuízo para a correção gramatical do texto, visto que, a preposição "a" antecede a palavra “projetos” que é masculina e está no plural. 152ª Errado. Caso fosse empregado o acento indicativo de crase no “a”, em “cunhagem a martelo” não seria mantida a correção gramatical do texto, pois não há crase antes de palavras masculinas. 153ª Errado. Antes de pronomes indefinidos (algum, qualquer, muitos, pouco, pouca, nenhum, etc.) não há crase. 154ª Errado. Os verbos “vai” e “voa” pediram a preposição “a” e os substantivos “labuta” e “alturas” estão antecedidos dos artigos “a” e “as”, respectivamente. Logo, o uso do acento indicativo de crase não é facultativo, e sim obrigatório. Lembre-se, o acento grave indicativo de crase é facultativo em três situações: depois da preposição “até”, antes dos nomes próprios femininos e antes dos pronomes possessivos femininos no singular. 155ª Errado. O uso do acento grave indicativo de crase ocorre pelo fato do verbo “dar” ser transitivo direto e indireto; dessa forma, o objeto direto é “sentido” e “à vida” é o objeto indireto. Logo, a crase não é exigida pela presença do substantivo "sentido", e sim por ser objeto indireto do verbo “dar”. 156ª Errado. Quando o “a” estiver no singular e a palavra seguinte no plural, não haverá crase, é justamente isso que ocorre no trecho: “eleição dos deputados a todas as 274 cortes de Lisboa”, o pronome “todas” não admite antecipação de artigo, por isso não pode haver crase. 157ª Certo. Os vocábulos “proporcional”, “favorável”, “graças” e “ofensivo” exigiram preposição “a” e o substantivo “população”, nas três situações, admitiu o artigo “a”. Logo, as crases, de fato, ocorreram pelo mesmo motivo. 158ª Certo. Embora o adjetivo Proeminente seja usado com um sentido mais físico: nariz proeminente, bochechas proeminentes e barriga proeminente; e o adjetivo Preeminente seja usado com um sentido mais intelectual ou moral: escritora preeminente, cientista preeminente, jornalista preeminente; as duas palavras são sinônimas quando se referem a algo ou alguém que se destaca pelas suas qualidades,sendo superior, notável e digno de mérito. 159ª Errado. As palavras em destaque não denotam o mesmo sentido. Estrato se refere a uma faixa, uma camada: camada da pele, camada de um terreno sedimentar, camada social, camada populacional. Extrato coisa que se extraiu de outra; pagamento, resumo, cópia; perfume. 160ª Errado. A questão deu o conceito correto sobre palavras homógrafas, entretanto as palavras sessão e cessão são homônimas homófonas e não homógrafas como afirma a questão. Homógrafas: são palavras iguais na grafia e diferentes na pronúncia, por exemplo: colher (verbo) e colher (substantivo); jogo (substantivo) e jogo (verbo); denúncia (substantivo) e denuncia (verbo). Homófonas: são palavras iguais na pronúncia e diferentes na grafia, por exemplo: concertar (harmonizar) e consertar (reparar); censo (recenseamento) e senso (juízo); acender (atear) e ascender (subir). Homônimas perfeitas: são palavras iguais na grafia e iguais na pronúncia, por exemplo: caminho (substantivo) e caminho (verbo); cedo (verbo) e cedo (advérbio de tempo); livre (adjetivo) e livre (verbo). 161ª Errado. Discussão é o ato de discutir, debater e provocar uma controvérsia. A forma discução está errada e não existe na língua portuguesa, logo não poderia substituir a palavra “discussão” na linha 25. 162ª Letra D. 1ª “A seção na câmara foi bastante atribulada” - seção = está relacionada com o ato de dividir, separar, repartir, etc. Ou seja, a palavra foi empregada incorretamente. 2ª “Joana trabalha na cessão de materiais esportivos de uma grande empresa” – cessão = é a ação ou efeito de ceder, doar, etc. Na frase a palavra cessão foi empregada incorretamente. 3ª “Os familiares decidiram fazer a cessão dos bens imóveis a uma instituição beneficente” – cessão = é a ação ou efeito de ceder, doar, etc. Na frase a palavra cessão foi utilizada corretamente. “E - E – C”. 163ª Letra C. I – “Deferir” e “diferir” são palavras com pronúncia e grafia semelhantes e significados diferentes. 275 Deferir e diferir são palavras parônimas, ou seja, possuem pronúncia e grafia semelhantes e significados diferentes. II – “Seção”, “sessão” e “cessão” são palavras pronunciadas da mesma forma, mas com significados diferentes. As palavras seção, sessão e cessão são consideradas homônimas homófonas, ou seja, apresentam a mesma fonética, mas com escritas e significados diferentes. III - Colher (verbo) e colher (substantivo) são palavras idênticas na escrita, mas diferentes na pronúncia e no significado. Colher (verbo) e colher (substantivo) são palavras homônimas homógrafas. As palavras homógrafas são aquelas escritas de forma igual, mas com significados e pronúncias diferentes. 164ª Letra D. A) Cavaleiro - se refere a um homem que anda a cavalo / Cavalheiro - significa “homem de boas ações”; B) Vestiário - significa o local onde as pessoas trocam de roupa ou o local usado para guardar acessórios / vestuário - significa roupa ou um conjunto de peças de roupas para vestir; C) Eminente - faz referência a algo ou alguém superior, de grande importância, ilustre / Iminente - significa algo que está prestes a acontecer; D) Infligir - atribuir pena a alguém; aplicar pena / infringir - não respeitar nem obedecer; violar uma lei, etc.; E) Ratificar - validar algo acertado ou contratado, confirmar / Retificar - significa corrigir algo, emendar. 165ª Letra B. A) Deferir - significa despachar favoravelmente, concordar, atender, respeitar, consentir, acatar, etc. / diferir – significa estar em desacordo, adiar para outra data, diferenciar-se, distinguir-se, etc. B) Infarte / infarto - as duas palavras existem na língua portuguesa e possuem o mesmo significado. De acordo com os dicionários, ambas as palavras podem ser utilizadas para indicar uma lesão causada pela parada da circulação arterial, bem como qualquer tipo de obstrução ou bloqueio. C) Emergir - elevar algo acima do nível da água. / imergir – afundar. 276 D) Descrição - ato de descrever algo ou alguém / discrição - indica a qualidade de quem é discreto, prudente e modesto. E) Eminente - faz referência a algo ou alguém superior, de grande importância, ilustre / iminente - significa algo que está prestes a acontecer. 166ª Letra C. Dentre as alternativas apresentadas na questão, à frase em que está correto o emprego de um dos parônimos mandado/mandato é a letra “c”. Isso se deve ao fato do substantivo “mandado” estar relacionado a ordens judiciais. Por outro lado, a palavra “mandato” é usada em termos políticos para designar os poderes que são conferidos a um homem que representará os cidadãos durante um período determinado. 167ª Letra E. a) o correto seria “iminente” – algo que está prestes a ocorrer, pendente, etc. b) o correto seria “ratificar” - validar, confirmar um ato ou compromisso. c) a palavra adequada seria “cumprimento” - o ato de cumprimentar, saudar alguém, cumprir algo. d) o correto seria “infringiu” – desrespeitar, descumprir algo, etc. e) a palavra foi empregada corretamente, “fluir” - significa escorrer, manar, escoar, passar o tempo, etc. 168ª Letra A. I. O motorista que dirige bêbado não apresenta dificuldade em discriminar as imagens que vê. “Discriminar” significa distinguir, discernir, separar. II. Uma das funções dos policiais rodoviários é a de combater o tráfico de drogas. “Tráfico” está relacionado ao comércio e ao negócio clandestino de drogas, animais, pessoas, etc. III. O motorista pego sem habilitação será autuado porque infringiu a lei. “Infringir” significa transgredir, desrespeitar, desobedecer. 169ª Letra C. O par de palavras “eminentes” e “iminentes” são um exemplo de palavras parônimas. As parônimas são palavras que são escritas de forma parecida, pronunciadas de forma parecida, mas que apresentam significados diferentes. 170ª Letra E. O vocábulo “cínico” é um homônimo homófono de “sínico”, pois apresentam a mesma pronúncia, porém sentidos diferentes. Cínico - é utilizado para se referir a uma pessoa que demonstra fingimento, descaramento, deboche, sarcasmo, cinismo, cara de pau. Sínico - se refere a algo relativo à China ou relativo aos chineses. 171ª Errado. O sujeito do verbo separa é o pronome relativo QUE, que quando estiver na função de sujeito, a forma verbal deverá concordar com o elemento de referência, nesse caso fronteiras. O texto correto seria: As fronteiras que separam as diversas regiões do mundo. 172ª Certo. Quando a vírgula estiver na ordem direta (sujeito + verbo + objeto + adjuntos adverbiais), a vírgula antes de adjunto adverbial é facultativa. No entanto, se ele estiver deslocado e for de grande extensão, é isolado obrigatoriamente por vírgula. No texto, o 277 adjunto adverbial de tempo “em abril de 1500” está na ordem direta, sendo a vírgula facultativa. 173ª Errado. Dica: adjunto adverbial de pequena extensão, até três vocábulos, a vírgula é facultativa. Adjunto adverbial de grande extensão, acima de três vocábulos, a vírgula é obrigatória. 174ª Certo. Termos explicativos são separados por vírgula(s) que podem, sem incorrer em erro gramatical, ser substituída(s) por travessão(s) ou parênteses. 175ª Certo. Trata-se do aposto explicativo. "Aposto é o termo acessório da oração que se junta a um substantivo ou pronome substantivo para explicar, enumerar, resumir ou especificar o que se expressa. Vem separado dos demais termos da oração por vírgula, dois-pontos ou travessão. 176ª Letra A. I - Errado: a oração "quando finalmente conseguiu falar" está deslocada da sua posição original, por isso deve vir isolada por vírgulas obrigatoriamente. II - Certo: "tremendo, gaguejando" está isolada por vírgulas que podem ser substituídas se também isoladas por parênteses ou travessões. III - Errado: a troca de sinais (exclamação e interrogação) altera o sentido. (imperativo e pedido). 177ª Letra A. Trata-se de um aposto explicativo. Aposto explicativo: explica ou esclarece o substantivo referido. Aparece isolado na frase por vírgulas,travessões, dois pontos ou parênteses. 178ª Letra B. Não exaustivo significa que a lista não se acaba ali, há outras opções e alternativas que poderiam ser apresentadas. 179ª Letra E. O ponto de exclamação é um sinal de pontuação utilizado para exclamar algo. Ou seja, ele é empregado no final de frases exclamativas que expressam emoção, surpresa, admiração, indignação, raiva, espanto, susto, exaltação, entusiasmo, dentre outros. Na frase é possível identificar um tom de entusiasmo nas palavras. 180ª Letra E. O sinal de dois-pontos explica que a “deixar de lado afazeres domésticos e atenção ao marido” era considerado ameaça à organização doméstica e à estabilidade do matrimônio. 181ª Letra A. Trata-se de um aposto explicativo, pois explica quem foi Nilo Peçanha. 182ª Letra B. As adverbiais temporais exprimem fatos simultâneos, anteriores ou posteriores ao fato expresso na oração principal, localizando-o no tempo. As conjunções e locuções conjuntivas mais utilizadas são quando, enquanto, assim que, logo que, sempre que, antes que, depois que, desde que. Na questão, fala-se em intercalada, pois, ela encontra-se no meio da oração, fora da ordem direta. 183ª Letra B. A vírgula foi empregada para separar termos da oração com a mesma função sintática no trecho: “em qualquer cruzamento, / acostamento, encruzilhada” 278 (quarta estrofe). É a única opção onde a virgula é usada para intercalar orações coordenadas. 184ª Letra D. Interjeição: expressa sentimentos de Amor, tristeza, felicidade, desespero, espanto, medo, etc. 185ª Letra B. Apresenta uma ideia que não foi finalizada, pois há mais elementos que podem ser listados. 186ª Letra A. Os travessões foram utilizados para isolar um trecho específico que enfatiza como o cérebro se comporta em situações de estresse. 187ª Certo. A presença da conjunção aditiva e permite que o texto resultante mantenha a coesão e correção gramatical. O emprego do travessão se deu por uma motivação estilística, no sentido de dar realce ao trecho. 188ª Errado. Não é possível suprimir a referida vírgula, haja vista que ela isola o adjunto adverbial deslocado “em quase todos os países”. 189ª Certo. O aposto explicativo pode vir entre vírgulas, travessões ou até mesmo parênteses. (mantém relação sintática com outro termo da oração). 190ª Errado. O termo respeitadas encontra-se no plural porque concorda apenas com ética e valorização. O erro da alternativa foi acrescentar o complemento da palavra valorização (de identidades e culturas). 191ª Errado. O verbo convidaram está no plural, seguindo o sujeito “Darcy e Anísio”, que é um sujeito composto, anteposto ao verbo unido por conjunção aditiva. Como convidaram é verbo transitivo direto, “cientistas, artistas e professores das mais tradicionais faculdades brasileiras” é o seu objeto direto. 192ª Certo. A estrutura administrativa e financeira é o Sujeito, estrutura é o núcleo desse sujeito. Quando os núcleos do sujeito designam a mesma pessoa ou coisa o verbo fica no “singular”. 193ª Certo. As crianças apresentam (....) e têm maior desempenho escolar. Têm na assertiva concorda com crianças. 194ª Errado. Considerado está no masculino singular para concordar com "Corredor Verde do Oeste da Amazônia". 195ª Certo. O sujeito, localidade, é uma elipse: omissão de um termo subentendido. “Localidade não significa necessariamente etnocentrismo ou nacionalismo, mas “localidade” é aquilo que nos força a repensar o processo de modernização”. 196ª Errado. O adverbio não modifica o sentido de um substantivo, apenas de um adjetivo, verbo ou outro adverbio. 279 197ª Certo. Como o pronome relativo que pode referir-se anaforicamente tanto a “número” quanto a “pessoas”, o verbo "esperar" pode ficar no singular ou no plural. 198ª Errado. A forma verbal crescem está flexionada no plural em virtude de seu sujeito. Porém, o sujeito não é composto, e sim “Os gastos orçamentários do Estado com as forças da lei e da ordem”, cujo núcleo é gastos. 199ª Certo. Um verbo é chamado de auxiliar por um motivo óbvio: ele colabora “auxilia/ajuda” com a formação de uma locução verbal, concordando em número e pessoa com o sujeito. Só ele varia com o sujeito, o principal nunca varia! 200ª Certo. A expressão partitiva, seguida de substantivo plural, admite verbo no singular ou plural. Expressão partitiva: verbo concorda com o núcleo do sujeito ou com o especificador. 201ª Certo. Ser é verbo de ligação e deve concordar com o sujeito, “esses indivíduos são pressionados...”. 202ª Errado. Quando o verbo vier depois de pronome relativo, ele irá concordar com o antecedente do pronome relativo - neste caso é polo de relações - "Esse contexto possa ser pensado como um polo de relações que (pronome relativo) não se confunde com qualquer conjunto de interesses particulares”. 203ª Certo. Não há como haver ênclise, visto que a partícula "que" atrai o pronome "se" para a posição proclítica. 204ª Certo. "Que" é o termo que resulta no pronome antes do verbo (próclise obrigatória), assim como pronomes relativos, advérbios, palavras de sentido negativo e pronomes indefinidos. Deste modo, não é possível que haja ênclise neste caso, como o item sugeriu. 205ª Errado. O “que” como palavra atrativa vai obrigar a criação da próclise. Ele atrai os pronomes oblíquos átonos (me, te se, nos, vos, o, a os, as, lhe, lhes). 206ª Certo. Em casos em que o verbo estiver no infinitivo o uso de próclise ou ênclise é facultativo. 207ª Errado. O que “pronome relativo” atrai o se para perto de si, temos então um exemplo claro de próclise. Próclise: é o nome que se dá à colocação pronominal antes do verbo, ênclise: é o nome que se dá à colocação pronominal depois do verbo, mesóclise: é o nome que se dá à colocação pronominal no meio do verbo. 208ª Letra D. Ocorre mesóclise no futuro do presente do indicativo ou no futuro do pretérito. "diplomas" é objeto direto, logo será substituído pelo oblíquo "os". Na divisão do verbo deverá ir até a letra R, acrescenta o pronome e depois completa o restante; 280 sendo que neste caso, de acordo com regra própria dos pronomes o R será perdido e um L será acrescentado ao pronome ficando neste caso: recebê-los-ão. 209ª Errado. Por que “separado”, dá ideia de RAZÃO: PELA QUAL. Porque “junto”, une orações estabelecendo entre elas uma relação de causa e efeito, este pode ser trocado por: POIS. A troca desses porquês implica alteração gramatical. 210ª Certo. Atenção às regras: Porque = Equivale a POIS, JA QUE, VISTO QUE, Porquê = Vem substantivado com um ARTIGO definido ou indefinido, Por que = A) Equivale a motivo ou razão B) Equivale a pelas quais, pelos quais, Por quê = A) Equivale a motivo ou razão e vem seguido de pontuação. 211ª Certo. Atenção às regras: Porque = Equivale a POIS, JA QUE, VISTO QUE, Porquê = Vem substantivado com um ARTIGO definido ou indefinido, Por que = A) Equivale a motivo ou razão B) Equivale a pelas quais, pelos quais, Por quê = A) Equivale a motivo ou razão e vem seguido de pontuação. 212ª Errado. No trecho "qual o motivo porque defendo tal sistema", o porquê está empregado de maneira errada, o correto seria: "qual o motivo por que “razão” defendo tal sistema. 213ª Errado. “Por que” equivale a "por qual motivo"; já "porque" equivale a "pois" e pode ser uma conjunção coordenativa explicativa ou subordinativa causal ou final (substituição incorreta). A correção gramatical do texto não seria mantida caso ocorresse essa troca. 214ª Certo. Pelo qual = proposição + pronome / por que= proposição + pronome. 215ª Errado. O texto correto seria: A dengue causa apreensão, sobretudo porque em todas as regiões do país a temperatura está bastante elevada e, com a chegada das chuvas, estará montado o cenário ideal para a proliferação do Aedes aegypti. 216ª Letra E. Ambas as lacunas devem ser preenchidas com “porque”, pois o “porque” (junto e sem acento) é uma conjunção causal ou explicativa, e tem omesmo valor de “pois”, “já que”, “visto que”, “uma vez que” ou “em razão de”. 217ª Letra B. a) Faltamos ao compromisso, por que foi necessário. Errado. O certo seria “porque” (junto e sem acento). O “porque” é uma conjunção causal ou explicativa, e tem o mesmo valor de “pois”, “já que”, “visto que”, “uma vez que” ou “em razão de”. b) Este é o motivo por que decidimos nos afastar. Certo. 281 Usamos “por que” (separado e sem acento) com o mesmo valor de “pelo qual”, “pelos quais”, “pela qual” ou “pelas quais”. c) Por quê ninguém compareceu ao exame?. Errado. O correto seria “por que” (separado e sem acento). O “por que” é usado com o mesmo valor de “pelo qual”, “pelos quais”, “pela qual” ou “pelas quais”. d) Desconhecemos o porque de tanta rebeldia. Errado. O certo seria “porquê” (junto e com acento). O “porquê” é usado como sinônimo das palavras “razão” e “motivo”. e) Ele foi excluído do grupo porque?. Errado. O correto seria “por quê” (separado e com acento). Usamos “por quê” com o sentido de “por qual razão” ou “por qual motivo”, no final de frase e antes de ponto-final, ponto de exclamação ou de interrogação. 218ª Errado. A correção gramatical do texto não seria mantida caso a conjunção “pois” fosse substituída por “por que”. O “por que” (separado e sem acento) é usado com o mesmo valor de “pelo qual”, “pelos quais”, “pela qual”, “pelas quais”, “por qual razão” e “por qual motivo”. Caso a conjunção “pois” fosse substituída por “porque” (junto e sem acento) a correção gramatical do texto seria mantida, visto que, o “porque” é uma conjunção causal ou explicativa que tem o mesmo valor de “pois”, “já que”, “visto que”, “uma vez que” ou “em razão de”. 219ª Letra E. A correção gramatical do texto seria mantida se a locução “uma vez que” fosse substituída pela conjunção “porque”. O “porque” (junto e sem acento) é uma conjunção causal ou explicativa, e tem o mesmo valor de “pois”, “já que”, “visto que”, “uma vez que” ou “em razão de”. 220ª Letra C. A alternativa que preenche a lacuna corretamente é a letra (c) “porquê”. O porquê (junto e com acento) é um substantivo usado como sinônimo das palavras “razão” e “motivo”. 221ª Errado. A substituição de “Por que” por “Por quê” não manteria a correção gramatical do texto, pois apenas o “por que” (separado e sem acento) é utilizado para introduzir uma pergunta. Por outro lado, o “por quê” (separado e com acento) é usado com o sentido de “por qual razão” ou “por qual motivo”, no final de frase e antes de ponto-final, ponto de exclamação ou de interrogação. 222ª Letra C. A alternativa que preenche a lacuna corretamente é a letra (c) “porquê”. O porquê (junto e com acento) é um substantivo usado como sinônimo das palavras “razão” e “motivo”. 282 223ª Letra B. Usamos “por que” (separado e sem acento) com o mesmo valor de “pelo qual”, “pelos quais”, “pela qual”, “pelas quais”, “por qual razão” e “por qual motivo”. Assim sendo, a alternativa (b) “Não sei por que não foram mais chamados na firma” está gramaticalmente correta. 224ª Letra C. A alternativa que preenche as lacunas corretamente é a letra (c) “por que – porque”, veja: Usamos “por que” (separado e sem acento) com o mesmo valor de “pelo qual”, “pelos quais”, “pela qual”, “pelas quais”, “por qual razão” e “por qual motivo”. O “porque” (junto e sem acento) é uma conjunção causal ou explicativa, e tem o mesmo valor de “pois”, “já que”, “visto que”, “uma vez que” ou “em razão de”. "A ponte pela qual passei era muito estreita. Ele foi embora pois estava cansado." 225ª Errado. A correção gramatical do texto não seria mantida se o vocábulo “porque” fosse substituído por “por que”. O “porque” (junto e sem acento) presente na linha (23) tem o mesmo sentido de “pois”. Já o “por que” (separado e sem acento) tem o mesmo sentido de “pelo qual”, “pelos quais”, “pela qual”, “pelas quais”, “por qual razão” e “por qual motivo”. 226ª Errado. De fato, no segundo quadrinho, o “Por que” é utilizado sem acento circunflexo e separadamente por introduzir uma frase interrogativa, até aqui tudo bem. Porém, a questão erra ao afirmar que o termo “Por que” deve ser escrito da mesma maneira quando for uma palavra substantivada. O “Porquê” (junto e com acento) é que deve ser escrito dessa forma por se tratar de um substantivo, podendo ser acompanhado de artigo, pronome, adjetivo ou numeral. 227ª Letra B. A grafia do vocábulo sublinhado na alternativa (b) está equivocada. A grafia correta a ser empregada seria “por que” (separado e sem acento), pois, apresenta o mesmo sentido de “pela qual”, veja: A razão pela qual sentimos calafrios é conhecida. 228ª Letra E. O termo correto a ser empregado na alternativa (e) seria “porquê” (junto e com acento), pois o mesmo está substantivado pelo artigo “o” e indica o motivo, a causa ou a razão de algo. 229ª Letra E. O “porque” (junto e sem acento) trata-se de uma conjunção causal ou explicativa, e tem o mesmo valor de “pois”, “já que”, “visto que”, “uma vez que” ou “em razão de”. Logo, o “porque” (junto e sem acento) poderia ser empregado corretamente na alternativa (e) “Os jovens às vezes erram porque (POIS) são muito ansiosos”. 230ª Errado. O “porque” (junto e sem acento) é uma conjunção que possui o mesmo valor de “pois”, “já que”, “visto que”, “uma vez que” ou “em razão de”; e por consequência, não poderia ser substituído pelo “por que” (separado e sem acento) que é a sequência de uma preposição (por) e um pronome interrogativo (que) que pode ser 283 usado para introduzir uma pergunta ou para estabelecer uma relação com um termo anterior da oração. 231ª Letra D. A alternativa que preenche a lacuna corretamente é a letra (d) “por que”, pois o “por que” (separado e sem acento) equivale a: “pelo qual”, “pelos quais”, “pela qual”, “pelas quais”, “por qual razão” e “por qual motivo”. Ex.: Não sei “por qual motivo” escolhi o vestido amarelo. 232ª Errado. A conjunção “mas” é adversativa, da ideia de oposição. 233ª Certo. Ambas são conjunções adversativas que ligam duas orações ou palavras, expressando ideia de contraste ou compensação. São conjunções adversativas: mas, porém, contudo, todavia, entretanto, no entanto, não obstante etc. 234ª Certo. Colocando a frase na ordem direta da oração fica mais fácil perceber a relação de adição tratada na questão. "O renomado escritor Graciliano Ramos foi um gestor em busca da eficiência e que agia com extremo zelo com os recursos públicos além de ter incorporado conceitos como os da transparência e da impessoalidade”. 235ª Errado. No 1º parágrafo só existe uma oração absoluta: Continua e sendo, os quais juntos formam uma locução verbal, o que caracteriza apenas um verbo. 236ª Certo. Ambas a palavras são orações coordenadas sindéticas conclusivas, as orações conclusivas: ligam a oração anterior a uma oração que expressa ideia de conclusão ou consequência. São elas: logo, pois “depois do verbo”, portanto, por conseguinte, por isso, assim. Nesse caso se houvesse a substituição a correção gramatical do texto seria mantida. 237ª Certo. A conjunção "mas" pode assumir valor adversativo (conjunção adversativa = ideia de contraste) e também de adição quando fizer parte das locuções "mas também" e "mas ainda" (conjunção aditiva = ideia de adição, acrescentamento). 238ª Letra B. As orações coordenadas explicativas indicam uma justificativa ou uma explicação referente ao fato expresso na declaração anterior. As conjunções que merecem destaque são: que, porque e pois “obrigatoriamente anteposto ao verbo”. 239ª Letra A. O "pois" é uma orações coordenadas conclusiva, porque além de estar posposto ao verbo, ele dá o sentido de conclusão. É possível também substituí-lo por: assim, logo e outras conjunções conclusivas. 240ª Letra C. As orações coordenadas sindéticas explicativas expressam uma explicação sobre algo que foi referido anteriormente. As conjunções explicativas que merecem destaque são: porque, que, pois, etc. 241ª Letra A. Na frase