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Questões das principais bancas
Questões separadas por assunto
Questões de todos os níveis
Inclui:
Ronaldo Nogueira
QUESTÕES
COMENTADAS
Língua Portuguesa
&
Redação Oficial
 2ª 
Edição
Ebook 
clicável
500
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@eu_gabaritei
Ronaldo Nogueira
Língua Portuguesa
&
Redação Oficial
QUESTÕES
COMENTADAS500
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Todos os direitos autorais desta
obra são reservados e protegidos
pela Lei nº 9.610/1998.
Data da Publicação
Março/2022
Autores
Ronaldo Nogueira e Francisco Edinardo
COMPREENSÃO E INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS...............................01
CLASSE E EMPREGO DE PALAVRAS....................................................45
EMPREGO DO ACENTO INDICATIVO DE CRASE................................58
PARÔNIMAS E HOMÔNIMAS............................................................102
EMPREGO DOS SINAIS DE PONTUAÇÃO..........................................108
CONCORDÂNCIA VERBAL E NOMINAL............................................122
REGÊNCIA VERBAL E NOMINAL.......................................................131
USO DOS PORQUÊS...........................................................................135
ORAÇÕES COORDENADAS SINDÉTICAS...........................................146
ORAÇÕES SUBORDINADAS ADVERBIAIS.........................................160
ORTOGRAFIA.....................................................................................165
VERBOS..............................................................................................175
REDAÇÃO OFICIAL............................................................................185
ACENTUAÇÃO GRÁFICA....................................................................221
SINTAXE.............................................................................................244
SUMÁRIO
www.eugabariteiconcursos.com
1 
Compreensão e interpretação de textos de gêneros variados 
1ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MPU / Cargo: Técnico do MPU 
Em relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto IV, julgue o item a seguir. 
Depreende-se das informações do texto que, nos crimes cibernéticos chamados 
impuros ou impróprios, o resultado extrapola o universo virtual e atinge bens 
materiais alheios à informática. 
( ) Certo 
( ) Errado 
2ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MPU / Cargo: Técnico do MPU 
2 
Em relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto IV, julgue o item a seguir. 
Infere-se dos fatos apresentados no texto que a consideração de crime para os delitos 
cibernéticos foi determinada há várias décadas, desde o surgimento da Internet. 
( ) Certo 
( ) Errado 
3ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANATEL / Cargo: Tecnologia da Informação e 
Comunicação 
Considerando as ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item a seguir. 
A mensagem veiculada nesse texto centra-se no descompasso existente entre a alta 
tecnologia empregada nos aparelhos celulares e a baixa qualidade dos serviços 
oferecidos pelas operadoras de telefonia celular. 
3 
( ) Certo 
( ) Errado 
4ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANATEL / Cargo: Tecnologia da Informação e 
Comunicação 
Em 2013, a ANATEL divulgou resultados comparativos de pesquisas de satisfação 
realizadas em 2002 e em 2012 e cujo objetivo era avaliar o índice de satisfação do 
consumidor brasileiro em relação aos serviços de telefonia, de Internet e de TV por 
assinatura. No gráfico acima, são apresentados os índices de satisfação do consumidor 
brasileiro em relação à TV por assinatura. Esses índices, em porcentagem, variam de 0 
(consumidor insatisfeito com o serviço) a 100 (consumidor muito satisfeito com o 
serviço). 
Com base nas informações do texto e do gráfico acima, julgue o item subsecutivo. 
Os resultados comparativos entre os anos de 2002 e 2012 demonstram que o índice de 
satisfação do consumidor brasileiro em relação à TV por assinatura via satélite (DTH) 
registrou aumento. 
( ) Certo 
( ) Errado 
5ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANATEL / Cargo: Tecnologia da Informação e 
Comunicação 
4 
Com base nas informações do texto e do gráfico acima, julgue os itens subsecutivos. 
Em 2012, o consumidor brasileiro mostrou-se menos satisfeito com os serviços de TV a 
cabo e com a TV por assinatura via micro-ondas (MMDS). 
( ) Certo 
( ) Errado 
6ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANATEL / Cargo: Tecnologia da Informação e 
Comunicação 
Com base nas informações do texto e do gráfico acima, julgue os itens subsecutivos. 
A maior queda observada no que se refere ao índice de satisfação comparativo nos 
anos de 2002 e 2012 diz respeito à satisfação do consumidor brasileiro com o serviço 
de TV a cabo. 
( ) Certo 
( ) Errado 
7ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MPU / Cargo: Analista do MPU - Engenharia 
Química 
Texto 1 
Na organização do poder político no Estado moderno, à luz da tradição 
iluminista, o direito tem por função a preservação da liberdade humana, de maneira a 
coibir a desordem do estado de natureza, que, em virtude do risco da dominação dos 
mais fracos pelos mais fortes, exige a existência de um poder institucional. Mas a 
conquista da liberdade humana também reclama a distribuição do poder em ramos 
diversos, com a disposição de meios que assegurem o controle recíproco entre eles 
para o advento de um cenário de equilíbrio e harmonia nas sociedades estatais. A 
concentração do poder em um só órgão ou pessoa viria sempre em detrimento do 
exercício da liberdade. É que, como observou Montesquieu, “todo homem que tem 
5 
poder tende a abusar dele; ele vai até onde encontra limites. Para que não se possa 
abusar do poder, é preciso que, pela disposição das coisas, o poder limite o poder”. 
 Até Montesquieu, não eram identificadas com clareza as esferas de abrangência 
dos poderes políticos: “só se concebia sua união nas mãos de um só ou, então, sua 
separação; ninguém se arriscava a apresentar, sob a forma de sistema coerente, as 
consequências de conceitos diversos”. Pensador francês do século XVIII, Montesquieu 
situa-se entre o racionalismo cartesiano e o empirismo de origem baconiana, não 
abandonando o rigor das certezas matemáticas em suas certezas morais. Porém, 
refugindo às especulações metafísicas que, no plano da idealidade, serviram aos 
filósofos do pacto social para a explicação dos fundamentos do Estado ou da sociedade 
civil, ele procurou ingressar no terreno dos fatos. 
Com base nas ideias contidas no texto I, julgue o item a seguir. 
Montesquieu busca a explicação dos fundamentos do Estado ou da sociedade civil de 
forma análoga à dos metafísicos. 
( ) Certo 
( ) Errado 
8ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MPU / Cargo: Analista do MPU - Engenharia 
Química 
Texto 1 
Na organização do poder político no Estado moderno, à luz da tradição 
iluminista, o direito tem por função a preservação da liberdade humana, de maneira a 
coibir a desordem do estado de natureza, que, em virtude do risco da dominação dos 
mais fracos pelos mais fortes, exige a existência de um poder institucional. Mas a 
conquista da liberdade humana também reclama a distribuição do poder em ramos 
diversos, com a disposição de meios que assegurem o controle recíproco entre eles 
para o advento de um cenário de equilíbrio e harmonia nas sociedades estatais. A 
concentração do poder em um só órgão ou pessoa viria sempre em detrimento do 
exercício da liberdade. É que, como observou Montesquieu, “todo homem que tem 
poder tende a abusar dele; ele vai até onde encontra limites. Para que não se possa 
abusar do poder, é preciso que, pela disposição das coisas, o poder limite o poder”. 
 Até Montesquieu, não eram identificadas com clareza as esferas de abrangência 
dos poderes políticos: “só se concebia sua união nas mãos de um só ou, então, sua 
separação; ninguém se arriscava a apresentar, sob a forma de sistema coerente, as 
consequências de conceitos diversos”. Pensador francês do século XVIII, Montesquieu 
situa-se entre oracionalismo cartesiano e o empirismo de origem baconiana, não 
abandonando o rigor das certezas matemáticas em suas certezas morais. Porém, 
refugindo às especulações metafísicas que, no plano da idealidade, serviram aos 
filósofos do pacto social para a explicação dos fundamentos do Estado ou da sociedade 
civil, ele procurou ingressar no terreno dos fatos. 
Com base nas ideias contidas no texto I, julgue o item a seguir. 
6 
No Estado moderno, cabe ao Ministério Público a função da preservação da liberdade 
humana, de forma a proteger os mais fracos da dominação dos mais fortes. 
( ) Certo 
( ) Errado 
9ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MPU / Cargo: Analista do MPU - Engenharia 
Química 
Texto 1 
Na organização do poder político no Estado moderno, à luz da tradição 
iluminista, o direito tem por função a preservação da liberdade humana, de maneira a 
coibir a desordem do estado de natureza, que, em virtude do risco da dominação dos 
mais fracos pelos mais fortes, exige a existência de um poder institucional. Mas a 
conquista da liberdade humana também reclama a distribuição do poder em ramos 
diversos, com a disposição de meios que assegurem o controle recíproco entre eles 
para o advento de um cenário de equilíbrio e harmonia nas sociedades estatais. A 
concentração do poder em um só órgão ou pessoa viria sempre em detrimento do 
exercício da liberdade. É que, como observou Montesquieu, “todo homem que tem 
poder tende a abusar dele; ele vai até onde encontra limites. Para que não se possa 
abusar do poder, é preciso que, pela disposição das coisas, o poder limite o poder”. 
 Até Montesquieu, não eram identificadas com clareza as esferas de abrangência 
dos poderes políticos: “só se concebia sua união nas mãos de um só ou, então, sua 
separação; ninguém se arriscava a apresentar, sob a forma de sistema coerente, as 
consequências de conceitos diversos”. Pensador francês do século XVIII, Montesquieu 
situa-se entre o racionalismo cartesiano e o empirismo de origem baconiana, não 
abandonando o rigor das certezas matemáticas em suas certezas morais. Porém, 
refugindo às especulações metafísicas que, no plano da idealidade, serviram aos 
filósofos do pacto social para a explicação dos fundamentos do Estado ou da sociedade 
civil, ele procurou ingressar no terreno dos fatos. 
Com base nas ideias contidas no texto I, julgue o item a seguir. 
Segundo Montesquieu, aquele que não encontra limites para o exercício do poder que 
detém tende a agir de forma abusiva. 
( ) Certo 
( ) Errado 
10ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MPU / Cargo: Analista do MPU - Engenharia 
Química 
Texto II 
A persecução penal se desenvolve em duas fases: uma fase administrativa, de 
inquérito policial, e uma fase jurisdicional, de ação penal. Assim, nada mais é o 
7 
inquérito policial que um procedimento administrativo destinado a reunir elementos 
necessários à apuração da prática de uma infração penal e de sua autoria. Em outras 
palavras, o inquérito policial é um procedimento policial que tem por finalidade 
construir um lastro probatório mínimo, ensejando justa causa para que o titular da 
ação penal possa formar seu convencimento, a opinio delicti, e, assim, instaurar a ação 
penal cabível. Nessa linha, percebe-se que o destinatário imediato do inquérito policial 
é o Ministério Público, nos casos de ação penal pública, e o ofendido, nos casos de 
ação penal privada. 
De acordo com o conceito ora apresentado, para que o titular da ação penal 
possa, enfim, ajuizá-la, é necessário que haja justa causa. A justa causa, identificada 
por parte da doutrina como uma condição da ação autônoma, consiste na 
obrigatoriedade de que existam prova acerca da materialidade delitiva e, ao menos, 
indícios de autoria, de modo a existir fundada suspeita acerca da prática de um fato de 
natureza penal. Dessa forma, é imprescindível que haja provas acerca da possível 
existência de um fato criminoso e indicações razoáveis do sujeito que tenha sido o 
autor desse fato. 
Evidencia-se, portanto, que é justamente na fase do inquérito policial que serão 
coletadas as informações e as provas que irão formar o convencimento do titular da 
ação penal, isto é, a opinio delicti. É com base nos elementos apurados no inquérito 
que o promotor de justiça, convencido da existência de justa causa para a ação penal, 
oferece a denúncia, encerrando a fase administrativa da persecução penal. 
Conforme as ideias contidas no texto II, 
A fase do inquérito policial em que são coletadas as informações e as provas que irão 
formar o convencimento do titular da ação penal é denominada opinio delecti. 
( ) Certo 
( ) Errado 
11ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MPU / Cargo: Analista do MPU - Engenharia 
Química 
Texto II 
A persecução penal se desenvolve em duas fases: uma fase administrativa, de 
inquérito policial, e uma fase jurisdicional, de ação penal. Assim, nada mais é o 
inquérito policial que um procedimento administrativo destinado a reunir elementos 
necessários à apuração da prática de uma infração penal e de sua autoria. Em outras 
palavras, o inquérito policial é um procedimento policial que tem por finalidade 
construir um lastro probatório mínimo, ensejando justa causa para que o titular da 
ação penal possa formar seu convencimento, a opinio delicti, e, assim, instaurar a ação 
penal cabível. Nessa linha, percebe-se que o destinatário imediato do inquérito policial 
é o Ministério Público, nos casos de ação penal pública, e o ofendido, nos casos de 
ação penal privada. 
De acordo com o conceito ora apresentado, para que o titular da ação penal 
possa, enfim, ajuizá-la, é necessário que haja justa causa. A justa causa, identificada 
8 
por parte da doutrina como uma condição da ação autônoma, consiste na 
obrigatoriedade de que existam prova acerca da materialidade delitiva e, ao menos, 
indícios de autoria, de modo a existir fundada suspeita acerca da prática de um fato de 
natureza penal. Dessa forma, é imprescindível que haja provas acerca da possível 
existência de um fato criminoso e indicações razoáveis do sujeito que tenha sido o 
autor desse fato. 
Evidencia-se, portanto, que é justamente na fase do inquérito policial que serão 
coletadas as informações e as provas que irão formar o convencimento do titular da 
ação penal, isto é, a opinio delicti. É com base nos elementos apurados no inquérito 
que o promotor de justiça, convencido da existência de justa causa para a ação penal, 
oferece a denúncia, encerrando a fase administrativa da persecução penal. 
Conforme as ideias contidas no texto II, 
A fase jurisdicional da persecução penal tem início após o oferecimento da denúncia 
pelo promotor de justiça. 
( ) Certo 
( ) Errado 
12ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MPU / Cargo: Analista do MPU - Engenharia 
Química 
Texto II 
A persecução penal se desenvolve em duas fases: uma fase administrativa, de 
inquérito policial, e uma fase jurisdicional, de ação penal. Assim, nada mais é o 
inquérito policial que um procedimento administrativo destinado a reunir elementos 
necessários à apuração da prática de uma infração penal e de sua autoria. Em outras 
palavras, o inquérito policial é um procedimento policial que tem por finalidade 
construir um lastro probatório mínimo, ensejando justa causa para que o titular da 
ação penal possa formar seu convencimento, a opinio delicti, e, assim, instaurar a ação 
penal cabível. Nessa linha, percebe-se que o destinatário imediato do inquérito policial 
é o Ministério Público, nos casos de ação penal pública, e o ofendido, nos casos de 
ação penal privada. 
De acordo com o conceito ora apresentado, para que o titular da ação penal 
possa, enfim, ajuizá-la, é necessário que haja justa causa. A justa causa, identificada 
por parte da doutrina como uma condição da ação autônoma, consiste na 
obrigatoriedade de que existam prova acerca da materialidade delitiva e, ao menos, 
indícios de autoria, de modo a existir fundada suspeita acerca da prática de um fatode 
natureza penal. Dessa forma, é imprescindível que haja provas acerca da possível 
existência de um fato criminoso e indicações razoáveis do sujeito que tenha sido o 
autor desse fato. 
Evidencia-se, portanto, que é justamente na fase do inquérito policial que serão 
coletadas as informações e as provas que irão formar o convencimento do titular da 
ação penal, isto é, a opinio delicti. É com base nos elementos apurados no inquérito 
9 
que o promotor de justiça, convencido da existência de justa causa para a ação penal, 
oferece a denúncia, encerrando a fase administrativa da persecução penal. 
Conforme as ideias contidas no texto II, 
A existência de prova da materialidade delitiva é suficiente para que se considere a 
existência de indícios de autoria. 
( ) Certo 
( ) Errado 
13ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANATEL / Cargo: Técnico Administrativo – 
Comunicação 
No começo dos tempos, as pessoas precisavam aproveitar o período em que o 
Sol estava radiante para praticar suas atividades diárias. Com o passar dos anos, essa 
diferenciação entre dia para agir e noite para dormir foi ficando menos evidente. Isso 
porque o advento da iluminação e, mais precisamente, da iluminação pública, permitiu 
que as pessoas desfrutassem mais da noite e deixou as cidades mais seguras e bonitas. 
Dos lampiões a querosene aos leds, a evolução da iluminação contribuiu para a 
transformação das cidades e dos hábitos das pessoas. 
Desde a Idade Média, os seres humanos vinham tentando resolver o problema 
da escuridão com velas e outros artefatos. Nesse período, eram usadas tochas com 
fibras torcidas e impregnadas com material inflamável. Foi, sobretudo, no século XV 
que a iluminação pública se tornou uma preocupação nas cidades. A história indica 
que, em 1415, na Inglaterra, a iluminação surgiu como uma solução para amenizar a 
violência e, principalmente, os roubos a comerciantes, que aconteciam com frequência 
na região. 
Não é à toa que especialistas consideram a iluminação como uma grande aliada 
das cidades na luta contra a violência urbana, já que é uma grande inibidora de atos de 
vandalismo, roubo e agressões. 
Considerando as ideias e os aspectos linguísticos do texto acima, julgue o item a seguir. 
O texto estabelece uma relação paradoxal entre iluminação pública e aumento de 
segurança urbana. 
( ) Certo 
( ) Errado 
14ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANATEL / Cargo: Técnico Administrativo – 
Comunicação 
10 
Em relação aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto acima, julgue o item que se 
segue. 
Infere-se da leitura do texto que as cidades propiciaram, além do fortalecimento dos 
laços de parentesco entre os indivíduos, o desenvolvimento da cidadania, da 
racionalidade econômica, de um sistema de leis válidas para todos e de novas formas 
de associação pessoal. 
( ) Certo 
( ) Errado 
15ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANATEL / Cargo: Técnico Administrativo – 
Comunicação 
11 
Em relação aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto acima, julgue o item que se 
segue. 
De acordo com o texto, as cidades, por congregarem pessoas de diferentes classes 
sociais, não contribuem para a manutenção de relações duradouras entre os 
habitantes. 
( ) Certo 
( ) Errado 
16ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANATEL / Cargo: Técnico Administrativo – 
Comunicação 
A palavra comunicação significa normalmente o ato de tornar comum a muitos. 
A partir do século XVII (até o século XIX), ganhou projeção a expressão meio ou linhas 
de comunicação, designando as facilidades trazidas pelo desenvolvimento das 
ferrovias, canais e rodovias no deslocamento de pessoas e objetos. Do século XIX ao 
século XX, o sentido da palavra se aproximou cada vez mais daquilo que hoje pode ser 
chamado de mídia (meios pelos quais se passa informação e se mantém o contato 
mediado, indireto). Foi a partir desse momento que a indústria da comunicação 
(transporte de bens simbólicos) separou-se semanticamente da indústria de 
transportes (transporte de bens físicos e pessoas). 
É importante ressaltar que o termo comunicação carrega, no mundo moderno, 
as marcas de sua ambiguidade original (tornar comum a muitos, partilhar, trocar). 
Nesse sentido, quando se fala em comunicação face a face ou interativa, pode-se dizer 
que se trata de troca e partilha, mas quando se fala de comunicação mediada, como 
rádio e TV, destaca-se consideravelmente a sua função de tornar comum a muitos. 
No que se refere às ideias e a aspectos linguísticos do texto acima, julgue o próximo 
item. 
Infere-se do texto que o termo “comunicação” adquire, no mundo moderno, 
interpretações distintas. 
( ) Certo 
( ) Errado 
17ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANATEL / Cargo: Técnico Administrativo – 
Comunicação 
As traduções são muito mais complexas do que se imagina. Não me refiro a 
locuções, expressões idiomáticas, gírias, flexões verbais, declinações e coisas assim. 
Isso pode ser resolvido de uma maneira ou de outra, se bem que, muitas vezes, à custa 
de intenso sofrimento por parte do tradutor. Refiro-me à impossibilidade de encontrar 
12 
equivalências entre palavras aparentemente sinônimas, unívocas e univalentes. Por 
exemplo, um alemão que saiba português responderá sem hesitação que a palavra da 
língua portuguesa “amanhã” quer dizer “morgen”. Mas coitado do alemão que vá para 
o Brasil acreditando que, quando um brasileiro diz “amanhã”, está realmente
querendo dizer “morgen”. Raramente está. “Amanhã” é uma palavra riquíssima e
tenho certeza de que, se o Grande Duden fosse brasileiro, pelo menos um volume teria
de ser dedicado a ela e a outras que partilham da mesma condição.
“Amanhã” significa, entre outras coisas, “nunca”, “talvez”, “vou pensar”, “vou 
desaparecer”, “procure outro”, “não quero”, “no próximo ano”, “assim que eu 
precisar”, “um dia destes”, “vamos mudar de assunto” etc. e, em casos 
excepcionalíssimos, “amanhã” mesmo. Qualquer estrangeiro que tenha vivido no 
Brasil sabe que são necessários vários anos de treinamento para distinguir qual o 
sentido pretendido pelo interlocutor brasileiro, quando ele responde, com a habitual 
cordialidade, que fará tal ou qual coisa amanhã. O caso dos alemães é, seguramente, o 
mais grave. Não disponho de estatísticas confiáveis, mas tenho certeza de que nove 
em cada dez alemães que procuram ajuda médica no Brasil o fazem por causa de 
“amanhãs” casuais que os levam, no mínimo, a um colapso nervoso, para grande 
espanto de seus amigos brasileiros. 
Em relação às ideias e a aspectos linguísticos do texto acima, julgue o item 
subsequente. 
Infere-se da leitura do texto que os brasileiros, na maioria das vezes, usam a palavra 
“amanhã” em sentido metafórico, e os alemães, em sentido literal. 
( ) Certo 
( ) Errado 
18ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANATEL / Cargo: Técnico Administrativo – 
Comunicação 
As traduções são muito mais complexas do que se imagina. Não me refiro a 
locuções, expressões idiomáticas, gírias, flexões verbais, declinações e coisas assim. 
Isso pode ser resolvido de uma maneira ou de outra, se bem que, muitas vezes, à custa 
de intenso sofrimento por parte do tradutor. Refiro-me à impossibilidade de encontrar 
equivalências entre palavras aparentemente sinônimas, unívocas e univalentes. Por 
exemplo, um alemão que saiba português responderá sem hesitação que a palavra da 
língua portuguesa “amanhã” quer dizer “morgen”. Mas coitado do alemão que vá para 
o Brasil acreditando que, quando um brasileiro diz “amanhã”, está realmente
querendo dizer “morgen”. Raramente está. “Amanhã” é uma palavra riquíssima e
tenho certeza de que, se o Grande Duden fosse brasileiro, pelo menos um volume teria
de ser dedicado a ela e a outras que partilham da mesma condição.
“Amanhã” significa, entre outras coisas, “nunca”, “talvez”, “vou pensar”, “vou 
desaparecer”, “procure outro”, “não quero”, “no próximo ano”, “assim que eu 
precisar”, “um dia destes”, “vamos mudar de assunto” etc. e, em casos 
excepcionalíssimos, “amanhã” mesmo. Qualquerestrangeiro que tenha vivido no 
13 
Brasil sabe que são necessários vários anos de treinamento para distinguir qual o 
sentido pretendido pelo interlocutor brasileiro, quando ele responde, com a habitual 
cordialidade, que fará tal ou qual coisa amanhã. O caso dos alemães é, seguramente, o 
mais grave. Não disponho de estatísticas confiáveis, mas tenho certeza de que nove 
em cada dez alemães que procuram ajuda médica no Brasil o fazem por causa de 
“amanhãs” casuais que os levam, no mínimo, a um colapso nervoso, para grande 
espanto de seus amigos brasileiros. 
Em relação às ideias e a aspectos linguísticos do texto acima, julgue o item 
subsequente. 
Depreende-se da leitura do texto que, apesar de não se basear em estatísticas, o autor 
constrói sua argumentação com dados advindos do sistema de saúde brasileiro. 
( ) Certo 
( ) Errado 
19ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANTAQ / Cargo: Técnico em Regulação 
Hidrovia é uma rota predeterminada para o tráfego aquático. Há muito tempo, o 
homem utiliza a água como estrada, e a Amazônia é o maior exemplo disso. O 
transporte por hidrovias apresenta grande capacidade de movimentação de cargas a 
grandes distâncias com baixo consumo de combustível, além de propiciar uma oferta 
de produtos a preços competitivos. A ampliação do uso da hidrovia é uma tendência 
mundial por uma questão ambiental. 
A viabilização de uma navegação segura no rio Madeira, por exemplo, permite o 
escoamento da produção de grãos de Rondônia e Mato Grosso para o Amazonas e daí 
para o Atlântico. Isso cria um corredor de desenvolvimento integrado, com transporte 
de alta capacidade e baixo custo para grandes distâncias, elimina um grave problema 
estrutural do setor primário, com a redução significativa da dependência do modal 
rodoviário até os portos do Sudeste, e representa mais uma opção de integração 
nacional, com a redução de trânsito pesado nas rodovias da região Centro-Sul. 
Infere-se das informações do texto que o transporte por hidrovia ajuda a preservar o 
meio ambiente, dado o baixo consumo de combustível, e reduz a dependência do 
transporte rodoviário. 
( ) Certo 
( ) Errado 
20ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANTAQ / Cargo: Técnico em Regulação 
As obras de dragagem objetivam remover os sedimentos que se encontram no 
fundo do corpo d'água para permitir a passagem das embarcações, garantindo o 
acesso ao porto. Na maioria das vezes, a dragagem é necessária quando da 
14 
implantação do porto, para o aumento da profundidade natural no canal de 
navegação, no cais de atracação e na bacia de evolução. Também é necessária sua 
realização periódica para o alcance das profundidades que atendam o calado das 
embarcações. 
Em relação ao texto acima, julgue o item subsequente. 
Depreende-se das informações do texto que a dragagem realizada na implantação do 
porto para garantir o acesso das embarcações é definitiva, não havendo necessidade 
de ser refeita. 
( ) Certo 
( ) Errado 
21ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Ministério da Economia / Cargo: Técnico de 
Complexidade Intelectual – Arquivologia 
Sou feliz pelos amigos que tenho. Um deles muito sofre pelo meu descuido com 
o vernáculo. Por alguns anos ele sistematicamente me enviava missivas eruditas com
precisas informações sobre as regras da gramática, que eu não respeitava, e sobre a
grafia correta dos vocábulos, que eu ignorava. Fi-lo sofrer pelo uso errado que fiz de
uma palavra no último Quarto de Badulaques. Acontece que eu, acostumado a
conversar com a gente das Minas Gerais, falei em “varreção” — do verbo “varrer”. De
fato, tratava-se de um equívoco que, num vestibular, poderia me valer uma
reprovação. Pois o meu amigo, paladino da língua portuguesa, se deu ao trabalho de
fazer um xerox da página 827 do dicionário. O certo é “varrição”, e não “varreção”.
Mas estou com medo de que os mineiros da roça façam troça de mim, porque nunca
os ouvi falar de “varrição”. E se eles rirem de mim não vai me adiantar mostrar-lhes o
xerox da página do dicionário. Porque para eles não é o dicionário que faz a língua. É o
povo. E o povo, lá nas montanhas de Minas Gerais, fala “varreção”, quando não
“barreção”. O que me deixa triste sobre esse amigo oculto é que nunca tenha dito
nada sobre o que eu escrevo, se é bonito ou se é feio. Toma a minha sopa, não diz
nada sobre ela, mas reclama sempre que o prato está rachado.
Rubem Alves. Internet: (com adaptações). 
A respeito dos sentidos e dos aspectos linguísticos do texto anterior, julgue o seguinte 
item. 
Considerando-se os sentidos do texto, é correto afirmar que, nos dois últimos 
períodos, o autor faz uma reflexão sobre a dicotomia forma e conteúdo, a partir da 
opinião de seu amigo sobre seu texto. 
( ) Certo 
( ) Errado 
15 
22ª/ Banca: INSTITUTO AOCP / Órgão: FUNPRESP-JUD / Cargo: Gestão de Pessoas 
Filosofia em dois desenhos 
 Fui caminhar. E na calçada me deparei com um estranho indivíduo. Carregava um 
saco plástico enorme que, pelo perfil do conteúdo, calculei estivesse cheio de latinhas. 
Mal acabei de pensar, o homem se acocorou na calçada. Extraiu de alguma parte uma 
pedra branca parecendo ser cal prensada, e com ela começou a desenhar no cimento. 
 Parei para ver, atraída pelo ritual que se esboçava. O homem desenhou dois círculos 
um diante do outro, quase encostados, e dentro deles desenhou duas setas 
convergentes. 
 Levantou-se, olhou sua obra com satisfação, andou cinco ou seis passos e, 
novamente, se acocorou. Continuava com a pedra de cal na mão. 
 Mas o desenho que fez foi diferente. Riscou dois traços, colocados na mesma 
distância dos dois círculos, e atrás deles desenhou duas setas que apontavam uma 
para a outra. 
 Segui adiante refletindo sobre o que havia presenciado. A primeira coisa que me 
veio à cabeça foi a Serra da Capivara, que visitei numa ida a Teresina para algum 
congresso ou palestra. Trouxe de volta a louça que a arqueóloga franco-brasileira 
Niéde Guidon, há muitos anos responsável pelo sítio arqueológico, ensinou os locais a 
fazerem para terem uma fonte de subsistência. Louça com impressos os mesmos 
desenhos estampados na rocha, que se acredita serem vestígios de uma cultura 
paleoamericana. Pois, como um ser primitivo, o homem havia estampado seus 
pensamentos e sua visão interior na mais moderna das rochas: o cimento. 
 Havia reparado que o homem estava muito sujo e desgrenhado. Calçava havaianas 
de sola já bem fininha e roupas indefinidas. Provavelmente era mais um morador de 
rua. E como morador de rua, usava a mesma calçada em que dormia para se expressar. 
Usava a calçada, único bem que lhe pertencia, como se fosse papel para desenhar ou 
escrever. Porque não há dúvida de que, ao desenhar, aquele homem estava 
escrevendo. 
 Estava escrevendo a sua dificuldade para se comunicar. Preso dentro de um círculo, 
pouco adiantava que as setas apontassem em direção uma da outra. Ele não conseguia 
obedecer à ordem das setas, pois continuava contido pela linha que delimitava o 
círculo. 
 Coisa idêntica dizia o segundo desenho, agora com um traço, uma parede, um muro, 
impedindo-o de obedecer ao comando das setas. 
 Pode até ser que o homem, através de seus desenhos estivesse desenvolvendo uma 
teoria filosófica sobre a incomunicabilidade dos seres humanos. Que, se por um lado 
não conseguem viver sozinhos (significado das setas instando à comunicação), por 
outro lado não conseguem se entender (significado dos círculos e dos traços 
impeditivos). 
 Avançando nessa teoria, chegaríamos à conclusão de que tudo o que é coletivo 
resvala no pessoal. Assim como os desenhos do homem, tão íntimos e pessoais, 
destinavam-se a quem quer que passasse naquela exata calçada de Ipanema. 
Adaptado de: https://www.marinacolasanti.com/2021/09/filosofiaem-dois-
desenhos.html [Fragmentos]. Acesso em: 18 set. 2021. 
16 
Considerando os aspectos relacionados à organização das informações, à estruturação 
do texto de apoio e aos sentidos por ele expressos, julgue o seguinte item.No último parágrafo do texto, o conector “assim” é utilizado com valor conclusivo, 
encerrando o raciocínio da autora, e poderia ser substituído por “dessa forma”, sem 
acarretar prejuízos de sentido ao texto. 
( ) Certo 
( ) Errado 
23ª/ Banca: FGV / Órgão: TJ-RS / Cargo: Oficial de Justiça 
Dvorak aproximou-se do alto da colina e debruçou-se sobre uma pequena pedra para 
olhar a paisagem abaixo. Observou que havia uma grande caverna, cercada de 
vegetação, mas não conseguiu identificar a entrada. Fez um sinal para que o grupo o 
acompanhasse e começou a descer cuidadosamente a encosta. 
Acima aparece um pequeno texto narrativo; a frase, retirada desse texto, que mostra 
valor descritivo é: 
a) Dvorak aproximou-se do alto da colina;
b) debruçou-se sobre uma pequena pedra;
c) havia uma grande caverna, cercada de vegetação;
d) não conseguiu identificar a entrada;
e) Fez um sinal para que o grupo o acompanhasse.
24ª/ Banca: FGV / Órgão: MPE-RJ / Cargo: Analista do Ministério Público 
O segmento textual abaixo que deve ser classificado predominantemente como 
dissertativo-argumentativo é: 
a) “A cozinha feliz, que consiste no casamento de produtos naturais, um com o
outro, é a antítese da cozinha feita para impressionar”;
b) “Restaurante sofisticado: aquele que serve comida fria de propósito”;
c) “Aprendi que esparramar as ervilhas no prato dá a impressão de que você
comeu mais e, por isso, eu as esparramei”;
d) “Eu cozinho com vinho, às vezes até mesmo acrescento comida a ele”;
e) “A comida era belíssima: folhas verdes com cenouras amarelas, cercadas de
carne vermelha e pimentão verde”.
17 
25ª/ Banca: FGV / Órgão: Prefeitura de Salvador - BA / Cargo: Analista 
Analise a charge a seguir. 
Assinale a opção que indica uma manchete adequada a seu conteúdo. 
a) Balas perdidas matam crianças nas escolas.
b) A educação é uma arma contra a violência.
c) Todos contra a liberação das armas.
d) Estudantes reagem com violência contra os cortes.
e) Escolas públicas em perigo.
26ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEFAZ-AL / Cargo: Auditor Fiscal de Finanças 
Nenhuma figura é tão fascinante quanto o Falso Entendido. É o cara que não sabe 
nada de nada, mas sabe o jargão. E passa por autoridade no assunto. Um refinamento 
ainda maior da espécie é o tipo que não sabe o jargão, mas inventa. 
 — Ó, Matias, você que entende de mercado de capitais... 
 — Nem tanto, nem tanto... — Você, no momento, aconselharia que tipo de 
aplicação? 
 — Bom. Depende do yield pretendido, do throwback e do ciclo refratário. Na faixa 
de papéis top market — ou o que nós chamamos de topimarque —, o throwback recai 
sobre o repasse, e não sobre o release, entende? 
— Francamente, não. 
 Aí o Falso Entendido sorri com tristeza e abre os braços como quem diz “É difícil 
conversar com leigos...”. 
 Uma variação do Falso Entendido é o sujeito que sempre parece saber mais do que 
ele pode dizer. A conversa é sobre política, os boatos cruzam os ares, mas ele mantém 
18 
um discreto silêncio. Até que alguém pede a sua opinião, e ele pensa muito antes de 
decidir responder: 
 — Há muito mais coisa por trás disso do que você pensa... Ou então, e esta é mortal: 
 — Não é tão simples assim... 
 Faz-se aquele silêncio que precede as grandes revelações, mas o falso informado 
não diz nada. Fica subentendido que ele está protegendo as suas fontes em Brasília. E 
há o falso que interpreta. Para ele, tudo o que acontece deve ser posto na perspectiva 
de vastas transformações históricas que só ele está sacando. 
 — O avanço do socialismo na Europa ocorre em proporção direta ao declínio no uso 
de gordura animal nos países do Mercado Comum Europeu. Só não vê quem não quer. 
 E, se alguém quer mais detalhes sobre a sua insólita teoria, ele vê a pergunta como 
manifestação de uma hostilidade bastante significativa a interpretações não 
ortodoxas, e passa a interpretar os motivos de quem o questiona, invocando a Igreja 
medieval, os grandes hereges da história, os mistérios por trás da Reforma de Lutero. 
Luís Fernando Veríssimo. O jargão. In: As mentiras que os homens contam. 
Rio de Janeiro: Objetiva, 2001, p. 69-71 (com adaptações). 
A respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o item 
que se segue. 
O texto apresenta o personagem Matias como um exímio conhecedor de economia e 
finanças. 
( ) Certo 
( ) Errado 
27ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Prefeitura de Osasco - SP / Cargo: Oficial de Escola 
Leia o texto de Marcos Rey, para responder à questão. 
O coração roubado 
 Eu cursava o último ano do primário e como já estava com o diplominha garantido, 
meu pai me deu um presente muito cobiçado: “O coração”, famoso livro do escritor 
italiano Edmondo de Amicis, best-seller1 do gênero infantojuvenil. À página de 
abertura, lá estava a dedicatória do velho com sua inconfundível letra esparramada. 
Como todos os garotos da época, apaixonei-me por aquela obra-prima, tanto que a 
levava ao grupo escolar para reler trechos no recreio. 
 Justamente no último dia de aula, o das despedidas, após a festinha de formatura, 
voltei para a classe a fim de reunir meus objetos escolares, antes do adeus. Mas onde 
estava “O coração”? Onde? Desaparecera. Tremendo choque. Algum colega na certa o 
furtara. Não teria coragem de aparecer em casa sem ele. 
 Ia informar à diretora quando, passando pelas carteiras, vi o livro bem escondido 
sob uma pasta escolar. Mas era lá que se sentava o Plínio, não era? Plínio, o primeiro 
da classe em aplicação e comportamento, o exemplo para todos nós. Inclusive o mais 
bem limpinho, o mais bem penteadinho, o mais tudo. Confesso, hesitei2 . Desmascarar 
19 
um ídolo? Então peguei o exemplar e o guardei na minha pasta. Caladão. Sem revelar a 
ninguém o acontecido. 
 Passados muitos anos, reconheci o retrato de Plínio num jornal. Advogado, fazia 
rápida carreira na Justiça. 
 E, quando o desembargador Plínio já estava aposentado, mudei-me para meu 
endereço atual. Durante a mudança, alguns livros despencaram de uma estante 
improvisada. Um deles era “O coração”. Saudades. Havia quantos anos não o abria? 
Lembrei-me da dedicatória do meu falecido pai. Procurei e não a encontrei. Teria a 
tinta se apagado? Na página seguinte havia uma dedicatória. Mas não reconheci a 
caligrafia paterna: “Ao meu querido filho Plínio, com todo o amor e carinho de seu 
pai”. 
(Coleção Melhores Crônicas – Marcos Rey. Seleção Anna Maria Martins. Global, 2010. 
Adaptado) 
1 best-seller: livro que é sucesso de vendas 
2 hesitei: fiquei na dúvida 
O trecho do texto que evidencia uma das ações do autor ao retornar à sala de aula é: 
a) …“O coração”, famoso livro do escritor italiano Edmondo de Amicis, best-seller
do gênero infanto-juvenil. (1º parágrafo)
b) Mas onde estava “O coração”? Onde? Desaparecera. (2º parágrafo)
c) Plínio, o primeiro da classe em aplicação e comportamento, o exemplo para
todos nós. (3º parágrafo)
d) Então peguei o exemplar e o guardei na minha pasta. (3º parágrafo)
e) Durante a mudança, alguns livros despencaram de uma estante improvisada.
(último parágrafo)
28ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Prefeitura de Osasco - SP / Cargo: Oficial de Escola 
Leia o texto de Marcos Rey, para responder à questão. 
O coração roubado 
 Eu cursava o último ano do primário e como já estava com o diplominha garantido, 
meu pai me deu um presente muito cobiçado: “O coração”, famoso livro do escritor 
italiano Edmondo de Amicis, best-seller1 do gênero infantojuvenil. À página de 
abertura, lá estava a dedicatória do velho com sua inconfundível letra esparramada. 
Como todos os garotos da época, apaixonei-me por aquela obra-prima, tanto que a 
levava ao grupo escolar para reler trechos no recreio. 
 Justamente no último dia de aula, o das despedidas, após a festinha de formatura, 
voltei para a classe a fim de reunir meus objetos escolares, antes do adeus. Mas onde 
20 
estava “O coração”? Onde? Desaparecera. Tremendo choque. Algum colegana certa o 
furtara. Não teria coragem de aparecer em casa sem ele. 
 Ia informar à diretora quando, passando pelas carteiras, vi o livro bem escondido 
sob uma pasta escolar. Mas era lá que se sentava o Plínio, não era? Plínio, o primeiro 
da classe em aplicação e comportamento, o exemplo para todos nós. Inclusive o mais 
bem limpinho, o mais bem penteadinho, o mais tudo. Confesso, hesitei2 . Desmascarar 
um ídolo? Então peguei o exemplar e o guardei na minha pasta. Caladão. Sem revelar a 
ninguém o acontecido. 
 Passados muitos anos, reconheci o retrato de Plínio num jornal. Advogado, fazia 
rápida carreira na Justiça. 
 E, quando o desembargador Plínio já estava aposentado, mudei-me para meu 
endereço atual. Durante a mudança, alguns livros despencaram de uma estante 
improvisada. Um deles era “O coração”. Saudades. Havia quantos anos não o abria? 
Lembrei-me da dedicatória do meu falecido pai. Procurei e não a encontrei. Teria a 
tinta se apagado? Na página seguinte havia uma dedicatória. Mas não reconheci a 
caligrafia paterna: “Ao meu querido filho Plínio, com todo o amor e carinho de seu 
pai”. 
(Coleção Melhores Crônicas – Marcos Rey. Seleção Anna Maria Martins. Global, 2010. 
Adaptado) 
1 best-seller: livro que é sucesso de vendas 
2 hesitei: fiquei na dúvida 
No terceiro parágrafo, ao se questionar se deveria “desmascarar um ídolo”, o autor 
evidencia 
a) seu medo de enfrentar a reação do pai, uma pessoa bastante severa.
b) sua convicção absoluta de que deveria denunciar o colega.
c) seu ódio por Plínio, colega que o desprezava na escola.
d) sua incerteza em relação a que atitude tomar naquele momento.
e) seu prazer de ridicularizar o colega, já que Plínio era aluno negligente.
29ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEDUC-AL / Cargo: Professor – Sociologia 
Oh, Deus, meu Deus, que misérias e enganos não experimentei, quando simples 
criança me propunham vida reta e obediência aos mestres, a fim de mais tarde brilhar 
no mundo e me ilustrar nas artes da língua, servil instrumento da ambição e da cobiça 
dos homens. 
 Fui mandado à escola para aprender as primeiras letras, cuja utilidade eu, infeliz, 
ignorava. Todavia, batiam-me se no estudo me deixava levar pela preguiça. As pessoas 
grandes louvavam esta severidade. Muitos dos nossos predecessores na vida tinham 
traçado estas vias dolorosas, por onde éramos obrigados a caminhar, multiplicando os 
21 
trabalhos e as dores aos filhos de Adão. Encontrei, porém, Senhor, homens que Vos 
imploravam, e deles aprendi, na medida em que me foi possível, que éreis alguma 
coisa de grande e que podíeis, apesar de invisível aos sentidos, ouvir-nos e socorrer-
nos. 
 Ainda menino, comecei a rezar-Vos como a “meu auxílio e refúgio”, desembaraçando-
me das peias da língua para Vos invocar. Embora criança, mas com ardente fervor, 
pedia-Vos que na escola não fosse açoitado. 
 Quando me não atendíeis — “o que era para meu proveito” —, as pessoas mais 
velhas e até os meus próprios pais, que, afinal, me não desejavam mal, riam-se dos 
açoites — o meu maior e mais penoso suplício. 
 Contudo, pecava por negligência, escrevendo, lendo e aprendendo as lições com 
menos cuidado do que de nós exigiam. 
 Senhor, não era a memória ou a inteligência que me faltavam, pois me dotastes com 
o suficiente para aquela idade. Mas gostava de jogar, e aqueles que me castigavam
procediam de modo idêntico! As ninharias, porém, dos homens chamam-se negócios;
e as dos meninos, sendo da mesma natureza, são punidas pelos grandes, sem que
ninguém se compadeça da criança, nem do homem, nem de ambos.
Santo Agostinho. Confissões. Montecristo Editora. Edição do Kindle, p. 23-24 (com 
adaptações). 
Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue os itens a 
seguir. 
No quinto parágrafo, o narrador afirma que quem lhe aplicava os castigos físicos na 
escola “pecava por negligência”. 
( ) Certo 
( ) Errado 
30ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEDUC-AL / Cargo: Professor – Sociologia 
Oh, Deus, meu Deus, que misérias e enganos não experimentei, quando simples 
criança me propunham vida reta e obediência aos mestres, a fim de mais tarde brilhar 
no mundo e me ilustrar nas artes da língua, servil instrumento da ambição e da cobiça 
dos homens. 
 Fui mandado à escola para aprender as primeiras letras, cuja utilidade eu, infeliz, 
ignorava. Todavia, batiam-me se no estudo me deixava levar pela preguiça. As pessoas 
grandes louvavam esta severidade. Muitos dos nossos predecessores na vida tinham 
traçado estas vias dolorosas, por onde éramos obrigados a caminhar, multiplicando os 
trabalhos e as dores aos filhos de Adão. Encontrei, porém, Senhor, homens que Vos 
imploravam, e deles aprendi, na medida em que me foi possível, que éreis alguma 
coisa de grande e que podíeis, apesar de invisível aos sentidos, ouvir-nos e socorrer-
nos. 
 Ainda menino, comecei a rezar-Vos como a “meu auxílio e refúgio”, desembaraçando-
me das peias da língua para Vos invocar. Embora criança, mas com ardente fervor, 
pedia-Vos que na escola não fosse açoitado. 
22 
 Quando me não atendíeis — “o que era para meu proveito” —, as pessoas mais 
velhas e até os meus próprios pais, que, afinal, me não desejavam mal, riam-se dos 
açoites — o meu maior e mais penoso suplício. 
 Contudo, pecava por negligência, escrevendo, lendo e aprendendo as lições com 
menos cuidado do que de nós exigiam. 
 Senhor, não era a memória ou a inteligência que me faltavam, pois me dotastes com 
o suficiente para aquela idade. Mas gostava de jogar, e aqueles que me castigavam
procediam de modo idêntico! As ninharias, porém, dos homens chamam-se negócios;
e as dos meninos, sendo da mesma natureza, são punidas pelos grandes, sem que
ninguém se compadeça da criança, nem do homem, nem de ambos.
Santo Agostinho. Confissões. Montecristo Editora. Edição do Kindle, p. 23-24 (com 
adaptações). 
Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue os itens a 
seguir. 
Infere-se do trecho “Embora criança, mas com ardente fervor” (terceiro parágrafo) a 
ideia de que não é uma característica comum às crianças rezar fervorosamente. 
( ) Certo 
( ) Errado 
31ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRP - MA / Cargo: Auxiliar Administrativo 
Texto para o item. 
23 
Internet:<https://ecoassist.com.br/> (com adaptações). 
Com base no texto apresentado, julgue o item. 
Conforme o texto, o lixo eletrônico gera um impacto ambiental principalmente porque 
materiais como plástico, metais e vidro não se decompõem na natureza. 
( ) Certo 
( ) Errado 
32ª/ Banca: CESGRANRIO / Órgão: Caixa / Cargo: Técnico Bancário 
24 
BANCO CENTRAL DO BRASIL. Caderno de Educação 
Financeira – Gestão de Finanças Pessoais. Brasília: BCB, 
2013. p. 12. Adaptado. 
O texto tem o objetivo primordial de 
a) ensinar a gerir as finanças pessoais de maneira eficaz.
b) sensibilizar sobre a importância da educação financeira.
c) prevenir quanto aos perigos do acesso facilitado ao crédito.
d) alertar para a complexidade maior do mundo financeiro atual.
e) sugerir a incorporação do hábito de elaborar orçamento familiar.
25 
33ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PRF / Cargo: Policial Rodoviário Federal 
Texto 1A18-I 
 Nos Estados Unidos da América, no século XIX, a passagem da polícia do sistema de 
justiça para o de governo da cidade significou também a passagem da noção de caça 
aos criminosos para a prevenção dos crimes, em um deslocamento do ato para o ator. 
Como na Europa, a ênfase na prevenção teria representado nova atitude diante do 
controle social, com o desenvolvimento pela polícia de uma habilidade específica, a de 
explicar e prevenir o comportamento criminoso. Isso acabou redundando no foco nas 
“classes perigosas”, ou seja, em setores específicos da sociedade vistos como 
produtores de comportamento criminoso. Nesse processo, desenvolveram-se os vários 
campos de saber vinculados aos sistemas de justiça criminal, polícia e prisão, voltadospara a identificação, para a explicação e para a prevenção do comportamento 
criminoso, agora visto como “desviante”, como a medicina legal, a psiquiatria e, 
especialmente, a criminologia. 
 Na Europa ocidental, as novas instituições estatais de vigilância deveriam controlar 
o exercício da força em sociedades em que os níveis de violência física nas relações
interpessoais e do Estado com a sociedade estavam em declínio. De acordo com a
difundida teoria do processo civilizador, de Norbert Elias, no Ocidente moderno, a
agressividade, assim como outras emoções e prazeres, foi domada, “refinada” e
“civilizada”. O autor estabelece um contraste entre a violência “franca e desinibida” do
período medieval, que não excluía ninguém da vida social e era socialmente permitida
e até certo ponto necessária, e o autocontrole e a moderação das emoções que
acabaram por se impor na modernidade. A conversão do controle que se exercia por
terceiros no autocontrole é relacionada à organização e à estabilização de Estados
modernos, nos quais a monopolização da força física em órgãos centrais permitiu a
criação de espaços pacificados. Em tais espaços, os indivíduos passaram a ser
submetidos a regras e leis mais rigorosas, mas ficaram mais protegidos da irrupção da
violência na sua vida, na medida em que as ameaças físicas tornaram-se
despersonalizadas e monopolizadas por especialistas.
Considerando os sentidos e os aspectos linguísticos do texto 1A18-I, julgue o item que 
se segue. 
A coerência e os sentidos do texto seriam mantidos caso fosse suprimido o artigo “os”, 
no trecho “desenvolveram-se os vários campos de saber”, no último período do 
primeiro parágrafo. 
( ) Certo 
( ) Errado 
34ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PRF / Cargo: Policial Rodoviário Federal 
Texto 1A18-I 
26 
 Nos Estados Unidos da América, no século XIX, a passagem da polícia do sistema de 
justiça para o de governo da cidade significou também a passagem da noção de caça 
aos criminosos para a prevenção dos crimes, em um deslocamento do ato para o ator. 
Como na Europa, a ênfase na prevenção teria representado nova atitude diante do 
controle social, com o desenvolvimento pela polícia de uma habilidade específica, a de 
explicar e prevenir o comportamento criminoso. Isso acabou redundando no foco nas 
“classes perigosas”, ou seja, em setores específicos da sociedade vistos como 
produtores de comportamento criminoso. Nesse processo, desenvolveram-se os vários 
campos de saber vinculados aos sistemas de justiça criminal, polícia e prisão, voltados 
para a identificação, para a explicação e para a prevenção do comportamento 
criminoso, agora visto como “desviante”, como a medicina legal, a psiquiatria e, 
especialmente, a criminologia. 
 Na Europa ocidental, as novas instituições estatais de vigilância deveriam controlar 
o exercício da força em sociedades em que os níveis de violência física nas relações
interpessoais e do Estado com a sociedade estavam em declínio. De acordo com a
difundida teoria do processo civilizador, de Norbert Elias, no Ocidente moderno, a
agressividade, assim como outras emoções e prazeres, foi domada, “refinada” e
“civilizada”. O autor estabelece um contraste entre a violência “franca e desinibida” do
período medieval, que não excluía ninguém da vida social e era socialmente permitida
e até certo ponto necessária, e o autocontrole e a moderação das emoções que
acabaram por se impor na modernidade. A conversão do controle que se exercia por
terceiros no autocontrole é relacionada à organização e à estabilização de Estados
modernos, nos quais a monopolização da força física em órgãos centrais permitiu a
criação de espaços pacificados. Em tais espaços, os indivíduos passaram a ser
submetidos a regras e leis mais rigorosas, mas ficaram mais protegidos da irrupção da
violência na sua vida, na medida em que as ameaças físicas tornaram-se
despersonalizadas e monopolizadas por especialistas.
Considerando os sentidos e os aspectos linguísticos do texto 1A18-I, julgue o item que 
se segue. 
O trecho “A conversão do controle que se exercia por terceiros no autocontrole é 
relacionada à organização e à estabilização de Estados modernos” poderia ser 
reescrito da seguinte forma, sem prejuízo para os sentidos e para a correção 
gramatical do texto: Converter o controle efetuado por terceiros a autocontrole 
concatena a organização e estabilização dos Estados do mundo moderno. 
( ) Certo 
( ) Errado 
35ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PRF / Cargo: Policial Rodoviário Federal 
Texto 1A18-I 
27 
 Nos Estados Unidos da América, no século XIX, a passagem da polícia do sistema de 
justiça para o de governo da cidade significou também a passagem da noção de caça 
aos criminosos para a prevenção dos crimes, em um deslocamento do ato para o ator. 
Como na Europa, a ênfase na prevenção teria representado nova atitude diante do 
controle social, com o desenvolvimento pela polícia de uma habilidade específica, a de 
explicar e prevenir o comportamento criminoso. Isso acabou redundando no foco nas 
“classes perigosas”, ou seja, em setores específicos da sociedade vistos como 
produtores de comportamento criminoso. Nesse processo, desenvolveram-se os vários 
campos de saber vinculados aos sistemas de justiça criminal, polícia e prisão, voltados 
para a identificação, para a explicação e para a prevenção do comportamento 
criminoso, agora visto como “desviante”, como a medicina legal, a psiquiatria e, 
especialmente, a criminologia. 
 Na Europa ocidental, as novas instituições estatais de vigilância deveriam controlar 
o exercício da força em sociedades em que os níveis de violência física nas relações
interpessoais e do Estado com a sociedade estavam em declínio. De acordo com a
difundida teoria do processo civilizador, de Norbert Elias, no Ocidente moderno, a
agressividade, assim como outras emoções e prazeres, foi domada, “refinada” e
“civilizada”. O autor estabelece um contraste entre a violência “franca e desinibida” do
período medieval, que não excluía ninguém da vida social e era socialmente permitida
e até certo ponto necessária, e o autocontrole e a moderação das emoções que
acabaram por se impor na modernidade. A conversão do controle que se exercia por
terceiros no autocontrole é relacionada à organização e à estabilização de Estados
modernos, nos quais a monopolização da força física em órgãos centrais permitiu a
criação de espaços pacificados. Em tais espaços, os indivíduos passaram a ser
submetidos a regras e leis mais rigorosas, mas ficaram mais protegidos da irrupção da
violência na sua vida, na medida em que as ameaças físicas tornaram-se
despersonalizadas e monopolizadas por especialistas.
Considerando os sentidos e os aspectos linguísticos do texto 1A18-I, julgue o item que 
se segue. 
A correção gramatical do último período do texto seria mantida, embora seu sentido 
original fosse prejudicado, se a locução “na medida em que” fosse substituída por à 
medida que e a vírgula empregada logo após “vida” fosse suprimida. 
( ) Certo 
( ) Errado 
36ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PRF / Cargo: Policial Rodoviário Federal 
Texto 1A18-I 
 Nos Estados Unidos da América, no século XIX, a passagem da polícia do sistema de 
justiça para o de governo da cidade significou também a passagem da noção de caça 
aos criminosos para a prevenção dos crimes, em um deslocamento do ato para o ator. 
Como na Europa, a ênfase na prevenção teria representado nova atitude diante do 
controle social, com o desenvolvimento pela polícia de uma habilidade específica, a de 
28 
explicar e prevenir o comportamento criminoso. Isso acabou redundando no foco nas 
“classes perigosas”, ou seja, em setores específicos da sociedade vistos como 
produtores de comportamento criminoso. Nesse processo, desenvolveram-se os vários 
campos de saber vinculados aos sistemas de justiça criminal, polícia e prisão, voltados 
para a identificação, para a explicação e para a prevenção do comportamento 
criminoso, agora vistocomo “desviante”, como a medicina legal, a psiquiatria e, 
especialmente, a criminologia. 
 Na Europa ocidental, as novas instituições estatais de vigilância deveriam controlar 
o exercício da força em sociedades em que os níveis de violência física nas relações
interpessoais e do Estado com a sociedade estavam em declínio. De acordo com a
difundida teoria do processo civilizador, de Norbert Elias, no Ocidente moderno, a
agressividade, assim como outras emoções e prazeres, foi domada, “refinada” e
“civilizada”. O autor estabelece um contraste entre a violência “franca e desinibida” do
período medieval, que não excluía ninguém da vida social e era socialmente permitida
e até certo ponto necessária, e o autocontrole e a moderação das emoções que
acabaram por se impor na modernidade. A conversão do controle que se exercia por
terceiros no autocontrole é relacionada à organização e à estabilização de Estados
modernos, nos quais a monopolização da força física em órgãos centrais permitiu a
criação de espaços pacificados. Em tais espaços, os indivíduos passaram a ser
submetidos a regras e leis mais rigorosas, mas ficaram mais protegidos da irrupção da
violência na sua vida, na medida em que as ameaças físicas tornaram-se
despersonalizadas e monopolizadas por especialistas.
Considerando os sentidos e os aspectos linguísticos do texto 1A18-I, julgue o item que 
se segue. 
O emprego do vocábulo “irrupção”, no último período do texto, indica que a violência 
atingia os indivíduos de forma súbita. 
( ) Certo 
( ) Errado 
37ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PRF / Cargo: Policial Rodoviário Federal 
Texto 1A18-I 
 Nos Estados Unidos da América, no século XIX, a passagem da polícia do sistema de 
justiça para o de governo da cidade significou também a passagem da noção de caça 
aos criminosos para a prevenção dos crimes, em um deslocamento do ato para o ator. 
Como na Europa, a ênfase na prevenção teria representado nova atitude diante do 
controle social, com o desenvolvimento pela polícia de uma habilidade específica, a de 
explicar e prevenir o comportamento criminoso. Isso acabou redundando no foco nas 
“classes perigosas”, ou seja, em setores específicos da sociedade vistos como 
produtores de comportamento criminoso. Nesse processo, desenvolveram-se os vários 
campos de saber vinculados aos sistemas de justiça criminal, polícia e prisão, voltados 
para a identificação, para a explicação e para a prevenção do comportamento 
29 
criminoso, agora visto como “desviante”, como a medicina legal, a psiquiatria e, 
especialmente, a criminologia. 
 Na Europa ocidental, as novas instituições estatais de vigilância deveriam controlar 
o exercício da força em sociedades em que os níveis de violência física nas relações
interpessoais e do Estado com a sociedade estavam em declínio. De acordo com a
difundida teoria do processo civilizador, de Norbert Elias, no Ocidente moderno, a
agressividade, assim como outras emoções e prazeres, foi domada, “refinada” e
“civilizada”. O autor estabelece um contraste entre a violência “franca e desinibida” do
período medieval, que não excluía ninguém da vida social e era socialmente permitida
e até certo ponto necessária, e o autocontrole e a moderação das emoções que
acabaram por se impor na modernidade. A conversão do controle que se exercia por
terceiros no autocontrole é relacionada à organização e à estabilização de Estados
modernos, nos quais a monopolização da força física em órgãos centrais permitiu a
criação de espaços pacificados. Em tais espaços, os indivíduos passaram a ser
submetidos a regras e leis mais rigorosas, mas ficaram mais protegidos da irrupção da
violência na sua vida, na medida em que as ameaças físicas tornaram-se
despersonalizadas e monopolizadas por especialistas.
Considerando os sentidos e os aspectos linguísticos do texto 1A18-I, julgue o item que 
se segue. 
Infere-se do segundo parágrafo do texto que a agressividade humana passou por um 
processo de transformação gradativo de perda de aspectos primitivos e animalescos. 
( ) Certo 
( ) Errado 
38ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PRF / Cargo: Policial Rodoviário Federal 
Texto 1A18-I 
 Nos Estados Unidos da América, no século XIX, a passagem da polícia do sistema de 
justiça para o de governo da cidade significou também a passagem da noção de caça 
aos criminosos para a prevenção dos crimes, em um deslocamento do ato para o ator. 
Como na Europa, a ênfase na prevenção teria representado nova atitude diante do 
controle social, com o desenvolvimento pela polícia de uma habilidade específica, a de 
explicar e prevenir o comportamento criminoso. Isso acabou redundando no foco nas 
“classes perigosas”, ou seja, em setores específicos da sociedade vistos como 
produtores de comportamento criminoso. Nesse processo, desenvolveram-se os vários 
campos de saber vinculados aos sistemas de justiça criminal, polícia e prisão, voltados 
para a identificação, para a explicação e para a prevenção do comportamento 
criminoso, agora visto como “desviante”, como a medicina legal, a psiquiatria e, 
especialmente, a criminologia. 
 Na Europa ocidental, as novas instituições estatais de vigilância deveriam controlar 
o exercício da força em sociedades em que os níveis de violência física nas relações
interpessoais e do Estado com a sociedade estavam em declínio. De acordo com a
difundida teoria do processo civilizador, de Norbert Elias, no Ocidente moderno, a
30 
agressividade, assim como outras emoções e prazeres, foi domada, “refinada” e 
“civilizada”. O autor estabelece um contraste entre a violência “franca e desinibida” do 
período medieval, que não excluía ninguém da vida social e era socialmente permitida 
e até certo ponto necessária, e o autocontrole e a moderação das emoções que 
acabaram por se impor na modernidade. A conversão do controle que se exercia por 
terceiros no autocontrole é relacionada à organização e à estabilização de Estados 
modernos, nos quais a monopolização da força física em órgãos centrais permitiu a 
criação de espaços pacificados. Em tais espaços, os indivíduos passaram a ser 
submetidos a regras e leis mais rigorosas, mas ficaram mais protegidos da irrupção da 
violência na sua vida, na medida em que as ameaças físicas tornaram-se 
despersonalizadas e monopolizadas por especialistas. 
Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto 1A18-I precedente, julgue o 
item a seguir. 
Conclui-se do texto que o monopólio da violência legítima pelo Estado deveu-se à 
necessidade de reação aos índices insustentáveis de violência física entre os 
indivíduos. 
( ) Certo 
( ) Errado 
39ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PRF / Cargo: Policial Rodoviário Federal 
Texto 1A18-I 
 Nos Estados Unidos da América, no século XIX, a passagem da polícia do sistema de 
justiça para o de governo da cidade significou também a passagem da noção de caça 
aos criminosos para a prevenção dos crimes, em um deslocamento do ato para o ator. 
Como na Europa, a ênfase na prevenção teria representado nova atitude diante do 
controle social, com o desenvolvimento pela polícia de uma habilidade específica, a de 
explicar e prevenir o comportamento criminoso. Isso acabou redundando no foco nas 
“classes perigosas”, ou seja, em setores específicos da sociedade vistos como 
produtores de comportamento criminoso. Nesse processo, desenvolveram-se os vários 
campos de saber vinculados aos sistemas de justiça criminal, polícia e prisão, voltados 
para a identificação, para a explicação e para a prevenção do comportamento 
criminoso, agora visto como “desviante”, como a medicina legal, a psiquiatria e, 
especialmente, a criminologia. 
 Na Europa ocidental, as novas instituições estatais de vigilância deveriam controlar 
o exercício da força em sociedades em que os níveis de violência física nas relações
interpessoais e do Estado com a sociedade estavam em declínio. De acordo com a
difundida teoria do processo civilizador, de Norbert Elias, no Ocidente moderno, a
agressividade,assim como outras emoções e prazeres, foi domada, “refinada” e
“civilizada”. O autor estabelece um contraste entre a violência “franca e desinibida” do
período medieval, que não excluía ninguém da vida social e era socialmente permitida
e até certo ponto necessária, e o autocontrole e a moderação das emoções que
acabaram por se impor na modernidade. A conversão do controle que se exercia por
31 
terceiros no autocontrole é relacionada à organização e à estabilização de Estados 
modernos, nos quais a monopolização da força física em órgãos centrais permitiu a 
criação de espaços pacificados. Em tais espaços, os indivíduos passaram a ser 
submetidos a regras e leis mais rigorosas, mas ficaram mais protegidos da irrupção da 
violência na sua vida, na medida em que as ameaças físicas tornaram-se 
despersonalizadas e monopolizadas por especialistas. 
Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto 1A18-I precedente, julgue o 
item a seguir. 
Depreende-se do segundo parágrafo do texto que a violência na era medieval era 
comum e socialmente aceita. 
( ) Certo 
( ) Errado 
40ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: CODEVASF / Cargo: Analista em 
Desenvolvimento Regional 
A história da irrigação se confunde, na maioria das vezes, com a história da 
agricultura e da prosperidade econômica de inúmeros povos. Muitas civilizações 
antigas se originaram assim, em regiões áridas, onde a produção só era possível com o 
uso da irrigação. 
 O Brasil, dotado de grandes áreas agricultáveis localizadas em regiões úmidas, não 
se baseou, no passado, na irrigação, embora haja registro de que, já em 1589, os 
jesuítas praticavam a técnica na antiga Fazenda Santa Cruz, no estado do Rio de 
Janeiro. Também na região mais seca do Nordeste e nos estados de Minas Gerais e São 
Paulo, era utilizada em culturas de cana-de-açúcar, batatinha, pomares e hortas. Em 
cafezais, seu emprego iniciou-se na década de 50 do século passado, com a utilização 
da aspersão, que se mostrou particularmente interessante, especialmente nas terras 
roxas do estado de São Paulo. 
 A irrigação, de caráter suplementar às chuvas, tem sido aplicada na região Centro-
Oeste do país, especialmente em culturas perenes. 
 Embora a região central do Brasil apresente boas médias anuais de precipitação 
pluviométrica, sua distribuição anual (concentrada no verão, sujeita a veranicos e 
escassa ou completamente ausente no inverno) permite, apenas, a prática de culturas 
anuais (arroz, milho, soja etc.), as quais podem se desenvolver no período chuvoso e 
encontrar no solo um suprimento adequado de água. 
 Já as culturas mais perenes (como café, citrus, cana-de-açúcar e pastagem) 
atravessam, no período seco, fases de sensível deficiência de água, pela limitada 
capacidade de armazenamento no solo, o que interrompe o desenvolvimento 
vegetativo e acarreta colheitas menores ou nulas. 
 A vantagem e a principal justificativa econômica da irrigação suplementar estão na 
garantia de safra, a despeito da incerteza das chuvas. 
 Na região Nordeste, a irrigação foi introduzida pelo governo federal e aparece 
vinculada ao abastecimento de água no Semiárido e a planos de desenvolvimento do 
vale do São Francisco. Ali, a irrigação é vista como importante medida para amenizar 
32 
os problemas advindos das secas periódicas, que acarretam sérias consequências 
econômicas e sociais. 
 No contexto das estratégias nacionais de desenvolvimento, um programa de 
irrigação pode contribuir para o equacionamento de um amplo conjunto de problemas 
estruturais. Com relação à geração de empregos diretos, a agricultura irrigada 
nordestina é mais intensiva do que nas outras regiões do país. Na região semiárida, em 
especial no vale do São Francisco, a irrigação tem destacado papel a cumprir, como, 
aliás, já ocorre em importantes polos agroindustriais da região Nordeste. 
 A irrigação constitui-se em uma das mais importantes tecnologias para o aumento 
da produtividade agrícola. Aliada a ela, uma série de práticas agronômicas deve ser 
devidamente considerada. 
No que se refere aos aspectos linguísticos e às ideias do texto apresentado, julgue o 
item que se segue. 
Infere-se do texto que a escassez de chuvas na região central do Brasil não permite a 
prática de culturas anuais sem o uso de tecnologias de irrigação. 
( ) Certo 
( ) Errado 
41ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: CODEVASF / Cargo: Analista em 
Desenvolvimento Regional 
A história da irrigação se confunde, na maioria das vezes, com a história da 
agricultura e da prosperidade econômica de inúmeros povos. Muitas civilizações 
antigas se originaram assim, em regiões áridas, onde a produção só era possível com o 
uso da irrigação. 
 O Brasil, dotado de grandes áreas agricultáveis localizadas em regiões úmidas, não 
se baseou, no passado, na irrigação, embora haja registro de que, já em 1589, os 
jesuítas praticavam a técnica na antiga Fazenda Santa Cruz, no estado do Rio de 
Janeiro. Também na região mais seca do Nordeste e nos estados de Minas Gerais e São 
Paulo, era utilizada em culturas de cana-de-açúcar, batatinha, pomares e hortas. Em 
cafezais, seu emprego iniciou-se na década de 50 do século passado, com a utilização 
da aspersão, que se mostrou particularmente interessante, especialmente nas terras 
roxas do estado de São Paulo. 
 A irrigação, de caráter suplementar às chuvas, tem sido aplicada na região Centro-
Oeste do país, especialmente em culturas perenes. 
 Embora a região central do Brasil apresente boas médias anuais de precipitação 
pluviométrica, sua distribuição anual (concentrada no verão, sujeita a veranicos e 
escassa ou completamente ausente no inverno) permite, apenas, a prática de culturas 
anuais (arroz, milho, soja etc.), as quais podem se desenvolver no período chuvoso e 
encontrar no solo um suprimento adequado de água. 
 Já as culturas mais perenes (como café, citrus, cana-de-açúcar e pastagem) 
atravessam, no período seco, fases de sensível deficiência de água, pela limitada 
33 
capacidade de armazenamento no solo, o que interrompe o desenvolvimento 
vegetativo e acarreta colheitas menores ou nulas. 
 A vantagem e a principal justificativa econômica da irrigação suplementar estão na 
garantia de safra, a despeito da incerteza das chuvas. 
 Na região Nordeste, a irrigação foi introduzida pelo governo federal e aparece 
vinculada ao abastecimento de água no Semiárido e a planos de desenvolvimento do 
vale do São Francisco. Ali, a irrigação é vista como importante medida para amenizar 
os problemas advindos das secas periódicas, que acarretam sérias consequências 
econômicas e sociais. 
 No contexto das estratégias nacionais de desenvolvimento, um programa de 
irrigação pode contribuir para o equacionamento de um amplo conjunto de problemas 
estruturais. Com relação à geração de empregos diretos, a agricultura irrigada 
nordestina é mais intensiva do que nas outras regiões do país. Na região semiárida, em 
especial no vale do São Francisco, a irrigação tem destacado papel a cumprir, como, 
aliás, já ocorre em importantes polos agroindustriais da região Nordeste. 
 A irrigação constitui-se em uma das mais importantes tecnologias para o aumento 
da produtividade agrícola. Aliada a ela, uma série de práticas agronômicas deve ser 
devidamente considerada. 
No que se refere aos aspectos linguísticos e às ideias do texto apresentado, julgue o 
item que se segue. 
De acordo com o texto, a irrigação constitui uma das mais importantes tecnologias 
para o aumento da produtividade agrícola, especialmente no cultivo de culturas 
perenes. 
( ) Certo 
( ) Errado 
42ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: CODEVASF / Cargo: Analista em 
Desenvolvimento Regional 
A história da irrigação se confunde, na maioria das vezes, com a história da 
agricultura e da prosperidade econômica de inúmeros povos. Muitas civilizações 
antigas se originaram assim, em regiões áridas, onde a produção só era possível com o 
uso da irrigação. 
 O Brasil,dotado de grandes áreas agricultáveis localizadas em regiões úmidas, não 
se baseou, no passado, na irrigação, embora haja registro de que, já em 1589, os 
jesuítas praticavam a técnica na antiga Fazenda Santa Cruz, no estado do Rio de 
Janeiro. Também na região mais seca do Nordeste e nos estados de Minas Gerais e São 
Paulo, era utilizada em culturas de cana-de-açúcar, batatinha, pomares e hortas. Em 
cafezais, seu emprego iniciou-se na década de 50 do século passado, com a utilização 
da aspersão, que se mostrou particularmente interessante, especialmente nas terras 
roxas do estado de São Paulo. 
 A irrigação, de caráter suplementar às chuvas, tem sido aplicada na região Centro-
Oeste do país, especialmente em culturas perenes. 
34 
 Embora a região central do Brasil apresente boas médias anuais de precipitação 
pluviométrica, sua distribuição anual (concentrada no verão, sujeita a veranicos e 
escassa ou completamente ausente no inverno) permite, apenas, a prática de culturas 
anuais (arroz, milho, soja etc.), as quais podem se desenvolver no período chuvoso e 
encontrar no solo um suprimento adequado de água. 
 Já as culturas mais perenes (como café, citrus, cana-de-açúcar e pastagem) 
atravessam, no período seco, fases de sensível deficiência de água, pela limitada 
capacidade de armazenamento no solo, o que interrompe o desenvolvimento 
vegetativo e acarreta colheitas menores ou nulas. 
 A vantagem e a principal justificativa econômica da irrigação suplementar estão na 
garantia de safra, a despeito da incerteza das chuvas. 
 Na região Nordeste, a irrigação foi introduzida pelo governo federal e aparece 
vinculada ao abastecimento de água no Semiárido e a planos de desenvolvimento do 
vale do São Francisco. Ali, a irrigação é vista como importante medida para amenizar 
os problemas advindos das secas periódicas, que acarretam sérias consequências 
econômicas e sociais. 
 No contexto das estratégias nacionais de desenvolvimento, um programa de 
irrigação pode contribuir para o equacionamento de um amplo conjunto de problemas 
estruturais. Com relação à geração de empregos diretos, a agricultura irrigada 
nordestina é mais intensiva do que nas outras regiões do país. Na região semiárida, em 
especial no vale do São Francisco, a irrigação tem destacado papel a cumprir, como, 
aliás, já ocorre em importantes polos agroindustriais da região Nordeste. 
 A irrigação constitui-se em uma das mais importantes tecnologias para o aumento 
da produtividade agrícola. Aliada a ela, uma série de práticas agronômicas deve ser 
devidamente considerada. 
No que se refere aos aspectos linguísticos e às ideias do texto apresentado, julgue o 
item que se segue. 
No último parágrafo do texto, o pronome “ela”, em “Aliada a ela”, refere-se à 
expressão “produtividade agrícola”. 
( ) Certo 
( ) Errado 
43ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: IBGE / Cargo: Agente de Pesquisas e 
Mapeamento 
Texto 1A2-II 
 Quando a covid-19 começou a se espalhar pelo Brasil em março de 2020 e exigiu a 
adoção de medidas mais restritivas, especialistas em saúde mental passaram a usar o 
termo “quarta onda” para se referir à avalanche de novos casos de depressão, 
ansiedade e outros transtornos psiquiátricos que viriam pela frente. 
 Mas, contrariando todas as expectativas, os primeiros 12 meses pandêmicos não 
resultaram em mais diagnósticos dessas doenças: estudos publicados em março de 
35 
2021 indicam que os números de indivíduos acometidos tiveram até uma ligeira subida 
no início da crise, mas depois eles se mantiveram estáveis dali em diante. 
 Outros achados recentes também apontam que políticas mais extremas como o 
lockdown, adotadas em vários países e tão necessárias para achatar as curvas de 
contágio e evitar o colapso dos sistemas de saúde, não resultaram numa piora do bem-
estar nem no aumento dos casos de suicídio. 
 O que as pesquisas mais recentes nos apontam é que, ao menos em 2020, aquela 
“quarta onda” de transtornos mentais que era prevista pelos especialistas não 
aconteceu na prática graças à resiliência do ser humano e a despeito de uma piora na 
qualidade de vida e de um esperado aumento de sentimentos como tristeza, 
frustração, raiva e nervosismo. 
 Em todo caso, é preciso destacar que alguns grupos foram mais atingidos que 
outros, como é o caso dos profissionais da saúde e das mulheres, que precisaram lidar 
com a sobrecarga de trabalho. 
No segundo parágrafo do texto 1A2-II, o pronome “eles” faz referência a 
a) “os primeiros 12 meses pandêmicos”.
b) “diagnósticos dessas doenças”.
c) “estudos publicados em março de 2021”.
d) “números de indivíduos acometidos”.
e) “indivíduos acometidos”.
44ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: IBGE / Cargo: Agente de Pesquisas e 
Mapeamento 
Texto 1A2-II 
 Quando a covid-19 começou a se espalhar pelo Brasil em março de 2020 e exigiu a 
adoção de medidas mais restritivas, especialistas em saúde mental passaram a usar o 
termo “quarta onda” para se referir à avalanche de novos casos de depressão, 
ansiedade e outros transtornos psiquiátricos que viriam pela frente. 
 Mas, contrariando todas as expectativas, os primeiros 12 meses pandêmicos não 
resultaram em mais diagnósticos dessas doenças: estudos publicados em março de 
2021 indicam que os números de indivíduos acometidos tiveram até uma ligeira subida 
no início da crise, mas depois eles se mantiveram estáveis dali em diante. 
 Outros achados recentes também apontam que políticas mais extremas como o 
lockdown, adotadas em vários países e tão necessárias para achatar as curvas de 
contágio e evitar o colapso dos sistemas de saúde, não resultaram numa piora do bem-
estar nem no aumento dos casos de suicídio. 
 O que as pesquisas mais recentes nos apontam é que, ao menos em 2020, aquela 
“quarta onda” de transtornos mentais que era prevista pelos especialistas não 
36 
aconteceu na prática graças à resiliência do ser humano e a despeito de uma piora na 
qualidade de vida e de um esperado aumento de sentimentos como tristeza, 
frustração, raiva e nervosismo. 
 Em todo caso, é preciso destacar que alguns grupos foram mais atingidos que 
outros, como é o caso dos profissionais da saúde e das mulheres, que precisaram lidar 
com a sobrecarga de trabalho. 
De acordo com o texto 1A2-II, as mulheres e os profissionais de saúde 
a) devem ser acompanhados por profissionais da área da saúde para não
desenvolverem transtornos mentais sérios em razão da pandemia.
b) fazem parte dos grupos mais atingidos pela pandemia em termos de saúde
mental.
c) são os grupos mais propensos a desenvolver algum tipo de transtorno mental.
d) gerenciam melhor sentimentos como tristeza, frustração, raiva e nervosismo.
e) são mais resilientes que os demais indivíduos.
45ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: IBGE / Cargo: Agente de Pesquisas e 
Mapeamento 
Texto 1A2-II 
 Quando a covid-19 começou a se espalhar pelo Brasil em março de 2020 e exigiu a 
adoção de medidas mais restritivas, especialistas em saúde mental passaram a usar o 
termo “quarta onda” para se referir à avalanche de novos casos de depressão, 
ansiedade e outros transtornos psiquiátricos que viriam pela frente. 
 Mas, contrariando todas as expectativas, os primeiros 12 meses pandêmicos não 
resultaram em mais diagnósticos dessas doenças: estudos publicados em março de 
2021 indicam que os números de indivíduos acometidos tiveram até uma ligeira subida 
no início da crise, mas depois eles se mantiveram estáveis dali em diante. 
 Outros achados recentes também apontam que políticas mais extremas como o 
lockdown, adotadas em vários países e tão necessárias para achatar as curvas de 
contágio e evitar o colapso dos sistemas de saúde, não resultaram numa piora do bem-
estar nem no aumento dos casos de suicídio. 
 O que as pesquisas mais recentes nos apontam é que, ao menos em 2020, aquela 
“quarta onda” de transtornos mentais que era prevista pelos especialistas não 
aconteceu na prática graças à resiliênciado ser humano e a despeito de uma piora na 
qualidade de vida e de um esperado aumento de sentimentos como tristeza, 
frustração, raiva e nervosismo. 
 Em todo caso, é preciso destacar que alguns grupos foram mais atingidos que 
outros, como é o caso dos profissionais da saúde e das mulheres, que precisaram lidar 
com a sobrecarga de trabalho. 
37 
Segundo o texto 1A2-II, a ‘quarta onda’ refere-se 
a) ao quarto aumento seguido do número de casos de coronavírus no Brasil.
b) aos problemas mentais que vêm acarretando o suicídio desde o início da
pandemia.
c) aos novos casos de depressão, ansiedade e outros transtornos psiquiátricos
decorrentes da pandemia de coronavírus.
d) à piora na qualidade de vida e ao aumento de sentimentos como tristeza,
frustração, raiva e nervosismo durante a pandemia.
e) aos casos de depressão, ansiedade e outros transtornos psiquiátricos
característicos do modo de vida do século XXI.
46ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: IBGE / Cargo: Agente de Pesquisas e 
Mapeamento 
Texto 1A2-I 
 A revista The Lancet publicou no dia 14 de julho de 2020 um artigo em que 
apresenta novas projeções para a população mundial e para os diversos países. Os 
pesquisadores do Instituto de Métricas e Avaliação de Saúde da Universidade de 
Washington (IHME, na sigla em inglês) sugerem números para a população humana do 
planeta em 2100 que são menores do que o cenário médio apresentado em 2019 pela 
Divisão de População da ONU (que é a referência maior nesta área de projeções 
demográficas). 
 Segundo o artigo, o maior nível educacional das mulheres e o maior acesso aos 
métodos contraceptivos acelerarão a redução das taxas de fecundidade, gerando um 
crescimento demográfico global mais lento. 
 Se este cenário acontecer de fato, será um motivo de comemoração, pois a redução 
do ritmo de crescimento demográfico não aconteceria pelo lado da mortalidade, mas 
sim pelo lado da natalidade e, principalmente, em decorrência do empoderamento das 
mulheres, da universalização dos direitos sexuais e reprodutivos e do aumento do 
bem-estar geral dos cidadãos e das cidadãs da comunidade internacional. 
 De modo geral, a imprensa tratou as novas projeções como uma grande novidade, 
dizendo que a população mundial não ultrapassará 10 bilhões de pessoas até o final do 
século e que, no caso do Brasil, a população apresentará uma queda de 50 milhões de 
pessoas na segunda metade do corrente século. 
 Na verdade, isto não é totalmente novidade, pois a possibilidade de uma população 
bem abaixo de 10 bilhões de pessoas já era prevista. Diante das incertezas, 
normalmente, elaboram-se cenários para o futuro com amplo leque de variação. A 
Divisão de População da ONU, por exemplo, tem vários números para o montante de 
habitantes em 2100, que variam entre 7 bilhões e 16 bilhões. 
38 
De acordo com o texto 1A2-I, o possível crescimento demográfico global mais lento 
representaria 
a) um efeito positivo do empoderamento das mulheres, da universalização dos
direitos sexuais e reprodutivos e do aumento do bem-estar geral dos cidadãos
e das cidadãs da comunidade internacional.
b) um efeito negativo do empoderamento das mulheres, da universalização dos
direitos sexuais e reprodutivos e do aumento do bem-estar geral dos cidadãos
e das cidadãs da comunidade internacional.
c) um efeito positivo já há muito esperado pelos governantes dos países mais
populosos do mundo, dada a dificuldade de combate à extrema pobreza nesses
locais.
d) um efeito negativo gerado pela capacidade cada vez mais prejudicada do ser
humano de se reproduzir, dados os problemas de saúde que a humanidade
vem enfrentando.
e) um efeito positivo decorrente do movimento feminista em todo o mundo, que
promoveu o empoderamento das mulheres.
47ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: IBGE / Cargo: Agente de Pesquisas e 
Mapeamento 
Texto 1A1-I 
 Estou escrevendo um livro sobre a guerra... 
 Eu, que nunca gostei de ler livros de guerra, ainda que, durante minha infância e 
juventude, essa fosse a leitura preferida de todo mundo. De todo mundo da minha 
idade. E isso não surpreende — éramos filhos da Vitória. Filhos dos vencedores. 
 Em nossa família, meu avô, pai da minha mãe, morreu no front; minha avó, mãe do 
meu pai, morreu de tifo; de seus três filhos, dois serviram no Exército e desapareceram 
nos primeiros meses da guerra, só um voltou. Meu pai. 
 Não sabíamos como era o mundo sem guerra, o mundo da guerra era o único que 
conhecíamos, e as pessoas da guerra eram as únicas que conhecíamos. Até agora não 
conheço outro mundo, outras pessoas. Por acaso existiram em algum momento? 
 A vila de minha infância depois da guerra era feminina. Das mulheres. Não me 
lembro de vozes masculinas. Tanto que isso ficou comigo: quem conta a guerra são as 
mulheres. Choram. Cantam enquanto choram. 
 Na biblioteca da escola, metade dos livros era sobre a guerra. Tanto na biblioteca 
rural quanto na do distrito, onde meu pai sempre ia pegar livros. Agora, tenho uma 
resposta, um porquê. Como ia ser por acaso? Estávamos o tempo todo em guerra ou 
nos preparando para ela. E rememorando como combatíamos. Nunca tínhamos vivido 
de outra forma, talvez nem saibamos como fazer isso. Não imaginamos outro modo de 
viver, teremos que passar um tempo aprendendo. 
39 
 Por muito tempo fui uma pessoa dos livros: a realidade me assustava e atraía. Desse 
desconhecimento da vida surgiu uma coragem. Agora penso: se eu fosse uma pessoa 
mais ligada à realidade, teria sido capaz de me lançar nesse abismo? De onde veio 
tudo isso: do desconhecimento? Ou foi uma intuição do caminho? Pois a intuição do 
caminho existe... 
 Passei muito tempo procurando... Com que palavras seria possível transmitir o que 
escuto? Procurava um gênero que respondesse à forma como vejo o mundo, como se 
estruturam meus olhos, meus ouvidos. 
 Uma vez, veio parar em minhas mãos o livro Eu venho de uma vila em chamas. 
Tinha uma forma incomum: um romance constituído a partir de vozes da própria vida, 
do que eu escutara na infância, do que agora se escuta na rua, em casa, no café. É isso! 
O círculo se fechou. Achei o que estava procurando. O que estava pressentindo. 
O texto 1A1-I é predominantemente 
a) narrativo.
b) descritivo.
c) dissertativo.
d) argumentativo.
e) expositivo.
48ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: IBGE / Cargo: Agente de Pesquisas e 
Mapeamento 
Texto 1A1-I 
 Estou escrevendo um livro sobre a guerra... 
 Eu, que nunca gostei de ler livros de guerra, ainda que, durante minha infância e 
juventude, essa fosse a leitura preferida de todo mundo. De todo mundo da minha 
idade. E isso não surpreende — éramos filhos da Vitória. Filhos dos vencedores. 
 Em nossa família, meu avô, pai da minha mãe, morreu no front; minha avó, mãe do 
meu pai, morreu de tifo; de seus três filhos, dois serviram no Exército e desapareceram 
nos primeiros meses da guerra, só um voltou. Meu pai. 
 Não sabíamos como era o mundo sem guerra, o mundo da guerra era o único que 
conhecíamos, e as pessoas da guerra eram as únicas que conhecíamos. Até agora não 
conheço outro mundo, outras pessoas. Por acaso existiram em algum momento? 
 A vila de minha infância depois da guerra era feminina. Das mulheres. Não me 
lembro de vozes masculinas. Tanto que isso ficou comigo: quem conta a guerra são as 
mulheres. Choram. Cantam enquanto choram. 
 Na biblioteca da escola, metade dos livros era sobre a guerra. Tanto na biblioteca 
rural quanto na do distrito, onde meu pai sempre ia pegar livros. Agora, tenho uma 
resposta, um porquê. Como ia ser por acaso? Estávamos o tempo todo em guerra ou 
nos preparando para ela. E rememorando como combatíamos. Nunca tínhamos vivido 
40 
de outra forma, talvez nem saibamos como fazer isso. Não imaginamos outro modo de 
viver, teremos que passar um tempo aprendendo. 
 Por muito tempo fui uma pessoa dos livros: a realidade me assustava e atraía. Desse 
desconhecimento da vida surgiu uma coragem. Agorapenso: se eu fosse uma pessoa 
mais ligada à realidade, teria sido capaz de me lançar nesse abismo? De onde veio 
tudo isso: do desconhecimento? Ou foi uma intuição do caminho? Pois a intuição do 
caminho existe... 
 Passei muito tempo procurando... Com que palavras seria possível transmitir o que 
escuto? Procurava um gênero que respondesse à forma como vejo o mundo, como se 
estruturam meus olhos, meus ouvidos. 
 Uma vez, veio parar em minhas mãos o livro Eu venho de uma vila em chamas. 
Tinha uma forma incomum: um romance constituído a partir de vozes da própria vida, 
do que eu escutara na infância, do que agora se escuta na rua, em casa, no café. É isso! 
O círculo se fechou. Achei o que estava procurando. O que estava pressentindo. 
Infere-se do texto 1A1-I que 
a) a vila da infância da escritora era feminina porque todos os homens morreram
lutando na guerra.
b) o pai da escritora contava para ela as histórias que viveu na guerra.
c) as mulheres da vila, embora fossem tristes, cantavam músicas para se distrair.
d) a escritora desejava, desde criança, viver em um mundo onde não havia guerra.
e) o país da escritora venceu a referida guerra, ainda que muitos dos homens da
sua família tenham morrido.
49ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: IBGE / Cargo: Agente de Pesquisas e 
Mapeamento 
Texto 1A1-I 
 Estou escrevendo um livro sobre a guerra... 
 Eu, que nunca gostei de ler livros de guerra, ainda que, durante minha infância e 
juventude, essa fosse a leitura preferida de todo mundo. De todo mundo da minha 
idade. E isso não surpreende — éramos filhos da Vitória. Filhos dos vencedores. 
 Em nossa família, meu avô, pai da minha mãe, morreu no front; minha avó, mãe do 
meu pai, morreu de tifo; de seus três filhos, dois serviram no Exército e desapareceram 
nos primeiros meses da guerra, só um voltou. Meu pai. 
 Não sabíamos como era o mundo sem guerra, o mundo da guerra era o único que 
conhecíamos, e as pessoas da guerra eram as únicas que conhecíamos. Até agora não 
conheço outro mundo, outras pessoas. Por acaso existiram em algum momento? 
 A vila de minha infância depois da guerra era feminina. Das mulheres. Não me 
lembro de vozes masculinas. Tanto que isso ficou comigo: quem conta a guerra são as 
mulheres. Choram. Cantam enquanto choram. 
41 
 Na biblioteca da escola, metade dos livros era sobre a guerra. Tanto na biblioteca 
rural quanto na do distrito, onde meu pai sempre ia pegar livros. Agora, tenho uma 
resposta, um porquê. Como ia ser por acaso? Estávamos o tempo todo em guerra ou 
nos preparando para ela. E rememorando como combatíamos. Nunca tínhamos vivido 
de outra forma, talvez nem saibamos como fazer isso. Não imaginamos outro modo de 
viver, teremos que passar um tempo aprendendo. 
 Por muito tempo fui uma pessoa dos livros: a realidade me assustava e atraía. Desse 
desconhecimento da vida surgiu uma coragem. Agora penso: se eu fosse uma pessoa 
mais ligada à realidade, teria sido capaz de me lançar nesse abismo? De onde veio 
tudo isso: do desconhecimento? Ou foi uma intuição do caminho? Pois a intuição do 
caminho existe... 
 Passei muito tempo procurando... Com que palavras seria possível transmitir o que 
escuto? Procurava um gênero que respondesse à forma como vejo o mundo, como se 
estruturam meus olhos, meus ouvidos. 
 Uma vez, veio parar em minhas mãos o livro Eu venho de uma vila em chamas. 
Tinha uma forma incomum: um romance constituído a partir de vozes da própria vida, 
do que eu escutara na infância, do que agora se escuta na rua, em casa, no café. É isso! 
O círculo se fechou. Achei o que estava procurando. O que estava pressentindo. 
Depreende-se do texto 1A1-I que um dos motivos que levou à escrita desse livro foi o 
fato de que 
a) a pessoa que o escreveu nunca gostou de livros sobre guerra
b) a pessoa que o escreveu desejava contar ao mundo os horrores de uma guerra.
c) a leitura sobre guerra era a preferida de todo mundo daquela época.
d) o mundo da guerra era o único que a pessoa que o escreveu conhecia.
e) por acaso, a realidade do mundo à época era a da guerra.
50ª/ Banca: CESPE - CEBRASPE / Órgão: IBGE / Cargo: Supervisor de Coleta e 
Qualidade 
O termo “dado de pesquisa” tem uma amplitude de significados que vão se 
transformando de acordo com domínios científicos específicos, objetos de pesquisas, 
metodologias de geração e coleta de dados e muitas outras variáveis. Pode ser o 
resultado de um experimento realizado em um ambiente controlado de laboratório, 
um estudo empírico na área de ciências sociais ou a observação de um fenômeno 
cultural ou da erupção de um vulcão em um determinado momento e lugar. Dados 
digitais de pesquisa ocorrem na forma de diferentes tipos de dados, como números, 
figuras, vídeos, softwares; com diferentes níveis de agregação e de processamento, 
como dados crus ou primários, dados intermediários e dados processados e 
integrados; e em diferentes formatos de arquivos e mídias. Essa diversidade, que vai 
sendo delineada pelas especificidades de cada disciplina, suas condicionantes 
42 
metodológicas, protocolos, workflows e seus objetivos, se torna um desafio — pelo 
alto grau de contextualização necessário — para o pesquisador na sua tarefa de definir 
precisamente o que é dado de pesquisa de uma forma transversal aos diversos 
domínios disciplinares. 
As definições encontradas nos dicionários e enciclopédias falham em capturar a 
riqueza e a variedade dos dados no mundo da ciência ou falham em revelar as 
premissas epistemológicas e ontológicas sobre as quais eles são baseados. Na esfera 
acadêmica, grande parte das definições são uma enumeração de exemplos: dados são 
fatos, números, letras e símbolos. Listas de exemplos não são verdadeiramente 
definições, visto que não estabelecem uma clara fronteira entre o que inclui e o que 
não inclui o conceito. 
De acordo com o texto 1A1-I, 
a) a noção de ‘dado de pesquisa’ é relativa e varia conforme os domínios do
conhecimento.
b) a variação nos tipos de dados de pesquisa demonstra uma atividade científica
intensa e diversificada.
c) uma definição unificada para o termo ‘dado de pesquisa’ exige integração entre
as diferentes áreas do saber.
d) dados são definidos como listas particulares elaboradas pelos pesquisadores
em suas respectivas áreas de conhecimento.
e) da ausência de uma compreensão precisa do conceito de ‘dado de pesquisa’
em dicionários e em enciclopédias deriva a ideia de que tudo é um dado de
pesquisa.
51ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Prefeitura de Barra dos Coqueiros - SE / Cargo: 
Ajudante de Pedreiro 
De acordo com o último quadrinho dessa tirinha, os livros podem ajudar as pessoas a 
a) compreender o estado emocional de outra pessoa e compartilhar desse
sentimento.
43 
b) ser mais invejosas.
c) gostar dos personagens.
d) não se preocupar com os sentimentos de outras pessoas.
e) ser mais bem-humoradas.
52ª/ Banca: CESPE - CEBRASPE / Órgão: SEED-PR / Cargo: Professor - Língua 
Portuguesa 
Texto 5A1-III 
 Chegando ao Brasil em 1500 com nossos descobridores, praticamente só em 1534 
foi introduzida a língua portuguesa com início efetivo da colonização, com o regime 
das capitanias hereditárias. Conclui-se que a língua que chegou ao Brasil pertence à 
fase de transição entre a arcaica e a moderna, já alicerçada literalmente. 
 No Brasil dessa época, encontraram os descobridores e colonizadores portugueses 
uma variedade de falares indígenas, no cômputo aproximado de trezentos, hoje 
reduzidos a cerca de 170, na opinião de um dos seus mais categorizados 
conhecedores, Aryon Dall’Igna Rodrigues. Grande extensão territorial da nova terra era 
ocupada pela família Tupi-Guarani, que apresentava pouca diferenciação nas línguas 
que a integram. 
 Veio depois a contribuição das línguas africanas em suas duas principais correntes 
para o Brasil: ao Norte, de procedência sudanesa, e ao Sul, de procedência banto; 
temos, assim, no Norte, na Bahia, a língua nagô ou iorubá; no Sul,no Rio de Janeiro e 
Minas Gerais, o quimbundo. 
 A pouco e pouco, à medida que se ia impondo, pela cultura dos europeus, o 
desenvolvimento e o progresso da colônia e do país independente, a língua portuguesa 
foi predominando sobre a “língua geral” de base indígena e dos falares africanos, a 
partir da segunda metade do século XVIII. 
Conforme o texto 5A1-III, 
a) a língua portuguesa foi introduzida no Brasil em 1500, com a chegada dos
descobridores.
b) somente a partir da segunda metade do século XVIII é que a língua portuguesa
foi predominando sobre a ‘língua geral’ de base indígena e dos falares
africanos.
c) os descobridores e colonizadores portugueses encontraram no Brasil uma
variedade de falares indígenas, no cômputo aproximado de 170.
d) a língua portuguesa que chegou ao Brasil pertence à fase moderna, já
alicerçada em Portugal.
44 
e) grande extensão territorial do Brasil, na época do descobrimento, era ocupada
pelas línguas africanas: ao Norte, de procedência sudanesa, e ao Sul, de
procedência banto.
45 
Classe e emprego de palavras 
53ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SERPRO / Cargo: Analista - Especialização: 
Ciência de Dados 
Texto CB1A1-I 
 Não estamos opondo máquinas a ecologia, como se as máquinas fossem aquelas 
coisas que só servem para violentar a Mãe Natureza e violar a harmonia entre o ser 
humano e a natureza ― uma imagem atribuída à tecnologia desde o fim do século 
XVIII. Também não estamos seguindo a hipótese de Gaia de que a Terra é um único
superorganismo ou uma coletividade de organismos. Em vez disso, gostaria de propor
uma reflexão sobre a ecologia das máquinas. Para dar início a essa ecologia das
máquinas, precisamos primeiro voltar ao conceito de ecologia. Seu fundamento está
na diversidade, já que é apenas com biodiversidade (ou multiespécies que incluam
todas as formas de organismos, até mesmo bactérias) que os sistemas ecológicos
podem ser conceitualizados. A fim de discutir uma ecologia de máquinas, precisaremos
de uma noção diferente e em paralelo com a de biodiversidade ― uma noção a que
chamamos tecnodiversidade. A biodiversidade é o correlato da tecnodiversidade, uma
vez que sem esta só testemunharemos o desaparecimento de espécies diante de uma
racionalidade homogênea. Tomemos como exemplo os pesticidas, que são feitos para
matar certa espécie de insetos independentemente de sua localização geográfica,
precisamente porque são baseados em análises químicas e biológicas. Sabemos, no
entanto, que o uso de um mesmo pesticida pode levar a diversas consequências
desastrosas em biomas diferentes. Antes da invenção dessas substâncias,
empregavam-se diferentes técnicas para combater os insetos que ameaçavam as
colheitas dos produtos agrícolas ― recursos naturais encontrados na região, por
exemplo. Ou seja, havia uma tecnodiversidade antes do emprego de pesticidas como
solução universal. Os pesticidas aparentam ser mais eficientes a curto prazo, mas hoje
é fato bastante consolidado que estávamos o tempo todo olhando para os nossos pés
quando pensávamos em um futuro longínquo. Podemos dizer que a tecnodiversidade
é, em essência, uma questão de localidade. Localidade não significa necessariamente
etnocentrismo ou nacionalismo, mas é aquilo que nos força a repensar o processo de
modernização e de globalização e que nos permite refletir sobre a possibilidade de
reposicionar as tecnologias modernas.
Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue 
o item a seguir.
No trecho “gostaria de propor uma reflexão sobre a ecologia das máquinas” (terceiro 
período), a forma verbal “gostaria” expressa uma incerteza. 
( ) Certo 
( ) Errado 
54ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANM / Cargo: Técnico em Segurança de 
Barragens 
46 
Texto CB1A1-I 
 Desde que o almirante Pedro Álvares Cabral oficialmente descobriu a Terra de Santa 
Cruz, em abril de 1500, o primeiro português a estabelecer uma marca na história 
mineral do Brasil foi Martim Afonso de Souza. Depois de fundar a pequena vila de São 
Vicente, no litoral de São Paulo, a primeira base estabelecida na América portuguesa, 
no ano de 1531, ele tentou descobrir ouro, prata e pedras preciosas antes de sua 
partida para Lisboa. Esse plano visava confirmar notícias trazidas por quatro homens 
de sua comitiva sobre a existência de minas abundantes em ouro e prata na região do 
Rio Paraguai. Sob essa orientação, três expedições foram realizadas, todas em 1531: 
nas montanhas ao longo da costa do Rio de Janeiro, ao sul do estado de São Paulo e no 
Rio da Prata, mais ao sul. 
 No entanto, as primeiras iniciativas para descoberta de metais e pedras preciosas em 
terras brasileiras falharam, devido às dificuldades daquela época. Apesar disso, o 
desejo de descobrir riquezas minerais se manteve entre os habitantes da nova colônia, 
estimulados pela corte portuguesa, que oferecia promessas de honra e 
reconhecimento para aqueles que encontrassem tais riquezas. 
 Durante todo o século XVI, os portugueses usaram recursos financeiros, trabalho, 
soldados, artesãos de todos os tipos (cortadores, mineiros, construtores e até mesmo 
engenheiros estrangeiros) nos trabalhos de pesquisa das expedições, sob a supervisão 
dos governadores. Mas, infelizmente, o que foi encontrado não estava à altura do que 
foi despendido. Mesmo os mais positivos resultados tiveram pouco significado 
econômico, tanto em termos de quantidade quanto de teor dos metais. Os depósitos 
eram, além de pobres, localizados em lugares remotos. Concluindo, quase 
candidamente, que as descobertas naquele século eram desapontadoras, o 
governador-geral Diogo de Meneses Sequeira escreveu uma carta ao rei, afirmando 
que “sua Alteza precisa acreditar que as atuais minas do Brasil são compostas por 
açúcar e pau-brasil, muito lucrativos e com os quais o Tesouro e sua Alteza não 
precisam gastar um simples centavo”. 
A respeito dos sentidos e dos aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o item que 
se segue. 
No trecho “construtores e até mesmo engenheiros estrangeiros” (terceiro parágrafo), 
a expressão “até mesmo” está empregada com o mesmo sentido do advérbio 
sobretudo. 
( ) Certo 
( ) Errado 
55ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANM / Cargo: Técnico em Segurança de 
Barragens 
Texto CB1A1-I 
47 
 Desde que o almirante Pedro Álvares Cabral oficialmente descobriu a Terra de Santa 
Cruz, em abril de 1500, o primeiro português a estabelecer uma marca na história 
mineral do Brasil foi Martim Afonso de Souza. Depois de fundar a pequena vila de São 
Vicente, no litoral de São Paulo, a primeira base estabelecida na América portuguesa, 
no ano de 1531, ele tentou descobrir ouro, prata e pedras preciosas antes de sua 
partida para Lisboa. Esse plano visava confirmar notícias trazidas por quatro homens 
de sua comitiva sobre a existência de minas abundantes em ouro e prata na região do 
Rio Paraguai. Sob essa orientação, três expedições foram realizadas, todas em 1531: 
nas montanhas ao longo da costa do Rio de Janeiro, ao sul do estado de São Paulo e no 
Rio da Prata, mais ao sul. 
 No entanto, as primeiras iniciativas para descoberta de metais e pedras preciosas em 
terras brasileiras falharam, devido às dificuldades daquela época. Apesar disso, o 
desejo de descobrir riquezas minerais se manteve entre os habitantes da nova colônia, 
estimulados pela corte portuguesa, que oferecia promessas de honra e 
reconhecimento para aqueles que encontrassem tais riquezas. 
 Durante todo o século XVI, os portugueses usaram recursos financeiros, trabalho, 
soldados, artesãos de todos os tipos (cortadores, mineiros, construtores e até mesmo 
engenheiros estrangeiros) nos trabalhos de pesquisa das expedições, sob a supervisão 
dos governadores. Mas, infelizmente, o que foi encontrado não estava à altura do que 
foi despendido. Mesmo os mais positivos resultados tiveram pouco significado 
econômico, tanto em termos de quantidade quanto de teor dos metais. Os depósitos 
eram, além de pobres, localizadosem lugares remotos. Concluindo, quase 
candidamente, que as descobertas naquele século eram desapontadoras, o 
governador-geral Diogo de Meneses Sequeira escreveu uma carta ao rei, afirmando 
que “sua Alteza precisa acreditar que as atuais minas do Brasil são compostas por 
açúcar e pau-brasil, muito lucrativos e com os quais o Tesouro e sua Alteza não 
precisam gastar um simples centavo”. 
A respeito dos sentidos e dos aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o item que 
se segue. 
No trecho “oferecia promessas de honra e reconhecimento para aqueles que 
encontrassem tais riquezas” (segundo parágrafo), o termo “aqueles” poderia ser 
substituído por quem, sem prejuízo da correção gramatical do texto. 
( ) Certo 
( ) Errado 
56ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PRF / Cargo: Policial Rodoviário Federal 
Texto 1A18-I 
 Nos Estados Unidos da América, no século XIX, a passagem da polícia do sistema de 
justiça para o de governo da cidade significou também a passagem da noção de caça 
aos criminosos para a prevenção dos crimes, em um deslocamento do ato para o ator. 
Como na Europa, a ênfase na prevenção teria representado nova atitude diante do 
controle social, com o desenvolvimento pela polícia de uma habilidade específica, a de 
48 
explicar e prevenir o comportamento criminoso. Isso acabou redundando no foco nas 
“classes perigosas”, ou seja, em setores específicos da sociedade vistos como 
produtores de comportamento criminoso. Nesse processo, desenvolveram-se os vários 
campos de saber vinculados aos sistemas de justiça criminal, polícia e prisão, voltados 
para a identificação, para a explicação e para a prevenção do comportamento 
criminoso, agora visto como “desviante”, como a medicina legal, a psiquiatria e, 
especialmente, a criminologia. 
 Na Europa ocidental, as novas instituições estatais de vigilância deveriam controlar 
o exercício da força em sociedades em que os níveis de violência física nas relações
interpessoais e do Estado com a sociedade estavam em declínio. De acordo com a
difundida teoria do processo civilizador, de Norbert Elias, no Ocidente moderno, a
agressividade, assim como outras emoções e prazeres, foi domada, “refinada” e
“civilizada”. O autor estabelece um contraste entre a violência “franca e desinibida” do
período medieval, que não excluía ninguém da vida social e era socialmente permitida
e até certo ponto necessária, e o autocontrole e a moderação das emoções que
acabaram por se impor na modernidade. A conversão do controle que se exercia por
terceiros no autocontrole é relacionada à organização e à estabilização de Estados
modernos, nos quais a monopolização da força física em órgãos centrais permitiu a
criação de espaços pacificados. Em tais espaços, os indivíduos passaram a ser
submetidos a regras e leis mais rigorosas, mas ficaram mais protegidos da irrupção da
violência na sua vida, na medida em que as ameaças físicas tornaram-se
despersonalizadas e monopolizadas por especialistas.
Considerando os sentidos e os aspectos linguísticos do texto 1A18-I, julgue o item que 
se segue. 
Mantém-se a correção gramatical do trecho “o autocontrole e a moderação das 
emoções que acabaram por se impor na modernidade”, do texto, caso a forma verbal 
“impor” seja flexionada no plural imporem. 
( ) Certo 
( ) Errado 
57ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PRF / Cargo: Policial Rodoviário Federal 
Texto 1A18-I 
 Nos Estados Unidos da América, no século XIX, a passagem da polícia do sistema de 
justiça para o de governo da cidade significou também a passagem da noção de caça 
aos criminosos para a prevenção dos crimes, em um deslocamento do ato para o ator. 
Como na Europa, a ênfase na prevenção teria representado nova atitude diante do 
controle social, com o desenvolvimento pela polícia de uma habilidade específica, a de 
explicar e prevenir o comportamento criminoso. Isso acabou redundando no foco nas 
“classes perigosas”, ou seja, em setores específicos da sociedade vistos como 
produtores de comportamento criminoso. Nesse processo, desenvolveram-se os vários 
campos de saber vinculados aos sistemas de justiça criminal, polícia e prisão, voltados 
para a identificação, para a explicação e para a prevenção do comportamento 
49 
criminoso, agora visto como “desviante”, como a medicina legal, a psiquiatria e, 
especialmente, a criminologia. 
 Na Europa ocidental, as novas instituições estatais de vigilância deveriam controlar 
o exercício da força em sociedades em que os níveis de violência física nas relações
interpessoais e do Estado com a sociedade estavam em declínio. De acordo com a
difundida teoria do processo civilizador, de Norbert Elias, no Ocidente moderno, a
agressividade, assim como outras emoções e prazeres, foi domada, “refinada” e
“civilizada”. O autor estabelece um contraste entre a violência “franca e desinibida” do
período medieval, que não excluía ninguém da vida social e era socialmente permitida
e até certo ponto necessária, e o autocontrole e a moderação das emoções que
acabaram por se impor na modernidade. A conversão do controle que se exercia por
terceiros no autocontrole é relacionada à organização e à estabilização de Estados
modernos, nos quais a monopolização da força física em órgãos centrais permitiu a
criação de espaços pacificados. Em tais espaços, os indivíduos passaram a ser
submetidos a regras e leis mais rigorosas, mas ficaram mais protegidos da irrupção da
violência na sua vida, na medida em que as ameaças físicas tornaram-se
despersonalizadas e monopolizadas por especialistas.
Considerando os sentidos e os aspectos linguísticos do texto 1A18-I, julgue o item que 
se segue. 
O pronome “Isso”, que introduz o terceiro período do primeiro parágrafo do texto, 
poderia ser corretamente substituído por O que. 
( ) Certo 
( ) Errado 
58ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TCE-RJ / Cargo: Analista de Controle Externo - 
Especialidade: Ciências Contábeis 
50 
Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto precedente, 
julgue o item que se segue. 
Sem prejuízo da correção gramatical do texto, o termo “criou-se” (l.24) poderia ser 
substituído pela locução foi criado. 
( ) Certo 
( ) Errado 
59ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TCE-RJ / Cargo: Analista de Controle Externo - 
Especialidade: Ciências Contábeis 
Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto precedente, 
julgue o item a seguir. 
51 
Em “ligar-se” (l.7), “magoá-la” (l.7) e “arrancar-lhe” (l.8), as formas verbais estão no 
modo infinitivo. 
( ) Certo 
( ) Errado 
60ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Ministério da Economia / Cargo: Técnico de 
Complexidade Intelectual 
A cidadania na cidade inteligente é matéria complexa. Recente evento corporativo 
para o setor público promovido por uma multinacional de tecnologia definiu o cidadão 
como um consumidor de serviços. Um dos responsáveis por esse argumento é o 
economista Albert O. Hirschman. Em 1970, Hirschman publicou estudos relacionando a 
fidelidade de pessoas a empresas e a governos com a capacidade de escuta dessas 
organizações. 
 De acordo com Hirschman, não atentar às necessidades de seu público fará com que 
ele procure alternativas: a competição no caso de firmas e a oposição no caso de 
governos. Segundo o autor, escutar seu público e levar em conta suas considerações 
garantiria a qualidade no serviço prestado, o que, por sua vez, criaria lealdade para 
com a organização ofertante. Por trás desse estudo, está a ideia de que um governo e 
uma firma possam, em certa medida, funcionar da mesma maneira. Ainda que isso 
seja em parte possível, tal fato não torna o cidadão um consumidor, muito pelo 
contrário. 
 Vejamos. Se um bem público fosse um bem de consumo, ele poderia ter seu acesso 
controlado pelo preço, regulado por oferta e demanda. Bens públicos são públicos 
justamente porque são bens não rivais e não possuem paralelo de possibilidade de 
oferta, ou são essenciais e seu provisionamento em quantidade, qualidadee tempo 
hábil desafia a lógica empresarial e de mercado. 
 Em saneamento, por exemplo, limitar sua oferta implica incremento de doenças e 
aumento de custos com saúde pública. E a alternativa, não gastar com isso, é a morte. 
Portanto, não se trata de condições normais de mercado, mas de investimento social, 
de sua obrigatoriedade. Isso posto, é natural perguntar se não seria necessário garantir 
o direito de cidadania antes do de consumo.
É importante ter em mente que o cidadão não é — e jamais será — um consumidor,
mas, sim, um beneficiário. Bem público não é bem de consumo, mas direito político 
pleno de acesso e usufruto. Entretanto, isso não significa que não se deva procurar 
eficiência e rentabilidade na economia do setor público. Tampouco implica abandonar 
pleitos por qualidade. Mas resulta em perceber que a qualidade está subscrita ao 
direito de acesso e usufruto, e não à possibilidade de seu consumo. 
Julgue o item subsequente, relativo às ideias e aos aspectos linguísticos do texto 
anterior. 
Em “Tampouco implica abandonar pleitos por qualidade” (último parágrafo), o 
advérbio “tampouco” poderia ser substituído pela expressão “tão pouco” sem prejuízo 
da correção gramatical e do sentido original do texto. 
52 
( ) Certo 
( ) Errado 
61ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Ministério da Economia / Cargo: Tecnologia da 
Informação 
Quando eu era criança (e isso aconteceu em outro tempo e em outro espaço), não 
era incomum ouvir a pergunta “Quão longe é daqui até lá?” respondida por um “Mais 
ou menos uma hora, ou um pouco menos se você caminhar rápido”. Num tempo ainda 
anterior à minha infância, suponho que a resposta mais comum teria sido “Se você sair 
agora, estará lá por volta do meio-dia” ou “Melhor sair agora, se você quiser chegar 
antes que escureça”. Hoje em dia, pode-se ouvir ocasionalmente essas respostas. Mas 
serão normalmente precedidas por uma solicitação para ser mais específico: “Você vai 
de carro ou a pé?”. 
“Longe” e “tarde”, assim como “perto” e “cedo”, significavam quase a mesma coisa: 
exatamente quanto esforço seria necessário para que um ser humano percorresse 
uma certa distância — fosse caminhando, semeando ou arando. Se as pessoas fossem 
instadas a explicar o que entendiam por “espaço” e “tempo”, poderiam ter dito que 
“espaço” é o que se pode percorrer em certo tempo, e que “tempo” é o que se precisa 
para percorrê-lo. Se não fossem muito pressionados, porém, não entrariam no jogo da 
definição. E por que deveriam? A maioria das coisas que fazem parte da vida cotidiana 
são compreendidas razoavelmente até que se precise defini-las; e, a menos que 
solicitados, não precisaríamos defini-las. O modo como compreendíamos essas coisas 
que hoje tendemos a chamar de “espaço” e “tempo” era não apenas satisfatório, mas 
tão preciso quanto necessário, pois era o wetware — os humanos, os bois e os cavalos 
— que fazia o esforço e punha os limites. Um par de pernas humanas pode ser 
diferente de outros, mas a substituição de um par por outro não faria uma diferença 
suficientemente grande para requerer outras medidas além da capacidade dos 
músculos humanos. 
A respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto anterior, julgue o item 
seguinte. 
No trecho “pois era o wetware — os humanos, os bois e os cavalos — que fazia o 
esforço e punha os limites”, no segundo parágrafo do texto, o verbo fazia está 
flexionado no singular porque concorda com o termo “wetware”. 
( ) Certo 
( ) Errado 
62ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Ministério da Economia / Cargo: Tecnologia da 
Informação 
Texto CG1A1-I 
 Algumas das primeiras incursões pelos mundos paralelos ocorreram na década de 
50 do século passado, graças ao trabalho de pesquisadores interessados em certos 
53 
aspectos da mecânica quântica — teoria desenvolvida para explicar os fenômenos que 
ocorrem no reino microscópico dos átomos e das partículas subatômicas. A mecânica 
quântica quebrou o molde da mecânica clássica, que a antecedeu, ao firmar o conceito 
de que as previsões científicas são necessariamente probabilísticas. Podemos prever a 
probabilidade de alcançar determinado resultado ou outro, mas em geral não 
podemos prever qual deles acontecerá. Essa quebra de rumo com relação a centenas 
de anos de pensamento científico já é suficientemente chocante, mas há outro 
aspecto da teoria quântica que nos confunde ainda mais, embora desperte menos 
atenção. Depois de anos de criterioso estudo da mecânica quântica, e depois da 
acumulação de uma pletora de dados que confirmam suas previsões probabilísticas, 
ninguém até hoje soube explicar por que razão apenas uma das muitas resoluções 
possíveis de qualquer situação que se estude torna-se real. Quando fazemos 
experimentos, quando examinamos o mundo, todos estamos de acordo com o fato de 
que deparamos com uma realidade única e definida. Contudo, mais de um século 
depois do início da revolução quântica, não há consenso entre os físicos quanto à 
razão e à forma de compatibilizar esse fato básico com a expressão matemática da 
teoria. 
Com relação aos aspectos linguísticos do texto CG1A1-I, julgue o item a seguir. 
No trecho “por que razão”, no quinto período, o vocábulo “que” poderia ser 
substituído por qual, sem prejuízo da correção gramatical do texto. 
( ) Certo 
( ) Errado 
63ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MPE-CE / Cargo: Analista Ministerial – 
Administração 
54 
Acerca das ideias, dos sentidos e dos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue 
o item a seguir.
A substituição da forma verbal “seja” (l.3) por é manteria a coerência e a correção 
gramatical do texto. 
( ) Certo 
( ) Errado 
64ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEFAZ-AL / Cargo: Auditor de Finanças e 
Controle de Arrecadação da Fazenda Estadual 
55 
No que concerne às ideias e aos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o 
item a seguir. 
A substituição da expressão “das quais” (l.19) por que preservaria tanto o sentido 
quanto a correção gramatical do período. 
( ) Certo 
( ) Errado 
65ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEFAZ-DF / Cargo: Auditor Fiscal 
56 
Considerando os aspectos linguísticos do texto CG1A1-I, julgue o item a seguir. 
Sem prejuízo da correção gramatical e do sentido original do texto, a forma verbal 
“restam” (l.26) poderia ser substituída por mantém-se. 
( ) Certo 
( ) Errado 
66ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SUFRAMA / Cargo: Conhecimentos Básicos - 
Todos os Cargos 
Em relação ao texto acima, julgue o item que se segue. 
57 
O adjetivo “histórico” (l.1) foi empregado para expressar a ideia de que o índice de 
empregos foi excelente, extraordinário, memorável, digno de pertencer à história. 
( ) Certo 
( ) Errado 
67ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Prefeitura de Barra dos Coqueiros - SE / Cargo: 
Professor de Educação Básica – Português 
No texto 25A1-I, as palavras “isto” (l.5), “mas” (l.9), “alpercatas” (l.13), “muito” (l.16), 
“corra” (l.18) e “mimosa” (l.19) pertencem, respectivamente, às classes de palavras 
a) pronome, preposição, substantivo, adjetivo, verbo e adjetivo.
b) preposição, conjunção, advérbio, adjetivo, verbo e substantivo.
c) conjunção, preposição, substantivo, advérbio de intensidade, verbo e adjetivo.
d) pronome, conjunção, substantivo, advérbio, verbo e adjetivo.
e) preposição, conjunção, advérbio de modo, adjetivo, verbo e substantivo.
58 
Emprego do acento indicativo de crase 
68ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANM / Cargo: Técnico em Segurança de 
Barragens 
Texto CB1A1-I 
 Desde que o almirante Pedro Álvares Cabral oficialmente descobriu a Terra de Santa 
Cruz, em abril de 1500, o primeiro português a estabelecer uma marca na história 
mineral do Brasil foi Martim Afonso de Souza. Depois de fundar a pequena vila de São 
Vicente, no litoral de São Paulo, a primeira base estabelecida na América portuguesa, 
no ano de 1531, ele tentou descobrir ouro, prata e pedras preciosas antes de sua 
partida para Lisboa. Esse plano visava confirmarnotícias trazidas por quatro homens 
de sua comitiva sobre a existência de minas abundantes em ouro e prata na região do 
Rio Paraguai. Sob essa orientação, três expedições foram realizadas, todas em 1531: 
nas montanhas ao longo da costa do Rio de Janeiro, ao sul do estado de São Paulo e no 
Rio da Prata, mais ao sul. 
 No entanto, as primeiras iniciativas para descoberta de metais e pedras preciosas em 
terras brasileiras falharam, devido às dificuldades daquela época. Apesar disso, o 
desejo de descobrir riquezas minerais se manteve entre os habitantes da nova colônia, 
estimulados pela corte portuguesa, que oferecia promessas de honra e 
reconhecimento para aqueles que encontrassem tais riquezas. 
 Durante todo o século XVI, os portugueses usaram recursos financeiros, trabalho, 
soldados, artesãos de todos os tipos (cortadores, mineiros, construtores e até mesmo 
engenheiros estrangeiros) nos trabalhos de pesquisa das expedições, sob a supervisão 
dos governadores. Mas, infelizmente, o que foi encontrado não estava à altura do que 
foi despendido. Mesmo os mais positivos resultados tiveram pouco significado 
econômico, tanto em termos de quantidade quanto de teor dos metais. Os depósitos 
eram, além de pobres, localizados em lugares remotos. Concluindo, quase 
candidamente, que as descobertas naquele século eram desapontadoras, o 
governador-geral Diogo de Meneses Sequeira escreveu uma carta ao rei, afirmando 
que “sua Alteza precisa acreditar que as atuais minas do Brasil são compostas por 
açúcar e pau-brasil, muito lucrativos e com os quais o Tesouro e sua Alteza não 
precisam gastar um simples centavo”. 
A respeito dos sentidos e dos aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o item que 
se segue. 
No trecho “devido às dificuldades” (segundo parágrafo), a supressão do acento 
indicativo de crase em “às” manteria a correção gramatical do texto. 
( ) Certo 
( ) Errado 
69ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: BNB / Cargo: Analista de Sistema 
59 
Julgue o item seguinte, relativo ao sentido e a aspectos linguísticos do texto 
precedente. 
Na linha 4, o acento indicativo de crase em “à meia-noite” poderia ser suprimido, sem 
comprometimento da correção gramatical do texto, uma vez que é facultativo o uso de 
artigo definido feminino antes de termos que indicam horário, como “meia-noite”. 
( ) Certo 
( ) Errado 
70ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TJ-CE / Cargo: Técnico Judiciário 
Voto facultativo, voto em branco e voto nulo são recursos frequentemente 
mencionados por muitos brasileiros revoltados coma corrupção na política. Esses 
apelos voltam a aparecer na véspera de mais um processo eleitoral, especialmente em 
manifestações feitas pelas redes sociais. 
(...)Mas é a crença na política, e não a descrença, que pode consertar o que está 
errado. 
Zero Hora, 3/3/2014 
Considerando que os fragmentos incluídos nas opções abaixo constituem trechos de 
texto adaptado da Zero Hora de 3/3/2014, assinale a opção em que o fragmento está 
gramaticalmente correto em relação ao emprego dos sinais indicativos de crase. 
a) A descrença na política pode ter o viés positivo de aumentar à massa crítica da
população, de levar à indignação para as ruas e de criar uma cultura de
acompanhamento e controle da representação.
60 
b) Em vez de revolta contra o voto obrigatório, é melhor transformá-lo em voto
meritório, de forma que contemple candidatos sobre os quais não paire dúvida
em relação à honestidade e à vontade de efetivamente trabalhar pelo país.
c) Quanto antes esta seleção começar, mais acertos teremos. Evidentemente,
sempre haverá enganos e traições, mas à mesma democracia que possibilita
tais desvios oferece igualmente remédios para corrigi-los
d) Já não se pode mais contar nos dedos de uma mão os políticos que perderam
mandatos, cargos e até à liberdade por terem traído a confiança da população.
e) Cidadãos bem informados e partícipes têm poder para fiscalizar e depurar à
política, colocando nos postos de comando da administração pessoas íntegras e
comprometidas com o país.
71ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: UERN / Cargo: Agente Técnico Administrativo 
No texto acima, cabe o emprego correto do acento grave no trecho 
a) "a atuação" (l.2).
b) “as perspectivas” (l.2-3).
c) "a questão" (l.5).
d) "as decisões" (l.8).
e) "a necessária" (l.9).
72ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MTE / Cargo: Contador 
61 
No que se refere aos aspectos linguísticos e às ideias do texto acima, julgue os 
próximos itens. 
O emprego do sinal indicativo de crase em “às lojas” (l.15) é facultativo, de modo que 
sua supressão não prejudicaria a correção gramatical do período 
( ) Certo 
( ) Errado 
73ª/ Banca: INSTITUTO AOCP / Órgão: FUNPRESP-JUD / Cargo: Analista em Gestão de 
Pessoas 
Em “A primeira coisa que me veio à cabeça *...+”, o acento grave deveria ser suprimido 
em caso de substituição do termo “cabeça” por “mente”. 
( ) Certo 
( ) Errado 
74ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CFT / Cargo: Assistente Administrativo I 
62 
Com relação aos aspectos gramaticais e aos sentidos do texto, julgue o item. 
Seria gramaticalmente incorreto empregar o sinal indicativo de crase em “a vapor” 
(linha 24). 
( ) Certo 
( ) Errado 
75ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRP - MA - 22ª Região / Cargo: Assistente Administrativo 
Com relação aos aspectos gramaticais e aos sentidos do texto, julgue o item. 
Os sentidos e a correção gramatical do texto seriam prejudicados se o trecho “item por 
item” (linha 14) fosse reescrito da seguinte forma: item à item. 
( ) Certo 
( ) Errado 
76ª/ Banca: FGV / Órgão: FUNSAÚDE - CE / Cargo: Assistente Administrativo 
“A cura está ligada ao tempo e às vezes também às circunstâncias.” 
Nessa frase há dois casos de emprego correto do acento grave indicativo da crase. 
Assinale a opção que indica a frase em que esse acento está empregado 
incorretamente. 
a) Às vezes faz bem ficar doente.
b) Cheguei à conclusão de que a única doença que eu não tinha era inchaço do
joelho.
c) Nada se compreendeu em relação à doença enquanto não se reconheceu sua
semelhança com a guerra e o amor.
d) Não contesto que a medicina seja útil à alguns homens, mas digo que ela é
funesta ao gênero humano.
63 
e) A melhor resposta às calúnias é o silêncio.
77ª/ Banca: FGV / Órgão: TJ-AL / Cargo: Técnico Judiciário 
“No fundo, é um problema técnico que os avanços da informática mais cedo ou mais 
tarde colocarão à disposição dos usuários e das autoridades”. 
O acento grave indicativo da crase empregado nesse segmento é devido ao mesmo 
fator da seguinte frase: 
a) À noite, todos os gatos são pardos;
b) Pagar à vista é coisa rara hoje em dia;
c) Entregou o livro à aluna;
d) Saiu à procura da namorada;
e) Ficava contente à proporção que superava os obstáculos.
78ª/ Banca: FGV / Órgão: Prefeitura de Osasco - SP / Cargo: Agente de Trânsito 
“Análise nas Despesas, mensalmente analise todas as despesas dando ênfase àquelas 
com maior oscilação no período". 
Nesse segmento, a utilização do acento grave no demonstrativo “aquelas" representa: 
a) um erro de regência, pois não há necessidade do acento;
b) um erro de acentuação gráfica, já que não há regra que o justifique;
c) uma junção do artigo definido A com a primeira vogal de “aquelas";
d) uma junção da preposição A com a primeira vogal de “aquelas";
e) uma junção do demonstrativo A com a primeira vogal de “aquelas".
79ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRESS-PB / Cargo: Assessor de Comunicação 
64 
Quanto à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para 
vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item. 
“de garantir a cidadania” (linha 32) por para se assegurar à cidadania 
( ) Certo 
( ) Errado 
80ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRMV - AP / Cargo: Agente Administrativo 
No que concerne aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item. 
Sem prejuízo para a correção gramatical, o vocábulo “aos” (linha 14) poderia ser 
substituído pelo elemento à. 
( ) Certo 
( ) Errado 
81ª/ Banca: Quadrix/ Órgão: CRBM - 4 / Cargo: Assistente de Gestão 
65 
Com relação às ideias, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item. 
Na pergunta “Como essa transformação vai ocorrendo de forma às vezes abrupta, às 
vezes gradual?” (linhas 24 e 25), é obrigatório o emprego do sinal indicativo de crase 
no vocábulo “às”, em ambas as suas ocorrências. 
( ) Certo 
( ) Errado 
82ª/ Banca: VUNESP / Órgão: CODEN-SP / Cargo: Almoxarife 
Leia o texto para responder à questão. 
“A maior parte da população mundial vive hoje nas cidades: essas aglomerações 
de pessoas e concreto em que sobram problemas e falta planejamento. A urbanização 
desordenada traz inúmeros desafios e uma certeza: não há solução para a humanidade 
que não passe necessariamente pela transformação das cidades.” É o que defende 
André Trigueiro, jornalista especializado em gestão ambiental e sustentabilidade. 
Para ele, vivemos um modelo suicida de desenvolvimento e precisamos 
reinventar o sistema. Ou mudamos ou pereceremos. A preocupação ambiental se 
reflete no consumo consciente, mas não no consumismo que degrada a vida porque 
exaure os estoques de matéria-prima, que são finitos no planeta. 
“Eu procuro economizar água e energia, separo o lixo. Basicamente, tento 
praticar no dia-a-dia aquilo que eu entendo como certo. Estou longe da perfeição e 
não me considero um modelo, mas descobri a força daquilo que os educadores 
chamam de pedagogia do exemplo: ‘não importa o que você fala, importa o que você 
faz’. É isso que move o mundo.” Ele cita o caso do aposentado José Alcino Alano, da 
cidade de Tubarão, que descobriu como fabricar coletores solares para esquentar a 
água do banho a partir de garrafas PET e caixas de leite Tetrapak. Liberou a patente e 
permitiu que todas as pessoas ou instituições interessadas replicassem o invento 
gratuitamente, sem interesse pessoal ou financeiro. “É um caso singular de amor ao 
próximo,” comenta Trigueiro. 
O poder público também deve adotar medidas educativas e conscientes. Ensinar 
que jogar lixo na cidade é um serviço caro e custa muito aos cofres públicos. Além 
disso, tem de difundir um discurso responsável. Não é possível falar em preservação da 
Amazônia e liberar recursos para a construção de frigoríficos na região – o que 
estimula a criação de gado, responsável por 80% de toda a destruição já registrada da 
floresta, como bem avaliou o ex-ministro da Fazenda Rubens Ricupero. 
Trigueiro não considera a tecnologia inimiga da luta pela preservação do planeta. 
É o uso que se faz dela que definirá se haverá dano ou benefício. Ela é apenas uma 
ferramenta e não a solução definitiva para os graves problemas ambientais que 
enfrentamos e que nos ameaçam como espécie. 
(filantropia.ong/andretrigueiro.com. Adaptado, acesso em 22.02.2020) 
Assinale a alternativa que completa, corretamente, o segmento frasal, de acordo com 
a norma-padrão da crase. 
66 
José Alcino Alano, da cidade de Tubarão... 
a) dá exemplo de dignidade à todos os brasileiros.
b) mostra-se disposto à colaborar com a natureza.
c) permitiu às pessoas replicar o invento.
d) guardava uma à uma as garrafas PET.
e) registrou à patente e liberou o uso depois.
83ª/ Banca: VUNESP / Órgão: CODEN-SP / Cargo: Contador 
O sinal indicativo de crase está corretamente empregado na alternativa: 
a) Graças à uma manobra muito arriscada, 155 pessoas foram salvas.
b) Sully preferiu confiar em sua vivência à seguir o manual de instruções.
c) A investigação do caso levou à várias suposições, entre elas, se Sully havia sido
irresponsável.
d) Clint Eastwood não se manteve insensível à enorme ousadia de Sullenberger.
e) A princípio, a desconfiança na sua habilidade como piloto foi desfavorável à
Sullenberger.
84ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRP -MS / Cargo: Auxiliar Administrativo de Secretaria 
No que se refere à estruturação linguístico-gramatical do texto, julgue o item. 
Mantém a correção gramatical, ainda que possa haver alteração dos sentidos originais 
do texto, a supressão da forma plural de “às” (linha 4) — à —, haja vista a 
obrigatoriedade do emprego do acento grave indicativo de crase no elemento 
antecedente a termos femininos definidos. 
67 
( ) Certo 
( ) Errado 
85ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRB-1 / Cargo: Bibliotecário 
Com relação à correção gramatical e à coerência das substituições propostas para 
vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item. 
“atender às demandas” (linhas 18 e 19) por responder à pedidos 
( ) Certo 
( ) Errado 
86ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CREMERS / Cargo: Assistente Básico 
Em “A terapia de RNAm não chegará tão cedo à farmácia”, o uso do sinal indicativo de 
crase está 
a) correto, mas é facultativo.
b) correto e é obrigatório.
c) incorreto e deveria ser excluído.
d) incorreto, embora seja facultativo.
e) incorreto, mas desfaz uma ambiguidade
68 
87ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Prefeitura de Ferraz de Vasconcelos - SP / Cargo: Guarda 
Municipal 
Assinale a alternativa em que a reescrita da frase “... ela confere liberdade às pessoas.” 
atende à norma-padrão da língua portuguesa quanto ao uso do acento indicativo da 
crase. 
a) ... ela confere liberdade à diferentes tipos de pessoas.
b) ... ela confere liberdade à uma infinidade de pessoas.
c) ... ela confere liberdade à maior parte das pessoas.
d) ... ela confere liberdade à toda sorte de pessoas.
e) ... ela confere liberdade à algumas pessoas.
88ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Prefeitura de Morro Agudo - SP / Cargo: Agente do Setor 
de Água e Esgoto 
Considerando o emprego do acento indicativo de crase, assinale a alternativa que 
respeita a norma-padrão da língua portuguesa para completar o enunciado: 
“Percepções inadequadas de enfermidades silenciosas podem trazer danos à... 
a) quem necessita de tratamento preventivo”.
b) qualidade de vida de uma parte significativa da sociedade”.
c) tratamentos que procurem diminuir as inflamações”.
d) pacientes acometidos por gota”.
e) pessoas displicentes com a medicina preventina”.
89ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Prefeitura de Cananéia - SP / Cargo: Professor 
O Supremo Tribunal Federal decidiu que crianças precisam ter seis anos completos até 
31 de março para ingressar no 1º ano do ensino fundamental. A decisão deve pôr fim 
______ divergências, inclusive na Justiça, que permitiam matrículas de alunos mais 
novos nessa etapa. Por 6 votos ______ 5, o Supremo validou normas do CNE (Conselho 
Nacional de Educação) que já definiam o corte etário de março. O mesmo corte etário 
se aplica ______ crianças de quatro anos para ingresso na educação infantil. 
(Folha de S.Paulo, 02.08.2018. Adaptado). 
69 
Em conformidade com a norma-padrão, as lacunas do texto devem ser preenchidas, 
respectivamente, com: 
a) a ... à ... as
b) à ... a ... às
c) a ... a ... às
d) à ... à ... as
e) a ... à ... às
90ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CREFONO-5° Região / Cargo: Auxiliar Administrativo 
Acerca da correção gramatical e da coerência das substituições propostas para 
vocábulos e trechos destacados do texto, julgue o item. 
“a sua volta” (linha 12) por à sua volta 
( ) Certo 
( ) Errado 
91ª/ Banca: FCC / Órgão: BANESPA / Cargo: Escriturário 
Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas do trecho abaixo: 
"Recorreu ___ irmã e ___ ela se apegou como ___ uma tábua de salvação." 
a) à - à – a
b) à - a – à
70 
c) a - a – a
d) à - à – à
e) à - a - a
92ª/ Banca: FSPSS / Órgão: FSPSS / Cargo: Médico Especialista (Infectologista) 
Assinale a frase em que à ou às está mal empregado. 
a) Amores à vista.
b) Referi-me às sem-razões do amor.
c) Desobedeci às limitações sentimentais.
d) Submeteram o amor à provações difíceis.
93ª/ Banca: FGV / Órgão: DETRAN-RN / Cargo: Assessor Técnico 
Assinale a alternativa em que está correto o uso do acento indicativo de crase: 
a) O autor se comparou à alguém que tem boa memória.
b) Ele se referiu às pessoas de boa memória.
c) As pessoas aludem à uma causa específica.
d) Ele passou a serentendido à partir de suas reflexões sobre a memória.
e) Os livros foram entregues à ele.
94ª/ Banca: AOCP / Órgão: Prefeitura de Novo Hamburgo - RS / Cargo: Contador 
Assinale a alternativa em que o acento grave indicativo de crase seja mantido ao 
substituir a palavra em destaque, no trecho: “Apesar de ser isso o que acontece, 
geralmente, às pessoas que comem bolo.”. 
a) Indivíduos.
b) Seres.
c) Indivíduo.
d) Criaturas.
e) Sujeitos.
71 
95ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Polícia Civil - SP / Cargo: Escrivão de Polícia 
A alternativa em que o sinal de crase não procede é: 
a) À exceção da Bandeirantes, as outras emissoras de televisão detêm a ampla
liderança com percentuais fabulosos.
b) Está presente a cineasta das cidades brasileiras à quem a porcentagem de 7%
surpreendeu.
c) Os dados da pesquisa referem-se às cenas, certamente sem paralelo, em
qualquer outro lugar no mundo.
d) Cresce, às escondidas, o número de cidades recebendo imagens de televisão,
ameaçadoras dos valores ético-culturais.
96ª/ Banca: CESGRANRIO / Órgão: IBGE / Cargo: Recenseador 
Assinale a opção incorreta com relação ao emprego do acento indicativo de crase: 
a) O pesquisador deu maior atenção à cidade menos privilegiada.
b) Este resultado estatístico poderia pertencer à qualquer população carente.
c) Mesmo atrasado, o recenseador compareceu à entrevista.
d) A verba aprovada destina-se somente àquela cidade sertaneja.
e) Veranópolis soube unir a atividade à prosperidade.
97ª/ Banca: INSTITUTO AOCP / Órgão: Prefeitura de Cariacica - ES / Cargo: Contador 
Assinale a alternativa cujo uso do acento indicativo de crase seja facultativo. 
a) “(...) ligada à velocidade, à digitalização e, consequentemente, à exposição em
redes.”.
b) “(...) ligada à velocidade, à digitalização e, consequentemente, à exposição em
redes.”.
c) “(...) o espírito crítico necessário unido à sua responsabilidade (...)”.
d) “(...) damos nosso aval àquela informação.”.
98ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRMV-AM / Cargo: Serviços Gerais 
72 
No que se refere à correção dos trechos apresentados quanto ao emprego do acento 
indicativo de crase, julgue o item. 
A moça passava seus dias à cantar. 
( ) Certo 
( ) Errado 
99ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRMV-AM / Cargo: Serviços Gerais 
No que se refere à correção dos trechos apresentados quanto ao emprego do acento 
indicativo de crase, julgue o item. 
Contamos à ela o que aconteceu. 
( ) Certo 
( ) Errado 
100ª/ Banca: VUNESP / Órgão: TJ-SP / Cargo: Oficial de Justiça 
Assinale a alternativa onde o sinal indicativo da crase foi usado inadequadamente: 
a) Prefiro esta bolsa àquela.
b) Isto é prejudicial à saúde.
c) Escrevia à Machado de Assis.
d) Ele referiu-se à Fabiana, não a mim.
e) As lágrimas caíam uma à uma de seus olhos.
101ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-MT / Cargo: Analista Judiciário 
O uso do acento grave (indicativo de crase ou não) está incorreto em: 
a) Primeiro vou à feira, depois é que vou trabalhar.
b) Às vezes não podemos fazer o que nos foi ordenado.
c) Não devemos fazer referências àqueles casos.
d) Sairemos às cinco da manhã.
e) Isto não seria útil à ela.
102ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEDUC-AL / Cargo: Professor-Biologia 
73 
Texto CG1A1-I 
A teoria das causas cerebrais dos transtornos mentais passou gradualmente a 
ironizar tudo o que se relacionava com a forma de vida do sujeito, compreendida como 
unidade entre linguagem, desejo e trabalho. As narrativas de sofrimento da 
comunidade ou dos familiares com quem se vive, a própria versão do paciente, o seu 
“lugar de fala” diante do transtorno, tornaram-se epifenômenos, acidentes que não 
alteram a rota do que devemos fazer: correção educacional de pensamentos 
distorcidos e medicação exata. 
Quarenta anos depois, acordamos em meio a uma crise global de saúde mental, 
com elevação de índices de suicídio, medicalização massiva receitada por não 
psiquiatras e insuficiência de recursos para enfrentar o problema. 
Esse é o custo de desprezar a cultura como instância geradora de mediações de 
linguagem necessárias para que enfrentemos o sofrimento antes que ele evolua para a 
formação de sintomas. Esse é o desserviço dos que imaginam que teatro, literatura, 
cinema e dança são apenas entretenimento acessório — como se a ampliação e a 
diversidade de nossa experiência cultural não fossem essenciais para desenvolver 
capacidade de escuta e habilidades protetivas em saúde mental. Como se eles não nos 
ensinassem como sofrer e, reciprocamente, como tratar o sofrimento no contexto 
coletivo e individual do cuidado de si. 
Christian Dunker. A Arte da quarentena para principiantes. 
São Paulo: Boitempo, 2020, p. 32-33 (com adaptações). 
Julgue o próximo item, relativos aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto 
CG1A1-I. 
Caso fosse inserido o sinal indicativo de crase no vocábulo “a”, no trecho “em meio a 
uma crise” (primeiro período do segundo parágrafo), a correção gramatical do texto 
seria prejudicada. 
( ) Certo 
( ) Errado 
103ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PG-DF / Cargo: Técnico Jurídico 
É facultativo o emprego do acento indicativo de crase no trecho “em relação à minha 
moradia”. 
( ) Certo 
( ) Errado 
104ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PG-DF / Cargo: Técnico Jurídico 
74 
A correção gramatical do texto seria prejudicada caso se inserisse acento indicativo de 
crase na expressão “a granel”. 
( ) Certo 
( ) Errado 
105ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PG-DF / Cargo: Técnico Jurídico 
No trecho “largue tudo de repente sob os olhares à sua volta”, o uso do acento 
indicativo de crase é facultativo. 
( ) Certo 
( ) Errado 
106ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SERPRO / Cargo: Analista 
No trecho “Para dar início a essa ecologia das máquinas”, o acréscimo do sinal 
indicativo de crase no vocábulo “a” manteria a correção gramatical. 
( ) Certo 
( ) Errado 
107ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TC-DF / Cargo: Auditor de Controle Externo 
A correção gramatical do texto seria mantida caso se inserisse o acento indicativo de 
crase no vocábulo “a” presente no trecho “daqui a alguns anos”, visto que o emprego 
desse sinal é optativo nesse caso. 
( ) Certo 
( ) Errado 
108ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEFAZ-DF / Cargo: Auditor Fiscal 
Dada a regência do verbo tender, é facultativo o emprego do sinal indicativo de crase 
no vocábulo “a” em “tendem a ser menos efetivas”. 
( ) Certo 
( ) Errado 
109ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TJ-AM / Cargo: Assistente Judiciário 
75 
A inserção do sinal indicativo de crase em “a quem” (l.3) não comprometeria a 
correção gramatical. 
( ) Certo 
( ) Errado 
110ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TJ-AM / Cargo: Assistente Judiciário 
A inserção do sinal indicativo de crase em “a interpretações” ocasionaria erro 
gramatical. 
( ) Certo 
( ) Errado 
111ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Prefeitura de Boa Vista-RR / Cargo: Procurador 
Municipal 
A respeito dos aspectos linguísticos do texto CB1A1-II, julgue o item subsecutivo. 
76 
O uso do acento grave em “à mistura racial” (l.13) é facultativo. 
( ) Certo 
( ) Errado 
112ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SLU-DF / Cargo: Analista de Gestão 
Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o item 
seguinte. 
Sem prejuízo para os sentidos e para a correção gramatical do texto, a forma verbal 
“alcançam” (l.6) poderia ser substituída por chegam à. 
( ) Certo 
( ) Errado 
113ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Instituto Hospital Base do Distrito Federal / 
Cargo: Técnico de Enfermagem 
Acerca dos aspectos linguísticos do texto CG2A1AAA, julgue o próximo item. 
77 
A correção gramatical do texto seria mantida se fosse inserido o acento indicativo de 
crase no vocábulo “a” no trecho “destinada a” (l.3). 
( ) Certo 
( ) Errado 
114ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: BNB / Cargo: Analista Bancário 
Julgue o próximo item, relativos aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto 2A1-I. 
O emprego dosinal indicativo de crase em “à máquina” (l.33) é facultativo; portanto, 
sua eliminação não prejudicaria a correção gramatical do trecho. 
( ) Certo 
( ) Errado 
115ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Polícia Federal / Cargo: Agente de Polícia 
Julgue o seguinte item, relativo aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto. 
A supressão do sinal indicativo de crase em “à sua maneira” (l.2) manteria a correção 
gramatical do texto. 
( ) Certo 
( ) Errado 
78 
116ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Polícia Federal / Cargo: Agente de Polícia 
No que se refere aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue 
o item seguinte.
O emprego do sinal indicativo de crase em “a uma paleta” (l.20) manteria a correção 
gramatical do texto, uma vez que, no trecho, o vocábulo “a” antecede palavras no 
feminino. 
( ) Certo 
( ) Errado 
117ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: STJ / Cargo: Desenvolvimento de Sistemas 
79 
A respeito dos aspectos linguísticos do texto CB4A1AAA, julgue o próximo item. 
A correção gramatical do texto seria mantida caso se empregasse o acento indicativo 
de crase no vocábulo “a” em “a esse estado de coisas” (l.17). 
( ) Certo 
( ) Errado 
118ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: CGM de João Pessoa - PB / Cargo: Técnico 
Municipal de Controle Interno 
No trecho “Diga não às ‘corrupções’ do dia a dia”, seria correto o emprego do sinal 
indicativo de crase no vocábulo “a” em “dia a dia”. 
( ) Certo 
( ) Errado 
119ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRF - 1ª REGIÃO / Cargo: Técnico Judiciário 
Seriam preservados o sentido e a correção gramatical do texto caso se empregasse o 
sinal de crase no trecho “se ateve a questões processuais”. 
( ) Certo 
( ) Errado 
120ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRF - 1ª REGIÃO / Cargo: Técnico Judiciário 
80 
A respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto 7A1BBB, julgue o seguinte 
item. 
A supressão do sinal indicativo de crase em “às crianças” (l. 3 e 4) comprometeria a 
correção gramatical do texto. 
( ) Certo 
( ) Errado 
121ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRF - 1ª REGIÃO / Cargo: Técnico Judiciário 
81 
Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto 7A1AAA, julgue o item que 
se segue. 
O emprego de sinal indicativo de crase em “a demandas legítimas” (l.19) — à 
demandas legítimas — não prejudicaria a correção gramatical do texto. 
( ) Certo 
( ) Errado 
122ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRF - 1ª REGIÃO / Cargo: Técnico Judiciário 
No que se refere aos aspectos linguísticos do texto CB1A2AAA, julgue o item seguinte. 
O emprego do sinal indicativo de crase em “à tutela dos animais” (l. 2 e 3) é 
facultativo. 
( ) Certo 
( ) Errado 
123ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEDF / Cargo: Técnico de Gestão Educacional 
82 
Considerando as ideias e estruturas linguísticas do texto CB2A1AAA, julgue o item a 
seguir. 
O emprego do sinal indicativo de crase em “à capacidade dessa ciência” (l. 10 e 11) é 
facultativo. 
( ) Certo 
( ) Errado 
124ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEDF / Cargo: Monitor de Gestão Educacional 
Julgue o próximo item, referente a aspectos linguísticos do texto CB1A1AAA e à sua 
tipologia. 
A correção gramatical do texto seria prejudicada caso se empregasse o sinal grave 
indicativo de crase no “a” em “fuja a determinações” (l. 22 e 23). 
( ) Certo 
( ) Errado 
125ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MPOG / Cargo: Contador 
83 
Na linha 28, a correção gramatical do trecho seria mantida, caso se inserisse acento 
indicativo de crase no vocábulo “a" que compõe a locução “a cabo". 
( ) Certo 
( ) Errado 
126ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TCU / Cargo: Técnico de Controle Externo 
Com relação a aspectos linguísticos do texto, julgue o próximo item. 
O emprego do sinal indicativo de crase no trecho “somadas à compilação de costumes 
tradicionais” (l.24) é facultativo, razão por que sua supressão não acarretaria prejuízo 
para o sentido nem para a correção do período. 
( ) Certo 
( ) Errado 
127ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-GO / Cargo: Analista Judiciário 
84 
No trecho “Em meio a esse cenário" (L.23), a inserção de sinal indicativo de crase no 
“a" acarretaria prejuízo à correção gramatical do texto. 
( ) Certo 
( ) Errado 
128ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Assistente em Administração 
De acordo com o contexto, estaria também correto o emprego do sinal indicativo de 
crase em “quanto a” (l.32). 
( ) Certo 
( ) Errado 
129ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: CGE-PI / Cargo: Auditor Governamental 
85 
No trecho “Chama-lhe à minha vida uma casa” (l.7), é facultativo o emprego do sinal 
indicativo de crase. 
( ) Certo 
( ) Errado 
130ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MPU / Cargo: Segurança Institucional 
Nas linhas 21 e 22, o emprego do sinal indicativo de crase em “às diferentes” justifica-
se pela regência de “desrespeito”, que exige complemento antecedido da preposição 
a, e pela presença de artigo feminino plural antes de “diferentes”. 
( ) Certo 
( ) Errado 
131ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: DEPEN / Cargo: Agente e Técnico 
Em relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto I, julgue o item que se segue. 
86 
No trecho “refere-se tão somente à liberdade de ir e vir” (L.6), o emprego do sinal 
indicativo de crase deve-se ao fato de a locução “tão somente” exigir complemento 
antecedido pela preposição a. 
( ) Certo 
( ) Errado 
132ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-GO / Cargo: Técnico Judiciário 
Com referência às estruturas linguísticas do texto, julgue o item a seguir. 
O emprego de acento indicativo de crase na expressão “A ele" (l.12) — À ele — 
prejudicaria a correção gramatical do texto. 
( ) Certo 
( ) Errado 
133ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Instituto Rio Branco / Cargo: Diplomata 
87 
Com relação às ideias, às estruturas linguísticas e à tipologia do texto anterior, julgue o 
item que se segue. 
Na expressão “de paratifo a tuberculose" (l.28), o uso do sinal indicativo de crase no 
termo “a" não prejudicaria a correção gramatical do texto, pois, nesse caso, tal uso 
tem caráter facultativo. 
( ) Certo 
( ) Errado 
134ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-RS / Cargo: Análise de Sistemas 
O uso do acento indicativo de crase em “à eleição" (l.25) é exigido pela presença do 
substantivo “impedimento" (l.24) e pela presença de artigo definido feminino que 
determina o substantivo “eleição". 
( ) Certo 
( ) Errado 
135ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SECTI / Cargo: Liderança em Gestão Pública 
88 
Considerando as informações e as estruturas linguísticas do texto acima, julgue os 
itens a seguir. 
Em “condições equivalentes à racionalidade das empresas privadas” (l.10 e 11), caso o 
elemento “racionalidade” fosse flexionado no plural, o acento grave indicativo de 
crase deveria ser mantido. 
( ) Certo 
( ) Errado 
136ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEDF / Cargo: Gestão Pública 
Acerca das estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item. 
Na linha 15, o uso do sinal indicativo de crase em “à concisão” deve-se à regência do 
substantivo “contribuição” e à presença do artigo feminino determinando “concisão”. 
89 
( ) Certo 
( ) Errado 
137ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Médico veterinário 
Julgue os itens que se seguem, relativos às estruturas linguísticas do texto. 
Na linha 13, o uso do acento indicativo de crase em “à informação” deve-se à regência 
do substantivo “acesso” e à presença do artigo feminino determinando “informação”. 
( ) Certo 
( ) Errado 
138ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ICMBIO / Cargo: Analista Ambiental 
90 
A respeito dos aspectos estruturais e interpretativos do texto acima, julgue os 
seguintes itens. 
Na linha 13, caso se substituísse o trecho “ao mercado de trabalho formal” por às 
benesses das leis trabalhistas, a correção gramatical do período seria mantida, visto 
que o elemento “acesso” rege complemento com a preposição a e “benesses”está 
especificado pelo artigo as. 
( ) Certo 
( ) Errado 
139ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: CNJ / Cargo: Técnico Judiciário 
Com base nas ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens seguintes. 
91 
Na linha 2, o emprego do acento indicativo de crase em “acessos às páginas” justifica-
se pela regência de “acessos”, que exige complemento antecedido pela preposição a, e 
pela presença de artigo definido feminino plural antes de “páginas”. 
( ) Certo 
( ) Errado 
140ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: AL-ES / Cargo: Taquígrafo Parlamentar 
Se o autor tivesse estendido sua saudação inicial (L. 1) também às mulheres, deveria 
ser empregado o acento indicador de crase na forma feminina, assim: Boa tarde a 
todos e à todas. 
( ) Certo 
( ) Errado 
141ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TCE-SC / Cargo: Auditor Fiscal 
92 
No trecho “a uma ampla interação” (l. 23 e 24), a inserção do sinal indicativo de crase 
no “a” manteria a correção gramatical do período, mas prejudicaria o seu sentido 
original. 
( ) Certo 
( ) Errado 
142ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: DPU / Cargo: Bibliotecário 
Com referência às ideias e aos aspectos linguísticos do texto apresentado, julgue o 
seguinte item. 
No trecho “Anteriormente à primeira Constituição pátria” (l.4), o emprego do acento 
indicativo de crase é facultativo. 
( ) Certo 
( ) Errado 
143ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: STJ / Cargo: Analista Judiciário 
93 
A correção gramatical do texto seria prejudicada caso se empregasse o sinal indicativo 
de crase no vocábulo “a” em “dá suporte a exigências recíprocas” (l.20). 
( ) Certo 
( ) Errado 
144ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Médico veterinário 
A correção gramatical do texto seria prejudicada caso se inserisse acento indicativo de 
crase no “a”, em “a homenagear o especialista” (l. 16 e 17). 
( ) Certo 
( ) Errado 
145ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Administrador 
94 
Com base nas ideias e estruturas linguísticas do texto I, julgue o item subsecutivo. 
Em “à criança" (L.14), caso o vocábulo “criança" fosse empregado no plural, o acento 
indicativo de crase deveria ser mantido. 
( ) Certo 
( ) Errado 
146ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Administrador 
O emprego do acento indicativo de crase em “Candidatou-se à Academia Brasileira de 
Letras” (l.25) é obrigatório, devido à fusão da preposição que segue a forma verbal 
com o artigo definido feminino singular que precede o termo “Academia”. 
( ) Certo 
( ) Errado 
147ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Administrador 
95 
Julgue o item a seguir, relativo à tipologia e aos aspectos linguísticos do texto acima. 
Estaria também correto o emprego de sinal indicativo de crase em “a cada” (l. 4 e 5). 
( ) Certo 
( ) Errado 
148ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANTAQ / Cargo: Técnico Administrativo 
Em relação aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto acima, julgue o item. 
Em “a preços” (L.6), estaria correto o emprego do sinal indicativo de crase. 
( ) Certo 
( ) Errado 
149ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANATEL / Cargo: Técnico Administrativo 
96 
No que se refere às ideias e a aspectos linguísticos do texto acima, julgue o próximo 
item. 
É facultativo o emprego do sinal indicativo de crase em “A partir do século XVII” (L.2). 
( ) Certo 
( ) Errado 
150ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TJ-SE / Cargo: Técnico Judiciário 
No trecho “deu início à sua caminhada cósmica" (l.16 e 17), o emprego do acento 
grave indicativo de crase é obrigatório. 
( ) Certo 
( ) Errado 
151ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: INPI / Cargo: Pesquisador 
97 
Julgue o seguinte item, acerca de aspectos linguísticos do texto. 
Haveria prejuízo para a correção gramatical do texto caso se empregasse o sinal 
indicativo de crase em “a projetos e formas" (l.7). 
( ) Certo 
( ) Errado 
152ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Caixa / Cargo: Engenheiro Elétrico 
No que se refere aos aspectos linguísticos, à classificação tipológica do texto acima e às 
ideias nele expressas, julgue os itens a seguir. 
Seria mantida a correção gramatical do texto, caso fosse empregado o acento 
indicativo de crase no “a”, em “cunhagem a martelo” (l.6). 
( ) Certo 
( ) Errado 
153ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: CADE / Cargo: Auxiliar Administrativo 
98 
Julgue os itens a seguir, relativos às estruturas linguísticas e às ideias do texto acima. 
Sem prejuízo da correção gramatical do texto, poderia ser empregado o acento 
indicativo de crase no “a”, em “o acesso a qualquer velharia escrita” (l.17). 
( ) Certo 
( ) Errado 
154ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MPU / Cargo: Analista 
99 
A respeito das ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue os itens que se 
seguem. 
Na linha 20, o emprego do sinal indicativo de crase é facultativo em “à labuta” e “às 
alturas”; por isso, sua omissão não traria prejuízo para correção gramatical do período. 
( ) Certo 
( ) Errado 
155ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: DETRAN-ES / Cargo: Analista de Sistemas 
Com relação às estruturas linguísticas e à organização das ideias do texto acima, julgue 
os itens seguintes. 
Na linha 13, o emprego do sinal indicativo de crase em "à vida" deve-se à presença do 
substantivo "sentido", cujo complemento deve ser introduzido pela preposição a. 
100 
( ) Certo 
( ) Errado 
156ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-ES / Cargo: Técnico em Taquigrafia 
A mesma norma gramatical que estabelece a ocorrência do sinal indicativo de crase 
em “eleição dos deputados às cortes de Lisboa" (l.6-7) prescreve o emprego desse 
sinal em eleição dos deputados à todas as cortes de Lisboa. 
( ) Certo 
( ) Errado 
157ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-ES / Cargo: Técnico em Taquigrafia 
101 
Julgue o item subsecutivo, com relação a aspectos linguísticos do texto. 
A explicação para o emprego do acento grave em “proporcional à população" (l.14) 
também se aplica às seguintes ocorrências: favorável à população; graças à 
população; ofensivo à população. 
( ) Certo 
( ) Errado 
102 
Parônimas e Homônimas 
158ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TCE-RN / Cargo: Assessor Técnico 
Considerando as estruturas linguísticas e os sentidos do texto Uma breve história do 
controle, julgue o próximo item. 
O adjetivo “preeminente" (L.15) pode ser substituído pelo adjetivo proeminente. 
( ) Certo 
( ) Errado 
159ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Telebras / Cargo: Técnico em Gestão de 
Telecomunicações 
É indiferente, do ponto de vista semântico, o emprego da palavra “estratos” ou 
extratos, uma vez que ambas denotam o mesmo sentido, sendo a segunda palavra 
variante ortográfica da primeira. 
( ) Certo 
( ) Errado 
160ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PC-RR / Cargo: Auxiliar de Necropsia 
103 
Gramaticalmente, são consideradas homógrafas palavras que têm a mesma grafia, mas 
sentidos diferentes. São exemplo disso as palavras “sessão” (l.2) e cessão. 
( ) Certo 
( ) Errado 
161ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CREMESE / Cargo: Médico 
Vinícius Mendes. Descoberta das Américas: como a China poderia ter chegado ao continente 
sete décadas antes de Colombo. Internet: <«www.bbc.com> (com adaptações). 
Acerca dos aspectos linguísticos do texto, julgue o item. 
A palavra “discussão” (linha 25) poderia ser substituída por discursão, pois ambas as 
grafias são corretas e têm o mesmo significado. 
104 
( ) Certo 
( ) Errado 
162ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Prefeitura de Venâncio Aires - RS / Cargo: Agente de 
Cadastro 
Em relação às palavras homônimas, marcar C para as sentenças Certas, E para as 
Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA: 
( ) A seção na Câmara foi bastante atribulada. ( ) Joana trabalha na cessão de 
materiais esportivos de uma grande empresa. ( ) Os familiares decidiram fazer a 
cessão dos bens imóveis a uma instituição beneficente. 
a) C - C - C.
b) C - E - C.
c) C - C - E.
d) E - E - C.e) E - E - E.
163ª/ Banca: AOCP / Órgão: SEAD-PB / Cargo: Professor de Educação Básica 
Analise as afirmações a seguir e identifique a sequência que define corretamente as 
relações semânticas apresentadas em I, II e III, respectivamente. 
I - ‘Deferir’ e ‘diferir’ são palavras com pronúncia e grafia semelhantes e significados 
diferentes. 
II - ‘Seção’, ‘sessão’ e ‘cessão’ são palavras pronunciadas da mesma forma, mas com 
significados diferentes. 
III - Colher (verbo) e colher (substantivo) são palavras idênticas na escrita, mas 
diferentes na pronúncia e no significado. 
a) Polissemia; Homonímia homófona; Paronímia.
b) Homonímia homófona; Paronímia; Polissemia.
c) Paronímia; Homonímia homófona; Homonímia homógrafa.
d) Homonímia homógrafa; Polissemia; Homonímia homófona.
105 
164ª/ Banca: FGV / Órgão: Prefeitura de Salvador - BA / Cargo: Técnico de 
Enfermagem 
Assinale a opção que mostra a frase cuja lacuna deve ser preenchida com a primeira 
das formas entre parênteses. 
a) “__________ é um homem que jamais bate numa mulher sem primeiro tirar o
chapéu”. (cavaleiro/cavalheiro)
b) “A indústria do __________ se beneficia do sexo, ou você acha que as pessoas
andariam com os jeans apertados desse jeito se não fosse pela conotação
sexual?”. (vestiário/vestuário)
c) “A diminuição __________ do nível da água dos reservatórios trazia
preocupação aos governadores de Estado”. (eminente/iminente)
d) “As mudanças no Código Penal incluem possibilidades de __________ penas
mais duras aos criminosos”. (infligir/infringir)
e) “As novas medidas presidenciais vieram __________ o acerto das votações no
Congresso Nacional”. (retificar/ratificar)
165ª/ Banca: FGV / Órgão: DPE-RJ / Cargo: Técnico Médio de Defensoria Pública 
Há uma série de palavras em língua portuguesa que modificam o seu sentido em 
função de uma troca vocálica; esse fato só NÃO ocorre em: 
a) deferir / diferir;
b) infarte / infarto;
c) emergir / imergir;
d) descrição / discrição;
e) eminente / iminente.
166ª/ Banca: FGV / Órgão: DPE-RJ / Cargo: Técnico Médio de Defensoria Pública 
A frase em que está correto o emprego de um dos parônimos mandado/mandato é: 
a) O mandado de senador dura 8 anos;
b) Impetrou mandato de segurança com pedido de liminar;
c) Não tinha mandado de busca para entrar na casa;
106 
d) Todos desejavam que seu mandado de diretor acabasse;
e) O mandato de apreensão não havia sido expedido.
167ª/ Banca: VUNESP / Órgão: TJ-SP / Cargo: Contador Judiciário 
Assinale a alternativa em que o termo destacado está corretamente empregado, 
conforme os sentidos do texto. 
a) De acordo com o Fundo Monetário Internacional, há uma eminente redução do
PIB mundial para 2019.
b) É possível um conflito comercial, já que os EUA podem retificar uma terceira
rodada de tarifas à China.
c) Investidores hoje otimistas logo exigirão o comprimento de medidas para que
haja resultados concretos.
d) A decisão da Comissão Europeia mostra que a Itália infligiu acordos que visam
evitar aumento de juros.
e) A recuperação econômica do Brasil poderá fluir bem, pois o país tem espaço
para uma retomada mais forte.
168ª/ Banca: IDECAN / Órgão: DETRAN-RO / Cargo: Analista em Trânsito 
Analise as afirmativas. 
I. O motorista que dirige bêbado não apresenta dificuldade em _______________ as
imagens que vê.
II. Uma das funções dos policiais rodoviários é a de combater o _______________ de
drogas.
III. O motorista pego sem habilitação será autuado porque _______________ a lei.
Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente as afirmativas 
anteriores 
a) discriminar / tráfico / infringiu
b) descriminar / tráfego / infligiu
c) descriminar / tráfico / infringiu
d) descriminar / tráfico / infligiu
107 
e) discriminar / tráfego / infringiu
169ª/ Banca: FCC / Órgão: TRE-TO / Cargo: Analista Judiciário 
(...) capaz de fornecer as mais diferentes soluções para questões humanas eminentes. 
Considerando-se o par de palavras eminentes / iminentes, é correto afirmar que se 
trata de exemplo de 
a) antonímia.
b) sinonímia.
c) paronímia.
d) homonímia.
e) homofonia.
170ª/ Banca: FGV / Órgão: SEFAZ-MS / Cargo: Analista de Tecnologia da Informação 
A respeito do vocábulo cínico (L.43), assinale a alternativa correta. 
a) O radical cin- não é o mesmo que aparece em cinologia (estudo dos cães).
b) É palavra formada por composição.
c) Recebe acento por ser um latinismo.
d) É antônimo de impudente.
e) É homônimo de sínico.
108 
Emprego dos sinais de pontuação 
171ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Prefeitura de Boa Vista - RR / Cargo: Operador 
de Máquinas 
Quanto à correção gramatical, julgue o item seguinte. 
A escassez de água potável, assim como a poluição e a contaminação das fontes, 
ultrapassou todas as fronteiras que separa as diversas regiões do mundo. 
( ) Certo 
( ) Errado 
172ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANM / Cargo: Técnico em Segurança de 
Barragens 
Texto CB1A1-I 
 Desde que o almirante Pedro Álvares Cabral oficialmente descobriu a Terra de Santa 
Cruz, em abril de 1500, o primeiro português a estabelecer uma marca na história 
mineral do Brasil foi Martim Afonso de Souza. Depois de fundar a pequena vila de São 
Vicente, no litoral de São Paulo, a primeira base estabelecida na América portuguesa, 
no ano de 1531, ele tentou descobrir ouro, prata e pedras preciosas antes de sua 
partida para Lisboa. Esse plano visava confirmar notícias trazidas por quatro homens 
de sua comitiva sobre a existência de minas abundantes em ouro e prata na região do 
Rio Paraguai. Sob essa orientação, três expedições foram realizadas, todas em 1531: 
nas montanhas ao longo da costa do Rio de Janeiro, ao sul do estado de São Paulo e no 
Rio da Prata, mais ao sul. 
 No entanto, as primeiras iniciativas para descoberta de metais e pedras preciosas em 
terras brasileiras falharam, devido às dificuldades daquela época. Apesar disso, o 
desejo de descobrir riquezas minerais se manteve entre os habitantes da nova colônia, 
estimulados pela corte portuguesa, que oferecia promessas de honra e 
reconhecimento para aqueles que encontrassem tais riquezas. 
 Durante todo o século XVI, os portugueses usaram recursos financeiros, trabalho, 
soldados, artesãos de todos os tipos (cortadores, mineiros, construtores e até mesmo 
engenheiros estrangeiros) nos trabalhos de pesquisa das expedições, sob a supervisão 
dos governadores. Mas, infelizmente, o que foi encontrado não estava à altura do que 
foi despendido. Mesmo os mais positivos resultados tiveram pouco significado 
econômico, tanto em termos de quantidade quanto de teor dos metais. Os depósitos 
eram, além de pobres, localizados em lugares remotos. Concluindo, quase 
candidamente, que as descobertas naquele século eram desapontadoras, o 
governador-geral Diogo de Meneses Sequeira escreveu uma carta ao rei, afirmando 
que “sua Alteza precisa acreditar que as atuais minas do Brasil são compostas por 
açúcar e pau-brasil, muito lucrativos e com os quais o Tesouro e sua Alteza não 
precisam gastar um simples centavo”. 
109 
A respeito dos sentidos e dos aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o item que 
se segue. 
No primeiro período do primeiro parágrafo do texto, é facultativo o emprego da 
vírgula imediatamente após “Terra de Santa Cruz”. 
( ) Certo 
( ) Errado 
173ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MPE-PI / Cargo: Técnico Ministerial 
Julgue o item a seguir, relativo aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto 
apresentado. 
Seria incorreta a eliminação da vírgula empregada logo após a expressão “Desta vez” 
(l.2), pois seu uso é obrigatório naquele contexto. 
( ) Certo 
( ) Errado 
174ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRF - 1ª REGIÃO / Cargo: Técnico Judiciário 
110 
A respeito dos aspectos linguísticos do texto 7A3CCC, julgue o item a seguir. 
Não haveria prejuízo gramatical para o texto se, em seu último parágrafo, os 
travessões fossem substituídos por vírgulas. 
( ) Certo 
( ) Errado 
175ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE/ Órgão: INSS / Cargo: Técnico do Seguro Social 
Acerca de aspectos linguísticos e dos sentidos do texto acima, julgue o item que se 
segue. 
O sinal de dois-pontos empregado imediatamente após “biblioteca” (l.8) introduz um 
termo de natureza explicativa 
( ) Certo 
( ) Errado 
176ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: IBGE / Cargo: Agente de Pesquisas por 
Telefone 
111 
Texto 1A2-II 
 Diego não conhecia o mar. O pai, Santiago Kovadloff, levou-o para que descobrisse o 
mar. Viajaram para o Sul. Ele, o mar, estava do outro lado das dunas altas, esperando. 
 Quando o menino e o pai enfim alcançaram aquelas alturas de areia, depois de muito 
caminhar, o mar estava na frente de seus olhos. E foi tanta a imensidão do mar, e 
tanto fulgor, que o menino ficou mudo de beleza. 
 E, quando finalmente conseguiu falar, tremendo, gaguejando, pediu ao pai: — Me 
ajuda a olhar! 
No trecho “E, quando finalmente conseguiu falar, tremendo, gaguejando, pediu ao pai: 
— Me ajuda a olhar!”, do texto 1A2-II, sem prejuízo para a correção gramatical e os 
sentidos do texto 
I as vírgulas empregadas logo após “E” e “falar” poderiam ser suprimidas. 
II o trecho “tremendo, gaguejando” poderia ser isolado por parênteses, com a devida 
supressão da vírgula empregada após o vocábulo “falar”. 
III o ponto de exclamação poderia ser substituído por um ponto de interrogação. 
Assinale a opção correta. 
a) Apenas o item II está certo.
b) Apenas o item III está certo.
c) Apenas os itens I e II estão certos.
d) Apenas os itens I e III estão certos.
e) Todos os itens estão certos.
177ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: IBGE / Cargo: Agente de Pesquisas por 
Telefone 
Texto 1A2-II 
 Diego não conhecia o mar. O pai, Santiago Kovadloff, levou-o para que descobrisse o 
mar. Viajaram para o Sul. Ele, o mar, estava do outro lado das dunas altas, esperando. 
 Quando o menino e o pai enfim alcançaram aquelas alturas de areia, depois de muito 
caminhar, o mar estava na frente de seus olhos. E foi tanta a imensidão do mar, e 
tanto fulgor, que o menino ficou mudo de beleza. 
 E, quando finalmente conseguiu falar, tremendo, gaguejando, pediu ao pai: — Me 
ajuda a olhar! 
112 
No início do texto 1A2-II, o nome “Santiago Kovadloff” foi empregado entre vírgulas 
porque 
a) explica o vocábulo “pai”.
b) precisa o vocábulo “pai”.
c) caracteriza o vocábulo “pai”.
d) qualifica o vocábulo “pai”.
e) especifica o vocábulo “pai”.
178ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: IBGE / Cargo: Agente de Pesquisas por 
Telefone 
Texto 1A1-I 
 Não sei quando começou a necessidade de fazer listas, mas posso imaginar nosso 
antepassado mais remoto riscando na parede da caverna, à luz de uma tocha, signos 
que indicavam quanto de alimento havia sido estocado para o inverno que se 
aproximava ou, como somos competitivos, a relação entre nomes de integrantes da 
tribo e o número de caças abatidas por cada um deles. 
 Se formos propor uma hermenêutica acerca do tema, talvez possamos afirmar que 
existem dois tipos de listas: as necessárias e as inúteis. Em muitos casos, 
dialeticamente, as necessárias tornam-se inúteis e as inúteis, necessárias. Tomemos 
dois exemplos. Todo mês, enumero as coisas que faltam na despensa de minha casa 
antes de me dirigir ao supermercado; essa lista arrolo na categoria das necessárias. Por 
outro lado, há pessoas que anotam suas metas para o ano que se inicia: começar a 
fazer ginástica, parar de fumar, cortar em definitivo o açúcar, ser mais solidário, menos 
intolerante... Essa elenco na categoria das inúteis. 
 Feitas as compras, a lista do supermercado, necessária, torna-se então inútil. A lista 
contendo nossos desejos de sermos melhores para nós mesmos e para os outros, 
embora inútil, pois dificilmente a cumprimos, converte-se em necessária, porque 
estabelece um vínculo com o futuro, e nos projetar é uma forma de vencer a morte. 
 Tudo isso para justificar o que se segue. Ninguém me perguntou, mas resolvi 
organizar uma lista dos melhores romances que li em minha vida — escolhi o número 
vinte, não por motivos místicos, mas porque talvez, pela amplitude, alinhave, mais que 
preferências intelectuais, uma história afetiva das minhas leituras. Enquadro-a na 
categoria das listas inúteis, mas, quem sabe, se consultada, municie discussões, já que 
toda escolha é subjetiva e aleatória, ou, na melhor das hipóteses, suscite curiosidade a 
respeito de um título ou de um autor. Ocorresse isso, me daria por satisfeito. 
No segundo parágrafo do texto 1A1-I, o emprego das reticências indica que 
a) o autor não quis revelar todas as suas metas para o novo ano.
113 
b) a lista de metas apresentada não é exaustiva.
c) o autor mudou de ideia entre uma frase e outra.
d) a lista de metas para o ano novo não tem fim.
e) o autor não conclui seu pensamento.
179ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: IBGE / Cargo: Agente de Pesquisas por 
Telefone 
Texto 15A2-II 
 Talvez espante ao leitor a franqueza com que lhe exponho e realço a minha 
mediocridade; advirto que a franqueza é a primeira virtude de um defunto. Na vida, o 
olhar da opinião, o contraste dos interesses, a luta das cobiças obrigam a gente a calar 
os trapos velhos, a disfarçar os rasgões e os remendos, a não estender ao mundo as 
revelações que faz à consciência; e o melhor da obrigação é quando, à força de 
embaçar os outros, embaça-se um homem a si mesmo, porque em tal caso poupa-se o 
vexame, que é uma sensação penosa, e a hipocrisia, que é um vício hediondo. Mas, na 
morte, que diferença! Que desabafo! Que liberdade! Como a gente pode sacudir fora a 
capa, deitar ao fosso as lantejoulas, despregar-se, despintar-se, desafeitar-se, 
confessar lisamente o que foi e o que deixou de ser! Porque, em suma, já não há 
vizinhos, nem amigos, nem inimigos, nem conhecidos, nem estranhos; não há plateia. 
O olhar da opinião, esse olhar agudo e judicial, perde a virtude, logo que pisamos o 
território da morte; não digo que ele se não estenda para cá, e nos não examine e 
julgue; mas a nós é que não se nos dá do exame nem do julgamento. Senhores vivos, 
não há nada tão incomensurável como o desdém dos finados. 
No trecho “Mas, na morte, que diferença! Que desabafo! Que liberdade!”, do texto 
15A2-II, o emprego do ponto de exclamação enfatiza a expressão de um sentimento 
do narrador. Assinale a opção que apresenta esse sentimento. 
a) surpresa
b) indignação
c) raiva
d) espanto
e) entusiasmo
180ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TJ-PA / Cargo: Auxiliar Judiciário 
114 
Na linha 19 do texto CG4A1-II, os dois-pontos foram utilizados para introduzir uma 
a) ressalva.
b) enumeração.
c) enunciação.
d) hipótese.
e) explicação.
181ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: IFF / Cargo: Auxiliar Administrativo 
115 
Nas linhas 2 e 3 do texto CG4A1BBB, as vírgulas empregadas no trecho “Foi Nilo 
Peçanha, o então presidente da República, que criou” 
a) isolam um aposto.
b) indicam um adjunto adverbial deslocado.
c) separam uma oração de natureza temporal.
d) isolam itens de uma enumeração
e) indicam a ocorrência de discurso indireto livre.
182ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: IFF / Cargo: Auxiliar Administrativo 
No fragmento de texto acima, o segmento “quando seus (...) as atividades” (l.6) está 
entre vírgulas porque constitui uma oração 
a) subordinada de natureza restritiva intercalada.
b) subordinada adverbial temporal intercalada.
c) coordenada explicativa intercalada.
d) subordinada causal anteposta.
e) coordenada adversativa posposta.
116 
183ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEED-PR / Cargo: Professor-Língua Portuguesa 
Texto 5A2-I 
Socorro 
Socorro, eu não estou sentindo nada. 
Nem medo, nem calor, nem fogo, 
não vai dar mais pra chorar 
nem pra rir. 
Socorro, alguma alma, mesmo que penada, 
me empreste suas penas. 
Já não sinto amor nem dor, 
já não sinto nada. 
Socorro, alguém me dê um coração, 
que esse já não bate nem apanha. 
Por favor, uma emoção pequena, 
qualquer coisa que se sinta, 
tem tantos sentimentos,deve ter algum que sirva. 
Socorro, alguma rua que me dê sentido, 
em qualquer cruzamento, 
acostamento, encruzilhada, 
socorro, eu já não sinto nada. 
No texto 5A2-I, a vírgula foi empregada para separar termos da oração com a mesma 
função sintática no trecho 
a) “alguma alma, mesmo que penada” (segunda estrofe).
b) “em qualquer cruzamento, / acostamento, encruzilhada” (quarta estrofe).
c) “Já não sinto amor nem dor, / já não sinto nada” (segunda estrofe).
d) “Por favor, uma emoção pequena” (terceira estrofe).
e) “tem tantos sentimentos, / deve ter algum que sirva” (terceira estrofe).
184ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEED-PR / Cargo: Professor-Língua Portuguesa 
Texto 5A2-I 
Socorro 
117 
Socorro, eu não estou sentindo nada. 
Nem medo, nem calor, nem fogo, 
não vai dar mais pra chorar 
nem pra rir. 
Socorro, alguma alma, mesmo que penada, 
me empreste suas penas. 
Já não sinto amor nem dor, 
já não sinto nada. 
Socorro, alguém me dê um coração, 
que esse já não bate nem apanha. 
Por favor, uma emoção pequena, 
qualquer coisa que se sinta, 
tem tantos sentimentos, 
deve ter algum que sirva. 
Socorro, alguma rua que me dê sentido, 
em qualquer cruzamento, 
acostamento, encruzilhada, 
socorro, eu já não sinto nada. 
No primeiro verso de cada estrofe do texto 5A2-I, o termo “Socorro”, isolado por 
vírgula, 
a) tem função de aposto.
b) tem função de vocativo.
c) consiste em um advérbio deslocado nos períodos.
d) consiste em uma interjeição.
e) consiste em uma forma verbal no modo imperativo.
185ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEED-PR / Cargo: Professor-Língua Portuguesa 
Texto 5A1-I 
 As palavras têm um poder tremendo. Repito com assertividade: as palavras têm um 
poder tremendo. Há palavras que edificam, outras que destroem; umas trazem 
bênção, outras, maldição. E é entre estas duas balizas que a comunicação vai 
moldando a nossa vida. 
 Há palavras que deviam ser escondidas num baú fechado a sete chaves. Porque não 
edificam, porque magoam, porque destroem… Há uns tempos fui fazer um exame 
118 
médico. Após o questionário clínico habitual, a médica prosseguiu: “Agora, vou fazer-
lhe umas maldades”. Nesse instante, o meu corpo sucumbiu e o desmaio tornou-se 
iminente. Ora, a palavra maldade magooume mais do que o próprio exame. Teria sido 
muito sensato ter escondido tal palavra num quarto escuro. Não teria magoado tanto. 
 Mas voltemos às palavras amigas, as que mimam, as que confortam, as que 
aquecem o coração. 
 Sabiam que podem mudar o dia de alguém com uma calorosa saudação? “Bom dia, 
como está?” Experimentem, sempre que comunicam, escolher palavras com carga 
afetiva positiva! Por exemplo, se substituírem a palavra “problema” por “situação”, o 
problema parece tornar-se mais pequeno, não parece? Ou então acrescentar adjetivos 
robustos quando agradecem a alguém: “Obrigada pela sua preciosa, valiosa ajuda”. 
 Se queremos relações pessoais e profissionais mais saudáveis e felizes, usemos e 
abusemos das palavras positivas na nossa vida. E não nos cansemos de elogiar. 
Palavras de louvor e honra trazem felicidade não só a quem as recebe, mas também, e 
sobretudo, a quem as oferece. 
No texto 5A1-I, o emprego de reticências no trecho “Porque não edificam, porque 
magoam, porque destroem…” expressa a ideia de 
a) finalização.
b) incompletude.
c) descontinuidade.
d) adiamento.
e) dúvida.
186ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEED-PR / Cargo: Professor-Língua Portuguesa 
Texto CB1A1-I 
 Há quem valorize, mas também quem subestime o poder das férias. Pais de alunos 
pedem aos professores para passar atividades a serem feitas nos meses de férias, e os 
próprios docentes aproveitam os dias sem aulas para estudar e planejar o próximo 
semestre. Manter a mente funcionando é ótimo. Mas descansar, além de bom, é 
necessário, segundo médicos e especialistas. 
 De acordo com Li Li Min, neurologista da Faculdade de Ciências Médicas da 
Universidade de Campinas, o cérebro tem redes que exercem diferentes funções: 
algumas que fazem a pessoa enxergar, outras que nos ajudam a nos organizar, lidar 
com dificuldades, elaborar estratégias. Em situações de estresse — quando nosso 
organismo acha que estamos sob ameaça, de alguma maneira, ou sob pressão intensa 
—, “alguns circuitos particulares no cérebro são ativados, que são os de sobrevivência. 
O corpo fica de prontidão, alerta para enfrentar qualquer situação. Só que esse é um 
estado que você precisa ativar e desativar”, indica. 
119 
 O que acontece com o indivíduo que trabalha por longas jornadas, sem tirar férias, é 
que esse estado de alerta nunca é desligado. “Se você fica muito tempo nessa tensão, 
o seu organismo e o seu cérebro não conseguem voltar ao estado normal”, alerta Li Li
Min. “Ligado nesse circuito de estresse, ele não consegue ativar as funções de
criatividade ou elaboração, porque está focado na sobrevivência. Esse é um conflito
perigoso”. Por isso descansar é tão importante.
 A doutora Gislaine Gil, coordenadora do curso Cérebro Ativo do hospital Sírio 
Libanês, em São Paulo, explica que essa é uma primeira vantagem das férias: a 
ausência de tensão. “Diante da pressão dos prazos de entrega de trabalhos e provas, 
aumenta a ansiedade de professores e alunos. A ansiedade aumenta o índice de 
cortisol no nosso organismo, uma substância liberada pelo hipotálamo”. Com isso, 
temos uma sensação de desconforto e chegamos a sentir dores musculares e nas 
costas. Nas férias, com a ausência da ansiedade e consequentemente do cortisol, o 
humor da pessoa melhora, e ela fica mais disposta e relaxada. 
 Mas há outras vantagens. Durante as férias, a qualidade do sono melhora, já que 
também se costuma dormir mais horas: não há tanta necessidade de acordar cedo ou 
tarefas que te deixam até tarde da noite acordado. Isso também é benéfico ao 
cérebro. 
No segundo parágrafo do texto CB1A1-I, os travessões foram empregados para 
a) isolar um trecho no contexto.
b) indicar uma citação.
c) encerrar uma declaração.
d) introduzir uma enumeração.
e) indicar a interrupção de uma ideia.
187ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Polícia Federal / Cargo: Escrivão de Polícia 
Federal 
Texto 2A1-II 
 Cresce rapidamente, em quase todos os países, o número de pessoas na prisão ou 
que esperam prováveis sentenças de prisão. Em quase toda parte, a rede de prisões 
está se ampliando intensamente. Os gastos orçamentários do Estado com as forças da 
lei e da ordem, principalmente os efetivos policiais e os serviços penitenciários, 
crescem em todo o planeta. Mais importante, a proporção da população em conflito 
direto com a lei e sujeita à prisão cresce em ritmo que indica uma mudança mais que 
meramente quantitativa e sugere uma “significação muito ampliada da solução 
institucional como componente da política criminal” — e assinala, além disso, que 
muitos governos alimentam a pressuposição, que goza de amplo apoio na opinião 
pública, de que “há uma crescente necessidade de disciplinar importantes grupos e 
segmentos populacionais”. 
120 
 A proporção da população que cumpre sentenças de prisão é distinta em cada país, 
refletindo idiossincrasias de tradições culturais e histórias de pensamento e de práticas 
penais, mas o rápido crescimento parece ser um fenômeno universal em toda a ponta 
“mais desenvolvida” do mundo. 
No que se refere às ideias e aos aspectos linguísticos do texto 2A1-II, julgue o item que 
segue. 
O travessão empregado no último período do primeiro parágrafo confere ao trecho 
final do período, por ele isolado, um destaque, mas sua supressão manteria a correção 
gramatical do texto. 
( ) Certo 
( ) Errado 
188ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Polícia Federal / Cargo: Escrivão de Polícia 
Federal 
Texto 2A1-II 
 Cresce rapidamente, em quase todos os países, o número de pessoas na prisão ou 
que esperam prováveis sentenças de prisão. Em quase toda parte, a rede de prisões 
está se ampliando intensamente. Os gastos orçamentários do Estadocom as forças da 
lei e da ordem, principalmente os efetivos policiais e os serviços penitenciários, 
crescem em todo o planeta. Mais importante, a proporção da população em conflito 
direto com a lei e sujeita à prisão cresce em ritmo que indica uma mudança mais que 
meramente quantitativa e sugere uma “significação muito ampliada da solução 
institucional como componente da política criminal” — e assinala, além disso, que 
muitos governos alimentam a pressuposição, que goza de amplo apoio na opinião 
pública, de que “há uma crescente necessidade de disciplinar importantes grupos e 
segmentos populacionais”. 
 A proporção da população que cumpre sentenças de prisão é distinta em cada país, 
refletindo idiossincrasias de tradições culturais e histórias de pensamento e de práticas 
penais, mas o rápido crescimento parece ser um fenômeno universal em toda a ponta 
“mais desenvolvida” do mundo. 
No que se refere às ideias e aos aspectos linguísticos do texto 2A1-II, julgue o item que 
segue. 
Seriam preservados a correção gramatical e os sentidos do texto caso a vírgula 
empregada imediatamente após o vocábulo “rapidamente” (primeiro período do 
texto) fosse suprimida. 
( ) Certo 
( ) Errado 
121 
189ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Ministério da Economia / Cargo: Técnico de 
Complexidade Intelectual 
A diferenciação entre zonas centrais e regiões marginais — centros e periferias — 
encontra-se hoje em várias ordens de grandeza em comunidades, distritos, países e 
grupos inteiros de países. Numa cidade, a atividade comercial concentra-se 
geralmente numa zona determinada; em cada país há regiões nas quais se concentra 
mais fortemente a atividade econômica, do que em outras. 
 A diferença entre regiões centrais e regiões periféricas está baseada em uma 
multiplicidade de contrastes — geográficos, econômicos e sociais — que, em toda a 
sua diversidade, também apresentam, em seu contexto, elementos comuns essenciais. 
 Os centros são primariamente grandes cidades ou cidades de dimensão média, 
sendo periferias as zonas de economia rural. As aldeias constituem centros menores 
na periferia. 
 Diante das periferias, os centros são, sob alguns aspectos, privilegiados. Sob 
perspectiva geométrica, a soma das distâncias entre o ponto central e quaisquer 
pontos do interior é menor do que entre um ponto da periferia (qualquer que seja 
esse ponto) e qualquer ponto no interior. Em torno de uma grande cidade (de uma 
megalópole), encontram-se as maiores artérias de circulação ordenadas de forma 
radial e não em círculos concêntricos. As vias de uma periferia à outra conduzem, por 
isso, com frequência através do centro — também quando isso exige maiores desvios. 
 Para cada tipo de troca (como trânsito, comércio, turismo, transmissão de 
conhecimentos), os centros oferecem especiais vantagens. Eles dispõem de uma 
infraestrutura mais rica do que as regiões marginais, e os contatos sociais são mais 
densos. Hospitais, universidades, institutos de pesquisa, instituições culturais, museus, 
teatros, salas de concerto etc. encontram-se predominante ou exclusivamente em 
centros. As possibilidades de formação são mais diversificadas e de melhor qualidade. 
Mercados de centro se destacam por ofertas mais ricas do que os mercados das 
periferias. O nível de vida é mais alto, os salários são mais altos, mas também os custos 
de manutenção da vida são mais altos. 
 Nos centros, com relação à vida social, vigora uma cultura pluralista, as pessoas são 
mais individualistas, mas também mais flexíveis do que nas periferias. No interior a 
cultura é mais fortemente presa à tradição, a mobilidade social é menor, a vida 
decorre mais calma e vagarosamente, e as pessoas se movimentam menos 
apressadamente. Quanto às atitudes mentais e intelectuais, elas também são, em 
geral, menos ágeis e, com frequência, mais conservadoras. 
Julgue o item subsequente, relativo às ideias e às construções linguísticas do texto 
precedente. 
No trecho “Em torno de uma grande cidade (de uma megalópole)”, os parênteses 
foram empregados para isolar um trecho de caráter explicativo. 
( ) Certo 
( ) Errado 
122 
Concordância verbal e nominal 
190ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Auxiliar em Administração 
Texto CB4A1BBB 
Julgue o item seguinte, relativos aos sentidos e a aspectos linguísticos do texto 
CB4A1BBB. 
No terceiro parágrafo, o adjetivo “respeitadas” (l.16) encontra-se no plural porque 
concorda com os termos “ética”, “valorização”, “identidades” e “culturas”. 
( ) Certo 
( ) Errado 
191ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Auxiliar em Administração 
Texto CB4A1AAA 
123 
Julgue o item que se segue, pertinentes a aspectos linguísticos do texto CB4A1AAA. 
Nas linhas 11 e 12, a forma verbal “convidaram” está no plural porque concorda com 
os termos “cientistas”, “artistas” e “professores”. 
( ) Certo 
( ) Errado 
192ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Auxiliar em Administração 
Texto CB4A1AAA 
Julgue o item que se segue, pertinentes a aspectos linguísticos do texto CB4A1AAA. 
No último parágrafo do texto, a expressão “era amparada” está no singular para 
concordar com a palavra “estrutura”, que é núcleo do sujeito. 
124 
( ) Certo 
( ) Errado 
193ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEDUC-AM / Cargo: Merendeira 
Com base no texto acima, julgue o próximo item. 
A forma verbal “têm” (na linha 10) está no plural porque concorda com “crianças” (na 
linha 8). 
( ) Certo 
( ) Errado 
194ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Prefeitura de Rio Branco - AC / Cargo: Nível 
Fundamental 
Tendo o texto acima como referência, julgue o seguinte item. 
O termo “considerado” (l.6) está no masculino singular para concordar com “o estado 
da Amazônia brasileira” (l.3-4). 
( ) Certo 
( ) Errado 
195ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SERPRO / Cargo: Analista - Especialização: 
Ciência de Dados 
125 
Texto CB1A1-I 
 Não estamos opondo máquinas a ecologia, como se as máquinas fossem aquelas 
coisas que só servem para violentar a Mãe Natureza e violar a harmonia entre o ser 
humano e a natureza ― uma imagem atribuída à tecnologia desde o fim do século 
XVIII. Também não estamos seguindo a hipótese de Gaia de que a Terra é um único
superorganismo ou uma coletividade de organismos. Em vez disso, gostaria de propor
uma reflexão sobre a ecologia das máquinas. Para dar início a essa ecologia das
máquinas, precisamos primeiro voltar ao conceito de ecologia. Seu fundamento está
na diversidade, já que é apenas com biodiversidade (ou multiespécies que incluam
todas as formas de organismos, até mesmo bactérias) que os sistemas ecológicos
podem ser conceitualizados. A fim de discutir uma ecologia de máquinas, precisaremos
de uma noção diferente e em paralelo com a de biodiversidade ― uma noção a que
chamamos tecnodiversidade. A biodiversidade é o correlato da tecnodiversidade, uma
vez que sem esta só testemunharemos o desaparecimento de espécies diante de uma
racionalidade homogênea. Tomemos como exemplo os pesticidas, que são feitos para
matar certa espécie de insetos independentemente de sua localização geográfica,
precisamente porque são baseados em análises químicas e biológicas. Sabemos, no
entanto, que o uso de um mesmo pesticida pode levar a diversas consequências
desastrosas em biomas diferentes. Antes da invenção dessas substâncias,
empregavam-se diferentes técnicas para combater os insetos que ameaçavam as
colheitas dos produtos agrícolas ― recursos naturais encontrados na região, por
exemplo. Ou seja, havia uma tecnodiversidade antes do emprego de pesticidas como
solução universal. Os pesticidas aparentam ser mais eficientes a curto prazo, mas hoje
é fato bastante consolidado que estávamos o tempo todo olhando para os nossos pés
quando pensávamos em um futuro longínquo. Podemos dizer que a tecnodiversidade
é, em essência, uma questão de localidade. Localidade não significa necessariamente
etnocentrismo ou nacionalismo, mas é aquilo que nos forçaa repensar o processo de
modernização e de globalização e que nos permite refletir sobre a possibilidade de
reposicionar as tecnologias modernas.
Ainda com relação aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue o 
seguinte item. 
No trecho “Localidade não significa necessariamente etnocentrismo ou nacionalismo, 
mas é aquilo que nos força a repensar o processo de modernização”, a forma verbal 
“é” concorda com o termo “Localidade”. 
( ) Certo 
( ) Errado 
196ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SERPRO / Cargo: Analista - Especialização: 
Ciência de Dados 
Texto CB1A1-I 
126 
 Não estamos opondo máquinas a ecologia, como se as máquinas fossem aquelas 
coisas que só servem para violentar a Mãe Natureza e violar a harmonia entre o ser 
humano e a natureza ― uma imagem atribuída à tecnologia desde o fim do século 
XVIII. Também não estamos seguindo a hipótese de Gaia de que a Terra é um único
superorganismo ou uma coletividade de organismos. Em vez disso, gostaria de propor
uma reflexão sobre a ecologia das máquinas. Para dar início a essa ecologia das
máquinas, precisamos primeiro voltar ao conceito de ecologia. Seu fundamento está
na diversidade, já que é apenas com biodiversidade (ou multiespécies que incluam
todas as formas de organismos, até mesmo bactérias) que os sistemas ecológicos
podem ser conceitualizados. A fim de discutir uma ecologia de máquinas, precisaremos
de uma noção diferente e em paralelo com a de biodiversidade ― uma noção a que
chamamos tecnodiversidade. A biodiversidade é o correlato da tecnodiversidade, uma
vez que sem esta só testemunharemos o desaparecimento de espécies diante de uma
racionalidade homogênea. Tomemos como exemplo os pesticidas, que são feitos para
matar certa espécie de insetos independentemente de sua localização geográfica,
precisamente porque são baseados em análises químicas e biológicas. Sabemos, no
entanto, que o uso de um mesmo pesticida pode levar a diversas consequências
desastrosas em biomas diferentes. Antes da invenção dessas substâncias,
empregavam-se diferentes técnicas para combater os insetos que ameaçavam as
colheitas dos produtos agrícolas ― recursos naturais encontrados na região, por
exemplo. Ou seja, havia uma tecnodiversidade antes do emprego de pesticidas como
solução universal. Os pesticidas aparentam ser mais eficientes a curto prazo, mas hoje
é fato bastante consolidado que estávamos o tempo todo olhando para os nossos pés
quando pensávamos em um futuro longínquo. Podemos dizer que a tecnodiversidade
é, em essência, uma questão de localidade. Localidade não significa necessariamente
etnocentrismo ou nacionalismo, mas é aquilo que nos força a repensar o processo de
modernização e de globalização e que nos permite refletir sobre a possibilidade de
reposicionar as tecnologias modernas.
Considerando as ideias, os sentidos e os aspectos linguísticos do texto CB1A1-I, julgue 
o item a seguir.
No trecho “precisamos primeiro voltar ao conceito de ecologia” (quarto período), o 
vocábulo “primeiro” estabelece concordância com o termo “conceito”. 
( ) Certo 
( ) Errado 
197ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Polícia Federal / Cargo: Escrivão de Polícia 
Federal 
Texto 2A1-II 
 Cresce rapidamente, em quase todos os países, o número de pessoas na prisão ou 
que esperam prováveis sentenças de prisão. Em quase toda parte, a rede de prisões 
está se ampliando intensamente. Os gastos orçamentários do Estado com as forças da 
lei e da ordem, principalmente os efetivos policiais e os serviços penitenciários, 
127 
crescem em todo o planeta. Mais importante, a proporção da população em conflito 
direto com a lei e sujeita à prisão cresce em ritmo que indica uma mudança mais que 
meramente quantitativa e sugere uma “significação muito ampliada da solução 
institucional como componente da política criminal” — e assinala, além disso, que 
muitos governos alimentam a pressuposição, que goza de amplo apoio na opinião 
pública, de que “há uma crescente necessidade de disciplinar importantes grupos e 
segmentos populacionais”. 
 A proporção da população que cumpre sentenças de prisão é distinta em cada país, 
refletindo idiossincrasias de tradições culturais e histórias de pensamento e de práticas 
penais, mas o rápido crescimento parece ser um fenômeno universal em toda a ponta 
“mais desenvolvida” do mundo. 
Ainda com relação ao texto 2A1-II, julgue o item subsecutivo. 
Seria mantida a correção gramatical do texto caso a forma verbal “esperam” (primeiro 
período do texto) fosse substituída por espera. 
( ) Certo 
( ) Errado 
198ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Polícia Federal / Cargo: Escrivão de Polícia 
Federal 
Texto 2A1-II 
 Cresce rapidamente, em quase todos os países, o número de pessoas na prisão ou 
que esperam prováveis sentenças de prisão. Em quase toda parte, a rede de prisões 
está se ampliando intensamente. Os gastos orçamentários do Estado com as forças da 
lei e da ordem, principalmente os efetivos policiais e os serviços penitenciários, 
crescem em todo o planeta. Mais importante, a proporção da população em conflito 
direto com a lei e sujeita à prisão cresce em ritmo que indica uma mudança mais que 
meramente quantitativa e sugere uma “significação muito ampliada da solução 
institucional como componente da política criminal” — e assinala, além disso, que 
muitos governos alimentam a pressuposição, que goza de amplo apoio na opinião 
pública, de que “há uma crescente necessidade de disciplinar importantes grupos e 
segmentos populacionais”. 
 A proporção da população que cumpre sentenças de prisão é distinta em cada país, 
refletindo idiossincrasias de tradições culturais e histórias de pensamento e de práticas 
penais, mas o rápido crescimento parece ser um fenômeno universal em toda a ponta 
“mais desenvolvida” do mundo. 
No que se refere às ideias e aos aspectos linguísticos do texto 2A1-II, julgue o item que 
segue. 
A forma verbal “crescem” (terceiro período do primeiro parágrafo) está flexionada no 
plural para concordar com o sujeito composto cujos núcleos são “gastos”, “efetivos” e 
“serviços”. 
128 
( ) Certo 
( ) Errado 
199ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MPE-PI / Cargo: Técnico Ministerial 
Julgue o item a seguir, relativo aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto 
apresentado. 
Na linha 1, seria incorreto o emprego do verbo “ser” no plural — serem. 
( ) Certo 
( ) Errado 
200ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANVISA / Cargo: Técnico Administrativo 
129 
Acerca dos sentidos e de aspectos linguísticos do texto, julgue o item que se segue. 
A forma verbal “acreditava” (l.3) está flexionada no singular para concordar com a 
palavra “parte” (l.2), mas poderia ser substituída sem prejuízo à correção gramatical 
pela forma verbal acreditavam, que estabeleceria concordância com o termo 
composto “dos médicos e da população” (l.2). 
( ) Certo 
( ) Errado 
201ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: DEPEN / Cargo: Agente e Técnico 
Texto II 
Julgue o próximo item, relativo às ideias e às estruturas linguísticas do texto II. 
A forma verbal “são” (L.3) está no plural porque concorda com “Esses indivíduos” (L. 2 
e 3). 
130 
( ) Certo 
( ) Errado 
202ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Auxiliar Administrativo 
Em relação ao fragmento de texto acima, julgue o item subsequente. 
A forma verbal “confunde” (l.6) está no singular porque concorda com “contexto” (l.5). 
( ) Certo 
( ) Errado 
131 
Regência verbal e nominal 
203ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Instituto Hospital Base do Distrito Federal / 
Cargo: Técnico de Enfermagem 
Considerando os aspectos linguísticos do texto precedente e as informações nele 
veiculadas, julgue o próximo item. 
A correção gramatical do texto seria prejudicada caso se deslocasse a partícula “se”, 
em “se dizia” (l.4), para imediatamente após a forma verbal: dizia-se. 
( ) Certo 
( ) Errado 
204ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MPE-PI / Cargo: Técnico Ministerial 
Com referência aossentidos do texto precedente e às estruturas linguísticas nele 
empregadas, julgue o item a seguir. 
132 
A correção gramatical do texto seria prejudicada caso o trecho “Eis que se inicia” (l.1) 
fosse reescrito da seguinte forma: Eis que inicia-se. 
( ) Certo 
( ) Errado 
205ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: EMAP / Cargo: Assistente Portuário 
Acerca de aspectos linguísticos do texto precedente e das ideias nele contidas, julgue o 
item a seguir. 
A correção gramatical do texto seria mantida caso o trecho “que se consubstancia” (l. 
10 e 11) fosse alterado para que consubstancia-se. 
( ) Certo 
( ) Errado 
206ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: DPU / Cargo: Agente Administrativo 
133 
Acerca dos aspectos linguísticos e das ideias do texto acima, julgue o item seguinte. 
Seria mantida a correção gramatical do período caso a partícula “se”, em “se 
beneficiar” (l.16), fosse deslocada para imediatamente após a forma verbal 
“beneficiar” — escrevendo-se beneficiar-se. 
( ) Certo 
( ) Errado 
207ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: DEPEN / Cargo: Agente e Técnico 
134 
Em relação às ideias e às estruturas linguísticas do texto I, julgue o item que se segue. 
A correção gramatical do texto seria preservada, caso o trecho “O que se constata”, no 
início do segundo parágrafo, fosse reescrito da seguinte forma: O que constata-se. 
( ) Certo 
( ) Errado 
208ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-PA / Cargo: Analista Judiciário 
Assinale a opção correta no que se refere ao emprego de forma pronominal em 
substituição ao termo "diplomas" na oração "Os demais eleitos receberão diplomas 
assinados pelo presidente do respectivo TRE". 
a) Os demais eleitos vão receber-lhes assinados pelo presidente do respectivo
TRE.
b) Os demais eleitos receber-lhes-ão assinados pelo presidente do respectivo TRE.
c) Os demais eleitos lhes receberão assinados pelo presidente do respectivo TRE.
d) Os demais eleitos recebê-los-ão assinados pelo presidente do respectivo TRE.
e) Os demais eleitos receberão-nos pelo presidente do respectivo TRE.
135 
Uso dos porquês 
209ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Auxiliar de Administração 
Julgue o item, relativos ao texto acima. 
Mantém-se a correção gramatical do período ao se substituir a expressão “por que” 
(l.6) pela palavra porque. 
( ) Certo 
( ) Errado 
210ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-ES / Cargo: Técnico – Taquigrafia 
Julgue o próximo item, com relação ao correto emprego de porque, porquê, por que e 
por quê. 
Em cada eleição se manifesta o desejo de permanência ou mudança. Mudar por quê? 
Nem todos os porquês são razoavelmente justificáveis. É preciso que cada um reflita 
seriamente para saber por que quer mudar, ou por que quer a continuidade de 
determinado grupo no poder. 
( ) Certo 
( ) Errado 
211ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-ES / Cargo: Técnico – Taquigrafia 
Julgue o próximo item, com relação ao correto emprego de porque, porquê, por que e 
por quê. 
Alguns prefeitos se reelegem com extrema facilidade. Por que isso ocorre? Por que 
prefeitos de municípios recém-criados se reelegem com muito mais facilidade do que 
os demais? Provavelmente, porque têm mais liberdade para gastar e amplas 
possibilidades de contratar novos funcionários para compor a burocracia local. 
136 
( ) Certo 
( ) Errado 
212ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-ES / Cargo: Técnico – Taquigrafia 
Julgue o próximo item, com relação ao correto emprego de porque, porquê, por que e 
por quê. 
Se me perguntam por que sou favorável ao voto distrital, qual o motivo porque 
defendo tal sistema, explico de pronto: porque com ele diminui a briga interna dos 
partidos em cada distrito. Além disso, porque o voto distrital dá ao eleitor a 
possibilidade de controlar quem foi por ele eleito. 
( ) Certo 
( ) Errado 
213ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Prefeitura de São Cristóvão - SE / Cargo: 
Professor de Educação Básica 
Acerca das ideias, dos sentidos e das propriedades linguísticas do texto anterior, julgue 
o item a seguir.
A correção gramatical do texto seria mantida caso a expressão “por que” (l.18) fosse 
substituída por porque. 
( ) Certo 
( ) Errado 
137 
214ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: INCA / Cargo: Enfermagem - Pediatria 
Oncológica 
Acerca do texto acima e dos seus aspectos linguísticos, julgue o item a seguir. 
A substituição de "pelo qual" (l.11), pelo termo por que mantém a correção gramatical 
do período. 
( ) Certo 
( ) Errado 
215ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Auxiliar Administrativo 
O trecho abaixo constitui um texto. Julgue quanto à correção gramatical. 
A dengue causa apreensão, sobretudo por que em todas as regiões do país a 
temperatura está bastante elevada e, com a chegada das chuvas, estará montado o 
cenário ideal para a proliferação do Aedes aegypti. 
( ) Certo 
( ) Errado 
216ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Prefeitura de Horizontina - RS / Cargo: Analista de 
Suporte de Informática 
Animais têm sotaques 
Os biólogos chamam essas diferenças regionais de dialetos. Essa é uma 
descoberta antiga: dois mil anos atrás, Plínio, o naturalista romano, já havia observado 
que exemplares da mesma espécie de pássaro provenientes de lugares diferentes não 
soam iguais. Isso é possível ________ as vocalizações de um sabiá ou bem‐te‐vi não 
vêm prontas no DNA: precisam ser aprendidas pelos bebês, exatamente como as 
linguagens humanas. Quando há aprendizado, a variação se torna inevitável. 
138 
Os dialetos não se limitam a pássaros. Baleias, golfinhos e algumas espécies de 
macaco também exibem dialetos. Os pinípedes – grupo que inclui leões‐marinhos, 
focas, morsas e outros mamíferos aquáticos – têm tratos vocais bastante complexos e 
seus chamados mudam um bocado de uma praia para a outra. 
É importante diferenciar dialetos (que são algo de origem cultural) de variações 
genéticas. Galinhas brasileiras e chinesas provavelmente não pertencem à mesma 
linhagem. E pequenas variações anatômicas significam que elas vão cacarejar 
diferente. Mas essa é, por assim dizer, a “voz” dessas aves – não o sotaque. 
Outra possibilidade é que vocalizações diferentes evoluam por seleção natural 
conforme as necessidades de cada população. Um grupo de pássaros pode passar a 
cantar diferente dos demais membros da espécie com o passar de milhares de anos, 
_______indivíduos que cantavam de um jeito, e não de outro, tiveram vantagens de 
sobrevivência e reprodução. Essas são adaptações genéticas, e não variações culturais. 
(Site: Abril ‐ adaptado.) 
Assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto CORRETAMENTE: 
a) por que | porque
b) porquê | por que
c) porque | por que
d) por quê | porquê
e) porque | porque
217ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Prefeitura de Horizontina - RS / Cargo: Arquiteto 
Em relação ao uso dos porquês, assinalar a alternativa CORRETA: 
a) Faltamos ao compromisso, por que foi necessário.
b) Este é o motivo por que decidimos nos afastar.
c) Por quê ninguém compareceu ao exame?
d) Desconhecemos o porque de tanta rebeldia.
e) Ele foi excluído do grupo porque?
218ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MPE-SC / Cargo: Promotor de Justiça 
Texto 2A1-I 
139 
Quando falamos em direito, estamos falando inicialmente de um enorme 
conjunto de regras obrigatórias, o chamado direito positivo. Mas o vocábulo direito é 
usado também para o curso de Direito, a assim chamada “ciência do Direito”. Numa 
terceira acepção, a palavra designa os direitos de cada um de nós, chamados de 
direitos subjetivos, pois somos os sujeitos, os titulares, desses direitos. 
Ninguém ignora que paira sobre nossas cabeças uma gigantesca teia de normas, 
que atinge praticamente todas as nossas atividades. A vida de cada um de nós é 
regulada de dia e de noite, desde antes do nascimento e, por incrível que pareça, até 
depois da morte. 
Muitos pensadores têm destacado que o direito atual parece ter invadido tudo: 
há direito em toda parte, para todos, para tudo.A contrapartida é que, assim como 
temos que seguir as normas, os outros também têm de cumpri-las e, desse modo, 
respeitar os direitos de cada um de nós, os ditos direitos subjetivos. 
Eduardo Muylaert. Direito no cotidiano: guia de sobrevivência na selva das leis. São 
Paulo: Editora Contexto, 2020, p.11-12 (com adaptações). 
Com relação aos aspectos linguísticos do texto 2A1-I, julgue o item subsequente. 
Seria mantida a correção gramatical do texto caso a conjunção “pois”, no último 
período do primeiro parágrafo, fosse substituída por “por que”. 
( ) Certo 
( ) Errado 
219ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CREF - 21ª Região (MA) / Cargo: Auxiliar Administrativo 
A correção gramatical do texto seria mantida se a locução “uma vez que” (linha 34) 
fosse substituída pela conjunção 
a) portanto.
b) porquê.
140 
c) por que.
d) por quê.
e) porque.
220ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Prefeitura de Coronel Martins - SC / Cargo: Técnico 
em Enfermagem 
Assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE: 
Ainda que soubéssemos os motivos, não tinha o ________ você ser indelicada. 
a) por quê
b) porque
c) porquê
d) por que
221ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRBM - 4 / Cargo: Fiscal Biomédico 
Com relação às ideias, aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto, julgue o item. 
A substituição de “Por que” (linha 12) por “Por quê” manteria a correção gramatical do 
texto, pois ambas as formas são corretas para se introduzir uma pergunta. 
141 
( ) Certo 
( ) Errado 
222ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Prefeitura de Nova Itaberaba - SC / Cargo: Professor 
Assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE: 
Ignoro completamente o ____________ de sua partida. 
a) por que
b) porque
c) porquê
d) por quê
e) pôr que
223ª/ Banca: IBADE / Órgão: Prefeitura de Linhares - ES / Cargo: Fiscal 
Assinale a frase gramaticalmente CORRETA: 
a) Jônio foi demitido por que dormia no trabalho.
b) Não sei por que não foram mais chamados na firma.
c) Porque você desistiu tão facilmente do trabalho?
d) Não escrevi nada porquê não entendi o ditado.
e) Eis o porque da nossa separação conjugal.
224ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Prefeitura de Rio Pardo - RS / Cargo: Contador 
Quanto ao uso dos porquês, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo 
CORRETAMENTE: 
A ponte ________ passei era muito estreita. Ele foi embora ________ estava cansado. 
a) porque - porque
b) porquê - porque
c) por que - porque
d) porquê - por que
142 
225ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TJ-AM / Cargo: Analista de Sistemas 
A respeito das propriedades linguísticas e dos sentidos do texto, julgue o item 
seguinte. 
A correção gramatical do texto seria mantida se o vocábulo “porque” (L.23) fosse 
substituído por “por que”. 
( ) Certo 
( ) Errado 
226ª/ Banca: AOCP / Órgão: UFBA / Cargo: Técnico em Segurança do Trabalho 
Texto 2 
Em relação ao Texto 2, julgue, como CERTO ou ERRADO, o item a seguir. 
No segundo quadrinho, o “Por que” é utilizado sem acento circunflexo e 
separadamente por introduzir uma frase interrogativa. Esse termo deve ser escrito 
dessa mesma maneira quando for uma palavra substantivada. 
( ) Certo 
( ) Errado 
143 
227ª/ Banca: FGV / Órgão: Prefeitura de Salvador - BA / Cargo: Técnico de Nível Médio 
II 
TEXTO 1. 
 Por que sentimos calafrios e desconforto ao ouvir certos sons 
 agudos – como unhas arranhando um quadro-negro? 
Esta é uma reação instintiva para protegermos nossa audição. A cóclea (parte 
interna do ouvido) tem uma membrana que vibra de acordo com as frequências 
sonoras que ali chegam. A parte mais próxima ao exterior está ligada à audição de sons 
agudos; a região mediana é responsável pela audição de sons de frequência média; e a 
porção mais final, por sons graves. As células da parte inicial, mais delicadas e frágeis, 
são facilmente destruídas – razão por que, ao envelhecermos, perdemos a capacidade 
de ouvir sons agudos. Quando frequências muito agudas chegam a essa parte da 
membrana, as células podem ser danificadas, pois, quanto mais alta a frequência, mais 
energia tem seu movimento ondulatório. Isso, em parte, explica nossa aversão a 
determinados sons agudos, mas não a todos. Afinal, geralmente não sentimos calafrios 
ou uma sensação ruim ao ouvirmos uma música com notas agudas. 
Aí podemos acrescentar outro fator. Uma nota de violão tem um número 
limitado e pequeno de frequências – formando um som mais “limpo”. Já no espectro 
de som proveniente de unhas arranhando um quadro-negro (ou de atrito entre 
isopores ou entre duas bexigas de ar) há um número infinito delas. Assim, as células 
vibram de acordo com muitas frequências e aquelas presentes na parte inicial da 
cóclea, por serem mais frágeis, são lesadas com mais facilidade. Daí a sensação de 
aversão a esse sons agudos e “crus”. 
 Ronald Ranvaud, Ciência Hoje, nº 282. 
Assinale a frase em que a grafia do vocábulo sublinhado está equivocada. 
a) Por que sentimos calafrios?
b) A razão porque sentimos calafrios é conhecida.
c) Qual o porquê de sentirmos calafrios?
d) Sentimos calafrios porque precisamos defender nossa audição.
e) Sentimos calafrios por quê?
228ª/ Banca: FGV / Órgão: COMPESA / Cargo: Analista de Gestão – Advogado 
144 
Assinale a frase em que a grafia do vocábulo sublinhado está inadequada. 
a) As autoridades dizem a toda hora que estão profundamente preocupadas com
o crime organizado. Por quê? Preferem o crime esculhambado?
b) Responda depressa: por que, na máquina escrever, o alfabeto não está em
ordem alfabética?
c) Quando a mulher diz que depois do marido nunca mais vai querer saber de
outro homem é porque pensa que nunca mais vai encontrar outro igual ou
porque tem medo de só encontrar outros iguais?
d) Por que é que, na estrada, o molenga está sempre na nossa frente e o
apressadinho vem sempre atrás?
e) Entre o porque e o por quê há mais bobagem gramatical do que sabedoria
semântica.
229ª/ Banca: FCC / Órgão: TRT - 15ª Região (SP) / Cargo: Técnico Judiciário 
É porque estou morto... 
O elemento sublinhado acima também pode ser corretamente empregado na lacuna 
da frase: 
a) Não entendi o ...... da sua atitude na reunião. 
b) Percebi logo ...... ele demorou para chegar. 
c) ...... você não confia nas suas ideias?
d) Esclareça o ...... da necessidade desse procedimento. 
e) Os jovens às vezes erram ...... são muito ansiosos. 
230ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MEC / Cargo: Analista Processual 
145 
Julgue os itens seguintes, referentes às ideias e a aspectos linguísticos do texto acima. 
O termo “porque” (l.19) poderia, sem prejuízo para a correção gramatical e o sentido 
do texto, ser substituído por “por que”. 
( ) Certo 
( ) Errado 
231ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Prefeitura de Pinto Bandeira - RS / Cargo: Auxiliar 
Administrativo 
Assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE: 
Não sei __________ escolhi o vestido amarelo. 
a) porquê
b) porque
c) por quê
d) por que
146 
Orações coordenadas sindéticas 
232ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MS / Cargo: Analista 
Com referência às estruturas linguísticas do texto, julgue os itens subsequentes. 
O vocábulo “mas” (l.14) exerce função de termo aditivo em relação à asserção da 
oração que o antecede. 
( ) Certo 
( ) Errado 
233ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Ministério da Economia / Cargo: Técnico em 
Segurança da Informação e Proteção de Dados 
Quando eu era criança (e isso aconteceu em outro tempo e em outro espaço), não 
era incomum ouvir a pergunta “Quão longe é daqui até lá?” respondida por um “Mais 
ou menos uma hora, ou um pouco menos se você caminhar rápido”. Num tempo ainda 
anterior à minha infância, suponho que a resposta mais comum teria sido “Se você sair 
agora, estará lá por volta do meio-dia” ou “Melhor sair agora, se você quiser chegar 
antes que escureça”. Hoje em dia, pode-se ouvir ocasionalmente essas respostas. Mas 
147 
serão normalmente precedidas por uma solicitação para ser maisespecífico: “Você vai 
de carro ou a pé?”. 
 “Longe” e “tarde”, assim como “perto” e “cedo”, significavam quase a mesma 
coisa: exatamente quanto esforço seria necessário para que um ser humano 
percorresse uma certa distância — fosse caminhando, semeando ou arando. Se as 
pessoas fossem instadas a explicar o que entendiam por “espaço” e “tempo”, 
poderiam ter dito que “espaço” é o que se pode percorrer em certo tempo, e que 
“tempo” é o que se precisa para percorrê-lo. Se não fossem muito pressionados, 
porém, não entrariam no jogo da definição. E por que deveriam? A maioria das coisas 
que fazem parte da vida cotidiana são compreendidas razoavelmente até que se 
precise defini-las; e, a menos que solicitados, não precisaríamos defini-las. O modo 
como compreendíamos essas coisas que hoje tendemos a chamar de “espaço” e 
“tempo” era não apenas satisfatório, mas tão preciso quanto necessário, pois era o 
wetware — os humanos, os bois e os cavalos — que fazia o esforço e punha os limites. 
Um par de pernas humanas pode ser diferente de outros, mas a substituição de um 
par por outro não faria uma diferença suficientemente grande para requerer outras 
medidas além da capacidade dos músculos humanos. 
A respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto anterior, julgue o item 
seguinte. 
No trecho “Um par de pernas humanas pode ser diferente de outros, mas a 
substituição de um par por outro não faria uma diferença suficientemente grande para 
requerer outras medidas além da capacidade dos músculos humanos”, no último 
período do texto, a substituição de “mas” por entretanto manteria a correção 
gramatical e a coerência do texto. 
( ) Certo 
( ) Errado 
234ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRF - 1ª REGIÃO / Cargo: Analista Judiciário 
148 
A respeito das ideias e dos aspectos linguísticos do texto CB1A1AAA, julgue o item a 
seguir. 
A locução “Além de” (l.1) estabelece uma relação de adição no período em que ocorre. 
( ) Certo 
( ) Errado 
235ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEDF / Cargo: Professor de Educação Básica - 
Língua Portuguesa 
149 
Com referência às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o 
próximo item. 
O primeiro parágrafo do texto é um período composto por orações coordenadas. 
( ) Certo 
( ) Errado 
236ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TCE-SC / Cargo: Fiscal de Controle Externo 
Julgue o próximo item, relativos a aspectos linguísticos e às ideias do texto CB2A2BBB. 
Seria mantida a correção gramatical do texto se o vocábulo “Portanto” (l.4) fosse 
substituído por Por conseguinte. 
( ) Certo 
( ) Errado 
150 
237ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TCE-PA / Cargo: Técnico de Controle Externo 
Em relação aos elementos linguísticos do texto CB8A1AAA, julgue o item a seguir. 
No trecho “segundo o qual o poder político não apenas emana do povo (...) mas 
comporta a participação direta do povo” (l. 17 a 19), a locução “não apenas (...) mas” 
introduz no período ideia de adição. 
( ) Certo 
( ) Errado 
238ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEED-PR / Cargo: Professor 
Texto 5A2-I 
Socorro 
Socorro, eu não estou sentindo nada. 
Nem medo, nem calor, nem fogo, 
não vai dar mais pra chorar 
nem pra rir. 
Socorro, alguma alma, mesmo que penada, 
me empreste suas penas. 
Já não sinto amor nem dor, 
151 
já não sinto nada. 
Socorro, alguém me dê um coração, 
que esse já não bate nem apanha. 
Por favor, uma emoção pequena, 
qualquer coisa que se sinta, 
tem tantos sentimentos, 
deve ter algum que sirva. 
Socorro, alguma rua que me dê sentido, 
em qualquer cruzamento, 
acostamento, encruzilhada, 
socorro, eu já não sinto nada. 
No verso “que esse já não bate nem apanha”, na terceira estrofe do texto 5A2-I, o 
termo “que” introduz uma oração 
a) coordenada adversativa.
b) coordenada explicativa.
c) subordinada adverbial condicional.
d) subordinada adjetiva restritiva.
e) subordinada adverbial concessiva.
239ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Polícia Científica - PE / Cargo: Papiloscopista 
152 
No texto CG1A01AAA, a conjunção “pois” (l.22) introduz, no período em que ocorre, 
uma ideia de 
a) conclusão.
b) explicação.
c) causa.
d) finalidade.
e) consequência.
240ª/ Banca: FCC / Órgão: Prefeitura de São José do Rio Preto - SP / Cargo: Agente de 
Combate às Endemias 
153 
Se os textos lhes agradam, ótimo. Caso contrário, não continuem, pois a leitura 
obrigatória é uma coisa tão absurda quanto a felicidade obrigatória. 
O termo sublinhado acima introduz, no contexto, noção de 
a) finalidade.
b) consequência.
c) explicação.
d) concessão.
e) condição.
241ª/ Banca: INSTITUTO AOCP / Órgão: Prefeitura de Vitória - ES / Cargo: Médico 
Clínico Geral 
Assinale a alternativa que apresenta corretamente o sentido da palavra em destaque 
no seguinte excerto: “*...+ os pacientes podem frequentar e, ainda, convidar amigos e 
familiares para ajudar a plantar ervas *...+”. 
a) Adição.
b) Tempo.
c) Concessão.
d) Condição.
242ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRN - 8ª Região (PR) / Cargo: Assistente Administrativo 
Junior 
154 
A oração “mas gorduras são ricas em calorias” (linhas 22 e 23) classifica‐se como 
oração coordenada de sentido 
a) aditivo.
b) adversativo.
c) alternativo.
d) conclusivo.
e) explicativo.
243ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRMV-AC / Cargo: Assistente Administrativo 
No que diz respeito ao texto e a seus aspectos linguísticos, julgue o item. 
Na linha 29, o vocábulo “nem” introduz oração coordenada de sentido adversativo. 
( ) Certo 
( ) Errado 
244ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: EMAP / Cargo: Assistente Portuário 
155 
Com relação aos sentidos e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o 
próximo item. 
A palavra “portanto” (l.18) introduz, no período em que ocorre, uma ideia de 
conclusão. 
( ) Certo 
( ) Errado 
245ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: SAMAE de Caxias do Sul - RS / Cargo: Assistente de 
Planejamento 
Considerando-se as possibilidades de substituição do termo sublinhado em “Sem 
registros escritos, porém, é impossível ter certeza.”, analisar os itens abaixo: 
I - No entanto. 
II - Por conseguinte. 
III - Contudo. 
IV - Porquanto. 
Estão CORRETOS: 
a) Somente os itens I e II.
156 
b) Somente os itens I e III.
c) Somente os itens III e IV.
d) Somente os itens I, II e III.
e) Somente os itens II, III e IV.
246ª/ Banca: AOCP / Órgão: EBSERH / Cargo: Assistente de Planejamento 
O trecho destacado em “Wolton justifica-se dizendo que a internet é incrível para a 
comunicação entre pessoas e grupos que tenham os mesmos interesses, mas está 
longe de ser uma ferramenta de comunicação de coesão entre pessoas e grupos 
diferentes.”, é uma oração 
a) coordenada sindética aditiva.
b) coordenada sindética adversativa.
c) coordenada sindética conclusiva.
d) coordenada assindética.
e) coordenada sindética explicativa.
247ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Técnico de Tecnologia 
157 
No que se refere a aspectos linguísticos do texto CB1A1AAA, julgue o item que se 
segue. 
A expressão “e sim” (l.18) introduz no texto uma ideia de oposição. 
( ) Certo 
( ) Errado 
248ª/ Banca: AOCP / Órgão: EBSERH / Cargo: Médico - Urologia 
Na frase: “[...] Tornamo-nos, portanto, seres que se sentem seguros somente se 
conectados a essas redes *...+”, o termo em destaque pode ser substituído, sem 
prejuízo gramatical ou alteração de sentido, por 
a) conquanto.
b) porquanto.
c) contudo.
d) pois.
e) todavia.
249ª/ Banca: FGV / Órgão: Prefeitura de Paulínia - SP / Cargo: Procurador 
Assinale a opção que indica a frase machadiana em que a conjunção “e” tem valor 
adversativo. 
a) “O povo, ingênuo e sem fé das verdades, quer ao menos crer na fábula, e
pouco apreço dá às demonstrações científicas.”
b) “O pão do exílio é amargo e duro.”
c) “Há amigos de oito dias e indiferentes de oito anos.”
d) “A amizade lhe fará esquecer o amor; é mais serena que ele e talvez menos
exposta a perecer.”
158 
e) “O casamento é bom e tem seus inconvenientescomo tudo neste mundo.
250ª/ Banca: FGV / Órgão: SEE-PE / Cargo: Professor de Matemática 
“Pois bem, é hora de ir: eu para morrer, e vós para viver. Quem de nós irá para o 
melhor é algo desconhecido por todos, menos por Deus.” (Sócrates, no momento de 
sua morte). 
Os termos iniciais da frase de Sócrates – Pois bem – têm o valor de 
a) explicação.
b) conclusão.
c) condição.
d) consequência.
e) causa.
251ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Prefeitura de São Paulo - SP / Cargo: Fiscal 
159 
No texto I, a conjunção “entretanto” (l.3) introduz, no período em que ocorre, uma 
ideia de 
a) oposição.
b) adição.
c) condição.
d) causa.
e) consequência.
160 
Orações subordinadas adverbiais 
252ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Assistente em Tecnologia da 
Informação 
Acerca das ideias e de aspectos linguísticos do texto CB1A1BBB, julgue o item 
subsequente. 
A palavra “que” (l.12) introduz no texto uma ideia de consequência. 
( ) Certo 
( ) Errado 
253ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRF - 1ª REGIÃO / Cargo: Técnico Judiciário – 
Taquigrafia 
161 
Ainda com relação às propriedades linguísticas do texto CB2A2AAA, julgue o item a 
seguir. 
O trecho “para que ele consiga, por si próprio, iluminar sua inteligência e sua 
consciência” (l. 10 e 11) expressa uma condição em relação à oração “despertando sua 
cooperação” (l. 9 e 10). 
( ) Certo 
( ) Errado 
254ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Auxiliar Administrativo 
Em relação ao fragmento de texto acima, julgue o item subsequente. 
Na linha 9, o termo “se” é de natureza condicional. 
162 
( ) Certo 
( ) Errado 
255ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TJ-ES / Cargo: Técnico Judiciário 
Em relação às ideias e estruturas linguísticas do texto acima, julgue o item a seguir. 
O termo “Embora” (l.15) confere à oração em que ocorre a noção de condição. 
( ) Certo 
( ) Errado 
256ª/ Banca: AOCP / Órgão: Prefeitura de Betim - MG / Cargo: Auditor Fiscal 
Assinale a alternativa que classifica corretamente a oração subordinada do trecho 
“Observar galáxias distantes nos ajuda a montar o quebra-cabeça do Universo: quanto 
mais longe enxergamos, mais ao passado voltamos”. 
a) Oração subordinada adverbial proporcional.
b) Oração subordinada adverbial consecutiva.
163 
c) Oração subordinada substantiva objetiva direta.
d) Oração subordinada substantiva completiva nominal.
e) Oração subordinada adjetiva restritiva.
257ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRO - RS / Cargo: Telefonista 
A oração “embora a exposição ao flúor reduza a cárie dentária” (linhas 36 e 37) 
expressa, no período, circunstância de 
a) causa.
b) condição.
c) concessão.
d) consequência.
e) tempo.
258ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CREFONO - 9ª Região / Cargo: Auxiliar Administrativo 
164 
No que concerne à estruturação linguístico‐gramatical do texto, julgue o item. 
O elemento “Quando” (linha 15) introduz uma oração com sentido locativo. 
( ) Certo 
( ) Errado 
165 
Ortografia 
259ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEGER-ES / Cargo: Contador 
A palavra “prevenção” se escreve com “ç”, da mesma forma que “correção”, 
“precaução” e “compreenção”. 
( ) Certo 
( ) Errado 
260ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-MA / Cargo: Analista 
Julgue os itens abaixo quanto à grafia das palavras neles empregadas. 
I - Após ter seu mandato cassado, o prefeito está ancioso para voltar à vida política. 
II - A polícia revelou, algumas horas depois do ocorrido, a indentidade do incendiário. 
III - Por proceder mal, o profissional foi considerado, um mau colega. 
IV - Recentemente, surgiram denúncias de privilégios e malversação dos recursos 
públicos. 
Estão certos apenas os itens: 
(A) I e II. (B) I e III. (C) II e III. (D) II e IV. (E) III e IV.
261ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-MA / Cargo: Técnico Judiciário 
...6,5 bilhões de pessoas que existem hoje no planeta, cerca de 4 bilhões vivem abaixo 
da linha da pobreza, dos quais 1,3 bilhão, abaixo da linha da miséria. 
Estaria gramaticalmente correta a substituição de “cerca de” por “acerca de”. 
( ) Certo 
( ) Errado 
262ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PC-PB / Cargo: Papiloscopista 
Se todos os carros do mundo fossem elétricos, a quantidade de CO2 que lançaríamos 
na atmosfera continuaria a mesma. É que o groço da produção mundial de CO2 não sai 
do escapamento dos carros, mas das uzinas termoletricas que queimam o carvão, o 
combustivel mais sujo que existe. 
O total de erros de grafia verificados no trecho acima é igual a: 
(A) 1
(B) 2
(C) 3
166 
(D) 4
(E) 5
263ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEEC/PB / Cargo: Professor 
O texto fala de etimologia, que é o estudo da origem e da formação das palavras de 
uma língua. É etimológica a razão pela qual se emprega a letra h em várias palavras do 
português, como no caso do verbo “habita”, que aparece no texto. 
Também se escrevem com h inicial as palavras: 
(A) hebreu, herói, húmido.
(B) hidráulico, hiato, higiene.
(C) herva, histeria, hipopótamo.
(D) hematoma, hérnia, hazar.
(E) hexágono, hombro, herdar.
264ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MPE-AM / Cargo: Agente de Serviços 
Quando olhei a terra ardendo 
Qual fogueira de São João, 
Eu perguntei a Deus do Céu: 
Por que tamanha judiação 
Em “Por que tamanha judiação?”, “Por que” é um pronome interrogativo que poderia 
ser substituído por Porque, sem haver erro de grafia ou mudança de sentido. 
( ) Certo 
( ) Errado 
265ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TJ-RJ / Cargo: Técnico de Atividade Judiciária 
Os trechos abaixo são adaptados de O Globo de 19/3/2008. Assinale a opção que 
apresenta erro de grafia de palavra. 
A) A defesa e a preservação do meio ambiente são hoje uma preocupação
mundial, e o Brasil, dono de vastos recursos naturais, procura também avançar
nessa área.
B) Uma boa parte da população se conscientizou da necessidade de agir para
proteger fauna, flora, rios e outros bens da natureza.
C) Movimentos foram criados, até na política, e órgãos federais, estaduais e
municipais, além do Ministério Público, se mobilizaram.
167 
D) Há dez anos, foi aprovada a Lei Contra Crimes Ambientais, dando respaudo
jurídico às ações de preservação e prevendo punições para os infratores.
E) Na prática, existe enorme dificuldade para que os transgressores sejam
punidos.
266ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TJ-RR / Cargo: Analista Judiciário 
Além disso, o romance oferece um ponto de fuga em relação à maioria dos textos 
literários que, no período, desempenhavam a função de “desvendamento social” do 
Brasil, na medida em que problematiza, com rigor incomum, pressupostos identitários 
de integração nacional por eles formulados. 
A correção gramatical do período estaria mantida caso se substituísse a expressão “na 
medida em que” por à medida em que. 
( ) Certo 
( ) Errado 
267ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MTE / Cargo: Auxiliar Administrativo 
— Por que o Sr. continua trabalhando? 
Como “Por que” está no início de uma pergunta, a palavra Porque poderia, 
corretamente, substituí-la. 
( ) Certo 
( ) Errado 
268ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Banco da Amazônia / Cargo: Técnico Bancário 
Julgue os fragmentos de texto contidos nos seguintes itens quanto à grafia, à 
acentuação e ao emprego do sinal indicativo de crase. 
A causa do aquecimento da Terra, em geral, é a liberação de gases e vapores 
produzidos atravez de queimadas nas matas e poluição provocada por carros e 
industrias, que são os grandes culpados disso tudo. 
( ) Certo 
( ) Errado 
269ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PC-ES / Cargo: Agente de Polícia 
168 
Considerando que o fragmento apresentado no item seguinte é trecho sucessivo e 
adaptado de um texto publicado na Folha de S.Paulo em 11/11/2008, julgue-o quanto 
à correção gramatical de cada um. 
O grupo levou armas, drogas e destruiu arquivos. Artefatos esplosivos foram 
detonados no interior do predio. Pouco antes, vizinhos contam, que ouviram o barulho 
de um carro saindo. 
( ) Certo( ) Errado 
270ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PC-ES / Cargo: Agente de Polícia 
Considerando que o fragmento apresentado no item seguinte é trecho sucessivo e 
adaptado de um texto publicado na Folha de S.Paulo em 11/11/2008, julgue-o quanto 
à correção gramatical de cada um. 
Ao menos dois carros, que estavam no estacionamento, e uma casa da vizinhança 
foram atingidos. Não houve feridos. 
( ) Certo 
( ) Errado 
271ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: Prefeitura de Vacaria - RS / Cargo: Auxiliar 
Administrativo 
A palavra “lixo” é escrita com X, assim como as seguintes palavras, MENOS: 
a) Amei_a.
b) En_er.
c) En_ergar.
d) Fai_a.
e) Bai_o.
272ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: Prefeitura de Vacaria - RS / Cargo: Auxiliar 
Administrativo 
A palavra “obesidade” é grafada com ‘s’, apesar de ter o som de ‘z’, assim como qual 
das palavras abaixo? 
a) Ami_ade.
b) Re_ar.
169 
c) Trapé_io.
d) Fa_enda.
e) Cri_e.
273ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: Prefeitura de Vacaria - RS / Cargo: Auxiliar 
Administrativo 
A palavra “depressa” é escrita com “ss”. Nas alternativas abaixo, qual palavra está 
escrita INCORRETAMENTE? 
a) Assinatura.
b) Compromisso.
c) Sossego.
d) Grosseria.
e) Insseguro.
274ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Prefeitura de Horizontina - RS / Cargo: Agente 
Administrativo 
Assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE: 
Aquele senhor era _________. 
a) tasiturno
b) taçiturno
c) taciturno
d) tassiturno
e) tacitorno
275ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Prefeitura de Horizontina - RS / Cargo: Agente 
Administrativo 
Como funciona a profissão de escritor 
Escritor é o profissional que produz obras literárias, peças de teatro ou até 
roteiros para cinema e televisão. Essas obras podem ser de ficção ou baseadas em 
170 
acontecimentos reais. O escritor também pode trabalhar com a _________ de textos 
para diferentes formatos e a tradução de obras escritas em outros idiomas. 
Se você gosta de ler e escrever, é criativo e esforçado, já tem algumas das 
características necessárias para ser um escritor. É importante conhecer bem a 
literatura, estudar as diferentes correntes literárias e dominar a língua portuguesa. 
Saber como funciona o mercado literário, gostar de estudar e ser autoconfiante, 
paciente e detalhista são outros pontos importantes. 
Qualquer pessoa, mesmo sem ter feito faculdade, pode seguir essa carreira. Mas 
o mercado é competitivo e são poucos os que conseguem se estabelecer na profissão.
Por isso, o melhor é conhecer a realidade da área de perto e estudar literatura e
técnicas de escrita. Fazer um curso de graduação, _________ ou cursos livres que
tenham relação com o mercado é importante para aumentar o conhecimento.
(Site: UOL ‐ adaptado) 
Assinalar a alternativa que preenche as lacunas do texto CORRETAMENTE: 
a) adapitação | extensão
b) adapitação | estensão
c) adapitação | estenção
d) adaptação | estensão
e) adaptação | extensão
276ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Prefeitura de Santa Maria - RS / Cargo: Analista de 
Sistemas 
Assinalar a alternativa em que o par de palavras está grafado CORRETAMENTE: 
a) Ancioso | premicionário.
b) Análize | parsimônia.
c) Prezunçoso | abnóscio.
d) Pitonisa | exsudação.
e) Enximento | isócele.
277ª/ Banca: FGV / Órgão: TJ-RS / Cargo: Oficial de Justiça 
Em todas as frases abaixo ocorre uma troca indevida do vocábulo sublinhado por seu 
parônimo; a única das frases cuja forma de vocábulo sublinhado está correta é: 
171 
a) O motorista infligiu como leis do trânsito;
b) O prisioneiro dilatou os comparsas do assalto;
c) Não há nada que desabone sua conduta imoral;
d) A cobrança é bimestral, ou seja, duas vezes por mês;
e) Os cumprimentos devem ser dados na entrada da festa.
278ª/ Banca: FGV / Órgão: IBGE / Cargo: Agente Censitário Operacional 
Texto 2 
Notícia publicada na imprensa na penúltima semana de setembro de 2019: 
“Tráfico da Rocinha ameaça quem joga lixo na rua 
Bandidos espalham cartazes em área onde houve deslizamentos de terra nas últimas 
chuvas, alertando moradores para não despejar detritos em beco. Medida seria 
tomada porque venda de drogas é interrompida quando a região alaga”. 
Sobre a estruturação do texto 2, é INCORRETO afirmar que: 
a) a palavra “tráfico” é empregada em lugar de “traficantes”;
b) a forma verbal “houve” está empregada corretamente;
c) a palavra “deslizamentos” deveria ser grafada com S em lugar de Z;
d) o verbo “despejar” poderia ser substituído por “jogar”;
e) a palavra “região” se refere aos becos em geral.
279ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRP - MA - 22ª Região / Cargo: Auxiliar Administrativo 
Considere as seguintes frases. 
1 A mesa tem 50 centímetros de cumprimento. 
2 Concerteza ela viajará no próximo ano. 
3 Derrepente o céu ficou nublado. 
4 A compania aérea cancelou o voo. 
5 Fritura é gostoso, mais infelizmente não faz bem. 
6 Por que você não vem com agente ao cinema? 
7 Vieram menas pessoas do que o esperado. 
8 O povo tem pressa. 
9 Hoje eu começei um curso universitário. 
10 Eles não veem a hora de se encontrar de novo. 
172 
A respeito da grafia dos termos utilizados nas frases apresentadas, julgue o item. 
A frase 1 não apresenta nenhum erro de grafia. 
( ) Certo 
( ) Errado 
280ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: COMUR de Novo Hamburgo - RS / Cargo: Agente de 
Vendas 
A palavra “antebraço” é grafada sem hífen. Assinale a alternativa que apresenta 
palavra escrita corretamente, da mesma forma, sem hífen. 
a) Autoestrada.
b) Couveflor.
c) Antihigiênico.
d) Vicegovernador.
e) Exmarido.
281ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: COMUR de Novo Hamburgo - RS / Cargo: Agente de 
Vendas 
A palavra “organização” é escrita com Ç. Assinale a alternativa que contém palavra que 
deve ser escrita da mesma forma. 
a) Inven__ão.
b) A__ociação.
c) A__ento.
d) Na__imento.
e) E__agerado.
282ª/ Banca: FGV / Órgão: TJ-CE / Cargo: Técnico Judiciário 
“Causam menos dano cem delinquentes do que um mau juiz”; no caso dessa frase, o 
vocábulo MAU está corretamente grafado; a frase abaixo em que esse mesmo 
vocábulo deveria ser grafado com a forma MAL é: 
a) Mau é o juiz, se má é a sentença;
173 
b) O castigo é mau, se não é justo;
c) O crime é sempre mau feito;
d) Todos devem combater o mau juiz;
e) Nem sempre um mau homem é um mau jurado.
283ª/ Banca: FGV / Órgão: Prefeitura de Salvador - BA / Cargo: Professor – Português 
Assinale a opção abaixo em que existe erro ortográfico. 
a) privilégio – bêbedo – infarto
b) irriquieto – hieróglifo – crânio
c) muçarela – poleiro – receoso
d) majestade – obcecar – jenipapo
e) jabuticaba – feioso – piscina
284ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Prefeitura de Coronel Martins - SC / Cargo: Motorista 
Em relação à ortografia, assinalar a alternativa CORRETA: 
a) Dureza.
b) Dezarme.
c) Defeza.
d) Duqueza.
285ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRBM - 4 / Cargo: Agente Administrativo 
Acerca dos aspectos linguísticos e dos sentidos do texto, julgue o item. 
Tanto “dissecção” quanto ‘dissecação’ são grafias corretas, conforme a atual ortografia 
oficial da língua portuguesa. 
( ) Certo 
( ) Errado 
286ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: Câmara de Imbé - RS / Cargo: Auxiliar Administrativo 
174 
A palavra “licença” é escrita com Ç. Assinale a alternativa que contém palavra que 
deve ser escrita da mesma forma. 
a) Endere__o.
b) A__assinato.
c) A__ender.
d) Te__oura.
e) A__inatura.
287ª/ Banca: CONSULPLAN / Órgão: Prefeitura de Capanema - PA / Cargo: Agente de 
Combate às Endemias 
Conforme a norma-padrão da Língua Portuguesa, assinale a afirmativa que evidencia 
ERRO de grafia. 
a) A sofisticação tem concepções bem diversas.
b) A ignorância está relacionada à miséria social.
c) O povão ainda é uma classe social invisível no país.
d) O verdadeiro intelectual estuda e pesquiza diversas áreas.
e) Eles estavam questionando sobre a honestidade da elite social.
288ª/ Banca: FGV / Órgão: TJ-RS / Cargo: Oficial de Justiça 
Na redação de um texto, pode ocorrer uma série de dificuldadescom os vocábulos da 
língua portuguesa; as palavras abaixo que estão graficamente corretas são: 
a) advogado / metereologia;
b) bicabornato / astigmatismo;
c) babadouro / beneficência;
d) reinvindicação / bugigangas;
e) jaboticaba / cabelereiro.
175 
Verbos 
289ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TST / Cargo: Analista Judiciário 
1 Articulação – Qual seria o conceito de trabalho mais 
 apropriado para o movimento de mulheres? O que deveria 
 estar presente nesse conceito? 
Os tempos verbais usados nas perguntas apresentadas nas linhas de indicam que, na 
visão do entrevistador, as respostas a essas perguntas independem do entrevistado e 
são atemporais. 
( ) Certo 
( ) Errado 
290ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: INCA / Cargo: Comunicação Social 
1 Um dos aspectos mais notáveis da aventura do homem 
 ao longo da história tem sido seu constante anseio de 
 buscar novas perspectivas, abrir horizontes desconhecidos, 
4 investigar possibilidades ainda inexploradas, enfim, ampliar o 
 conhecimento. 
A partir da argumentação do texto acima, bem como das estruturas linguísticas nele 
utilizadas, julgue o item que se segue. 
Seriam preservadas a correção gramatical do texto, bem como a coerência de sua 
argumentação, se, em lugar de “tem sido” (l.2), fosse usada a forma verbal é; no 
entanto, a opção empregada no texto ressalta o caráter contínuo e constante dos 
aspectos mencionados. 
( ) Certo 
( ) Errado 
291ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Instituto Rio Branco / Cargo: Diplomata 
1 Há algo que une técnicos e humanistas. Ambos se 
 creem marcados por um fator distintivo, inerente a seus 
 cérebros: o dom da inteligência, que os apartaria do 
4 trabalhador manual ou mecânico. Gramsci percebe nessa 
 crença um ranço ideológico da divisão do trabalho: 
Acerca de aspectos gramaticais e estilísticos do texto, julgue (C ou E) os itens que se 
seguem. 
A forma verbal "apartaria" (l.3) está flexionada no futuro do pretérito porque denota 
uma ação que compõe uma hipótese, uma suposição. 
176 
( ) Certo 
( ) Errado 
292ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ABIN / Cargo: Oficial de Inteligência 
1 Um homem do século XVI ou XVII ficaria espantado 
 com as exigências de identidade civil a que nós nos submetemos 
 com naturalidade. 
A ideia de suposição expressa na forma verbal "ficaria" (L.1) permite o emprego de 
submetermos, forma verbal no modo subjuntivo, em lugar de "submetemos" (L.2), 
sem que se prejudiquem a coerência e a correção gramatical do texto. 
( ) Certo 
( ) Errado 
293ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TCE-AC / Cargo: Analista de Controle Externo 
O uso do futuro do presente em “acabará” (L.3) expressa que a verdade referida ainda 
não foi comprovada. 
( ) Certo 
( ) Errado 
294ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TJ-AM / Cargo: Analista Judiciário 
177 
Ainda com relação às propriedades linguísticas e aos sentidos do texto CB1A1-I, julgue 
o seguinte item.
A substituição da forma verbal “estaria” (L.4) por estava não modificaria os sentidos 
originais do texto. 
( ) Certo 
( ) Errado 
295ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Prefeitura de Boa Vista-RR / Cargo: Procurador 
Municipal 
178 
Julgue o seguinte item, considerando os aspectos textuais e gramaticais do cartaz 
precedente veiculado pelo Ministério Público Federal, no âmbito do projeto Amazônia 
Protege. 
As formas verbais “Acesse”, “conheça” e “consulte” caracterizam-se por uma 
uniformidade na flexão de modo e de pessoa. 
( ) Certo 
( ) Errado 
296ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRF-1ª Região / Cargo: Cargos de Nível Médio 
A substituição das formas verbais “é” (L.14) e “deve” (L.16) por seja e deva, 
respectivamente, não alteraria a correção gramatical do texto. 
( ) Certo 
( ) Errado 
297ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Câmara de São Francisco de Assis - RS / Cargo: Agente 
Legislativo 
No trecho “A velocidade nas curvas do trajeto é sempre menor do que seria na queda 
livre de uma pessoa.”, o verbo sublinhado está no: 
a) Presente.
b) Pretérito perfeito.
c) Pretérito mais que perfeito.
d) Futuro do presente.
179 
e) Futuro do pretérito.
298ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRF-GO / Cargo: Agente Administrativo 
180 
O emprego, no último parágrafo do texto, das formas verbais “imaginais”, “mostrais” e 
“conheceis”, todas flexionadas na segunda pessoa, indica que o narrador dialoga com 
o leitor do texto.
( ) Certo 
( ) Errado 
299ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: DPE-RS / Cargo: Defensor Público 
Na sociedade líquido-moderna da hipermodernidade globalizante, o fazer 
compras não pressupõe nenhum discurso. O consumidor — o hiperconsumidor — 
compra aquilo que lhe apraz. Ele segue as suas inclinações individuais. O curtir é o seu 
lema. 
Esse movimento social de hiperconsumismo, de vida para o consumo, guiou a 
pessoa natural para o caminho da necessidade, da vontade e do gosto pelo consumo, 
bem como impulsionou o descarte de cada vez mais recursos naturais finitos. Isso tem 
transformado negativamente o planeta, ao trazer prejuízos não apenas para as futuras 
gerações, como também para as atuais, o que resulta em problemas sociais, crises 
humanitárias e degradação do meio ambiente ecologicamente equilibrado, além de 
afetar o desenvolvimento humano, ao se precificar o ser racional, dissolvendo-se toda 
solidez social e trazendo-se à tona uma sociedade líquido-moderna de 
hiperconsumidores vorazes e indiferentes às consequências de seus atos sobre o meio 
ambiente ecologicamente equilibrado e sobre as gerações atuais e futuras. 
O consumismo é uma economia do logro, do excesso e do lixo, pois faz que o ser 
humano trabalhe duro para adquirir mais coisas, mas traz a sensação de insatisfação 
porque sempre há alguma coisa melhor, maior e mais rápida do que no presente. Ao 
mesmo tempo, as coisas que se possuem e se consomem enchem não apenas os 
armários, as garagens, as casas e as vidas, mas também as mentes das pessoas. 
Nessa sociedade líquido-moderna de hiperconsumidores, o desejo satisfeito pelo 
consumo gera a sensação de algo ultrapassado; o fim de um consumo significa a 
vontade de iniciar qualquer outro. Nessa vida de hiperconsumo e para o 
hiperconsumo, a pessoa natural fica tentada com a gratificação própria imediata, mas, 
ao mesmo tempo, os cérebros não conseguem compreender o impacto cumulativo em 
um nível coletivo. Assim, um desejo satisfeito torna-se quase tão prazeroso e excitante 
quanto uma flor murcha ou uma garrafa de plástico vazia. 
O hiperconsumismo afeta não apenas a relação simbiótica entre o ser humano e 
o planeta, como também fere de morte a moral, ao passo que torna tudo e todos algo
precificável, descartável e indiferente.
Fellipe V. B. Fraga e Bruno B. de Oliveira. O consumo colaborativo como mecanismo de 
desenvolvimento sustentável na sociedade líquido-moderna. LAECC. Edição do Kindle 
(com adaptações). 
Com base nas ideias e nos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item que 
se segue. 
181 
O termo “apraz” (segundo período do primeiro parágrafo) corresponde a uma forma 
flexionada do verbo aprazar. 
( ) Certo 
( ) Errado 
300ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Prefeitura de Horizontina - RS / Cargo: Analista 
Sobre a conjugação do verbo “vir” no presente do indicativo, assinalar a alternativa 
cuja forma verbal está INCORRETA: 
a) Venho.
b) Vens.
c) Vem.
d) Viemos.
e) Vindes.
301ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Prefeitura de Horizontina - RS / Cargo: Arquiteto 
Em “A pesquisa envolveu quase 100 bebês de 19 meses de idade.”, a forma verbal 
sublinhada está empregada no: 
a) Presente do indicativo.
b) Pretérito perfeito do indicativo.
c) Pretérito imperfeito do indicativo.
d) Pretérito imperfeito do subjuntivo.
e) Pretérito mais-que-perfeito do indicativo.
302ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: COMUR de Novo Hamburgo - RS / Cargo: Operador 
de Equipamentos Rodoviários 
Setembro amarelo: mês da prevenção ao suicídio 
Por Diogo Tulio Wernik de Carvalho 
O Setembro Amarelo começounos Estados Unidos quando o jovem Mike Emme 
de 17 anos cometeu suicídio, em 1994. Mike era um rapaz muito habilidoso e 
restaurou um automóvel Mustang 68, pintando-o de amarelo. Por conta disso, ficou 
conhecido como "Mustang Mike". Seus pais e amigos não perceberam que o jovem 
182 
tinha sérios problemas psicológicos e não conseguiram evitar sua morte. No dia do 
velório, foi feita uma cesta com muitos cartões decorados com fitas amarelas, assim 
como o carro pintado por ele. Dentro deles tinha a mensagem “Se você precisar, peça 
ajuda”. A iniciativa foi o estopim para um movimento importante de prevenção ao 
suicídio, pois os cartões chegaram realmente às mãos de pessoas que precisavam de 
apoio. Em consequência dessa triste história, foi escolhido como símbolo da luta 
contra o suicídio o laço amarelo. 
O verbo “cometeu” (linha 02) está flexionado em qual tempo verbal? 
a) Presente.
b) Pretérito perfeito.
c) Futuro do presente.
d) Pretérito imperfeito.
e) Futuro do pretérito.
303ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CREFITO-13ª Região (MS) / Cargo: Fiscal 
Texto para a questão 
183 
No primeiro quadrinho, a forma verbal “posso” é uma conjugação do verbo 
a) possuir.
b) posse.
c) poder.
d) possear.
e) passear.
304ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CREFITO-13ª Região (MS) / Cargo: Fiscal 
Formas verbais como “reiterou” (linha 26) e “colocou” (linha 28), empregadas no 
texto, são exemplos do 
a) pretérito imperfeito do indicativo.
184 
b) pretérito perfeito do indicativo.
c) pretérito mais-que-perfeito do indicativo.
d) pretérito imperfeito do subjuntivo.
e) futuro do presente do indicativo.
305ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRM-MS / Cargo: Auxiliar Administrativo 
O verbo “estudar” é 
a) irregular.
b) regular.
c) anômalo.
d) defectivo.
e) abundante.
185 
Redação Oficial e Aspectos gerais da Comunicação Oficial 
306ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Assistente em Administração 
Com base no Manual de Redação da Presidência da República (MRPR), julgue o item 
que se segue. 
Emprega-se o fecho Atenciosamente em comunicações oficiais dirigidas a autoridades 
de mesma hierarquia do remetente ou de hierarquia inferior à deste. 
( ) Certo 
( ) Errado 
307ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Assistente em Administração 
Com base no Manual de Redação da Presidência da República (MRPR), julgue o item 
que se segue. 
O MRPR estabelece o padrão oficial de linguagem, segundo o qual textos oficiais 
devem ser redigidos de maneira formal e impessoal. 
( ) Certo 
( ) Errado 
308ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Assistente em Administração 
Com base no Manual de Redação da Presidência da República (MRPR), julgue o item 
que se segue. 
A redação oficial constitui atos normativos e comunicações do poder público 
necessariamente uniformes e destinados exclusivamente para órgão do serviço 
público. 
( ) Certo 
( ) Errado 
309ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Assistente em Administração 
Considerando as Normas para Padronização de Documentos da Universidade de 
Brasília, julgue o próximo item. 
Ato, instrução e resolução são instrumentos normativos que devem conter epígrafe, 
ementa e preâmbulo. 
( ) Certo 
( ) Errado 
186 
310ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Assistente em Administração 
Considerando as Normas para Padronização de Documentos da Universidade de 
Brasília, julgue o próximo item. 
A fim de atender aos requisitos de formalidade e impessoalidade, os verbos 
empregados nos textos de ofícios, cartas, circulares e memorandos devem estar 
sempre em terceira pessoa do singular. 
( ) Certo 
( ) Errado 
311ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Assistente em Administração 
Considerando as Normas para Padronização de Documentos da Universidade de 
Brasília, julgue o próximo item. 
Na Universidade de Brasília, têm competência para expedir documento denominado 
ato o vice-reitor, os decanos e os dirigentes de unidades acadêmica e administrativa, 
de centros e de órgão(s) complementar(es). 
( ) Certo 
( ) Errado 
312ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Assistente em Administração 
Considerando as Normas para Padronização de Documentos da Universidade de 
Brasília, julgue o próximo item. 
O despacho é o instrumento que divulga decisões administrativas e disciplina 
procedimentos de determinado assunto administrativo. 
( ) Certo 
( ) Errado 
313ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Polícia Federal / Cargo: Agente de Polícia 
Federal 
A concisão é uma qualidade da redação oficial que atende ao princípio da economia 
linguística, segundo o qual se deve reduzir ao mínimo de palavras possível o conteúdo 
a ser comunicado, evitando-se redundâncias ou trechos inúteis. 
( ) Certo 
( ) Errado 
314ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: STJ / Cargo: Analista Judiciário 
187 
De acordo com as recomendações pertinentes ao emprego de vocativos em 
correspondências oficiais, o vocativo Excelentíssimo Presidente está incorreto, razão 
por que deveria ser substituído por Excelentíssimo Senhor Presidente. 
( ) Certo 
( ) Errado 
315ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: STJ / Cargo: Analista Judiciário 
Considerando que o texto apresentado constitua um expediente hipotético, julgue o 
item a seguir, acerca de aspectos da redação oficial. 
O emprego de Vossa Excelência no campo de indicação do destinatário é considerado 
inadequado. 
( ) Certo 
( ) Errado 
316ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: STM / Cargo: Técnico Judiciário 
Brasília, X de novembro de 20XX. 
Assunto: Convite para cerimônia de posse do presidente do Superior Tribunal Militar 
188 
Senhor Juiz-Auditor titular da 12.ª Circunscrição Judiciária Militar, 
Convido-o para a cerimônia de posse do presidente do Superior Tribunal Militar, a 
realizar-se na sede do órgão, em Brasília, no dia 1° de março de 20XX. 
Por favor, confirme sua presença até o dia 1° de fevereiro de 20XX. 
Considerando o trecho de documento hipotético apresentado anteriormente, julgue o 
item a seguir. 
A linguagem empregada no texto é inadequada à correspondência oficial, por sua 
informalidade e simplicidade. 
( ) Certo 
( ) Errado 
317ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: STM / Cargo: Técnico Judiciário 
Brasília, X de novembro de 20XX. 
Assunto: Convite para cerimônia de posse do presidente do Superior Tribunal Militar 
Senhor Juiz-Auditor titular da 12.ª Circunscrição Judiciária Militar, 
Convido-o para a cerimônia de posse do presidente do Superior Tribunal Militar, a 
realizar-se na sede do órgão, em Brasília, no dia 1° de março de 20XX. 
Por favor, confirme sua presença até o dia 1° de fevereiro de 20XX. 
Considerando o trecho de documento hipotético apresentado anteriormente, julgue o 
item a seguir. 
Caso o documento hipotético em questão tenha sido enviado pela Assessoria de 
Cerimonial da Presidência do Superior Tribunal Militar, no documento de confirmação 
enviado à autoridade emissora, deverá ser empregado o pronome de tratamento 
Vossa Senhoria. 
( ) Certo 
( ) Errado 
318ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: STM / Cargo: Técnico Judiciário 
189 
Considerando que o fragmento de texto apresentado integra parte de uma 
correspondência oficial, julgue o item a seguir. 
O emprego do advérbio encarecidamente é inadequado, visto que prejudica o caráter 
impessoal que deve ser adotado em textos oficiais. 
( ) Certo 
( ) Errado 
319ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: STM / Cargo: Técnico Judiciário 
Considerando que o fragmento de texto apresentado integra parte de uma 
correspondência oficial, julgue o item a seguir. 
O pronome demonstrativo contido na contração deste refere-se ao órgão ao qual se 
destina o expediente em questão. 
( ) Certo 
( ) Errado 
320ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: STM / Cargo: Técnico Judiciário - Área 
Administrativa 
190 
Considerando que o fragmento de texto apresentado integra parte de uma 
correspondência oficial, julgue o item a seguir. 
Os aspectos estruturais e o tema do texto indicamtratar-se de expediente que segue o 
padrão ofício, ao passo que o seu fechamento sugere tratar-se de documento 
destinado a autoridade de mesma hierarquia ou de hierarquia inferior à do remetente. 
( ) Certo 
( ) Errado 
321ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: STM / Cargo: Técnico Judiciário 
Em uma frase, pode-se dizer que redação oficial é a maneira pela qual o Poder Público 
redige atos normativos e comunicações. 
Manual de Redação da Presidência da República. 2ª ed. rev. e atual. Brasília, 2002, 
p.4.
Na redação de súmulas, dado seu caráter técnico, devem-se empregar, sempre que 
possível, jargões. 
( ) Certo 
( ) Errado 
322ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRF - 1ª REGIÃO / Cargo: Técnico Judiciário – 
Taquigrafia 
Com base no Manual de Redação da Presidência da República (MRPR), julgue o item 
seguinte. 
O vocativo a ser empregado em comunicações dirigidas a um juiz de direito é Senhor, 
seguido do cargo: Senhor Juiz. 
( ) Certo 
( ) Errado 
323ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRF - 1ª REGIÃO / Cargo: Técnico Judiciário – 
Taquigrafia 
Com base no Manual de Redação da Presidência da República (MRPR), julgue o item 
seguinte. 
De acordo com o MRPR, não existe um padrão oficial de linguagem. 
( ) Certo 
( ) Errado 
191 
324ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEDF / Cargo: Técnico de Gestão Educacional - 
Secretário Escolar 
A respeito de correspondência oficial, julgue o item seguinte, à luz do Manual de 
Redação da Presidência da República. 
Decorre do princípio da moralidade a prescrição de que não deve haver impressões 
pessoais em textos oficiais. 
( ) Certo 
( ) Errado 
325ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TCE-PR / Cargo: Analista de Controle - 
Comunicação Social 
Excelentíssimo Senhor Doutor Juiz de Direito da Comarca X, 
 Justino Mem de Sá, brasileiro, casado, R.G. n.º 00000, contador, residente à Rua da 
Travessa, n.º 10, Parque das Videiras, requer que seja expedida a ordem de habeas 
corpus em favor de Jucimar Anastácio da Costa pelas razões a seguir delineadas. 1. 
Jucimar da Costa foi preso no dia 5 do corrente mês, na Rua das Almas, n.º 11, no 
Parque das Videiras, por policiais, constando ter sido conduzido para a Delegacia do 
10.º Distrito Policial do Município. 2. A prisão é considerada ilegal, pois não houve
flagrante delito nem mandado de prisão. 3. O auto de prisão em flagrante é nulo, além
de indevido, pois o detido é menor de vinte anos e não lhe foi nomeado curador no
momento da lavratura do auto. 4. Os casos em que alguém pode ser preso estão
disciplinados na lei e na Constituição Federal, de modo que qualquer prisão fora dos
casos legais permite a impetração de habeas corpus. 5. Em face da ilegalidade
verificada, requer que se digne Vossa Excelência a conceder ao paciente a ordem
pedida e determinar o relaxamento de sua prisão. Lagoinha, 23 de junho de 2016.
Assinatura 
Considerando o requerimento hipotético apresentado e os elementos da 
comunicação, assinale a opção correta. 
a) O emissor da comunicação é Jucimar Anastácio da Costa.
b) A mensagem é o canal de comunicação, ou seja, a escrita em língua
portuguesa.
c) O receptor da mensagem é o magistrado a quem é dirigida a comunicação.
d) O código é a coação ilegal de Jucimar Anastácio da Costa.
e) O referente é o meio pelo qual é feito o requerimento, ou seja, a escrita.
192 
326ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: POLÍCIA CIENTÍFICA - PE / Cargo: Perito 
Criminal – Física 
Texto CG1A2AAA 
SECRETARIA DE SEGURANÇA PÚBLICA 
DELEGACIA-GERAL DE POLÍCIA CIVIL 
GABINETE DO DELEGADO-GERAL 
XXXX n.º 165/2016–GDG 
Cidade X, 20 de abril de 2016. 
À Ilustríssima Senhora 
Senadora XXXXXX Assunto: 
Encaminhamento de documento – Ofício n.º 167/XXXXXXXXXXXX 
 Em resposta ao Ofício n.º 167/XXXX, encaminho a Sua Excelência o Ofício n.º 
281/2016–IML e seus anexos, oriundos do nosso Instituto de Medicina Legal, que 
apresentam o número de mulheres submetidas a exame de corpo de delito neste 
estado. 
Delegado-Geral de Polícia Civil do Estado XXX 
Com base no que dispõe o MRPR, assinale a opção que apresenta o vocativo adequado 
à comunicação oficial apresentada no texto CG1A2AAA. 
a) Digníssima Senhora Senadora,
b) Ilustre Senhora,
c) Senhora Senadora
d) Vossa Excelência a Senadora,
e) Excelentíssima Senhora.
327ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PC-PE / Cargo: Escrivão de Polícia Civil 
Considerando que, conforme o MRPR, a finalidade do fecho de comunicações oficiais é 
arrematar o texto e saudar o destinatário, assinale a opção que contém o fecho a ser 
empregado corretamente em correspondência oficial a ser subscrita por um delegado 
193 
de polícia civil e remetida para o secretário de Defesa Social do Estado de 
Pernambuco. 
a) Gentilmente,
b) Respeitosamente,
c) Cordialmente,
d) Sinceramente,
e) Atenciosamente,
328ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PC-PE / Cargo: Escrivão de Polícia Civil 
Considerando as disposições do MRPR, assinale a opção que apresenta o vocativo 
adequado para ser empregado em um expediente cujo destinatário seja um delegado 
de polícia civil. 
a) Magnífico Delegado,
b) Digníssimo Delegado,
c) Senhor Delegado,
d) Excelentíssimo Senhor Delegado,
e) Ilustríssimo Senhor Delegado,
329ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-PE / Cargo: Técnico Judiciário - 
Programação de Sistemas 
No que se refere às características fundamentais da redação oficial, assinale a opção 
correta. 
a) A clareza do texto oficial depende da prática do redator e de revisão
especializada e atenta, não estando relacionada a aspectos do texto em si ou
da linguagem nele empregada.
b) A impessoalidade dos textos oficiais deriva do princípio da impessoalidade, um
dos princípios fundamentais da administração pública.
c) A formalidade caracteriza-se pela proposta de um padrão de apresentação dos
textos oficiais, que é alcançado por meio da clareza datilográfica, do uso de
papéis uniformes para o texto definitivo e da correta diagramação desse texto.
194 
d) O cuidado com a linguagem materializa-se na obediência às regras de um
padrão oficial de linguagem.
e) A concisão é uma característica dos textos oficiais que se concretiza por meio
da economia de pensamento.
330ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-PI / Cargo: Técnico Judiciário - 
Programação de Sistemas 
No que se refere aos aspectos formais e linguísticos das correspondências oficiais 
definidos no Manual de Redação da Presidência da República, assinale a opção correta. 
a) Nos textos de redação oficial, é proibido o emprego de linguagem técnica, de
neologismos e de estrangeirismos.
b) Expedientes que tenham o presidente da República como emissor, embora não
apresentem a identificação do signatário, trazem a sua assinatura.
c) A palavra Respeitosamente é adequada para figurar como fecho de uma
comunicação oficial se o emissor e o receptor dessa comunicação forem
autoridades de mesmo nível hierárquico.
d) No ofício, informações do remetente, tais como nome do órgão ou setor a que
ele pertence, endereço postal, além de telefone e endereço de correio
eletrônico, são facultativas, devendo, se presentes, constar do cabeçalho do
documento.
e) Na identificação do destinatário do memorando, constam o nome e o cargo da
pessoa a quem é dirigida a comunicação, diferentemente do recomendado
pelo padrão ofício.
331ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-PI / Cargo: Técnico Judiciário - 
Programação de Sistemas 
Em relação à conceituação, à finalidade e aos aspectos estruturais e linguísticos das 
correspondências oficiais, assinale a opção correta. 
a) O memorando é um expediente oficial de circulação interna ou externa.
b) Como não existe padrão definido para a estrutura das mensagens enviadas por
meio de correio eletrônico, não há orientações acerca da linguagem a ser
empregada nessas comunicações.
c) Informar o destinatário sobre determinado assunto, propor alguma medida e
submeter projeto de ato normativo à consideração desse destinatário são
alguns dos propósitos comunicativos da mensagem.
195d) A exposição de motivos varia estruturalmente conforme sua finalidade
comunicativa.
e) A situação comunicativa mediada pelo ofício é restrita aos ministros de Estado,
estejam eles no papel de remetente ou de destinatário.
332ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CREFONO - 3ª Região / Cargo: Fiscal Júnior 
Considerando as técnicas de redação para a elaboração de correspondências oficiais, 
julgue o item. 
São atributos essenciais à redação de correspondências oficiais a padronização e a 
formalidade. 
( ) Certo 
( ) Errado 
333ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CREFONO - 3ª Região / Cargo: Fiscal Júnior 
Considerando as técnicas de redação para a elaboração de correspondências oficiais, 
julgue o item. 
Nos expedientes oficiais, o emprego adequado de conjunções e de recursos como a 
elipse, a substituição e a referência contribuem para a coesão e para a coerência do 
texto. 
( ) Certo 
( ) Errado 
334ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CREFONO - 3ª Região / Cargo: Fiscal Júnior 
Em razão da natural evolução da língua e com vistas à obtenção de clareza e de 
precisão na redação de correspondências oficiais, é adequado o uso indiscriminado de 
estrangeirismos, desde que eles sejam grafados em itálico. 
( ) Certo 
( ) Errado 
335ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CREFONO - 3ª Região / Cargo: Fiscal Júnior 
Considerando as técnicas de redação para a elaboração de correspondências oficiais, 
julgue o item. 
Na redação de correspondências oficiais, é indispensável o atributo da concisão, o qual 
está fundamentado no princípio da economia de pensamento. 
196 
( ) Certo 
( ) Errado 
336ª/ Banca: VUNESP / Órgão: SAEG / Cargo: Assistente de Serviços Administrativos 
Um tipo de documento oficial cuja estrutura representa um ato por meio do qual 
autoridades competentes determinam providências de caráter administrativo, 
impõem normas, definem situações funcionais, aplicam penas disciplinares e atos 
semelhantes, denomina-se 
a) regimento.
b) portaria.
c) memorial.
d) comunicado.
e) regulamento.
337ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Prefeitura de Várzea Paulista - SP / Cargo: Agente de 
Gestão 
No texto das comunicações oficiais, tanto na estrutura I quanto na estrutura II o 
espaçamento entre parágrafos deve ser de 
a) 6 pontos após cada parágrafo.
b) 8 pontos após cada parágrafo.
c) 4 pontos após cada parágrafo.
d) 2 pontos após cada parágrafo.
e) 0 pontos após cada parágrafo.
338ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Prefeitura de Várzea Paulista - SP / Cargo: Agente de 
Gestão 
Dentre as características da redação oficial encontram-se 
a) a coerência, a subjetividade e a individualidade.
b) a informalidade, o uso do padrão culto da língua e a objetividade.
c) a clareza, a impessoalidade e a concisão.
197 
d) a concisão, a pessoalidade e a formalidade.
e) A impessoalidade, a diversidade e a eloquência.
339ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Prefeitura de Várzea Paulista - SP / Cargo: Agente de 
Gestão 
O documento oficial que é utilizado para os mais diferentes tipos de solicitações às 
autoridades ou órgãos públicos é denominado 
a) Declaração.
b) Atestado.
c) Ofício.
d) Relatório.
e) Requerimento.
340ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: CRF-PR / Cargo: Técnico em Informática 
Segundo o Manual de Redação da Presidência da República, a comunicação oficial 
(entendida atos e expedientes oficiais) apresenta características especiais, referidas 
nas alternativas a seguir, EXCETO: 
a) Tem caráter público.
b) Necessita empregar determinado nível de linguagem, já que sua finalidade
precípua é a de informar com clareza e objetividade.
c) Quando é um ato de caráter normativo, tem a função de estabelecer regras
para a conduta dos cidadãos ou regular o funcionamento dos órgãos e
entidades públicos.
d) A fim de obter sucesso comunicativo no trato com os cidadãos, os textos
oficiais podem valer-se de jargões, linguagem técnica e/ou regionalismos.
e) A publicidade, a impessoalidade e a eficiência são princípios fundamentais de
toda a administração pública, por isso eles devem nortear a elaboração dos
textos oriundos dessa instância.
341ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: CRF-PR / Cargo: Assistente Administrativo 
Operacional 
A respeito das formas de tratamento no texto oficial, o vocativo Excelentíssimo Senhor 
deve ser usado somente para: 
198 
a) O Presidente da República, o Presidente do Congresso Nacional e o Presidente
do Supremo Tribunal Federal.
b) O Presidente da República e o Vice-Presidente.
c) O Presidente da República, o Vice-Presidente e os ministros.
d) Vereadores, deputados e ministros, além de Presidente da República e Vice
e) O Oficial-General das Forças Armadas o Presidente da República e seu Vice, o
Presidente do Congresso Nacional e o Presidente do Supremo Tribunal Federal.
342ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: CRF-PR / Cargo: Assistente Administrativo 
Operacional 
Uma vez que “a redação oficial não é necessariamente árida e contrária à evolução da 
língua” (de acordo com o Manual de Redação Oficial da Presidência da República), 
NÃO é característica da linguagem empregada nas comunicações oficiais: 
a) Clareza e precisão.
b) Objetividade e concisão.
c) Coesão e coerência.
d) Formalidade e uso da norma padrão da língua portuguesa.
e) Vocabulário rebuscado e figuras de linguagem próprias do estilo literário.
343ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRP - MG / Cargo: Assistente Administrativo 
A redação oficial deve observar estratégias textuais destinadas a reduzir excessos de 
estilo e de linguagem que afrontem os seguintes preceitos: 
a) impessoalidade; formalidade e uniformidade; clareza e precisão; conclusão e
finalização.
b) impessoalidade; formalidade e uniformidade; clareza e precisão; concisão e
harmonia.
c) impessoalidade; informalidade e padronização; clareza e precisão; concisão e
harmonia.
d) pessoalidade; informalidade e padronização; clareza e precisão; concisão e
harmonia.
199 
e) pessoalidade; formalidade e uniformidade; clareza e precisão; concisão e
harmonia.
344ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRESS - RO / Cargo: Assistente Administrativo 
A redação oficial é a maneira por meio da qual o Poder Público redige comunicações 
oficiais e atos normativos. Sua finalidade básica – comunicar com objetividade e 
máxima clareza – impõe certos parâmetros ao uso que se faz da língua, de maneira 
diversa do da literatura, do texto jornalístico, do da correspondência particular etc. Na 
redação oficial, deve-se obedecer a alguns atributos para se atender às suas 
finalidades básicas. Sendo assim, o atributo segundo o qual deve-se ir diretamente ao 
assunto que se deseja abordar, sem voltas e sem redundâncias, e é fundamental que o 
redator saiba de antemão qual é a ideia principal e quais são as ideias secundárias, 
conduzindo o leitor a um contato mais direto com o assunto e com as informações, 
sem subterfúgios e sem excessos de palavras e de ideias, é o da 
a) concisão.
b) clareza e precisão.
c) objetividade.
d) coesão e coerência.
e) formalidade e padronização
345ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CAU-AP / Cargo: Assistente Administrativo 
Com relação à redação de documentos oficiais, julgue o item. 
Para a elaboração de um documento oficial, é indispensável que o repasse das 
informações seja literal. Portanto, expressões em língua estrangeira não deverão ser 
traduzidas. 
( ) Certo 
( ) Errado 
346ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Prefeitura de Venâncio Aires - RS / Cargo: Técnico 
Administrativo 
Em conformidade com o Manual de Redação da Presidência da República, sobre o 
padrão ofício, o texto do documento oficial deve seguir a seguinte padronização de 
estrutura: 
a) Nos casos em que não seja usado para encaminhamento de documentos, o
expediente deve conter a seguinte estrutura: desenvolvimento e conclusão.
200 
b) Nos casos em que não seja usado para encaminhamento de documentos, o
expediente deve conter a seguinte estrutura: introdução e desenvolvimento.
c) Quando for usado para encaminhamento de documentos, a estrutura é
modificada: introdução, desenvolvimento e conclusão.
d) Quandofor usado para encaminhamento de documentos, a estrutura é
modificada: introdução e desenvolvimento.
e) Quando for usado para encaminhamento de documentos, a estrutura é
modificada: desenvolvimento e conclusão.
347ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRF - MA / Cargo: Assistente Administrativo 
De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, o pronome de 
tratamento a ser utilizado no corpo do texto de uma comunicação oficial endereçada a 
uma ministra de Estado é 
a) Senhor Ministro.
b) Vossa Excelência.
c) Sua Excelência a Senhora Ministra.
d) Senhora Ministra.
e) Excelentíssima Senhora.
348ª/ Banca: INSTITUTO AOCP / Órgão: MPE-RS / Cargo: Técnico do Ministério Público 
Assinale a alternativa em que todas as propriedades são atributos da redação oficial. 
a) Impessoalidade, concisão, padronização e coerência.
b) Clareza, eloquência, formalidade e uso da norma-padrão da língua portuguesa.
c) Objetividade, precisão, expressividade e formalidade.
d) Padronização, coesão, estilo e objetividade.
e) Eloquência, originalidade, uso da norma-padrão da língua portuguesa e
formalidade.
349ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CREF - 21ª Região (MA) / Cargo: Auxiliar Administrativo 
201 
Carlos, servidor público ocupante do cargo de analista administrativo, está 
redigindo um e-mail de resposta a uma solicitação realizada por João, auxiliar de 
gestão de pessoas do mesmo órgão em que Carlos trabalha. 
Com base nessa situação hipotética e no disposto no Manual de Redação Oficial da 
Presidência da República, assinale a alternativa que apresenta o fecho que Carlos 
deverá utilizar no e-mail profissional que está redigindo. 
a) Att.
b) Abraços
c) Saudações
d) Atenciosamente
e) Até a próxima
350ª/ Banca: VUNESP / Órgão: CODEN - SP / Cargo: Escriturário 
Conforme o Manual de Redação da Presidência da República, garante-se a 
padronização em um texto oficial com 
a) o emprego de uma linguagem dinâmica e atual, marcada por emparelhar-se à
literária e à jornalística, inclusive com a presença de estrangeirismos.
b) o uso do padrão culto da língua, admitindo-se, contudo, o emprego de formas
regionais, que refletem o contexto cultural de determinada comunidade.
c) o uso consagrado de uma forma de linguagem burocrática, como um jargão,
capaz de garantir a compreensão abrangente da comunicação.
d) a utilização de uma linguagem autêntica, com termos que lhe conferem carga
afetiva e, em decorrência, concisão, harmonia e unidade.
e) a digitação sem erros, o uso de papéis uniformes para o texto definitivo, nas
exceções em que se fizer necessária a impressão, e a correta diagramação do
texto.
351ª/ Banca: VUNESP / Órgão: CODEN - SP / Cargo: Escriturário 
Leia o texto para responder à questão. 
 Senhor Secretário, 
 De acordo com o que se determinou na última reunião de secretários, a seleção para 
contratação de novos funcionários depende da análise dos recursos disponíveis, uma 
vez que não se pode comprometer a meta fiscal do município. Dessa forma, 
202 
entendemos que ela estará suspensa, conforme memorando enviado a todos os 
departamentos. Aguardamos, portanto, o momento adequado para novamente 
solicitar a abertura do processo seletivo. 
_________________, 
ABC 
Secretário de Educação 
Considerando-se a interlocução estabelecida, a lacuna do texto deve ser preenchida 
com: 
a) Abraço
b) Atenciosamente
c) Respeitosamente
d) Sem mais para o momento
e) Com apreço e consideração
352ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRBM - 4 / Cargo: Recepcionista 
A respeito de cidadania, de relações públicas, de comunicação e da redação de 
documentos oficiais, julgue o item. 
No padrão ofício, o assunto deve oferecer ao leitor uma noção geral do conteúdo do 
documento. Para grafar a frase de descrição, recomenda-se a utilização de quatro a 
cinco palavras, porém verbos não devem ser utilizados. 
( ) Certo 
( ) Errado 
353ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRBM - 4 / Cargo: Agente Administrativo 
Com base no Manual de Redação da Presidência da República, julgue o item. 
Nas comunicações oficiais que seguem o padrão estabelecido no Manual de Redação 
da Presidência da República, é obrigatório o uso da vírgula após o vocativo. 
( ) Certo 
( ) Errado 
354ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRBM - 4 / Cargo: Agente Administrativo 
Com base no Manual de Redação da Presidência da República, julgue o item. 
203 
O Manual de Redação da Presidência da República prevê a expressão 
“Respeitosamente” como forma de fecho única para qualquer tipo de comunicação 
oficial. 
( ) Certo 
( ) Errado 
355ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRBM - 4 / Cargo: Agente Administrativo 
Com base no Manual de Redação da Presidência da República, julgue o item. 
Em atendimento ao princípio da impessoalidade, o destinatário da comunicação 
oficial, independentemente de quem seja, deve ser tratado de forma homogênea e 
impessoal. 
( ) Certo 
( ) Errado 
356ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRBM - 4 / Cargo: Agente Administrativo 
Com base no Manual de Redação da Presidência da República, julgue o item. 
De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, o destinatário da 
redação oficial é sempre o serviço público. 
( ) Certo 
( ) Errado 
357ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRBM - 4 / Cargo: Fiscal Biomédico 
Com base no Manual de Redação da Presidência da República, julgue o item. 
Nos termos do Manual de Redação da Presidência da República, o gênero textual e-
mail não pode constituir um documento oficial. 
( ) Certo 
( ) Errado 
358ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRBM - 4 / Cargo: Fiscal Biomédico 
Com base no Manual de Redação da Presidência da República, julgue o item. 
Um dos atributos da redação oficial deve ser a impessoalidade, que decorre da 
ausência de identificação do signatário do documento. 
( ) Certo 
( ) Errado 
204 
359ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: CRA-RS / Cargo: Auxiliar Administrativo 
Analise as seguintes características, relativas a determinado documento: 
É o instrumento da licença ou da autorização para a prática de ato, realização de 
atividade ou exercício de direito dependente de policiamento administrativo. Existem 
dois tipos básicos, o de caráter definitivo e o de caráter precário. Este documento 
possui as seguintes partes: título, texto, assinatura, local e data. 
Que documento é esse? 
a) Atestado.
b) Termo.
c) Edital.
d) Alvará.
e) Diploma.
360ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Câmara de Boituva - SP / Cargo: Agente Administrativo 
Quando o poder público se relaciona com o particular, em comunicação oral ou 
escrita, o vocativo (em que se chama ou interpela o destinatário) deve ser: 
a) Ilmo.; Ilma.
b) V.Ex.; V.Ex.a.
c) Sr.; Sra.
d) DD.; DDa.
e) Exmo.; Exma.
361ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Câmara de Boituva - SP / Cargo: Agente Administrativo 
O atributo precisão da comunicação oficial ou comercial significa que o documento 
não deve 
a) dar voltas para chegar ao objetivo
b) conter palavras ou expressões que deem duplo sentido ao que se quer
comunicar.
205 
c) trazer detalhes irrelevantes, desnecessários e inúteis.
d) conter impressões pessoais da fonte que está comunicando.
e) se pautar pela informalidade no tratamento.
362ª/ Banca: IBADE / Órgão: Prefeitura de Ministro - RO / Cargo: Agente 
Administrativo 
Exposição de Motivos (EM) é o expediente dirigido ao Presidente da República ou ao 
Vice-Presidente para: 
a) solicitação de agenda.
b) submeter lei aprovada.
c) pedido de autorização para operações financeiras externas.
d) exposição sobre a situação do País e a solicitação de providências que julgar
necessárias.
e) submeter projeto de ato normativo à sua consideração.
363ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: Prefeitura de Cristinápolis - SE / Cargo: Assistente 
Administrativo 
De acordo com o Manual de Redação Oficial da Presidência da República (2018), a 
redação oficial é: 
a) A maneira pela qual o Poder Público redige comunicações oficiais e atos
normativos
b) Uma forma de escrita de documentos utilizada pelas organizações de cunho
privado e pelas instituiçõespertencentes à sociedade civil.
c) A maneira pela qual o Poder Público e as empresas privadas redigem suas
correspondências, sendo de cunho exclusivamente interno.
d) A forma pela qual o Poder Público se comunica entre si e com a sociedade,
respeitando os atributos da pessoalidade, perfeição, prolixidade e neologismo
e) O estilo de escrita adotado pelas organizações do terceiro setor em seus
documentos para angariar recursos junto às entidades públicas fomentadoras
de projetos.
364ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Câmara de Mogi Mirim - SP / Cargo: Analista Legislativo 
206 
Conforme o Manual de Redação da Presidência da República, quanto aos atributos da 
redação oficial, é correto afirmar que a linguagem dos documentos oficiais deve 
primar pela 
a) clareza e precisão, embora isso seja alcançado, na maioria das vezes, com a
linguagem subjetiva.
b) coesão e coerência, embora não precise valer-se da formalidade para expressar
as ideias.
c) formalidade e padronização, embora admita, em várias situações,
ambiguidades e imprecisões.
d) objetividade e uso da norma-padrão, embora formas coloquiais estejam sendo
cada vez mais aceitas.
e) objetividade e clareza, embora não precise ser necessariamente árida e
contrária à evolução da língua.
365ª/ Banca: IBADE / Órgão: Prefeitura de Santa Luzia D`Oeste - RO / Cargo: Agente 
Administrativo 
A redação oficial possui atributos que devemos utilizar. Assinale a opção que se refere 
ao padrão de linguagem usado de modo culto, sem uso de jargões. 
a) Formalidade
b) Impessoalidade
c) Coesão
d) Coerência
e) Concisão
366ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Câmara de Bragança Paulista - SP / Cargo: Assistente de 
Gestão 
De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, a redação oficial 
tem como finalidade básica 
a) incorporar elementos da linguagem cotidiana.
b) recorrer a uma sintaxe pouco usual da língua.
c) comunicar com objetividade e máxima clareza.
207 
d) expressar de forma pessoal os interesses públicos.
e) usar linguagem impessoal com preciosismos vocabulares.
367ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Câmara de Bragança Paulista - SP / Cargo: Assistente de 
Gestão 
O tipo de documento oficial que narra ou descreve de forma ordenada, com maior ou 
menor precisão, aquilo que foi discutido, apresentado, visto ou ouvido é 
a) o relatório.
b) o ofício.
c) a declaração.
d) o atestado.
e) o requerimento.
368ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRMV - RN / Cargo: Agente Administrativo 
Em relação à correspondência oficial por correio eletrônico, julgue o item. 
Na mensagem encaminhada por e‐mail, devem constar informações mínimas acerca 
do conteúdo de arquivo que lhe seja anexado. 
( ) Certo 
( ) Errado 
369ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Semae de Piracicaba - SP / Cargo: Agente Comercial 
Ao registro escrito sobre todos os acontecimentos e assuntos debatidos durante uma 
reunião ou outro tipo de assembleia, dá-se o nome de 
a) pauta.
b) ata.
c) relatório.
d) parecer
e) lauda.
370ª/ Banca: AOCP / Órgão: Câmara de Cabo de Santo Agostinho - PE / Cargo: Auxiliar 
Administrativo 
208 
Assinale a alternativa que apresenta o tipo de correspondência oficial que possui como 
um de seus atrativos a sua flexibilidade. 
a) WhatsApp.
b) Fac-símile.
c) Aviso.
d) E-mail.
371ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRO - AC / Cargo: Auxiliar Administrativo 
A respeito da redação oficial de documentos, julgue o item. 
Em se tratando de comunicação oficial ao presidente da República, é recomendado o 
uso da abreviatura “V. Exa.”. 
( ) Certo 
( ) Errado 
372ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRO - AC / Cargo: Auxiliar Administrativo 
A respeito da redação oficial de documentos, julgue o item. 
A redação oficial deve ser objetiva, ou seja, conduzir o leitor ao contato mais direto 
com o assunto e com as informações, sem subterfúgios e sem excessos de palavras e 
de ideias. 
( ) Certo 
( ) Errado 
373ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Prefeitura de Peruíbe - SP / Cargo: Secretário de Escola 
Marilda, secretária de escola, ao elaborar ofício dirigido ao Diretor do Setor de 
Pagamentos da Secretaria da Fazenda, solicitando informações acerca da renumeração 
de uma professora, utiliza acertadamente o vocativo 
a) V.
b) V. Sa.
c) V. Ex.a.
d) V.Exa. Revma.
209 
e) Sr.
374ª/ Banca: FCC / Órgão: Câmara de Fortaleza - CE / Cargo: Revisor 
Em relação ao uso do correio eletrônico (e-mail) em comunicações oficiais, é correto 
afirmar: 
a) O uso de linguagem incompatível com uma comunicação oficial deve ser
evitado no texto, embora sejam aceitáveis algumas abreviações que
caracterizam esse tipo de comunicação.
b) O tipo de fonte recomendado é Arial, tamanho 12, cor preta; deve-se evitar o
uso de papéis de parede eletrônicos.
c) Os arquivos anexados, quando se tratar de documento ainda em discussão,
devem, necessariamente, ser enviados em formato que possa ser editado.
d) A assinatura do e-mail deve conter, obrigatoriamente, o nome completo, o
cargo, a unidade, o órgão, o telefone do remetente e o logotipo do ente
público.
e) O campo “Assunto” deve ser o mais claro e específico possível, relacionado ao
conteúdo global da mensagem, além de conter a data e o local.
375ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CORECON - PE / Cargo: Assessor Jurídico 
De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, a redação oficial 
deve caracterizar‐se por determinados atributos, entre os quais é correto citar o(a) 
a) subjetividade.
b) concisão.
c) pessoalidade.
d) rebuscamento.
e) linguagem coloquial.
376ª/ Banca: IBADE / Órgão: Prefeitura de Itapemirim - ES / Cargo: Agente 
Administrativo 
O documento oficial que representa instruções escritas, emanadas da autoridade 
competente e endereçadas aos chefes de serviços das diversas repartições 
subordinadas à direção respectiva denomina-se: 
a) exposição de motivos.
210 
b) certidão.
c) despacho.
d) circular.
e) boletim.
377ª/ Banca: VUNESP / Órgão: IPREMM - SP / Cargo: Auxiliar de Escrita 
De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, a linguagem 
utilizada nas comunicações oficiais deve primar pela 
a) pessoalidade.
b) formalidade.
c) naturalidade.
d) informalidade.
e) complexidade.
378ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: Prefeitura de Sapucaia do Sul - RS / Cargo: Secretário 
Qual o nome do documento em que se registram, de forma exata e metódica, as 
ocorrências, resoluções e decisões das assembleias, reuniões ou sessões realizadas por 
comissões, conselhos, congregações, corporações ou outras entidades semelhantes? 
a) Ofício.
b) Ata.
c) Memorando.
d) Circular.
e) Portaria.
379ª/ Banca: IBADE / Órgão: Prefeitura de Jaru - RO / Cargo: Assistente Administrativo 
Os pronomes de tratamento para religiosos são utilizados de acordo com a hierarquia 
eclesiástica. Para comunicações dirigidas a Arcebispos e Bispos o pronome utilizado é: 
a) Vossa Santidade.
211 
b) Vossa Reverência.
c) Vossa Eminência.
d) Vossa Excelência Reverendíssima.
e) Vossa Irmandade.
380ª/ Banca: IBADE / Órgão: Prefeitura de Jaru - RO / Cargo: Assistente Administrativo 
São peculiaridades da Redação Oficial, EXCETO: 
a) pessoalidade
b) concisão
c) linguagem
d) clareza
e) padronização
381ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: Prefeitura de Gramado - RS / Cargo: Auxiliar 
Administrativo 
Ao se dirigir a uma autoridade, deve-se atentar para o emprego correto dos pronomes 
de tratamento. Quando um servidor público se depara com o chefe do poder executivo 
municipal (prefeito), a forma adequada de tratar a referida autoridade é: 
a) Senhor.
b) Digníssimo Senhor.
c) Vossa Senhoria.
d) Sua Excelência.
e) Vossa Excelência.
382ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: Prefeitura de Gramado - RS / Cargo: Auxiliar 
Administrativo 
O fechamento de um documento oficial é, em suma, uma saudação que encerra o 
documento. Assim, conforme o Manual de Redação Oficial da Presidência da 
República, o termo utilizado para o fecho de um documento oficial dirigido a 
autoridades superiores é: 
212 
a) Atenciosamente.
b) Respeitosamente.
c) Honrosamente.d) Honradamente.
e) Admiravelmente.
383ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRESS-GO / Cargo: Auxiliar Administrativo 
Julgue o item. 
Na redação oficial, a formalidade diz respeito à polidez, isto é, à civilidade no 
tratamento do assunto do qual cuida a comunicação. 
( ) Certo 
( ) Errado 
384ª/ Banca: INSTITUTO AOCP / Órgão: UFPB / Cargo: Assistente em Administração 
Em certa ocasião, o Reitor de uma Universidade Federal precisou emitir um 
documento para determinar o cumprimento de normas pelos servidores da Instituição. 
Esse documento versava sobre os critérios a serem adotados para a liberação de 
diárias e custeio de passagens para viagens nacionais e internacionais. O documento 
emitido trata-se de um instrumento normativo infralegal que a Administração Pública 
utiliza para determinar o cumprimento de uma ou várias instruções. Qual documento é 
esse? 
a) Memorando.
b) Certidão.
c) Portaria.
d) Ofício.
e) Relatório.
385ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRQ 4ª Região-SP / Cargo: Técnico Administrativo 
No que diz respeito à redação oficial, a formas de tratamento e a abreviações, julgue o 
item. 
A formalidade e a padronização não são atributos a serem seguidos pelas 
comunicações oficiais. 
213 
( ) Certo 
( ) Errado 
386ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRQ 4ª Região-SP / Cargo: Técnico Administrativo 
No que diz respeito à redação oficial, a formas de tratamento e a abreviações, julgue o 
item. 
O pronome de tratamento a ser empregado aos embaixadores é Vossa Excelência. 
( ) Certo 
( ) Errado 
387ª/ Banca: Quadrix / Órgão: SESC-DF / Cargo: Auxiliar Técnico Administrativo 
Um empregado do Sesc-DF recebeu um memorando de outro setor e, ao ler o 
documento, teve dificuldades na leitura devido ao fato de o texto ser redigido sem 
objetividade, com muitas redundâncias. 
Com base nesse caso hipotético, assinale a alternativa que apresenta a característica 
necessária à redação oficial que não foi seguida. 
a) concisão
b) clareza
c) impessoalidade
d) formalidade
e) padronização
388ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRESS-PR / Cargo: Assistente Administrativo 
Em relação à correspondência empresarial e oficial, às formas de tratamento, às 
abreviações e aos documentos, julgue o item subsecutivo. 
O pronome de tratamento a ser empregado em comunicações dirigidas aos religiosos 
em geral é “Vossa Magnificência”. 
( ) Certo 
( ) Errado 
389ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRM-PR / Cargo: Revisor de Texto 
214 
Julgue o item a seguir no que diz respeito à forma de apresentação de documentos do 
Padrão Ofício, de acordo com o Manual de Redação da Presidência da República. 
Deve ser utilizado espaçamento duplo entre as linhas do texto e entre os parágrafos. 
( ) Certo 
( ) Errado 
390ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Câmara de Olímpia - SP / Cargo: Agente Administrativo 
Nos termos da legislação em vigor, para que a mensagem de correio eletrônico possa 
ser aceita como documento original, é necessário haver 
a) uma autorização federal com a rubrica da Presidência da República.
b) um token de acesso chancelado pelos órgãos superiores.
c) uma cópia impressa e com firma reconhecida de cada e-mail emitido.
d) uma certificação digital que ateste a identidade do remetente conforme reza a
lei.
e) um responsável governamental que assine toda a comunicação eletrônica.
391ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Câmara de Olímpia - SP / Cargo: Agente Administrativo 
A principal forma de comunicação para transmissão de documentos, haja vista o baixo 
custo e a celeridade, é o 
a) e-mail.
b) fac símile.
c) bluetooth.
d) twitter.
e) whatsApp.
392ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Câmara de Olímpia - SP / Cargo: Agente Administrativo 
Com relação à identificação do signatário nas comunicações oficiais, todas as demais 
comunicações oficiais devem trazer o nome e o cargo da autoridade que as expede, 
abaixo do local de sua assinatura, com exceção das comunicações assinadas 
a) pelo Chefe da Casa Civil.
215 
b) pelos Chefes de Autarquias.
c) pelos Ministros.
d) pelo Presidente da República.
e) pelo Presidente do Superior Tribunal de Justiça.
393ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Câmara de Olímpia - SP / Cargo: Agente Administrativo 
Além de arrematar o texto, o fecho das comunicações oficiais tem a finalidade de 
saudar o destinatário. Para autoridades superiores, incluindo-se o Presidente da 
República, utiliza-se o seguinte fecho 
a) Dignissimamente.
b) Cordialmente.
c) Respeitosamente.
d) Atenciosamente.
e) Sinceramente.
394ª/ Banca: VUNESP / Órgão: Câmara de Indaiatuba -SP / Cargo: Agente 
Administrativo 
Redação oficial é a maneira pela qual o Poder Público redige atos normativos e 
comunicações. Os princípios que regem as comunicações oficiais são os seguintes: 
a) integridade, clareza, sensibilidade, concisão e uso de linguagem clássica.
b) intensidade, clareza, reciprocidade, concisão e uso de linguagem informal.
c) impessoalidade, clareza, uniformidade, concisão e uso de linguagem formal.
d) informalidade, clareza, simplicidade, concisão e uso de linguagem normal.
e) individualidade, clareza, exequibilidade, concisão e uso de linguagem coloquial.
395ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRM-PR / Cargo: Profissional de Suporte Administrativo 
Quanto aos tipos de documentos, às abreviações e às formas de tratamento nas 
correspondências oficiais e comerciais, julgue o item subsequente. 
Nos documentos no padrão ofício, é facultativo constar o número da página a partir da 
segunda página. 
216 
( ) Certo 
( ) Errado 
396ª/ Banca: CESPE/CEBRASPE / Órgão: DEPEN / Cargo: Agente Federal de Execução 
Penal 
Com base no Manual de Redação da Presidência da República (MRPR), julgue o item a 
seguir, relativo ao padrão ofício. 
Nas comunicações oficiais para autoridade de hierarquia superior à do remetente, 
deve-se utilizar, exceto para o presidente da República, o fecho “Respeitosamente,”. 
( ) Certo 
( ) Errado 
397ª/ Banca: CESPE/CEBRASPE / Órgão: DEPEN / Cargo: Agente Federal de Execução 
Penal 
Considerando o Manual de Redação da Presidência da República, julgue o item que se 
segue. 
No padrão ofício, o cabeçalho deve estar centralizado na área determinada pela 
formatação e constar em todas as páginas do documento. 
( ) Certo 
( ) Errado 
398ª/ Banca: CESPE/CEBRASPE / Órgão: Polícia Federal / Cargo: Escrivão de Polícia 
Federal 
Considerando o Manual de Redação da Presidência da República, julgue o item que se 
segue. 
Na grafia de datas em um documento oficial, o conteúdo deve constar conforme 
exemplificado a seguir: Brasília, 02/04/ 2021. 
( ) Certo 
( ) Errado 
399ª/ Banca: CESPE/CEBRASPE / Órgão: Polícia Federal / Cargo: Escrivão de Polícia 
Federal 
Considerando o Manual de Redação da Presidência da República, julgue o item que se 
segue. 
217 
A exposição de motivos é modalidade de comunicação dirigida pelos ministros ao 
Presidente da República e, em determinadas circunstâncias, poderá ser encaminhada 
cópia do documento ao Congresso Nacional ou ao Poder Judiciário. 
( ) Certo 
( ) Errado 
400ª/ Banca: CESPE/CEBRASPE / Órgão: PRF / Cargo: Policial Rodoviário Federal 
Considerando as disposições do Manual de Redação da Presidência da República 
(MRPR) acerca da redação oficial, julgue o item a seguir. 
De acordo com a legislação vigente, o e-mail institucional tem valor documental e, por 
isso, deve ser aceito como documento original. 
( ) Certo 
( ) Errado 
401ª/ Banca: CESPE/CEBRASPE / Órgão: PRF / Cargo: Policial Rodoviário Federal 
Considerando as disposições do Manual de Redação da Presidência da República 
(MRPR) acerca da redação oficial, julgue o item a seguir. 
O vocativo, nas comunicações oficiais, deverá ser sempre seguido de vírgula. 
( ) Certo 
( ) Errado 
402ª/ Banca: CESPE/CEBRASPE / Órgão: PRF / Cargo: Policial Rodoviário Federal 
Considerando as disposições do Manual de Redação da Presidência da República 
(MRPR) acerca da redação oficial, julgue o item a seguir. 
Na identificação do signatário de uma comunicação oficial destinada auma pessoa do 
sexo feminino, dispensa-se flexão de gênero no nome do cargo. 
( ) Certo 
( ) Errado 
403ª/ Banca: CESPE/CEBRASPE / Órgão: PRF / Cargo: Policial Rodoviário Federal 
Considerando as disposições do Manual de Redação da Presidência da República 
(MRPR) acerca da redação oficial, julgue o item a seguir. 
Entre as características da redação oficial incluem-se a objetividade, a impessoalidade 
e a informatividade. 
218 
( ) Certo 
( ) Errado 
404ª/ Banca: CESPE/CEBRASPE / Órgão: CODEVASF / Cargo: Analista em 
Desenvolvimento Regional 
Julgue o seguinte item de acordo com as prescrições constantes no Manual de 
Redação da Presidência da República acerca das características formais e linguísticas 
das correspondências oficiais. 
Na identificação do signatário, o cargo ocupado por pessoa do sexo feminino deve ser 
flexionado no gênero feminino, como no seguinte exemplo: Ministra de Estado. 
( ) Certo 
( ) Errado 
405ª/ Banca: NUCEPE / Órgão: FHT - PI / Cargo: Auxiliar de Administração 
Ao redigir um Ofício ao Prefeito Municipal, o pronome de tratamento que deverá ser 
utilizado é 
a) Vossa Senhoria.
b) Vossa Ilustríssima.
c) Vossa Excelência.
d) Vossa Reverendíssima.
e) Vossa Magnificência.
406ª/ Banca: IBADE / Órgão: ISE-AC / Cargo: Auxiliar Administrativo 
São utilizados como elementos discriminativos de artigo ou parágrafo se o assunto 
nele tratado não puder ser condensado no próprio artigo ou não se mostrar adequado 
a constituir parágrafo. A alternativa correta que se aplica à definição acima é: 
a) Alíneas
b) Incisos.
c) Itens.
d) Agrupamentos.
e) Seções.
219 
407ª/ Banca: IBADE / Órgão: ISE-AC / Cargo: Auxiliar Administrativo 
De acordo com o Manual de Redação da Presidência da República, o cabeçalho é 
utilizado apenas na primeira página do documento, centralizado na área determinada 
pela formatação e deve constar os seguintes elementos, EXCETO: 
a) Brasão de Armas da República.
b) Nome do órgão principal.
c) Espaçamento, entrelinhas simples (1,5).
d) Nome dos órgãos secundários, quando necessários, da maior para a menor
hierarquia.
e) Espaçamento, entrelinhas simples (1,0).
408ª/ Banca: IBADE / Órgão: Prefeitura de Vila Velha - ES / Cargo: Secretário Escolar 
Observe o texto. 
Exmo. Sr. _____________________________ 
DD. Secretário Municipal de Educação Vila Velha- Espírito Santo A Escola Municipal
___________________, situada na rua __________, nº_____, do Município de
__________________, Estado do Espírito Santo, requer de Vossa Excelência o
_______________, pelo seguinte
motivo:__________________________________________
_____________________________________________
Aguarda deferimento. _______________, ____ de _______________ de 2020. 
Nome Diretor(a) ato de designação 
Trata-se de um modelo do seguinte documento oficial: 
a) Certidão.
b) Convocação.
c) Requerimento.
d) Edital.
e) Declaração.
409ª/ Banca: IBADE / Órgão: Prefeitura de Seringueiras - RO / Cargo: Agente 
Administrativo 
220 
Redação oficial é todo ato normativo e toda comunicação do Poder Público. Assinale, 
entre as alternativas abaixo, aquela que NÃO representa uma característica básica da 
redação oficial. 
a) Impessoalidade.
b) Uso de linguagem coloquial.
c) Clareza.
d) Concisão.
e) Formalidade.
221 
Acentuação Gráfica 
410ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PGE-PE / Cargo: Analista Judiciário de 
Procuradoria 
Com relação às ideias e aos aspectos linguísticos do texto precedente, julgue o item 
que se segue. 
O emprego de acento agudo nas palavras “juízo”, “extraídos” e “período” justifica-se 
pela mesma regra de acentuação gráfica. 
( ) Certo 
( ) Errado 
411ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PGE-PE / Cargo: Analista Judiciário 
222 
A respeito de aspectos linguísticos e dos sentidos do texto 2A1-II, julgue o item que se 
segue. 
Os vocábulos “trás”, “é” e “nós” recebem acento gráfico em obediência à mesma regra 
de acentuação. 
( ) Certo 
( ) Errado 
412ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PGE-PE / Cargo: Analista Judiciário de 
Procuradoria 
223 
Considerando as relações sintático-semânticas do texto 4A4AAA, julgue o próximo 
item. 
O emprego de acento na palavra “memória” (l.19) pode ser justificado por duas regras 
de acentuação distintas. 
( ) Certo 
( ) Errado 
413ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Auxiliar em Administração 
Julgue o item que se segue, pertinentes a aspectos linguísticos do texto CB4A1AAA. 
A ausência de acento agudo em “ideias” (.10) está em conformidade com as regras 
ortográficas vigentes. 
( ) Certo 
( ) Errado 
414ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Telebras / Cargo: Assistente Técnico 
224 
Julgue o próximo item, a respeito das ideias e estruturas linguísticas do texto Os 
territórios inteligentes. 
A palavra “está” recebe acento gráfico em decorrência da mesma regra que determina 
o emprego do acento no vocábulo “três”.
( ) Certo 
( ) Errado 
415ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TCU / Cargo: Auditor de Controle Externo 
As palavras “líquida”, “público”, “órgãos” e “episódicas” obedecem à mesma regra de 
acentuação gráfica. 
( ) Certo 
( ) Errado 
416ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: DEPEN / Cargo: Agente e Técnico 
As palavras “indivíduos” e “precárias” recebem acento gráfico com base em 
justificativas gramaticais diferentes. 
( ) Certo 
( ) Errado 
225 
417ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Agente e Técnico 
Os acentos gráficos das palavras “bioestatística” e “específicos” têm a mesma 
justificativa gramatical. 
( ) Certo 
( ) Errado 
418ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: FUB / Cargo: Agente e Técnico 
Julgue os itens seguintes, referentes às ideias e às estruturas linguísticas do texto 
acima. 
Em todas as ocorrências de “têm” no texto (l. 3, 6 e 7) é exigido o uso do acento 
circunflexo para marcar o plural. 
( ) Certo 
( ) Errado 
419ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Caixa / Cargo: Médico do Trabalho 
O emprego do acento gráfico em “incluíram” e “número” justifica-se com base na 
mesma regra de acentuação. 
( ) Certo 
( ) Errado 
420ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ICMBIO / Cargo: Técnico Ambiental 
A mesma regra de acentuação gráfica se aplica aos vocábulos “Brasília”, “cenário” e 
“próprio”. 
( ) Certo 
( ) Errado 
226 
421ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Polícia Federal / Cargo: Agente de Polícia 
Federal 
Os termos “série” e “história” acentuam-se em conformidade com a mesma regra 
ortográfica. 
( ) Certo 
( ) Errado 
422ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANTAQ / Cargo: Técnico em Regulação 
O emprego de acento gráfico em “água”, “distância” e “primário” justifica-se pela 
mesma regra de acentuação. 
( ) Certo 
( ) Errado 
423ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ICMBIO / Cargo: Analista Ambiental 
A mesma regra de acentuação gráfica se aplica aos vocábulos “homogênea” (l.9), 
“médio” (l.18) e “bromélias” (l.19). 
( ) Certo 
( ) Errado 
424ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: CAIXA / Cargo: Engenheiro Agrônomo 
O emprego do acento gráfico nas palavras “metálica”, “acúmulo” e “imóveis” justifica-
se com base na mesma regra de acentuação 
( ) Certo 
( ) Errado 
425ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TJ CE / Cargo: Analista Judiciário 
O emprego do acento gráfico nos vocábulos “reúnem” e “fenômeno” justificasse com 
base na mesma regra de acentuação. 
( ) Certo 
( ) Errado 
426ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: ANATEL / Cargo: Técnico 
O emprego do acento gráfico em “indústria” e “rádio” justifica-se com base na mesma 
regra de acentuação. 
( ) Certo 
227 
( ) Errado 
427ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: CNJ / Cargo: Analista Judiciário 
A mesma regra de acentuação gráfica justifica o emprego de acento gráfico nas 
palavras “construída” e “possíveis”. 
( ) Certo 
( ) Errado 
428ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: CNJ / Cargo: Analista Judiciário 
No terceiro parágrafo, as palavras “Políticas”, “âmbito”, “década” e “cônjuges” 
recebem acento gráfico com base em diferentes regras gramaticais.( ) Certo 
( ) Errado 
429ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRT 10ª / Cargo: Analista Judiciário 
As palavras “países”, “famílias” e “níveis” são acentuadas de acordo com a mesma 
regra de acentuação gráfica. 
( ) Certo 
( ) Errado 
430ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Ancine / Cargo: Técnico 
Os vocábulos “indivíduo”, “diária” e “paciência” recebem acento gráfico com base na 
mesma regra de acentuação gráfica. 
( ) Certo 
( ) Errado 
431ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PRF / Cargo: Agente Administrativo 
As palavras “Polícia”, “Rodoviária” e “existência” recebem acento gráfico porque são 
paroxítonas terminadas em ditongo crescente. 
( ) Certo 
( ) Errado 
432ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PRF / Cargo: Agente Administrativo 
As formas “patrimônio” e “polícia” são acentuadas em decorrência da mesma regra de 
acentuação. 
228 
( ) Certo 
( ) Errado 
433ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: IBAMA / Cargo: Técnico Administrativo 
As palavras “pó”, “só” e “céu” são acentuadas de acordo com a mesma regra de 
acentuação gráfica. 
( ) Certo 
( ) Errado 
434ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: MPE-PI / Cargo: Técnico Administrativo 
De acordo com a ortografia oficial vigente, o vocábulo “órgãos” segue a mesma regra 
de acentuação que o vocábulo “últimos”. 
( ) Certo 
( ) Errado 
435ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE - ES / Cargo: Técnico Administrativo 
As palavras “catástrofe” e “climática” recebem acento gráfico com base em 
justificativas gramaticais diferentes. 
( ) Certo 
( ) Errado 
436ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: CAIXA / Cargo: Cargos de nível superior 
Os vocábulos “políticas”, “desperdício” e “carcerária” recebem acento gráfico com 
base na mesma regra de acentuação. 
( ) Certo 
( ) Errado 
437ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: INCA / Cargo: Auxiliar Administrativo 
As palavras “Único”, “críticas” e “público” recebem acento gráfico porque têm sílaba 
tônica na antepenúltima sílaba. 
( ) Certo 
( ) Errado 
438ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEDU ES / Cargo: Administrador 
As palavras “metrópoles”, “acúmulo”, “inúmeros” e “mínimas” recebem acento gráfico 
com base em justificativas gramaticais diferentes. 
229 
( ) Certo 
( ) Errado 
439ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: STM / Cargo: Técnico Administrativo 
A regra de acentuação gráfica que justifica o emprego do acento gráfico em 
“aeroportuário” é a mesma que justifica o emprego do acento em “meteorológica”. 
( ) Certo 
( ) Errado 
440ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: Correios / Cargo: Carteiro 
São acentuados graficamente de acordo com a mesma regra de acentuação gráfica os 
vocábulos 
a) também e coincidência.
b) quilômetros e tivéssemos.
c) jogá-la e incrível.
d) Escócia e nós.
e) correspondência e três.
441ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: INMETRO / Cargo: Técnico Administrativo 
A palavra “últimos” recebe acento gráfico por ser proparoxítona. Também é acentuada 
em decorrência da mesma regra a palavra 
a) “saúde”.
b) “confiáveis”.
c) “relevância”.
d) “irreversível”.
e) “técnicas”.
442ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PC-PB / Cargo: Papiloscopista 
Assinale a opção que apresenta palavras cuja acentuação não se explica pela mesma 
regra. 
230 
a) Belém – Pará – até
b) violência – própria – delinquência
c) constituída – vândalos – subterfúgios
d) protegê-los – vivê-las – estará
e) cidadãos – situação – estarão
443ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: SPGG - RS / Cargo: Analista de Planejamento 
Dentre as palavras a seguir, assinale a única que é oxítona. 
a) Plástico.
b) Micróbios.
c) Poluição.
d) Vítimas.
e) Biológica.
444ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: Prefeitura de Vacaria - RS / Cargo: Motorista 
Das palavras abaixo, qual é acentuada por ser paroxítona? 
a) Automóvel.
b) Veículo.
c) Públicas.
d) Trânsito.
e) Elétrica.
445ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Prefeitura de Cerro Largo - RS / Cargo: Cirurgião 
Dentista 
Em relação à acentuação, marcar C para as palavras Certas, E para as Erradas e, após, 
assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA: 
( ) Núncio ( ) Tireóide ( ) Dierése 
a) C - C - E.
231 
b) C - E - E.
c) E - E - C.
d) E - C - E.
446ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: COMUR de Novo Hamburgo - RS / Cargo: Agente de 
Atendimento 
A palavra “incômodo” é classificada como proparoxítona e, por isso, é acentuada. 
Assinale a alternativa que apresenta palavra acentuada pela mesma regra. 
a) Músculos.
b) Escritório.
c) Também.
d) Sofá.
e) Superfície.
447ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Prefeitura de Venâncio Aires - RS / Cargo: Agente de 
cadastro 
Considerando-se o uso do acento gráfico, assinalar a alternativa CORRETA: 
a) Alibí.
b) Colibrí.
c) Daquí.
d) Havaí.
e) Jabutí.
448ª/ Banca: INSTITUTO AOCP / Órgão: ITEP - RN / Cargo: Perito Criminal 
Assinale a alternativa em que todas as palavras apresentam a mesma regra de 
acentuação gráfica. 
a) Destruída – critério – obediência.
b) Contemporâneo – indivíduo – critério.
232 
c) Destruída – princípio – indivíduo.
d) Âmbito – álbum – hábito.
e) Âmbito – código – nível.
449ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CORE-PR / Cargo: Analista Contábil Júnior 
Os vocábulos “também” e “têm” são acentuados graficamente de acordo com a 
mesma regra de acentuação gráfica. 
( ) Certo 
( ) Errado 
450ª/ Banca: IDECAN / Órgão: PEFOCE / Cargo: Auxiliar de Perícia 
Em constrói, há a necessidade de acentuação gráfica. 
Com relação a essas regras, assinale a alternativa que apresente uma palavra com 
acentuação INCORRETA, por excesso ou falta do acento gráfico. 
a) papéis
b) anzóis
c) ideia
d) colmeia
e) heróico
451ª/ Banca: INSTITUTO AOCP / Órgão: Câmara de Teresina - PI / Cargo: Assistente 
Legislativo 
Assinale a alternativa em que os pares de palavras são acentuados de acordo com a 
mesma regra. 
a) Até – porquê.
b) Não – têm.
c) Implicações – construídos.
d) É – até.
e) Edifícios – equilíbrio.
452ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CREFITO-4° Região (MG) / Cargo: Almoxarife 
233 
Os vocábulos “saúde” e “País” são acentuados graficamente de acordo com a mesma 
regra de acentuação gráfica. 
( ) Certo 
( ) Errado 
453ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRT-04 / Cargo: Agente de Fiscalização 
Os vocábulos “até”, “País”, “além” e “está” são acentuados graficamente de acordo 
com a mesma regra de acentuação gráfica. 
( ) Certo 
( ) Errado 
454ª/ Banca: CESGRANRIO / Órgão: Banco da Amazônia / Cargo: Técnico Científico 
No texto, foram empregadas as palavras aí (l. 31) e ótimo (l. 35), ambas acentuadas 
graficamente. 
Duas outras palavras corretamente acentuadas pelos mesmos motivos que aí e ótimo 
são, respectivamente, 
a) juíz e ébano
b) Icaraí e rítmo
c) caquís e incrédulo
d) país e sonâmbulo
e) abacaxí e econômia
455ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: GHC-RS / Cargo: Enfermeiro 
Assinale a alternativa em que um dos vocábulos difere dos outros dois quanto à razão 
por que recebe acento gráfico. 
a) Índia – Tailândia – sobrevivência.
b) Catástrofes – período – árabes.
c) Também – após – voltará.
d) Coronavírus – inimagináveis – possível.
e) Diária – saúdam – negócio.
234 
456ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRECI - 14ª Região (MS) / Cargo: Assistente 
Administrativo 
Os vocábulos “José”, “está” e “prevê” são acentuados graficamente de acordo com a 
mesma regra de acentuação gráfica. 
( ) Certo 
( ) Errado 
457ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRECI - 14ª Região (MS) / Cargo: Advogado 
Os vocábulos “têm”, “já” e “é” são acentuados graficamente de acordo com a mesma 
regra de acentuação gráfica. 
( ) Certo 
( ) Errado 
458ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: CIGA-SC / Cargo: Programador 
Assinale a alternativa em que as palavras recebem acento gráfico por causa de uma 
regra diferente da que determina a grafia das demais. 
a) Austrália – superfícies.
b) Importância – área.
c) Agência – frequência.
d) Sobrevivência – água.
e) Plásticos – científica.
459ª/ Banca: FUNDATEC / Órgão: Câmara de Imbé - RS / Cargo: Telefonista 
Recepcionista 
A palavra “razoável”, utilizada no texto, é classificadacomo paroxítona. Assinale a 
alternativa que apresenta palavra de mesma classificação. 
a) Atípico.
b) Época.
c) Dinâmica.
d) Está.
235 
e) Flexível.
460ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRB-1 / Cargo: Bibliotecário-Fiscal 
Os vocábulos “indivíduo” e “ofício” são acentuados graficamente de acordo com a 
mesma regra de acentuação gráfica, na qual não se inclui a palavra “excluída”. 
( ) Certo 
( ) Errado 
461ª/ Banca: IBADE / Órgão: SEE-AC / Cargo: Professor PNS P2 - Língua Inglesa 
Após leitura do trecho “o jovem prefere trabalhar com o que der desde cedo para 
conseguir sua autonomia financeira – mesmo que com um baixo salário.”, marque a 
alternativa que descreve a acentuação da palavra destacada: 
a) monossílabo tônico
b) paroxítona terminada em ditongo.
c) proparoxítona
d) oxítona terminada em vogal oral ‘o’.
e) hiato em posição paroxítona
462ª/ Banca: FGV / Órgão: TJ-AL / Cargo: Técnico Judiciário - Área Judiciária 
Duas palavras do texto que obedecem à mesma regra de acentuação gráfica são: 
a) indébita / também;
b) história / veículo;
c) crônicas / atribuídos;
d) coíba / já;
e) calúnia / plágio.
463ª/ Banca: FGV / Órgão: ALERJ / Cargo: Especialista Legislativo - Tecnologia da 
Informação 
Entre as palavras abaixo, aquela que só existe com acento gráfico é: 
a) história;
236 
b) evidência;
c) até;
d) país;
e) humanitárias.
464ª/ Banca: FGV / Órgão: Prefeitura de Salvador - BA / Cargo: Auxiliar de 
Desenvolvimento 
A palavra década tem acento gráfico pela mesma razão que o vocábulo 
a) após.
b) trágica.
c) além.
d) ninguém.
e) matá-lo.
465ª/ Banca: FGV / Órgão: Prefeitura de Salvador - BA / Cargo: Auxiliar de 
Desenvolvimento 
A palavra “sucuri” não leva acento em sua sílaba tônica. 
Assinale a opção que apresenta outra palavra que não recebe acento pela mesma 
regra. 
a) Lua
b) Marejado
c) Caju
d) Ideia
e) Rochedo
466ª/ Banca: FGV / Órgão: Prefeitura de Salvador - BA / Cargo: Técnico de Nível Médio 
As palavras do texto acentuadas pela mesma regra de acentuação gráfica são 
a) cóclea / células.
237 
b) frequências / destruídas.
c) responsável / média.
d) frágeis / música.
e) ondulatório / daí.
467ª/ Banca: IBADE / Órgão: Prefeitura de Santa Luzia D`Oeste - RO / Cargo: Auxiliar 
Administrativo 
Assinale a alternativa em que todas as palavras estão corretas quanto à acentuação. 
a) vezes, heróico.
b) círculo, portatil.
c) baú, alguem.
d) inglêses, pólicia.
e) estátua, heroico.
468ª/ Banca: FGV / Órgão: Prefeitura de Paulínia - SP / Cargo: Guarda Municipal 
As duas palavras que recebem acento gráfico por razões diferentes são: 
a) homicídio/média;
b) país/juízes;
c) histórico/pública;
d) secretários/relatório;
e) está/é.
469ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Prefeitura de Sentinela do Sul - RS / Cargo: Fiscal 
Em relação à acentuação, assinalar a alternativa CORRETA: 
a) Anzóis.
b) Heróico.
c) Jibóia
238 
d) Jóia.
470ª/ Banca: FGV / Órgão: SSP-AM / Cargo: Técnico de Nível Superior 
“Os bebés têm uma necessidade muito grande de interação.” 
Sobre os acentos e sinais gráficos presentes nas palavras desse segmento do texto 2, a 
afirmação correta é: 
a) o vocábulo “bebê” só pode ser grafado com circunflexo;
b) o vocábulo “têm” recebe acento circunflexo por ter som nasal;
c) o vocábulo “têm” mostra número plural por meio do acento circunflexo;
d) no vocábulo “interação”, o til mostra que a vogal a é oral;
e) no vocábulo “bebés”, o acento mostra que a vogal acentuada deve ser
pronunciada fechada.
471ª/ Banca: FGV / Órgão: TJ-RJ / Cargo: Técnico de Atividade Judiciária 
QUANTO FALTA PARA O DESASTRE? 
Verão de 2015. As filas para pegar água se espalham por vários bairros. Famílias 
carregam baldes e aguardam a chegada dos caminhões-pipa. Nos canos e nas 
torneiras, nem uma gota. O rodízio no abastecimento força lugares com grandes 
aglomerações, como shopping centers e faculdades, a fechar. As chuvas abundantes 
da estação não vieram, as obras em andamento tardarão a ter efeito e o desperdício 
continuou alto. Por isso, São Paulo e várias cidades vizinhas, que formam a maior 
região metropolitana do país, entram na mais grave crise de falta d’água da história. 
(Época, 16/06/2014) 
A correção na acentuação gráfica faz parte do cuidado com a norma culta na redação 
de um texto; a opção que apresenta um vocábulo do texto 3 que é acentuado 
graficamente por razão distinta das demais é: 
a) famílias;
b) país;
c) rodízio;
d) água;
e) desperdício.
239 
472ª/ Banca: IBADE / Órgão: Prefeitura de Linhares - ES / Cargo: Técnico Pedagógico 
No trecho “Fui checar na minha lista de excluídos...”, a palavra destacada é acentuada 
pela mesma razão que: 
a) bíceps.
b) anzóis.
c) límpido.
d) calvície.
e) egoísta.
473ª/ Banca: IBADE / Órgão: Prefeitura de Vila Velha - ES / Cargo: Assistente 
Administrativo 
Das alternativas a seguir, uma contém termo que sofreu alteração com o Acordo 
Ortográfico atual. Temos esse termo em: 
a) estoico.
b) desarmônico.
c) convênio.
d) proteção.
e) homônimo.
474ª/ Banca: INSTITUTO AOCP / Órgão: Prefeitura de Betim - MG / Cargo: Auditor 
Fiscal de Tributos Municipais 
Em relação ao emprego do acento agudo, assinale a alternativa correta. 
a) “Fora” não recebe acento agudo, pois é uma palavra paroxítona terminada em
“a”.
b) “Bola” não recebe acento agudo, pois é uma palavra oxítona terminada em “a”.
c) “Universo” não recebe acento agudo, pois é uma palavra proparoxítona
terminada em “o”.
d) “Espaço” deveria receber acento agudo, porque é uma palavra paroxítona
terminada em “o”.
240 
e) “Fim” não recebe acento agudo, porque é uma palavra paroxítona terminada
em “m”.
475ª/ Banca: FGV / Órgão: Câmara Municipal do Recife-PE / Cargo: Assistente 
Administrativo Legislativo 
A palavra abaixo cuja acentuação gráfica está corretamente justificada é: 
a) concluíram – hiato em que a segunda vogal é I, sozinha na sílaba;
b) irá – monossílabo tônico terminado em A;
c) métodos – palavra paroxítona terminada em S;
d) dá – acento diferencial da combinação de preposição mais artigo (da);
e) gás – oxítona terminada em A, seguido ou não de S.
476ª/ Banca: FGV / Órgão: Prefeitura de Osasco - SP / Cargo: Agente de Trânsito 
A palavra abaixo cujo acento pode deixar de existir porque existe a mesma palavra 
sem acento é: 
a) possíveis;
b) conferência;
c) diários;
d) órgãos;
e) ênfase.
477ª/ Banca: FGV / Órgão: Prefeitura de Osasco - SP / Cargo: Agente de Defesa Civil 
As duas palavras do texto que são acentuadas pela mesma regra de acentuação gráfica 
são: 
a) horário / viável;
b) trânsito / é;
c) público / rápido;
d) vêm / propícia;
e) há / veículos.
241 
478ª/ Banca: FGV / Órgão: AL-MT / Cargo: Técnico Legislativo 
Assinale a alternativa que indica a palavra que só pode ser empregada com acento 
gráfico. 
a) Científico.
b) É.
c) Até.
d) Físico.
e) Vítima.
479ª/ Banca: Quadrix / Órgão: Prefeitura de Canaã dos Carajás - PA / Cargo: Fiscal 
Municipal de Obras 
Os vocábulos “água”, “áreas” e “prédios” são acentuados graficamente de acordo com 
a mesma regra de acentuação gráfica. 
( ) Certo 
( ) Errado 
480ª/ Banca: IBADE / Órgão: IAPEN - AC / Cargo: Farmacêutico 
Assinale a alternativa em que os vocábulos sejam acentuados pelas mesmas regras 
presentes em, respectivamente, “você”, “súbita” e “desperdício”: 
a) café, rápido, índio.
b) tô, vêm, lá.
c) língua, está, convém.
d) açúcar, tórax, cajú.
e) álbum, tá, tênis.
481ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRMV-AM / Cargo: Assistente Administrativo 
As palavras “pássaros”, “aquático” e “poluídas” são acentuadas de acordo com a 
mesma regra de acentuação gráfica. 
( ) Certo 
( ) Errado 
242 
482ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRMV-AM / Cargo: Assistente Administrativo 
A palavra “útil” é acentuada por se tratar de uma paroxítona que apresenta, na sílaba 
tônica, a vogal aberta u e terminar em l. 
( ) Certo 
( ) Errado 
483ª/ Banca: FGV / Órgão: AL-MT / Cargo: Técnico em Informática 
Assinale a alternativaem que o vocábulo indicado só pode ser grafado com acento 
gráfico. 
a) História
b) Econômico
c) País
d) Têm
e) É
484ª/ Banca: FGV / Órgão: SUDENE-PE / Cargo: Agente Administrativo 
As alternativas a seguir apresentam palavras do texto acentuadas pela mesma regra de 
acentuação, à exceção de uma. Assinale-a. 
a) será / está.
b) ônibus / últimos.
c) três / há.
d) política / econômica.
e) médio / saúde.
485ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRN - 2° Região (RS) / Cargo: Agente Administrativo 
A mesma regra explica a acentuação gráfica dos vocábulos “açúcar”, “substância”, 
“óleo” e “técnicas”, presentes no último parágrafo do texto. 
( ) Certo 
( ) Errado 
243 
486ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CRN - 2° Região (RS) / Cargo: Agente Administrativo 
As palavras “Ópera”, “mortíferos” e “responsáveis” são acentuadas graficamente de 
acordo com a mesma regra de acentuação gráfica. 
( ) Certo 
( ) Errado 
244 
Sintaxe 
487ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: PG-DF / Cargo: Analista Jurídico 
245 
Considerando os aspectos linguísticos do texto CB1A1, julgue o item seguinte. 
Nas linhas 25 e 26, os termos “diário” e “de tempo” desempenham a mesma função 
sintática. 
( ) Certo 
( ) Errado 
488ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEDF / Cargo: Professor de Educação Básica – 
Enfermagem 
No que se refere ao texto precedente, julgue o item a seguir. 
O sujeito da oração iniciada pela forma verbal “Disseram” (l.3) é indeterminado. 
( ) Certo 
( ) Errado 
246 
489ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: SEDF / Cargo: Professor de Educação Básica – 
Enfermagem 
Acerca dos sentidos e de aspectos linguísticos do texto anteriormente apresentado, 
julgue o item que se segue. 
Na linha 6, o sujeito da forma verbal “mostram”, que está elíptico, tem como referente 
“Os dados”. 
( ) Certo 
( ) Errado 
490ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRT-MT / Cargo: Analista Judiciário - Análise 
de Sistemas 
“Não há dúvida de que o voto é a melhor arma de que dispõe o eleitor...” 
O termo “dúvida” exerce a função de sujeito na oração em que ocorre. 
( ) Certo 
( ) Errado 
491ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TCE-PA / Cargo: Auditor de Controle Externo – 
Área 
247 
Julgue o item que se segue, referente aos aspectos linguísticos do texto CB1A1AAA. 
Sem prejuízo da correção gramatical e dos sentidos do texto, no trecho “só os tolos 
temem a lobisomem e feiticeiras” (l.5), a preposição “a” poderia ser suprimida. 
( ) Certo 
( ) Errado 
492ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-GO / Cargo: Técnico Judiciário - Área 
Administrativa 
248 
Com referência às estruturas linguísticas do texto III, julgue o item a seguir. 
Se a preposição a presente na contração “aos" (l.18) fosse suprimida, a função 
sintática da expressão “requisitos de notável saber jurídico e idoneidade moral" (l.19) 
seria alterada, mas a correção gramatical do texto seria mantida. 
( ) Certo 
( ) Errado 
493ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-PI / Cargo: Analista Judiciário – 
Taquigrafia 
249 
Julgue o item a seguir: 
No primeiro período do texto, os termos “cultural”, “estável” e “movediça” exercem a 
mesma função sintática, uma vez que atribuem característica ao termo “identidade”. 
( ) Certo 
( ) Errado 
494ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TCE-PA / Cargo: Auditor de Controle Externo - 
Área Fiscalização – Direito 
250 
Com relação aos aspectos linguísticos do texto CB1A1BBB, julgue o seguinte item. 
Na linha 21, o termo “mais rigorosa” funciona como um predicativo do termo “a lei”. 
( ) Certo 
( ) Errado 
495ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-PI / Cargo: Técnico Judiciário - Operação 
de Computadores 
251 
O trecho “tanto da interação social entre os indivíduos quanto do pertencimento a 
determinado contexto geográfico" exerce função de adjunto adverbial na oração em 
que ocorre. 
( ) Certo 
( ) Errado 
496ª/ Banca: CESPE-CEBRASPE / Órgão: TRE-PI / Cargo: Analista Judiciário 
252 
No último período do texto Situação de emergência, o vocábulo “que” foi empregado 
como: 
a) conjunção integrante.
b) conjunção comparativa.
c) advérbio.
d) pronome relativo.
e) partícula expletiva.
497ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Câmara de São Francisco de Assis - RS / Cargo: Agente 
Legislativo 
Como funciona o toboágua? 
 Ao descer em um toboágua, apesar da velocidade em que você está, não há risco 
de sair voando do brinquedo. A velocidade nas curvas do trajeto é sempre menor do 
que seria na queda livre de uma pessoa. Além isso, a velocidade da descida varia a 
cada trecho, garantindo a segurança. 
 A tendência natural do corpo é seguir reto. Mas um toboágua com curvas muda 
essa lei da física: quando aparece uma curva na pista, entramos em contato com a 
lateral da estrutura, que nos empurra de volta e nos obriga ____ seguir pelo caminho 
que não é o reto. O filete de água presente durante toda a descida também ajuda na 
condução do corpo humano pelo trajeto certo. 
 A velocidade de descida em um toboágua varia de pessoa para pessoa: quanto 
mais massa (peso) você tiver, maior será ____ velocidade que pode atingir. Outros 
fatores influenciam, como a área de contato com a pista (quanto menor, maior é a 
velocidade), o tipo de tecido e o comprimento da roupa que você está usando (quanto 
mais comprida ela for, menor é a velocidade). 
253 
 Apesar de parecer que você chega ao final do trajeto em uma velocidade menor, 
isso não é verdade – o impacto ao atingir a água é proporcional ____ velocidade que 
você manteve durante o caminho. 
 Contudo, a maneira como nosso corpo bate na água da piscina (com os pés, por 
exemplo) pode alterar a sensação, deixando-a mais suave. E a curvatura do toboágua 
também engana: cria a sensação de suavidade na inclinação para que o impacto 
pareça menor. 
(Fonte: Uol - adaptado.) 
No período “Apesar de parecer que você chega ao final do trajeto (...)”, a parte 
sublinhada expressa ideia de: 
a) Tempo.
b) Proporção.
c) Concessão.
d) Comparação.
e) Finalidade.
498ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CREFITO-6ª Região (CE) / Cargo: Agente Administrativo 
254 
Gregório Duvivier. Ficaste na ronha, javardo: chega de aldrabice que isto 
é batota e desenrascanço. In: Folha de S. Paulo, 
30/11/2021 (com adaptações). 
Mantendo-se os sentidos e as relações coesivas do texto, a expressão “ou melhor” 
(linha 26) poderia ser substituída pela palavra 
a) sobretudo.
b) inclusive.
c) então.
d) aliás.
e) logo.
499ª/ Banca: OBJETIVA / Órgão: Prefeitura de Horizontina - RS / Cargo: Analista 
Na frase “Sabíamos que ele tinha necessidade de atenção.”, a expressão sublinhada, 
sintaticamente, exerce função de: 
a) Objeto indireto.
b) Sujeito.
c) Complemento nominal.
d) Predicativo do sujeito.
e) Adjunto adnominal.
500ª/ Banca: Quadrix / Órgão: CFT / Cargo: Analista Técnico Júnior 
255 
No que se refere aos aspectos gramaticais e aos sentidos do texto, julgue o item. 
À linha 18, o sujeito do verbo “saltavam” é “os pais”. 
( ) Certo 
( ) Errado 
256 
RESPOSTAS 
1ª Certo. Apesar de a questão pedir a depreensão das informações, o que sugere uma 
interpretação implícita, na realidade, a interpretação é literal. Basta confirmarmos o que 
está previsto no primeiro parágrafo. Lá é informado que o crime cibernético próprio ou 
puro é o praticado por meio de computadores e se realiza ou se consuma também em 
meio eletrônico. A diferença desse crime para o impuro ou impróprio é justamente a 
extrapolação do universo virtual, produzindo dano a diferentes bens, alheios à 
informática. Compare o pedido da questão e o trecho do texto, por meio da numeração 
para facilitar sua interpretação: Depreende-se das informações do texto que, nos crimes 
cibernéticos chamados impuros ou impróprios¹, o resultado extrapola o universo virtual² 
e atinge bens materiais alheios à informática³. Os impuros ou impróprios¹ são aqueles em 
que o agente se vale do computador como meio para produzir resultado que ameaça ou 
lesa outros bens², diferentesdaqueles da informática³. 
2ª Errado. A questão aponta como inferência, isto é, interpretação implícita, mas ela é 
literal. Fica claro no segundo parágrafo que a consideração de crime para os delitos 
cibernéticos é algo novo (datado de 2012): “É importante destacar que o art. 154-A do 
Código Penal (Lei n.º 12.737/2012) trouxe para o ordenamento jurídico o crime novo de 
‘invasão de dispositivo informático’”. Assim, não é uma consideração de várias décadas, 
mesmo porque a internet não tem muitas décadas de vida. 
3ª Certo. No primeiro quadrinho, fala-se da quantidade de aplicativos, das várias opções 
do aparelho, observasse a imagem feliz do usuário. No segundo, vê-se uma imagem de 
um homem das cavernas indicando um serviço ultrapassado, antigo, sem recursos. O 
conectivo de contraste “Já” marca ainda mais a ideia contrastante ao avanço da 
tecnologia marcado no quadrinho anterior. Com todos esses elementos identificados no 
texto a afirmativa está de fato correta. 
4ª Certo. Para responder a questão basta analisar a terceira expressão, a qual 
literalmente nos mostra que o índice de satisfação do ano de 2002 era de 71,6. Em 2013, 
esse índice subiu para 72,1. 
5ª Certo. Observando-se literalmente as duas primeiras expressões do quadro, 
percebemos que o índice de satisfação em relação à TV a cabo, no ano de 2002, era de 
68,2. Em 2013, esse índice caiu para 51,6. Em relação à TV por assinatura via micro-ondas 
(MMDS), percebemos que o índice de satisfação, no ano de 2002, era de 72. Em 2013, 
esse índice caiu para 57,9. 
6ª Certo. O índice de satisfação em relação à TV a cabo, no ano de 2002, era de 68,2. Em 
2013, esse índice caiu para 51,6. Assim, houve uma queda de 16,6. Em relação à TV por 
assinatura via micro-ondas (MMDS), o índice de satisfação, no ano de 2002, era de 72. Em 
2013, esse índice caiu para 57,9. Assim, houve uma queda de 14,1. Sendo assim, 
realmente, a maior queda observada no que se refere ao índice de satisfação 
comparativo nos anos de 2002 e 2012 diz respeito à satisfação do consumidor brasileiro 
com o serviço de TV a cabo. 
257 
7ª Errado. No último parágrafo, especificamente na expressão “refugindo às 
especulações metafísicas”, além da dualidade “plano da idealidade” X “terreno dos 
fatos”. O verbo “refugindo” significa “distanciando, recuando”, sentido contrário ao 
adjetivo “análoga” do pedido da questão, cuja afirmação está errada. Assim, percebemos 
que Montesquieu procurou o terreno dos fatos, diferente das especulações metafísicas, 
que serviram aos filósofos do pacto social no plano da idealidade. 
8ª Errado. No primeiro período do texto, é afirmado que “Na organização do poder 
político no Estado moderno, à luz da tradição iluminista, o direito tem por função a 
preservação da liberdade humana, de maneira a coibir a desordem do estado de 
natureza, que, em virtude do risco da dominação dos mais fracos pelos mais fortes, exige 
a existência de um poder institucional.” Já a questão afirma que cabe ao Ministério 
Público a função da preservação da liberdade humana, de forma a proteger os mais 
fracos da dominação dos mais fortes. Assim, a questão quis induzir o candidato a pensar 
que esse “poder institucional” pudesse ser unicamente o “Ministério Público”, mas 
sabemos que não é só ele que age em função da liberdade humana. Assim, a afirmação 
está errada. 
9ª Certo. A questão aborda diretamente a observação de Montesquieu: “todo homem 
que tem poder tende a abusar dele; ele vai até onde encontra limites. Para que não se 
possa abusar do poder, é preciso que, pela disposição das coisas, o poder limite o poder”. 
Assim, na visão dele, se não há limites, é natural o homem agir de forma abusiva. 
Questão correta. 
10ª Errado. Podemos facilmente perceber o erro na afirmação da questão, pois “opinio 
delecti” é o aposto explicativo, o qual se refere ao convencimento do titular da ação 
penal. Isso é confirmado no último parágrafo, quando se afirma o seguinte: “...o 
convencimento do titular da ação penal, isto é, a opinio delicti” Já a questão afirma que 
“opinio delecti” é a denominação de uma fase do inquérito policial. Assim, a afirmação 
está errada. 
11ª Certo. É preciso analisar algumas informações importantes no texto. Primeiro, foi 
afirmado que a “persecução penal se desenvolve em duas fases: uma fase administrativa, 
de inquérito policial, e uma fase jurisdicional, de ação penal.”. Em seguida, afirma-se que 
“o destinatário imediato do inquérito policial é o Ministério Público, nos casos de ação 
penal pública, e o ofendido, nos casos de ação penal privada.”. Isso é confirmado no 
último período do texto: “É com base nos elementos apurados no inquérito que o 
promotor de justiça, convencido da existência de justa causa para a ação penal, oferece a 
denúncia, encerrando a fase administrativa da persecução penal.”. Assim, ao término da 
primeira fase (“fase administrativa da persecução penal”), após o convencimento do 
promotor de justiça, entra-se imediatamente na próxima (“fase jurisdicional da 
persecução penal”). Por tudo isso, confirmamos que a afirmação está correta, pois 
realmente a fase jurisdicional da persecução penal tem início após o oferecimento da 
denúncia pelo promotor de justiça. 
12ª Errado. Vejamos, o segundo parágrafo nos informa que a “justa causa...consiste na 
obrigatoriedade de que existam prova acerca da materialidade delitiva e, ao menos, 
258 
indícios de autoria, de modo a existir fundada suspeita acerca da prática de um fato de 
natureza penal.”. Assim, esses dois elementos grifados acima são paralelos e substanciais 
para confirmar a justa causa. Já a questão afirma que a prova acerca da materialidade 
delitiva indicaria a existência de indícios de autoria, relação esta que não se encontra no 
texto. 
13ª Errado. Paradoxal se configura como duas características antagônicas, isto é, opostas 
entre si. O texto não marcou oposição, contraste entre iluminação pública e segurança 
urbana. Na realidade, a iluminação pública ajudou na segurança urbana. A interpretação 
não é literal, mas o trecho final do texto “especialistas consideram a iluminação como 
uma grande aliada das cidades na luta contra a violência urbana, já que é uma grande 
inibidora de atos de vandalismo, roubo e agressões” nos indica que não há relação 
paradoxal. 
14ª Errado. Note que a questão recortou literalmente expressões dos primeiros períodos 
do texto, porém o advérbio “fora” é um vestígio que nos traz a informação de que as 
cidades não propiciaram fortalecimento dos laços de parentesco entre os indivíduos. 
Houve a afirmação, no segundo período do texto, de que houve novas formas de 
associação entre indivíduos, fora dos laços de parentesco e de servidão. Isso é confirmado 
nos períodos seguintes, em que se afirma que as novas liberdades promovidas pela 
conquista urbana dissolviam laços de domínio dos poderes familiares e feudais. O texto 
não fala em fortalecimento dos laços familiares, mas em relações fora dos laços 
familiares. 
15ª Errado. O último período do texto localiza a afirmação da questão. Este último 
período realmente afirma que “as cidades teriam comprometido o estabelecimento de 
relações duradouras entre seus habitantes”. Porém, a questão afirma que o motivo é 
apenas a diferença de classes sociais, mas o texto não mostra essa simples diferença de 
classes sociais. A causa, segundo o texto, é a atração de “pessoas vindas de diferentes 
lugares, com diferentes culturas, religiões, compromissos políticos e identificações, que 
apenas se esbarrariam nos novos espaços”. 
16ª Errado. No texto é afirmado que o termo comunicação carrega, no mundo moderno, 
as marcas de sua ambiguidade original, ou seja, o termo não adquire, no mundo 
moderno, interpretações distintas. 
17ª Certo. A Metáfora é a figura de palavra em que um termo substitui outro em vista de 
uma relação de semelhança entre os elementos que esses termos designam. Essa 
semelhança é resultado da imaginação, da subjetividade de quem cria a metáfora. Ametáfora também pode ser entendida como uma comparação abreviada, em que o 
conectivo comparativo não está expresso, mas subentendido. A segunda parte do 
primeiro parágrafo abarca essa interpretação, pois o autor começa falando que o alemão 
entende literalmente amanhã como “morgen”, isto é, dia posterior ao de hoje. Já os 
brasileiros estendem este sentido a tantos outros, figurativos, com várias aplicações 
diferentes. Confirme isso: Por exemplo, um alemão que saiba português responderá sem 
hesitação que a palavra da língua portuguesa “amanhã” quer dizer “morgen”. Mas 
coitado do alemão que vá para o Brasil acreditando que, quando um brasileiro diz 
259 
“amanhã”, está realmente querendo dizer “morgen”. Raramente está. “Amanhã” é uma 
palavra riquíssima e tenho certeza de que, se o Grande Duden fosse brasileiro, pelo 
menos um volume teria de ser dedicado a ela e a outras que partilham da mesma 
condição. 
18ª Errado. O autor faz uma brincadeira a respeito do uso da palavra “amanhã”. Ele não 
quis usar dados do sistema de saúde brasileiro. Apenas situou em sua brincadeira uma 
estatística inventada, numa suposta consulta a um médico brasileiro. Confirme: Não 
disponho de estatísticas confiáveis, mas tenho certeza de que nove em cada dez alemães 
que procuram ajuda médica no Brasil o fazem por causa de “amanhãs” casuais que os 
levam, no mínimo, a um colapso nervoso, para grande espanto de seus amigos brasileiros. 
19ª Certo. O texto confirma cada expressão utilizada na afirmativa, pois realmente se 
pode entender do texto que o transporte por hidrovia ajuda a preservar o meio ambiente 
(conforme se vê no trecho “por uma questão ambiental”), dado o baixo consumo de 
combustível (conforme se vê no trecho “movimentação de cargas a grandes distâncias 
com baixo consumo de combustível”, e reduz a dependência do transporte rodoviário 
(como se vê no trecho “redução significativa da dependência do modal rodoviário até os 
portos do Sudeste... com a redução de trânsito pesado nas rodovias da região Centro-
Sul”). 
20ª Errado. A afirmativa está errada, pois a dragagem realizada na implantação do 
porto para garantir o acesso das embarcações não é definitiva, e há necessidade de ser 
refeita, conforme se observa no último período do texto: “Também é necessária sua 
realização periódica para o alcance das profundidades que atendam o calado das 
embarcações”. 
21ª Certo. No texto o narrador conta como seus erros gramaticais e ortográficos 
incomodavam um certo amigo seu, que sempre o abordava de maneira crítica quando 
via, em suas obras, equívocos em relação à norma culta. A questão em si foca nos dois 
últimos períodos, nos quais o autor confessa que o que mais o entristecia nesse amigo é o 
fato de que ele nunca tenha emitido opinião a respeito do que ele escreve, se achava 
bonito ou feio, e conclui com uma metáfora justamente sobre a dicotomia forma e 
conteúdo. No último período, a forma pode ser comparada ao prato e o conteúdo à sopa. 
O amigo tomar a sopa e não dizer nada sobre ela significa o mesmo que ler a obra do 
autor e não emitir opinião a respeito e reclamar do prato rachado equivale a apontar os 
erros gramaticais e de escrita, ou seja, os erros da forma como o autor escreve. Sendo 
assim, a afirmativa presente no comando da questão está correta. 
22ª Errado. A substituição do conector “assim” por “dessa forma” acarretaria prejuízos de 
sentido ao texto. "Assim como" é o um conector comparativo, ou seja, têm valor 
semântico de comparação e não possui valor conclusivo. 
As conjunções coordenativas conclusivas: têm valor semântico de conclusão: logo, 
portanto, por isso, por conseguinte, pois (depois do verbo), então, assim, destarte, etc. 
260 
Logo, a assertiva erra ao afirmar que a referida troca não acarretaria prejuízos de sentido 
ao texto. 
23ª Letra C. Dentre as alternativas apresentadas pela banca, à frase que mostra valor 
descritivo é letra (C), o fragmento "grande caverna, cercada de vegetação" possui valor 
descritivo, pois qualifica a caverna. O texto descritivo é aquele que detalha de maneira 
pormenorizada os aspectos de um determinado lugar, acontecimento, pessoa, objeto ou 
animal. 
24ª Letra A. O texto dissertativo argumentativo apresenta características como: a 
apresentação de um raciocínio, a defesa de um ponto de vista ou o questionamento de 
uma determinada realidade. O autor utiliza argumentos, fatos e dados que servirão para 
ajudar a justificar as ideias que ele irá desenvolver. 
Essa tipologia textual apresenta uma linguagem objetiva e sem presença de verbos 
flexionados na primeira pessoa. Assim sendo, a alternativa (A) é a que apresenta 
características deste tipo textual. 
25ª Letra B. Analisando a charge, percebe-se que ela mostra vários lápis apontando para 
uma munição, fazendo referência ao fato de que a educação é uma arma contra a 
violência. Logo, a alternativa correta é a letra (B). 
26ª Errado. O texto apresenta Matias como um falso entendido de economia e finanças e 
não como exímio conhecedor de economia e finanças como afirma a questão. 
27ª Letra D. O trecho do texto que evidencia uma das ações do autor ao retornar à sala 
de aula é: “Então peguei o exemplar e o guardei na minha pasta”. (3º parágrafo), é 
possível identificar essa ação analisando o seguinte trecho: "Ia informar à diretora 
quando, passando pelas carteiras, vi o livro bem escondido sob uma pasta escolar (...) 
Então peguei o exemplar e o guardei na minha pasta. Caladão. Sem revelar a ninguém o 
acontecido”. Dessa forma, alternativa correta é a letra (D). 
28ª Letra D. O texto apresenta, Plínio, como sendo “o primeiro da classe em aplicação e 
comportamento, o exemplo para todos nós. Inclusive o mais limpinho, o mais bem 
penteado, o mais tudo”. 
No terceiro parágrafo, ao se questionar se deveria “desmascarar um ídolo”, o autor 
evidência a sua incerteza em relação a que atitude tomar naquele momento, essa 
incerteza é evidenciada no seguinte trecho: “Confesso, hesitei. Desmascarar um ídolo? 
Então peguei o exemplar e o guardei na minha pasta. Caladão. Sem revelar a ninguém o 
acontecido”. 
29ª Errado. Na verdade o próprio narrador pecava por negligência “falta de atenção; 
desleixo”, escrevendo lendo e aprendendo com menos cuidado do que lhe era exigido. 
Logo, a questão está incorreta em sua afirmação. 
261 
30ª Certo. A conjunção “embora”, apresentada no trecho, cria uma ideia de concessão, as 
conjunções concessivas são caracterizadas por uma oposição de ideias, introduzem uma 
oração que expressa ideia contrária à da principal. No trecho “Embora criança, mas com 
ardente fervor” há uma evidente quebra de expectativa, ou seja, não é comum uma 
criança rezar com ardente fervor. Assim sendo, a questão está correta. 
31ª Errado. A assertiva está incorreta, visto que, o texto não afirma que os materiais não 
se decompõem na natureza. No texto, é mencionado apenas que os materiais são 
“matérias-primas que demoram bastante para se decompor na natureza”. 
32ª Letra B. Observe que o texto enaltece sobre a importância da educação financeira, 
veja alguns trechos: 
1º parágrafo “Para tirar melhor proveito do seu dinheiro, é muito importante saber 
como utilizá-lo da forma mais favorável a você. O aprendizado e a aplicação de 
conhecimentos práticos de educação financeira podem contribuir para melhorar a 
gestão de nossas finanças pessoais, tornando nossas vidas mais tranquilas e 
equilibradas sob o ponto de vista financeiro". 
4º parágrafo “A educação financeira pode trazer diversos benefícios, entre os quais, 
possibilitar o equilíbrio das finanças pessoais, preparar para o enfrentamento de 
imprevistos financeiros e para a aposentadoria, qualificar para o bom uso do sistema 
financeiro, reduzir a possibilidade de o indivíduo cair em fraudes, preparar o caminho 
para a realização de sonhos, enfim, tornar a vida melhor”. 
Logo, a partir dessas informações, fica claro que o objetivo primordial do texto é 
sensibilizar sobre a importância daeducação financeira. 
33ª Errado. “OS” trata-se de um artigo definido. Os artigos definidos (o, a, os, as) definem 
ou individualizam, de forma precisa, os substantivos, seja uma pessoa, objeto ou lugar. 
Sem o artigo definido no trecho perde-se essa especificação, logo a sua supressão altera o 
sentido inicial. 
34ª Errado. O verbo “concatenar” não mantém o sentido original do trecho; e o 
paralelismo não é mantido em “a organização” e “estabilização” – falta o artigo definido 
antes deste último termo. 
35ª Certo. Na medida em que é uma locução conjuntiva "causal"; (haverá noções de 
causa/consequência ou efeito). À medida que é uma locução conjuntiva "proporcional", 
expressa ideia de proporção. Trocar uma pela outra fará o “sentido mudar”, mas a 
correção gramatical se mantém. 
36ª Certo. O vocábulo “irrupção” tem como significado “entrada súbita, repentina”. 
37ª Certo. Usa-se o termo “domada”, tipicamente associado a controle de animais 
ferozes, para caracterizar a agressividade humana. Usa-se também o termo “civilizada”, 
dando-se a entender que a sociedade ainda estava num estágio primitivo. 
262 
38ª Errado. Não há no texto menção a uma violência física classificada como 
insustentável. Essa violência, no passado, era até aceita, tolerada, tida como necessária 
algumas vezes. E não foi essa insustentabilidade que motivou o monopólio da violência 
por parte do Estado. O que o texto se limita a dizer é que a estabilização do Estado 
moderno, que passou a assumir o monopólio da violência, levou a uma pacificação das 
relações. 
39ª Certo. Entende-se no segundo parágrafo do texto que a violência na era medieval era 
comum e socialmente aceita. "O autor estabelece um contraste entre a violência “franca 
e desinibida” do período medieval, que não excluía ninguém da vida social e era 
socialmente permitida e até certo ponto necessária". 
40ª Errado. Embora a região central do Brasil apresente boas médias anuais de 
precipitação pluviométrica, sua distribuição anual (concentrada no verão, sujeita a 
veranicos e escassa ou completamente ausente no inverno) permite, apenas, a prática de 
culturas anuais (arroz, milho, soja etc.), as quais podem se desenvolver no período 
chuvoso e encontrar no solo um suprimento adequado de água. 
41ª Certo. No primeiro parágrafo já é possível identificar a resposta: “A história da 
irrigação se confunde, na maioria das vezes, com a história da agricultura e da 
prosperidade econômica de inúmeros povos”. 
42ª Errado. O pronome "ela" retoma irrigação. "Aliada a ela (a irrigação), uma série de 
práticas agronômicas deve ser devidamente considerada. 
43ª Letra D. Indicam que os números de indivíduos acometidos tiveram até uma ligeira 
subida no início da crise, mas depois eles [os números de indivíduos acometidos] se 
mantiveram estáveis dali em diante. 
44ª Letra B. A informação está explícita no texto: “mulheres e profissionais de saúde 
foram os mais atingidos pela pandemia, em decorrência do excesso de trabalho”. 
45ª Letra C. A informação está explícita no texto: “especialistas em saúde mental 
passaram a usar o termo “quarta onda” para se referir à avalanche de novos casos de 
depressão, ansiedade e outros transtornos psiquiátricos que viriam pela frente”. 
46ª Letra A. Segundo o artigo, o maior nível educacional das mulheres e o maior acesso 
aos métodos contraceptivos acelerarão a redução das taxas de fecundidade, gerando um 
crescimento demográfico global mais lento. Se este cenário acontecer de fato, será um 
motivo de comemoração, pois a redução do ritmo de crescimento demográfico não 
aconteceria pelo lado da mortalidade, mas sim pelo lado da natalidade e, principalmente, 
em decorrência do empoderamento das mulheres, da universalização dos direitos sexuais 
e reprodutivos e do aumento do bem-estar geral dos cidadãos e das cidadãs da 
comunidade internacional. 
263 
47ª Letra A. Texto Narrativo: a marca fundamental do texto narrativo é a existência de 
um enredo, no qual são desenvolvidas as ações das personagens, marcadas pelo tempo e 
pelo espaço. Tais aspectos são identificados no texto apresentado pela banca. 
48ª Letra E. No segundo parágrafo do texto é possível concluir que a alternativa correta é 
a letra E: E isso não surpreende — éramos filhos da Vitória. Filhos dos vencedores. 
49ª Letra D. "Não sabíamos como era o mundo sem guerra, o mundo da guerra era o 
único que conhecíamos, e as pessoas da guerra eram as únicas que conhecíamos. Até 
agora não conheço outro mundo, outras pessoas. Por acaso existiram em algum 
momento?". 
50ª Letra A. A resposta é encontrada logo no início do texto: "O termo “dado de 
pesquisa” tem uma amplitude de significados que vão se transformando de acordo com 
domínios científicos específicos, objetos de pesquisas, metodologias de geração e coleta 
de dados e muitas outras variáveis". 
51ª Letra A. Empatia é a capacidade de você sentir o que uma outra pessoa sente caso 
estivesse na mesma situação vivenciada por ela, ou seja: procurar experimentar de forma 
objetiva e racional o que sente o outro a fim de tentar compreender sentimentos e 
emoções. Desse modo a alternativa correta é a letra A. 
52ª Letra B. Somente a partir da segunda metade do século XVIII é que a língua 
portuguesa foi predominando sobre a ‘língua geral’ de base indígena e dos falares 
africanos "a língua portuguesa foi predominando sobre a “língua geral” de base 
indígena e dos falares africanos, a partir da segunda metade do século XVIII". 
53ª Errado. A forma verbal “gostaria” está no pretérito imperfeito do INDICATIVO - modo 
indicativo indica: certeza/fato real. 
54ª Errado. Até mesmo é sinônimo de: ainda, também, inclusive / Sobretudo é sinônimo 
de: especialmente, principalmente. 
55ª Errado. Oferecia promessas de honra e reconhecimento para aqueles quem que 
encontrassem tais riquezas. Na reescrita sugerida pela banca Cebraspe a frase ficaria com 
2 sujeitos: quem e que. Em virtude disso a questão está errada. 
56ª Errado. Na locução verbal quem é flexionado é o verbo auxiliar, o verbo principal não 
se flexiona. 
57ª Errado. ''O que” constituiria um aposto, o qual deveria ser antecedido de vírgula, e 
não de ponto final, como sugerido na questão. 
58ª Certo. Houve apenas uma alteração de voz passiva sintética para voz passiva 
analítica, desse modo não há problemas com a correção gramatical. 
264 
59ª Certo. A forma “ligar” está no infinitivo impessoal antecedido de preposição. Já 
“magoar” e “arrancar” são verbos principais das locuções “viesse a magoá-la” e “(viesse 
a) arrancar-lhe”.
60ª Errado. Tampouco: advérbio de negação, Tão pouco: advérbio de intensidade. 
61ª Certo. O verbo fazer está concordando com o referente do pronome relativo que é o 
substantivo wetware. 
62ª Certo. O ''por que'' Separado e sem acento equivale ao ''por qual motivo''. 
63ª Certo. SEJA: Subjuntivo, É: Indicativo. Portanto o sentido muda, mas a correção e a 
coerência permanecem. 
64ª Errado. “que se interessa por coisas de que não precisa, coisas das quais não 
entende”. A substituição iria acarretar erro de regência verbal, o correto é de que, pois 
quem não entende, não entende DE, devendo a preposição ficar antes do pronome 
relativo que. 
65ª Errado. A forma verbal sugerida apresenta flexão de singular (mantém-se) em vez de 
plural (mantêm-se), o que implica erro de concordância verbal no período; logo, a 
correção gramatical ficaria prejudicada com a substituição. 
66ª Certo. O “histórico” a que o texto faz referência é de algo marcante, algo 
extraordinário, algo que aconteceu “um marco histórico” e, que teve como ênfase bons 
resultados, bons faturamentos, bons rendimentos, melhoria na vida dos trabalhadores. 
67ª Letra D. Isto - Pronome demonstrativo, em um texto indica algo que será 
mencionado. Mas - Conjunção coordenada adversativa. Alpercatas - Substantivo. Muito – 
Advérbio, modifica o adjetivo "medidos". Corra - Verbo da 3° pessoa do presente do 
subjuntivo. Mimosa – Adjetivo, dando umaqualidade a palavra "gente". 
68ª Errado. A crase é obrigatória devido à fusão da preposição “a” *requerida pelo 
“devido”+ + “as” *artigo plural que determina “dificuldades”+. 
69ª Errado. A crase é obrigatória antes de termos relacionados à hora. EX.: cheguei às 9h. 
Mas é preciso ficar atento, se nas expressões que indicam hora já vier precedida de 
preposição, o acento grave é proibido Ex.: Cheguei ENTRE as 9h e 11h. 
70ª Letra B. A expressão "em relação" sempre vem acompanhada da preposição "a". O 
artigo "a" pode acompanhar tanto "honestidade" e "vontade". Logo, a junção da 
preposição "a" mais artigo "a" = à (crase). 
71ª Letra E. Na letra em questão, cabe o uso da crase porque o substantivo vem seguido 
de uma palavra feminina. 
265 
72ª Errado. O verbo sair pede a preposição a (Quem sai, sai a algum lugar), e o termo 
''lojas'' deve ser antecedido de artigo flexionado. Contração de a+a = Crase no à. 
73ª Errado. O acento grave não deve ser suprimido em caso de substituição do termo 
“cabeça” por “mente”, pois a palavra mente também é um substantivo feminino. Na frase 
apresentada pela banca, ocorre crase pelo fato do verbo vir exigir a preposição “a” e a 
palavra cabeça ou “mente” aceitar o artigo definido “a”. 
74ª Certo. De fato, seria gramaticalmente incorreto empregar o sinal indicativo de crase 
em “a vapor”, visto que, “vapor” é uma palavra masculina e nunca deve existir crase 
antes de palavras masculinas. 
75ª Certo. Em “item à item” o uso da crase é proibido, pois não se utiliza a crase entre 
palavras repetidas, mesmo que sejam femininas. Porém, é importante lembrar que 
quando temos palavras repetidas, mas independentes sintaticamente, é necessário o uso 
da crase; por exemplo: “é necessário dar vida à vida”, nesse exemplo “vida” é objeto 
direto e “à vida” é objeto indireto do verbo “dar”, logo, nessa situação a crase deve ser 
utilizada. 
76ª Letra D. Não há crase antes de pronomes indefinidos como: algum, muitos, pouco, 
pouca, nenhum, etc. 
77ª Letra D. Ocorre crase em “à disposição de” por haver uma locução prepositiva 
feminina, assim como ocorre na alternativa (d) “à procura de”. Locuções prepositivas 
femininas iniciadas por “a” têm crase obrigatória. 
78ª Letra D. A utilização do acento grave no demonstrativo “aquelas" representa uma 
junção da preposição “A” com a primeira vogal do pronome demonstrativo “aquelas". 
79ª Errado. Os vocábulos “garantir” e “assegurar” são verbos transitivos diretos, ou seja, 
não “pedem preposição”, quem garante sempre GARANTE ALGUMA SOISA, quem 
assegura sempre ASSEGURA ALGUMA COISA. Dessa forma, não há crase antes da palavra 
“cidadania”. 
80ª Errado. O vocábulo “aos” não poderia ser substituído pelo elemento à por dois 
motivos, “esforços” é uma palavra masculina e está flexionada no plural. Logo, a sua 
substituição acarretaria incorreção gramatical. 
81ª Certo. Em ambos os casos há locução adverbial de tempo e por esse motivo a crase é 
obrigatória. 
82ª Letra C. Quem permite sempre PERMITE ALGUMA COISA A ALGUÉM, o “a” consiste 
na preposição exigida pelo verbo permitir, e o artigo “as” acompanha o substantivo 
pessoas. Logo, da união entre a preposição “a” e o artigo “as” temos o “às” com acento 
grave indicativo de crase. 
83ª Letra D. 
266 
a) Não há crase diante de artigos indefinidos;
b) Não ocorre crase diante de verbo;
c) Não há crase antes de palavra no plural;
d) Ocorre crase devido à fusão de duas vogais semelhantes. O adjetivo “insensível" é
regido pela preposição “a", e o substantivo “ousadia" é determinado pelo artigo
definido “a";
e) Não se utiliza crase diante de nomes masculinos.
84ª Errado. A afirmação apresentada na assertiva está incorreta, pois a palavra “praticas” 
está no plural e o “à” no singular, nesse caso não ocorre uso de acento grave indicativo de 
crase. Lembre-se, “a” no singular + palavra no plural, crase passa mal. 
85ª Errado. A substituição sugerida na assertiva acarretaria incorreção gramatical, visto 
que, a palavra “pedidos” está flexionada no plural e também trata-se de uma palavra 
masculina. Lembre-se, a crase só ocorre em expressões com palavras femininas, nunca 
em expressões com palavras masculinas. Ademais, a crase existe quando há uma fusão 
entre a preposição "a" e o artigo definido feminino "a". Logo, se a palavra seguinte à 
preposição "a" for feminina, mas plural, o acento grave indicativo da crase é 
dispensado. 
86ª Letra B. O verbo chegar “pede” a preposição (a), pois quem chega sempre CHEGA “A” 
ALGUM LUGAR. Ademais, como a palavra feminina “farmácia” está associada a “chegará” 
o uso do sinal indicativo de crase está correto e é obrigatório.
87ª Letra C. Haverá crase em frases que fazem referência à quantidade, por exemplo: ''a 
maior'', ''a menor''. Por esse motivo, a letra (c) é a alternativa correta. As demais 
alternativas possuem as seguintes incorreções: 
a) ... ela confere liberdade à diferentes tipos de pessoas. Não se usa crase antes de
palavras no plural masculina;
b) ... ela confere liberdade à uma infinidade de pessoas. Não se usa crase antes de artigo
indefinido;
d) ... ela confere liberdade à toda sorte de pessoas. Antes de pronomes indefinidos (todo,
algum, muitos, pouco, pouca, nenhum, etc.) não há crase;
e) ... ela confere liberdade à algumas pessoas. Antes de pronomes indefinidos (todo,
algum, muitos, pouco, pouca, nenhum, etc.) não há crase.
88ª Letra B. 
267 
a) Diante de pronomes relativos ocorrerá crase apenas quando for utilizado o pronome “a
qual” - “as quais” e o verbo exigir a preposição “a” em sua regência;
b) O vocábulo “dano" exige as preposições “a” ou “para”, e o substantivo “qualidade" é
determinado pelo artigo definido “a”. Logo, ocorre crase devido à fusão de duas vogais
idênticas;
c) Não se usa acento indicativo de crase diante de palavras masculinas. Ademais, quando
o “a” estiver no singular e a palavra seguinte no plural, não ocorrerá crase;
d) Quando o “a” estiver no singular e a palavra seguinte no plural, não ocorrerá crase;
e) Quando o “a” estiver no singular e a palavra seguinte no plural, não ocorrerá crase.
89ª Letra C. 1ª lacuna – “a”, quando o “a” estiver no singular e a palavra seguinte no 
plural, não ocorrerá a crase. 2ª lacuna – “a”, a crase não deve ser empregada junto a 
numerais, pois via de regra, não existe artigo antes de numerais, exceto em casos 
especiais. 3ª lacuna – “à”, na última lacuna temos a preposição exigida pelo verbo aplicar 
+ o “as”, artigo definido que antecede a palavra crianças. Logo, temos: (preposição “a”) +
(artigo definido “as”) = às.
90ª Certo. No trecho “a sua volta" (l.12), temos a preposição “a" + o pronome possessivo 
“sua" + o substantivo explícito “volta". Como o substantivo feminino está explícito, é 
facultativo o uso do acento grave indicativo de crase. 
91ª Letra E: (à - a – a) 
1ª lacuna: Recorreu “à” irmã. - A crase é usada antes de palavras femininas, quando 
marca a contração de preposição “a” com artigo definido “a”; 
2ª lacuna: “a” ela se apegou. - Não há crase antes de pronomes pessoais do caso reto, já 
que não são antecedidos de artigos. Nessas situações haverá apenas a preposição “a”. 
3ª lacuna: “a” uma tábua de salvação. - Não ocorre crase antes de artigos indefinidos, 
uma vez que a palavra seguinte à preposição, mesmo que feminina, já está acompanhada 
de um determinante. 
92ª Letra D. Na alternativa “d” não existe contração de a + a, pois há apenas a 
preposição, sem ocorrência de artigo. 
93ª Letra B. 
a) O autor se comparou à alguém que tem boa memória. Não ocorre crase porque
antes do pronome indefinido “alguém” não se usa artigo, apenas preposição;
b) Ele se referiu às pessoas de boa memória. Ocorre crase porque a oração apresenta
preposição e artigo “referir a + as pessoas”;
268 
c) As pessoas aludem à uma causa específica. Não ocorre crase antes de artigos
indefinidos;
d) Ele passou a ser entendido à partir de suas reflexões sobre a memória. Nunca há
crase antes de verbos. Como “partir” é um verbo,não ocorre crase em “a partir
de”;
e) Os livros foram entregues à ele. Antes de pronomes pessoais do caso reto, não
ocorre crase. 
94ª Letra D. 
a) Indivíduos. Não ocorre crase, pois a palavra "indivíduos" é masculina. A crase deve
ser empregada apenas diante de palavras femininas;
b) Seres. Não ocorre crase, pois a palavra "seres" é masculina. A crase deve ser
empregada apenas diante de palavras femininas;
c) Indivíduo. Não ocorre crase, pois a palavra "Indivíduo" é masculina. A crase deve
ser empregada apenas diante de palavras femininas;
d) Criaturas. Ocorre crase, pois "criaturas" é feminina e, dessa forma, haverá a fusão
da preposição "a", de "acontece", com o artigo feminino plural "as", de criaturas;
e) Sujeitos. Não ocorre crase, pois a palavra "Sujeitos" é masculina. A crase deve ser
empregada apenas diante de palavras femininas.
95ª Letra B. A crase não deve ser empregada junto aos pronomes relativos QUE, QUEM e 
CUJO (A). A crase ocorrerá apenas quando for utilizado o pronome “a qual” / “as quais” e 
o verbo exigir a preposição “a” em sua regência. Em “a quem” não é possível fazer a
contração de a + a pelo fato de a frase conter apenas preposição, ou seja, apenas um
“a”.
96ª Letra B. A crase não deve ser empregada junto a pronomes indefinidos, pois, não se 
verifica a contração a + a. Os pronomes indefinidos funcionam como determinantes, ou 
seja, apresentam, mesmo que indeterminadamente, um nome. Logo, eles não admitem 
um artigo antecedendo a palavra a qual acompanham. 
97ª Letra C. O uso da crase é facultativo antes dos pronomes possessivos femininos: 
minha(s), tua(s), sua(s), nossa(s), vossa(s). Logo, a letra (c) é a alternativa cujo uso do 
acento grave indicativo de crase é facultativo. 
98ª Errado. Quanto ao uso do acento indicativo de crase, a frase apresentada pela banca 
está incorreta, pois o acento grave indicativo de crase não deve ser empregado junto a 
verbos. A crase ocorre quando há uma fusão (ou contração) entre a preposição "a" e o 
269 
artigo definido feminino "a". Logo, se a palavra seguinte à preposição "a" for um verbo, 
o acento grave indicativo da crase não é admitido.
99ª Errado. Não ocorre crase antes de pronome pessoal do caso reto. O “a” que 
antecede o pronome “ela” é apenas preposição; logo, não ocorre crase por não haver a 
fusão de duas vogais idênticas. 
100ª Letra E. Sempre que as expressões forem formadas por palavras repetidas, mesmo 
que sejam palavras femininas, o uso da crase não é permitido. 
101ª Letra E. Antes de pronomes pessoais do caso reto, não ocorre crase, pois, não há 
contração de preposição a + artigo a. 
102ª Certo. Caso fosse inserido o sinal indicativo de crase no trecho “em meio a uma 
crise” a correção gramatical do texto seria prejudicada, pois não há crase diante de 
pronome indefinido. 
103ª Certo. O uso do acento grave indicativo de crase é facultativo antes dos pronomes 
possessivos femininos: minha(s), tua(s), sua(s), nossa(s), vossa(s). 
104ª Certo. Não há crase nessa expressão porque granel é um substantivo masculino, e 
como já sabemos, não há crase diante de palavra masculina. 
105ª Certo. O uso do acento grave indicativo de crase é facultativo antes dos pronomes 
possessivos femininos: minha(s), tua(s), sua(s), nossa(s), vossa(s). 
106ª Errado. Não há crase diante dos pronomes demonstrativos: isso, esse, este, esta, 
essa, exceto: aquela(s), aquele(s) e aquilo. Ou seja, sempre que houver a preposição “a” 
junto aos pronomes demonstrativos aquele(s), aquela(s) e aquilo, haverá crase; por 
exemplo: O trabalho é um desafio àqueles alunos preguiçosos - um desafio “a” + 
“aqueles” = àqueles. 
107ª Errado. A correção gramatical do texto não seria mantida caso se inserisse o acento 
indicativo de crase no vocábulo “a” presente no trecho “daqui a alguns anos”, pois a frase 
contém preposição, mas não contém artigo. Por esse motivo, o “a” não é craseado. 
108ª Errado. O acento grave indicativo de crase não deve ser empregado junto a verbos. 
Logo, como a palavra seguinte à preposição "a" é um verbo, o acento grave indicativo da 
crase não é admitido. 
109ª Errado. Nas orações em que aparece um termo regido pela preposição "a" 
acompanhados dos pronomes relativos: “que”, “quem” ou “cujo”, não há a contração 
“fusão” da preposição e o artigo, portanto o acento grave indicativo da crase não é 
admitido. 
110ª Certo. De fato, a inserção do sinal indicativo de crase em “a interpretações” 
ocasionaria erro gramatical, pois a crase não deve ser empregada junto a palavras no 
270 
plural. O fenômeno da crase ocorre quando há uma contração, entre a preposição "a" e o 
artigo definido feminino "a". Logo, se a palavra seguinte à preposição "a" for feminina, 
mas plural, o acento grave indicativo de crase é vedado. 
111ª Errado. O uso do acento grave em “à mistura racial” não é facultativo, pois o que é 
vinculado “é vinculado a alguma coisa”, ou seja, a palavra vinculado exige a preposição 
“a”, e como a palavra mistura está acompanhada do artigo “a” o uso do acento grave 
indicativo de crase é obrigatório devido a contração da preposição “a” + artigo “a”. 
112ª Errado. O acento grave indicativo de crase não deve ser empregado junto a 
numerais cardinais ou ordinais. Ou seja, nas orações em que aparece um termo regido 
pela preposição "a" acompanhado de numerais, o acento grave indicativo da crase é 
vedado. 
113ª Errado. A correção gramatical do texto não seria mantida se fosse inserido o acento 
indicativo de crase no vocábulo “a”, pois o acento não deve ser empregado junto a 
verbos. Logo, como a palavra seguinte à preposição "a" trata-se de um verbo, o acento 
grave indicativo de crase não é admitido. 
114ª Errado. O emprego do sinal indicativo de crase em “à máquina” é obrigatório, pois 
quem apresenta “apresenta alguma coisa a alguém”. Logo, temos “a” (preposição) + “a” 
(artigo) = À. 
115ª Certo. De fato, a supressão do sinal indicativo de crase em “à sua maneira” manteria 
a correção gramatical, pois o uso do acento grave indicativo de crase é facultativo antes 
dos pronomes possessivos femininos: minha(s), tua(s), sua(s), nossa(s), vossa(s). 
116ª Errado. A assertiva está incorreta, pois, o emprego do sinal indicativo de crase em “a 
uma paleta” não manteria a correção gramatical do texto. Como já vimos, não ocorre 
crase antes de artigos indefinidos. 
117ª Errado. A correção gramatical do texto não seria mantida caso se empregasse o 
acento indicativo de crase no vocábulo “a” em “a esse estado de coisas”, pois não há 
crase diante dos pronomes demonstrativos: isso, esse, este, esta, essa, etc. 
118ª Errado. Não há crase entre palavras repetidas, mesmo que sejam femininas, 
exceto, quando temos palavras repetidas, independentes sintaticamente; por exemplo: 
“é necessário dar vida à vida”, nesse exemplo “vida” é objeto direto e “à vida” é objeto 
indireto do verbo “dar”, logo, nessa situação a crase deve ser utilizada. 
119ª Errado. O fenômeno da crase ocorre quando há uma contração, entre a preposição 
"a" e o artigo definido feminino "a". Logo, se a palavra seguinte à preposição "a" for 
feminina, mas plural, o acento grave indicativo de crase é vedado. 
120ª Certo. O vocábulo “nocivos” pede a preposição “a”, e a contração da preposição “a” 
+ o artigo “as” é igual a “às”, com acento grave. Logo, a supressão do sinal indicativo de
271 
crase em “às crianças”, de fato, comprometeria a correção gramatical, pois nessa 
situação, o uso do acento grave indicativo de crase é obrigatório. 
121ª Errado. A crase no singular não deve ser empregada junto a palavras no plural. 
122ª Errado. O acento grave indicativo de crase é facultativo em três situações: depois da 
preposição “até”, antes dos nomes próprios femininos e antes dos pronomes 
possessivos femininos. O trecho apresentado na assertiva não se encaixa em nenhuma 
das três situações de uso facultativo do acento grave. 
123ª Errado. O acento grave indicativo de crase é facultativo em três situações: depois da 
preposição“até”, antes dos nomes próprios femininos e antes dos pronomes 
possessivos femininos. O trecho apresentado na assertiva não se encaixa em nenhuma 
das três situações de uso facultativo do acento grave. 
124ª Certo. Como já foi falado em questões anteriores, a crase no singular não deve ser 
empregada junto a palavras no plural. Por essa razão, a correção gramatical do texto 
seria prejudicada caso se empregasse o sinal grave indicativo de crase no “a” em “fuja a 
determinações”. 
125ª Errado. A correção gramatical do trecho não seria mantida, pois a palavra “cabo” é 
masculina, e por esse motivo não pode haver acento indicativo de crase. 
126ª Errado. A palavra “somadas” rege a reposição “a” e “compilação” está precedido do 
artigo definido “a”. Logo, deve haver o sinal indicativo de crase e sua supressão 
acarretaria sim erro gramatical. 
127ª Certo. No trecho “Em meio a esse cenário", a inserção de sinal indicativo de crase no 
“a" acarretaria prejuízo à correção gramatical, isso porque não há crase antes de 
pronomes demonstrativos. 
128ª Errado. Estaria incorreto o emprego do sinal indicativo de crase em “quanto a” 
(l.32), pois a palavra seguinte “corrigir” é um verbo e como já sabemos não há crase 
diante de verbos. 
129ª Certo. Diante de pronome possessivo feminino singular a crase é facultativa. 
130ª Certo. De fato, o vocábulo “desrespeito” rege a preposição “a” e o substantivo 
plural e feminino “manifestações” é precedido do artigo “as”. Logo, há crase. 
131ª Errado. O uso do acento grave deve-se ao fato de o verbo "referir-se" exigir 
complemento antecedido pela preposição “a” e o substantivo "liberdade" estar 
precedido do artigo “a”. Assim, a afirmativa está errada. 
132ª Certo. De fato, o emprego de acento indicativo de crase na expressão “A ele" (l.12) 
prejudicaria a correção gramatical do texto, pois não há crase diante de pronomes 
pessoais do caso reto. 
272 
133ª Errado. No trecho em destaque, como o vocábulo “paratifo” está antecedido apenas 
por preposição, “tuberculose” só pode receber preposição, esse é um caso de paralelismo 
sintático. Ademais, o acento grave indicativo de crase é facultativo em três situações: 
depois da preposição “até”, antes dos nomes próprios femininos e antes dos pronomes 
possessivos femininos no singular. 
134ª Errado. A afirmação apresentada na assertiva está incorreta, pois é o vocábulo 
“prévio” que rege a preposição “a”, e não o vocábulo “impedimento”. 
135ª Errado. No trecho destacado, o vocábulo “equivalentes” exigiu a preposição “a”, e 
“racionalidade” está precedido do artigo definido singular “a”. Com a alteração para o 
plural “racionalidades”, o artigo “a” também deveria se flexionar no plural, com a 
finalidade de preservar o acento grave “equivalentes às racionalidades”. Se o artigo não 
se flexionar não pode haver crase, pois o vocábulo “a” seria apenas a preposição. 
136ª Certo. De fato, é o vocábulo “contribuição” que exigiu a preposição “a”; e 
“concisão” está precedida do artigo feminino singular “a”, o qual determina este 
substantivo. 
137ª Certo. A palavra “acesso” exigiu a preposição “a”, e o substantivo “informação” está 
precedido do artigo “a”, por esse motivo houve crase. 
138ª Certo. Como o substantivo “acesso” exige preposição “a” e “benesses” exige um 
artigo no feminino, que nesse caso é o “as”, há a necessidade de acento indicativo de 
crase no termo substituto, “sem acesso às benesses das leis trabalhistas”. Ou seja, a 
substituição manteria a correção gramatical do período. 
139ª Certo. A afirmação apresentada na assertiva está correta, o substantivo “acessos” 
rege a preposição “a” e seu complemento nominal “às páginas” é precedido de artigo 
“as”: a + as = às. 
140ª Errado. A expressão "a todas" não exige acento grave indicativo de crase, pois 
"todas" não pede o artigo definido "a", cabendo, nesse caso, apenas a preposição "a". 
141ª Errado. A inserção do sinal indicativo de crase não manteria a correção gramatical, 
pois não há crase diante de artigos indefinidos (um, uma, uns, umas). 
142ª Errado. O termo “anteriormente” pede a preposição “a” e juntamente com o artigo 
determinante de “primeira Constituição pátria” temos a crase, que nesse caso é 
obrigatória. Lembre-se, o acento grave indicativo de crase é facultativo em três 
situações: depois da preposição “até”, antes dos nomes próprios femininos e antes dos 
pronomes possessivos femininos no singular. 
143ª Certo. De fato, a correção gramatical do texto seria prejudicada, pois quando o “a” 
estiver no singular e a palavra seguinte no plural, não ocorrerá crase. 
273 
144ª Certo. A correção gramatical do texto seria prejudicada, visto que, o acento grave 
indicativo de crase não deve ser utilizado junto a verbos. 
145ª Errado. Caso o vocábulo “criança" fosse empregado no plural, o acento indicativo de 
crase só deveria ser mantido se o “à” também fosse empregado no plural, pois quando o 
“a” estiver no singular e a palavra seguinte no plural, não haverá crase. 
146ª Certo. Questão bem simples. Na frase “Candidatou-se à Academia Brasileira de 
Letras” temos a contração da preposição “a” exigida pelo termo “Candidatou-se” com o 
artigo feminino singular “a”. Logo, temos crase, e seu uso é sim obrigatório. 
147ª Errado. O emprego de sinal indicativo de crase em “a cada” (l. 4 e 5) estaria 
incorreto, pois o vocábulo "cada" trata-se de um pronome indefinido e diante de 
pronomes indefinidos não há crase. 
148ª Errado. Quando o “a” estiver no singular e a palavra seguinte no plural, não 
haverá crase. 
149ª Errado. Na verdade o emprego do sinal indicativo de crase em “A partir do século 
XVII” é proibido, pois o vocábulo “partir” é verbo e não há crase diante de verbo. 
150ª Errado. O uso do sinal indicativo de crase diante de pronomes possessivos femininos 
no singular é facultativo. 
151ª Certo. Sem dúvidas haveria prejuízo para a correção gramatical do texto, visto que, 
a preposição "a" antecede a palavra “projetos” que é masculina e está no plural. 
152ª Errado. Caso fosse empregado o acento indicativo de crase no “a”, em “cunhagem a 
martelo” não seria mantida a correção gramatical do texto, pois não há crase antes de 
palavras masculinas. 
153ª Errado. Antes de pronomes indefinidos (algum, qualquer, muitos, pouco, pouca, 
nenhum, etc.) não há crase. 
154ª Errado. Os verbos “vai” e “voa” pediram a preposição “a” e os substantivos “labuta” 
e “alturas” estão antecedidos dos artigos “a” e “as”, respectivamente. Logo, o uso do 
acento indicativo de crase não é facultativo, e sim obrigatório. Lembre-se, o acento grave 
indicativo de crase é facultativo em três situações: depois da preposição “até”, antes 
dos nomes próprios femininos e antes dos pronomes possessivos femininos no singular. 
155ª Errado. O uso do acento grave indicativo de crase ocorre pelo fato do verbo “dar” 
ser transitivo direto e indireto; dessa forma, o objeto direto é “sentido” e “à vida” é o 
objeto indireto. Logo, a crase não é exigida pela presença do substantivo "sentido", e sim 
por ser objeto indireto do verbo “dar”. 
156ª Errado. Quando o “a” estiver no singular e a palavra seguinte no plural, não 
haverá crase, é justamente isso que ocorre no trecho: “eleição dos deputados a todas as 
274 
cortes de Lisboa”, o pronome “todas” não admite antecipação de artigo, por isso não 
pode haver crase. 
157ª Certo. Os vocábulos “proporcional”, “favorável”, “graças” e “ofensivo” exigiram 
preposição “a” e o substantivo “população”, nas três situações, admitiu o artigo “a”. 
Logo, as crases, de fato, ocorreram pelo mesmo motivo. 
158ª Certo. Embora o adjetivo Proeminente seja usado com um sentido mais físico: nariz 
proeminente, bochechas proeminentes e barriga proeminente; e o adjetivo Preeminente 
seja usado com um sentido mais intelectual ou moral: escritora preeminente, cientista 
preeminente, jornalista preeminente; as duas palavras são sinônimas quando se referem 
a algo ou alguém que se destaca pelas suas qualidades,sendo superior, notável e digno 
de mérito. 
159ª Errado. As palavras em destaque não denotam o mesmo sentido. Estrato se refere a 
uma faixa, uma camada: camada da pele, camada de um terreno sedimentar, camada 
social, camada populacional. Extrato coisa que se extraiu de outra; pagamento, resumo, 
cópia; perfume. 
160ª Errado. A questão deu o conceito correto sobre palavras homógrafas, entretanto as 
palavras sessão e cessão são homônimas homófonas e não homógrafas como afirma a 
questão. Homógrafas: são palavras iguais na grafia e diferentes na pronúncia, por 
exemplo: colher (verbo) e colher (substantivo); jogo (substantivo) e jogo (verbo); 
denúncia (substantivo) e denuncia (verbo). Homófonas: são palavras iguais na pronúncia 
e diferentes na grafia, por exemplo: concertar (harmonizar) e consertar (reparar); censo 
(recenseamento) e senso (juízo); acender (atear) e ascender (subir). Homônimas 
perfeitas: são palavras iguais na grafia e iguais na pronúncia, por exemplo: caminho 
(substantivo) e caminho (verbo); cedo (verbo) e cedo (advérbio de tempo); livre (adjetivo) 
e livre (verbo). 
161ª Errado. Discussão é o ato de discutir, debater e provocar uma controvérsia. A forma 
discução está errada e não existe na língua portuguesa, logo não poderia substituir a 
palavra “discussão” na linha 25. 
162ª Letra D. 1ª “A seção na câmara foi bastante atribulada” - seção = está relacionada 
com o ato de dividir, separar, repartir, etc. Ou seja, a palavra foi empregada 
incorretamente. 2ª “Joana trabalha na cessão de materiais esportivos de uma grande 
empresa” – cessão = é a ação ou efeito de ceder, doar, etc. Na frase a palavra cessão foi 
empregada incorretamente. 3ª “Os familiares decidiram fazer a cessão dos bens imóveis a 
uma instituição beneficente” – cessão = é a ação ou efeito de ceder, doar, etc. Na frase a 
palavra cessão foi utilizada corretamente. “E - E – C”. 
163ª Letra C. 
I – “Deferir” e “diferir” são palavras com pronúncia e grafia semelhantes e significados 
diferentes. 
275 
Deferir e diferir são palavras parônimas, ou seja, possuem pronúncia e grafia 
semelhantes e significados diferentes. 
II – “Seção”, “sessão” e “cessão” são palavras pronunciadas da mesma forma, mas com 
significados diferentes. 
As palavras seção, sessão e cessão são consideradas homônimas homófonas, ou seja, 
apresentam a mesma fonética, mas com escritas e significados diferentes. 
III - Colher (verbo) e colher (substantivo) são palavras idênticas na escrita, mas diferentes 
na pronúncia e no significado. 
Colher (verbo) e colher (substantivo) são palavras homônimas homógrafas. As palavras 
homógrafas são aquelas escritas de forma igual, mas com significados e pronúncias 
diferentes. 
164ª Letra D. 
A) Cavaleiro - se refere a um homem que anda a cavalo / Cavalheiro - significa “homem de
boas ações”;
B) Vestiário - significa o local onde as pessoas trocam de roupa ou o local usado para
guardar acessórios / vestuário - significa roupa ou um conjunto de peças de roupas para
vestir;
C) Eminente - faz referência a algo ou alguém superior, de grande importância, ilustre /
Iminente - significa algo que está prestes a acontecer;
D) Infligir - atribuir pena a alguém; aplicar pena / infringir - não respeitar nem obedecer;
violar uma lei, etc.;
E) Ratificar - validar algo acertado ou contratado, confirmar / Retificar - significa corrigir
algo, emendar.
165ª Letra B.
A) Deferir - significa despachar favoravelmente, concordar, atender, respeitar, consentir,
acatar, etc. / diferir – significa estar em desacordo, adiar para outra data, diferenciar-se,
distinguir-se, etc.
B) Infarte / infarto - as duas palavras existem na língua portuguesa e possuem o mesmo
significado. De acordo com os dicionários, ambas as palavras podem ser utilizadas para
indicar uma lesão causada pela parada da circulação arterial, bem como qualquer tipo de
obstrução ou bloqueio.
C) Emergir - elevar algo acima do nível da água. / imergir – afundar.
276 
D) Descrição - ato de descrever algo ou alguém / discrição - indica a qualidade de quem é
discreto, prudente e modesto.
E) Eminente - faz referência a algo ou alguém superior, de grande importância, ilustre /
iminente - significa algo que está prestes a acontecer.
166ª Letra C. Dentre as alternativas apresentadas na questão, à frase em que está correto
o emprego de um dos parônimos mandado/mandato é a letra “c”. Isso se deve ao fato do
substantivo “mandado” estar relacionado a ordens judiciais. Por outro lado, a palavra
“mandato” é usada em termos políticos para designar os poderes que são conferidos a
um homem que representará os cidadãos durante um período determinado.
167ª Letra E. a) o correto seria “iminente” – algo que está prestes a ocorrer, pendente, 
etc. b) o correto seria “ratificar” - validar, confirmar um ato ou compromisso. c) a palavra 
adequada seria “cumprimento” - o ato de cumprimentar, saudar alguém, cumprir algo. d) 
o correto seria “infringiu” – desrespeitar, descumprir algo, etc. e) a palavra foi empregada
corretamente, “fluir” - significa escorrer, manar, escoar, passar o tempo, etc.
168ª Letra A. 
I. O motorista que dirige bêbado não apresenta dificuldade em discriminar as imagens
que vê. “Discriminar” significa distinguir, discernir, separar.
II. Uma das funções dos policiais rodoviários é a de combater o tráfico de drogas.
“Tráfico” está relacionado ao comércio e ao negócio clandestino de drogas, animais,
pessoas, etc.
III. O motorista pego sem habilitação será autuado porque infringiu a lei. “Infringir”
significa transgredir, desrespeitar, desobedecer.
169ª Letra C. O par de palavras “eminentes” e “iminentes” são um exemplo de palavras 
parônimas. As parônimas são palavras que são escritas de forma parecida, pronunciadas 
de forma parecida, mas que apresentam significados diferentes. 
170ª Letra E. O vocábulo “cínico” é um homônimo homófono de “sínico”, pois 
apresentam a mesma pronúncia, porém sentidos diferentes. Cínico - é utilizado para se 
referir a uma pessoa que demonstra fingimento, descaramento, deboche, sarcasmo, 
cinismo, cara de pau. Sínico - se refere a algo relativo à China ou relativo aos chineses. 
171ª Errado. O sujeito do verbo separa é o pronome relativo QUE, que quando estiver na 
função de sujeito, a forma verbal deverá concordar com o elemento de referência, nesse 
caso fronteiras. O texto correto seria: As fronteiras que separam as diversas regiões do 
mundo. 
172ª Certo. Quando a vírgula estiver na ordem direta (sujeito + verbo + objeto + adjuntos 
adverbiais), a vírgula antes de adjunto adverbial é facultativa. No entanto, se ele estiver 
deslocado e for de grande extensão, é isolado obrigatoriamente por vírgula. No texto, o 
277 
adjunto adverbial de tempo “em abril de 1500” está na ordem direta, sendo a vírgula 
facultativa. 
173ª Errado. Dica: adjunto adverbial de pequena extensão, até três vocábulos, a vírgula é 
facultativa. Adjunto adverbial de grande extensão, acima de três vocábulos, a vírgula é 
obrigatória. 
174ª Certo. Termos explicativos são separados por vírgula(s) que podem, sem incorrer em 
erro gramatical, ser substituída(s) por travessão(s) ou parênteses. 
175ª Certo. Trata-se do aposto explicativo. "Aposto é o termo acessório da oração que se 
junta a um substantivo ou pronome substantivo para explicar, enumerar, resumir ou 
especificar o que se expressa. Vem separado dos demais termos da oração por vírgula, 
dois-pontos ou travessão. 
176ª Letra A. I - Errado: a oração "quando finalmente conseguiu falar" está deslocada da 
sua posição original, por isso deve vir isolada por vírgulas obrigatoriamente. II - Certo: 
"tremendo, gaguejando" está isolada por vírgulas que podem ser substituídas se também 
isoladas por parênteses ou travessões. III - Errado: a troca de sinais (exclamação e 
interrogação) altera o sentido. (imperativo e pedido). 
177ª Letra A. Trata-se de um aposto explicativo. Aposto explicativo: explica ou esclarece 
o substantivo referido. Aparece isolado na frase por vírgulas,travessões, dois pontos ou
parênteses.
178ª Letra B. Não exaustivo significa que a lista não se acaba ali, há outras opções e 
alternativas que poderiam ser apresentadas. 
179ª Letra E. O ponto de exclamação é um sinal de pontuação utilizado para exclamar 
algo. Ou seja, ele é empregado no final de frases exclamativas que expressam emoção, 
surpresa, admiração, indignação, raiva, espanto, susto, exaltação, entusiasmo, dentre 
outros. Na frase é possível identificar um tom de entusiasmo nas palavras. 
180ª Letra E. O sinal de dois-pontos explica que a “deixar de lado afazeres domésticos e 
atenção ao marido” era considerado ameaça à organização doméstica e à estabilidade do 
matrimônio. 
181ª Letra A. Trata-se de um aposto explicativo, pois explica quem foi Nilo Peçanha. 
182ª Letra B. As adverbiais temporais exprimem fatos simultâneos, anteriores ou 
posteriores ao fato expresso na oração principal, localizando-o no tempo. As conjunções e 
locuções conjuntivas mais utilizadas são quando, enquanto, assim que, logo que, sempre 
que, antes que, depois que, desde que. Na questão, fala-se em intercalada, pois, ela 
encontra-se no meio da oração, fora da ordem direta. 
183ª Letra B. A vírgula foi empregada para separar termos da oração com a mesma 
função sintática no trecho: “em qualquer cruzamento, / acostamento, encruzilhada” 
278 
(quarta estrofe). É a única opção onde a virgula é usada para intercalar orações 
coordenadas. 
184ª Letra D. Interjeição: expressa sentimentos de Amor, tristeza, felicidade, desespero, 
espanto, medo, etc. 
185ª Letra B. Apresenta uma ideia que não foi finalizada, pois há mais elementos que 
podem ser listados. 
186ª Letra A. Os travessões foram utilizados para isolar um trecho específico que enfatiza 
como o cérebro se comporta em situações de estresse. 
187ª Certo. A presença da conjunção aditiva e permite que o texto resultante mantenha a 
coesão e correção gramatical. O emprego do travessão se deu por uma motivação 
estilística, no sentido de dar realce ao trecho. 
188ª Errado. Não é possível suprimir a referida vírgula, haja vista que ela isola o adjunto 
adverbial deslocado “em quase todos os países”. 
189ª Certo. O aposto explicativo pode vir entre vírgulas, travessões ou até mesmo 
parênteses. (mantém relação sintática com outro termo da oração). 
190ª Errado. O termo respeitadas encontra-se no plural porque concorda apenas com 
ética e valorização. O erro da alternativa foi acrescentar o complemento da palavra 
valorização (de identidades e culturas). 
191ª Errado. O verbo convidaram está no plural, seguindo o sujeito “Darcy e Anísio”, que 
é um sujeito composto, anteposto ao verbo unido por conjunção aditiva. Como 
convidaram é verbo transitivo direto, “cientistas, artistas e professores das mais 
tradicionais faculdades brasileiras” é o seu objeto direto. 
192ª Certo. A estrutura administrativa e financeira é o Sujeito, estrutura é o núcleo desse 
sujeito. Quando os núcleos do sujeito designam a mesma pessoa ou coisa o verbo fica no 
“singular”. 
193ª Certo. As crianças apresentam (....) e têm maior desempenho escolar. Têm na 
assertiva concorda com crianças. 
194ª Errado. Considerado está no masculino singular para concordar com "Corredor 
Verde do Oeste da Amazônia". 
195ª Certo. O sujeito, localidade, é uma elipse: omissão de um termo subentendido. 
“Localidade não significa necessariamente etnocentrismo ou nacionalismo, mas 
“localidade” é aquilo que nos força a repensar o processo de modernização”. 
196ª Errado. O adverbio não modifica o sentido de um substantivo, apenas de um 
adjetivo, verbo ou outro adverbio. 
279 
197ª Certo. Como o pronome relativo que pode referir-se anaforicamente tanto a 
“número” quanto a “pessoas”, o verbo "esperar" pode ficar no singular ou no plural. 
198ª Errado. A forma verbal crescem está flexionada no plural em virtude de seu sujeito. 
Porém, o sujeito não é composto, e sim “Os gastos orçamentários do Estado com as 
forças da lei e da ordem”, cujo núcleo é gastos. 
199ª Certo. Um verbo é chamado de auxiliar por um motivo óbvio: ele colabora 
“auxilia/ajuda” com a formação de uma locução verbal, concordando em número e 
pessoa com o sujeito. Só ele varia com o sujeito, o principal nunca varia! 
200ª Certo. A expressão partitiva, seguida de substantivo plural, admite verbo no singular 
ou plural. Expressão partitiva: verbo concorda com o núcleo do sujeito ou com o 
especificador. 
201ª Certo. Ser é verbo de ligação e deve concordar com o sujeito, “esses indivíduos são 
pressionados...”. 
202ª Errado. Quando o verbo vier depois de pronome relativo, ele irá concordar com o 
antecedente do pronome relativo - neste caso é polo de relações - "Esse contexto possa 
ser pensado como um polo de relações que (pronome relativo) não se confunde com 
qualquer conjunto de interesses particulares”. 
203ª Certo. Não há como haver ênclise, visto que a partícula "que" atrai o pronome "se" 
para a posição proclítica. 
204ª Certo. "Que" é o termo que resulta no pronome antes do verbo (próclise 
obrigatória), assim como pronomes relativos, advérbios, palavras de sentido negativo e 
pronomes indefinidos. Deste modo, não é possível que haja ênclise neste caso, como o 
item sugeriu. 
205ª Errado. O “que” como palavra atrativa vai obrigar a criação da próclise. Ele atrai os 
pronomes oblíquos átonos (me, te se, nos, vos, o, a os, as, lhe, lhes). 
206ª Certo. Em casos em que o verbo estiver no infinitivo o uso de próclise ou ênclise é 
facultativo. 
207ª Errado. O que “pronome relativo” atrai o se para perto de si, temos então um 
exemplo claro de próclise. Próclise: é o nome que se dá à colocação pronominal antes do 
verbo, ênclise: é o nome que se dá à colocação pronominal depois do verbo, mesóclise: é 
o nome que se dá à colocação pronominal no meio do verbo.
208ª Letra D. Ocorre mesóclise no futuro do presente do indicativo ou no futuro do 
pretérito. "diplomas" é objeto direto, logo será substituído pelo oblíquo "os". Na divisão 
do verbo deverá ir até a letra R, acrescenta o pronome e depois completa o restante; 
280 
sendo que neste caso, de acordo com regra própria dos pronomes o R será perdido e um 
L será acrescentado ao pronome ficando neste caso: recebê-los-ão. 
209ª Errado. Por que “separado”, dá ideia de RAZÃO: PELA QUAL. Porque “junto”, une 
orações estabelecendo entre elas uma relação de causa e efeito, este pode ser trocado 
por: POIS. A troca desses porquês implica alteração gramatical. 
210ª Certo. Atenção às regras: Porque = Equivale a POIS, JA QUE, VISTO QUE, Porquê = 
Vem substantivado com um ARTIGO definido ou indefinido, Por que = A) Equivale a 
motivo ou razão B) Equivale a pelas quais, pelos quais, Por quê = A) Equivale a motivo ou 
razão e vem seguido de pontuação. 
211ª Certo. Atenção às regras: Porque = Equivale a POIS, JA QUE, VISTO QUE, Porquê = 
Vem substantivado com um ARTIGO definido ou indefinido, Por que = A) Equivale a 
motivo ou razão B) Equivale a pelas quais, pelos quais, Por quê = A) Equivale a motivo ou 
razão e vem seguido de pontuação. 
212ª Errado. No trecho "qual o motivo porque defendo tal sistema", o porquê está 
empregado de maneira errada, o correto seria: "qual o motivo por que “razão” defendo 
tal sistema. 
213ª Errado. “Por que” equivale a "por qual motivo"; já "porque" equivale a "pois" e 
pode ser uma conjunção coordenativa explicativa ou subordinativa causal ou final 
(substituição incorreta). A correção gramatical do texto não seria mantida caso ocorresse 
essa troca. 
214ª Certo. Pelo qual = proposição + pronome / por que= proposição + pronome. 
215ª Errado. O texto correto seria: A dengue causa apreensão, sobretudo porque em 
todas as regiões do país a temperatura está bastante elevada e, com a chegada das 
chuvas, estará montado o cenário ideal para a proliferação do Aedes aegypti. 
216ª Letra E. Ambas as lacunas devem ser preenchidas com “porque”, pois o “porque” 
(junto e sem acento) é uma conjunção causal ou explicativa, e tem omesmo valor de 
“pois”, “já que”, “visto que”, “uma vez que” ou “em razão de”. 
217ª Letra B. 
a) Faltamos ao compromisso, por que foi necessário. Errado.
O certo seria “porque” (junto e sem acento). O “porque” é uma conjunção causal ou
explicativa, e tem o mesmo valor de “pois”, “já que”, “visto que”, “uma vez que” ou “em
razão de”.
b) Este é o motivo por que decidimos nos afastar. Certo.
281 
Usamos “por que” (separado e sem acento) com o mesmo valor de “pelo qual”, “pelos 
quais”, “pela qual” ou “pelas quais”. 
c) Por quê ninguém compareceu ao exame?. Errado.
O correto seria “por que” (separado e sem acento). O “por que” é usado com o mesmo
valor de “pelo qual”, “pelos quais”, “pela qual” ou “pelas quais”.
d) Desconhecemos o porque de tanta rebeldia. Errado.
O certo seria “porquê” (junto e com acento). O “porquê” é usado como sinônimo das
palavras “razão” e “motivo”.
e) Ele foi excluído do grupo porque?. Errado.
O correto seria “por quê” (separado e com acento). Usamos “por quê” com o sentido de
“por qual razão” ou “por qual motivo”, no final de frase e antes de ponto-final, ponto de
exclamação ou de interrogação.
218ª Errado. A correção gramatical do texto não seria mantida caso a conjunção “pois”
fosse substituída por “por que”. O “por que” (separado e sem acento) é usado com o
mesmo valor de “pelo qual”, “pelos quais”, “pela qual”, “pelas quais”, “por qual razão”
e “por qual motivo”. Caso a conjunção “pois” fosse substituída por “porque” (junto e sem
acento) a correção gramatical do texto seria mantida, visto que, o “porque” é uma
conjunção causal ou explicativa que tem o mesmo valor de “pois”, “já que”, “visto que”,
“uma vez que” ou “em razão de”.
219ª Letra E. A correção gramatical do texto seria mantida se a locução “uma vez que”
fosse substituída pela conjunção “porque”. O “porque” (junto e sem acento) é uma
conjunção causal ou explicativa, e tem o mesmo valor de “pois”, “já que”, “visto que”,
“uma vez que” ou “em razão de”.
220ª Letra C. A alternativa que preenche a lacuna corretamente é a letra (c) “porquê”. O
porquê (junto e com acento) é um substantivo usado como sinônimo das palavras
“razão” e “motivo”.
221ª Errado. A substituição de “Por que” por “Por quê” não manteria a correção
gramatical do texto, pois apenas o “por que” (separado e sem acento) é utilizado para
introduzir uma pergunta. Por outro lado, o “por quê” (separado e com acento) é usado
com o sentido de “por qual razão” ou “por qual motivo”, no final de frase e antes de
ponto-final, ponto de exclamação ou de interrogação.
222ª Letra C. A alternativa que preenche a lacuna corretamente é a letra (c) “porquê”. O
porquê (junto e com acento) é um substantivo usado como sinônimo das palavras
“razão” e “motivo”.
282 
223ª Letra B. Usamos “por que” (separado e sem acento) com o mesmo valor de “pelo 
qual”, “pelos quais”, “pela qual”, “pelas quais”, “por qual razão” e “por qual motivo”. 
Assim sendo, a alternativa (b) “Não sei por que não foram mais chamados na firma” está 
gramaticalmente correta. 
224ª Letra C. A alternativa que preenche as lacunas corretamente é a letra (c) “por que – 
porque”, veja: 
 Usamos “por que” (separado e sem acento) com o mesmo valor de “pelo qual”,
“pelos quais”, “pela qual”, “pelas quais”, “por qual razão” e “por qual motivo”.
 O “porque” (junto e sem acento) é uma conjunção causal ou explicativa, e tem o
mesmo valor de “pois”, “já que”, “visto que”, “uma vez que” ou “em razão de”.
"A ponte pela qual passei era muito estreita. Ele foi embora pois estava cansado." 
225ª Errado. A correção gramatical do texto não seria mantida se o vocábulo “porque” 
fosse substituído por “por que”. O “porque” (junto e sem acento) presente na linha (23) 
tem o mesmo sentido de “pois”. Já o “por que” (separado e sem acento) tem o mesmo 
sentido de “pelo qual”, “pelos quais”, “pela qual”, “pelas quais”, “por qual razão” e “por 
qual motivo”. 
226ª Errado. De fato, no segundo quadrinho, o “Por que” é utilizado sem acento 
circunflexo e separadamente por introduzir uma frase interrogativa, até aqui tudo bem. 
Porém, a questão erra ao afirmar que o termo “Por que” deve ser escrito da mesma 
maneira quando for uma palavra substantivada. O “Porquê” (junto e com acento) é que 
deve ser escrito dessa forma por se tratar de um substantivo, podendo ser acompanhado 
de artigo, pronome, adjetivo ou numeral. 
227ª Letra B. A grafia do vocábulo sublinhado na alternativa (b) está equivocada. A grafia 
correta a ser empregada seria “por que” (separado e sem acento), pois, apresenta o 
mesmo sentido de “pela qual”, veja: A razão pela qual sentimos calafrios é conhecida. 
228ª Letra E. O termo correto a ser empregado na alternativa (e) seria “porquê” (junto e 
com acento), pois o mesmo está substantivado pelo artigo “o” e indica o motivo, a causa 
ou a razão de algo. 
229ª Letra E. O “porque” (junto e sem acento) trata-se de uma conjunção causal ou 
explicativa, e tem o mesmo valor de “pois”, “já que”, “visto que”, “uma vez que” ou “em 
razão de”. Logo, o “porque” (junto e sem acento) poderia ser empregado corretamente 
na alternativa (e) “Os jovens às vezes erram porque (POIS) são muito ansiosos”. 
230ª Errado. O “porque” (junto e sem acento) é uma conjunção que possui o mesmo 
valor de “pois”, “já que”, “visto que”, “uma vez que” ou “em razão de”; e por 
consequência, não poderia ser substituído pelo “por que” (separado e sem acento) que é 
a sequência de uma preposição (por) e um pronome interrogativo (que) que pode ser 
283 
usado para introduzir uma pergunta ou para estabelecer uma relação com um termo 
anterior da oração. 
231ª Letra D. A alternativa que preenche a lacuna corretamente é a letra (d) “por que”, 
pois o “por que” (separado e sem acento) equivale a: “pelo qual”, “pelos quais”, “pela 
qual”, “pelas quais”, “por qual razão” e “por qual motivo”. Ex.: Não sei “por qual 
motivo” escolhi o vestido amarelo. 
232ª Errado. A conjunção “mas” é adversativa, da ideia de oposição. 
233ª Certo. Ambas são conjunções adversativas que ligam duas orações ou palavras, 
expressando ideia de contraste ou compensação. São conjunções adversativas: mas, 
porém, contudo, todavia, entretanto, no entanto, não obstante etc. 
234ª Certo. Colocando a frase na ordem direta da oração fica mais fácil perceber a 
relação de adição tratada na questão. "O renomado escritor Graciliano Ramos foi um 
gestor em busca da eficiência e que agia com extremo zelo com os recursos públicos além 
de ter incorporado conceitos como os da transparência e da impessoalidade”. 
235ª Errado. No 1º parágrafo só existe uma oração absoluta: Continua e sendo, os quais 
juntos formam uma locução verbal, o que caracteriza apenas um verbo. 
236ª Certo. Ambas a palavras são orações coordenadas sindéticas conclusivas, as 
orações conclusivas: ligam a oração anterior a uma oração que expressa ideia de 
conclusão ou consequência. São elas: logo, pois “depois do verbo”, portanto, por 
conseguinte, por isso, assim. Nesse caso se houvesse a substituição a correção gramatical 
do texto seria mantida. 
237ª Certo. A conjunção "mas" pode assumir valor adversativo (conjunção adversativa = 
ideia de contraste) e também de adição quando fizer parte das locuções "mas também" e 
"mas ainda" (conjunção aditiva = ideia de adição, acrescentamento). 
238ª Letra B. As orações coordenadas explicativas indicam uma justificativa ou uma 
explicação referente ao fato expresso na declaração anterior. As conjunções que 
merecem destaque são: que, porque e pois “obrigatoriamente anteposto ao verbo”. 
239ª Letra A. O "pois" é uma orações coordenadas conclusiva, porque além de estar 
posposto ao verbo, ele dá o sentido de conclusão. É possível também substituí-lo por: 
assim, logo e outras conjunções conclusivas. 
240ª Letra C. As orações coordenadas sindéticas explicativas expressam uma explicação 
sobre algo que foi referido anteriormente. As conjunções explicativas que merecem 
destaque são: porque, que, pois, etc. 
241ª Letra A. Na frase

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