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1o Avaliando Aprendizado - AVA1

Lista de questões comentadas sobre avaliação funcional pulmonar: critérios de interrupção do teste de caminhada de seis minutos (por ex. diaforese e câimbras na panturrilha), definição do índice de Tiffeneau (VEF1/CVF) e conceitos de espirometria (CV, CVF, alterações na DPOC).

Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

Durante o teste de caminhada em seis minutos (T6) são utilizadas várias ferramentas para o acompanhamento de alguns sinais ou variáveis fisiológicas que possam apresentar alteração e determinar o rendimento do paciente durante o tempo de sua execução. Existem algumas situações que ocorrem durante o T6 que são utilizadas para a interrupção do teste, como também algumas que servem para a análise do observador, quanto a capacidade de exercício do paciente. Estas condições estão listadas abaixo:
Analisando as descrições acima, assinale a alternativa que indica a interrupção imediata do T6.
I - Escala de Borg em um determinado nível de percepção de esforço (Borg 3)
II - Queda discreta da Saturação de Oxigênio (SatO2%)
III - Diaforese
IV - Contrações fortes, involuntárias e espasmódicas na batata da perna
V - Necessidade de parar por pelo menos de 15 segundos, do avaliado
Apenas V.
Apenas III e IV.
Apenas I, II e V.
Apenas I e II.
Apenas II.

O índice de Tiffeneau, hoje mais titulado como a relação VEF1/CVF, possibilita identificar se um paciente apresenta limitação ao fluxo expiratório ou não. Por ser uma medida relacionada ao tempo e ao volume expirado nesse tempo, é considerado um dos três parâmetros principais da análise do fluxo e volume expiratório durante uma expiração forçada. A definição desse parâmetro remete à avaliação percentual do volume mobilizado no traçado da curva da manobra de CVF.
Podemos então definir a relação VEF1/CVF, como:
O percentual de volume expirado no primeiro segundo de uma expiração máxima forçada em relação ao volume total que ele poderia expirar.
O volume de ar que um indivíduo pode expirar nos primeiros 100 milissegundos de uma expiração forçada.
O volume de ar que um indivíduo pode inspirar tomando como base o primeiro segundo de uma expiração forçada em relação ao que ele poderia inspirar de forma total.
O volume total que um indivíduo pode expirar em relação ao volume inicial que poderia ser expirado.
O volume em percentual que um indivíduo pode expirar a partir dos últimos segundos de uma expiração forçada.

A drenagem autógena é uma técnica de desobstrução brônquica que utiliza um padrão de respiração que envolve volumes pulmonares diferentes durante sua realização. A fase em que ocorre a inspiração do paciente em nível do volume de reserva inspiratório é a (1). Existe uma fase na qual ocorrem inspirações com volumes abaixo do volume corrente denominada (2). Em uma determinada fase, o paciente respira um pouco acima dos valores do volume corrente normal, conhecida como fase (3).
Após a observação do texto incompleto acima, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas (1), (2) e (3):
Fase 2, momento em que ocorre a coleta do muco (1); fase 1, momento em que o muco se desgarra das paredes brônquicas (2); fase 3, momento em que ocorre o preparo para a expulsão do muco (3).
Fase 3, momento em que ocorre o preparo para a expulsão do muco (1); fase 2, momento em que ocorre a coleta do muco (2); fase 1, momento em que o muco se desgarra das paredes brônquicas (3).
Fase 1, momento em que o muco se desgarra das paredes brônquicas (1); fase 2, momento em que ocorre a coleta do muco (2); fase 3, momento em que ocorre o preparo para a expulsão do muco (3).
Fase 1, momento em que o muco se desgarra das paredes brônquicas (1); fase 3, momento em que ocorre o preparo para a expulsão do muco (2); fase 2, momento em que ocorre a coleta do muco (3).
Fase 2, momento em que ocorre a coleta do muco (1); fase 3, momento em que ocorre o preparo para a expulsão do muco (2); fase 1, momento em que o muco se desgarra das paredes brônquicas (3).

Paciente no pós-operatório de cirurgia abdominal, lúcido e orientado no tempo e espaço, sem tosse ou secreção em vias aéreas, fazendo uso de analgésico em razão de dor inesperada na cicatriz cirúrgica, por reação alérgica ao fio utilizado para sutura. Foi recomendado a utilização de espirometria de incentivo durante toda a sua estadia no hospital, até a alta para unidade ambulatorial. A equipe de fisioterapia de plantão optou por iniciar o atendimento imediatamente.
O protocolo e a conduta corretamente realizados estão em uma das alternativas abaixo. Indique-a:
Espirometria de incentivo a volume sem sustentação máxima inspiratória a cada 2 horas, enquanto o paciente estiver acordado.
Espirometria de incentivo a volume com sustentação máxima inspiratória de 3 segundos a cada 1 hora, enquanto o paciente estiver acordado.
Espirometria de incentivo a volume sem sustentação máxima inspiratória a cada 2 horas, enquanto o paciente estiver acordado.
Espirometria de incentivo a fluxo com sustentação máxima inspiratória de 1 a 2 segundos a cada 1 hora, enquanto o paciente estiver acordado.
Espirometria de incentivo a fluxo com sustentação máxima inspiratória de 3 segundos a cada 1 hora, enquanto o paciente estiver acordado.

A palpação é um tipo de exame físico, onde o avaliador usa: a ponta dos dedos, a palma da mão o seu dorso, com o intuito de pesquisa sobre qualquer alteração que possa manualmente ser identificada. Para ser realizada, essa medida exige uma certa destreza, habilidade e bastante sensibilidade, além é claro de treinamento. A atividade muscular respiratória em repouso, pode se avaliada pela palpação, se todos os pré-requisitos anteriormente citados forem atendidos. A palpação da atividade dos músculos escalenos durante o ciclo respiratório basal é de grande valia durante o exame físico.
Assinala a opção que indica como ela pode ser executada.
Colocando as mãos bilateralmente nos ombros, na altura do músculo trapézio, estando o avaliador posicionado atrás do paciente.
Colocando a ponta dos dedos na altura do pescoço, na região lateral, estando o avaliador ao lado do paciente.
Colocando as mãos, com os dedos indicadores na altura das axilas do paciente estando o avaliador posicionado na frente do paciente.
Colocando a mãos nas bases pulmonares, estando o avaliador posicionado atrás do paciente.
Colocando as mãos na região inferior do tórax em nível de suas bases pulmonares, estando o avaliador posicionado à frente do paciente.

O Tempo Expiratório Forçado (TEF) não apresenta relevante valor diagnóstico, quando comparado à CVF, o VEF1 e a relação VEF1/CVF. Porém, sua identificação no traçado gráfico produzido pela espirometria complementa algumas informações, de forma visual, dando bases para uma possível confirmação diagnóstica.
É uma afirmação consistente de ser aceita sobre o TEF:
Na curva volume-tempo, através dele, pode ser observado evidentemente o grau de esforço do paciente.
Seu aumento sempre representa um distúrbio ventilatório.
Representa o tempo entre o final da expiração forçada e o declínio do traçado da curva, durante uma manobra de capacidade vital forçada.
É definido como um tempo gasto desde o VEF1 medido ao final da CVF medida.
Representa o tempo entre o início súbito da expiração forçada e o platô da curva volume-tempo alcançado.

Paciente com frequência respiratória de 30 ciclos por minuto (normal entre 16 - 20), baixo volume corrente em função da alta frequência respiratória, estável clinicamente, lúcido e orientado no tempo e espaço. Embora apresentasse quadro estável, mantinha uma Fio2 que variava entre 88 e 93%. Indicada a oxigenioterapia, o próximo procedimento era a escolha do sistema de entrega de oxigênio.
Esse sistema a ser utilizado, de acordo com as necessidades do paciente, seria:
O sistema de baixo fluxo com cateter nasal.
O sistema de alto fluxo com máscara facial.
O sistema com reservatório utilizando máscara simples.
Nenhuma das opções.
O sistema com reservatório com cânula nasal.

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Questões resolvidas

Durante o teste de caminhada em seis minutos (T6) são utilizadas várias ferramentas para o acompanhamento de alguns sinais ou variáveis fisiológicas que possam apresentar alteração e determinar o rendimento do paciente durante o tempo de sua execução. Existem algumas situações que ocorrem durante o T6 que são utilizadas para a interrupção do teste, como também algumas que servem para a análise do observador, quanto a capacidade de exercício do paciente. Estas condições estão listadas abaixo:
Analisando as descrições acima, assinale a alternativa que indica a interrupção imediata do T6.
I - Escala de Borg em um determinado nível de percepção de esforço (Borg 3)
II - Queda discreta da Saturação de Oxigênio (SatO2%)
III - Diaforese
IV - Contrações fortes, involuntárias e espasmódicas na batata da perna
V - Necessidade de parar por pelo menos de 15 segundos, do avaliado
Apenas V.
Apenas III e IV.
Apenas I, II e V.
Apenas I e II.
Apenas II.

O índice de Tiffeneau, hoje mais titulado como a relação VEF1/CVF, possibilita identificar se um paciente apresenta limitação ao fluxo expiratório ou não. Por ser uma medida relacionada ao tempo e ao volume expirado nesse tempo, é considerado um dos três parâmetros principais da análise do fluxo e volume expiratório durante uma expiração forçada. A definição desse parâmetro remete à avaliação percentual do volume mobilizado no traçado da curva da manobra de CVF.
Podemos então definir a relação VEF1/CVF, como:
O percentual de volume expirado no primeiro segundo de uma expiração máxima forçada em relação ao volume total que ele poderia expirar.
O volume de ar que um indivíduo pode expirar nos primeiros 100 milissegundos de uma expiração forçada.
O volume de ar que um indivíduo pode inspirar tomando como base o primeiro segundo de uma expiração forçada em relação ao que ele poderia inspirar de forma total.
O volume total que um indivíduo pode expirar em relação ao volume inicial que poderia ser expirado.
O volume em percentual que um indivíduo pode expirar a partir dos últimos segundos de uma expiração forçada.

A drenagem autógena é uma técnica de desobstrução brônquica que utiliza um padrão de respiração que envolve volumes pulmonares diferentes durante sua realização. A fase em que ocorre a inspiração do paciente em nível do volume de reserva inspiratório é a (1). Existe uma fase na qual ocorrem inspirações com volumes abaixo do volume corrente denominada (2). Em uma determinada fase, o paciente respira um pouco acima dos valores do volume corrente normal, conhecida como fase (3).
Após a observação do texto incompleto acima, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas (1), (2) e (3):
Fase 2, momento em que ocorre a coleta do muco (1); fase 1, momento em que o muco se desgarra das paredes brônquicas (2); fase 3, momento em que ocorre o preparo para a expulsão do muco (3).
Fase 3, momento em que ocorre o preparo para a expulsão do muco (1); fase 2, momento em que ocorre a coleta do muco (2); fase 1, momento em que o muco se desgarra das paredes brônquicas (3).
Fase 1, momento em que o muco se desgarra das paredes brônquicas (1); fase 2, momento em que ocorre a coleta do muco (2); fase 3, momento em que ocorre o preparo para a expulsão do muco (3).
Fase 1, momento em que o muco se desgarra das paredes brônquicas (1); fase 3, momento em que ocorre o preparo para a expulsão do muco (2); fase 2, momento em que ocorre a coleta do muco (3).
Fase 2, momento em que ocorre a coleta do muco (1); fase 3, momento em que ocorre o preparo para a expulsão do muco (2); fase 1, momento em que o muco se desgarra das paredes brônquicas (3).

Paciente no pós-operatório de cirurgia abdominal, lúcido e orientado no tempo e espaço, sem tosse ou secreção em vias aéreas, fazendo uso de analgésico em razão de dor inesperada na cicatriz cirúrgica, por reação alérgica ao fio utilizado para sutura. Foi recomendado a utilização de espirometria de incentivo durante toda a sua estadia no hospital, até a alta para unidade ambulatorial. A equipe de fisioterapia de plantão optou por iniciar o atendimento imediatamente.
O protocolo e a conduta corretamente realizados estão em uma das alternativas abaixo. Indique-a:
Espirometria de incentivo a volume sem sustentação máxima inspiratória a cada 2 horas, enquanto o paciente estiver acordado.
Espirometria de incentivo a volume com sustentação máxima inspiratória de 3 segundos a cada 1 hora, enquanto o paciente estiver acordado.
Espirometria de incentivo a volume sem sustentação máxima inspiratória a cada 2 horas, enquanto o paciente estiver acordado.
Espirometria de incentivo a fluxo com sustentação máxima inspiratória de 1 a 2 segundos a cada 1 hora, enquanto o paciente estiver acordado.
Espirometria de incentivo a fluxo com sustentação máxima inspiratória de 3 segundos a cada 1 hora, enquanto o paciente estiver acordado.

A palpação é um tipo de exame físico, onde o avaliador usa: a ponta dos dedos, a palma da mão o seu dorso, com o intuito de pesquisa sobre qualquer alteração que possa manualmente ser identificada. Para ser realizada, essa medida exige uma certa destreza, habilidade e bastante sensibilidade, além é claro de treinamento. A atividade muscular respiratória em repouso, pode se avaliada pela palpação, se todos os pré-requisitos anteriormente citados forem atendidos. A palpação da atividade dos músculos escalenos durante o ciclo respiratório basal é de grande valia durante o exame físico.
Assinala a opção que indica como ela pode ser executada.
Colocando as mãos bilateralmente nos ombros, na altura do músculo trapézio, estando o avaliador posicionado atrás do paciente.
Colocando a ponta dos dedos na altura do pescoço, na região lateral, estando o avaliador ao lado do paciente.
Colocando as mãos, com os dedos indicadores na altura das axilas do paciente estando o avaliador posicionado na frente do paciente.
Colocando a mãos nas bases pulmonares, estando o avaliador posicionado atrás do paciente.
Colocando as mãos na região inferior do tórax em nível de suas bases pulmonares, estando o avaliador posicionado à frente do paciente.

O Tempo Expiratório Forçado (TEF) não apresenta relevante valor diagnóstico, quando comparado à CVF, o VEF1 e a relação VEF1/CVF. Porém, sua identificação no traçado gráfico produzido pela espirometria complementa algumas informações, de forma visual, dando bases para uma possível confirmação diagnóstica.
É uma afirmação consistente de ser aceita sobre o TEF:
Na curva volume-tempo, através dele, pode ser observado evidentemente o grau de esforço do paciente.
Seu aumento sempre representa um distúrbio ventilatório.
Representa o tempo entre o final da expiração forçada e o declínio do traçado da curva, durante uma manobra de capacidade vital forçada.
É definido como um tempo gasto desde o VEF1 medido ao final da CVF medida.
Representa o tempo entre o início súbito da expiração forçada e o platô da curva volume-tempo alcançado.

Paciente com frequência respiratória de 30 ciclos por minuto (normal entre 16 - 20), baixo volume corrente em função da alta frequência respiratória, estável clinicamente, lúcido e orientado no tempo e espaço. Embora apresentasse quadro estável, mantinha uma Fio2 que variava entre 88 e 93%. Indicada a oxigenioterapia, o próximo procedimento era a escolha do sistema de entrega de oxigênio.
Esse sistema a ser utilizado, de acordo com as necessidades do paciente, seria:
O sistema de baixo fluxo com cateter nasal.
O sistema de alto fluxo com máscara facial.
O sistema com reservatório utilizando máscara simples.
Nenhuma das opções.
O sistema com reservatório com cânula nasal.

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Acerto: 0,2 / 0,2
Durante o teste de caminhada em seis minutos (T6) são utilizadas várias ferramentas para o
acompanhamento de alguns sinais ou variáveis fisiológicas que possam apresentar alteração e determinar o
rendimento do paciente durante o tempo de sua execução. Existem algumas situações que ocorrem durante
o T6 que são utilizadas para a interrupção do teste, como também algumas que servem para a análise do
observador, quanto a capacidade de exercício do paciente. Estas condições estão listadas abaixo:
I - Escala de Borg em um determinado nível de percepção de esforço (Borg 3)
II - Queda discreta da Saturação de Oxigênio (SatO2%)
III - Diaforese
IV - Contrações fortes, involuntárias e espasmódicas na batata da perna
V - Necessidade de parar por pelo menos de 15 segundos, do avaliado
Analisando as descrições acima, assinale a alternativa que indica a interrupção imediata do T6.
 Apenas V.
Apenas III e IV.
Apenas I, II e V.
Apenas I e II.
Apenas II.
Respondido em 27/10/2023 16:36:18
Explicação:
A interrupção imediata do teste, se baseando nas descrições contidas de I a V acima, são: a diaforese e a
presença de câimbras na panturrilha ou como estritamente descrito; contrações fortes, involuntárias e
espasmódicas na batata da perna. Essa é a recomendação da AMERICAN THORACIC SOCIETY (2002). Por
isso, a alternativa "Apenas III e IV" é a correta. A presença de: Borg 3, falado pelo paciente, diminuição discreta da
SatO2% ou a necessidade de o paciente parar, mesmo que se fosse por mais tempo que o ocorrido, desde que
pudesse continuar; não são motivos para a interrupção imediata do teste. Desta forma, as demais estão
incorretas.
Acerto: 0,2 / 0,2
O índice de Tiffeneau, hoje mais titulado como a relação VEF1/CVF, possibilita identificar se um paciente
apresenta limitação ao fluxo expiratório ou não. Por ser uma medida relacionada ao tempo e ao volume
expirado nesse tempo, é considerado um dos três parâmetros principais da análise do fluxo e volume
expiratório durante uma expiração forçada. A definição desse parâmetro remete à avaliação percentual do
volume mobilizado no traçado da curva da manobra de CVF. Podemos então definir a relação VEF1/CVF,
como:
 O percentual de volume expirado no primeiro segundo de uma expiração máxima forçada em relação
ao volume total que ele poderia expirar.
O volume de ar que um indivíduo pode expirar nos primeiros 100 milissegundos de uma expiração
forçada.
O volume de ar que um indivíduo pode inspirar tomando como base o primeiro segundo de uma
expiração forçada em relação ao que ele poderia inspirar de forma total.
O volume total que um indivíduo pode expirar em relação ao volume inicial que poderia ser expirado.
O volume em percentual que um indivíduo pode expirar a partir dos últimos segundos de uma
expiração forçada.
Respondido em 27/10/2023 16:40:15
Explicação:
 Questão1a
 Questão2a
O índice de Tiffeneau representa, na verdade, o percentual de volume expirado em um segundo, daquele que
seria expirado em 6 segundos ou mais, durante uma manobra de CVF. 
Acerto: 0,2 / 0,2
O teste de função pulmonar, também conhecido por espirometria, faz parte da rotina do fisioterapeuta que
atua na reabilitação pulmonar. Este exame proporciona um melhor direcionamento ao programa de
reabilitação assim como proporciona evidenciar a evolução do paciente. Neste sentido, analise a imagem
abaixo e assinale a afirmativa correta:
Especificamente, a fração da capacidade vital que pode ser expirada no primeiro segundo
VEF1/CVF, pode ser utilizada para diferenciar algumas doenças pulmonares. Se ≥80% da CVF
considera-se deficiência obstrutiva restritiva crônica.
Nos pacientes com DPOC, o VEF1 costuma ser igual a CVF pois os mesmos possuem uma maior
CVF, o que predispõe a um melhor Pico de Fluxo Expiratório (PFE).
 Em pacientes com doenças pulmonares obstrutivas, como na doença pulmonar obstrutiva crônica
(DPOC), tanto CVF quanto VEF1 são menores se comparados com indivíduos normais.
Nestes pacientes a CVF diminui mais do que o VEF1. Assim, a VEF1/CFV também aumenta, o que é
típico em casos de obstrução das vias aéreas, a qual apresenta maior resistência ao fluxo expiratório
de ar.
A Capacidade Vital (CV) é o volume que pode ser expirado seguindo uma expiração máxima. A
Capacidade Vital Forçada (CVF) é o volume total de ar que pode ser expirado forçadamente após
uma inspiração máxima.
Respondido em 27/10/2023 16:42:22
Explicação:
Em pacientes com doenças pulmonares obstrutivas, como na doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), ocorre
uma redução e destruição do parênquima alveolar, e que desencadeia o aprisionamento aéreo nos espaços
aéreos distais pulmonares. Em relação a Capacidade Vital (CV), é o volume que pode ser expirado seguido de
uma inspiração máxima e não de uma expiração. Capacidade Vital Forçada (CVF) e o Volume de Ar expirado
forçadamente no primeiro segundo (VEF1) são parâmetros utilizados para a avaliação dos pacientes com doenças
pulmonares. Em pacientes saudáveis a VEF1/CVF é de aproximadamente 0,8, o que significa que 80% da
capacidade vital, enquanto em situações patológicas como, nas doenças pulmonares crônicas esses valores são
≤80% da CV, caracterizando obstrução. Nesta condição clínica, com a progressão da doença, tanto CVF quanto
VEF1 serão menores comparados com indivíduos normais, mas VEF1 possui uma tendência a diminuir mais do
que a CVF. Logo se há diminuição da CVF consequentemente terá um menor pico de fluxo expiratório (PFE).
Acerto: 0,2 / 0,2
A drenagem autógena é uma técnica de desobstrução brônquica que utiliza um padrão de respiração que
envolve volumes pulmonares diferentes durante sua realização. A fase em que ocorre a inspiração do
paciente em nível do volume de reserva inspiratório é a (1). Existe uma fase na qual ocorrem inspirações
 Questão3a
 Questão4a
com volumes abaixo do volume corrente denominada (2). Em uma determinada fase, o paciente respira um
pouco acima dos valores do volume corrente normal, conhecida como fase (3).
Após a observação do texto incompleto acima, assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas
(1), (2) e (3):
Fase 2, momento em que ocorre a coleta do muco (1); fase 1, momento em que o muco se desgarra
das paredes brônquicas (2); fase 3, momento em que ocorre o preparo para a expulsão do muco (3).
 Fase 3, momento em que ocorre o preparo para a expulsão do muco (1); fase 2, momento em que
ocorre a coleta do muco (2); fase 1, momento em que o muco se desgarra das paredes brônquicas
(3).
Fase 1, momento em que o muco se desgarra das paredes brônquicas (1); fase 2, momento em que
ocorre a coleta do muco (2); fase 3, momento em que ocorre o preparo para a expulsão do muco (3).
Fase 1, momento em que o muco se desgarra das paredes brônquicas (1); fase 3, momento em que
ocorre o preparo para a expulsão do muco (2); fase 2, momento em que ocorre a coleta do muco (3).
Fase 2, momento em que ocorre a coleta do muco (1); fase 3, momento em que ocorre o preparo
para a expulsão do muco (2); fase 1, momento em que o muco se desgarra das paredes brônquicas
(3).
Respondido em 27/10/2023 16:44:35
Explicação:
Na drenagem autógena, o muco é desprendido da parede brônquica na fase 1; a seguir, é coletado e sofre a
evacuação, que representa o momento de preparo desse muco para ser liberado pela tosse. É na fase 3 que
ocorrem inspirações em nível do volume de reserva inspiratório, não na fase 1, tampouco na fase 2.
Acerto: 0,2 / 0,2
Paciente no pós-operatório de cirurgia abdominal, lúcido e orientado no tempo e espaço, sem tosse ou
secreção em vias aéreas, fazendo uso de analgésico em razão de dor inesperada na cicatriz cirúrgica, por
reação alérgica ao fio utilizado para sutura. Foi recomendado a utilização de espirometria de incentivo
durante toda a sua estadia no hospital, até a alta para unidade ambulatorial. A equipe de fisioterapia de
plantão optou por iniciar o atendimento imediatamente. O protocolo e a conduta corretamente realizados
estão emuma das alternativas abaixo. Indique-a:
Espirometria de incentivo a volume sem sustentação máxima inspiratória a cada 2 horas, enquanto o
paciente estiver acordado.
 Espirometria de incentivo a volume com sustentação máxima inspiratória de 3 segundos a cada 1
hora, enquanto o paciente estiver acordado.
Espirometria de incentivo a volume sem sustentação máxima inspiratória a cada 2 horas, enquanto o
paciente estiver acordado.
Espirometria de incentivo a fluxo com sustentação máxima inspiratória de 1 a 2 segundos a cada 1
hora, enquanto o paciente estiver acordado.
Espirometria de incentivo a fluxo com sustentação máxima inspiratória de 3 segundos a cada 1 hora,
enquanto o paciente estiver acordado.
Respondido em 27/10/2023 16:48:34
Explicação:
O paciente apresenta dor na cicatriz cirúrgica e, portanto, a necessidade de gerar um fluxo mais rápido e a
possibilidade deste, inicialmente turbulento, gerar episódios de tosse desnecessariamente já que o paciente não
apresenta secreção, desaconselharia o uso de espirometria de incentivo neste momento. Portanto, esses fatores
são cruciais para não se optar pelas alternativas A e D. A sustentação máxima inspiratória (SMI) é o padrão chave
para manter os alvéolos abertos e não pode ser excluída da terapia. Deste modo, as alternativas B e E são
também desaconselhadas. A pausa inspiratória deve ser de no mínimo 3 segundos durante a manobra de SMI. O
paciente deve realizar a terapia a cada hora, enquanto estiver em vigília até a sua alta hospitalar, é o que manda o
protocolo da AARC.
 Questão5a
Acerto: 0,2 / 0,2
Sobre o modo assistido-controlado para o uso do BiPAP, assinale a alternativa correta:
Independentemente do esforço do paciente, é o ventilador que controla todo o ciclo respiratório.
 Este modo é indicado para aqueles pacientes que possuem um menor drive respiratório.
Neste modo, o ventilador cicla entre a inspiração e expiração de acordo com o ajuste determinado
pelo terapeuta.
Não existe a necessidade de ajuste da pressão inspiratória positiva (IPAP) e da pressão expiratória
positiva (EPAP).
Neste modo, é obrigatório ajustar frequência respiratória (FR) e a relação tempo inspiratório/tempo
expiratório.
Respondido em 27/10/2023 16:56:06
Explicação:
No modo assistido controlado, existe a necessidade do ajuste da pressão inspiratória positiva (IPAP) e da pressão
expiratória positiva (EPAP), e também de uma frequência de segurança. Afirma-se que este é indicado para
aqueles pacientes que possuem um menor drive respiratório, sendo esta assertiva verdadeira. Nesta modalidade,
o ventilador cicla entre inspiração e expiração, de acordo com o esforço do paciente, mas o ventilador cicla
automaticamente se o paciente não iniciar a inspiração dentro de um intervalo de tempo predeterminado; logo, a
assertiva D está incorreta ao firmar que o controle do ciclo é feito pelo terapeuta. O modo que precisa ajustar a FR
e a relação tempo inspiratório/tempo expiratório é o modo controlado.
Acerto: 0,2 / 0,2
A palpação é um tipo de exame físico, onde o avaliador usa: a ponta dos dedos, a palma da mão o seu
dorso, com o intuito de pesquisa sobre qualquer alteração que possa manualmente ser identificada. Para ser
realizada, essa medida exige uma certa destreza, habilidade e bastante sensibilidade, além é claro de
treinamento. A atividade muscular respiratória em repouso, pode se avaliada pela palpação, se todos os pré-
requisitos anteriormente citados forem atendidos. A palpação da atividade dos músculos escalenos durante
o ciclo respiratório basal é de grande valia durante o exame físico. Assinala a opção que indica como ela
pode ser executada.
 Colocando as mãos bilateralmente nos ombros, na altura do músculo trapézio, estando o avaliador
posicionado atrás do paciente
Colocando a ponta dos dedos na altura do pescoço, na região lateral, estando o avaliador ao lado do
paciente
Colocando as mãos, com os dedos indicadores na altura das axilas do paciente estando o avaliador
posicionado na frente do paciente
Colocando a mãos nas bases pulmonares, estando o avaliador posicionado atrás do paciente
Colocando as mãos na região inferior do tórax em nível de suas bases pulmonares, estando o
avaliador posicionado à frente do paciente
Respondido em 27/10/2023 17:23:30
Explicação:
Os escalenos há muito tempo foram considerados como músculos acessórios da respiração. Atualmente, é
reconhecida sua atividade durante a respiração normal, logo eles são músculos principais presentes no ato
respiratório basal. Para avaliar sua atividade, coloca-se ambas as mãos na região do músculo trapézio e analisa
se existe atividade muscular. Como não pode ser detectada a sua atividade em repouso, se o avaliador perceber
contração destes músculos, dever-se-ia pensar em aumento do trabalho respiratório. Desta forma, a alternativa
"Colocando as mãos bilateralmente nos ombros, na altura do músculo trapézio, estando o avaliador posicionado
atrás do paciente" é a correta. Ao realizar a palpação, com a ponta dos dedos, na face lateral do pescoço, almeja-
se avaliar a atividade do esternocleidomastoideo é não dos escalenos. Sendo assim a alternativa "Colocando a
ponta dos dedos na altura do pescoço, na região lateral, estando o avaliador ao lado do paciente" não está
correta. As alternativas demais alternativas estão incorretas, tem por objetivo a avaliação da expansibilidade
torácica e não da atividade muscular.
 Questão6a
 Questão7a
Acerto: 0,2 / 0,2
O Tempo Expiratório Forçado (TEF) não apresenta relevante valor diagnóstico, quando comparado à CVF, o
VEF1 e a relação VEF1/CVF. Porém, sua identificação no traçado gráfico produzido pela espirometria
complementa algumas informações, de forma visual, dando bases para uma possível confirmação
diagnóstica. É uma afirmação consistente de ser aceita sobre o TEF:
Na curva volume-tempo, através dele, pode ser observado evidentemente o grau de esforço do
paciente.
Seu aumento sempre representa um distúrbio ventilatório.
Representa o tempo entre o final da expiração forçada e o declínio do traçado da curva, durante uma
manobra de capacidade vital forçada.
É definido como um tempo gasto desde o VEF1 medido ao final da CVF medida.
 Representa o tempo entre o início súbito da expiração forçada e o platô da curva volume-tempo
alcançado.
Respondido em 27/10/2023 17:24:56
Explicação:
O TEF nem sempre representa a presença de anormalidades funcionais, pois, durante a manobra de CVF a ser
realizada por um indivíduo, essa pessoa pode iniciar o ato expiratório de forma um pouco lenta e com o esforço
exigido inadequado. Nesse caso, se o parâmetro for analisado através da curva-volume-tempo, o início lento e
como baixo esforço não será detectado e o TEF se mostrará mais longo.
Acerto: 0,2 / 0,2
A asma pode ser desencadeada por inúmeros fatores, sendo em muitos casos de origem alérgica. Diante
disto, assinale a alternativa correta.
A asma ocorre apenas por origem alérgica.
A asma alérgica, é o tipo de asma menos comum e se inicia na vida adulta sendo desencadeada
exclusivamente por alérgenos ambientais.
O exercício físico não pode ser considerado como fator desencadeante de asma.
Na asma alérgica podem não leva a broncoespasmo.
 Pacientes com asma alérgica podem ter crises desencadeadas por fatores ambientais, como a
exposição a poluentes atmosféricos
Respondido em 27/10/2023 17:26:17
Explicação:
A asma alérgica, é tipo o mais comum, caracterizado pela sensibilização a alérgenos e ativação imune, que na
maior parte dos casos, se inicia na infância e que uma predisposição alérgica pode desempenhar um papel
etiológico importante. Ainda, quando se cita a etiologia da asma, alguns casos podem ocorrer de forma induzida
pelo exercício ou pelo uso de substâncias como cigarro. Pacientes com asma alérgica podem ter crises
desencadeadas por fatores ambientais, como a exposição a poluentes atmosféricos.
Acerto: 0,2 / 0,2
 Questão8a
 Questão9a
 Questão10a
Paciente com frequência respiratóriade 30 ciclos por minuto (normal entre 16 - 20), baixo volume corrente
em função da alta frequência respiratória, estável clinicamente, lúcido e orientado no tempo e espaço.
Embora apresentasse quadro estável, mantinha uma Fio2 que variava entre 88 e 93%. Indicada a
oxigenioterapia, o próximo procedimento era a escolha do sistema de entrega de oxigênio. Esse sistema a
ser utilizado, de acordo com as necessidades do paciente, seria:
O sistema de baixo fluxo com cateter nasal.
 O sistema de alto fluxo com máscara facial.
O sistema com reservatório utilizando máscara simples.
Nenhuma das opções.
O sistema com reservatório com cânula nasal.
Respondido em 27/10/2023 17:28:34
Explicação:
O sistema de alto fluxo é indicado para pacientes estáveis que necessitam de confiáveis concentrações menores
de oxigênio. Parece ser esse o quadro apresentado pelo paciente e, portanto, a alternativa correta é a que indica
o sistema de alto fluxo com máscara facial. Os outros sistemas não são indicados ou são desnecessários. O
sistema de baixo fluxo oferta invariáveis Fio2 e, portanto, estando o paciente com alta frequência respiratória e
baixo volume corrente, esses fatores levariam a uma grande variação da fração inspirada de oxigênio. Devemos
lembrar que, como existe grande variação da Fio2 apresentada pelo paciente, este necessitaria de um dispositivo
que ofertasse Fio2 constante e confiável, o que não é o caso do sistema de baixo fluxo com cânula ou cateter
nasal. Os sistemas com reservatório devem ser indicados para pacientes que necessitam de elevadas
concentrações de oxigênio ou estejam em quadros emergenciais, quer com cânula nasal quer com máscara
simples. Este não é o caso do paciente descrito no enunciado.

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