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Prótese Parcial Removível William Santos @odontocomwill Licensed to Luiz Eduardo Nunes de Sá - eduardonunes39@outlook.com - 15382860688 William Santos @odontocomwill 1 Conteúdos Tabela sequência dos procedimentos (pág. 2) Consulta inicial – anamnese e moldagem de estudo (pág. 3) Estrutura metálica (pág. 11) Registro das relações maxilomandibulares (pág. 12) Seleção dos dentes artificiais (pág. 14) Montagem dos dentes em cera (pág. 15) Prova dos dentes em boca (pág. 16) Instalação (pág. 17) Confecção dos Nichos (pág. 18) Tipos de grampos (pág. 20) Selas e Conectores (pág. 25) Referências (pág. 28) Avaliação das condições dos dentes pilares (pág. 3 Prova da estrutura metálica (pág. 10) Tratamento prévio (pág. 3) Confecção da moldeira individual (pág. 11) Molde ideal (pág. 4) Assentamento final (pág. 11) Desinfecção (pág. 4) Delineamento do modelo de estudo (pág. 6) Preparo de boca e moldagem de trabalho (pág. 6) Restauração em resina (pág. 7) Classificação de Kennedy (pág. 8) Regras de Applegate (pág. 9) Licensed to Luiz Eduardo Nunes de Sá - eduardonunes39@outlook.com - 15382860688 William Santos @odontocomwill 2 TABELA SEQUÊNCIA DOS PROCEDIMENTOS Procedimentos a serem executados 1° SESSÃO 2° SESSÃO 3° SESSÃO 4° SESSÃO 5° SESSÃO 6° SESSÃO 7° SESSÃO Exame clínico Exame radiográfico Moldagem anatômica Obtenção e análise do modelo de estudo. Delineamento do modelo de estudo Planejamento na folha Preparo dos pilares: confecção de nichos es desgastes a partir do modelo, plano guia, área retentiva, adequação do equador protético Obtenção do modelo de trabalho. Planejamento da estrutura metálica e preparo de guias de transferência Confecção de estrutura metálica Prova da estrutura. Registro das relações maxilomandibulares, montagem no asa Seleção e montagem dos dentes. Prova de dentes em boca Acrilagem. Instalação Proservação Licensed to Luiz Eduardo Nunes de Sá - eduardonunes39@outlook.com - 15382860688 Consulta inicial – anamnese e moldagem de estudo William Santos @odontocomwill 3 Exame clínico e radiográfico: Exame extraoral: Avaliação das condições dos dentes pilares: Exame radiográfico: Dente com mobilidade: Tratamento prévio: Durante a anamnese, os objetivos iniciais do cirurgião dentista é de conhecer o perfil do paciente, buscando avaliar a existência de qualquer problema de saúde sistêmicos, locais ou até mesmo algum problema físico que possa afetar o tratamento deste paciente. Nessa etapa de exame clínico, devem ser anotados todas as informações pertinentes do usuário, registrando tudo em sua ficha clínica (incluindo a história do paciente e sua expectativa deste com relação ao tratamento). alguns aspectos como a assimetria facial, forma do rosto, as condições da articulação temporomandibular devem ser observadas. Já durante o exame intraoral deve-se avaliar como se encontra os tecidos moles do paciente, palpar a musculatura deste, a altura do rebordo (se este é alto, normal ou reabsorvido), o tipo de mucosa (flácida, rígida ou compressível) e a distância da margem gengival até o assoalho bucal, de forma a planejar o tipo de conector esse paciente pode precisar. procurando como se encontra o suporte ósseo e periodontal desses dentes, se estes possuem mobilidade, a integridade das superfícies coronárias dos dentes remanescentes, o número e distribuição dos dentes que ainda residem na cavidade bucal e algumas alterações da oclusão (plano oclusal também deve ser observado e registrado). Caso o paciente já possua uma PPR ou já tenha usado, todas as informações de uso e condições das próteses antigas devem ser obtidas. Após esses procedimentos, ainda deve ser realizado os exames radiográficos (periapicais) dos dentes pilares com o intuito de determinar a proporção coroa/raiz dos dentes remanescentes e condição do tecido ósseo associado. Caso o dente pilar já tenha sofrido uma obturação, o exame radiográfico também irá indicar a qualidade deste canal. Além disso podemos solicitar uma radiografia panorâmica com o intuito de obter mais informações a respeito de alguma alteração nos ossos maxilares que possam ser de extrema importância para o diagnóstico e planejamento terapêutico do caso. caso o elemento dental possua alguma mobilidade, não necessariamente ele será contraindicado para ser utilizado como pilar, sugere apenas cuidados adicionais que devem ser tomados durante o planejamento e execução da PPR com o intuito de conseguir melhores condições de estabilização. Fotografias pré-tratamento: Durante a essa etapa de anamnese, pode-se realizar fotografias do paciente, tanto frontal quanto de perfil, para futuras comparações e arquivamento do estado pré-tratamento. De posse dos achados clínicos e radiográficos pode se fazer necessária a realização de algum tratamento prévio, como raspagem, alisamento coronário, endodontia, cirurgia e restauração preparo pré-protética, para adequar a cavidade oral com o intuito de começar a reabilitação propriamente dita. Licensed to Luiz Eduardo Nunes de Sá - eduardonunes39@outlook.com - 15382860688 Desinfecção: Idealmente, o molde de alginato deve ser vazado imediatamente após o ato de moldagem, lavagem em água corrente e desinfecção. Depois de ter sido aprovado, este ser lavado em água corrente para remover qualquer tipo de saliva ou possíveis traços de sangue. Após o processo de lavagem, o molde deve ser borrifado com hipoclorito de sódio a 1% ou glutaraldeído a 2%, e acondicionado em algum recipiente ou saco plástico fechado por 10 minutos. Após esse tempo o desinfetante deve ser removido para lavagem em água corrente. William Santos @odontocomwill 4 OBS: caso a PPR seja para um modelo inferior (mandibular), é importante que a medida da distância do assoalho da boca até as margens gengivais dos dentes inferiores seja obtida na boca do paciente e não no modelo de gesso, uma vez que no modelo pode haver alterações em comparação ao da boca do paciente. Durante a escolha da moldeira, vale a pena ressaltar que está deve ser escolhida de acordo a extensão e profundidade do rebordo, iniciado as tentativas a partir do tamanho médio, e está deve recobrir toda a extensão do rebordo deixando 2 a 3 mm de espaço livre em todos os sentidos. Como material de moldagem, o hidrocoloide irreversível (alginato) está adequado para uso neste momento, e o mesmo deve ser utilizado de acordo as especificações do fabricante. Escolha da moldeira: Moldagem de estudo: O próximo procedimento a ser realizado ainda nessa etapa da primeira consulta clínica é a moldagem de estudo, por meio de moldeiras perfuradas pré-fabricadas. A moldagem preliminar ou de estudo irá visar obter o modelo anatômico que contenha informações tais quais anatomia dos dentes e os rebordos residuais, que servirão para a avaliação da oclusão, avaliação no delineador, ajudará na montagem em articulador semiajustável, confecção de moldeiras individuais (quando necessário) e planejamento da estrutura metálica da prótese. Molde ideal: O molde para ser considerado ideal, deve atender a algumas demandas tais quais bordas arredondadas, espessura uniforme do material de moldagem, superfície do material distribuído uniformemente na moldeira, correta centralização e reprodução detalhada da anatomia do rebordo residual e dos dentes remanescentes. Caso o modelo possua bolhas em áreas críticas, ou extensão limitada ou até mesmo deslocamento do material da moldeira, é fortemente aconselhado repetir o procedimento de moldagem. Licensed to Luiz Eduardo Nunes de Sá - eduardonunes39@outlook.com - 15382860688 Materiais a serem utilizados: Kit clínico, sonda OMS, esfigmomanômetro, estetoscópio, filme radiográfico (radio periapical dos dentes pilares), colgaduras para RX, alginato, dosador para alginato (pó/liq), moldeiras, gral de borracha,espátula plástica e metálica, faca para gesso III e IV, faca para gesso, articulador, cera 7, cera de utilidade, espátula lecron, lamparina, álcool 96, isqueiro, hipoclorito de sódio a 1% ou glutaraldeído a 2% (desinfecção do molde), recipiente ou saco plástico para acondicionamento do modelo de estudo. William Santos @odontocomwill 5 Vazamento do gesso: Após o paciente ser liberado, o vazamento dos moldes deve ser feito com gesso pedra. A manipulação do gesso deve ser feita com observância da proporção água e pó fornecidos pelo fabricante. O vazamento deve ser feito sob vibração, colocando-se pequenas porções de gesso, que por sua vez deve fluir por todo o molde e novas porções de gesso devem ser colocadas apenas nas áreas onde o gesso já penetrou, para evitar a inclusão de bolhas de ar. A parte crítica da impressão (dentes e rebordo) pode ser preenchida com gesso tipo III ou IV, pode adicionar o gesso de base (gesso pedra tipo III), tomando sempre cuidado de hidratar o modelo já vazado, preferencialmente em água gessada. O modelo deve ser removido do molde após presa final do gesso, cerca de 45 a 60 minutos após o vazamento. Licensed to Luiz Eduardo Nunes de Sá - eduardonunes39@outlook.com - 15382860688 Delineador: O delineador é uma peça fundamental para se obter sucesso na construção da PPR, pois ele permite que um braço vertical estabeleça contato com os dentes e as cristas do rebordo do modelo dentário, de forma que se possam identificar as superfícies paralelas e os pontos de contorno máximo, denominadas linhas equatoriais. Os passos para a correta execução do delineamento são: William Santos @odontocomwill 6 Delineamento do modelo de estudo: É um procedimento de diagnostico que tem por característica, coletar as informações a respeito da forma e contorno dos dentes pilares e tecidos adjacentes. Com essas informações fica possível o planejamento dos preparos que terão de ser realizados nos dentes pilares da PPR. Serve também para estudar e avaliar o paralelismo ou sua ausência entre as superfícies dentais entre si, e entre os dentes e o rebordo ósseo a ser utilizado como suporte. Delineamento do modelo de estudo 1. Definir a trajetória de inserção paralela ao plano oclusal; 2. Fixar a mesa e registrar a posição selecionada; 3. Posicionar o grafite na bainha e fixar o conjunto no mandril; 4. Movimentar a mesa e o grafite, acompanhando a gengiva marginal; 5. Demarcar os equadores protéticos dos dentes remanescentes que servirão de pilares; 6. Fazer a análise dos efeitos protéticos dos retentores e desenho preliminar da PPR, e calibrar os modelos. Pontas do delineador: No conjunto de pontas do delineador, são encontrados calibradores de 0,225 mm, 0,5 mm e 0,75 mm, a seleção do calibrador a ser utilizado dependerá do tipo de liga com a qual a estrutura metálica será fundida e da retenção desejada, quanto mais maleável for a liga, maior o diâmetro deverá ter o calibrador. Licensed to Luiz Eduardo Nunes de Sá - eduardonunes39@outlook.com - 15382860688 Preparo de boca e moldagem de trabalho: Restauração em resina: Nicho lingual: Nicho sem dentes posteriores: OBS: O preparo de boca específico para PPR, é guiado pelo delineamento: planos-guia, área retentiva, adequação do equador protético e confecção de nichos. Ele é responsável por alterações da forma e do contorno dos dentes pilares, para proporcionar o melhor direcionamento das forças advindas da mastigação e da trajetória de inserção e remoção, e tem a finalidade de promover retenção, estabilidade e suporte à prótese. É interessante buscar a confecção de nichos regulares sendo necessária a confecção de uma restauração com resina composta, aumentando o tamanho do cíngulo para em seguida, o nicho ser preparado. devem apresentar forma de degrau com o longo eixo do dente no sentido mesiodistal e sentido proximal. devem apresentar forma triangular arredondada, com o vértice voltado para o centro do dente e a parte mais larga voltada para a proximal. No sentido vestíbulo lingual deve envolver metade da distância entre as pontas das cúspides vestibular e lingual. No sentido mesiodistal, deve estender-se até metade da raiz em dentes monorradiculares e em dentes com mais de uma raiz, abranger pelo menos uma delas. A profundidade deve ser de 1,5mm. Todo preparo deve ser realizado em esmalte por se tratar de um preparo para instalação de uma prótese removível. Para que seja corretamente delineado, deverá conter uma perfeita definição dos dentes e tecidos moles de modo a possibilitar a avaliação da inclinação dos dentes e da capacidade retentiva dos futuros grampos. Modelo de trabalho: O modelo de trabalho é obtido através de um molde realizado após o preparo final da boca do paciente, e tem a finalidade de orientar o protético na construção da PPR. William Santos @odontocomwill 7 Zona retentiva do dente: A partir da determinação do equador protético é possível estabelecer a zona retentiva do dente. Área esta que deverá receber a ponta retentiva do grampo. Licensed to Luiz Eduardo Nunes de Sá - eduardonunes39@outlook.com - 15382860688 Modelo de trabalho: Materiais a serem utilizados: O modelo de trabalho é obtido através de um molde realizado após o preparo final da boca do paciente, e tem a finalidade de orientar o protético na construção da PPR. Silicone de condensação, alginato, grau de borracha, espátula plástica e metálica, moldeira, modelo de trabalho vazado com gesso especial tipo IV, planos guia, lamparina, álcool 96, régua fox, escova de robson, caneta de baixa rotação, caneta de alta rotação, brocas diamantadas 2131 ou 2130, cera 7, cimento provisório, resina composta, espátula de inserção de resina, adesivo, ácido, microbrush (em casos de necessidade de aumentar o cíngulo para confecção dos nichos nos dentes pilares com resina composta), disco calibrador de 0,25 mm (áreas retentivas), moldeira individual, broca maxicut, disco carborundum ou disco diamantado e com o auxílio de um lápis cópia, godiva de baixa fusão, espátula Lecron, adesivo, pasta ou elastômero, hipoclorito de sódio a 1% ou glutaraldeído a 2% (desinfecção do molde). William Santos @odontocomwill 8 Classificação de Kennedy Classe I: a arcada dentária apresenta o desdentamento bilateral, ou seja, dos dois lados. Além disso, a área atingida é a posterior aos dentes remanescentes; Classe II: a arcada dentária apresenta o desdentamento unilateral, ou seja, em apenas um lado. Assim, como na classe I, a área afetada é a posterior aos dentes remanescentes Licensed to Luiz Eduardo Nunes de Sá - eduardonunes39@outlook.com - 15382860688 Classe III: a arcada dentária apresenta o desdentamento unilateral. No entanto, a área desdentada é intercalada com dentes remanescentes. Ainda, pode acontecer tanto na parte posterior como na anterior; William Santos @odontocomwill 9 Classe IV: a arcada dentária apresenta o desdentamento bilateral. Além disso, atinge a parte anterior aos dentes remanescentes. Percebe-se que o desdentamento cruza a linha média Regras de Applegate: Uma década depois, ou seja, em 1935, um outro estudioso, Applegate, sugeriu algumas regras para controlar a aplicação das classificações de Kennedy na área da odontologia. No total, são 8 regras que estabelecem: 1. A área desdentada posterior é a responsável por determinar a classificação; 2. Quando um paciente passa por qualquer extração dentária, a classificação deve ser determinada depois do procedimento; 3. Nas situações em que há ausência do terceiro molar e ele não é substituído, não é feito a inclusão dele durante a classificação; 4. Nas situações em que há presença do terceiro molar e ele for utilizado como suporte, é feito a inclusão dele durante a determinação da classificação; 5. Nas situações em que há ausência do segundo molar- e ele não é substituído- não éfeito a inclusão dele durante a classificação; 6. São consideradas modificações as áreas desdentadas que são adicionais. Neste caso, elas são subdivididas por números; 7. As extensões dessas áreas de modificações não são consideradas durante a classificação; 8. A classe IV não considera as áreas de modificações. Licensed to Luiz Eduardo Nunes de Sá - eduardonunes39@outlook.com - 15382860688 William Santos @odontocomwill 10 Planejamento de estrutura metálica: O planejamento é definido com procedimento de coleta de dados precisa e abrangentes, visando informar o estado de saúde bucal dos pacientes. Através de informações obtidas, torna-se possível diagnosticar os problemas e elaborar o plano de tratamento afim de se obter um melhor prognostico. Assim, no modelo de trabalho deverá haver uma representação gráfica da estrutura metálica mentalmente planejada, com todos os elementos constituintes da PPR: apoios; grampos; conectores maiores; selas e conectores menores. Desenho: Prova da estrutura metálica: O desenho da estrutura metálica planejada deve ser enviado juntamente com o modelo de trabalho, no modelo de estudo e/ou na requisição do laboratório. Nesse passo, deve-se conferir primeiro o desenho da estrutura metálica no modelo, procurando achar uma harmonia entre o modelo de estudo e o desenho. Após feito isso, deve- se avaliar como foram feitos o acabamento e o polimento da estrutura metálica no modelo, estando sempre atento se há áreas no gesso desgastadas, pois estas podem indicar que estruturas rígidas estão em áreas retentivas. Estrutura metálica Ajuste na estrutura metálica: Para ajustar essa estrutura metálica da PPR, o cirurgião dentista deve ser capaz de identificar algumas áreas de interferência e compressão por meio de evidenciadores (como carbono líquido, entre outros), este deve ser aplicado a estrutura nas superfícies de contato com os dentes em uma fina e uniforme camada. Vale lembrar que a estrutura nunca deve ser forçada ao local caso encontre alguma resistência significativa. Durante a prova da estrutura na boca do paciente, deve ser observado se sua inserção e remoção coincide com a trajetória proposta e predeterminada pelo delineamento, tendo atenção também no assentamento total dos apoios sobre os nichos. Licensed to Luiz Eduardo Nunes de Sá - eduardonunes39@outlook.com - 15382860688 William Santos @odontocomwill 11 Confecção da moldeira individual: Depois de verificada a adaptação da estrutura metálica, esta deve ser desinfetada e retornar ao modelo de trabalho para a confecção da moldeira individual sobre a grade da estrutura metálica. Assentamento final: Um alívio com cera 7 deve ser realizado sobre o modelo previamente isolado, na região correspondente ao espaço protético, com prévio isolamento desta área do modelo. Após isso, a sela metálica deve ser aquecida e colocada em posição sobre o modelo até ́ o seu assentamento final. A cera que ficará contida nas grades da sela deve ser removida para aumentar a retenção da resina acrílica autopolimerizável, a qual deve ser manipulada e acomodada sobre o modelo 2 mm aquém da área chapeável, com a estrutura metálica em posição. Materiais a serem utilizados: Estrutura metálica da PPR, agentes evidenciadores como: carbono líquido, corretivos brancos à base de água e pastas indicadoras de pressão, hipoclorito de sódio a 1% ou glutaraldeído a 2% (desinfecção do molde), isqueiro, álcool 96, lamparina, cera 7, resina acrílica autopolimerizável (pó/liq), pote paladon de vidro, modelo de trabalho, vaselina líquida, pincel, pote dappen, espátula número 36, dosador, brocas, articulador, escala de cores para dentes de acrílico, moldeira individual, broca maxicut, disco carborundum ou disco diamantado e com o auxílio de um lápis cópia, godiva de baixa fusão, espátula Lecron, adesivo, pasta ou elastômero, hipoclorito de sódio a 1% ou glutaraldeído a 2% (desinfecção do molde). Licensed to Luiz Eduardo Nunes de Sá - eduardonunes39@outlook.com - 15382860688 William Santos @odontocomwill 12 Registro das relações maxilomandibulares Ajuste do plano de orientação superior: Nesta sessão o ajuste do plano de orientação superior pode ser executado a partir da determinação da dimensão vertical de oclusão (DVO). Esse procedimento pode ser realizado por meio da combinação dos testes fonético, estético e métrico. Após isso se inicia o ajuste do suporte do lábio, planos oclusais anterior e posterior e ajuste do corredor bucal. A montagem em Articulador Semiajustável (ASA) do modelo superior pode ser feita com auxílio do arco facial ou com mesa oclusal que simula o posicionamento da linha de Camper. Após isso, as linhas de referências podem ser demarcadas: a linha média, a linha dos caninos e a linha alta do sorriso. Ajuste do plano de orientação inferior e registro maxilomandibular: Neste momento o plano de orientação inferior deve ser confeccionado sobre a estrutura metálica na extremidade livre do arco inferior e então o ajuste do plano oclusal inferior pode ser executado. Após esse ajuste deve ser feito o registro em Relação Cêntrica, utilizando-se a pasta zincoenólica ou poliéster sobre o rodete de cera para o registro oclusal. A partir desse registro a montagem em ASA do modelo inferior pode ser realizada. Determinação da Dimensão Vertical de Repouso (DVR) e de Oclusão (DVO); Ajuste do plano de orientação superior; Suporte labial Altura anterior no sentido vertical do plano oclusal Plano oclusal Corredor bucal Linhas de orientação (linha média, linha alta do sorriso, linhas dos caninos); Ajuste do plano de orientação inferior; Licensed to Luiz Eduardo Nunes de Sá - eduardonunes39@outlook.com - 15382860688 William Santos @odontocomwill 13 Conferência da DVO com os testes estéticos e fonéticos Registro da DVO em RC; Seleção da cor dos dentes (consultar opinião do paciente); Montagem em Articulador Semiajustável. Compasso de Willis: usando o cursor, registra-se a distância do canto externo do olho até a comissura labial, que deve ser igual a distância vertical da base do mento à base do nariz com a mandíbula em repouso. Essa distância (DVR) subtrai-se em média de 3 a 4 mm, que é referente ao EFL (espaço funcional livre), dessa forma temos: DVO = DVR – EFL. Licensed to Luiz Eduardo Nunes de Sá - eduardonunes39@outlook.com - 15382860688 Encaminhamento: Encaminhar ao laboratório os planos de orientação e os modelos montados em ASA com as definições dos dentes que foram selecionados. Os modelos devem estar devidamente acondicionados em caixas e protegidos com plástico- bolha. Seleção dos dentes artificiais William Santos @odontocomwill 14 Seleção dos dentes: O último procedimento dessa sessão deve ser a seleção dos dentes artificiais. Após a seleção, os modelos devem ser encaminhados para o laboratório para realização da montagem dos dentes artificiais. Os pacientes devem ser convidados a opinar na escolha, disposição e montagem de seus dentes anteriores artificiais. Esses aspectos devem ser discutidos entre o profissional e o paciente, para que se possa obter o máximo de satisfação e qualidade nas próteses. A seleção dos dentes artificiais referencia-se nos dentes naturais remanescentes e em referências faciais. Assim, em casos como os demonstrados nesta sequência clínica os dentes anteriores superiores são selecionados, enquanto os anteriores e os posteriores inferiores são obtidos através das cartelas dos fabricantes pela equivalência com os anteriores superiores selecionados. Para esta seleção, quatro aspectos devem ser considerados Material utilizado Tamanho e forma, na carta molde, dos dentes que correspondem às medidas das linhas de referência e a forma da face do paciente Forma Cor dos dentes. Licensed to Luiz EduardoNunes de Sá - eduardonunes39@outlook.com - 15382860688 Materiais a serem utilizados: Articulador semi ajustável, compasso com ponta seca, Plano de camper, gesso e espátula para gesso, lecron e espátula metálica reta aquecida. Técnica: A técnica para montagem dos dentes na PPR é a mesma usada para prótese total, onde se posiciona os dentes de tal forma que eles mantenham as formas anteroposteriores e vestíbulo-lingual do arco com os dentes naturais O primeiro molar inferior é o primeiro dente a ser montado (quando ausente), pois é ele quem estabelece a relação de oclusão, se dente a dente ou um dente para dois dentes, nos casos de relação maxilo-mandibular normal ou com trespasse horizontal. Em seguida, o segundo molar, e os pré-molares iniciando pelo segundo pré-molar Após o registro da mordida no plano de cera, os modelos são montados em articulador, m instrumento mecânico, que visa, com o modelo maxilar e mandibular relacionados entre si, reproduzir a oclusão e os movimentos mandibulares Cada dente deve ter o maior número de contatos possíveis em fechamento com o arco antagonista e, além disso, a liberdade em relação aos movimentos de lateralidade e protrusão deve ser verificada. Montagem dos dentes em cera William Santos @odontocomwill 15 Licensed to Luiz Eduardo Nunes de Sá - eduardonunes39@outlook.com - 15382860688 William Santos @odontocomwill 16 Ajuste: Laboratório: Caso haja alguma alteração deve se ajustar novamente e remontara a parte inferior no articulador semiajustável para a obtenção da relação maxilomandibular correta. O paciente deve demonstrar aprovação no aspecto estético da montagem e assim a escolha da cor da gengiva artificial deve ser feita através da escala STG. Após isso os modelos montados em ASA podem novamente ser encaminhados para o laboratório para realização das etapas de processamento laboratorial de inclusão, prensagem, demuflagem, remontagem no Articulador Semiajustável e ajuste oclusal acabamento e polimento das próteses. A escolha da cor da gengiva artificial, pode ser utilizada a escala de cores do Sistema Tomaz Gomes de caracterização (STG) de resinas A gengiva artificial deve apresentar a cor o mais próximo possível da gengiva natural A escolha deve ser efetuada sob luz natural; COR DA GENGIVA ARTIFICIA Prova clínica: Além de observar a montagem dos dentes deve se avaliar outros aspectos com Nessa fase que devem ser analisados todos os aspectos obtidos durante as fases anteriores e, caso haja algo errado, este é o momento de corrigi-lo. Na etapa de prova clínica dos dentes artificiais montados em cera, devem ser observados a cor, a forma e o tamanho dos dentes, ponderando-se o ajuste desses aspectos com a opinião do paciente. Coincidência da linha média dentária com a linha média facial Linha do sorriso, ou seja, se os dentes anteriores superiores estão montados acompanhando o sorriso do paciente O suporte do lábio, formando um ângulo de aproximadamente 90º entre a base do nariz e a superfície do lábio superior A posição dos caninos, na linha comissural Altura das bordas incisais, de acordo com a idade do paciente Plano de Camper Corredor bucal sem invasão da zona neutra Cor dos dentes Relações maxilomandi bulares: MIH, RC e DV. Prova de dentes em boca Licensed to Luiz Eduardo Nunes de Sá - eduardonunes39@outlook.com - 15382860688 Os contornos gengivais devem parecer naturais, com arquitetura gengival e proeminências radiculares devidamente esculpidas para não alterar a forma dos dentes e comprometer a estética. William Santos @odontocomwill 17 Materiais a serem utilizados: Cera utilidade, vaselina, adesivo, poliéster, régua de Fox e Plano de Camper. Instalação Instalaçã Materiais a serem utilizados: Retornos periódicos: Analisar a prótese fora da boca, com relação à qualidade da acrilização, acabamento e polomento desinfecção Observar a interferência da resina principalmente em espaços protéticos interdentais Observar se a prótese se apresenta estável e confortável para o paciente Realizar os ajustes necessários na base Checar a Dimensão Vertical e Relação Cêntrica Realizar ajuste oclusal Mostrar ao paciente que ele avalie as novas próteses Orientações de higiene e de uso e conservação das próteses. Lápis cópia e carbono oclusal. As próximas etapas consistirão nos retornos periódicos dos pacientes para controle e manutenção das próteses, os quais podem ser feitos 24 horas, 7 dias e 15 dias após a instalação das próteses. Os retornos posteriores, em geral, são marcados com intervalos de 3 meses ou, dependendo das condições de higiene do paciente, com intervalos menores ou maiores. Licensed to Luiz Eduardo Nunes de Sá - eduardonunes39@outlook.com - 15382860688 William Santos @odontocomwill 18 Confecção dos nichos Retentores Diretos: Retentores Indiretos: Apoio: são aqueles que se relacionam com os dentes pilares situados contíguos ao espaço protético Função primária: retenção e suporte Função secundária: estabilização. são aqueles situados em dentes distantes do espaço protétic Função primária: estabilização Função secundária: retenção e suporte. É o elemento responsável pela transmissão de parte ou totalidade da força mastigatória que incide sobre os dentes artificiais da PPR, promovendo o suporte. Função Transmissão axial das forças mastigatórias aos dentes pilares, caracterizando suporte Estabilização da prótese em relação aos dentes pilares diretos e indiretos, através do travamento mecânico dos apoios nos nichos Proteção da papila gengival dos dentes pilares diretos contra esmagamento e impactação de alimentos Retenção indireta – impedem a rotação da prótese em casos de extremidades livres. Classificação: 1. Apoios oclusais 2. Apoios incisais 3. Apoios palatinos ou linguais 4. Apoios interdentais Apoios oclusais – confecção do nich Início em broca tronco-cônica, favorecendo paredes levemente expulsivas para oclusal Parede pulpar levemente côncava, através de brocas esféricas Arredondamento do ângulo cavossuperficial. Formato de “colher”; parede pulpar mais profunda que a proximal; sobre restaurações de amálgama, PF e resinas. Licensed to Luiz Eduardo Nunes de Sá - eduardonunes39@outlook.com - 15382860688 William Santos @odontocomwill 19 Apoios Palatino ou Lingual – confecção do nich Mais indicados para caninos, podendo também confeccionar em incisivos Ocupam a área do cíngulo Broca cone-invertido. Apoios Interdentais – confecção do nich Normalmente utilizado em molares quando com grampos geminados Abre-se com a broca cilíndrica, de vestibular para palatina/lingual Profundidade aproximada de 1,5mm – largura aproximada de 2mm Paredes levemente divergentes para oclusal. Apoios Incisais – confecção do nich Executado em dentes superiores e inferiores Ocupam o ângulo inciso-proximal, estendendo-se tanto por vestibular, quanto por lingual, na forma de bisel, com broca cilíndrica. Licensed to Luiz Eduardo Nunes de Sá - eduardonunes39@outlook.com - 15382860688 William Santos @odontocomwill 20 Tipos de grampos GRANPO CIRCUNFERENCIAL Grampo circunferencial de Ackers: Grampo de ação reversa: Este grampo é constituído por um apoio oclusal, um braço de oposição, um braço de retenção, unidos entre si pelo corpo do grampo, e um conector menor. O braço de retenção cruza o equador protético, sendo que a parte terminal desse braço é flexível, e posiciona-se em região previamente estabelecida. O braço de oposição ou reciprocidade é rígido em toda sua extensão, localizando-se acima ou a nível do equador protético. Indicação: Molares e pré-molares em casos ou segmentos dento suportados, quando a área retentiva 0,25mm estiver oposta ao espaço protético e o dente suporte verticalizado no arco (posição normal).Este grampo é também determinado como grampo de Gillet, quando o apoio e o terminal retentivo estão do mesmo lado. O braço de oposição e o conector menor são iguais ao grampo de Ackers. Indicação: É indicado para dentes posteriores , quando a porção retentiva se localizar próximo do apoio, ou seja, o terminal retentivo e o apoio se localizarem do mesmo lado. Dentes mesializados com inclinação da coroa para o espaço protético. Origina-se no nível da superfície ou terço oclusal. A partir desta posição orienta-se em direção cervical. O braço retentivo cruza o equador protético. O terminal do braço retentivo, flexível, posiciona-se numa região retentiva previamente estabelecida (0,25mm abaixo do equador protético). Braço de reciprocidade. O braço de oposição é rígido, aplicado acima do nível do equador protético. Licensed to Luiz Eduardo Nunes de Sá - eduardonunes39@outlook.com - 15382860688 William Santos @odontocomwill 21 O braço de reciprocidade nasce a partir do apoio de origem, caminha por lingual e atinge a superfície proximal, contornando-a. O braço de retenção é uma continuação do próprio braço de reciprocidade. O corpo do grampo junto ao apoio de origem ocorre apenas por lingual, uma vez que o braço de retenção não se origina deste apoio. Grampo circunferencial em Anel: caracteriza-se por circunscrever o dente de suporte a partir do ponto de origem, lembrando a forma peculiar de um anel. De acordo com a composição dos elementos constituintes dos grampos em anel, pode classificá-los em 3 tipos Com um conector menor e um apoio Com um conector menor e dois apoios Com dois conectores menores e dois apoios. Com um conector menor e dois apoios, Segue as características semelhantes às do braço de oposição do Grampo de Ackers, exceto na sua extremidade terminal, onde se une a outro apoio. O braço de retenção tem origem a partir do apoio intermediário. Com dois conectores menores e dois apoios. Estes elementos são unidos por intermédio do braço de reciprocidade. Indicações: · Um apoio: molares e pré-molares posteriores, ao espaço protético, dentes não mesializados , lingualizados (inferiores) e vestibularizados (superiores). · Dois apoios: Pilares posteriores ao espaço protético Molares e Pré-molares, isolados entre dois espaços protéticos Classe III de Kennedy com retenção mésio vestibular ou mésio lingual. Licensed to Luiz Eduardo Nunes de Sá - eduardonunes39@outlook.com - 15382860688 William Santos @odontocomwill 22 Grampo circunferencial Half and Half (meio a meio): Tem como característica a dupla retenção (vestibular e lingual). Possui dois apoios oclusais, um mesial e outro distal, de onde emergem seus respectivos conectores menores e braços de retenção (sendo um por vestibular e outro por lingual). A reciprocidade de cada terminal retentivo é dada pelo corpo e pela porção emergente do braço do grampo oposto. Este grampo não apresenta braço de reciprocidade. O corpo mais a porção emergente do conector menor e braço de retenção funcionam como reciprocidade ao braço de retenção oposto. Indicação: Molares e pré-molares isolados entre dois espaços protéticos dentes suportados. Grampo circunferencial Gêmeos: Idênticos aos Ackers, unidos por um único apoio ou descanso interdental, sempre que houver necessidade de retenção maior. Compõem- se de um apoio oclusal interdental, dois braços de oposição e dois braços de retenção. Segue características iguais ás do braço de oposição do grampo de Ackers, sendo que os braços emergem do apoio oclusal interdental e a seguir tomam sentido antagônico, ou seja, um caminho para mesial e outro para distal. Indicações: Sempre que houver necessidade de se unir dentes em qualquer classe de Kennedy. Grampos por ação de ponta Grampos idealizados por Roach, caracterizando-se por seu braço de retenção emergindo da sela, tendo sempre sua origem de cervical para oclusal. Diferentemente dos grampos circunferenciais onde o braço de retenção cruza o equador protético a partir do ponto de origem para chegar no terminal retentivo (0,25mm), os grampos por ação de ponta têm origem cervical emergindo da sela. Existem 5 tipos diferentes de grampos, conhecidos pela lembrança de uma fórmula "TULIC", pela semelhança de desenho com as letras T, U , L, I e C. Todo grampo por ação de ponta deve ter em sua unidade, um elemento de suporte (apoio) e um braço de reciprocidade ao braço de retenção. Licensed to Luiz Eduardo Nunes de Sá - eduardonunes39@outlook.com - 15382860688 William Santos @odontocomwill 23 Grampo em T: Grampo em 7 ou S: Grampo em I: Possui extensão mesio- distal na parede vestibular do dente. Características iguais ao grampo em T, sendo que eliminamos a extensão mesial ou distal da ponta ativa do grampo. Grampo muito retentivo, que se direciona diretamente para o ponto determinado pelo calibrador, possui grande valor estético. Braço de Reciprocidade: Quando o grampo por ação de ponta for utilizado em pré- molares, o braço de reciprocidade é semelhante ao braço de oposição de um grampo circunferencial. Quando da utilização de grampos por ação de ponta em caninos e incisivos, o braço de reciprocidade tem características tão especiais que a literatura denominou este elemento constituinte como grampo mesiodistal. Grampo mesiodistal (M-D): para Dentes anteriores isolados. Possui um conector menor no centro do dente, onde se liga ao corpo do grampo, que possui apoio palatino em cíngulo. Do corpo do grampo originam-se dois braços que caminham simultaneamente para mesial e distal, que atingem as interfaces proximais por meio de duas placas metálicas assentadas sobre os planos guias (placas proximais). As placas proximais são "alojadas" nos planos guias realizados nas faces proximais dos dentes de suporte, tendo sua forma e dimensão determinada pelos planos guia. As placas proximais fornecem retenção por meio de fricção resultante do atrito da superfície interna da placa com o plano guia do dente suporte. Licensed to Luiz Eduardo Nunes de Sá - eduardonunes39@outlook.com - 15382860688 William Santos @odontocomwill 24 Grampo Mesiodistal (MD): para Dentes de suporte Contíguos. Possui um conector menor no nível do preparo para o apoio interdental. Do corpo do grampo origina-se o braço lingual com direção proximal ao espaço protético. Localiza-se no terço médio do dente, na altura do cíngulo. Atingindo a superfície proximal, recobre o plano guia por meio da placa proximal. Licensed to Luiz Eduardo Nunes de Sá - eduardonunes39@outlook.com - 15382860688 William Santos @odontocomwill 25 Selas e conectores Sela: que é destinada a preencher o espaço protético, reconstruindo funcional e esteticamente os tecidos ósseos e mucosos alterados pela perda dentária e servindo ainda de base para a fixação dos dentes artificiais. Tem função de Ransmissão das forças mastigatórias Preenchimento de espaços Evita impactação alimentar Evita desconforto e injúria Favorece a fonética. Conectores: Conectores maiores (barras tangenciais): Conectores menores: elementos que fazem a ligação ou união dos retentores entre si, rígida e bilateralmente elemento rígido que faz a conexão de todos os elementos da PPR, conformando sua estrutura barras metálicas de ligação Barra palatina anterior e posterio Casos de classe I e II, quando os dentes estiverem normalmente implantados e rebordos pouco reabsorvidos Presença de tórus palatino Casos de classe III, com espaço protético amplo Casos de classe IV, quando se quer rigidez para garantir suporte posterior. Barra palatina em “U Largura aumentada para 10mm a 12mm, para garantir estrutura Casos de tórus palatino posterior. MAXILA Licensed to Luiz Eduardo Nunes de Sá - eduardonunes39@outlook.com - 15382860688 William Santos @odontocomwill 26 Barra palatina Únic União dos conectoresé feita diretamente na placa Indicados para pacientes classe III. Conector em Plac Indicados em casos de extremidade livre. Barra Lingua Conector mais utilizado Não apresenta contato direto com os dentes Largura de 4mm Distância aproximada de 3mm da gengiva marginal Borda inferior ao nível da musculatura do assoalho Secção transversal em forma de gota (meia pêra). Placa Lingua Apresenta-se em contato com os dentes remanescentes anteriores Largura de aproximadamente 10mm Permite terço incisal a descoberto dos dentes inferiores Indicados para casos em que não apresenta espaço para a barra lingual. MANDÍBULA Licensed to Luiz Eduardo Nunes de Sá - eduardonunes39@outlook.com - 15382860688 William Santos @odontocomwill 27 Barra Vestibula Barra de uso extremo para casos com muita inclinação lingual dos dentes ou tórus Igual a barra lingual, porém, toda por vestibular. Licensed to Luiz Eduardo Nunes de Sá - eduardonunes39@outlook.com - 15382860688 William Santos @odontocomwill 28 CALDEIRA, H. Dicionário popular. 1 ed. Rio de Janeiro: Record; 2007. REIS J. P.; Reis L R. Prótese parcial removível. 1 ed. São Paulo: SENAC; 1995. SOUZA, M. M. Manual de prótese parcial removível. 1 ed. São Paulo; 2009 TODESCAN R.; SILVA E. E. B, Silva O. Atlas de prótese parcial removível. 3 ed. São Paulo: Ed. Santos; 1998 OLIVEIRA W. Manual de prótese parcial removível. 1 ed. São Paulo: Ed. Santos; 1999 JORGE, J.H. et al.Preparo de dentes pilares para prótese parcial removível. Rev. Odont. UNESP, São Paulo, v. 35, n. 3, p. 215-22, 2006 KLIEMANN, C.; OLIVEIRA, W. Manual de Prótese Parcial Removível. São Paulo: Santos, 2002 CARREIRO, Adriana da Fonte Porto et al. Protocolo clínico para confecção de próteses removíveis. 2016 HIDALGO, Beatriz Gualdiano et al. Sequência laboratorial para a confecção de prótese parcial removível: parte II: da fundição ao polimento final. Rev. Odontol. Araçatuba (Impr.), p. 50-56, 2013. Referências Licensed to Luiz Eduardo Nunes de Sá - eduardonunes39@outlook.com - 15382860688