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GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA
Alunos:
Rafaela Cristina Campos Lubiana
e
Fabiana Garcia Muler
 
Trabalho Interdisciplinar VIII
 A INCLUSÃO DO SURDO NA SOCIEDADE COMTEPORÂNEA GLOBALIZADA
Em meio aos inúmeros desafios enfrentados quanto à inclusão de milhares de pessoas que apresentam deficiência auditiva, a Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002, tornou-se um verdadeiro marco ao reconhecer como meio legal de comunicação e expressão a Língua Brasileira de Sinais - Libras e outros recursos de expressão a ela associados. Conforme disposto no parágrafo único do artigo 1º da Lei nº 10.436/2002, “entende-se como Língua Brasileira de Sinais - Libras a forma de comunicação e expressão, em que o sistema linguístico de natureza visual-motora, com estrutura gramatical própria, constituem um sistema linguístico de transmissão de ideias e fatos, oriundos de comunidades de pessoas surdas do Brasil.”
 
Grande parte da sociedade ainda acredita que o surdo não consegue desenvolver as mesmas capacidades intelectuais como os demais, e os tratam como seres incapazes e sem inteligência.
 
 
 Comunidade
Nos tempos atuais pode-se notar que a comunidade surda já conseguiu grandes avanços dentro da sociedade, mais ainda grandes passos a serem dados com a finalidade de diminuir as dificuldades e mostra que os surdos também podem ser muito produtivos no meio profissional. 
 
 Escola
Nas escolas devem surgir mais oportunidades de aprendizados, com mais convivência e preparo tantos para os surdos quanto para os profissionais dessa unidade.
 
 
 
Família
A família de um surdo é a parte fundamental em toda sua caminhada, apoiando e ajudando no que for preciso.
 
 
Sociedade
 O desenvolvimento do surdo dentro da sociedade é a construção de todo seu potencial. Devem ser sempre incluídos nos meios sociais, culturais, profissionais e sócio educativo. 
 
Conclusão
Com base na análise das leis, nota-se que há respaldo legal para atender os alunos com deficiência, no entanto, ainda pouco se vê sendo executado com relação a isso. Na Educação Básica o processo de inclusão de alunos com deficiência acontece, porém não em sua totalidade, tendo em vista que muitas vezes são apenas inseridos na escola de ensino regular, mas não tem seus direitos assegurados, pois muitos consideram o trabalho de garantir a real inclusão uma tarefa difícil, visto que, existe a necessidade da adaptação curricular, a busca por materiais que auxiliem no processo de ensino-aprendizagem. Com relação ao aluno surdo, as barreiras se tornam ainda mais difíceis, visto que o conhecimento oferecido em sala de aula é em português e a língua usada pela maioria dos surdos é LIBRAS. O aluno surdo que, apesar de uma inclusão deficitária na Educação Básica, consegue vencer barreiras e ingressar na Universidade, demonstra suas capacidades, derrubando mais uma vez, os paradigmas relacionados a aprendizagem. No geral, ingressar, permanecer e concluir um curso superior é um desafio para todos, especialmente para alunos com deficiência auditiva.

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