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LEITURA E 
ESCRITA 
ACADÊMICAS
Karina da Silva Nunes
Fontes confiáveis de 
informação acadêmica
Objetivos de aprendizagem
Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados:
  Identificar as fontes de informação confiáveis no meio acadêmico e 
as características que as tornam confiáveis.
  Descrever como os artigos científicos são distribuídos em bases aca-
dêmicas e bases livres.
  Aplicar estratégias de busca de artigos científicos em bases de dados.
Introdução
A sociedade contemporânea gira em torno da informação, que está presente 
em todos os contextos do cotidiano e dispersa em muitos canais, tanto 
físicos quanto digitais. Portanto, é necessário assumir uma postura crítica em 
relação à confiabilidade das informações antes de usá-las e compartilhá-las.
Neste capítulo, você vai estudar o que é uma fonte de informação e 
conhecer os seus diversos tipos. Você também vai se aprofundar nas ca-
racterísticas que tornam as informações confiáveis e ver como identificar 
o que deve ou não ser utilizado no meio acadêmico.
Fontes confiáveis e suas características
As fontes de informação são os meios dos quais as pessoas retiram o conteúdo 
de que precisam para sanar uma necessidade informacional, seja relacionada a 
uma dúvida simples, uma pesquisa acadêmica, um estudo científi co ou outras 
aplicações. Campelo e Caldeira (2014) defi nem as fontes de informação como 
os variados suportes (físicos ou digitais) utilizados pelas pessoas para atender 
a uma demanda por informação. As fontes, independentemente do seu suporte, 
exercem um papel muito importante na relação do estudante com a informação, 
pois delas vêm todos os dados que embasam as pesquisas acadêmicas.
A partir da definição da fonte para a consulta, é necessário identificar se 
o material que ela disponibiliza é confiável. Afinal, existem muitas fontes, 
porém nem todas reproduzem materiais de cunho científico e que podem ser 
usados em pesquisas. Gray (2012) estabelece alguns critérios que devem ser 
levados em conta para se verificar se uma fonte de informação é confiável. 
Veja no Quadro 1, a seguir.
 Fonte: Adaptado de Gray (2012). 
Critério de 
qualidade
Como identificar
Autoridade A fonte é proveniente de origem conhecida, como uma 
universidade, um governo ou um órgão público, ou vem 
de um indivíduo desconhecido?
Se for de indivíduos, é possível identificar o que mais 
publicaram e em qual editora? Possuem publicações em 
periódicos de alta qualidade revisados por especialistas?
Precisão A fonte foi revisada por especialistas no tema antes de ser 
aceita para publicação?
Se é uma fonte de acesso on-line, faz referência a fontes e 
bibliografias utilizadas?
Estão claras as datas de atualização do conteúdo?
Viés e objetividade A linguagem usada é lógica, ou se utiliza de 
sensacionalismos e agressividade?
Apresenta pontos de vista opostos ou defende uma 
ideologia?
Faz referências a outras fontes?
Como lida com a questão ética e a validade dos 
documentos?
Cobertura A fonte cobre toda a área de pesquisa a que se propõe 
ou necessita de maior amplitude, ou seja, maior 
desenvolvimento de seus argumentos?
Atualidade Considerando a área de conhecimento, a atualidade 
da informação é adequada? (Apesar de não ser regra 
geral, é indicado o período máximo de 5 anos a partir 
da publicação para garantir a atualidade dos dados em 
algumas áreas de pesquisa.) 
 Quadro 1. Avaliação de fontes de informação 
Fontes confiáveis de informação acadêmica2
O pesquisador deve ter sempre uma relação crítica com as bibliografias 
que consultar e escolher como fontes de informação. Garantir que a fonte é 
genuína é a base para que a pesquisa seja considerada confiável. Os livros, 
artigos científicos, trabalhos apresentados em eventos, teses, dissertações, 
entre outras obras, sempre trilham um caminho de revisões por editores e 
por especialistas da área.
Conforme Pereira (2018), os resultados das pesquisas chegam aos profis-
sionais e pesquisadores de cada área por meio da publicação em periódicos 
científicos. Além disso, é somente a publicação que assegura a existência 
da pesquisa e confere uma espécie de atestado de qualidade a ela, visto que 
uma pesquisa científica só é publicada após um extenso processo de revisão 
por pares.
A revisão por pares no mundo acadêmico é, conforme Stumpf (2005), a 
avaliação crítica de um manuscrito submetido à publicação por especialistas que 
não fazem parte da equipe editorial do periódico. Essa revisão é um processo 
anônimo: nenhum dos agentes, revisores e autores conhecem uns aos outros. 
Assim, busca-se garantir a idoneidade do processo de revisão, que é conhecida 
como “revisão cega”. Conforme a autora, o processo de avaliação por pares não 
pode ser considerado totalmente confiável e livre de erros, pois é um trabalho 
moroso, extremamente crítico e pode não detectar comportamento antiéticos 
como plágios ou resultados fabricados (STUMPF, 2005).
Após a avaliação por pares, o artigo é publicado em um periódico científico 
que deve estar indexado em bases de dados, que são constituídas por uma 
gama de periódicos científicos e divididas por temática: existem bases que 
disponibilizam periódicos que abrangem todas as áreas do conhecimento, como 
o Portal de Periódicos da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível 
Superior do Ministério da Educação (Capes), e bases de dados especializadas 
em uma área, como a MEDLINE, que disponibiliza informações da área da 
saúde (PEREIRA, 2018).
Os periódicos científicos no Brasil são separados por meio de um sistema 
de classificação de periódicos nacionais e internacionais nos quais haja pu-
blicações dos programas de pós-graduação brasileiros em todas as áreas de 
conhecimento. Tal sistema é de responsabilidade da Capes e se chama Qualis. 
Ele é composto por uma estratificação de conceitos, como você pode ver a 
seguir (CAPES, 2014).
  A1 e A2: contempla periódicos de excelência internacional.
  B1 e B2: abrange os periódicos de excelência nacional.
  B3, B4 e B5: considera os periódicos de média relevância.
3Fontes confiáveis de informação acadêmica
  C: contempla periódicos de baixa relevância, ou seja, considerados não 
científicos e inacessíveis para avaliação.
A classificação é realizada por uma comissão de pesquisadores consultores, 
cada qual seguindo critérios preestabelecidos e atuando por área de conheci-
mento. Os critérios variam entre as áreas e podem ser consultados na Plataforma 
Sucupira da Capes, ferramenta desenvolvida para coletar informações, realizar 
análises e avaliações dos programas de pós-graduação brasileiros. Ao fazer 
a pesquisa, o usuário deve verificar o Qualis do periódico consultado. Caso 
deseje publicar um artigo, essa consulta é importante para verificar a categoria 
do periódico para o qual o texto será enviado.
Para saber mais e consultar o Qualis de um periódico científico, acesse a Plataforma 
Sucupira, uma ferramenta do Ministério da Educação que funciona como base de 
referência do Sistema Nacional de Pós-Graduação (SNPG). Confira no link a seguir.
https://qrgo.page.link/JpQ1C
Distribuição de artigos científicos
em bases acadêmicas e livres
Quando iniciam a sua caminhada na pesquisa, os pesquisadores se deparam 
com muita informação, tanto na Web quanto em mídias impressas. Portanto, 
eles precisam descobrir os caminhos para encontrar a informação de que 
necessitam para embasar o seu estudo. Assim como existem vários tipos de 
documentos científi cos (livros, artigos de periódicos, periódicos científi cos 
impressos e on-line, produção científi ca apresentada em eventos, teses, disser-
tações, etc.), existem também diferentes fontes e bases de dados que agregam 
e disponibilizam essas informações.
Entre as bases de dados existentes, algumas atuam como um instrumento 
para a localização de outras bases, como diretórios e catálogos. Os mais 
importantes e populares são descritos a seguir.
Fontes confiáveis de informação acadêmica4
  Repositórios digitais:são bancos de dados utilizados para o depó-
sito e o gerenciamento da produção acadêmica. No Brasil, o Instituto 
Brasileiro de Ciência e Informação em Tecnologia (IBCT) mantém 
e disponibiliza o Banco de Teses da Capes e a Biblioteca Digital de 
Teses e Dissertações (BDTD), que reúne todas as bibliotecas digitais 
das universidades brasileiras (LEITE et al., 2012).
  Portais: são sites que agregam conteúdos de outros sites com a fina-
lidade de promover o acesso. Como exemplo, você pode considerar o 
Portal de Divulgação Científica do Serviço Nacional de Aprendiza-
gem Comercial de São Paulo (SENAC/SP), que relaciona publicações 
científicas, práticas acadêmicas, pesquisas aplicadas, bases de dados 
e eventos (BAGGIO; COSTA; BLATTMANN, 2016).
  Bases de dados: são coleções de registros gerenciadas por um sistema de 
busca. Variam conforme o seu conteúdo (periódicos científicos, normas 
técnicas, patentes, etc.). Ou seja, as bases de dados são ferramentas de 
recuperação da informação que disponibilizam acesso a informação 
científica certificada e de qualidade (BAGGIO; COSTA; BLATT-
MANN, 2016). As bases de dados servem de suporte a um sistema de 
recuperação de informações; a reunião de bases de dados compõe um 
banco de dados. As bases de dados podem ser: bibliográficas ou referen-
ciais, que incluem referências bibliográficas e resumos; catalográficas, 
que representam o acervo de uma biblioteca ou rede de bibliotecas; e 
textuais, que incluem textos completos de artigos de periódicos, jornais 
e outros tipos de documentos científicos (CUNHA, 2001).
Em relação ao conteúdo propriamente dito, as bases de dados textuais se 
destacam pois contêm, entre os seus documentos disponíveis, os periódicos 
científicos, que disponibilizam os artigos científicos. Estes são os materiais 
mais utilizados pelos pesquisadores na produção de pesquisas científicas 
atualmente. As bases podem ser de acesso aberto ou fechado. Nas bases de 
acesso fechado, para consultar os documentos na íntegra, é necessário pagar 
uma assinatura. Por outro lado, há as bases de acesso livre, que são as mais 
fomentadas atualmente. Elas disponibilizam conteúdo científico sem custos 
para pessoas e instituições. No Quadro 2, a seguir, veja algumas das mais 
importantes bases de dados, seu conteúdo e sua tipologia.
5Fontes confiáveis de informação acadêmica
Base Conteúdo Tipo de acesso
Scielo Multidisciplinar Acesso livre
BVS Saúde no Brasil Acesso livre
MEDLINE Saúde no Brasil 
e no mundo
Acesso livre
Portal de Periódicos 
da Capes
Multidisciplinar Acesso fechado
ProQuest Multidisciplinar Acesso fechado
Springer Link Multidisciplinar Acesso fechado
Quadro 2. Bases de dados e suas características
As bases listadas no Quadro 2 são algumas das mais importantes, devido 
ao conteúdo disponibilizado. Elas permitem acesso ao conteúdo integral do 
artigo, mas isso não significa acesso livre, pois alguns periódicos podem 
cobrar taxas para disponibilizar os artigos para download. Existem ainda 
outros tipos de bases que não fornecem acesso ao conteúdo integral. É o caso 
de índices bibliográficos como o LILACS (Literatura Latino-Americana e do 
Caribe em Ciências da Saúde) e de bancos de dados de citações e referências 
como a Scopus e a EMBASE. Porém, eles são igualmente importantes, pois 
auxiliam na localização da informação completa em outras fontes.
Para concluir, na internet ainda existem ferramentas de busca que pesquisam 
e localizam documentos acadêmicos. Um exemplo é o Google Acadêmico, 
desenvolvido especificamente para buscar artigos, livros, teses e literatura 
acadêmica em geral. Ele é uma ferramenta gratuita, não uma base de dados, 
e não garante acesso ao conteúdo integral, pois pode remeter a uma fonte 
de informação de acesso fechado. Ainda assim, é um instrumento válido, 
que pode ser usado para localizar materiais acadêmicos e científicos. Natu-
ralmente, sempre é necessário ter cuidado, pois as fontes em que o Google 
Acadêmico se baseia são retiradas diretamente da Web e podem incluir textos 
sem qualidade científica.
Fontes confiáveis de informação acadêmica6
Leia o artigo de Suzana Pinheiro Machado Mueller “A comunicação científica e o 
movimento de acesso livre ao conhecimento”, disponível no link a seguir.
https://qrgo.page.link/RdRjy
Estratégias de busca em fontes de informação
Para se relacionar com ferramentas de recuperação da informação, o pesqui-
sador deve criar um método de pesquisa a fi m de interagir com as bases de 
dados e obter o que precisa. No contexto da execução da busca de documentos, 
é necessário desenvolver uma estratégia, uma técnica que possibilite o en-
contro entre uma pergunta formulada e a informação armazenada na base de 
dados (LOPES, 2002). O primeiro passo é defi nir os termos que representam 
o assunto, sempre levando em conta que o objeto de estudo deve estar bem 
defi nido, assim como a pergunta da pesquisa. Se o pesquisador não tiver 
certeza do que deseja pesquisar, a tarefa vai se transformar em um processo 
lento e infrutífero.
Todos os sistemas de recuperação de informação oferecem uma caixa de 
busca. Nela, o pesquisador deve digitar os termos relacionados ao assunto a 
respeito do qual deseja obter informações. Os termos utilizados não podem ser 
tão específicos nem tão gerais. Se forem muito abrangentes, como “saúde”, os 
resultados serão muitos; já se forem termos muito específicos ou numerosos, 
como “a saúde dos idosos na capital paulista no século XX”, os resultados serão 
poucos ou nenhum. O pesquisador deve ter a consciência de que dificilmente 
a fonte de informação vai recuperar um documento exatamente do jeito que 
ele procura e necessita.
É muito importante que o pesquisador conheça as ferramentas que esses 
sistemas oferecem para otimizar a sua busca, que pode ser melhorada por 
meio da utilização de filtros. Assim, o usuário pode, em vez de fazer uma 
busca simples em todos os campos, utilizar a pesquisa avançada. Ela permite 
restringir e informar a base de dados, por exemplo, de que o usuário deseja 
procurar os termos da pesquisa em campos específicos, como autor, data, 
título, assunto, idioma e outros, conforme a especificidade de cada base de 
7Fontes confiáveis de informação acadêmica
dados. Além da pesquisa avançada e junto a ela, podem e devem ser utilizados 
os operadores boleanos, que são termos que informam ao sistema de busca 
como combinar os descritores das pesquisas. Eles têm o objetivo de ampliar 
ou diminuir o número de resultados recuperados (VOLPATO, 2013). Observe 
no Quadro 3, a seguir, a participação dos operadores no processo de pesquisa.
Operador Descrição Exemplo
AND (e) 
Intersecção
Reduz e especifica os resultados da 
busca, aumentando a qualidade.
Saúde AND idosos
OR (ou)
União
Aumenta a quantidade de resultados, 
mas nem sempre mantém a qualidade.
Idosos OR velhos
NOT (não)
Exclusão
Diminui a quantidade de resultados 
e aumenta a qualidade.
Idosos NOT 
adolescentes
Quadro 3. Operadores boleanos e seu funcionamento
Existem também os operadores de proximidade, que são mais restritivos 
do que os boleanos e não estão disponíveis comumente nas bases de dados. 
Eles recuperam termos adjacentes e na ordem que o pesquisador determinar. 
São eles: NEAR, PRE, WITHIN, PROX, entre outros. Também são utilizadas 
as aspas duplas (“ ”), que permitem pesquisar uma frase ou termo composto, 
por exemplo, “desenvolvimento sustentável”. Por sua vez, os operadores de 
truncagem são um recurso que permite encontrar todos os documentos com 
o mesmo radical. Veja no Quadro 4, a seguir.
Fontes confiáveis de informação acadêmica8
?
O sinal de interrogação permite realizar a busca com um caractere curinga 
para variações de grafia. Por exemplo: digite “wom?n” para buscar registros 
que contenham as palavras woman, women e assim por diante.
*
Use o sinal de asterisco para realizar a busca com múltiplos caracteres 
curingas. Por exemplo: “cultur*” para recuperar “cultura”, “cultural”, 
“culturalmente”, etc.Quadro 4. Operadores de truncagem e sua utilização 
Atualmente, a língua inglesa predomina nas publicações na área científica, 
conforme Pereira (2018). Esse idioma domina a comunicação internacional. 
Por isso, para um artigo alcançar grande visibilidade científica, ele deve ser 
publicado também em periódicos internacionais. Assim, é sempre importante 
realizar a busca nas bases de dados utilizando também as palavras-chave na 
língua inglesa, pois os resultados podem aumentar exponencialmente, visto 
que a produção científica fora do Brasil é muito maior.
Quando uma busca por informação é executada, uma estratégia de pesquisa 
deve estar montada. Da mesma forma, os termos que irão representar o assunto 
devem estar listados. Normalmente, nas pesquisas iniciais, a localização de 
resultados é menor pois existe uma etapa de estabelecimento do relacionamento 
entre o usuário e o serviço. Cabe ao usuário identificar os filtros e operadores 
e executá-los dentro de uma pesquisa avançada para que a lista de resultados 
seja qualificada e assertiva.
Ainda é válido lembrar que devem ser usados termos sinônimos na hora de 
pesquisar. Além disso, caso a pesquisa localize poucos resultados, uma boa 
estratégia é consultar a lista de referências de algum dos artigos encontrados, 
por exemplo. Lá, é possível conhecer materiais que podem servir de base 
para estudos posteriores. Assim, a pesquisa é fundamental na elaboração 
de um estudo. Afinal, fornece o embasamento teórico necessário para que o 
pesquisador prossiga o seu trabalho.
9Fontes confiáveis de informação acadêmica
BAGGIO, C. C.; COSTA, H.; BLATTMANN, U. Seleção de tipos de fontes de informação. 
Perspectivas em Gestão & Conhecimento, v. 6, n. 2, jul./dez. 2016. Disponível em: http://
www.periodicos.ufpb.br/ojs/index.php/pgc/article/view/26798/16520. Acesso em: 
8 set. 2019.
CAMPELLO, B. S.; CALDEIRA, P. da T. (org.). Introdução às fontes de informação. 3. ed. Belo 
Horizonte: Autêntica, 2014.
CAPES. Qualis periódicos e classificação de produção intelectual. Brasília, DF, 2014. Disponí-
vel em: https://www.capes.gov.br/avaliacao/instrumentos-de-apoio/qualis-periodicos-
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CUNHA, M. B. Para saber mais: fontes de informação em ciência e tecnologia. Brasília: 
Briquet de Lemos, 2001.
GRAY, D. E. Pesquisa no mundo real. 2. ed. Porto Alegre: Penso, 2012.
LEITE, F. et al. RI: repositórios institucionais: boas práticas para a construção de reposi-
tórios institucionais da produção científica. Brasília: IBICT, 2012. Disponível em: http://
livroaberto.ibict.br/handle/1/703. Acesso em: 8 set. 2019.
LOPES, I. L. Estratégia de busca na recuperação da informação: revisão da literatura. 
Ciência da Informação, v. 31, n. 2, maio/ago. 2002. Disponível em: http://www.scielo.
br/scielo.php?pid=S0100-19652002000200007&script=sci_abstract&tlng=pt. Acesso 
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PEREIRA, M. G. Artigos científicos: como redigir, publicar e avaliar. Rio de Janeiro: Gua-
nabara Koogan, 2018.
STUMPF, I. R. C. Avaliação de originais nas revistas científicas: uma trajetória em busca 
do acerto. In: FERREIRA, S. M. S. P.; TARGINO, M. G. (org.). Preparação de revistas científicas: 
teoria e prática. São Paulo: Reichmann, 2005. 
VOLPATO, E. S. N. Subsídios para construção de estratégias de busca para revisões sistemáticas 
na base da dados Medline via Pubmed. Dissertação (Mestrado)– Faculdade de Medicina 
de Botucatu, Universidade Estadual Paulista, Botucatu, 2013.
Fontes confiáveis de informação acadêmica10

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