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asb 169- projeto integrador

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12
SENAC
CURSO AUXILIAR DE SAÚDE BUCAL
TURMA 169
HÁBITOS QUE AUXILIAM NA MANUTENÇÃO DA SAÚDE BUCAL: EDUCAÇÃO EM SAÚDE BUCAL PARA ADOLESCENTES
ORIENTADOR(a): VANESSA CAVALCANTE OLIVEIRA
SÃO LUIS
2023
CURSO AUXILIAR DE SAÚDE BUCAL
TURMA 169
HÁBITOS QUE AUXILIAM NA MANUTENÇÃO DA SAÚDE BUCAL: EDUCAÇÃO EM SAÚDE BUCAL PARA ADOLESCENTES
Trabalho de conclusão de curso, apresentado em formato de Projeto de Integração, como requisito para aprovação no curso de Auxiliar de Saúde Bucal.
Orientador(a): Vanessa Cavalcante Oliveira
SÃO LUIS
2023
AUXILIAR DE SAÚDE BUCAL – TURMA 169
INTEGRANTES:
ANA CAROLINE SOUSA FONSECA
CAMILA DA SILVA TORRES
FLAVIANNE MENDES DO N. VASCONCELOS
IARA SANTOS GALENO
IONICE SANTOS GALENO MOTA 
KARINA ALMEIDA COSTA
IRANILDES SOEIRO RODRIGUES
JESSICA KALENNE SILVA COSTA
JOSIANE LINDOSO COSTA MELONIO
KARLA THAMIRES CAMPOS OLIVEIRA
KEYSSY IANA L. PEREIRA
KHAROLAYNNI DA SILVA BRITO
KATIA CILENE PACHECO
LEUDIANE DA SILVA MORAIS
MARISA ERICEIRA ALMEIDA
RAYANDRA MELANY ARAÚJO
TINA ERIKA CASTRO NASCIMENTO
UBIRATAN SILVA SANTOS
Hábitos que Auxiliam na Manutenção da Saúde Bucal: Educação em Saúde Bucal Para Adolescentes
INTRODUÇÃO
No Brasil existe uma parcela bem expressiva de jovens e adolescentes em meio ao contingente populacional existente.
Durante a adolescência o risco de cárie, é aumentado devido ao precário controle de placa. Portanto, a necessidade de planejamento e execução de programas voltados a saúde bucal, destinados a esse grupo é de extrema importância (TOMITA et al, 2001).
Existem evidências consideráveis, de que o aumento de distúrbios emocionais podem ser um dos fatores causais, em alguns casos evidenciados de cáries. 
Com isso, deve ser praticado justamente na adolescência, ações preventivas e promocionais com mais frequência, buscando este público, por ser uma época de difícil adaptação tanto social quanto espacial, o aumento da incidência de cáries torna-se um agravo.
Por outro lado, pessoas ansiosas, tensas ou nervosas, costumam salivar deficientemente, sendo um fator predisponente das cáries, halitose, aumento de tártaro, vindo a desenvolver até problemas mais graves como: periodontite, estomatite, bruxismo, abscessos gengivais, entre outros (MC DONALD & AVERY, 1995 apud COLARES et al., 2002).
Na busca de um equilíbrio físico-químico-social, o adolescente acaba por apresentar comportamentos extremos, ora exacerbando atitudes positivas, ora mostrando negligência com seus cuidados à saúde.
Nessa perspectiva, como futuros atuantes na área da Saúde Bucal, como profissionais ASB’s, evidenciar orientações e manter algumas práticas simples ao longo da vida, torna-se possível ter dentes saudáveis sem muitos esforços.
O interesse pelo assunto, surgiu a partir da observação casual e da constatação de que durante a adolescência, devido às descobertas e às constantes transformações, é necessário evidenciar a importância da saúde bucal e da higiene dentária. Os distúrbios emocionais podem despertar, desejos desmedidos no consumo de doces, ou então, hábitos de comer fora de hora, influenciando assim no surgimento de problemas e desordens da saúde bucal.
DESENVOLVIMENTO
A adolescência, é um período extremamente complicado na vida de muitos jovens, mesmo após a adoção de hábitos saudáveis durante a infância, a higiene bucal em adolescentes pode ser negligenciada, aumentando o risco de doenças bucais que impactam diretamente ou indiretamente a saúde geral.
Por isso, os cuidados são mais do que necessários, de forma que, quanto antes você passa a dá atenção ao seu estado dentário, menos problemas terá no futuro.
A manutenção da saúde bucal, é importante em todas as fases da vida, porém, os problemas que podem afetar o sorriso variam, como a ameaça de cáries em crianças e adolescentes pela falta de higienização adequada e o desgaste dentário principalmente em adultos.
Ao final da infância, as estruturas bucais estão completamente formadas e a dentição de leite é substituída pelos dentes permanentes, desde o momento em que a adolescência começa, ocorrem várias transformações hormonais, físicas, psicológicas e comportamentais no corpo do jovem. 
A forma de viver, a alimentação, a falta de cuidados com a higiene oral e a possível adoção de hábitos prejudiciais, como fumar e consumir álcool, tornam ainda mais desafiadora a incumbência dos pais de auxiliarem seus filhos a zelarem pela saúde bucal.
Manter uma boa higiene bucal, é essencial em todas as fases da vida, mas devemos prestar especial atenção durante a adolescência. Este período é crucial, para que meninos e meninas estabeleçam hábitos saudáveis, prevenindo problemas futuros.
Estima-se que a fase da adolescência compreendida, aproximadamente, dos 12 aos 17 anos, embora os adolescentes dessa faixa etária já tenham capacidade de cuidar da sua higiene bucal sem a ajuda dos pais, profissionais de odontologia recomendam a supervisão regular para assegurar a correta realização dos procedimentos de higienização.
A higiene bucal na adolescência, deve ser cuidadosamente analisada, a fim de evitar cáries, gengivite, mau hálito e outras complicações que podem ser agravadas pelas múltiplas mudanças pelas quais eles passam, a boca, representa o órgão composto pelos lábios, bochechas, língua, glândulas salivares, dentes e gengiva; além de ser primordial para a alimentação, está intrinsecamente relacionada ao processo de socialização.
Através da boca, nos comunicamos com outras pessoas e com o mundo, usando a fala, o beijo, o prazer de degustar os alimentos e o sorriso. 
Questões bucais podem acarretar dor, infecção, dificuldade na articulação verbal ou mastigação, falta de presença escolar, aparência desfavorável. 
Esses problemas podem ter influência na saúde geral, nos estudos, no trabalho e na vida social dos adolescentes. 
A saúde bucal dos adolescentes tem grande relevância, pois é nesse período que a maioria dos dentes permanentes, com maior predisposição à cárie, surgem na cavidade oral (BARROS, 2007).
Aspectos culturais também influenciam na a precariedade da saúde bucal, é possível salientar inclusive costumes e tradições dos diversos grupos familiares que é onde iniciam a questão social relacionada a saúde oral, desde os tratamentos odontológicos, somente após a ocorrência de enfermidades bucais. 
Essa prática é intensificada pela ausência ou, em alguns casos, a inexistência de equipes qualificadas para a oferta de atendimentos odontológicos pelo Sistema Único de Saúde (SUS).
Intensificar orientações e incentivos fazem total diferença como diz o Art. 11 da (Lei n. ° 8.069/ 1990)
Diversos fatores corroboram para as ações da má higiene bucal, está relacionado a ausência de informação, orientação e atendimento público de qualidade, sendo estes, direitos assegurados em leis, em especial no Estatuto da Criança e do Adolescente.
Conforme um estudo realizado em 2019, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), constatou que 51,2% das crianças e adolescentes de 0 a 17 anos recebem atendimento odontológico a cada 12 meses, principalmente através de programas escolares ou ações do Sistema Único de Saúde de suas regiões. 
As pesquisas demostraram, que as famílias que mais sofrem, com a falta de atendimento odontológico, são as que têm menor poder aquisitivo e, portanto, enfrentam maior vulnerabilidade e problemas sociais. 
Os números mostram, que apenas 36% das pessoas que ganham menos de ¼ do salário mínimo vão ao dentista a cada 12 meses, enquanto apenas 44,4% das pessoas que ganham entre ½ e 1 salário mínimo podem ir ao dentista. 
Estes dados, evidenciaram, que o cuidado e a prevenção da saúde oral, não é apenas uma questão de saúde pública, mas também uma questão social, que atinge populações em situação de maior vulnerabilidade e risco social e tem impacto direto no desenvolvimento de crianças e adolescentes.
Então para coleta de informações e devida constatação que a Saúde Bucal além de extremamente importante, faz-se necessário, as orientações, a divulgação ea prévia implantação de palestras e conselhos da classe Odontológica em diversos sentidos para ajudar e minimizar os problemas advindos do não cuidado e dá falta de orientação as pessoas de qualquer classe etária.
 Após a realização de pesquisa de campo, pesquisa essa, submetida entre os dias 11 à 15 de dezembro de 2023, através do App Forms, onde, desenvolveu-se uma pesquisa com perguntas e respostas diretas, para constatação de dados a respeito do público identificado e mencionado durante o processo.
Houve visitação em salas de aprendizado, do estabelecimento SENAC, não foi necessário documento de autorização junto ao conselho de ética, por se tratar de pesquisa não identificada, apenas para constatação quantitativa de dados.
O público verificado versa entre adolescentes com faixa etária de 16 à 19 anos, gênero biológico, como é demostrado no anexo A e B.
ANEXO A – GRÁFICO: DEMOSTRATIVO DE IDADE
 
FONTE: APP FORMS
ANEXO B – GENERO VERIFICADO
FONTE: APP FORMS
Foi possível constatar resultados pertinentes a exemplo de que a maioria dos adolescentes só procuram o especialista quando sentem dores, como foi verificado no anexo C.
ANEXO C – DEMOSTRATIVO DE VISITAÇÃO AO DENTISTA
FONTE: APP FORMS
 Ainda é possível salientar, de acordo com o app utilizado para pesquisa, foram verificados outros dados importantes, constatou-se, que grande parte, só faz a troca de suas escovas dentais quando as mesmas já estão completamente desgastadas, conforme o anexo D.
ANEXO D – DEMOSTRATIVO DE TROCA DA ESCOVA DENTAL
FONTE: APP FORMS
 Outro fato extremamente preocupante, foi a constatação de que a grande maioria também não faz o uso do fio dental, identificado no anexo E.
ANEXO E – DEMOSTRATIVO DE USO DO FIO DENTAL
FONTE: APP FORMS
Com a pesquisa foi possível fomentar que, toda e qualquer equipe da Odontologia, que dispuser tempo em prol de orientações e proposição de projetos voltados a Saúde Bucal, além de disseminar informações muita das vezes já conhecidas, fará com que haja uma identificação de hábitos e maneiras adequadas, e consequentemente, a melhoria, tanto da escovação, quanto, as boas maneiras voltadas a saúde bucal, no contexto geral.
Atente-se à gengiva e à língua, a saúde bucal, vai além dos dentes, isso significa que é necessário prestar atenção também na gengiva e na língua, para evitar inflamações gengivais, procure fazer a escovação sem muita força e com movimentos leves. Ao tratar da língua, escove-a após a limpeza dentária, essa prática colabora para evitar a saburra lingual, ou seja, o acúmulo de sujeira no órgão muscular, combatendo o mau hálito.
Para essa prática, você pode utilizar a própria escova ou fazer o uso de limpadores específicos. Os bons hábitos devem ser praticados com frequência, tanto para tornar-se rotina, quanto por questões de saúde. Manter a escovação três vezes ao dia já é uma boa prática, no entanto, ela pode ser potencializada com a escolha de produtos específicos para a sua saúde bucal. 
Desde crianças, somos alertados de que doces demais podem provocar cáries, e, de fato, as guloseimas açucaradas são as principais fontes energéticas para as bactérias desenvolverem os ácidos responsáveis por corrosões nos dentes. Portanto, evite comer muitos doces e, quando o fizer, escove os dentes imediatamente. Essas substâncias são prejudiciais à saúde dentária, provocando cáries, então, após comer qualquer substancia adocicada, fazer a limpeza bucal é necessário.
Não deixe para trás o fio dental, o fio dental, é a parte mais esquecida na hora de escovar os dentes. Por ser chato ou trabalhoso, é normal as pessoas ignorarem essa prática por preguiça ou por achar que é desnecessária. Mas não é! Passar a “linha” entre os dentes retira resíduos que a escova não consegue alcançar, principalmente nos dentes traseiros.
Sem esse hábito, as sujeiras vão se aglomerando aos poucos, podendo dar início a uma cárie ou a inflamações na gengiva. Dessa forma, é importante passar o fio dental todos os dias, seja antes ou depois da escovação, e caprichar quando comer carnes, pipoca e frutas que deixam fiapos.
Consultar com frequência o dentista, ao falar em saúde bucal, as idas ao dentista devem ser periódicas, recomenda-se, que a pessoa frequente o consultório odontológico ao menos uma vez a cada seis meses.
Com esse cuidado, o profissional poderá identificar possíveis problemas e tratá-los com antecedência, evitando assim pioras como extração do dente e tratamento de canal. Então, não procure ajuda especializada apenas quando sentir alguma dor.
CONSIDERAÇÕES FINAIS
	Então após toda a investigação, pesquisa, leitura e todo o conteúdo estudado até o momento, o curso de Auxiliares em Saúde Bucal veio para engrandecer cada participante, além de diversificar o conhecimento acerca de um assunto tão rotineiro, mas que deixa em sua grande maioria a desejar, pois os hábitos errados e a falta de orientação, acabam por desencadear diversos problemas a boca e a toda sua estrutura, além de acarretar problemas também a todo o corpo humano.
Ninguém gosta de sofrer com qualquer doença, por mais simples que seja, para tanto, é imprescindível tomar alguns cuidados básicos de prevenção para que o organismo fique em dia, isso também pode e deve ser aplicado para a saúde bucal, afinal, prevenir é sempre mais recomendado, que apenas preocupar-se em remediar, a escovação, deve ser frequente, leve e completa, no mínimo três vezes ao dia, e a escovação noturna é a mais importante, mesmo sendo um tópico óbvio, é necessário citá-lo, isso, porque às vezes as pessoas esquecem, o recomendado é praticar a escovação ao menos três vezes ao dia e também após a ingestão de doces.
As opções nas prateleiras são vastas, que vão desde pastas para branqueamentos e cuidados com a sensibilidade, até enxaguantes bucais para finalizar a higiene. Segundo pesquisas da Universidade de Queen Mary, em Londres, em torno de dois bilhões de pessoas têm problemas de cárie. Diante desse dado, manter hábitos como os citados acima ajuda a diminuir o número de indivíduos afetados por essa bactéria.
Além disso, são práticas simples que podem ser implementadas com facilidade na rotina. Dessa forma, não deixe para mudar seus costumes apenas quando sentir dores. O importante é praticar, habituar-se a rotina de escovação e higienização bucal.
	
REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS
BARROS, Claudia Márcia Santos Barros (coord.) Manual técnico de educação em saúde bucal. Rio de Janeiro: SESC, Departamento Nacional, 2007. p. 53-55.
Braga MM, Coutinho L, Weiler RME. Consulta Odontológica do Adolescente - Aspectos a Destacar. In: Odontopediatria para Pediatras. 1a. ed. São Paulo: Atheneu, 2013, v.1, p. 137-49.
BRASIL. MINISTÉRIO DA SAÚDE. Levantamento epidemiológico em saúde bucal: Brasil, zona urbana, 1986. Divisão Nacional de Saúde Bucal e Fundação de Serviços de Saúde Pública, série C, Estudos e Projetos, 4. Brasília, 1988, 137p.
Cuidados com a saúde: Higiene pessoal. Texto 2. Saúde Bucal do adolescente. Disponível em: < https://extensao.cecierj.edu.br/material_didatico/sau2202/pdf/aula04_leitura02_SaudeBucal.pdf>. Acesso em: 10 de dez. 2023.
Fundação Abrinq. Guia para Promoção da de Crianças e Adolescentes. Disponível em: https://www.fadc.org.br/sites/default/files/2022-05/Guia-para-promocao-da-saude-bucal-Fundacao-Abrinq.pdf. Acesso em 02 dez. 2023.
KIN. 5 DICAS PRÁTICAS PARA MANTER UMA HIGIENE BUCAL IMPECÁVEL EM ADOLESCENTES. Disponível em: <https://www.kin.es/pt-br/higiene-oral-en-la-adolescencia/#:~:text=Higiene%20bucal%20completa,-Escovar%20os%20dentes&text=%C3%89%20muito%20importante%20que%20meninos,de%20ir%20para%20a%20cama> Acesso em: 18 nov. 2023.
MC DONALD, R. E.; AVERY, D. R. Odontopediatria. 5 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1995 apud COLARES, V. et al. Avaliação da Saúde Bucal de Adolescentes de Recife – Pernambuco – Brasil. Revista Brasileira de Ciências da Saúde, vol. 6, n. 3, p. 217 – 224, 2002.
MINAS GERAIS. Secretaria de Estado de Saúde. Atenção à saúde do adolescente: Belo Horizonte: SAS/MG, 2006. p. 75-79.
Núcleo de endodontiavinseiro endodontia automatizada. Disponível em: <https://www.nevendodontia.com.br/saude-bucal-habitos-prevenir-doencas/
>. Acesso em: 02 jan. 2024.
SALUTE. Hábitos simples para manter sua saúde bucal em dia. 2020. Disponível em: <https://www.clinicasalute.com.br/habitos-simples-para-manter-sua-saude-bucal-em-dia>. Acesso em: 13 nov. 2023.
TOMITA, N. E. et al. Educação em saúde bucal para adolescentes: uso de métodos participativos. FOB, v. 9, n. 1 – 2: p. 63 – 69, jan./jun. 2001.
UNIFUCAMP. Estudo de boas práticas. Disponível em: <https://www.unifucamp.edu.br/wp-content/uploads/2016/06/DIENIFER-DIAS-RAMOS.pdf>. Acesso em: 02 jan. 2024.

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