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Medicina - 5º Semestre - Ana Paula Cuchera 17 de fev. de 2023 1- Inibidores da enzima de conversão de angiotensina I - iECA - Medicamentos: 1. Captopril 2. Enalapril 3. Lisinopril 4. Ramipril 5. Fosinopril 6. Perindopril 7. Trandolapril - Efeito de classe: Todos os IECA inibem a conversão de enzima conversora de Angiotensina-l em Angiotensina-ll (ECA) e possuem indicações terapêuticas, perfis de efeitos adversos e contraindicações semelhantes - Eliminação renal na maioria, exceto perindopril e trandolapril, que é hepática - Ou seja, o efeito colateral e efeito terapêutico são todos iguais - Dois mecanismos de ação: ● Impede a formação da enzima conversora de angiotensina II - impedindo a conversão dessa enzima vasoconstritora ● Ele também impede a enzima cininase, que quebra bradicinina e a torna inativa, com isso aumenta a bradicinina que atuam sobre a permeabilidade vascular OBS! Com isso tem muita vasodilatação → efeito duplo de vasodilatação - IECA → Inibidores da Enzima Conversora de Angiotensina - Com o uso desses medicamento melhoraram muito a função cardiovascular - A fila de transplante cardíacos diminuiu muito - Teve uma diminuição drástica das doenças cardiovasculares OBS! Resistência vasculares periférica = pós carga / Retorno venoso = pré-carga 1 - IECA e BRA → são os únicos capazes de diminuir pós-carga e pré-carga na mesma medida → leva a diminuição da PA ● Fazem arteriolodilatação e vasodilatação ○ Vasodilatação ■ Artéria de médio calibre ■ Artéria de pequeno calibre ■ Arteríola ○ Vasodilatação ■ Vênulas pós-capilares ■ Vênulas ■ Veias de pequeno calibre ■ Veia de médio calibre OBS! Fundo de olho de pessoas com HAS → artérias não tortuosas - Fundo de olho de pessoas com pressão normal → artérias são lisas - IECA em pacientes com alto risco de eventos cardiovasculares: Os pacientes com alto risco de eventos cardiovasculares se beneficiam consideravelmente do tratamento com IECA (Heart Outcomes Prevention Study Investigators, 2000), pois a inibição da ECA diminui a taxa de infarto do miocárdio, acidente vascular encefálico e morte em pacientes que não não apresentavam disfunção ventricular esquerda, mas tinham evidência de doença vascular ou diabetes e conjunto com outro fator de risco para doença cardiovascular. Em pacientes com doença arterial coronariana, mas sem insuficiência cardíaca, a inibição da ECA reduz o infarto do miocárdio e a morte por doença cardiovascular - IECA ajuda o endotélio a se restabelecer e recuperar (endotélio doente fica espesso e com gordura) ● Aumenta PgI2 e Óxido nítrico → bons para o coração ● Este medicamento não diminui a placa de gordura, mas diminui a atividade inflamatória endotelial → diminui proteína c reativa ● Em diabetes é importante usar iECA, pois ele restabelece o fluxo renal, diminuindo a degeneração renal → recupera os glomérulos ○ Vemos no exame a diminuição da microalbuminúria 8- Teprotida → vem do veneno da jararaca (vulgo Eduarda) - Aplicação terapêutica - curto e longo prazo ● HAS ● ICC → diminui retorno venoso e pós-carga ● Prevenção de nefropatia diabética e microalbuminúria ● Diminui o remodelamento cardíaco após o IAM ○ Remodelamento cardíaco → refere-se a insuficiência cardíaca ○ Parede mais frágil e alargada ○ Superprodução de matriz de colágeno endurecido ○ Miofibroblastos que proliferam de maneira desordenada → perde a capacidade de contrair 2 ● Diminui a hipertrofia ventricular ● Homeostase do endotélio ● Redução da pré e pós carga por atuarem nos leitos vasculares de rins, coração, cérebro, artérias e veias. - Efeitos Adversos: ● Tosse seca → principal efeito colateral ● Traqueíte ● Angioedema OBS! Tosse, traqueíte e angioedema ocorre por acúmulo de cininas, principalmente a bradicinina por inibição da cininase. A bradicinina causa vasodilatação e aumento da permeabilidade vascular, presente também durante a inflamação ● Hipercalemia ○ Quando tomamos iECA, não tem mais angiotensina II → menor estímulo a aldosterona → libera mais sódio e retém potássio ■ Aumento de pressão → Renina → Angiotensina 1 → Angiotensina 2 (bloqueada) → Aldosterona - rim ○ A eliminação de sódio é por troca de potássio → tomando o remédio tem mais eliminação de sódio e mais retenção de potássio ○ Algumas pessoas, por disfunção renal, desenvolvem hipercalemia → retém muito potássio OBS! Efeito colateral mais grave do iECA = HIPERCALEMIA ● Hipotensão arterial ● IRA → Insuficiência Renal Aguda ○ Taxa de filtração glomerular → maior que 40 = baixo risco de IRA ○ Abaixo de 40 é alta a chance de IRA ○ Um fenômeno observado quando se administra a pacientes com insuficiência renal é a piora inicial da função renal, habitualmente discreta, provocada pela adaptação da hemodinâmica intraglomerular ■ Ocorre a vasodilatação da arteríola eferente e redução da pressão de filtração glomerular, que resulta em elevação da ureia e da creatinina sérica ■ Entretanto, essa piora inicial da função renal é um mecanismo protetor, pois evita a hiperfiltração glomerular e reduz a progressão da doença renal crônica ■ Se a perda da função renal for importante (30%), deve-se retirar o medicamento e investigar a possibilidade de estenose bilateral das artérias renais ou estenose de artéria renal em rim único funcionante ● Cuidado: diferentes graus de insuficiência renal, hipercalemia, estenose bilateral da artéria renal ou outra causa de hiperreninemia. ● Estenose bilateral → fluxo e pressão do sangue de lá está baixa, com isso para aumentar a pressão liberam renina, o que aumenta a pressão (típico paciente hipertenso jovem - devido a má formação renal) ○ Essa paciente é muito sensível o mecanismo da renina → torna ele mais sensível ao bloqueio pelo BRA ou iECA ○ Quando dá uma dose deste medicamento pra ele, a pressão despenca ○ Hoje tem exame para verificar a Renina ● Contra-indicado: gestantes (teratogenicidade - não é abortivo, mas o bebê tem má formação), anemia, hepatotoxicidade → raros ● Eliminação predominante renal, exceto perindopril e trandolapril que são hepato-renal ● Efeito colateral: tosse, traqueíte e angioedema (reversível) ○ Ocorre por acúmulo de cininas, principalmente a bradicinina por inibição da cininase ○ A bradicinina causa vasodilatação e aumento da permeabilidade vascular, presente também durante a inflamação 3 ○ Inflamação da traqueia Importante: - iECA e BRA → retenção de potássio ● Sangue = ↑ K e ↓ Na ● Urina = ↓ K e ↑ Na - Diurético → elimina potássio Interações medicamentosas: - Os antiácidos podem diminuir a biodisponibilidade e absorção dos IECA; - A capsaicina (pimenta) pode agravar a tosse induzida por eles; - Os AINE, incluindo o ácido acetilsalicílico, podem reduzir a resposta anti-hipertensiva aos IECA; - Os diuréticos poupadores de K+ (espironolactona e amilorida) e os suplementos de K+ podem exacerbar a hiperpotassemia induzida pelos IECA. - Os IECA podem aumentar os níveis plasmáticos de digoxina e lítio, bem como as reações de hipersensibilidade ao alopurinol OBS! Digoxina → não usa mais, melhora por alguns meses, depois disso a função renal despenca 2- Antagonista dos receptores da Angiotensina II - Medicamentos: 1. Losartana 2. Valsartana 3. Candesartana 4. Ibesartana 5. Olmesartana OBS! Diferença deles são os efeitos colaterais - Mecanismos pelos quais a angiotensina ll aumenta a resistência periférica total: ● Vasoconstrição direta vascular (arteríolas e vênulas) e renal. ● Aumenta a liberação de noradrenalina das terminações nervosas simpáticas ao inibir a recaptação de noradrenalina nos terminais nervosos e aumentar a resposta vascular à noradrenalina. ● Aumenta o tônus simpático (SNC) → tronco cerebral ● Liberação de catecolaminas da medula suprarrenal ● Diminuição da excreção urinária de Na+ e água, enquanto aumenta a de K+, principalmente no Túbulo ́proximal ● Liberação de aldosterona pelo córtex suprarrenal → retenção de sódio ● Na pré-carga (expansão do volume devido à retenção de Na+) e na pós-carga cardíacas (elevação da PA) contribuem para a hipertrofia e aremodelagem cardíacas OBS! Esses são os efeitos em condições patológicas, em situações fisiológicas, ela mantém a estabilidade da PA - Antagonista do receptor Angiotensina I → refere-se ao receptor - Antagonista da Angiotensina II → refere-se a angiotensina OBS! Porém ambos referem-se ao mesmo fármaco, só deu nomes diferentes 4 - Angiotensina II → aumenta a pré e pós-carga - Aplicação terapêutica: curto e longo prazo ● HAS ● ICC ● Prevenção de nefropatia diabética e microalbuminúria ● Diminui o remodelamento cardíaco após o IAM ● Diminui a hipertrofia ventricular ● Homeostase do endotélio. - Efeitos Adversos: ● Os mesmos que iECA em incidência menor: tosse, traqueíte, IRA, angioedema, hipercalemia, risco de hipotensão arterial mais raro. ● Contra-indicação: diferentes graus de insuficiência renal, hipercalemia ● São contraindicados na gravidez, devendo os mesmos cuidados ser tomados em mulheres em idade fértil. 3- Bloqueador de Aldosterona 1. Espironolactona 2. Eplerenona - Aldosterona → atua no tubulo distal do rim fazendo absorção de Sódio - Mecanismo de ação: bloqueador do receptor de mineralocorticóide (MR) nos túbulos renais. Antagonista da aldosterona - Usos: (como coadjuvante) ● ICC – diminuir o remodelamento do ventrículo esquerdo pós-IAM (redução da morbimortalidade), tratamento do edema de membros. ○ Diminuir a regeneração desordenada das miofibrilas da musculatura do coração no pós-infarto ○ Espironolactona é poupador de potássio (com rins funcionantes) ● HAS - Quando e terapia conjunta com outros diuréticos espoliadores de K, irá reter potássio no sangue. (poupador de potássio). 5 ● Aldosteronismo secundário - insuficiência cardíaca, cirrose hepática, síndrome nefrótica e ascite grave. ● Aldosteronismo primário. ● Ele é usado para SOP (Síndrome do ovário policístico), hirsutismo, acne, etc. ○ Aldosterona é parecido com testosterona, bloqueando ela, melhora os sintomas - Uso isolado: não tem efeito expressivo como diurético. - Efeito Adversos: ● Hipercalemia ● Hiponatremia ● Ginecomastia ● Mastalgia ● Disfunção sexual ● Efeitos anti-androgênicos ● No SNC incluem: ○ Sonolência ○ Letargia ○ Ataxia ○ Confusão ○ Cefaleia - Quando faz o antagonismo → todos os sintomas somem Efeitos Adversos dos Inibidores da Enzima Conversora da Angiotensina Habitualmente, são bem tolerados pela maioria dos pacientes hipertensos, sendo a tosse seca seu principal efeito colateral, acometendo 5 a 20% dos usuários. O edema angioneurótico e a erupção cutânea ocorrem mais raramente. o Um fenômeno observado quando se administra a pacientes com insuficiência renal é a piora inicial da função renal, habitualmente discreta, provocada pela adaptação da hemodinâmica intraglomerular (vasodilatação da arteríola eferente e redução da pressão de filtração glomerular) que resulta em elevação da ureia e da creatinina séricas. Entretanto, essa piora inicial da função renal é um mecanismo protetor, pois evita a hiperfiltração glomerular e reduz a progressão da doença renal crônica." Se a perda da função renal for importante (° 30%), deve-se retirar o medicamento e investigar a possibilidade de estenose bilateral das artérías renais ou estenose de artéria renal em rim único funcionante. - Os IECA e outros bloqueadores do sistema renina. angiotensina-aldosterona (SRAA) podem provocar 6 hiperpotassemia em pacientes com insuficiência renal, sobretudo nos diabéticos, e o uso é contraindicado na gravidez, pelo risco de complicações fetais. "** Por isso, seu emprego deve ser cauteloso e frequentemente monitorado ein adolescentre o mulheres em idade fertil. OBS! Não se assustar com aumento de ureia e creatinina em paciente renais (30%) Efeitos Adversos dos Bloqueadores dos Receptores AT1 da Angiotensina II - São incomuns os efeitos adversos relacionados com os BRA, sendo o exantema raramente observado. De forma semelhante aos IECA, os BRA podem promover a redução inicial da filtração glomerular por vasodilatação das arteríolas eferentes, diminuindo a pressão de filtração glomerular, mas esse efeito é nefroprotetor a longo prazo. Pelas mesmas razões dos IECA, podem causar hipercalemia, especialmente na presença de insuficiência renal, e são contraindicados na gravidez, devendo os mesmos cuidados ser tomados em mulheres em idade fértil. Terapia combinada iECA e Antagonista rcpt Ag I - NÃO - é iatrogenia grave (ou um ou outro) - As diferenças na farmacologia dos inibidores da ECA e dos BRAs levaram à hipótese de que a coadministração destes fármacos (“duplo bloqueio”) poderia conferir mais benefícios do que o aumento da dose de qualquer um deles administrados como agente único. - No entanto, dois grandes estudos controlados e randomizados, comparando a monoterapia com IECA ou BRA com a terapia combinada, mostraram que o tratamento combinado produz mais sintomas atribuídos à hipotensão, e nenhum benefício na sobrevida de pacientes com IAM, quando comparado com a monoterapia. - Sem efeito terapêutico sobre o controle da HAS. Não é utilizada. - Além do risco de disfunção/lesão renal. OBS! Eles juntos não melhora, não potencializa o efeito - Ao contrário, ele acelera a degeneração renal, aumenta a chance de hipocalemia → até em pacientes que antes não tinha nada 4- Inibidor Direto da Renina - ALISQUIRENO - pouco usado ● Só na hipertensão hiperreninemica, porém existem outros. - O angiotensinogênio é o único substrato específico da renina. - Os inibidores diretos da renina inibem a clivagem da Ang-l a partir do angiotensinogênio pela renina, uma reação enzimática que constitui a etapa limitadora de velocidade para a geração subsequente de Ang-ll. - O alisquireno é o único IDR aprovado para uso clínico. - A Biodisponibilidade é baixa. Alimentos e outros fármacos reduzem sua absorção. - Indicação: HAS - Efeitos adversos: angioedema, reações alérgicas - Contra-indicação: uso conjunto com iECA ou BRA, gestantes, insuficiência renal, nefropatia diabética → hiperpotassemia violenta - Não é superior aos efeitos clínicos dos iECA e BRAs 7 Animação SRAA https://www.youtube.com/watch?v=fqOfOvwlz-g https://www.youtube.com/watch?v=bY6IWVgFCrQ&t=62s 8 https://www.youtube.com/watch?v=fqOfOvwlz-g https://www.youtube.com/watch?v=bY6IWVgFCrQ&t=62s 5- Bloqueadores ou Antagonistas adrenérgicos (alfa e beta) e fármacos de ação central em receptores catecolaminérgico BLOQUEADORES OU AGONISTAS ADRENÉRGICOS: - Alfa 2 - pré-sináptico = diminui a exocitose de norepinefrina ● Fármaco que ativa o alfa-2, faz um bloqueio adrenérgico ● Quem liga em alfa2 é a própria noradrenalina (autoativação) 1- Clonidina → faz um bloqueio adrenérgico tão intenso que causa uma disfunção cerebral ● É agonista alfa 2 - modula exocitose e consequentemente diminui a quantidade de neurotransmissores (noradrenalina na fenda sináptica) ● Passa pela barreira hematoencefálica ● Paciente relata sonolência, falta de força e até mesmo depressão ● Super potente ● Super usada em emergência hipertensiva ● Em 40 minutos a pressão abaixa e abaixo muito (monitorar o paciente) ● Controle pressórico do tronco cerebral fica abolido ● Não é usado de rotina - Bloqueio dos receptores adrenérgicos em nível sistêmico e SNC ● Tendência de relaxamento - Mecanismo de ação: Bloqueio adrenérgico no músculo liso vascular diminui indiretamente o entrada de cálcio para as células Possíveis mecanismos anti-hipertensivos dos betabloqueadores adrenérgicos: ● Redução da frequência cardíaca e do débito cardíaco ● Inibição da liberação de renina pelas células justaglomerulares ● Inibição da atividade do sistema nervoso simpático → diminui tremor ● Redução do retorno venoso e do volume plasmático ● Geração de óxido nítrico (apenas nebivolol) ● Redução do tônus vasomotor ● Redução do tônus vascular 9 ● Melhora da complacência vascular ● Readaptação dos barorreceptores ● Atenuação da resposta pressórica as catecolaminas com exercício e estresse OBS! Grifados → precisa saber - Tansulosina → incontinência urinária (para hiperplasia prostática benigna) → relaxar de maneiraefetiva o esfíncter ● Mais seletivo para bloqueio alfa 1 no sistema genito urinário → mas não é tão seletivo ● Útil para pedra no rim também - Doxazosina → mais barato / Tansulosina → mais caro - Se o paciente é hipertenso, cuidado com uso de tansulosina. - Beta1 → é bom para coração e asma - Uso terapêutico: ● HAS ● ICC ● IAM ● Antianginoso (atenolol, propranolol e metoprolol - diminui a FC) ● Arritmias cardíacas ● Enxaqueca vasogênica ● Hipertensão em gestante ● HPB – hiperplasia prostática benigna ● Glaucoma OBS! Paciente com ICC está em hiperatividade adrenérgica o tempo todo - IAM e ICC usa o mesmo medicamento - Usos clínicos: (farmacologia ilustrada) ALFA 1 SELETIVOS: 1. Prazosina → arritmia e hipertensão 2. Doxazosina → hipertensão 3. Tansulosina → trata HPB (hiperplasia prostática benigna) - dificuldade de urinar NÃO SELETIVOS (1ª GERAÇÃO): 4. Nadolol → hipertensão 10 5. Pindolol → hipertensão 6. Propranolol → Hipertensão, angina, infarto, enxaqueca e hipertireoidismo 7. Timolol → trata glaucoma (colírio), hipertensão 8. Sotalol → Arritmia BETA 1 SELETIVOS (2ª GERAÇÃO): 9. Atenolol → hipertensão, angina e infarto 10. Bisoprolol → hipertensão, angina e infarto 11. Metoprolol → hipertensão, angina e infarto NÃO SELETIVOS (3ª GERAÇÃO): 12. Carvedilol → ICC e hipertensão (rede pública) 13. Labetalol → ICC e hipertensão BETA 1 SELETIVOS (3ª GERAÇÃO): 14. Nebivolol → hipertensão (gera óxido nítrico - diminui retorno venoso) - Esmolol: (injetável) usado para arritmia ou crise hipertensiva OBS! Faz bloqueio adrenérgico sistêmico → medula, tronco e vascular BLOQUEADORES ADRENÉRGICOS DE AÇÃO CENTRAL: 1. Clonidina 2. Metildopa - ANTI-HIPERTENSIVO MAIS SEGURO PARA GESTANTE - Clonidina tem local de ação predominante no bulbo principalmente como agonista de receptores alfa 2 do SNC. - A metildopa é um agente anti-hipertensivo de ação central. É metabolizada a a-metilnorepinefrina (falso neurotransmissor) no cérebro, e acredita-se que esse composto seja capaz de ser agonista dos receptores alfa2 e reduzir a pressão arterial de modo semelhante ao mecanismo da clonidina. - Metildopa: gestantes - Efeitos Adversos: ● Sonolência, torpor, lentidão, anemia hemolítica com a metildopa, disfunção sexual, tontura, depressão, hipotensão arterial principalmente nas primeiras doses. ● Bradicardia, bloqueios de condução elétrica e arritmias. ● Crise de asma e broncoespasmo → se é o não seletivo (Ex: Propranolol - não seletivo) ● Reduz o uso de glicose pelo músculo esquelético – elevação da glicose, glicemia. ● Efeito dopping 11 OBS! Metildopa forma a metilnoradrenalina, essa não tem afinidade pelo receptor. Tratamento de HAS https://www.youtube.com/watch?v=eCS2tnZCbrs 12 https://www.youtube.com/watch?v=eCS2tnZCbrs